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Aluno: Rodrigo Luiz de Souza Camargos
Orientadora: Professora Doutora Andrea Baltazar
O USO DO FACEBOOK PARA FINS EDUCACIONAIS: UM
ESTUDO EXPLORATÓRIO/EXPERIMENTAL
A realidade do ensino médio no Brasil
A diversidade do corpo discente → segundo dados do INEP, as
matrículas no ensino médio cresceram 60% entre 1996 e 2004.
A dualidade de propostas curriculares → de um lado, uma educação
preparatória para o ensino superior, de outro, uma educação
profissionalizante para as camadas populares.
A evasão escolar → 25% dos alunos que ingressam no ensino básico
abandonam a escola antes de concluir última série. É a maior taxa de
evasão entre os 100 países com maior IDH.
Motivos para a evasão escolar de jovens entre
15 e 17 anos.
Fonte: Neri 2009
Motivos alagados Porcentagem
Falta de oferta 10,89%
Necessidade de trabalhar 27,09%
Falta de interesse 40,29%
Outros 21,73
Os índices de reprovação
Fonte: Censo Escolar 2014, Inep.
Indicadores de rendimento referentes ao ano letivo de 2014
Etapa Reprovação Abandono Aprovação
Anos
Iniciais
6,2% 1,1% 92,7%
Anos Finais 11,7% 3,5% 84,8%
Ensino
Médio
12,2% 7,6% 80,2%
Os indicadores do Ideb
Fonte: Brasil, 2013 a.
Estado 2007 2009 2011 2013
Espírito Santo 3,6 3,8 3,6 3,8
Minas Gerais 3,8 3,9 3,9 3,8
Rio de Janeiro 3,2 3,3 3,7 4,0
São Paulo 3,9 3,9 4,1 4,1
Série histórica do Ideb relativa ao ensino médio para os quatro estados do sudeste
►Portanto tais desafios, justificam a busca por propostas pedagógicas que
considerem as atuais transformações socioecômicas e o novo perfil dos
alunos que frequentam o ensino médio.
► O Objetivos:
- identificar e explorar as possibilidades educativas do Facebook, e,
aumentar o interesse, a participação e a interação dos alunos nas
atividades escolares.
- verificar a eficácia das redes sociais em propostas pedagógicas que
valorizem a participação mais ativa dos alunos, a partilha de informação e
o trabalho colaborativo
Potencialidades educativas da Web 2.0 e a
mudança de paradigmas
Os recursos das NTDIC facilitam a pesquisa e o armazenamento
de informações. Além disso, abrem novas possibilidades de
construção do conhecimento, na medida em que ampliam a
interação entre as pessoas. Tudo isso abre um leque de
possibilidades para a utilização desses novos recursos
tecnológicos em processos de ensino-aprendizagem.
A Web 2.0: a nova geração da internet
A primeira geração da Internet, a Web 1.0 disponibilizou
uma grande quantidade de informação, as quais todos
podiam acessar. No entanto, com a Web 1.0, o usuário
era um mero espectador. Já a Web 2.0, a segunda
geração da Web, possibilitou a criação de uma internet
mais interativa e mais democrática
Diferenças entre Web 1.0 e 2.0 (Leite & Leão, 2009)
Web 1.0 Web 2.0
▪ O utilizador é consumidor da
informação;
▪ Dificuldades de programação e
aquisição de software para
criação de páginas na Web;
▪ Para ter espaço na rede era
necessário pagar;
▪ Poucas ferramentas e
possibilidades
▪ O utilizador é consumidor e
produtor da informação;
▪ Facilidade de criação e edição
de páginas;
▪ Vários recursos são gratuitos;
▪ Ferramentas e possibilidades
ilimitadas.
Os recursos da Web 2.0 com aplicações educativas
▪ Fóruns de discussão → possibilita a participação de vários indivíduos
que se mobilizam em torno da discussão de um determinado tema.
▪ Wikis → um Wiki é um sítio na Web que permite a escrita coletiva. A
Wikipédia é a sua aplicação mais conhecida.
▪ Redes sociais → atualmente as novas tecnologias, sobretudo da Web
2.0, facilitaram a comunicação entre as pessoas e maximizaram as
oportunidades de interação entre elas.
O Facebook
▪ A abrangência → entre as novas redes sociais, o Facebook merece
destaque. No Brasil são 107,7 milhões de usuários. Entre eles, muitos
alunos do ensino médio
▪ As possibilidades interativas → a diversidade de recursos
interativos do Facebook maximiza suas potencialidades pedagógicas.
Vejamos algumas potencialidades pedagógicas
do Facebook
▪ Permite a comunicação individual ou em grupo, em tempo
real ou assíncrono;
▪ Possui facilidade para compartilhar arquivos;
▪ Possibilita a realização de atividades de escrita
compartilhada.
Fundamentação teórica
O Facebook pode contribuir para a aprendizagem. Mas, elaborar uma
proposta pedagógica que leve em conta o uso das NTDIC é
fundamental para que as novas tecnologias sejam incorporadas no
espaço educativo de forma exitosa. O objetivo agora é apresentar
algumas concepções pedagógicas que possam embasar práticas
educativas que sejam consoantes com as novas possibilidades
surgidas com o advento da Web 2.0.
Novas abordagens pedagógicas
▪ Ênfase em contextos de ensino-aprendizagem democráticos e
horizontais; que privilegiem o compartilhamento e a interação entre
professores e alunos.
▪ A abordagem pedagógica que admita a utilização das NTDIC deve ser
pautada pela mudança nos papéis do professor e do aluno.
▪ O aluno deve ser visto como um sujeito ativo e construtor do
conhecimento; o que confronta os paradigmas pedagógicos tradicionais .
▪ o professor assume o papel de mediador situado entre os alunos e o
conhecimento.
▪ Organização de atividades presenciais ou online, que privilegiem a
colaboração, o compartilhamento e o trabalho coletivo.
A pedagogia sociocultural e as TDIC
► O diálogo entre as possibilidades educativas das TDIC e a pedagogia
sócio-histórica de Vigotsky, pois segundo a pedagogia sociocultural:
▪ as pessoas se desenvolvem mais quando estão inseridas em um
processo coletivo e colaborativo de aprendizagem;
▪ a valorização do contexto social dos indivíduos envolvidos nos
processos de ensino-aprendizagem;
▪ a interatividade comunicacional é condição essencial para a
aprendizagem.
▪ a importância da ação mediadora do professor nos processos de
ensino-aprendizagem.
A proposta de intervenção pedagógica a partir
do Facebook
►A intervenção prática decorreu-se entre os meses de agosto e novembro
de 2015. Ocorreu na disciplina de História e pretendia analisar se,
▪ o Facebook poderia aumentar o interesse, a participação e a interação
dos alunos nas atividades escolares;
▪ Verificar a eficácia das das redes sociais em propostas pedagógicas que
valorizem a participação dos alunos, a partilha de informação e o trabalho
colaborativo.
Aspectos organizacionais
►O Facebook foi utilizado como estratégia de ensino do Eixo Temático III,
previsto pelo Currículo Básico Comum elaborado pela SEE-MG.
▪ Os sujeitos da pesquisa;
▪ Divisão dos grupos, sorteio dos temas e agendamento do trabalho;
▪ A apresentação do trabalho (a utilização de recursos tecnológicos).
A utilização do Facebook como ferramenta educativa
▪ Utilização do Facebook para disponibilização de informações
complementares;
▪ Disponibilização de materiais de apoio para a realização do trabalho;
▪ Utilização do Facebook como espaço para esclarecimento de dúvidas;
▪ Espaço para divulgação de trabalhos.
As ferramentas mais utilizadas
▪ A publicação de vídeos e apresentações de trabalhos;
▪ A utilização da ferramenta “Notas” para a publicação de materiais
de apoio (correção de atividades e textos de apoio);
▪ A ferramenta “Mensagens” como meio de comunicação e
interação entre o professor e os alunos.
A análise da intervenção
▪ Aumentou o envolvimento dos alunos nas atividades educacionais;
▪ Estimulou o protagonismo e a criatividade dos alunos;
▪ A participação dos alunos se deu dentro de uma perspectiva
pedagógica mais colaborativa;
▪ Aumentou a interação entre professor e aluno, sobretudo em
atividades de pesquisa na internet.
▪ Potencializou o trabalho do professor, pois facilitou a
disponibilização de materiais, a organização de atividades e a
divulgação de informações.
Aspectos negativos
▪ As atividades permaneceram excessivamente centralizadas na figura
do professor;
▪ Dentro da perspectiva pedagógica deste trabalho a ação mediadora
poderia ser atribuída também aos alunos mais capazes e não
somente ao professor.
Considerações finais
▪ A análise das potencialidades pedagógicas das ferramentas do
Facebook demonstrou a viabilidade de uso dessa rede com
propósitos pedagógicos.
▪ Os recursos da Web 2.0 podem contribuir com propostas de ensino
colaborativas e interativas, em que o aluno assume a condição de
sujeito mais participativo no processo de ensino-aprendizagem.
▪ Não houve uma metodologia específica para a apuração dos
rendimentos dos alunos , mas há indícios de que houve melhora.
Os novos desafios
► É preciso ampliar as discussões pedagógicas para que as
atividades de ensino-aprendizagem utilizando as NTDIC possam
contribuir para uma ruptura mais radical com os paradigmas
pedagógicos tradicionais, caracterizados pela excessiva
centralidade na figura do professor.

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Apresentação

  • 1. Aluno: Rodrigo Luiz de Souza Camargos Orientadora: Professora Doutora Andrea Baltazar O USO DO FACEBOOK PARA FINS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO/EXPERIMENTAL
  • 2. A realidade do ensino médio no Brasil A diversidade do corpo discente → segundo dados do INEP, as matrículas no ensino médio cresceram 60% entre 1996 e 2004. A dualidade de propostas curriculares → de um lado, uma educação preparatória para o ensino superior, de outro, uma educação profissionalizante para as camadas populares. A evasão escolar → 25% dos alunos que ingressam no ensino básico abandonam a escola antes de concluir última série. É a maior taxa de evasão entre os 100 países com maior IDH.
  • 3. Motivos para a evasão escolar de jovens entre 15 e 17 anos. Fonte: Neri 2009 Motivos alagados Porcentagem Falta de oferta 10,89% Necessidade de trabalhar 27,09% Falta de interesse 40,29% Outros 21,73
  • 4. Os índices de reprovação Fonte: Censo Escolar 2014, Inep. Indicadores de rendimento referentes ao ano letivo de 2014 Etapa Reprovação Abandono Aprovação Anos Iniciais 6,2% 1,1% 92,7% Anos Finais 11,7% 3,5% 84,8% Ensino Médio 12,2% 7,6% 80,2%
  • 5. Os indicadores do Ideb Fonte: Brasil, 2013 a. Estado 2007 2009 2011 2013 Espírito Santo 3,6 3,8 3,6 3,8 Minas Gerais 3,8 3,9 3,9 3,8 Rio de Janeiro 3,2 3,3 3,7 4,0 São Paulo 3,9 3,9 4,1 4,1 Série histórica do Ideb relativa ao ensino médio para os quatro estados do sudeste
  • 6. ►Portanto tais desafios, justificam a busca por propostas pedagógicas que considerem as atuais transformações socioecômicas e o novo perfil dos alunos que frequentam o ensino médio. ► O Objetivos: - identificar e explorar as possibilidades educativas do Facebook, e, aumentar o interesse, a participação e a interação dos alunos nas atividades escolares. - verificar a eficácia das redes sociais em propostas pedagógicas que valorizem a participação mais ativa dos alunos, a partilha de informação e o trabalho colaborativo
  • 7. Potencialidades educativas da Web 2.0 e a mudança de paradigmas Os recursos das NTDIC facilitam a pesquisa e o armazenamento de informações. Além disso, abrem novas possibilidades de construção do conhecimento, na medida em que ampliam a interação entre as pessoas. Tudo isso abre um leque de possibilidades para a utilização desses novos recursos tecnológicos em processos de ensino-aprendizagem.
  • 8. A Web 2.0: a nova geração da internet A primeira geração da Internet, a Web 1.0 disponibilizou uma grande quantidade de informação, as quais todos podiam acessar. No entanto, com a Web 1.0, o usuário era um mero espectador. Já a Web 2.0, a segunda geração da Web, possibilitou a criação de uma internet mais interativa e mais democrática
  • 9. Diferenças entre Web 1.0 e 2.0 (Leite & Leão, 2009) Web 1.0 Web 2.0 ▪ O utilizador é consumidor da informação; ▪ Dificuldades de programação e aquisição de software para criação de páginas na Web; ▪ Para ter espaço na rede era necessário pagar; ▪ Poucas ferramentas e possibilidades ▪ O utilizador é consumidor e produtor da informação; ▪ Facilidade de criação e edição de páginas; ▪ Vários recursos são gratuitos; ▪ Ferramentas e possibilidades ilimitadas.
  • 10. Os recursos da Web 2.0 com aplicações educativas ▪ Fóruns de discussão → possibilita a participação de vários indivíduos que se mobilizam em torno da discussão de um determinado tema. ▪ Wikis → um Wiki é um sítio na Web que permite a escrita coletiva. A Wikipédia é a sua aplicação mais conhecida. ▪ Redes sociais → atualmente as novas tecnologias, sobretudo da Web 2.0, facilitaram a comunicação entre as pessoas e maximizaram as oportunidades de interação entre elas.
  • 11. O Facebook ▪ A abrangência → entre as novas redes sociais, o Facebook merece destaque. No Brasil são 107,7 milhões de usuários. Entre eles, muitos alunos do ensino médio ▪ As possibilidades interativas → a diversidade de recursos interativos do Facebook maximiza suas potencialidades pedagógicas.
  • 12. Vejamos algumas potencialidades pedagógicas do Facebook ▪ Permite a comunicação individual ou em grupo, em tempo real ou assíncrono; ▪ Possui facilidade para compartilhar arquivos; ▪ Possibilita a realização de atividades de escrita compartilhada.
  • 13. Fundamentação teórica O Facebook pode contribuir para a aprendizagem. Mas, elaborar uma proposta pedagógica que leve em conta o uso das NTDIC é fundamental para que as novas tecnologias sejam incorporadas no espaço educativo de forma exitosa. O objetivo agora é apresentar algumas concepções pedagógicas que possam embasar práticas educativas que sejam consoantes com as novas possibilidades surgidas com o advento da Web 2.0.
  • 14. Novas abordagens pedagógicas ▪ Ênfase em contextos de ensino-aprendizagem democráticos e horizontais; que privilegiem o compartilhamento e a interação entre professores e alunos. ▪ A abordagem pedagógica que admita a utilização das NTDIC deve ser pautada pela mudança nos papéis do professor e do aluno. ▪ O aluno deve ser visto como um sujeito ativo e construtor do conhecimento; o que confronta os paradigmas pedagógicos tradicionais .
  • 15. ▪ o professor assume o papel de mediador situado entre os alunos e o conhecimento. ▪ Organização de atividades presenciais ou online, que privilegiem a colaboração, o compartilhamento e o trabalho coletivo.
  • 16. A pedagogia sociocultural e as TDIC ► O diálogo entre as possibilidades educativas das TDIC e a pedagogia sócio-histórica de Vigotsky, pois segundo a pedagogia sociocultural: ▪ as pessoas se desenvolvem mais quando estão inseridas em um processo coletivo e colaborativo de aprendizagem; ▪ a valorização do contexto social dos indivíduos envolvidos nos processos de ensino-aprendizagem; ▪ a interatividade comunicacional é condição essencial para a aprendizagem.
  • 17. ▪ a importância da ação mediadora do professor nos processos de ensino-aprendizagem.
  • 18. A proposta de intervenção pedagógica a partir do Facebook ►A intervenção prática decorreu-se entre os meses de agosto e novembro de 2015. Ocorreu na disciplina de História e pretendia analisar se, ▪ o Facebook poderia aumentar o interesse, a participação e a interação dos alunos nas atividades escolares; ▪ Verificar a eficácia das das redes sociais em propostas pedagógicas que valorizem a participação dos alunos, a partilha de informação e o trabalho colaborativo.
  • 19. Aspectos organizacionais ►O Facebook foi utilizado como estratégia de ensino do Eixo Temático III, previsto pelo Currículo Básico Comum elaborado pela SEE-MG. ▪ Os sujeitos da pesquisa; ▪ Divisão dos grupos, sorteio dos temas e agendamento do trabalho; ▪ A apresentação do trabalho (a utilização de recursos tecnológicos).
  • 20. A utilização do Facebook como ferramenta educativa ▪ Utilização do Facebook para disponibilização de informações complementares; ▪ Disponibilização de materiais de apoio para a realização do trabalho; ▪ Utilização do Facebook como espaço para esclarecimento de dúvidas; ▪ Espaço para divulgação de trabalhos.
  • 21. As ferramentas mais utilizadas ▪ A publicação de vídeos e apresentações de trabalhos; ▪ A utilização da ferramenta “Notas” para a publicação de materiais de apoio (correção de atividades e textos de apoio); ▪ A ferramenta “Mensagens” como meio de comunicação e interação entre o professor e os alunos.
  • 22. A análise da intervenção ▪ Aumentou o envolvimento dos alunos nas atividades educacionais; ▪ Estimulou o protagonismo e a criatividade dos alunos; ▪ A participação dos alunos se deu dentro de uma perspectiva pedagógica mais colaborativa; ▪ Aumentou a interação entre professor e aluno, sobretudo em atividades de pesquisa na internet.
  • 23. ▪ Potencializou o trabalho do professor, pois facilitou a disponibilização de materiais, a organização de atividades e a divulgação de informações.
  • 24. Aspectos negativos ▪ As atividades permaneceram excessivamente centralizadas na figura do professor; ▪ Dentro da perspectiva pedagógica deste trabalho a ação mediadora poderia ser atribuída também aos alunos mais capazes e não somente ao professor.
  • 25. Considerações finais ▪ A análise das potencialidades pedagógicas das ferramentas do Facebook demonstrou a viabilidade de uso dessa rede com propósitos pedagógicos. ▪ Os recursos da Web 2.0 podem contribuir com propostas de ensino colaborativas e interativas, em que o aluno assume a condição de sujeito mais participativo no processo de ensino-aprendizagem. ▪ Não houve uma metodologia específica para a apuração dos rendimentos dos alunos , mas há indícios de que houve melhora.
  • 26. Os novos desafios ► É preciso ampliar as discussões pedagógicas para que as atividades de ensino-aprendizagem utilizando as NTDIC possam contribuir para uma ruptura mais radical com os paradigmas pedagógicos tradicionais, caracterizados pela excessiva centralidade na figura do professor.