Cadeia Miofascial Anterior
Cadeia Miofascial Posterior
Sistema Reto
Inspiratória
Anterior Posterior
(Pawlina, Olson, 1997 baseado em
Souchard, 1998; Marques, 2000;
Santos, 2002; Paiva, 2003)
Cadeias Musculares
Cadeias Estáticas:
composto de músculos
anti-gravitacionais ou
posturais.
Estática e Dinâmica
Não existe estática corporal pura, como
também não existe movimento coordenado
sem uma prévia estabilização.
O sistema tônico postural estabiliza, apóia,
inicia, guia e equilibra o movimento
corporal. A postura vertical é um conjunto
de micromovimentos permanentes e
adaptativos, que utiliza referências
sensoriais múltiplas para seu controle.
Cadeias Dinâmicas:
composto de
músculos que
produzem
movimentos de
grande amplitude.
Cadeias Musculares
Sistema Cruzado do Tronco
 Cadeia Cruzada Anterior Direita;
 Cadeia Cruzada Posterior Direita;
 Cadeia Cruzada Anterior Esquerda;
 Cadeia Cruzada Posterior Esquerda.
“De ambos os lados há uma organização
simétrica, duas camadas musculares cruzadas,
uma para a flexão, outra para a extensão.
Quando há torção, a camada para a flexão de
um lado trabalha com a camada para extensão
do lado oposto de forma indissociável. “
Cada lado duas camadas: Superficial e Profunda
Origem: Pelve
Término: Ombro Oposto
Sistema Cruzado do Tronco
Sistema Cruzado do Tronco
Eixo de Torção
Eixo oblíquo desde a
cabeça umeral até a
cabeça femoral
oposta.
Centro de Torção
O centro de torção está
sobre a linha que liga
o umbigo a L3 na
horizontal, com a
linha da gravidade.
Sistema Cruzado do Tronco
C.C.A.
camada superficial:
(oblíquos externos,
intercostais externos)
iniciam a torção anterior
camada profunda:
(oblíquos internos,
intercostais internos)
terminam a torção
anterior
C.C.P
camada superficial:
(fibras do quadrado
lombar, serrátil
póstero-inferior,
intercostais internos)
iniciam a torção
posterior: recuo e
abaixamento do
hemitórax
camada profunda:
(fibras do quadrado
lombar)
terminam a torção
posterior: recuo e
subida da hemipelve.
Mecanismo Adaptativo
Lesão ou
Dor Primária
Posição Antálgica
Compensações
Alterações
Morfo-funcionais
Lesões e Dores
Secundárias
Princípios de Tratamento
Posturamento
Posturas ativas, isométricas no sentido excêntrico
das cadeias miofasciais, sempre em decoaptação
articular, progressivas, buscando ir da
conseqüência até a causa do problema.
Primeira lei de F.M.
“Toda tentativa de correção local irá
gerar uma compensação à distância”
Segunda lei de F.M.
“Toda tentativa de tensionamento de
uma cadeia muscular resulta em uma
tendência de rotação interna dos
membros”
Terceira lei de F.M.
“Toda tentativa de tensionamento de
uma cadeia muscular tende à um
bloqueio respiratório em apnéia
inspiratória”
1. Respiração Livre;
2. “Auto-crescimento”;
3. Simetria (SR)*;
4. Equilíbrio Muscular.
Princípios de Tratamento
Abordagem da
Tridimensionalidade
A Individualidade
Todo ser é único e indivisível e manifestará sua
patologia de maneira única e individual.
A Causalidade
Observar as alterações posturais partindo do efeito até
a causa.
A Globalidade
Corrigir ao mesmo tempo a sintomatologia, as fixações
e a causa de uma patologia.
Reeducação Postural Global
ÂNGULO ABERTO ÂNGULO FECHADO
1. D.D.
2. EM PÉ, COM APOIO
3. EM PÉ, SEM APOIO
1. D.D.
2. SENTADA
3. EM PÉ, INCLINADO
Reeducação Postural Global
Mazzola & Zaparoli
Coluna Vertebral
Mazzola & Zaparoli
Coluna Vertebral
Funções
 Estática – Capacidade de suportar carga.
 Cinética – Permite adaptação ao movimento.
 Proteção ao sistema nervoso (medula).
Mazzola & Zaparoli
Quando a coluna é o tutor do tronco, este é
controlado pela musculatura tônica, essencialmente
constituída pelos transversos espinais que em uma
ação unilateral gera uma latero-flexão e rotação
para o lado oposto.
Coluna Vertebral
Estática – Capacidade de suportar carga.
Mazzola & Zaparoli
Quando a coluna é a articulação de movimentos do
tronco, ela é mobilizada pela musculatura dinâmica:
longo do tórax, iliocostal, espinal do tórax, que em
uma função unilateral causa latero-flexão e rotação
para o mesmo lado.
Coluna Vertebral
Cinética – Permite adaptação ao movimento.
Longo doLongo do
TóraxTórax
IliocostalIliocostal dodo
TóraxTórax
IliocostalIliocostal
LombarLombar
Espinal doEspinal do
TóraxTórax
Mazzola & Zaparoli
Escoliose
Mazzola & Zaparoli
Escoliose
Definição
“É uma deformidade ântero-posterior em
lordose, causada por um movimento em
torção de todo segmento raquidiano. Essa
deformidade se expressa lateralmente e
trata-se de uma curva reversa.”
(Perdriolle)
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Etiologia
• Defeitos dos Corpos
Vertebrais;
• Afecções Neurológicas;
• Afecções Musculares;
• Neurofibromatoses;
• Mesenquimopatias;
• Traumáticas:
• Intervenções Cirúrgicas;
• Fraturas.
• Osteopática;
• Congênita;
• Paralítica;
• Estática;
• De Cicatrizes;
• Antálgica;
• Doenças de Sistemas;
• Histérica;
• Genética;
• Idiopática (70 – 75%).
Mazzola & Zaparoli
A Rotação do Corpo Vertebral
O corpo vertebral
encontra-se rodado
para o lado da
convexidade da
curva, enquanto as
espinhosas rodam
para a concavidade.
Mazzola & Zaparoli
Avaliação da GibosidadeAvaliação da Gibosidade
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Aspectos radiológicos
 Topografia;
 Ângulo de Cobb;
 Rotação:
Nash-Moe
Perdriolle
 Bending – test;
Mazzola & Zaparoli
Eixo de referência
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Topografia
Escoliose
Torácica
25%
Escoliose
Tóraco-
Lombar
19%
Escoliose
Lombar
25%
Escoliose
em “S”
30%
Segundo Posenti:
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Avaliação da Rotação
do Corpo Vertebral
Nash - Moe
Mazzola & Zaparoli
Fábio Mazzola
Avaliação da Rotação do Corpo
Vertebral
Perdriolle
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
A Medida das Curvas
Uma curva escoliótica é delimitada por
duas vértebras limites e uma ou duas
apicais.
Vértebras Limites ou Terminais;
Vértebra Ápice ou Apical;
Vértebra de Transição (Neutra).
Mazzola & Zaparoli
Mazzola & Zaparoli
Bending - test
R = 1 -
Ângulo Cobb em bending
__________________________________
Ângulo Cobb
Mazzola & Zaparoli
As Indicações
Terapêuticas
 Tratamento Cirúrgico.
 Tratamento Ortopédico com Protetores.
 Tratamento Cinesioterápico.
Fábio Mazzola
O Tratamento Cinesioterápico
 Ganho de flexibilidade;
 Favorecer a redução da curva;
 Desacelerar a evolução da curva;
 Reequilíbrio das massas paravertebrais;
 Efetuar uma reeducação neuromuscular;
 Criar automatismos subseqüentes;
 Oferecer meios de manutenção;
 Integração da correção postural.
Fábio Mazzola
Cinesioterapia Respiratória
Conscientização em 3 tempos;
Co – Contração Abdominal;
Estimulação Costal.
Fábio Mazzola
Iliopsoas
Contração Isométrica
(Excêntrica) do
Iliopsoas do lado da
concavidade lombar.
Técnicas NeuromuscularesTécnicas Neuromusculares
Fábio Mazzola
Latíssimo do Dorso
Contração Isométrica
(Excêntrica) do
Latíssimo do Dorso do
lado da convexidade
torácica.
Técnicas NeuromuscularesTécnicas Neuromusculares
Fábio Mazzola
Peitoral Maior
Contração Isométrica
(Excêntrica) do Peitoral
Maior do lado da
concavidade torácica.
Técnicas NeuromuscularesTécnicas Neuromusculares
Fábio Mazzola
Quadrado Lombar
Contração Isométrica
(Excêntrica) do
Quadrado Lombar do
lado da concavidade
lombar.
Técnicas NeuromuscularesTécnicas Neuromusculares
Fábio Mazzola
Liberação Miofascial
Fábio Mazzola
Liberação Miofascial
Reeducação Postural Global
Fábio Mazzola
www.mazzolaezaparoli.cowww.mazzolaezaparoli.co
m.brm.br
www.mazzolaezaparoli.cowww.mazzolaezaparoli.co
m.brm.br
f.mazzola@uol.com.brf.mazzola@uol.com.brf.mazzola@uol.com.brf.mazzola@uol.com.br
Face: RPG Mazzola eFace: RPG Mazzola e
ZaparoliZaparoli
Face: RPG Mazzola eFace: RPG Mazzola e
ZaparoliZaparoli

Aula Ministrada no Cintep com o tema RPG Avançado nas Escolioses

Notas do Editor

  • #25 Curvas primárias são mais rígidas, os corpos vertebrais são cuneiformes para frente criando a concavidade anterior; Curvas secundárias são flexíveis mas frágeis, os discos são cuneiformes para trás, formando a convexidade anterior, são as únicas a terem músculos inseridos nos corpos anteriormente. Vértebras de Transição: T1, T12 e L5. R= N ² + 1
  • #33 Figura 138 pág. 220 Tribastone
  • #45 Figura 142 pág. 226 Tribastone
  • #50 Figura 157 pág 245 Tribastone