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DOENÇAS
DO
TRATO
GASTROINTESTINAL 1. ESTOMATITE
2. ESTOMATITE
AFTOSA
3. GASTRITE
4. COLITES
4. HEPATITE
5 .HEPATITE TÓXICA
6. COMA HEPÁTICA
7. CIRROSE HEPÁTICA
8. BIOPSIA HEPÁTICA
ESTOMATITE
ESTOMATITE
É um termo genérico para qualquer
inflamação da mucosa oral, podendo o
paciente apresentar sinais, sintomas e
evolução muito diversos, devido a seus vários
agentes causais como vírus (herpes),
bactérias, fungos, traumas, etc. Os sinais e
sintomas gerais são: dor, febre, mal-estar e
alterações da função oral
ESTOMATITE AFTOSA
ESTOMATITE AFTOSA
Aftas ou úlceras aftosas é a presença de
feridas pequenas, mas dolorosas (úlceras)
dentro da boca que normalmente começam
na infância e voltam com frequência. Lesões
bucais, estresse e algumas comidas podem
desencadear uma crise.
Diferente da herpes labial, a afta não
ocorre nos lábios, nem é contagiosa. O principal
sintoma é uma ferida dolorosa na boca que pode
dificultar a ingestão de alimentos e a fala.
A maioria das aftas desaparece por conta
própria dentro de uma ou duas semanas. Os
tratamentos, se necessários, incluem enxágues
bucais, pomadas e medicamentos.
CAUSAS
• Histórico familiar da doença;
• Infecção por vírus, como o vírus da herpes;
• Alterações hormonais, sendo isso mais comum
nas mulheres;
• Deficiências nutricionais, principalmente ácido
fólico (produção de células sanguíneas) e
vitamina B12 (mantendo a cognição e prevenindo a
degeneração das células);
• Alterações no sistema imune, como no caso de
doenças autoimune e AIDS, por exemplo;
Geralmente diagnosticável pela própria
pessoa. O principal sintoma é uma ferida
dolorosa na boca que pode dificultar a ingestão
de alimentos e a fala.
SINTOMAS
Outros sintomas que podem aparecer:
Dores locais: boca ou rosto
Também é comum: sensação de formigamento
ou vermelhidão
A maioria das aftas desaparece por conta
própria dentro de uma ou duas semanas. Os
tratamentos, se necessários, incluem enxágues
bucais, pomadas e medicamentos.
TRATAMENTO
Medicamentos:
Antisséptico tópico
Anestésico local
Corticoide
GASTRITE
Gastrites aguda
• É um processo inflamatório mucoso temporal que
pode ser assintomático ou ocasionar graus variáveis de dor
epigástrico, nauseas y vômitos.
• Nos casos mais graves, podem aparecer erosões
mucosas, úlceras, hemorragias, hematemeses, melenas ou,
com menos frequência, sangramentos massivos.
Micro e Macro
Gastrites crônica
Os sintomas e sinais associados a gastrites
crônica se caracterizam por serem menos graves e
mais persistentes que os associados a forma
aguda.
Pueden aparecer nauseas y mal-estar
abdominaiss altas, em ocasiões associadas a
vômitos, porém a hematemeses é rara. La causa
mais frequente de gastrites crônica é a infecção
pelo bacilo Helicobacter pylori.
A gastrites autoimunitária, é a causa mais
frequente de gastrites atrófica, representa menos
de 10% dos casos de gastrites crônica e é a forma
mais frequente nos pacientes naõ infectados por H.
pylori. Outras causas menos habituais são a
radioterapia e o refluxo crônico de bílis.
• Alteração de qualquer dos mecanismos
protetores ou de defesa da mucosa gástrica.
• Por exemplo, una redução de sínteses de mucina
nos idosos, se considera um fator que explica o
aumento da suscetibilidade a gastrites.
Etiopatogenia
• Os antiinflamatórios não esteroideos (AINE) podem
interferir na citoproteção que, em condições normais,
aportam as prostaglandinas ou reduzem a secreção de
bicarbonato, fatores que aumentam a suscetibilidade da
mucosa gástrica ante as agressões.
• A ingesta acidental ou por tentativa de suicídio de
substâncias químicas agressivas, sobre tudo ácidos ou
bases, também provoca uma lesão gástrica grave,
principalmente por dano direto do epitélio e das células qu
compõem a mucosa.
• As lesões celulares diretas também implicam nas gastrites
secundárias ao consumo excessivo de álcool e a
administração de AINE, radioterapia y quimioterapia.
Epidemiologia
A gastrites é uma enfermidade de elevada morbidade a nível
mundial e sua incidência varia nas diferentes regiões e países.
As três causas mais frequentes no mundo são:
• Infecção por H. pilory,
• AINES (AAS)
• Gastropatía aguda por stress.
COLITE
GENERALIDADES
ENFERMIDADES INFLAMATÓRIAS DO INTESTINO
DELGADO Y GROSSO
• A enfermidade inflamátoria intestinal (EII) é um trastorno
crônico provocado por uma ativação imunitária inadequada
na mucosa.
Dois são os tipos de processos fundamentais:
• Enfermedad de Crohn
• Colitis ulcerosa
CARACTERÍSTICAS
ENFERMIDADES INFLAMATÓRIAS DO INTESTINO
DELGADO E GROSSO
• Os lugares de afetação mais frequentes ao começo da
Enfermidade de Crohn são o íleon terminal, a válvula
ileocecal e o cego.
• A enfermidade afeta exclusivamente o intestino delgado em
40% dos casos; o cólon simultáneamente em 30% dos
pacientes, e nos demás casos se produz a afetação do cólon.
• A existência de múltiplas áreas separadas bem delimitadas da
enfermidade, que se associa a lesões salteadas, é típica da
Enfermidade de Crohn e ajuda a distinguí-la da Colite
Ulcerosa.
ETIOLOGIA – COLITIS ULCEROSA
• Se ignora a causa concreta da Colites Ulcerosa
• Hipótesis: Ingesta, predisposição genética e desenquilíbrio
entre os estados normalmente controlados
Fatores que pré-dispõe
• Dieta pobre em fibra, alergias alimentares, aditivos
alimentares, microorganismos infecciosos, período de
lactância materna breve.
• Tabagismo??
• Antecedentes familiares: Risco sólido
MACROSCOPIA – COLITES
ULCEROSA
• O mais frequente é a
inflamação da mucosa retal
que se extende até a zona
proximal do cólon.
• Limitada a reto e cólon,
lesão contínua, luz dilatada,
pseudopólipos, parede fina,
atrofia.
• Se observa uma
inflamação difusa da
mucosa com ulceração
focal, eritema e
granularidade. A medida
que progressa a
enfermidade, as erosões
da mucosa formam
úlceras lineares, deixando
islotes de mucosa
residual denominados
“seudopólipos”.
CLÍNICA – COLITIS ULCEROSA
• Diarreia noturna – pode cursar com crisis de diarréia
sanguinolenta com material mucoide, dor abdominal
baixo e cólicos.
• Retorragia (sangue ou moco).
• Perda de peso
• Anemia tipo perniciosa (má absorção de vitamina B12)
Fisiopatologia dos
Distúrbios Hepáticos
Icterícia
 A icterícia, ou pigmentação amarelada da pele e dos
tecidos profundos, resulta da presença de níveis
anormalmente elevados de bilirrubina no sangue.
 A icterícia torna-se evidente quando os níveis séricos de
bilirrubina ultrapassam 2 a 2,5 mg/dL.
Causas de Icterícia
 Destruição excessiva dos eritrócitos
 Redução da captação de bilirrubina pelas células
hepáticas
 Conjugação diminuída da bilirrubina
 Obstrução do fluxo biliar
Definição
 A hepatite é uma inflamação do fígado.
 Ela pode estar relacionada a diversas causas,
como o uso de alguns medicamentos, a
intoxicação por defensivos agrícolas, o
consumo excessivo de bebidas alcoólicas e a
contaminação por agentes infecciosos.
Hepatites virais
 Estes são os principais vírus causadores das hepatites na
espécie humana:
 Vírus da hepatite A – HAV
 Vírus da hepatite B – HBV
 Vírus da hepatite C – HCV
 Vírus da hepatite D – HDV
 Vírus da hepatite E – HEV
Principais formas de transmissão
 De acordo com suas principais formas de transmissão, os
vírus podem ser divididos em dois grupos:
 Vírus transmitidos por via fecal-oral
 Vírus transmitidos por sangue, contato sexual e
fluidos corporais (HBV, HCV e HDV)
 Os vírus das hepatites A, B e C são encontrados no
mundo inteiro, com predominância maior ou menor,
dependendo da região geográfica.
Manifestações clínicas
 Clinicamente, as hepatites provocadas por vírus podem se apresentar
de modo sintomático ou assintomático. Em geral, elas se apresentam
de modo assintomático.
 São sintomas frequentes:
 Falta de apetite
 Dor abdominal
 Náuseas e vômitos
 Icterícia
Manifestações clínicas
 Colúria (pigmento biliar na urina)
 Acolia (ausência de bilis). Sua característica mais
marcante é resultar em fezes brancas por falta de
estercobilina. A bile impedida de sair é reabsorvida
no sangue causando de pele amarelada e coceira.
 Febre
Prevenção
 A contaminação pode acontecer por diversos meios e
ainda não existem vacinas disponíveis para todos os
tipos de vírus causadores das hepatites virais. Assim, as
formas de prevenção devem ir além das imunizações.
Para proteger-se, a pessoa precisa:
 Usar preservativo nas relações sexuais
 Não compartilhar seringas, agulhas ou objetos
pérfuro cortantes
Prevenção
 Não compartilhar objetos de higiene pessoal tais
como escovas de dentes, lâminas de barbear e
materiais de manicure
 Consumir somente água potável
 Higienizar alimentos antes de consumi-los
Hepatites virais imunopreveníveis
 As hepatites A e B são doenças imunopreveníveis, ou
seja, elas podem ser evitadas por meio de vacinas que
estão previstas no calendário nacional de imunização do
SUS.
 As hepatites C e E, entretanto, ainda não são
imunopreveníveis, pois até agora não foi desenvolvida
uma vacina para essas infecções.
 A hepatite D, causada pelo vírus Delta, é evitada pela
mesma vacina da hepatite B.
Cirrose Hepática
Cirrose
 A cirrose representa o estágio final da doença hepática
crônica, em que grande parte do tecido hepático
funcional foi substituída por tecido fibroso.
 Alcoolismo, hepatite virai, reações tóxicas a fármacos e
substâncias químicas, obstrução biliar e EHNA.
 Hemocromatose (doença genética causada por
alterações no metabolismo do ferro, o que leva ao
aumento da absorção intestinal e acumulação
progressiva deste em diferentes órgãos
 Doença de Wilson (distúrbio do metabolismo do cobre que pode
cursar com alterações hepáticas, neurológicas e psiquiátricas)
Cirrose
 A cirrose caracteriza-se por fibrose difusa e conversão
da arquitetura normal do fígado em nódulos que contêm
hepatócitos em proliferação circundados por fibrose.
 O tecido fibroso que substitui o tecido hepático
normalmente funcional forma faixas constritivas que
interrompem o fluxo nos canais vasculares e sistemas de
ductos biliares do fígado.
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  • 1. DOENÇAS DO TRATO GASTROINTESTINAL 1. ESTOMATITE 2. ESTOMATITE AFTOSA 3. GASTRITE 4. COLITES 4. HEPATITE 5 .HEPATITE TÓXICA 6. COMA HEPÁTICA 7. CIRROSE HEPÁTICA 8. BIOPSIA HEPÁTICA
  • 3. ESTOMATITE É um termo genérico para qualquer inflamação da mucosa oral, podendo o paciente apresentar sinais, sintomas e evolução muito diversos, devido a seus vários agentes causais como vírus (herpes), bactérias, fungos, traumas, etc. Os sinais e sintomas gerais são: dor, febre, mal-estar e alterações da função oral
  • 4.
  • 6. ESTOMATITE AFTOSA Aftas ou úlceras aftosas é a presença de feridas pequenas, mas dolorosas (úlceras) dentro da boca que normalmente começam na infância e voltam com frequência. Lesões bucais, estresse e algumas comidas podem desencadear uma crise.
  • 7. Diferente da herpes labial, a afta não ocorre nos lábios, nem é contagiosa. O principal sintoma é uma ferida dolorosa na boca que pode dificultar a ingestão de alimentos e a fala. A maioria das aftas desaparece por conta própria dentro de uma ou duas semanas. Os tratamentos, se necessários, incluem enxágues bucais, pomadas e medicamentos.
  • 8. CAUSAS • Histórico familiar da doença; • Infecção por vírus, como o vírus da herpes; • Alterações hormonais, sendo isso mais comum nas mulheres;
  • 9. • Deficiências nutricionais, principalmente ácido fólico (produção de células sanguíneas) e vitamina B12 (mantendo a cognição e prevenindo a degeneração das células); • Alterações no sistema imune, como no caso de doenças autoimune e AIDS, por exemplo;
  • 10. Geralmente diagnosticável pela própria pessoa. O principal sintoma é uma ferida dolorosa na boca que pode dificultar a ingestão de alimentos e a fala. SINTOMAS Outros sintomas que podem aparecer: Dores locais: boca ou rosto Também é comum: sensação de formigamento ou vermelhidão
  • 11. A maioria das aftas desaparece por conta própria dentro de uma ou duas semanas. Os tratamentos, se necessários, incluem enxágues bucais, pomadas e medicamentos. TRATAMENTO Medicamentos: Antisséptico tópico Anestésico local Corticoide
  • 13. Gastrites aguda • É um processo inflamatório mucoso temporal que pode ser assintomático ou ocasionar graus variáveis de dor epigástrico, nauseas y vômitos. • Nos casos mais graves, podem aparecer erosões mucosas, úlceras, hemorragias, hematemeses, melenas ou, com menos frequência, sangramentos massivos.
  • 15. Gastrites crônica Os sintomas e sinais associados a gastrites crônica se caracterizam por serem menos graves e mais persistentes que os associados a forma aguda. Pueden aparecer nauseas y mal-estar abdominaiss altas, em ocasiões associadas a vômitos, porém a hematemeses é rara. La causa mais frequente de gastrites crônica é a infecção pelo bacilo Helicobacter pylori.
  • 16. A gastrites autoimunitária, é a causa mais frequente de gastrites atrófica, representa menos de 10% dos casos de gastrites crônica e é a forma mais frequente nos pacientes naõ infectados por H. pylori. Outras causas menos habituais são a radioterapia e o refluxo crônico de bílis.
  • 17. • Alteração de qualquer dos mecanismos protetores ou de defesa da mucosa gástrica. • Por exemplo, una redução de sínteses de mucina nos idosos, se considera um fator que explica o aumento da suscetibilidade a gastrites. Etiopatogenia
  • 18. • Os antiinflamatórios não esteroideos (AINE) podem interferir na citoproteção que, em condições normais, aportam as prostaglandinas ou reduzem a secreção de bicarbonato, fatores que aumentam a suscetibilidade da mucosa gástrica ante as agressões. • A ingesta acidental ou por tentativa de suicídio de substâncias químicas agressivas, sobre tudo ácidos ou bases, também provoca uma lesão gástrica grave, principalmente por dano direto do epitélio e das células qu compõem a mucosa.
  • 19. • As lesões celulares diretas também implicam nas gastrites secundárias ao consumo excessivo de álcool e a administração de AINE, radioterapia y quimioterapia.
  • 20. Epidemiologia A gastrites é uma enfermidade de elevada morbidade a nível mundial e sua incidência varia nas diferentes regiões e países. As três causas mais frequentes no mundo são: • Infecção por H. pilory, • AINES (AAS) • Gastropatía aguda por stress.
  • 22. GENERALIDADES ENFERMIDADES INFLAMATÓRIAS DO INTESTINO DELGADO Y GROSSO • A enfermidade inflamátoria intestinal (EII) é um trastorno crônico provocado por uma ativação imunitária inadequada na mucosa. Dois são os tipos de processos fundamentais: • Enfermedad de Crohn • Colitis ulcerosa
  • 23. CARACTERÍSTICAS ENFERMIDADES INFLAMATÓRIAS DO INTESTINO DELGADO E GROSSO • Os lugares de afetação mais frequentes ao começo da Enfermidade de Crohn são o íleon terminal, a válvula ileocecal e o cego. • A enfermidade afeta exclusivamente o intestino delgado em 40% dos casos; o cólon simultáneamente em 30% dos pacientes, e nos demás casos se produz a afetação do cólon. • A existência de múltiplas áreas separadas bem delimitadas da enfermidade, que se associa a lesões salteadas, é típica da Enfermidade de Crohn e ajuda a distinguí-la da Colite Ulcerosa.
  • 24. ETIOLOGIA – COLITIS ULCEROSA • Se ignora a causa concreta da Colites Ulcerosa • Hipótesis: Ingesta, predisposição genética e desenquilíbrio entre os estados normalmente controlados Fatores que pré-dispõe • Dieta pobre em fibra, alergias alimentares, aditivos alimentares, microorganismos infecciosos, período de lactância materna breve. • Tabagismo?? • Antecedentes familiares: Risco sólido
  • 25. MACROSCOPIA – COLITES ULCEROSA • O mais frequente é a inflamação da mucosa retal que se extende até a zona proximal do cólon. • Limitada a reto e cólon, lesão contínua, luz dilatada, pseudopólipos, parede fina, atrofia.
  • 26. • Se observa uma inflamação difusa da mucosa com ulceração focal, eritema e granularidade. A medida que progressa a enfermidade, as erosões da mucosa formam úlceras lineares, deixando islotes de mucosa residual denominados “seudopólipos”.
  • 27. CLÍNICA – COLITIS ULCEROSA • Diarreia noturna – pode cursar com crisis de diarréia sanguinolenta com material mucoide, dor abdominal baixo e cólicos. • Retorragia (sangue ou moco). • Perda de peso • Anemia tipo perniciosa (má absorção de vitamina B12)
  • 29. Icterícia  A icterícia, ou pigmentação amarelada da pele e dos tecidos profundos, resulta da presença de níveis anormalmente elevados de bilirrubina no sangue.  A icterícia torna-se evidente quando os níveis séricos de bilirrubina ultrapassam 2 a 2,5 mg/dL.
  • 30.
  • 31. Causas de Icterícia  Destruição excessiva dos eritrócitos  Redução da captação de bilirrubina pelas células hepáticas  Conjugação diminuída da bilirrubina  Obstrução do fluxo biliar
  • 32.
  • 33. Definição  A hepatite é uma inflamação do fígado.  Ela pode estar relacionada a diversas causas, como o uso de alguns medicamentos, a intoxicação por defensivos agrícolas, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e a contaminação por agentes infecciosos.
  • 34.
  • 35. Hepatites virais  Estes são os principais vírus causadores das hepatites na espécie humana:  Vírus da hepatite A – HAV  Vírus da hepatite B – HBV  Vírus da hepatite C – HCV  Vírus da hepatite D – HDV  Vírus da hepatite E – HEV
  • 36. Principais formas de transmissão  De acordo com suas principais formas de transmissão, os vírus podem ser divididos em dois grupos:  Vírus transmitidos por via fecal-oral  Vírus transmitidos por sangue, contato sexual e fluidos corporais (HBV, HCV e HDV)  Os vírus das hepatites A, B e C são encontrados no mundo inteiro, com predominância maior ou menor, dependendo da região geográfica.
  • 37. Manifestações clínicas  Clinicamente, as hepatites provocadas por vírus podem se apresentar de modo sintomático ou assintomático. Em geral, elas se apresentam de modo assintomático.  São sintomas frequentes:  Falta de apetite  Dor abdominal  Náuseas e vômitos  Icterícia
  • 38. Manifestações clínicas  Colúria (pigmento biliar na urina)  Acolia (ausência de bilis). Sua característica mais marcante é resultar em fezes brancas por falta de estercobilina. A bile impedida de sair é reabsorvida no sangue causando de pele amarelada e coceira.  Febre
  • 39. Prevenção  A contaminação pode acontecer por diversos meios e ainda não existem vacinas disponíveis para todos os tipos de vírus causadores das hepatites virais. Assim, as formas de prevenção devem ir além das imunizações. Para proteger-se, a pessoa precisa:  Usar preservativo nas relações sexuais  Não compartilhar seringas, agulhas ou objetos pérfuro cortantes
  • 40. Prevenção  Não compartilhar objetos de higiene pessoal tais como escovas de dentes, lâminas de barbear e materiais de manicure  Consumir somente água potável  Higienizar alimentos antes de consumi-los
  • 41. Hepatites virais imunopreveníveis  As hepatites A e B são doenças imunopreveníveis, ou seja, elas podem ser evitadas por meio de vacinas que estão previstas no calendário nacional de imunização do SUS.  As hepatites C e E, entretanto, ainda não são imunopreveníveis, pois até agora não foi desenvolvida uma vacina para essas infecções.  A hepatite D, causada pelo vírus Delta, é evitada pela mesma vacina da hepatite B.
  • 43.
  • 44. Cirrose  A cirrose representa o estágio final da doença hepática crônica, em que grande parte do tecido hepático funcional foi substituída por tecido fibroso.  Alcoolismo, hepatite virai, reações tóxicas a fármacos e substâncias químicas, obstrução biliar e EHNA.  Hemocromatose (doença genética causada por alterações no metabolismo do ferro, o que leva ao aumento da absorção intestinal e acumulação progressiva deste em diferentes órgãos  Doença de Wilson (distúrbio do metabolismo do cobre que pode cursar com alterações hepáticas, neurológicas e psiquiátricas)
  • 45. Cirrose  A cirrose caracteriza-se por fibrose difusa e conversão da arquitetura normal do fígado em nódulos que contêm hepatócitos em proliferação circundados por fibrose.  O tecido fibroso que substitui o tecido hepático normalmente funcional forma faixas constritivas que interrompem o fluxo nos canais vasculares e sistemas de ductos biliares do fígado.  Hipertensão porta e insuficiência hepática
  • 47. “É parte da cura o desejo de ser curado.” (Sêneca)