O documento discute a evolução da política de saúde mental para crianças e adolescentes no Brasil, destacando a inclusão tardia dessa questão na agenda pública, que só começou a ganhar atenção no início do século XXI. A análise abrange mudanças históricas, sociais e legais que permitiram a transição de uma abordagem assistencialista para uma política que reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos com acesso a cuidados adequados. Finalmente, são apresentados avanços e desafios na implementação de uma rede de cuidados em saúde mental no país.