O documento discute a importância do diagnóstico para elaboração de políticas públicas relacionadas à convivência familiar de crianças e adolescentes. Apresenta como exemplos o sistema socioeducativo para adolescentes em conflito com a lei e a situação dos abrigos. Defende que diagnósticos precisos fornecem subsídios para o aprimoramento das políticas, mas não são suficientes se não houver participação social.