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SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
Portaria nº 1.459, de 24.06.2011
Institui, no âmbito do SUS, a Rede Cegonha
Rede Cegonha
AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE
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Região de Saúde do Extremo Sul Catarinense
Região de Saúde da Serra Catarinense
Região de Saúde do Meio Oeste
Região de Saúde do Médio Vale do
Itajaí
Regiões de Saúde de santa Catarina
“A organização da rede de atenção a
gestante, com acesso ao pré-natal de
qualidade, exames, atenção redobrada com
as gestantes de alto risco e parto
humanizado e seguro, levam a redução da
mortalidade materna e manutenção da sua
tendência de queda.”
PARTO E NASCIMENTO SEGUROS
E HUMANIZADOS
Promoção da saúde infantil e materna
Prevenção da morbidade e mortalidade evitáveis
Normalidade do processo de parto e nascimento
Protagonismo e autonomia da mulher
Não causar dano
Responsabilidade ética
Cuidado centrado na mulher, bebê e na família
Parto como evento fisiológico e social
REDE CEGONHA
DIRETRIZES
 Garantia do acolhimento com avaliação e classificação
de risco e vulnerabilidade, ampliação do acesso e
melhoria da qualidade do PRÉ-NATAL
 Garantia de VINCULAÇÃO da gestante à unidade de
referência e ao transporte seguro
 Garantia das boas práticas na atenção ao parto e
nascimento
 Garantia da atenção à saúde das CRIANÇAS de 0 a 24
meses com qualidade e resolutividade
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planejamento reprodutivo
Rede Cegonha- Portaria 1459 de 24 de junho de 2011
COMPONENTES
I – Pré-Natal
II – Parto e Nascimento
III – Puerpério e Atenção Integral à Saúde da Criança
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COMPONENTE PRÉ-NATAL: qualificação
REDE CEGONHA
 Avaliação da vulnerabilidade e risco
 Práticas educativas - 4 durante o pré-natal
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HIV, eletroforese Hb,
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 Capacitação das equipes: autonomia e
protagonismo da mulher
 Promoção da vinculação ao local do parto
 Sisprenatal Web
Ações Parâmetros – Pré Natal Baixo Risco
Teste Rápido de Gravidez
• ABO1 exame / gestante
• Fator RH1 exame / gestante
• Teste Coombs indireto para RH negativo 1 exame para 30% do total gestantes
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SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
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QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO
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PUERPÉRIO E ATENÇÃO À CRIANÇA ATÉ 2 ANOS
CUIDADO À CRIANÇA
 Promover aleitamento materno
 Garantir acompanhamento da criança na atenção básica
 Garantir atendimento especializado para casos de maior risco
 Busca ativa dos faltosos, sobretudo de maior risco
 Garantir acesso às vacinas disponíveis no SUS
O desempenho das crianças nestes dois primeiros anos (crescimento e
desenvolvimento) vai repercutir para o resto da vida do indivíduo, incluindo
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É aquela que associa a experiência do
provedor de cuidados, com a biologia única
da paciente e a melhor prova científica
disponível que assegura que aquela prática
produz mais benefícios que danos ou é
melhor do que alguma outra prática
conhecida.
BOA PRÁTICA NA ASSISTÊNCIA À
SAÚDE:
1° PASSO: Iniciar o pré-natal na Atenção Primária à Saúde até a 12ª semana de gestação
(captação precoce)
2° PASSO: Garantir os recursos humanos, físicos, materiais e técnicos necessários à atenção pré-natal.
3° PASSO: Toda gestante deve ter assegurado a solicitação, realização e avaliação em tempo
oportuno do resultado dos exames preconizados no atendimento pré-natal.
4° PASSO: Promover a escuta ativa da gestante e de seus(suas) acompanhantes, considerando
aspectos intelectuais, emocionais, sociais e culturais e não somente um cuidado biológico: "rodas de
gestantes".
5° PASSO: Garantir o transporte público gratuito da gestante para o atendimento pré-natal, quando
necessário.
6° PASSO: É direito do(a) parceiro(a) ser cuidado (realização de consultas, exames e ter acesso a
informações) antes, durante e depois da gestação: "pré-natal do(a) parceiro(a)".
7° PASSO: Garantir o acesso à unidade de referência especializada, caso seja necessário.
8° PASSO: Estimular e informar sobre os benefícios do parto fisiológico, incluindo a elaboração
do "Plano de Parto".
9° PASSO: Toda gestante tem direito de conhecer e visitar previamente o serviço de saúde no
qual irá dar à luz (vinculação).
10° PASSO: As mulheres devem conhecer e exercer os direitos garantidos por lei no período
gravídico-puerperal.
10 Passos para o Pré-Natal de Qualidade na Atenção Básica
QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO
2. Boas práticas de atenção e gestão
 Acolhimento com classificação de risco
 Direito a acompanhante durante a internação
 Apoio durante o parto
 Oferta de métodos de alívio da dor
 Liberdade de posição no parto, privacidade
 Restrição de episiotomia, amniotomia , ocitocina e outras
 Contato pele a pele mãe – bebê – proteção do período sensível
 Acolhimento adequado às especificidades étnico-culturais
 Equipes horizontais do cuidado
 Presença de enfermeiro obstetra/obstetriz na assistência ao parto
 Colegiados gestores materno-infantis
 Discussão e publicização dos resultados
• Garantia de cobertura de leitos de Alto Risco,
Canguru, UTI Materna e UTI/UCI Neonatal –
cuidado integral ao RN de risco
QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO
Nas Maternidades, implantar Centros de Parto Normal
Adequação da ambiência –Pré-
parto, Parto e Pós-parto (PPP)
CASAS DA GESTANTE, DO BEBÊ E PUERPERA- CGBP
Abrigam:
 Gestantes que precisam de vigilância constante em ambiente
não hospitalar e/ou não podem retornar ao domicílio
 Mães que têm bebês internados na UTI/UCI ou em tratamento
clínico que não exija internação hospitalar; puérperas em regime
 de observação
Serão instaladas junto a todas as maternidades de alto risco
 Recém-nascidos que
demandam atenção diária da
alta complexidade
Direito a acompanhante de sua escolha durante
o trabalho de parto, no parto e no pós parto,
Garantido pela Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005,
regulamentada pela Portaria MS/
GM nº 2.418, de 2 de dezembro de 2005
O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN),
por meio do parecer normativo nº001 de 2013,
aprovou a competência do profissional
Enfermeiro para realizar testes rápidos para
diagnósticos de HIV, sífilis e outros agravos.
o Enfermeiro tem competência legal para a realização de testes
rápidos visando à detecção e diagnóstico de HIV, sífilis e outros
agravos, no âmbito da Atenção Básica à Saúde; e que, no âmbito
da equipe de Enfermagem, a realização desse procedimento lhe
compete, privativamente. A única ressalva é que este profissional
precisa estar devidamente capacitado para a realização do
procedimento, como reza a referida Portaria Ministerial.
Protocolo para Utilização do Levonorgestrel
na Anticoncepção Hormonal de Emergência.
Para dispensação do Levonorgestrel não será exigida receita médica,
podendo os (as) enfermeiros (as) disponibilizarem a contracepção de
emergência na ausência do médico e posterior encaminhamento da
usuária às ações de planejamento reprodutivo.
Disponível: www.saude.gov.br/redecegonha
PMAQ - Componente de Qualificação da Gestão:
Implantar o Sisprenatal-WEB ou Sistema de Informação em Saúde
para Atenção Básica / e-SUS-SISAB no âmbito municipal;
Manter equipe e infraestrutura necessária para alimentação regular do
Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB), do Sisprenatal-WEB ou Sistema
de Informação em Saúde para Atenção Básica / e-SUS-SISAB e do Sistema de
Gestão das Condicionalidades de Saúde do Programa Bolsa Família, utilizando as
informações no processo de monitoramento das ações relacionadas à Rede
Cegonha;
Apoiar as equipes de atenção básica na qualificação dos Componentes I e
III (pré-natal e puerpério/atenção integral á saúde da criança até 24 meses de vida
no âmbito da atenção básica);
Retirar os Kits UBS (detectores fetais e balança) e Kits Gestantes, junto às
Divisões de Convênios e Gestão (DICON/MS) do referido estado, no prazo máximo
de 60 (sessenta) dias a contar da data em que a Prefeitura Municipal ou Secretaria
Estadual de Saúde for comunicada;
Implantar os testes rápidos de HIV e sífilis nas Unidades Básicas de Saúde
do Município, bem como os novos exames do pré-natal, conforme definido no
Anexo III da Portaria GM/MS nº 1.459, de 24 de junho de 2011.
PMAQ - Componente Pré-Natal:
Realizar pré-natal na Atenção Básica com captação precoce da
gestante e qualificação da atenção, incluindo a implantação do teste rápido
de gravidez
Garantir a realização de consultas pré-natal e de ações educativas
grupais que enfoque as vantagens do parto normal, o aleitamento materno,
atividade física, saúde sexual e reprodutiva, saúde bucal, violência doméstica e
sexual, alimentação saudável para todas as gestantes do território;
Acolher as gestantes com avaliação e classificação de risco e
vulnerabilidades;
Garantir o acesso ao pré-natal de alto de risco em tempo oportuno;
Realizar exames de pré-natal de risco habitual e de alto risco e
acesso aos resultados em tempo oportuno;
Favorecer a vinculação da gestante desde o pré-natal ao local em
que será realizado o Parto, promovendo visita durante o pré-natal ao local do
parto;
Implementar estratégias de comunicação social e programas
educativos relacionados à saúde sexual e à saúde reprodutiva e violência
doméstica e sexual;
Promover ações de prevenção, diagnóstico e tratamento oportunos
das DST/HIV/Aids, em especial para a sífilis, e Hepatites Virais, incluindo a
implantação dos testes rápidos de sífilis e HIV na atenção básica.
PMAQ - Componente do Puerpério e Atenção Integral à Saúde da
Criança:
Favorecer a promoção do aleitamento materno e da alimentação
complementar saudável;
Promover o acompanhamento da puérpera e da criança na atenção
básica com visita domiciliar na primeira semana após a realização do
parto e nascimento;
Efetuar a busca ativa de crianças vulneráveis;
Promover o cumprimento do calendário básico de vacinação e a
realização do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento
infantil de todas as crianças até os 24 meses;
Realizar ações educativas sobre aleitamento materno, atividade
física, saúde sexual e reprodutiva, saúde bucal, violência doméstica e
sexual, alimentação saudável e saúde das crianças para todas as
puérperas do território;
Implementar estratégias de comunicação social e programas
educativos relacionados à saúde sexual e à saúde reprodutiva e á
violência doméstica e sexual;
Promover ações de prevenção, diagnóstico e tratamento oportunos
das DST/HIV/Aids, em especial para a sífilis congênita, e Hepatites
Virais;
Promover orientação e oferta de métodos contraceptivos incluindo
anticoncepção de emergência.
ÁREA ESTRATÉGICA INDICADORES DE DESEMPENHO
1. SAÚDE DA MULHER
1.1 Proporção de gestantes cadastradas pela equipe de atenção básica
1.2 Média de consultas de pré-natal por gestante cadastrada
1.3 Proporção de gestantes que iniciaram o pré-natal no primeiro
trimestre
1.4 Proporção de gestantes com o pré-natal no mês
1.5 Proporção de gestantes com vacina em dia.
2. SAÚDE DA CRIANÇA
2.1 Média de consultas de puericultura por criança cadastrada
2.2 Proporção de crianças menores de quatro meses com aleitamento
exclusivo
2.3 Proporção de crianças menores de um ano com vacina em dia
2.4 Proporção de crianças menores de dois anos pesadas
2.5 Média de consultas médicas para menores de um ano
ÁREA ESTRATÉGICA INDICADORES DE MONITORAMENTO
1. SAÚDE DA MULHER
Proporção de gestantes acompanhadas por meio de
visitas domiciliares.
2. SAÚDE DA CRIANÇA
Proporção de crianças com baixo peso ao nascer;
Proporção de crianças menores de um ano acompanhadas no
domicílio;
Cobertura de crianças menores de 5 anos de idade no Sistema de
Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN).
REDE CEGONHA – SANTA CATARINA
Critérios para encaminhamento para serviços
Ambulatoriais de Gestação de Alto Risco
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO GESTACIONAL
RISCO.................10 ou +Pontos ALTO
RISCO................ 5 a 9 Pontos MÉDIO
RISCO................ até 4 Pontos BAIXO
Obrigad
a!
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  • 2. Portaria nº 1.459, de 24.06.2011 Institui, no âmbito do SUS, a Rede Cegonha Rede Cegonha
  • 3. AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Rede Cegonha Rede de Atenção Psicossocial Rede de Atenção ás Urgências e Emergências Informação Qualificação/Educação Regulação Promoção e Vigilância à Saúde Rede de Atenção às doenças e condições crônicas Rede de Cuidado a Pessoa com Deficiência ATENÇÃO BÁSICA
  • 4. Região de Saúde do Oeste Região de Saúde do Extremo Oeste Região de Saúde de Xanxerê Região de Saúde do Alto Uruguai Catarinense Oeste Região de Saúde do Alto Vale do Rio do Peixe Região de Saúde do Alto Vale do Itajaí Região de Saúde do Planalto Norte Região de Saúde do Nordeste Região de Saúde da Foz do Rio Itajaí Região de Saúde da Grande Florianópolis Região de Saúde de Laguna Região de Saúde Carbonífera Região de Saúde do Extremo Sul Catarinense Região de Saúde da Serra Catarinense Região de Saúde do Meio Oeste Região de Saúde do Médio Vale do Itajaí Regiões de Saúde de santa Catarina
  • 5.
  • 6.
  • 7. “A organização da rede de atenção a gestante, com acesso ao pré-natal de qualidade, exames, atenção redobrada com as gestantes de alto risco e parto humanizado e seguro, levam a redução da mortalidade materna e manutenção da sua tendência de queda.”
  • 8. PARTO E NASCIMENTO SEGUROS E HUMANIZADOS Promoção da saúde infantil e materna Prevenção da morbidade e mortalidade evitáveis Normalidade do processo de parto e nascimento Protagonismo e autonomia da mulher Não causar dano Responsabilidade ética Cuidado centrado na mulher, bebê e na família Parto como evento fisiológico e social
  • 9. REDE CEGONHA DIRETRIZES  Garantia do acolhimento com avaliação e classificação de risco e vulnerabilidade, ampliação do acesso e melhoria da qualidade do PRÉ-NATAL  Garantia de VINCULAÇÃO da gestante à unidade de referência e ao transporte seguro  Garantia das boas práticas na atenção ao parto e nascimento  Garantia da atenção à saúde das CRIANÇAS de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade  Garantia de acesso às ações do planejamento reprodutivo
  • 10. Rede Cegonha- Portaria 1459 de 24 de junho de 2011 COMPONENTES I – Pré-Natal II – Parto e Nascimento III – Puerpério e Atenção Integral à Saúde da Criança IV – Sistema Logístico: Transporte Sanitário e Regulação
  • 11. COMPONENTE PRÉ-NATAL: qualificação REDE CEGONHA  Avaliação da vulnerabilidade e risco  Práticas educativas - 4 durante o pré-natal  Novos exames pré-natal: teste rápido gravidez, de sífilis e HIV, eletroforese Hb,  Exames em tempo oportuno  Capacitação das equipes: autonomia e protagonismo da mulher  Promoção da vinculação ao local do parto  Sisprenatal Web
  • 12. Ações Parâmetros – Pré Natal Baixo Risco Teste Rápido de Gravidez • ABO1 exame / gestante • Fator RH1 exame / gestante • Teste Coombs indireto para RH negativo 1 exame para 30% do total gestantes • EAS ( Exame de Rotina de Urina) 2 exames / gestante • Glicemias 2 exames / gestante • Dosagem de Proteinúria-fita reagente1 exame para 30% do total de gestantes • VDRL 2 exames / gestante • Hematócrito 2 exames / gestante • Hemoglobina 2 exame / gestante • Sorologia para toxoplasmose (IGM)1 exame / gestante • HBsAg 1 exame / gestante • Anti-HIV1 e anti-HIV2 2 exame / gestante • Eletroforese de hemoglobina 1 exame / gestante • Ultrassom obstétrico 1 exame/gestante • Citopatológico cérvico-vaginal 1 exame / gestante • Cultura de Bactérias para Identificação (urina)1 exame
  • 13. Pré-Natal Alto Risco*15% das gestantes Para as gestantes de alto risco: Cons. Especializada 5 consultas/gestante Teste de tolerância à glicose 1 teste/gestante Ultrassom obstétrico 2 exames/gestante ECG 1 exame para 30% do total de gestantes US Obstétrico com Doppler 1 exame/gestante Tococardiografia ante-parto 1 exame/gestante Contagem de Plaquetas 1 exame para 30% do total de gestantes Dosagem de Ureia, Creatinina e Ac. Úrico 1 exame/gestante Consulta Psicossocial 1 exame/gestante Dosagem de proteínas-urina 24h 1 exame/gestante
  • 14. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISPART SISPRENATAL WEB SINASC SIM SINAN API SIH SIAB E-SUS
  • 15. QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO “GRAVIDEZ NÃO É DOENÇA” mudança do modelo de atenção Mudança nas estruturas e ambientes de atenção ao parto Boas práticas de atenção e na gestão do cuidado: prevenção de iatrogenias, morbi-mortalidade materna e infantil
  • 16.  Baixa vinculação do RN, no momento da alta hospitalar, para a continuidade do cuidado na atenção primaria ; Baixa valorização do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças pelos serviços de saúde PUERPÉRIO E ATENÇÃO À CRIANÇA ATÉ 2 ANOS
  • 17. CUIDADO À CRIANÇA  Promover aleitamento materno  Garantir acompanhamento da criança na atenção básica  Garantir atendimento especializado para casos de maior risco  Busca ativa dos faltosos, sobretudo de maior risco  Garantir acesso às vacinas disponíveis no SUS O desempenho das crianças nestes dois primeiros anos (crescimento e desenvolvimento) vai repercutir para o resto da vida do indivíduo, incluindo aquisição cognitiva e capacidade de trabalho
  • 18. É aquela que associa a experiência do provedor de cuidados, com a biologia única da paciente e a melhor prova científica disponível que assegura que aquela prática produz mais benefícios que danos ou é melhor do que alguma outra prática conhecida. BOA PRÁTICA NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE:
  • 19. 1° PASSO: Iniciar o pré-natal na Atenção Primária à Saúde até a 12ª semana de gestação (captação precoce) 2° PASSO: Garantir os recursos humanos, físicos, materiais e técnicos necessários à atenção pré-natal. 3° PASSO: Toda gestante deve ter assegurado a solicitação, realização e avaliação em tempo oportuno do resultado dos exames preconizados no atendimento pré-natal. 4° PASSO: Promover a escuta ativa da gestante e de seus(suas) acompanhantes, considerando aspectos intelectuais, emocionais, sociais e culturais e não somente um cuidado biológico: "rodas de gestantes". 5° PASSO: Garantir o transporte público gratuito da gestante para o atendimento pré-natal, quando necessário. 6° PASSO: É direito do(a) parceiro(a) ser cuidado (realização de consultas, exames e ter acesso a informações) antes, durante e depois da gestação: "pré-natal do(a) parceiro(a)". 7° PASSO: Garantir o acesso à unidade de referência especializada, caso seja necessário. 8° PASSO: Estimular e informar sobre os benefícios do parto fisiológico, incluindo a elaboração do "Plano de Parto". 9° PASSO: Toda gestante tem direito de conhecer e visitar previamente o serviço de saúde no qual irá dar à luz (vinculação). 10° PASSO: As mulheres devem conhecer e exercer os direitos garantidos por lei no período gravídico-puerperal. 10 Passos para o Pré-Natal de Qualidade na Atenção Básica
  • 20. QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO 2. Boas práticas de atenção e gestão  Acolhimento com classificação de risco  Direito a acompanhante durante a internação  Apoio durante o parto  Oferta de métodos de alívio da dor  Liberdade de posição no parto, privacidade  Restrição de episiotomia, amniotomia , ocitocina e outras  Contato pele a pele mãe – bebê – proteção do período sensível  Acolhimento adequado às especificidades étnico-culturais  Equipes horizontais do cuidado  Presença de enfermeiro obstetra/obstetriz na assistência ao parto  Colegiados gestores materno-infantis  Discussão e publicização dos resultados
  • 21.
  • 22. • Garantia de cobertura de leitos de Alto Risco, Canguru, UTI Materna e UTI/UCI Neonatal – cuidado integral ao RN de risco
  • 23. QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO Nas Maternidades, implantar Centros de Parto Normal Adequação da ambiência –Pré- parto, Parto e Pós-parto (PPP)
  • 24. CASAS DA GESTANTE, DO BEBÊ E PUERPERA- CGBP Abrigam:  Gestantes que precisam de vigilância constante em ambiente não hospitalar e/ou não podem retornar ao domicílio  Mães que têm bebês internados na UTI/UCI ou em tratamento clínico que não exija internação hospitalar; puérperas em regime  de observação Serão instaladas junto a todas as maternidades de alto risco  Recém-nascidos que demandam atenção diária da alta complexidade
  • 25. Direito a acompanhante de sua escolha durante o trabalho de parto, no parto e no pós parto, Garantido pela Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005, regulamentada pela Portaria MS/ GM nº 2.418, de 2 de dezembro de 2005
  • 26. O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), por meio do parecer normativo nº001 de 2013, aprovou a competência do profissional Enfermeiro para realizar testes rápidos para diagnósticos de HIV, sífilis e outros agravos. o Enfermeiro tem competência legal para a realização de testes rápidos visando à detecção e diagnóstico de HIV, sífilis e outros agravos, no âmbito da Atenção Básica à Saúde; e que, no âmbito da equipe de Enfermagem, a realização desse procedimento lhe compete, privativamente. A única ressalva é que este profissional precisa estar devidamente capacitado para a realização do procedimento, como reza a referida Portaria Ministerial.
  • 27. Protocolo para Utilização do Levonorgestrel na Anticoncepção Hormonal de Emergência. Para dispensação do Levonorgestrel não será exigida receita médica, podendo os (as) enfermeiros (as) disponibilizarem a contracepção de emergência na ausência do médico e posterior encaminhamento da usuária às ações de planejamento reprodutivo. Disponível: www.saude.gov.br/redecegonha
  • 28. PMAQ - Componente de Qualificação da Gestão: Implantar o Sisprenatal-WEB ou Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica / e-SUS-SISAB no âmbito municipal; Manter equipe e infraestrutura necessária para alimentação regular do Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB), do Sisprenatal-WEB ou Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica / e-SUS-SISAB e do Sistema de Gestão das Condicionalidades de Saúde do Programa Bolsa Família, utilizando as informações no processo de monitoramento das ações relacionadas à Rede Cegonha; Apoiar as equipes de atenção básica na qualificação dos Componentes I e III (pré-natal e puerpério/atenção integral á saúde da criança até 24 meses de vida no âmbito da atenção básica); Retirar os Kits UBS (detectores fetais e balança) e Kits Gestantes, junto às Divisões de Convênios e Gestão (DICON/MS) do referido estado, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias a contar da data em que a Prefeitura Municipal ou Secretaria Estadual de Saúde for comunicada; Implantar os testes rápidos de HIV e sífilis nas Unidades Básicas de Saúde do Município, bem como os novos exames do pré-natal, conforme definido no Anexo III da Portaria GM/MS nº 1.459, de 24 de junho de 2011.
  • 29. PMAQ - Componente Pré-Natal: Realizar pré-natal na Atenção Básica com captação precoce da gestante e qualificação da atenção, incluindo a implantação do teste rápido de gravidez Garantir a realização de consultas pré-natal e de ações educativas grupais que enfoque as vantagens do parto normal, o aleitamento materno, atividade física, saúde sexual e reprodutiva, saúde bucal, violência doméstica e sexual, alimentação saudável para todas as gestantes do território; Acolher as gestantes com avaliação e classificação de risco e vulnerabilidades; Garantir o acesso ao pré-natal de alto de risco em tempo oportuno; Realizar exames de pré-natal de risco habitual e de alto risco e acesso aos resultados em tempo oportuno; Favorecer a vinculação da gestante desde o pré-natal ao local em que será realizado o Parto, promovendo visita durante o pré-natal ao local do parto; Implementar estratégias de comunicação social e programas educativos relacionados à saúde sexual e à saúde reprodutiva e violência doméstica e sexual; Promover ações de prevenção, diagnóstico e tratamento oportunos das DST/HIV/Aids, em especial para a sífilis, e Hepatites Virais, incluindo a implantação dos testes rápidos de sífilis e HIV na atenção básica.
  • 30. PMAQ - Componente do Puerpério e Atenção Integral à Saúde da Criança: Favorecer a promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar saudável; Promover o acompanhamento da puérpera e da criança na atenção básica com visita domiciliar na primeira semana após a realização do parto e nascimento; Efetuar a busca ativa de crianças vulneráveis; Promover o cumprimento do calendário básico de vacinação e a realização do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil de todas as crianças até os 24 meses; Realizar ações educativas sobre aleitamento materno, atividade física, saúde sexual e reprodutiva, saúde bucal, violência doméstica e sexual, alimentação saudável e saúde das crianças para todas as puérperas do território; Implementar estratégias de comunicação social e programas educativos relacionados à saúde sexual e à saúde reprodutiva e á violência doméstica e sexual; Promover ações de prevenção, diagnóstico e tratamento oportunos das DST/HIV/Aids, em especial para a sífilis congênita, e Hepatites Virais; Promover orientação e oferta de métodos contraceptivos incluindo anticoncepção de emergência.
  • 31. ÁREA ESTRATÉGICA INDICADORES DE DESEMPENHO 1. SAÚDE DA MULHER 1.1 Proporção de gestantes cadastradas pela equipe de atenção básica 1.2 Média de consultas de pré-natal por gestante cadastrada 1.3 Proporção de gestantes que iniciaram o pré-natal no primeiro trimestre 1.4 Proporção de gestantes com o pré-natal no mês 1.5 Proporção de gestantes com vacina em dia. 2. SAÚDE DA CRIANÇA 2.1 Média de consultas de puericultura por criança cadastrada 2.2 Proporção de crianças menores de quatro meses com aleitamento exclusivo 2.3 Proporção de crianças menores de um ano com vacina em dia 2.4 Proporção de crianças menores de dois anos pesadas 2.5 Média de consultas médicas para menores de um ano
  • 32. ÁREA ESTRATÉGICA INDICADORES DE MONITORAMENTO 1. SAÚDE DA MULHER Proporção de gestantes acompanhadas por meio de visitas domiciliares. 2. SAÚDE DA CRIANÇA Proporção de crianças com baixo peso ao nascer; Proporção de crianças menores de um ano acompanhadas no domicílio; Cobertura de crianças menores de 5 anos de idade no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN).
  • 33.
  • 34. REDE CEGONHA – SANTA CATARINA Critérios para encaminhamento para serviços Ambulatoriais de Gestação de Alto Risco CLASSIFICAÇÃO DE RISCO GESTACIONAL RISCO.................10 ou +Pontos ALTO RISCO................ 5 a 9 Pontos MÉDIO RISCO................ até 4 Pontos BAIXO
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.