O absolutismo monárquico caracteriza-se pela centralização do poder nas mãos do rei, resultado da aliança entre a monarquia e a burguesia na Idade Média, visando a expansão comercial e a redução do poder da nobreza. Pensadores como Maquiavel, Hobbes e Bodin justificaram a legitimidade do poder absoluto, que se refletiu na organização do Estado em diferentes países europeus, incluindo Portugal, Espanha e França. No entanto, esse modelo levou a crises financeiras e sociais, culminando na Revolução Francesa.