O documento discute a educação popular no Brasil, seu pioneirismo na década de 1950 ligado à igreja e Paulo Freire, e como ela difere de educação informal. Também aborda como a educação popular mudou das práticas alternativas para estratégia de reorientação das políticas de saúde, quebrando o paradigma biomédico e valorizando a diversidade, intercomunicação e diálogo entre saberes popular e científico.