Júri de Validação RVCC Secundário Hipótese de Trabalho
O Júri de Certificação A certificação de competências realiza-se perante um  Júri de Certificação  nomeado pelo Director do Centro e constituído pelo profissional de RVC, pelos formadores e pelos avaliadores externos ao processo de RVCC de cada adulto e ao Centro Novas Oportunidades.
Trabalho Preparatório O trabalho preparatório da sessão de certificação inclui a análise e a avaliação do PRA por parte da equipa técnico- pedagógica e do avaliador externo. Portefólio (O Avaliador deve ler, analisar e avaliar as competências ilustradas no PRA) Profissional (A análise do PRA pode ser realizada em conjunto com o profissional RVC para retirar eventuais dúvidas)
Regras e Princípios A validação e a certificação de competências obedecem aos seguintes princípios: Há uma distinção clara entre o papel da equipa técnico-pedagógica do Centro Novas Oportunidades e o do avaliador externo, competindo a este último a  aferição e afirmação social  do processo RVC desenvolvido, no âmbito da avaliação/validação das competências do adulto; A preparação da sessão de certificação implica que haja um  trabalho conjunto , por parte da equipa do Centro Novas Oportunidades e do avaliador, de análise e avaliação do PRA de cada adulto proposto a júri; Os resultados de avaliação decorrentes da sessão de certificação são  apresentados e explicados  ao adulto pelo júri.
Uma Hipótese de Trabalho Para o nível de certificação do Secundário e com vista à criação de uma dinâmica para sessão de júri pensámos e apresentamos aqui uma estratégia que permite a avaliação de competências descritas/apresentadas pelo adultos em PRA, assim como, permite uma trabalho colaborativo entre o CNO e o Avaliador Externo em duas fases determinantes do processo RVC.
Trabalho Prévio Este modelo de júri requer um trabalho prévio por parte do Avaliador Externo e por parte do CNO. A leitura atempada e reunião com o/a profissional sobre o PRA e sobre a história de vida do adulto é fundamental.  Requer ainda um “trabalho de pesquisa” por parte do Avaliador Externo e uma interligação com as estruturas escolares, formativas e empresariais da região onde se realize o júri ou de onde sejam os adultos candidatos a certificação.
A Estratégia A estratégia para este modelo de júri passa por colocar ao adulto, que deseja a certificação de nível secundário, uma situação-problema, resultante da sua história de vida e experiência profissional que envolva a necessária demonstração de competências ilustradas no PRA. Este desafio é colocado ao adulto pelo Avaliador Externo mas foi criado em conjunto com o/a profissional e, caso seja necessário, com a participação dos formadores.
Metodologia Passos a realizar: Analizar o PRA e identificar competências base – Ajuda do/a Profissional. Criar cenário de situação-problema. Regulamentar tempo e grau de exigência. Articular com o/a Profissional a forma de apresentação da resposta à situação-problema (ou a realizar em sessão de júri com tempo de resposta ou a incluir numa apresentação final a realizar pelo adulto).
Documentos Serão documentos necessários/a criar: Guião da Sessão de Júri. Ficha de Situação-Problema. Ficha de Registo de Demonstração de Competência em sessão de júri. Todos estes documentos devem ser criados pelo Avaliador Externo.
Plano de Desenvolvimento Individual A avaliação e certificação de competências termina com a validação de todos os elementos do júri e a apresentação e debate do Plano de Desenvolvimento Individual com o adulto. Este documento deve ser criado com o ajuda do Avaliador Externo.
O PDI O Plano de Desenvolvimento Individual deve ser explicado ao adulto, dando-lhe linhas de orientação profissional ou escolar/formativo para a continuação da sua qualificação.  É neste quadro que também é explicado ao adulto o que foi avaliado/validado no seu PRA e que lhe permite a validação de competências ao nivel Secundário.
O PDI A criação do Plano de Desenvolvimento Individual requer um trabalho, adulto a adulto, por parte do Avaliador Externo. É aqui que este pode efectivamente realizar um trabalho de reconhecimento social do processo RVC no seio da comunidade local ou regional.
A Importância do Júri Para finalizar são 3 os factores que determinam a importância do Júri: A sua utilidade para o adulto; O seu factor de orientação; A sua pertinência face às expectativas dos adulto. O trabalho do Avaliador Externo requer dedicação, pesquisa e influência. Cada vez mais se exige mais e melhor qualidade no trabalho destes profissionais.
FIM

JúRi De ValidaçãO

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    Júri de ValidaçãoRVCC Secundário Hipótese de Trabalho
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    O Júri deCertificação A certificação de competências realiza-se perante um Júri de Certificação nomeado pelo Director do Centro e constituído pelo profissional de RVC, pelos formadores e pelos avaliadores externos ao processo de RVCC de cada adulto e ao Centro Novas Oportunidades.
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    Trabalho Preparatório Otrabalho preparatório da sessão de certificação inclui a análise e a avaliação do PRA por parte da equipa técnico- pedagógica e do avaliador externo. Portefólio (O Avaliador deve ler, analisar e avaliar as competências ilustradas no PRA) Profissional (A análise do PRA pode ser realizada em conjunto com o profissional RVC para retirar eventuais dúvidas)
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    Regras e PrincípiosA validação e a certificação de competências obedecem aos seguintes princípios: Há uma distinção clara entre o papel da equipa técnico-pedagógica do Centro Novas Oportunidades e o do avaliador externo, competindo a este último a aferição e afirmação social do processo RVC desenvolvido, no âmbito da avaliação/validação das competências do adulto; A preparação da sessão de certificação implica que haja um trabalho conjunto , por parte da equipa do Centro Novas Oportunidades e do avaliador, de análise e avaliação do PRA de cada adulto proposto a júri; Os resultados de avaliação decorrentes da sessão de certificação são apresentados e explicados ao adulto pelo júri.
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    Uma Hipótese deTrabalho Para o nível de certificação do Secundário e com vista à criação de uma dinâmica para sessão de júri pensámos e apresentamos aqui uma estratégia que permite a avaliação de competências descritas/apresentadas pelo adultos em PRA, assim como, permite uma trabalho colaborativo entre o CNO e o Avaliador Externo em duas fases determinantes do processo RVC.
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    Trabalho Prévio Estemodelo de júri requer um trabalho prévio por parte do Avaliador Externo e por parte do CNO. A leitura atempada e reunião com o/a profissional sobre o PRA e sobre a história de vida do adulto é fundamental. Requer ainda um “trabalho de pesquisa” por parte do Avaliador Externo e uma interligação com as estruturas escolares, formativas e empresariais da região onde se realize o júri ou de onde sejam os adultos candidatos a certificação.
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    A Estratégia Aestratégia para este modelo de júri passa por colocar ao adulto, que deseja a certificação de nível secundário, uma situação-problema, resultante da sua história de vida e experiência profissional que envolva a necessária demonstração de competências ilustradas no PRA. Este desafio é colocado ao adulto pelo Avaliador Externo mas foi criado em conjunto com o/a profissional e, caso seja necessário, com a participação dos formadores.
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    Metodologia Passos arealizar: Analizar o PRA e identificar competências base – Ajuda do/a Profissional. Criar cenário de situação-problema. Regulamentar tempo e grau de exigência. Articular com o/a Profissional a forma de apresentação da resposta à situação-problema (ou a realizar em sessão de júri com tempo de resposta ou a incluir numa apresentação final a realizar pelo adulto).
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    Documentos Serão documentosnecessários/a criar: Guião da Sessão de Júri. Ficha de Situação-Problema. Ficha de Registo de Demonstração de Competência em sessão de júri. Todos estes documentos devem ser criados pelo Avaliador Externo.
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    Plano de DesenvolvimentoIndividual A avaliação e certificação de competências termina com a validação de todos os elementos do júri e a apresentação e debate do Plano de Desenvolvimento Individual com o adulto. Este documento deve ser criado com o ajuda do Avaliador Externo.
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    O PDI OPlano de Desenvolvimento Individual deve ser explicado ao adulto, dando-lhe linhas de orientação profissional ou escolar/formativo para a continuação da sua qualificação. É neste quadro que também é explicado ao adulto o que foi avaliado/validado no seu PRA e que lhe permite a validação de competências ao nivel Secundário.
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    O PDI Acriação do Plano de Desenvolvimento Individual requer um trabalho, adulto a adulto, por parte do Avaliador Externo. É aqui que este pode efectivamente realizar um trabalho de reconhecimento social do processo RVC no seio da comunidade local ou regional.
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    A Importância doJúri Para finalizar são 3 os factores que determinam a importância do Júri: A sua utilidade para o adulto; O seu factor de orientação; A sua pertinência face às expectativas dos adulto. O trabalho do Avaliador Externo requer dedicação, pesquisa e influência. Cada vez mais se exige mais e melhor qualidade no trabalho destes profissionais.
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