U N I V E R S I D A D E D O O E S T E D E S A N T A C A T A R I N A
RELATÓRIO
TOXICOLOGIA
Absorção de fármacos e Colinesterase
B r u n a W e i s s
G a b r i e l e B e e
K a r e n Z a n f e r r a r i
L e t i c i a B a r i c h e l l o
Acadêmicos:
N i c o l a s L i m a
R a y h a n a B o e i r a
R a f a e l a N u n e s
- C a d a m o l é c u l a t e m u m p K a
- Q u a n d o o p H d o m e i o é i g u a l a + o u – 1 d o p K a a
S U B S T Â N C I A e n c o n t r a - s e 5 0 % i o n i z a d a e 5 0 % n ã o
i o n i z a d a .
- O P h d o m e i o e p K a d a m o l é c u l a i n t e r f e r e m n a
i o n i z a ç ã o
N a p r á t i c a f o i s i m u l a d o o P h d o e s t o m a g o = 1 ( c o m H C l ) e
d o i n t e s t i n o = 8 ( C o m a s o l u ç ã o t a m p ã o )
I n t u i t o d e o b s e r v a r o n d e o s f á r m a c o s t e s t a d o s s ã o
m e l h o r e s a b s o r v i d o s
- 2 p a p e l o t e s d e 3 0 m g d e P a r a c e t a m o l
- 2 p a p e l o t e s d e 3 0 m g d e A A S
A d i c i o n a r o c o n t e ú d o d o p a p e l o t e e m u m t u b o d e e n s a i o
c o m t a m p a r o s q u e á v e l ( c a d a p a p e l o t e e m u m t u b o
s e p a r a d o e d e v i d a m e n t e i d e n t i f i c a d o s )
A d i c i o n a r 1 m l d e e t a n o l e m c a d a t u b o
D i s s o l v e r o s 3 0 m g d e A A S / P a r a c e t a m o l i n v e r t e n d o o
t u b o d e e n s a i o
Paracetamol
Paracetamol
AAS
AAS
AAS T
AAS PC T PC
AAS/PC Tampão
5ml da solução tampão pH 8
5ml de acetato de etila
1ml de etanol
30mg da amostra
AAS/PC + HCl
5ml de HCl
5ml de acetato de etila
1ml de etanol
30mg da amostra
Homogeneizar bem a mistura com inversões.
Deixar descansar, para que a fase orgânica se divida da
aquosa, ficando acima desta ultima por ter densidade
menor que a água.
Preparar uma bureta para titulação com NaOH.
Em 4 Erlenmeyers adicionar:
5ml de etanol
10 ml de água destilada
2 gotas de fenolftaleína
Em cada erlenmeyer colocar 4 ml da fase
orgânica correspondente:
AAS T AAS PC T PC
Realizar uma titulação por vez, até mudança ou não de
coloração, anotando os resultados de cada titulação.
AAS T AAS PC T PC
0,5 ml 0,7 ml 0,2 ml 10,5 ml
Cálculos ________________________________________________
1Eq = 1 N = 1000 ml
1EqAAS = 1 N = 1000 ml
138g = 1 N = 1000 ml
x = 0,05N = 1000 ml
6,9g = 0,05N = 1000 ml
x = 0,05N = 1 ml
x= 0,069g de AAS em cada 1 ml 0,05N
AAS Tampão = 0,069g 1 ml
= x g 0,5 ml
AAS + HCl = 0,069g 1 ml
= x g 0,7 ml
x = 0,00345g
0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica)
________
Concentração =
do AAS T
0,8625g/L
x = 0,00483g
0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica)
________
Concentração =
do AAS + HCl
1,2075g/L
Cálculos ________________________________________________
1Eq = 1 N = 1000 ml
1EqPC = 1 N = 1000 ml
151,163g = 1 N = 1000 ml
x = 0,05N = 1000 ml
7,5g = 0,05N = 1000 ml
x = 0,05N = 1 ml
x= 0,007g de PC em cada 1 ml 0,05N
PC Tampão = 0,007g 1 ml
= x g 0,2 ml
PC + HCl = 0,007g 1 ml
= x g 10,5 ml
x = 0,001511g
0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica)
________
Concentração =
do PC T
0,3779g/L
x = 0,0735g
0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica)
________
Concentração =
do PC + HCl
18,375g/L
COLINESTERASE - Amostra André M. nº 131737
Branco
1 ul de regente 1
250 ul de reagente 2
Leitura a 405 nm
Amostra
1 ul de regente 1
250 ul de reagente 2
20ul da amostra
Leitura a 405 nm
O equipamento mede a colinesterase. Resultando em
dois valores, o valor após 1 minuto de leitura a 37ºC e o
valor após 3 minutos nesta mesma temperatura. O
equipamento dá o resultado pronto no final da medição.
Cálculo da Colinesterase
Colinesterase (U/L) = (A1 - A2) x 74.400
x = 1.280 U/L
Valor referência para Homens __________ 4620 - 11500 U/L
D I S C U S S Ã O
RESULTADO DA COLINESTERASE
Colinesterase (ChE) sérica (pseudocolinesterase ou colinesterase II, EC3.1.1.8) é
achada primariamente no fígado mas também na substância branca do cérebro,
pâncreas, coração e soro.
Níveis de ChE séricos podem ser determinados como um indicador de
envenenamento hepático por inalação ou com contato com a pele por alguns
compostos organofosforados (incluindo alguns inseticidas ou gases neurológicos), em
doenças hepáticas, ou antes de anestesias com succinilcolina assim para eliminar uma
deficiência congênita dessas enzimas que poderiam levar a uma apneia prolongada
devido a degradação lenta do miorelaxante.
Uma diminuição de 15 - 25% é observada em envenenamento leve, uma
diminuição de 25 - 35% é observada em um envenenamento moderado, uma
diminuição de 30 - 50% é observada em um envenenamento grave, mas também é
observada em pacientes com hepatites graves ou crônicas. Uma diminuição de 50 -
70% ocorre em pacientes com cirrose avançada e carcinoma de metástase no fígado.
4620 U/L 100%
1280U/L x %
x= 27,70 % (ou seja, diminuição de quase 70%)
Referências: BULA DA COLINESTERASE, Lab Bioclin. Disponível em: <https://www.
bioclin.com.br/sitebioclin/wordpress/wp-content/uploads/arquivos/instrucoes/
INSTRUCOES_COLINESTERASE.pdf > Acesso em: 18/03/2019

Relatório aula prática de Toxicologia

  • 1.
    U N IV E R S I D A D E D O O E S T E D E S A N T A C A T A R I N A RELATÓRIO TOXICOLOGIA Absorção de fármacos e Colinesterase B r u n a W e i s s G a b r i e l e B e e K a r e n Z a n f e r r a r i L e t i c i a B a r i c h e l l o Acadêmicos: N i c o l a s L i m a R a y h a n a B o e i r a R a f a e l a N u n e s
  • 2.
    - C ad a m o l é c u l a t e m u m p K a - Q u a n d o o p H d o m e i o é i g u a l a + o u – 1 d o p K a a S U B S T Â N C I A e n c o n t r a - s e 5 0 % i o n i z a d a e 5 0 % n ã o i o n i z a d a . - O P h d o m e i o e p K a d a m o l é c u l a i n t e r f e r e m n a i o n i z a ç ã o N a p r á t i c a f o i s i m u l a d o o P h d o e s t o m a g o = 1 ( c o m H C l ) e d o i n t e s t i n o = 8 ( C o m a s o l u ç ã o t a m p ã o ) I n t u i t o d e o b s e r v a r o n d e o s f á r m a c o s t e s t a d o s s ã o m e l h o r e s a b s o r v i d o s - 2 p a p e l o t e s d e 3 0 m g d e P a r a c e t a m o l - 2 p a p e l o t e s d e 3 0 m g d e A A S A d i c i o n a r o c o n t e ú d o d o p a p e l o t e e m u m t u b o d e e n s a i o c o m t a m p a r o s q u e á v e l ( c a d a p a p e l o t e e m u m t u b o s e p a r a d o e d e v i d a m e n t e i d e n t i f i c a d o s ) A d i c i o n a r 1 m l d e e t a n o l e m c a d a t u b o D i s s o l v e r o s 3 0 m g d e A A S / P a r a c e t a m o l i n v e r t e n d o o t u b o d e e n s a i o Paracetamol Paracetamol AAS AAS AAS T AAS PC T PC
  • 3.
    AAS/PC Tampão 5ml dasolução tampão pH 8 5ml de acetato de etila 1ml de etanol 30mg da amostra AAS/PC + HCl 5ml de HCl 5ml de acetato de etila 1ml de etanol 30mg da amostra Homogeneizar bem a mistura com inversões. Deixar descansar, para que a fase orgânica se divida da aquosa, ficando acima desta ultima por ter densidade menor que a água.
  • 4.
    Preparar uma buretapara titulação com NaOH. Em 4 Erlenmeyers adicionar: 5ml de etanol 10 ml de água destilada 2 gotas de fenolftaleína Em cada erlenmeyer colocar 4 ml da fase orgânica correspondente: AAS T AAS PC T PC Realizar uma titulação por vez, até mudança ou não de coloração, anotando os resultados de cada titulação. AAS T AAS PC T PC 0,5 ml 0,7 ml 0,2 ml 10,5 ml
  • 5.
    Cálculos ________________________________________________ 1Eq =1 N = 1000 ml 1EqAAS = 1 N = 1000 ml 138g = 1 N = 1000 ml x = 0,05N = 1000 ml 6,9g = 0,05N = 1000 ml x = 0,05N = 1 ml x= 0,069g de AAS em cada 1 ml 0,05N AAS Tampão = 0,069g 1 ml = x g 0,5 ml AAS + HCl = 0,069g 1 ml = x g 0,7 ml x = 0,00345g 0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica) ________ Concentração = do AAS T 0,8625g/L x = 0,00483g 0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica) ________ Concentração = do AAS + HCl 1,2075g/L
  • 6.
    Cálculos ________________________________________________ 1Eq =1 N = 1000 ml 1EqPC = 1 N = 1000 ml 151,163g = 1 N = 1000 ml x = 0,05N = 1000 ml 7,5g = 0,05N = 1000 ml x = 0,05N = 1 ml x= 0,007g de PC em cada 1 ml 0,05N PC Tampão = 0,007g 1 ml = x g 0,2 ml PC + HCl = 0,007g 1 ml = x g 10,5 ml x = 0,001511g 0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica) ________ Concentração = do PC T 0,3779g/L x = 0,0735g 0,004 L (Volume pipetado da fase orgânica) ________ Concentração = do PC + HCl 18,375g/L
  • 7.
    COLINESTERASE - AmostraAndré M. nº 131737 Branco 1 ul de regente 1 250 ul de reagente 2 Leitura a 405 nm Amostra 1 ul de regente 1 250 ul de reagente 2 20ul da amostra Leitura a 405 nm O equipamento mede a colinesterase. Resultando em dois valores, o valor após 1 minuto de leitura a 37ºC e o valor após 3 minutos nesta mesma temperatura. O equipamento dá o resultado pronto no final da medição. Cálculo da Colinesterase Colinesterase (U/L) = (A1 - A2) x 74.400 x = 1.280 U/L Valor referência para Homens __________ 4620 - 11500 U/L
  • 8.
    D I SC U S S Ã O RESULTADO DA COLINESTERASE Colinesterase (ChE) sérica (pseudocolinesterase ou colinesterase II, EC3.1.1.8) é achada primariamente no fígado mas também na substância branca do cérebro, pâncreas, coração e soro. Níveis de ChE séricos podem ser determinados como um indicador de envenenamento hepático por inalação ou com contato com a pele por alguns compostos organofosforados (incluindo alguns inseticidas ou gases neurológicos), em doenças hepáticas, ou antes de anestesias com succinilcolina assim para eliminar uma deficiência congênita dessas enzimas que poderiam levar a uma apneia prolongada devido a degradação lenta do miorelaxante. Uma diminuição de 15 - 25% é observada em envenenamento leve, uma diminuição de 25 - 35% é observada em um envenenamento moderado, uma diminuição de 30 - 50% é observada em um envenenamento grave, mas também é observada em pacientes com hepatites graves ou crônicas. Uma diminuição de 50 - 70% ocorre em pacientes com cirrose avançada e carcinoma de metástase no fígado. 4620 U/L 100% 1280U/L x % x= 27,70 % (ou seja, diminuição de quase 70%) Referências: BULA DA COLINESTERASE, Lab Bioclin. Disponível em: <https://www. bioclin.com.br/sitebioclin/wordpress/wp-content/uploads/arquivos/instrucoes/ INSTRUCOES_COLINESTERASE.pdf > Acesso em: 18/03/2019