Marcos Operativos:  Educação em Saúde,  Ações Preventivas e Assistenciais Facilitadores: Ana Paula Nunes Jorge Luiz dos Santos de Souza Paola Piovenzano Soliz
Documentário:  Ilha das Flores Jorge Furtado-1989. Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. http://www.portacurtas.com.br
Que sociedade vivemos? E com produzimos saúde?
CONCEITOS Coletivo  Ética Político  Democracia  Poder  Humanização Sistema Equipe
EDUCAÇÃO Pressuposto:  Teoria do conhecimento (Sócio-Histórica) Base pedagógica (concepção de como as pessoas aprendem alguma coisa) Processo educativo/metodologia/técnicas
ALGUMAS CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS   Pedagogia de Transmissão; Pedagogia do Condicionamento e Pedagogia da Problematização. http://www.opas.org.br/rh/publicacoes/textos_apoio/pub04U2T5.pdf
EDUCAÇÃO Tem como objeto e instrumento o saber, o sentir, o pensar e o agir Toda relação humana é necessariamente uma relação pedagógica  DINÂMICA DA CAIXA
 
EDUCAÇÃO POPULAR Um jeito especial de conduzir o processo educativo no setor saúde;  No Brasil inicia como corpo teórico e prática social no final da década de 1950; Paulo Freire foi o pioneiro no trabalho de sistematização teórica da educação popular  (Livro: Pedagogia do Oprimido/1966).
EDUCAÇÃO POPULAR NÃO É O MESMO QUE EDUCAÇÃO INFORMAL; É uma estratégia de construção da participação popular no redirecionamento da vida social.
EDUCAÇÃO POPULAR Busca trabalhar pedagogicamente homens/mulheres e os grupos envolvidos no processo de participação popular, fomentando formas coletivas de aprendizado e investigação de modo a promover o crescimento da capacidade da análise crítica sobre a realidade e o aperfeiçoamento das estratégias de luta e enfrentamento.
EDUCAÇÃO POPULAR Vídeo Tenda Paulo Freire Reflexão:  Saúde e   Relação Comunitária. http://xa.yimg.com/kq/groups/17929366/2020584321/name/Vasconcelos+-+ED.popular+em+saude.pdf
PARA PENSAR   Curso Introdutório ACS, nível médio, ACD SUS CAMPO DE DISPUTA: para se efetivar como uma política pública; O SUS não tem como se concretizar, enquanto uma política pública, se ele não vier de mãos dadas com acumulações mais amplas, socialmente, no plano da Reforma do ESTADO.
Agir tecnológico  ↔  mundo das  Necessidades  =  ATO POLÍTICO (Esperamos que seja!) A FAVOR DA VIDA/ MORTE MENOS SOFRIDA
Podemos optar para que nosso ato vivo (trabalho em saúde) não produza ou não contribua para produzir morte? Nosso saber tecnológico é uma arma, para onde apontamos? Qual a opção que fazemos no cotidiano? Nos compreendemos como sujeitos políticos desse ato (trabalho em saúde) e em ato (cuidado em saúde)?
O que queremos? “ SUS mais democrático, justo e construtor da equidade social no direito a uma vida mais qualificada”.
TRABALHADOR (A) DO SUS Onde o SUS menos avançou/lugar frágil? Na implicação do trabalhador de saúde (TS) pois o TS não se posiciona como sujeito político ampliado; Como regra se posiciona como sujeitos políticos corporativos.
TRABALHADOR DO SUS Tese: “ Ainda não nos constituímos e não nos reconhecemos como sujeitos políticos de construção e consolidação do SUS”.  É isso mesmo? http://www.uff.br/saudecoletiva/professores/merhy/artigos-23.pdf
Operários- Tarsila do Amaral/1933.
http://theresidentis.blogspot.com/ [email_address]

Apresentação curso 4 coordenadoria

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    Marcos Operativos: Educação em Saúde, Ações Preventivas e Assistenciais Facilitadores: Ana Paula Nunes Jorge Luiz dos Santos de Souza Paola Piovenzano Soliz
  • 2.
    Documentário: Ilhadas Flores Jorge Furtado-1989. Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. http://www.portacurtas.com.br
  • 3.
    Que sociedade vivemos?E com produzimos saúde?
  • 4.
    CONCEITOS Coletivo Ética Político Democracia Poder Humanização Sistema Equipe
  • 5.
    EDUCAÇÃO Pressuposto: Teoria do conhecimento (Sócio-Histórica) Base pedagógica (concepção de como as pessoas aprendem alguma coisa) Processo educativo/metodologia/técnicas
  • 6.
    ALGUMAS CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS Pedagogia de Transmissão; Pedagogia do Condicionamento e Pedagogia da Problematização. http://www.opas.org.br/rh/publicacoes/textos_apoio/pub04U2T5.pdf
  • 7.
    EDUCAÇÃO Tem comoobjeto e instrumento o saber, o sentir, o pensar e o agir Toda relação humana é necessariamente uma relação pedagógica DINÂMICA DA CAIXA
  • 8.
  • 9.
    EDUCAÇÃO POPULAR Umjeito especial de conduzir o processo educativo no setor saúde; No Brasil inicia como corpo teórico e prática social no final da década de 1950; Paulo Freire foi o pioneiro no trabalho de sistematização teórica da educação popular (Livro: Pedagogia do Oprimido/1966).
  • 10.
    EDUCAÇÃO POPULAR NÃOÉ O MESMO QUE EDUCAÇÃO INFORMAL; É uma estratégia de construção da participação popular no redirecionamento da vida social.
  • 11.
    EDUCAÇÃO POPULAR Buscatrabalhar pedagogicamente homens/mulheres e os grupos envolvidos no processo de participação popular, fomentando formas coletivas de aprendizado e investigação de modo a promover o crescimento da capacidade da análise crítica sobre a realidade e o aperfeiçoamento das estratégias de luta e enfrentamento.
  • 12.
    EDUCAÇÃO POPULAR VídeoTenda Paulo Freire Reflexão: Saúde e Relação Comunitária. http://xa.yimg.com/kq/groups/17929366/2020584321/name/Vasconcelos+-+ED.popular+em+saude.pdf
  • 13.
    PARA PENSAR Curso Introdutório ACS, nível médio, ACD SUS CAMPO DE DISPUTA: para se efetivar como uma política pública; O SUS não tem como se concretizar, enquanto uma política pública, se ele não vier de mãos dadas com acumulações mais amplas, socialmente, no plano da Reforma do ESTADO.
  • 14.
    Agir tecnológico ↔ mundo das Necessidades = ATO POLÍTICO (Esperamos que seja!) A FAVOR DA VIDA/ MORTE MENOS SOFRIDA
  • 15.
    Podemos optar paraque nosso ato vivo (trabalho em saúde) não produza ou não contribua para produzir morte? Nosso saber tecnológico é uma arma, para onde apontamos? Qual a opção que fazemos no cotidiano? Nos compreendemos como sujeitos políticos desse ato (trabalho em saúde) e em ato (cuidado em saúde)?
  • 16.
    O que queremos?“ SUS mais democrático, justo e construtor da equidade social no direito a uma vida mais qualificada”.
  • 17.
    TRABALHADOR (A) DOSUS Onde o SUS menos avançou/lugar frágil? Na implicação do trabalhador de saúde (TS) pois o TS não se posiciona como sujeito político ampliado; Como regra se posiciona como sujeitos políticos corporativos.
  • 18.
    TRABALHADOR DO SUSTese: “ Ainda não nos constituímos e não nos reconhecemos como sujeitos políticos de construção e consolidação do SUS”. É isso mesmo? http://www.uff.br/saudecoletiva/professores/merhy/artigos-23.pdf
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