Para ganhar o povo, o candidato deve conhecer os eleitores
pelo nome, bajulá-los, ser generoso e dar-lhes a esperança de
um emprego no governo. Talvez sua renda não possa atingir
todo o eleitorado, mas seus amigos podem ajudá-lo a agradar
a plebe. Faça com que os eleitores pensem que você os
conhece, que se dirige a eles pelo seu nome, que você é
generoso e aberto, que mesmo antes do amanhecer sua casa
está cheia de amigos, que todas as classes são suas aliadas,
que você fez promessas para todo mundo e que as cumpriu
para a maior parte das pessoas.
Notas sobre as eleições
Marco Túlio
As práticas políticas na Antiga Roma remetem às atuais.
Essas palavras de Cícero (106 – 43 a.C) revelam:
a) a concessão de favores, por parte dos eleitores, para
cativar os candidatos.
b) a necessidade de coagir o eleitorado para conseguir seu
apoio.
c) o desinteresse da população diante do poder econômico
dos candidatos.
d) a existência de relações clientelistas entre eleitores e
candidatos.
e) a pequena importância das relações pessoais para o
sucesso nas eleições.
Roma Antiga
Localização e povoamento
Italiotas
Etruscos
Gregos
Os Gêmeos
Rômulo
e Remo
A origem lendária
Monarquia
(753 a.C - 509 a.C)
República
(509 a.C - 27 a.C)
Império
(27 a.C - 476 d.C)
Os períodos históricos
A monarquia
Os reis
etruscos
A sociedade Romana
O poder político
A República Romana
Com a instalação da República em Roma, os
patrícios passaram a monopolizar o poder,
reservando para si os principais cargos
políticos; o governo romano passou a
ser exercido por magistrados, pelo
senado e por assembleias.
As Instituições da República
Os plebeus pagavam impostos e
serviam ao exército
Os plebeus eram excluídos da
participação política
O casamento entre plebeus e
patrícios era proibido
Os plebeus estavam sujeitos a
escravidão por dívidas
As lutas sociais: plebeus x patrícios
Os Tribunos da Plebe
Lei das 12 Tábuas
Lei Canuléia
Lei Licínia
As primeiras conquistas
A expansão romana
As Guerras
Púnicas
O Mare Nostrum
O enriquecimento do
Estado
Fortalecimento dos
cavaleiros
Os latifúndios escravistas
Mudanças sociais e
econômicas
Região População
total
Nº de
escravos
Porcentagem
de escravos
Roma em
225 a.C
4.000.000 600.000 15%
Roma em
31 a.C
6.000.000 2.000.000 33%
Roma: uma sociedade
escravista
Os escravos em Roma eram pessoas de diversas
origens: europeus, asiáticos e africanos, que trabalhavam
em minas, pedreiras, atividades agropastoris e serviços
domésticos. Trabalhavam ainda como médicos, dançarinos
e professores. Na Roma antiga os escravos poderiam ser
surrados, queimados com ferro em brasa e, até mesmo
crucificados. A escravidão romana, no entanto, não se
baseava apenas na violência. Um escravo poderia obter a
liberdade por serviços prestados. E, uma vez livre, podia
tornar-se cidadão.
A escravidão em Roma
(Enem) O fenômeno da escravidão é algo muito antigo e acompanhou a história
da Antiguidade até o século XIX. Todavia, percebe-se que tanto o status quanto
o tratamento dos escravos variavam muito da Antiguidade greco-romana até o
século XIX em questões ligadas à divisão do trabalho.
As variações mencionadas dizem respeito
a) Ao caráter étnico da escravidão antiga, pois certas etnias eram escravizadas
em virtude de preconceitos sociais.
b) À especialização do trabalho escravo na Antiguidade, pois certos ofícios de
prestígio eram frequentemente realizados por escravos.
c) Ao uso dos escravos para a atividade agroexportadora, tanto na Antiguidade
quanto no mundo moderno, pois o caráter étnico determinou a diversidade de
tratamento.
d) À absoluta desqualificação dos escravos para trabalhos mais sofisticados e à
violência em seu tratamento, independentemente das questões étnicas.
e) Ao aspecto étnico presente em todas as formas de escravidão, pois o
escravo era, na Antiguidade greco-romana, como no mundo moderno,
considerado uma raça inferior.
A luta pela terra
A divisão do
espólio
Os latifúndios
Êxodo rural
As reformas de Tibério e Caio
Limite para os
latifúndios
Reforma
agrária
Trigo para
os pobres
Primeiro Triunvirato
A ascensão de Júlio César
César torna-se
ditador
A conspiração do Senado
“Sede pacientes até o fim! Romanos, compatriotas e amigos!
(...). Se houver nesta assembléia algum amigo caro a César,
digo-lhe que o meu afeto por ele não é menor que o seu. Se
então esse amigo perguntar por que me levantei contra César,
esta é minha resposta: ‘Não que amasse menos César, porém
porque amava mais Roma’. Preferiríeis que César vivesse e
morrêsseis todos escravos, a [que] César morresse e
vivêsseis todos livres? César gostava de mim e eu choro por
ele; ele foi afortunado, eu me alegro; foi valente, eu o venero;
mas, como foi ambicioso, eu o matei”. (SHAKESPEARE, WiIiam).
O discurso de Brutus
Segundo Triunvirato
O Império de Otávio Augusto
Príncipe
(1º dos cidadãos)
Augusto
(venerado)
Imperador
(comandante do exército)
A Pax Romana
A estabilidade
política
O comércio no Império
A política do pão e circo
A sociedade romana apresentava grande disparidade entre
ricos e pobres, cidadãos, não cidadãos e escravos. Era uma
sociedade rigidamente estratificada. As mulheres,
possuíam alguns direitos, como a posse de
propriedades, mas eram geralmente
subordinada aos homens.
Aspectos sociais e culturais
As moradias
As termas Os anfiteatros
Os Aquedutos As estradas
A Religião Romana
O politeísmo
(Influência grega)
Divinização do
imperador
O advento do cristianismo
O Messias
Igualdade e
fraternidade
A ira dos
sacerdotes
A perseguição aos
cristãos
O monoteísmo
(contra o imperador)
A igualdade
(contra a escravidão)
Durante os séculos I e II d.C, Roma viveu uma época de
estabilidade. Mas, a partir do século III teve início uma
crise prolongada, resultante de fatores internos e
externos, que levou o Império à desagregação.
A crise do Império
Os fatores internos
Problemas econômicos
(administração e inflação)
As crises políticas
A crise do exército
O Cristianismo
O fator externo
As invasões
bárbaras
Germanos no Império
As migrações
As invasões
As consequências
Ruralização
Destruição das
cidades
O colonato
Soluções para a crise
A Tetrarquia de
Diocleciano
As Reformas de Constantino
A conversão
(Edito de Milão)
A nova
capital
A reformas de Teodósio
A oficialização
do cristianismo
A divisão do
Império
A Queda
A invasão
dos
hérulos

Roma antiga

  • 1.
    Para ganhar opovo, o candidato deve conhecer os eleitores pelo nome, bajulá-los, ser generoso e dar-lhes a esperança de um emprego no governo. Talvez sua renda não possa atingir todo o eleitorado, mas seus amigos podem ajudá-lo a agradar a plebe. Faça com que os eleitores pensem que você os conhece, que se dirige a eles pelo seu nome, que você é generoso e aberto, que mesmo antes do amanhecer sua casa está cheia de amigos, que todas as classes são suas aliadas, que você fez promessas para todo mundo e que as cumpriu para a maior parte das pessoas. Notas sobre as eleições Marco Túlio
  • 2.
    As práticas políticasna Antiga Roma remetem às atuais. Essas palavras de Cícero (106 – 43 a.C) revelam: a) a concessão de favores, por parte dos eleitores, para cativar os candidatos. b) a necessidade de coagir o eleitorado para conseguir seu apoio. c) o desinteresse da população diante do poder econômico dos candidatos. d) a existência de relações clientelistas entre eleitores e candidatos. e) a pequena importância das relações pessoais para o sucesso nas eleições.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    Monarquia (753 a.C -509 a.C) República (509 a.C - 27 a.C) Império (27 a.C - 476 d.C) Os períodos históricos
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    A República Romana Coma instalação da República em Roma, os patrícios passaram a monopolizar o poder, reservando para si os principais cargos políticos; o governo romano passou a ser exercido por magistrados, pelo senado e por assembleias.
  • 11.
  • 12.
    Os plebeus pagavamimpostos e serviam ao exército Os plebeus eram excluídos da participação política O casamento entre plebeus e patrícios era proibido Os plebeus estavam sujeitos a escravidão por dívidas As lutas sociais: plebeus x patrícios
  • 13.
    Os Tribunos daPlebe Lei das 12 Tábuas Lei Canuléia Lei Licínia As primeiras conquistas
  • 14.
    A expansão romana AsGuerras Púnicas
  • 15.
  • 16.
    O enriquecimento do Estado Fortalecimentodos cavaleiros Os latifúndios escravistas Mudanças sociais e econômicas
  • 17.
    Região População total Nº de escravos Porcentagem deescravos Roma em 225 a.C 4.000.000 600.000 15% Roma em 31 a.C 6.000.000 2.000.000 33% Roma: uma sociedade escravista
  • 18.
    Os escravos emRoma eram pessoas de diversas origens: europeus, asiáticos e africanos, que trabalhavam em minas, pedreiras, atividades agropastoris e serviços domésticos. Trabalhavam ainda como médicos, dançarinos e professores. Na Roma antiga os escravos poderiam ser surrados, queimados com ferro em brasa e, até mesmo crucificados. A escravidão romana, no entanto, não se baseava apenas na violência. Um escravo poderia obter a liberdade por serviços prestados. E, uma vez livre, podia tornar-se cidadão. A escravidão em Roma
  • 19.
    (Enem) O fenômenoda escravidão é algo muito antigo e acompanhou a história da Antiguidade até o século XIX. Todavia, percebe-se que tanto o status quanto o tratamento dos escravos variavam muito da Antiguidade greco-romana até o século XIX em questões ligadas à divisão do trabalho. As variações mencionadas dizem respeito a) Ao caráter étnico da escravidão antiga, pois certas etnias eram escravizadas em virtude de preconceitos sociais. b) À especialização do trabalho escravo na Antiguidade, pois certos ofícios de prestígio eram frequentemente realizados por escravos. c) Ao uso dos escravos para a atividade agroexportadora, tanto na Antiguidade quanto no mundo moderno, pois o caráter étnico determinou a diversidade de tratamento. d) À absoluta desqualificação dos escravos para trabalhos mais sofisticados e à violência em seu tratamento, independentemente das questões étnicas. e) Ao aspecto étnico presente em todas as formas de escravidão, pois o escravo era, na Antiguidade greco-romana, como no mundo moderno, considerado uma raça inferior.
  • 20.
    A luta pelaterra A divisão do espólio Os latifúndios Êxodo rural
  • 21.
    As reformas deTibério e Caio Limite para os latifúndios Reforma agrária Trigo para os pobres
  • 22.
  • 23.
    A ascensão deJúlio César César torna-se ditador
  • 24.
  • 25.
    “Sede pacientes atéo fim! Romanos, compatriotas e amigos! (...). Se houver nesta assembléia algum amigo caro a César, digo-lhe que o meu afeto por ele não é menor que o seu. Se então esse amigo perguntar por que me levantei contra César, esta é minha resposta: ‘Não que amasse menos César, porém porque amava mais Roma’. Preferiríeis que César vivesse e morrêsseis todos escravos, a [que] César morresse e vivêsseis todos livres? César gostava de mim e eu choro por ele; ele foi afortunado, eu me alegro; foi valente, eu o venero; mas, como foi ambicioso, eu o matei”. (SHAKESPEARE, WiIiam). O discurso de Brutus
  • 26.
  • 27.
    O Império deOtávio Augusto Príncipe (1º dos cidadãos) Augusto (venerado) Imperador (comandante do exército)
  • 28.
    A Pax Romana Aestabilidade política
  • 29.
  • 30.
    A política dopão e circo
  • 31.
    A sociedade romanaapresentava grande disparidade entre ricos e pobres, cidadãos, não cidadãos e escravos. Era uma sociedade rigidamente estratificada. As mulheres, possuíam alguns direitos, como a posse de propriedades, mas eram geralmente subordinada aos homens. Aspectos sociais e culturais
  • 32.
  • 33.
    As termas Osanfiteatros
  • 34.
  • 35.
    A Religião Romana Opoliteísmo (Influência grega) Divinização do imperador
  • 36.
    O advento docristianismo O Messias Igualdade e fraternidade A ira dos sacerdotes
  • 37.
    A perseguição aos cristãos Omonoteísmo (contra o imperador) A igualdade (contra a escravidão)
  • 38.
    Durante os séculosI e II d.C, Roma viveu uma época de estabilidade. Mas, a partir do século III teve início uma crise prolongada, resultante de fatores internos e externos, que levou o Império à desagregação. A crise do Império
  • 39.
    Os fatores internos Problemaseconômicos (administração e inflação) As crises políticas A crise do exército O Cristianismo
  • 40.
    O fator externo Asinvasões bárbaras
  • 41.
    Germanos no Império Asmigrações As invasões
  • 42.
  • 43.
    Soluções para acrise A Tetrarquia de Diocleciano
  • 44.
    As Reformas deConstantino A conversão (Edito de Milão) A nova capital
  • 45.
    A reformas deTeodósio A oficialização do cristianismo A divisão do Império
  • 46.