TRANSIÇÃO DO FEUDALISMO PARA
O CAPITALISMO
CRISE DO FEUDALISMO
TRANSIÇÃO PARA O CAPITALISMO
Por volta do séc. XIII, o sistema feudal
apresentava os primeiros sinais de enfraquecimento.
•crescimento demográfico
•avanço das técnicas agrícolas
•. crise da agricultura do século XIV: iniciou-se um
período de falta de alimentos, e a subnutrição
crônica
CRISE DO FEUDALISMO
TRANSIÇÃO PARA O CAPITALISMO
•Revoltas camponesas
• A Peste Negra
Renascimento do Comércio
• Cruzadas
•epidemias
Pasleurella pestis
A Peste Negra
O RENASCIMENTO DO COMÉRCIO
O comércio ressurge no
fim da Idade Média em
torno dos burgos
(fortificações
medievais), através das
feiras. Desta forma, os
antigos burgos vão se
transformando em
cidades.
Idade Moderna
 Este período histórico
teve início em 1453,
quando os turcos
otomanos tomaram a
cidade de
Constantinopla e
provocaram a queda do
Império Romano do
Oriente.
A Economia de Transição
Época do Feudalismo
 baseada na terra e,
portanto, na
agricultura de
subsistência e na
troca dos objetos que
necessitassem,
Início dos tempos
Modernos
 passou a depender das
mercadorias trazidas
do Oriente, Jerusalém,
de Constantinopla, de
Calicute, de Bagdá,
da China e da África.
 Desenvolvimento do
Capitalismo Comercial
A FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS
NACIONAIS
A crise do feudalismo concorreu para a formação
das Monarquias Nacionais e o fortalecimento da
autoridade do rei.
A FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS
NACIONAIS
Os seguintes fatores facilitaram a organização
das Monarquias Nacionais:
•o desaparecimento gradual da servidão
•as revoltas camponesas contra a exploração feudal
•o desenvolvimento do comércio e das cidades
•a produção agrícola voltada para o mercado
• o enfraquecimento da nobreza feudal
O Estado Moderno se estruturou em
oposição as forças políticas da Idade Média:
o regionalismo político dos feudos, onde
quem mandava era o senhor feudal e o
universalismo da Igreja Católica que
impunha a autoridade do papa sobre todos
os lugares.
No lugar da autoridade do senhor surge
o conceito de soberania, ou seja o soberano
(rei) tinha o direito de fazer valer a sua
autoridade sobre os súditos.
soberania
Burocracia
administrativa
(funcionários)
Força militar
(exército)
Leis e
justiça
unificadas
Sistema
tributário
(impostos)
Idioma
nacional
CARACTERÍSTICAS DO ESTADO MODERNO
• Foram possíveis graças a poderosa aliança
REI + BURGUESIA
pela imposição do Absolutismo
Monárquico
• Concentração de poderes nas
mãos dos reis.
1. Maquiavel
“Os fins justificam os meios.”
2. Jean Bodin
“ O direito divino dos reis”
3. Thomas Hobbes
“homo lupos homo”
4. Jacques Bossuet
“Um rei, uma fé, uma lei”
• Nicolau Maquiavel (1469-1527) – em Florença
(Itália) pregou a construção de um estado
forte, independente da Igreja e dirigido por
um soberano absoluto. Segundo ele os fins
justificam os meios. Obra: O Príncipe
•
• Poder – Família Médicis.
• Principal obra – O Príncipe.
• · Para Maquiavel, o Príncipe deve ser temido,
deve estabelecer o terror; deve agir como um
animal – da raposa, a astúcia, e do leão, a
força. Se não possui qualidades deve fingir
tê-las; deve procurar se cercar de bons
conselheiros, que o aconselhem quando
solicitado e de forma que as suas idéias
pareçam vir do Príncipe;
• Jean Bodin(1530 – 1596) – filósofo francês
que defendeu a tese do direito divino dos
reis. A autoridade e o poder do rei vem de
Deus. Obra: A República
•
• Poder – Luís XIV.
• Principal obra – Os seis livros sobre a
República
O Monarca é a maior figura sobre a Terra.
Depois dele só Deus.
• O Monarca está absolvido do poder das leis e
também das suas próprias leis;
• Para ele o rei tem poderes divinos que lhe foi
dado por Deus.
Poder: Oliver Cromwell.
Principal obra: O Leviatã.
Principais características de sua obra:
· “Homo lupus homo” - O Homem é o lobo
do homem
• Thomas Hobbes (1588-1679) – filósofo inglês
que escreveu o Leviatã comparando o estado
a um monstro todo-poderoso, criado para
acabar com a anarquia da sociedade primitiva.
• Propôs a teoria do Contrato Social, ou seja,
eliminar toda a desordem, dando segurança a
todos e entregando o poder a um rei absoluto
• Jacques Bossuet ( 1627-1704) bispo francês que
acreditava que o rei era uma pessoa predestinada
por Deus para governar a sociedade. “ Um rei,
uma fé , uma lei.”
• Principal obra: Política tirada da Sagrada Escritura
• Principais características de sua obra:
• - O poder do rei era absoluto porque vinha de
Deus. Logo, o rei só deve satisfação de seus atos
para o Criador.
1. Portugal
2. Espanha
3. França
4. Inglaterra
1. Portugal
2. Espanha
3. França
4. Inglaterra
• surge como estado
independente em 1139. D.
Afonso Henriques é o
iniciador da Dinastia de
Borgonha. Com a
Revolução de Avis (1383)
a burguesia portuguesa
saiu vitoriosa sobre a
antiga sociedade feudal.
Portugal se torna o
primeiro estado
absolutista e mercantilista.
•
D.João, Mestre de Avis
• o estado nacional se
concretiza através do
casamento dos reis
Fernando (Aragão) e Isabel
(Castela) em 1469. Os
mouros (árabes) são
expulsos e a Espanha se
lança às Grandes
Navegações
França
a centralização política inicia coma Dinastia
dos Capetos (séc.XIII) e tem seu auge com
Luís XIV (1661-1715), o Rei-Sol ; “o
Estado sou Eu.”
• o absolutismo tem início com Henrique VII
(1485-1509) e seu auge com Henrique VIII e
Elisabeth I.

Inicio da moderna

  • 1.
    TRANSIÇÃO DO FEUDALISMOPARA O CAPITALISMO
  • 2.
    CRISE DO FEUDALISMO TRANSIÇÃOPARA O CAPITALISMO Por volta do séc. XIII, o sistema feudal apresentava os primeiros sinais de enfraquecimento. •crescimento demográfico •avanço das técnicas agrícolas •. crise da agricultura do século XIV: iniciou-se um período de falta de alimentos, e a subnutrição crônica
  • 3.
    CRISE DO FEUDALISMO TRANSIÇÃOPARA O CAPITALISMO •Revoltas camponesas • A Peste Negra Renascimento do Comércio • Cruzadas
  • 4.
  • 5.
    O RENASCIMENTO DOCOMÉRCIO O comércio ressurge no fim da Idade Média em torno dos burgos (fortificações medievais), através das feiras. Desta forma, os antigos burgos vão se transformando em cidades.
  • 6.
    Idade Moderna  Esteperíodo histórico teve início em 1453, quando os turcos otomanos tomaram a cidade de Constantinopla e provocaram a queda do Império Romano do Oriente.
  • 7.
    A Economia deTransição Época do Feudalismo  baseada na terra e, portanto, na agricultura de subsistência e na troca dos objetos que necessitassem, Início dos tempos Modernos  passou a depender das mercadorias trazidas do Oriente, Jerusalém, de Constantinopla, de Calicute, de Bagdá, da China e da África.  Desenvolvimento do Capitalismo Comercial
  • 8.
    A FORMAÇÃO DASMONARQUIAS NACIONAIS A crise do feudalismo concorreu para a formação das Monarquias Nacionais e o fortalecimento da autoridade do rei.
  • 9.
    A FORMAÇÃO DASMONARQUIAS NACIONAIS Os seguintes fatores facilitaram a organização das Monarquias Nacionais: •o desaparecimento gradual da servidão •as revoltas camponesas contra a exploração feudal •o desenvolvimento do comércio e das cidades •a produção agrícola voltada para o mercado • o enfraquecimento da nobreza feudal
  • 10.
    O Estado Modernose estruturou em oposição as forças políticas da Idade Média: o regionalismo político dos feudos, onde quem mandava era o senhor feudal e o universalismo da Igreja Católica que impunha a autoridade do papa sobre todos os lugares. No lugar da autoridade do senhor surge o conceito de soberania, ou seja o soberano (rei) tinha o direito de fazer valer a sua autoridade sobre os súditos.
  • 11.
  • 12.
    • Foram possíveisgraças a poderosa aliança REI + BURGUESIA pela imposição do Absolutismo Monárquico
  • 14.
    • Concentração depoderes nas mãos dos reis.
  • 15.
    1. Maquiavel “Os finsjustificam os meios.” 2. Jean Bodin “ O direito divino dos reis” 3. Thomas Hobbes “homo lupos homo” 4. Jacques Bossuet “Um rei, uma fé, uma lei”
  • 16.
    • Nicolau Maquiavel(1469-1527) – em Florença (Itália) pregou a construção de um estado forte, independente da Igreja e dirigido por um soberano absoluto. Segundo ele os fins justificam os meios. Obra: O Príncipe • • Poder – Família Médicis. • Principal obra – O Príncipe.
  • 17.
    • · ParaMaquiavel, o Príncipe deve ser temido, deve estabelecer o terror; deve agir como um animal – da raposa, a astúcia, e do leão, a força. Se não possui qualidades deve fingir tê-las; deve procurar se cercar de bons conselheiros, que o aconselhem quando solicitado e de forma que as suas idéias pareçam vir do Príncipe;
  • 18.
    • Jean Bodin(1530– 1596) – filósofo francês que defendeu a tese do direito divino dos reis. A autoridade e o poder do rei vem de Deus. Obra: A República • • Poder – Luís XIV. • Principal obra – Os seis livros sobre a República
  • 19.
    O Monarca éa maior figura sobre a Terra. Depois dele só Deus. • O Monarca está absolvido do poder das leis e também das suas próprias leis; • Para ele o rei tem poderes divinos que lhe foi dado por Deus.
  • 20.
    Poder: Oliver Cromwell. Principalobra: O Leviatã. Principais características de sua obra: · “Homo lupus homo” - O Homem é o lobo do homem
  • 21.
    • Thomas Hobbes(1588-1679) – filósofo inglês que escreveu o Leviatã comparando o estado a um monstro todo-poderoso, criado para acabar com a anarquia da sociedade primitiva. • Propôs a teoria do Contrato Social, ou seja, eliminar toda a desordem, dando segurança a todos e entregando o poder a um rei absoluto
  • 22.
    • Jacques Bossuet( 1627-1704) bispo francês que acreditava que o rei era uma pessoa predestinada por Deus para governar a sociedade. “ Um rei, uma fé , uma lei.” • Principal obra: Política tirada da Sagrada Escritura • Principais características de sua obra: • - O poder do rei era absoluto porque vinha de Deus. Logo, o rei só deve satisfação de seus atos para o Criador.
  • 24.
    1. Portugal 2. Espanha 3.França 4. Inglaterra
  • 25.
    1. Portugal 2. Espanha 3.França 4. Inglaterra
  • 26.
    • surge comoestado independente em 1139. D. Afonso Henriques é o iniciador da Dinastia de Borgonha. Com a Revolução de Avis (1383) a burguesia portuguesa saiu vitoriosa sobre a antiga sociedade feudal. Portugal se torna o primeiro estado absolutista e mercantilista. • D.João, Mestre de Avis
  • 27.
    • o estadonacional se concretiza através do casamento dos reis Fernando (Aragão) e Isabel (Castela) em 1469. Os mouros (árabes) são expulsos e a Espanha se lança às Grandes Navegações
  • 28.
    França a centralização políticainicia coma Dinastia dos Capetos (séc.XIII) e tem seu auge com Luís XIV (1661-1715), o Rei-Sol ; “o Estado sou Eu.”
  • 29.
    • o absolutismotem início com Henrique VII (1485-1509) e seu auge com Henrique VIII e Elisabeth I.