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FISIOTERAPIA NAS
QUEIMADURAS
DEFINIÇÃO
Queimaduras são lesões dos tecidos
orgânicos em decorrência de trauma
de origem térmica resultante da
exposição a chamas, líquidos quentes,
superfícies quentes, frio, substâncias
químicas, radiação, atrito ou fricção.
(Guirro & Guirro, 2004)
ETIOLOGIA
 Queimaduras térmicas;
 Queimaduras químicas;
 Queimaduras elétricas;
 Queimaduras por radiação;
 Queimaduras por atrito;
 Outras.
ETIOLOGIA
 Queimaduras térmica
IMERSÃO EM ÁGUA QUENTE
ETIOLOGIA
 Queimaduras químicas
POR LIMÃO
ETIOLOGIA
 Queimaduras elétrica
DESCARGA DE FIO ELÉTRICO
RELÂMPAGO
ETIOLOGIA
 Queimaduras por radiação
RADIAÇÃO UV
 UVC – lesão direta no DNA; Filtrado pela camada de
ozônio.
 UVB – Penetra na camada basal da epiderme; Não é
completamente filtrado pela camada de ozônio. Raios
q/ queimam. Eritematoso e carcinogênico. Pico 10-
15hs.
 UVA – Penetra na derme e atua nos fibroblastos. Não
é filtrado pela camada de ozônio. Altera a síntese de
colágeno e elastina. Presente de 6:30 – 17:30.
INCIDÊNCIA
 Sexo masculino;
 Crianças até 6 anos;
 Líquidos aquecidos;
 Mulheres (91% - auto-
extermínio);
 Homens (17 à 30 anos
– líq. inflamáveis)
MANIFESTAÇÕES LOCAIS
 Não eliminação de toxinas (não há suor)
 Formação de substâncias tóxicas
 Dor intensa que pode levar ao choque
 Perda de líquidos corporais
 Destruição de tecidos
 Infecção
CLASSIFICAÇÃO DA GRAVIDADE
 Idade;
 Profundidade da lesão;
 Regiões afetadas;
 Agente causador;
 % da superfície afetada;
 Traumas associados
% DA ÁREA QUEIMADA
ÁREA ADULTO CRIANÇA
Cabeça e Pescoço 9% 21%
Membro superior D 9% 9%
Membro superior E 9% 9%
Tronco anterior 18% 18%
Tronco posterior 18% 18%
Genitália 1% 1%
Membro inferior D 18% 12%
Membro inferior E 18% 12%
% DA ÁREA QUEIMADA
CLASSIFICAÇÃO QTO A
PROFUNDIDADE
 1º GRAU
 2º GRAU
 3º GRAU
1º GRAU
- Epiderme
- S/ sangramento
- 3-4 dias p/ recuperar
- Hiperemia local
- Dor discreta
- S/ bolhas
- Sol e/ou água
aquecida
1º GRAU
2º GRAU
- Epiderme e parte da
derme
- 15 dias p/ renovar
- Bolhas ou flictenas
- Dor intensa
- Líquidos superaquecidos
3° GRAU
- Destruição das camadas
- Recuperação cirúrgica
- Aparência esbranquiçada
ou carbonizada
- Ausência de dor
- Incêndios graves,
queimaduras elétricas ou
térmicas
Classificação de acordo com a gravidade da
lesão pela American Burn Association
1.Mínima:
a. < 15% da espessura parcial da superfície corporal(10% em crianças).
b.< 2% da espessura plena da superfície corporal(não envolvendo olhos,
orelhas, face ou períneo).
2.Moderada:
a. Todas com 15-25% da superfície corporal(10-20% em crianças).
b. 2-10% da espessura total da superfície corporal(não envolvendo olhos
orelhas, face ou períneo).
3.Maior:
a. Todas > 25% de espessura da superfície corporal(20% em criança); ou
= a 10% da espessura total da superfície corporal.
b. Todas as queimaduras de face, olhos, orelhas, pés.
c.Todas as elétricas.
d.Todas por inalação.
e. Todas as queimaduras com fratura ou trauma tecidual importante.
f. Todas as queimaduras com grande risco, secundário a idade ou doença.
QUEIMADURA GRAVE
 De qualquer grau, que afetem mais de 25%
da superfície corporal;
 De terceiro grau que afetem mais de 10% da
superfície corporal;
 Complicadas com alteração respiratória;
 Todas as que afetam a face, mãos, pés e
partes genitais;
GRAVIDADE DA QUEIMADURA
GRAVIDADE DA QUEIMADURA
GRAVIDADE DA QUEIMADURA
QUEIMADURA GRAVE
 Queimaduras complicadas
associadas a fraturas ou lesões
graves dos tecidos moles;
 Queimaduras elétricas e
químicas profundas;
 As que afetam pacientes com
outras doenças (cardiopatia);
 As queimaduras em crianças e
idosos.
QUIMADURAS GRAVES
ALTERAÇÕES FISIOPATOLÓGICAS
 Crescimento de bactérias patogênicas;
 Supressão da função imune;
 Liberação de agentes vasoativos;
 Alterações vasculares (edema local e
trombose);
 Perda da capacidade de controlar a
temperatura corporal.
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS
 Aumento da permeabilidade capilar;
 Choque hipovolêmico;
 Hiperventilação e ↑ do consumo de O²;
 ↑ do metabolismo;
 ↓ da filtração glomerular.
FASES P/ CURA DAS LESÕES TÉRMICAS
1º. Eliminação de tecidos desvitalizados;
2º. Regeneração do tecido vascular e
conjuntivo;
3º. Epitelização;
4º. Retração (aproximação das bordas).
TRATAMENTO
INTERVENÇÃO CIRÚRGICA
 Auto-enxerto
 Aloenxerto ou Homoenxerto
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AUTO - ENXERTO
SÍTIO DOADOR
LEITO RECEPTOR
XENOENXERTO
PELE DE RÃ
INTESTINO DELGADO
DE PORCO
TRATAMENTO
INTERVENÇÃO CIRÚRGICA
 Principais Problemas da Enxertia
- Coloração Alterada;
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- Edema;
- Infecções.
TRATAMENTO
FISIOTERAPIA PÓS ENXERTIA
 Cinesioterapia passiva ou ativa após 7-
10 dias pós enxertia;
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hipertrofia cicatricial.
FISIOTERAPIA
 AVALIAÇÃO
- Identificação;
- Patologias associadas e pregressas;
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causador, data e horário, traumas
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 AVALIAÇÃO
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 Obter uma ferida limpa para o
desenvolvimento da cicatrização e aplicação de
enxerto.
 Manter a ADM;
 Reduzir as contraturas cicatriciais;
 Impedir complicações pulmonares;
METAS DA FISIOTERAPIA
 Promover a independência na deambulação;
 Promover a independência nas AVD’s;
 Melhorar a resistência e a força
cardiovascular;
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preexistente à lesão por queimadura.
METAS DA FISIOTERAPIA
 Identificação e plano de conduta p/ cicatrizes
hipertróficas;
 Orientação domiciliar de exercícios p/
pacientes com pequenas queimaduras;
 Acompanhamento dos pacientes quanto a
manutenção do seu programa de exercícios;
METAS DA FISIOTERAPIA
 Orientação e adaptação dos pacientes quanto
ao uso de vestes compressivas;
 Tratamento pré e pós-operatório de pacientes
que demandam intervenções cirúrgicas;
 Acompanhamento e tratamento das sequelas
de queimaduras de mão, face, pescoço, tronco
e membros.
PREOCUPAÇÃO DA FISIOTERAPIA
 IMOBILIZAÇÃO DA PARTE LESIONADA
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 Broncodesobstrução;
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Queimaduras

  • 2. DEFINIÇÃO Queimaduras são lesões dos tecidos orgânicos em decorrência de trauma de origem térmica resultante da exposição a chamas, líquidos quentes, superfícies quentes, frio, substâncias químicas, radiação, atrito ou fricção. (Guirro & Guirro, 2004)
  • 3. ETIOLOGIA  Queimaduras térmicas;  Queimaduras químicas;  Queimaduras elétricas;  Queimaduras por radiação;  Queimaduras por atrito;  Outras.
  • 6. ETIOLOGIA  Queimaduras elétrica DESCARGA DE FIO ELÉTRICO RELÂMPAGO
  • 8. RADIAÇÃO UV  UVC – lesão direta no DNA; Filtrado pela camada de ozônio.  UVB – Penetra na camada basal da epiderme; Não é completamente filtrado pela camada de ozônio. Raios q/ queimam. Eritematoso e carcinogênico. Pico 10- 15hs.  UVA – Penetra na derme e atua nos fibroblastos. Não é filtrado pela camada de ozônio. Altera a síntese de colágeno e elastina. Presente de 6:30 – 17:30.
  • 9. INCIDÊNCIA  Sexo masculino;  Crianças até 6 anos;  Líquidos aquecidos;  Mulheres (91% - auto- extermínio);  Homens (17 à 30 anos – líq. inflamáveis)
  • 10. MANIFESTAÇÕES LOCAIS  Não eliminação de toxinas (não há suor)  Formação de substâncias tóxicas  Dor intensa que pode levar ao choque  Perda de líquidos corporais  Destruição de tecidos  Infecção
  • 11. CLASSIFICAÇÃO DA GRAVIDADE  Idade;  Profundidade da lesão;  Regiões afetadas;  Agente causador;  % da superfície afetada;  Traumas associados
  • 12. % DA ÁREA QUEIMADA ÁREA ADULTO CRIANÇA Cabeça e Pescoço 9% 21% Membro superior D 9% 9% Membro superior E 9% 9% Tronco anterior 18% 18% Tronco posterior 18% 18% Genitália 1% 1% Membro inferior D 18% 12% Membro inferior E 18% 12%
  • 13. % DA ÁREA QUEIMADA
  • 14. CLASSIFICAÇÃO QTO A PROFUNDIDADE  1º GRAU  2º GRAU  3º GRAU
  • 15. 1º GRAU - Epiderme - S/ sangramento - 3-4 dias p/ recuperar - Hiperemia local - Dor discreta - S/ bolhas - Sol e/ou água aquecida
  • 17. 2º GRAU - Epiderme e parte da derme - 15 dias p/ renovar - Bolhas ou flictenas - Dor intensa - Líquidos superaquecidos
  • 18. 3° GRAU - Destruição das camadas - Recuperação cirúrgica - Aparência esbranquiçada ou carbonizada - Ausência de dor - Incêndios graves, queimaduras elétricas ou térmicas
  • 19. Classificação de acordo com a gravidade da lesão pela American Burn Association 1.Mínima: a. < 15% da espessura parcial da superfície corporal(10% em crianças). b.< 2% da espessura plena da superfície corporal(não envolvendo olhos, orelhas, face ou períneo). 2.Moderada: a. Todas com 15-25% da superfície corporal(10-20% em crianças). b. 2-10% da espessura total da superfície corporal(não envolvendo olhos orelhas, face ou períneo). 3.Maior: a. Todas > 25% de espessura da superfície corporal(20% em criança); ou = a 10% da espessura total da superfície corporal. b. Todas as queimaduras de face, olhos, orelhas, pés. c.Todas as elétricas. d.Todas por inalação. e. Todas as queimaduras com fratura ou trauma tecidual importante. f. Todas as queimaduras com grande risco, secundário a idade ou doença.
  • 20. QUEIMADURA GRAVE  De qualquer grau, que afetem mais de 25% da superfície corporal;  De terceiro grau que afetem mais de 10% da superfície corporal;  Complicadas com alteração respiratória;  Todas as que afetam a face, mãos, pés e partes genitais;
  • 24. QUEIMADURA GRAVE  Queimaduras complicadas associadas a fraturas ou lesões graves dos tecidos moles;  Queimaduras elétricas e químicas profundas;  As que afetam pacientes com outras doenças (cardiopatia);  As queimaduras em crianças e idosos.
  • 26. ALTERAÇÕES FISIOPATOLÓGICAS  Crescimento de bactérias patogênicas;  Supressão da função imune;  Liberação de agentes vasoativos;  Alterações vasculares (edema local e trombose);  Perda da capacidade de controlar a temperatura corporal.
  • 27. ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS  Aumento da permeabilidade capilar;  Choque hipovolêmico;  Hiperventilação e ↑ do consumo de O²;  ↑ do metabolismo;  ↓ da filtração glomerular.
  • 28. FASES P/ CURA DAS LESÕES TÉRMICAS 1º. Eliminação de tecidos desvitalizados; 2º. Regeneração do tecido vascular e conjuntivo; 3º. Epitelização; 4º. Retração (aproximação das bordas).
  • 29. TRATAMENTO INTERVENÇÃO CIRÚRGICA  Auto-enxerto  Aloenxerto ou Homoenxerto  Xenoenxerto ou Heteroenxerto  Enxerto Temporário
  • 30. AUTO - ENXERTO SÍTIO DOADOR LEITO RECEPTOR
  • 32. TRATAMENTO INTERVENÇÃO CIRÚRGICA  Principais Problemas da Enxertia - Coloração Alterada; - Perda do Enxerto por trauma; - Edema; - Infecções.
  • 33. TRATAMENTO FISIOTERAPIA PÓS ENXERTIA  Cinesioterapia passiva ou ativa após 7- 10 dias pós enxertia;  Vestes compressivas – previne hipertrofia cicatricial.
  • 34. FISIOTERAPIA  AVALIAÇÃO - Identificação; - Patologias associadas e pregressas; - Identificação do tipo de acidente (agente causador, data e horário, traumas associados, etc.) - Data da internação; - Identificação da localização e profundidade da queimadura;
  • 35. FISIOTERAPIA  AVALIAÇÃO - Identificação do % da superfície corporal atingida e profundidade predominante; - Avaliação respiratória; - Avaliação articular e funcional; - Avaliação postural; - Avaliação das parestesias; - Avaliação do tônus e FM;
  • 36. FISIOTERAPIA  AVALIAÇÃO - Avaliação do psicológico; - Avaliação das feridas não cicatrizadas; - Avaliação do tipo de enxerto; - Avaliação das cicatrizes.
  • 37. METAS DA FISIOTERAPIA  Obter uma ferida limpa para o desenvolvimento da cicatrização e aplicação de enxerto.  Manter a ADM;  Reduzir as contraturas cicatriciais;  Impedir complicações pulmonares;
  • 38. METAS DA FISIOTERAPIA  Promover a independência na deambulação;  Promover a independência nas AVD’s;  Melhorar a resistência e a força cardiovascular;  Viabilizar o retorno do paciente a vida preexistente à lesão por queimadura.
  • 39. METAS DA FISIOTERAPIA  Identificação e plano de conduta p/ cicatrizes hipertróficas;  Orientação domiciliar de exercícios p/ pacientes com pequenas queimaduras;  Acompanhamento dos pacientes quanto a manutenção do seu programa de exercícios;
  • 40. METAS DA FISIOTERAPIA  Orientação e adaptação dos pacientes quanto ao uso de vestes compressivas;  Tratamento pré e pós-operatório de pacientes que demandam intervenções cirúrgicas;  Acompanhamento e tratamento das sequelas de queimaduras de mão, face, pescoço, tronco e membros.
  • 41. PREOCUPAÇÃO DA FISIOTERAPIA  IMOBILIZAÇÃO DA PARTE LESIONADA - Edema; - Rigidez Articular; - Imobilidade de tendões e músculos.
  • 42. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA FASES  INTERNAÇÃO  AMBULATORIO  COMPLEMENTAR ÀS CIRURGIAS RECURSOS  FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA  POSICIONAMENTO  MASSOTERAPIA  CINESIOTERAPIA  RECURSOS ELETRO-FOTO-TÉRMICOS
  • 43. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA  Broncodesobstrução;  Reexpansão pulmonar;  Reeducação da função muscular resp.;  Prevenção de deformidades torácicas.
  • 44. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA  DEFORMIDADES TORÁCICAS COMUNS: - Encouraçamento; - Retração unilateral do tronco associado à escoliose; - Retração anterior do tronco associada à cifose; - Formas mistas.
  • 45. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA POSTURAL ÓRTESES:  Colete Gessado c/ ombros abduzidos + rotação externa;  Imobilizador em oito para clavícula;  Posicionamento preventivo.
  • 46. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA POSTURAL EXERCÍCIOS:  Equilíbrio, coordenação e propriocepção;  Relaxamento de zonas contraídas e fortalecimento de musculatura hipotônica;  Reeducação Postural Global (RPG).
  • 47. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA MASSOTERAPIA  Massagem clássica  Drenagem linfática  Massagem transversa profunda Vacuoterapia
  • 48. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA CINESIOTERAPIA  ↓ Contraturas;  Fortalecimento Muscular;  Melhora da função cardiovascular;
  • 49. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA ELETROTERAPIA  Correntes de Média Freqüência – Hipertrofia;  Ultra-Som – formação de tecido de granulação;
  • 50. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA TERMOTERAPIA  Crioterapia - ↓ edema, bolhas e promove analgesia. Auxilia na cicatrização e alongamento do tec. Conjuntivo (+ tardia);  Ultravioleta – efeito bactericida;