RVCC Secundário Operacionalização Hipótese de Trabalho 3
Introdução Este modelo tem por base um acompanhamento e orientação permanente ao adulto, assim como, uma intervenção estratégica e objectiva ao nível da evidência de competências. É um processo mais centrado no trabalho a realizar pelo adulto do que na individualidade do mesmo. É estratégicamente organizado de forma a dotar o adulto de uma estrutura de trabalho conduzida.
Entrevista A entrevista/diagnóstico permitirá ao profissional criar um perfil de percurso para o adulto, assim como aos formadores criarem à medida do adulto um conjunto de actividades de reconhecimento e evidências das competências individuais.
Sessão de Reconhecimento Na primeira sessão ou logo na segunda sessão de diagnóstico é apresentado ao adulto um calendário de sessões em que este deve estar presente. Seriam programadas entre 35 e 60 horas de trabalho com o adulto. Estas sessões serão muito bem definidas em termos de objectivos e resultados esperados, assim como do “programa” de actividades a realizar.
Sessões de Reconhecimento As sessão de reconhecimento orientadas pelo(a) profissional iriam dando indicações (ou não) para necessidades de formação complementar. Caso as exista estas devem ter a mesma lógica. Sessão calendarizadas e programadas e objectivos e resultados esperados concretos para cada uma delas, no máximo de 50 horas de formação por adulto.
Sessões de Acompanhamento Poderão, neste modelo, ser ainda definidas  Sessões de Acompanhamento.  Estas sessões servirão para ajudar o adulto na criação do seu Portefólio que apoiando o mesmo na estruturação do documento, quer promovendo actividades de organização e identificação de competências, ou ainda, de apoio à realização das tarefas/actividades propostas pelos formadores. Também estas sessões serão organizadas e calendarizadas.
O Portefólio Ao contrário das duas hipoteses anteriores, esta metodologia de trabalho implica que o portefólio tenha uma estrutura própria pré-definida a que o adulto, com pouca possibilidade de mutação, deverá respeitar. Esta directiva é programada pela equipa em função das evidências de competência do adulto.
A Validação. A validação (e atribuição de créditos) nesta metodologia é bastante fácil. Pelas evidências do documento (portefólio) e pelo trabalho realizado os profissionais e formadores realizam a sua análise e validação em função de um conhecimento estruturado da evolução e actividades desenvolvidas pelo adulto.
A Sessão de Júri Neste modelo a sessão de júri é uma sessão informal de reconhecimento do percurso realizado. Deverá o Avaliador Externo fazer um acompanhamento/reunião com profissionais e formadores para análise do percurso do adulto e a sessão ser uma demonstração prática das competências evidenciadas pelo adulto ao longo do processo RVC:
FIM

RVCC Secundário 3

  • 1.
    RVCC Secundário OperacionalizaçãoHipótese de Trabalho 3
  • 2.
    Introdução Este modelotem por base um acompanhamento e orientação permanente ao adulto, assim como, uma intervenção estratégica e objectiva ao nível da evidência de competências. É um processo mais centrado no trabalho a realizar pelo adulto do que na individualidade do mesmo. É estratégicamente organizado de forma a dotar o adulto de uma estrutura de trabalho conduzida.
  • 3.
    Entrevista A entrevista/diagnósticopermitirá ao profissional criar um perfil de percurso para o adulto, assim como aos formadores criarem à medida do adulto um conjunto de actividades de reconhecimento e evidências das competências individuais.
  • 4.
    Sessão de ReconhecimentoNa primeira sessão ou logo na segunda sessão de diagnóstico é apresentado ao adulto um calendário de sessões em que este deve estar presente. Seriam programadas entre 35 e 60 horas de trabalho com o adulto. Estas sessões serão muito bem definidas em termos de objectivos e resultados esperados, assim como do “programa” de actividades a realizar.
  • 5.
    Sessões de ReconhecimentoAs sessão de reconhecimento orientadas pelo(a) profissional iriam dando indicações (ou não) para necessidades de formação complementar. Caso as exista estas devem ter a mesma lógica. Sessão calendarizadas e programadas e objectivos e resultados esperados concretos para cada uma delas, no máximo de 50 horas de formação por adulto.
  • 6.
    Sessões de AcompanhamentoPoderão, neste modelo, ser ainda definidas Sessões de Acompanhamento. Estas sessões servirão para ajudar o adulto na criação do seu Portefólio que apoiando o mesmo na estruturação do documento, quer promovendo actividades de organização e identificação de competências, ou ainda, de apoio à realização das tarefas/actividades propostas pelos formadores. Também estas sessões serão organizadas e calendarizadas.
  • 7.
    O Portefólio Aocontrário das duas hipoteses anteriores, esta metodologia de trabalho implica que o portefólio tenha uma estrutura própria pré-definida a que o adulto, com pouca possibilidade de mutação, deverá respeitar. Esta directiva é programada pela equipa em função das evidências de competência do adulto.
  • 8.
    A Validação. Avalidação (e atribuição de créditos) nesta metodologia é bastante fácil. Pelas evidências do documento (portefólio) e pelo trabalho realizado os profissionais e formadores realizam a sua análise e validação em função de um conhecimento estruturado da evolução e actividades desenvolvidas pelo adulto.
  • 9.
    A Sessão deJúri Neste modelo a sessão de júri é uma sessão informal de reconhecimento do percurso realizado. Deverá o Avaliador Externo fazer um acompanhamento/reunião com profissionais e formadores para análise do percurso do adulto e a sessão ser uma demonstração prática das competências evidenciadas pelo adulto ao longo do processo RVC:
  • 10.