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Absolutismo e Mercantilismo
Absolutismo monarquico
• Entende-se por Absolutismo, o processo de centralização política nas
mãos do rei.
Politica
Fatores do Absolutismo:
1. Aliança Rei e Burguesia
2. Reformas religiosas
3. Elementos culturais
Mecanismos do Absolutismo
a) Criação de um exercito nacional
b) Controle do lesgislativo
c) Controle sobre a justiça
d) Controle sobre as finanças
e) Burocracia estatal
Absolutismo na Peninsula Ibérica
• Portugal
-Primeiro país a organizar o Estado Moderno. Centralização política
precoce em virtude da Guerra de Reconquista dos cristãos contra
muçulmanos.
A centralização do Estado Português ocorreu em 1385, com a
Revolução de Avis, onde o Mestre da Ordem de Avis ( D. João ), com o
apoio da burguesia mercantil consolidou o centralismo político.
• Espanha
- O processo de centralização na Espanha também está relacionado
com a Guerra de Reconquista e foi fruto de uma aliança entre o Reino
de Castela e o Reino de Aragão, em 1469 e consolidado em 1492 -
com a expulsão definitiva dos mouros da península.
• França: A consolidação do absolutismo francês está relacionado com a Guerra do Cem Anos:
enfraquecimento da nobreza feudal e fortalecimento do poder real. A principal dinastia do
absolutismo francês foi a dos Bourbons:
• Henrique IV ( 1593/1610 ) precisou abandonar o protestantismo para ocupar o trono real.
Responsável pelo Édito de Nantes (1598 ) que concedeu liberdade religiosa aos protestantes.
Luís XIII ( 1610/1643 ) Em seu reinado, destaque para a atuação de seu primeiro-ministro o
cardeal Richelieu.
• A política de Richelieu visava dois grandes objetivos: a consolidação do absolutismo monárquico
na França e estabelecer, no plano externo, a supremacia francesa na Europa. Para conseguir este
último objetivo, Richelieu envolveu a França na guerra dos Trinta Anos (1618/1648), contra a os
Habsburgos austríacos e espanhóis.
• Luís XIV ( 1643/1715 ) -O exemplo máximo do absolutismo francês, denominado o "rei-sol".
Organizou a administração do reino para melhor controle de todos os assuntos. Governava
através de decretos e submeteu a nobreza feudal e a burguesia mercantil.
Levou ao extremo a idéia do absolutismo de direito divino.
• Um dos principais nomes de seu governo foi o ministro Colbert, responsável pelas finanças e dos
assuntos econômicos.
• A partir de seu reinado a França inicia uma crise financeira, em razão das sucessivas guerras
empreendidas por Luís XIV. A crise será acentuada com o Édito de Fontainebleau, decreto real
que revogou o Édito de Nantes. Com isto, muitos protestantes abandonam a França, contribuindo
para uma diminuição na arrecadação de impostos.
• A crise do absolutismo prossegue no reinado de Luís XV e atingirá
o a ápice com Luís XVI e o processo da Revolução Francesa.
• Inglaterra
O apogeu do absolutismo inglês deu-se com a Dinastia Tudor, família que
ocupa o poder após a Guerra das Duas Rosas:
• Henrique VIII ( 1509/1547 ) - Empreendeu a Reforma Anglicana, após o Ato
de Supremacia ( 1534 ). Com a reforma, o Estado controla as propriedades
eclesiásticas impulsionando a expansão comercial inglesa.
• Elizabeth I ( 1558/1603 ) -Implantou definitivamente o anglicanismo,
mediante uma violenta perseguição aos católicos e aos protestantes.
• Iniciou uma política naval e colonial - caracterizada pela destruição da
Invencível Armada espanhola e a fundação da primeira colônia inglesa na
América do Norte - Virgínia ( 1584 ).
Em seu reinado a Inglaterra realiza uma grande expansão comercial, com a
formação de Companhias de Comércio e fortalecendo a burguesia.
Com a morte de Elizabeth I ( 1603 ), inicia-se uma nova dinastia Stuart -
marcada pela crise do absolutismo inglês.
Teóricos do Absolutismo
• Nicolau Maquiavel ( 1469/1525 ) - Responsável pela secularização da política, ou seja, ele
supera a relação entre ética cristã e política. Esta superação fica clara na tese de sua
principal obra, O Príncipe segundo a qual "os fins justificam os meios".
Maquiavel subordina o indivíduo ao Estado, tornando-se assim no primeiro defensor do
absolutismo.
• Thomas Hobbes ( 1588/1679 ) -Seu pensamento está centrado em explicar as origens do
Estado. De acordo com Hobbes, o homem em seu estado de natureza é egoísta. Este
egoísmo gera prejuízos para todos.
Procurando a sociabilidade, os homem estabelece um pacto: abdica de seus direitos em
favor do soberano, que passa a Ter o poder absoluto. Assim, o estado surge de um
contrato.
A idéia de contrato denota características burguesas, demonstrando uma visão
individualista do homem ( o indivíduo pré-existe ao Estado ) e o pacto busca garantir e
manter os interesses dos indivíduos.
A obra principal de Hobbes é "Leviatã".
• Jacques Bossuet ( 1627/1704 ) e Jean Bodin ( 1530/1596 )
Defensores da idéia de que a autoridade real era concedia por Deus. Desenvolvimento da
doutrina do absolutismo de direito divino - o rei seria um representante de Deus e os
súditos lhe devem total obediência.
Mercantilismo
Mercantilismo:
• A acumulação de capitais dá-se pela atividade comercial, daí o
mercantilismo apresentar uma série de práticas para o
desenvolvimento das práticas comerciais.
• OBJETIVOS: A intervenção do estado nos assuntos econômicos visava
o fortalecimento do Estado e o Enriquecimento da burguesia.
Praticas Mercantilistas
• Intervencionismo estatal: forte intervenção do Estado na economia, com o
intuito de desenvolver a produção agrícola, comercial e industrial. O Estado
passa a adotar medidas de caráter protecionista estimular a exportação e
inibir a importação, impondo pesadas tarifas alfandegárias.
• Monopólios: elemento essencial do protecionismo econômico. O Estado
garante o exclusivismo comercial sobre um determinado produto e/ou uma
determinada área.
1. Metalismo/Bulionismo
2. Comercialismo
3. Plantation
4. Industrialismo
5. escravismo
Tipos de Mercantilismo
• PORTUGAL - Mercantilismo agrário, o acúmulo de capitais virá da atividade
agrícola na colônia ( Brasil ).
• ESPANHA: Metalismo, em razão da grande quantidade de ouro e prata da
América. O grande afluxo de metais trouxe uma alta dos preços das mercadorias
e desencadeou uma enorme inflação. Este processo é conhecido como revolução
dos preços.
• FRANÇA: Produção de artigos de luxo para a exportação. Também conhecido
como colbertismo, por causa do ministro Jean Colbert.
• INGLATERRA: Num primeiro momento, a Inglaterra consegue acúmulo de capitais
através do comércio, principalmente após o Ato de Navegação de 1651. O grande
desenvolvimento comercial vai impulsionar a indústria. Esta última se tornará na
atividade principal para a Inglaterra conseguir o acúmulo de capitais.
• HOLANDA: desenvolve o mercantilismo misto, ou seja, comercial e industrial.
Mercantilismo e Formação do Sistema Colonial
• A principal dificuldade do mercantilismo residia na necessidade que
todos os países tinham de manter uma balança comercial favorável,
ou seja, todos queriam exportar, porém nenhum gostava de importar.
Para solucionar este problema e que será montado o Sistema
Colonial. As áreas coloniais, mediante o denominado pacto colonial,
auxiliava a Europa no processo de acumulação de capitais ao vender -
a preços muito baixos - matéria-prima e comprar - a preços elevados,
os produtos manufaturados.
Igreja
• Alto clero (bispos, abades e cônicos)
• Baixo clero (sacerdotes pobres)
• Declinio do poder exercido pela igreja, devido a reforma protestante
Nobreza
• Nobreza cortesã (moradores do Palácio de Versalhes)
• Nobreza provincial (grupo empobrecido que vivia no interior)
• Nobreza de Toga (burgueses ricos que compravam títulos de nobreza
e cargos políticos e administrativos)
1. Não pagam impostos
2. Trabalham em cargos públicos
3. São sustentados pelo Rei
4. Diversos privilégios
Povo
• Camponeses
• Grande burguesia (banqueiros, grandes empresários e comerciantes)
• Média burguesia (profissionais liberais)
• Pequena burguesia (artesãos e comerciantes)
• Sans-culottes (aprendizes de ofícios, assalariados, desempregados).
Tinham este nome porque não usavam os calções curtos com meias
típicos da nobreza.
Títulos de Nobreza
• DUQUE – É o mais elevado título de nobreza nas principais monarquias ocidentais,
abaixo apenas de príncipe – normalmente o filho da família reinante – e tem origem no
Império Romano, cujos comandantes militares recebiam o nome de dux, palavra latina
que significa aquele que conduz, o que vai à frente, o pastor. O primeiro duque de que se
tem notícia foi o de Castellanos, no século 12. Entre os povos antigos, o duque era
merecedor de honrarias como se fosse parente do rei. Na Rússia havia o título de grão-
duque, entre o duque e o czar, e na Áustria a mesma distinção foi instituída com o título
de arquiduque. O assassinato de um deles, Francisco Ferdinando, numa rua de Sarajevo
em 28 de junho 1914, fez eclodir a Primeira Guerra Mundial.
• MARQUÊS – Na hierarquia da nobreza, é inferior somente ao duque. Seu nome vem do
provençal, dialeto medieval falado no sul da França. Ali se chamava originalmente de
marques o intendente de fronteira – também chamado de “governador de marca”.
Marcas eram distritos localizados em zonas de proteção nas regiões fronteiriças ou não-
pacificadas. Aí, o marquês tinha amplos poderes e respondia pela administração civil e
pela defesa militar. Ou seja, era o senhor de terras fronteiriças.
• CONDE – Na Roma Antiga, o vocábulo latino comes, comitis, aquele que
acompanha – que deu origem à palavra “comitiva” – se referia à aqueles
que viviam na órbita direta do imperador, seus assessores e oficiais
palacianos. Compunham o conselho particular do monarca e o
acompanhavam em viagens e negócios, quando exerciam função adjunta e
poderes delegados pelo soberano. O valete, conhecido nas cartas do
baralho, é o mesmo que conde. Na irreverente linguagem tupiniquim, seria
o nosso conhecido aspone –, só que festejado como nobre, já pensou?
• VISCONDE – O mesmo que vice-conde, do latim vice comitis, ou seja, o
substituto do conde, designado para desempenhar suas funções quando
ele estivesse impedido ou ausente – na realidade, o funcionário que
substituía o conde na administração do condado. A partir do século 10, o
título passou a ser outorgado também aos filhos dos condes.
• BARÃO – Título imediatamente inferior ao de visconde, o berço dessa
palavra se encontra no germânico baro, que, originalmente significava
homem livre, embora os oficiais assim chamados fossem dependentes
diretos do rei. O título era concedido a pessoas de destaque na
comunidade pelo seu bem-sucedido desempenho profissional. No Império
Romano, era um cargo administrativo cujo ocupante se incumbia da
fiscalização dos prefeitos que atuavam nas redondezas da capital romana.
O título foi criado pelo imperador Adriano para premiar soldados e
administradores que se destacavam em suas atribuições, mas que não
tinham direito a assento na alta nobreza de Roma. No Brasil, ficaram
famosos os barões do café, elite rural que comandou a vida de São Paulo –
e do próprio país – por décadas. O barão era popularmente conhecido no
Brasil ao identificar a cédula de mil cruzeiros, que exibia a efígie do barão
do Rio Branco, patrono da diplomacia nacional.
Artes
Barroco
As Meninas de Diego Velásquez (1656)
Barroco Europeu
• As obras dos artistas barrocos europeus valorizam as cores, as sombras e a luz, e
representam os contrates. As imagens não são tão centralizadas quanto as
renascentistas e aparecem de forma dinâmica, valorizando o movimento. Os
temas principais são: mitologia, passagens da Bíblia e a história da humanidade.
As cenas retratadas costumam ser sobre a vida da nobreza, o cotidiano da
burguesia, naturezas-mortas entre outros. Muitos artistas barrocos dedicaram-se
a decorar igrejas com esculturas e pinturas, utilizando a técnica da perspectiva.
• As esculturas barrocas mostram faces humanas marcadas pelas emoções,
principalmente o sofrimento. Os traços se contorcem, demonstrando um
movimento exagerado. Predominam nas esculturas as curvas, os relevos e a
utilização da cor dourada.
• O pintor renascentista italiano Tintoretto é considerado um dos precursores do
Barroco na Europa, pois muitas de suas obras apresentam, de forma antecipada,
importantes características barrocas.
• Podemos citar como principais artistas do barroco: o espanhol Velásquez, o
italiano Caravaggio, os belgas Van Dyck e Frans Hals, os holandeses Rembrandt e
Vermeer e o flamengo Rubens.
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Absolutismo e mercantilismo

  • 2. Absolutismo monarquico • Entende-se por Absolutismo, o processo de centralização política nas mãos do rei.
  • 3. Politica Fatores do Absolutismo: 1. Aliança Rei e Burguesia 2. Reformas religiosas 3. Elementos culturais
  • 4. Mecanismos do Absolutismo a) Criação de um exercito nacional b) Controle do lesgislativo c) Controle sobre a justiça d) Controle sobre as finanças e) Burocracia estatal
  • 5. Absolutismo na Peninsula Ibérica • Portugal -Primeiro país a organizar o Estado Moderno. Centralização política precoce em virtude da Guerra de Reconquista dos cristãos contra muçulmanos. A centralização do Estado Português ocorreu em 1385, com a Revolução de Avis, onde o Mestre da Ordem de Avis ( D. João ), com o apoio da burguesia mercantil consolidou o centralismo político. • Espanha - O processo de centralização na Espanha também está relacionado com a Guerra de Reconquista e foi fruto de uma aliança entre o Reino de Castela e o Reino de Aragão, em 1469 e consolidado em 1492 - com a expulsão definitiva dos mouros da península.
  • 6. • França: A consolidação do absolutismo francês está relacionado com a Guerra do Cem Anos: enfraquecimento da nobreza feudal e fortalecimento do poder real. A principal dinastia do absolutismo francês foi a dos Bourbons: • Henrique IV ( 1593/1610 ) precisou abandonar o protestantismo para ocupar o trono real. Responsável pelo Édito de Nantes (1598 ) que concedeu liberdade religiosa aos protestantes. Luís XIII ( 1610/1643 ) Em seu reinado, destaque para a atuação de seu primeiro-ministro o cardeal Richelieu. • A política de Richelieu visava dois grandes objetivos: a consolidação do absolutismo monárquico na França e estabelecer, no plano externo, a supremacia francesa na Europa. Para conseguir este último objetivo, Richelieu envolveu a França na guerra dos Trinta Anos (1618/1648), contra a os Habsburgos austríacos e espanhóis. • Luís XIV ( 1643/1715 ) -O exemplo máximo do absolutismo francês, denominado o "rei-sol". Organizou a administração do reino para melhor controle de todos os assuntos. Governava através de decretos e submeteu a nobreza feudal e a burguesia mercantil. Levou ao extremo a idéia do absolutismo de direito divino. • Um dos principais nomes de seu governo foi o ministro Colbert, responsável pelas finanças e dos assuntos econômicos. • A partir de seu reinado a França inicia uma crise financeira, em razão das sucessivas guerras empreendidas por Luís XIV. A crise será acentuada com o Édito de Fontainebleau, decreto real que revogou o Édito de Nantes. Com isto, muitos protestantes abandonam a França, contribuindo para uma diminuição na arrecadação de impostos. • A crise do absolutismo prossegue no reinado de Luís XV e atingirá o a ápice com Luís XVI e o processo da Revolução Francesa.
  • 7. • Inglaterra O apogeu do absolutismo inglês deu-se com a Dinastia Tudor, família que ocupa o poder após a Guerra das Duas Rosas: • Henrique VIII ( 1509/1547 ) - Empreendeu a Reforma Anglicana, após o Ato de Supremacia ( 1534 ). Com a reforma, o Estado controla as propriedades eclesiásticas impulsionando a expansão comercial inglesa. • Elizabeth I ( 1558/1603 ) -Implantou definitivamente o anglicanismo, mediante uma violenta perseguição aos católicos e aos protestantes. • Iniciou uma política naval e colonial - caracterizada pela destruição da Invencível Armada espanhola e a fundação da primeira colônia inglesa na América do Norte - Virgínia ( 1584 ). Em seu reinado a Inglaterra realiza uma grande expansão comercial, com a formação de Companhias de Comércio e fortalecendo a burguesia. Com a morte de Elizabeth I ( 1603 ), inicia-se uma nova dinastia Stuart - marcada pela crise do absolutismo inglês.
  • 8. Teóricos do Absolutismo • Nicolau Maquiavel ( 1469/1525 ) - Responsável pela secularização da política, ou seja, ele supera a relação entre ética cristã e política. Esta superação fica clara na tese de sua principal obra, O Príncipe segundo a qual "os fins justificam os meios". Maquiavel subordina o indivíduo ao Estado, tornando-se assim no primeiro defensor do absolutismo. • Thomas Hobbes ( 1588/1679 ) -Seu pensamento está centrado em explicar as origens do Estado. De acordo com Hobbes, o homem em seu estado de natureza é egoísta. Este egoísmo gera prejuízos para todos. Procurando a sociabilidade, os homem estabelece um pacto: abdica de seus direitos em favor do soberano, que passa a Ter o poder absoluto. Assim, o estado surge de um contrato. A idéia de contrato denota características burguesas, demonstrando uma visão individualista do homem ( o indivíduo pré-existe ao Estado ) e o pacto busca garantir e manter os interesses dos indivíduos. A obra principal de Hobbes é "Leviatã". • Jacques Bossuet ( 1627/1704 ) e Jean Bodin ( 1530/1596 ) Defensores da idéia de que a autoridade real era concedia por Deus. Desenvolvimento da doutrina do absolutismo de direito divino - o rei seria um representante de Deus e os súditos lhe devem total obediência.
  • 10. Mercantilismo: • A acumulação de capitais dá-se pela atividade comercial, daí o mercantilismo apresentar uma série de práticas para o desenvolvimento das práticas comerciais. • OBJETIVOS: A intervenção do estado nos assuntos econômicos visava o fortalecimento do Estado e o Enriquecimento da burguesia.
  • 11. Praticas Mercantilistas • Intervencionismo estatal: forte intervenção do Estado na economia, com o intuito de desenvolver a produção agrícola, comercial e industrial. O Estado passa a adotar medidas de caráter protecionista estimular a exportação e inibir a importação, impondo pesadas tarifas alfandegárias. • Monopólios: elemento essencial do protecionismo econômico. O Estado garante o exclusivismo comercial sobre um determinado produto e/ou uma determinada área. 1. Metalismo/Bulionismo 2. Comercialismo 3. Plantation 4. Industrialismo 5. escravismo
  • 12. Tipos de Mercantilismo • PORTUGAL - Mercantilismo agrário, o acúmulo de capitais virá da atividade agrícola na colônia ( Brasil ). • ESPANHA: Metalismo, em razão da grande quantidade de ouro e prata da América. O grande afluxo de metais trouxe uma alta dos preços das mercadorias e desencadeou uma enorme inflação. Este processo é conhecido como revolução dos preços. • FRANÇA: Produção de artigos de luxo para a exportação. Também conhecido como colbertismo, por causa do ministro Jean Colbert. • INGLATERRA: Num primeiro momento, a Inglaterra consegue acúmulo de capitais através do comércio, principalmente após o Ato de Navegação de 1651. O grande desenvolvimento comercial vai impulsionar a indústria. Esta última se tornará na atividade principal para a Inglaterra conseguir o acúmulo de capitais. • HOLANDA: desenvolve o mercantilismo misto, ou seja, comercial e industrial.
  • 13. Mercantilismo e Formação do Sistema Colonial • A principal dificuldade do mercantilismo residia na necessidade que todos os países tinham de manter uma balança comercial favorável, ou seja, todos queriam exportar, porém nenhum gostava de importar. Para solucionar este problema e que será montado o Sistema Colonial. As áreas coloniais, mediante o denominado pacto colonial, auxiliava a Europa no processo de acumulação de capitais ao vender - a preços muito baixos - matéria-prima e comprar - a preços elevados, os produtos manufaturados.
  • 15. • Alto clero (bispos, abades e cônicos) • Baixo clero (sacerdotes pobres) • Declinio do poder exercido pela igreja, devido a reforma protestante
  • 17. • Nobreza cortesã (moradores do Palácio de Versalhes) • Nobreza provincial (grupo empobrecido que vivia no interior) • Nobreza de Toga (burgueses ricos que compravam títulos de nobreza e cargos políticos e administrativos) 1. Não pagam impostos 2. Trabalham em cargos públicos 3. São sustentados pelo Rei 4. Diversos privilégios
  • 18. Povo
  • 19. • Camponeses • Grande burguesia (banqueiros, grandes empresários e comerciantes) • Média burguesia (profissionais liberais) • Pequena burguesia (artesãos e comerciantes) • Sans-culottes (aprendizes de ofícios, assalariados, desempregados). Tinham este nome porque não usavam os calções curtos com meias típicos da nobreza.
  • 20. Títulos de Nobreza • DUQUE – É o mais elevado título de nobreza nas principais monarquias ocidentais, abaixo apenas de príncipe – normalmente o filho da família reinante – e tem origem no Império Romano, cujos comandantes militares recebiam o nome de dux, palavra latina que significa aquele que conduz, o que vai à frente, o pastor. O primeiro duque de que se tem notícia foi o de Castellanos, no século 12. Entre os povos antigos, o duque era merecedor de honrarias como se fosse parente do rei. Na Rússia havia o título de grão- duque, entre o duque e o czar, e na Áustria a mesma distinção foi instituída com o título de arquiduque. O assassinato de um deles, Francisco Ferdinando, numa rua de Sarajevo em 28 de junho 1914, fez eclodir a Primeira Guerra Mundial. • MARQUÊS – Na hierarquia da nobreza, é inferior somente ao duque. Seu nome vem do provençal, dialeto medieval falado no sul da França. Ali se chamava originalmente de marques o intendente de fronteira – também chamado de “governador de marca”. Marcas eram distritos localizados em zonas de proteção nas regiões fronteiriças ou não- pacificadas. Aí, o marquês tinha amplos poderes e respondia pela administração civil e pela defesa militar. Ou seja, era o senhor de terras fronteiriças.
  • 21. • CONDE – Na Roma Antiga, o vocábulo latino comes, comitis, aquele que acompanha – que deu origem à palavra “comitiva” – se referia à aqueles que viviam na órbita direta do imperador, seus assessores e oficiais palacianos. Compunham o conselho particular do monarca e o acompanhavam em viagens e negócios, quando exerciam função adjunta e poderes delegados pelo soberano. O valete, conhecido nas cartas do baralho, é o mesmo que conde. Na irreverente linguagem tupiniquim, seria o nosso conhecido aspone –, só que festejado como nobre, já pensou? • VISCONDE – O mesmo que vice-conde, do latim vice comitis, ou seja, o substituto do conde, designado para desempenhar suas funções quando ele estivesse impedido ou ausente – na realidade, o funcionário que substituía o conde na administração do condado. A partir do século 10, o título passou a ser outorgado também aos filhos dos condes.
  • 22. • BARÃO – Título imediatamente inferior ao de visconde, o berço dessa palavra se encontra no germânico baro, que, originalmente significava homem livre, embora os oficiais assim chamados fossem dependentes diretos do rei. O título era concedido a pessoas de destaque na comunidade pelo seu bem-sucedido desempenho profissional. No Império Romano, era um cargo administrativo cujo ocupante se incumbia da fiscalização dos prefeitos que atuavam nas redondezas da capital romana. O título foi criado pelo imperador Adriano para premiar soldados e administradores que se destacavam em suas atribuições, mas que não tinham direito a assento na alta nobreza de Roma. No Brasil, ficaram famosos os barões do café, elite rural que comandou a vida de São Paulo – e do próprio país – por décadas. O barão era popularmente conhecido no Brasil ao identificar a cédula de mil cruzeiros, que exibia a efígie do barão do Rio Branco, patrono da diplomacia nacional.
  • 23. Artes Barroco As Meninas de Diego Velásquez (1656)
  • 24. Barroco Europeu • As obras dos artistas barrocos europeus valorizam as cores, as sombras e a luz, e representam os contrates. As imagens não são tão centralizadas quanto as renascentistas e aparecem de forma dinâmica, valorizando o movimento. Os temas principais são: mitologia, passagens da Bíblia e a história da humanidade. As cenas retratadas costumam ser sobre a vida da nobreza, o cotidiano da burguesia, naturezas-mortas entre outros. Muitos artistas barrocos dedicaram-se a decorar igrejas com esculturas e pinturas, utilizando a técnica da perspectiva. • As esculturas barrocas mostram faces humanas marcadas pelas emoções, principalmente o sofrimento. Os traços se contorcem, demonstrando um movimento exagerado. Predominam nas esculturas as curvas, os relevos e a utilização da cor dourada. • O pintor renascentista italiano Tintoretto é considerado um dos precursores do Barroco na Europa, pois muitas de suas obras apresentam, de forma antecipada, importantes características barrocas. • Podemos citar como principais artistas do barroco: o espanhol Velásquez, o italiano Caravaggio, os belgas Van Dyck e Frans Hals, os holandeses Rembrandt e Vermeer e o flamengo Rubens.