EDUCAÇÃO PARA A
SAÚDE
MARIA GORETTI FERNANDES
IZABELA SOUZA DA SILVA
 Em 1986: I Conferência Internacional sobre
Promoção da Saúde que resulta na CARTA DE
OTTAWA.
 Nessa Conferência a OMS e demais órgãos
internacionais decidiram que a educação para a
saúde não é da responsabilidade exclusiva dos
serviços de saúde; todos os setores são
responsáveis pela construção de um bem-estar
global.
HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO
PARA A SAÚDE
(Ruiz-Moreno et al., 2005)
 Um processo de capacitação da comunidade para
atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde,
incluindo uma maior participação no controle deste
processo.
A CARTA DE OTTAWA DEFINE PROMOÇÃO DA
SAÚDE COMO SENDO :
(WHO, 1986)
Binômio Educação x Saúde
 Ruiz-Moreno et al. (2005, p. 195), “o binômio
educação e saúde constitui práticas socialmente
produzidas em tempos e espaços históricos
definidos”.
 Para Mendes e Viana, citados por Ruiz-Moreno et al.
(2005), a “educação influencia e é influenciada
pelas condições de saúde, estabelecendo um
estreito contato com todos os movimentos de
inserção nas situações cotidianas em seus
complexos aspectos sociais, políticos, econômicos,
culturais, dentre outros”.
RELAÇÃO DIALÉTICA
 Não existe dicotomia entre educação e
saúde e que ambas estão em uma
relação dialética contribuindo para a
integralidade do ser humano.
EDUCAÇÃO X SAÚDE
(VASCONCELOS et al., 2009)
A PRÁTICA EDUCATIVA EM
SAÚDE :
 Atua no desenvolvimento de capacidades
individuais e coletivas;
 Visa a melhoria da qualidade de vida e da saúde
da comunidade assistida;
 Tem como princípio norteador a Política Nacional
de Promoção da Saúde;
 Reforça que a educação e a saúde são práticas
sociais inseparáveis e interdependentes que
sempre estiveram articuladas;
 São elementos fundamentais no processo de
trabalho dos profissionais da saúde.
(BUSS, 1999)
A Educação em Saúde
 A) Educação permanente em saúde como política
norteadora dos processos educativos contínuos nos
diferentes arranjos assistenciais do SUS, com suas
diversas denominações (capacitações,
treinamentos, cursos, atualizações, aperfeiçoamento
entre outros);
 B) Educação popular em saúde, que reconhece
que os saberes são construídos diferentemente e,
por meio da interação entre sujeitos, esses saberes
se tornam comuns ao serem compartilhados;
No contexto dos serviços de Saúde Pública tem
dimensões importantes a serem tratadas :
(GONÇALVES et al., 2008)
O Contexto Atual
 A Saúde e a educação buscam caminhos
para construir um sujeito em estado de
permanente aprendizagem, aprendendo
a aprender, aprendendo a ensinar e
ensinando a aprender, conspirando para o
contexto da qualificação das práticas de
saúde do SUS.
(ANASTASIOU, 2007; VASCONCELOS et al., 2009)
SAIBA MAIS ...
 Lei 8.080 - Dispõe sobre a criação e as funções
das Comissões Permanentes de Integração entre
Ensino e Serviços de Saúde.
Link:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/progestore
s/leg_sus.pdf
CONSIDERAÇÕES FINAIS
 Desse modo, através de Ações de Educação
para a Saúde que o indivíduo pode tomar
decisões conscientes sobre o que são as suas
escolhas mais saudáveis, promovendo assim
ações para uma vida saudável e participando de
forma ativa e responsável no processo
educativo.
Referências Bibliográficas
 ANASTASIOU, L. G. C. Ensinar, aprender, apreender e processos
de ensinagem. In: ______ (Org.); ALVES, L. P. Processos de
ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de
trabalho em aula. 7. ed. Joinville: Univille, 2007.
 BUSS, P. M. Promoção e educação em saúde no âmbito da Escola
de Governo em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública. Cad.
Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, sup. 2, p. 177-185, 1999.
 GONÇALVES, M. C. et al. Educação permanente em saúde:
dispositivo para a qualificação da Estratégia Saúde da Família.
Belém: UFPA, 2008.
 RUIZ-MORENO et al. Jornal Vivo: relato de uma experiência de
ensino-aprendizagem na área da saúde. Interface, v. 9, n.16, p. 195-
204, 2005.
 VASCONCELOS, M. et al. Módulo 4: práticas pedagógicas em
atenção básica a saúde. Tecnologias para abordagem ao indivíduo,
família e comunidade. Belo Horizonte: Editora UFMG – Nescon
MARIA GORETTI FERNANDES
E-MAIL:profadragoretti@gmail.com
IZABELA SOUZA DA SILVA
E-MAIL : izabellapsi100@gmail.com

Aula Educação para a saúde.pptx

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    EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE MARIAGORETTI FERNANDES IZABELA SOUZA DA SILVA
  • 2.
     Em 1986:I Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde que resulta na CARTA DE OTTAWA.  Nessa Conferência a OMS e demais órgãos internacionais decidiram que a educação para a saúde não é da responsabilidade exclusiva dos serviços de saúde; todos os setores são responsáveis pela construção de um bem-estar global. HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE (Ruiz-Moreno et al., 2005)
  • 3.
     Um processode capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo. A CARTA DE OTTAWA DEFINE PROMOÇÃO DA SAÚDE COMO SENDO : (WHO, 1986)
  • 4.
    Binômio Educação xSaúde  Ruiz-Moreno et al. (2005, p. 195), “o binômio educação e saúde constitui práticas socialmente produzidas em tempos e espaços históricos definidos”.  Para Mendes e Viana, citados por Ruiz-Moreno et al. (2005), a “educação influencia e é influenciada pelas condições de saúde, estabelecendo um estreito contato com todos os movimentos de inserção nas situações cotidianas em seus complexos aspectos sociais, políticos, econômicos, culturais, dentre outros”.
  • 5.
    RELAÇÃO DIALÉTICA  Nãoexiste dicotomia entre educação e saúde e que ambas estão em uma relação dialética contribuindo para a integralidade do ser humano. EDUCAÇÃO X SAÚDE (VASCONCELOS et al., 2009)
  • 6.
    A PRÁTICA EDUCATIVAEM SAÚDE :  Atua no desenvolvimento de capacidades individuais e coletivas;  Visa a melhoria da qualidade de vida e da saúde da comunidade assistida;  Tem como princípio norteador a Política Nacional de Promoção da Saúde;  Reforça que a educação e a saúde são práticas sociais inseparáveis e interdependentes que sempre estiveram articuladas;  São elementos fundamentais no processo de trabalho dos profissionais da saúde. (BUSS, 1999)
  • 7.
    A Educação emSaúde  A) Educação permanente em saúde como política norteadora dos processos educativos contínuos nos diferentes arranjos assistenciais do SUS, com suas diversas denominações (capacitações, treinamentos, cursos, atualizações, aperfeiçoamento entre outros);  B) Educação popular em saúde, que reconhece que os saberes são construídos diferentemente e, por meio da interação entre sujeitos, esses saberes se tornam comuns ao serem compartilhados; No contexto dos serviços de Saúde Pública tem dimensões importantes a serem tratadas : (GONÇALVES et al., 2008)
  • 8.
    O Contexto Atual A Saúde e a educação buscam caminhos para construir um sujeito em estado de permanente aprendizagem, aprendendo a aprender, aprendendo a ensinar e ensinando a aprender, conspirando para o contexto da qualificação das práticas de saúde do SUS. (ANASTASIOU, 2007; VASCONCELOS et al., 2009)
  • 9.
    SAIBA MAIS ... Lei 8.080 - Dispõe sobre a criação e as funções das Comissões Permanentes de Integração entre Ensino e Serviços de Saúde. Link: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/progestore s/leg_sus.pdf
  • 10.
    CONSIDERAÇÕES FINAIS  Dessemodo, através de Ações de Educação para a Saúde que o indivíduo pode tomar decisões conscientes sobre o que são as suas escolhas mais saudáveis, promovendo assim ações para uma vida saudável e participando de forma ativa e responsável no processo educativo.
  • 11.
    Referências Bibliográficas  ANASTASIOU,L. G. C. Ensinar, aprender, apreender e processos de ensinagem. In: ______ (Org.); ALVES, L. P. Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 7. ed. Joinville: Univille, 2007.  BUSS, P. M. Promoção e educação em saúde no âmbito da Escola de Governo em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, sup. 2, p. 177-185, 1999.  GONÇALVES, M. C. et al. Educação permanente em saúde: dispositivo para a qualificação da Estratégia Saúde da Família. Belém: UFPA, 2008.  RUIZ-MORENO et al. Jornal Vivo: relato de uma experiência de ensino-aprendizagem na área da saúde. Interface, v. 9, n.16, p. 195- 204, 2005.  VASCONCELOS, M. et al. Módulo 4: práticas pedagógicas em atenção básica a saúde. Tecnologias para abordagem ao indivíduo, família e comunidade. Belo Horizonte: Editora UFMG – Nescon
  • 12.
    MARIA GORETTI FERNANDES E-MAIL:profadragoretti@gmail.com IZABELASOUZA DA SILVA E-MAIL : izabellapsi100@gmail.com