O documento aborda a complexidade do suicídio entre adolescentes, discutindo tanto fatores socioeconômicos quanto a medicalização como respostas inadequadas a essa questão. Destaca-se a influência de contextos culturais e a necessidade de repensar a prevenção, promovendo uma abordagem que considere a agência dos jovens e suas práticas de enfrentamento. Além disso, o texto critica a relação entre pesquisa em saúde mental e a indústria farmacêutica, sugerindo que intervenções devem se afastar de visões estereotipadas para oferecer um cuidado mais humano e contextualizado.