“Uma abordagem
pedagógica
Diferenciada para o
componente
educativo”
Prof.ª Ma. Dayane Camelo
Silva
“ Muitas vezes, na prática, a educação tem sido
considerada apenas como divulgação,
transmissão de conhecimentos e informações, de
forma fragmentada e, muitas vezes, distante da
realidade de vida da população ou indivíduo”.
“O fim da ação educativa é desenvolver no
indivíduo e no grupo a capacidade de
analisar criticamente a sua realidade; de
decidir ações conjuntas para resolver
problemas e modificar situações; de
organizar e realizar a ação, e de avaliá-la
com espírito crítico”.
Algumas das principais ações envolvem informar a população
por meio da distribuição de folhetos; cartazes; palestras;
campanhas, exposições e outros ...
“As mudanças no sentido de ter, manter e reivindicar por
saúde ocorrem quando o indivíduo, os grupos populares e a
equipe de saúde participam.
A discussão, a reflexão crítica, a partir de um dado
conhecimento sobre saúde/doença, suas causas e
consequências, permitem que se chegue a uma concepção
mais elaborada acerca do que determina a existência de
uma doença e como resolver os problemas para modificar
aquela realidade”.
Questões de fundo
 Estarão as práticas educativas dos Programas de Vigilância e Controle
das doenças transmitidas por vetores, cumprindo o seu papel de prevenir,
proteger e impedir a transmissão destas doenças ?
 Como estimular as práticas educativas para o cuidado da saúde e o
ambiente em áreas de lazer, trabalho, moradia, porém de risco?
 Como articular as temáticas de educação em saúde, educação ambiental,
comunicação, mobilização e promoção da saúde?
“ Na prática, muitas vezes, educação tem sido
um ato considerado apenas como um ato de
divulgação de informações, de forma
fragmentada e distante da realidade de vida da
população”.
“É sempre bom lembrar que a ação educativa
não deve ser um processo de condicionamento
para que as pessoas aceitem, sem perguntar, as
orientações que lhes são passadas”.
“A simples informação ou divulgação ou transmissão de conhecimento
de como ter saúde ou evitar uma doença, por si só, não vão
contribuir para que a população seja mais sadia e nem é fator que
possa contribuir para mudanças desejáveis para melhoria da
qualidade de vida da população”.
FESIMA, 1988
As recomendações enfrentam barreiras socioeconômicas e culturais que
dificultam e/ou restringem a ação educativa.
• Não acumule inservíveis.
• (São inservíveis pra quem?)
• Dê um destino adequado aos pneus e ao lixo.
• (A coleta é adequada e regular?)
• Não pescar em áreas com infestação de carrapatos.
• (Vou a um pesqueiro com minha família, lá estaremos
protegidos? É um local de lazer, ou não é?)
• Não acumular água em tonel.
• (Faltará água, o que posso fazer?)
• Não andar no esgoto.
• (Que providencias do governo teremos?)
• Não comer: gorduras, açúcar, sal, refrigerantes.
• (Quais são as alternativas a baixo custo?)
• Não deixar água parada, cuidado com a dengue!
• (E a água “benta” e de “santo”, pode?
etc...
Existem várias maneiras de entender e fazer
Educação, Comunicação e
Mobilização
• COMO ACONTECEM ESSAS PRÁTICAS ?
• O QUE ESTÁ POR TRÁS DELAS ?
EDUCAÇÃO: CONCEITOS
“Educar é tornar o indivíduo livre. O importante é a valorização
do processo educativo. Devemos educar as pessoas para serem
cidadãos transformadores da sua realidade” (FREIRE,1986).
“... a realidade deve ser decifrada e reinventada a cada
momento. Neste sentido, a verdadeira educação é um ato
dinâmico e permanente de conhecimento centrado na descoberta,
análise e transformação da realidade...” (BRANDÃO,1988).
“A Educação é um processo político, somente um homem crítico
pode pensar sobre a realidade e transformá-la, num caminho
para a conquista da autonomia, que não pode ser imposta ou
concedida, mas sim conquistada” (DEMO, 2002).
Esta opção pedagógica valoriza sobretudo os
conteúdos educativos, isto é, os conhecimentos
e valores a serem transmitidos, e pode ser
chamada de educação tradicional ou pedagogia
de transmissão.
Esta pedagogia parte do princípio de que as
ideias e os conhecimentos são os principais
fatores da educação, e portanto, as
experiências de ensino e aprendizagem que a
população deve vivenciar é a de receber
informações.
A relação com o “educador” é passiva e
paternalista.
Aos aprendizes, o objeto da educação, cabe
receber informações, repetir, decorar e assim,
aprender o que foi abordado.
MODELO DE EDUCAÇÃO
TRADICIONAL:
Tem o ênfase nos CONTEÚDOS
Objetivos: ensinar e transmitir
Educadores de Saúde Pública
Turma de formandos de 1931
MODELO PARTICIPATIVO
Ênfase no PROCESSO
Esta pedagogia, chamada por alguns
autores de problematizadora ou
libertadora. Parte do princípio de que o
importante não são os conhecimentos ou
as ideias, nem os comportamentos
corretos e fiéis ao esperado, mas o
aumento da capacidade das pessoas e
grupos para detectar problemas reais e
buscar soluções originais e criativas.
Objetivos:
Pensar,
Refletir,
Transformar,
Transformar-se
SABER TÉCNICO E O
SABER POPULAR?
"O conhecimento é socialmente
construído e a sua reconstrução é uma
ação coletiva que contém o individual”.
Assim, tanto o saber técnico como o
saber popular podem contribuir para a
construção do conhecimento que irá
fazer o enfrentamento de uma
situação problema”.
(CEPIS, 1985)
Uma maneira de perceber se
uma atividade educativa está de
acordo com uma proposta de
educação participativa e
transformadora é descobrir para
que ela serve.
Assim, vamos analisar as atividades
de Educação, Comunicação e
Mobilização voltados aos temas de
Saúde.
Como são geralmente desenvolvidas
as ações educativas nos serviços de
saúde?
REPENSANDO
A PRÁTICA
EDUCATIVA
Vamos seguir...
Cuide da Saúde!
Tome banho!
Tome remédio!
Lave as mãos!
Ande calçado!
Não tome banho na lagoa!
Não deixe água parada!
Use camisinha!
Durma 8 horas por dia !
Alimente-se de frutas e
verduras,
bem lavadas!
Cuidar como?
Buscar água onde?
Remédio, camisinha, e o custo?
Como desinfetar alimentos?
Porque devo dormir bem, comer bem,
andar calçado?
Quem me atende quando preciso?
Questões impostas pelas normas de saúde
& as dúvidas da população
REPENSANDO
A PRÁTICA
EDUCATIVA
Se a ação que se espera da população, quanto aos temas
relacionados a saúde, é para que hajam ações
coordenadas em prol da melhoria de condições de saúde
para assim evitar as doenças...
Então, é a partir do estímulo à participação popular que
deve-se estimular uma ação positiva à saúde. Ou seja,
experiências exitosas do processo educativo
participativo demonstram que deve-se valorizar que a
própria comunidade promova a observação grupal da
realidade de saúde para buscar soluções conjuntas
destas problemáticas.
Para isto, é necessário a aplicação do chamado processo
pedagógico dialógico, ou seja, pautado pelo diálogo, pela
participação e ajuda mútua.
A Educação visa uma AÇÃO COLETIVA e deve-se dar
condições aos indivíduos de discutir e se organizar para
enfrentar os problemas concretos do dia a dia.
AÇÃO & PARTICIPAÇÃO
A melhor forma de se propiciar um processo
pedagógico participativo é entende-lo como um
processo dinâmico e em constante construção.
O Componente Educativo
Exemplos:
Para que se obtenham bons resultados do componente educativo que
integram as ações de vigilância das doenças transmitidas por
vetores, é importante que as estratégias de educação, comunicação
e mobilização sejam pautadas por processos participativos.
Que sejam executadas ações de forma planejadas para garantir o
envolvimento de vários públicos, como: gestores e profissionais de
saúde e principalmente, a população.
Deve-se estimular ações de promoção e proteção à saúde que visam
preparar os indivíduos para um enfrentamento futuro, antecedendo-
se a possíveis ocorrências de doenças.
• Promover os diferentes processos pedagógicos;
• Articular as diferentes temáticas de saúde;
• Aplicar as diferentes técnicas de grupo para estimular a participação;
• Adequar a aplicação de todo o arcabouço pedagógico na prática das ações
de vigilância e controle das doenças transmitidas por vetores; e
• Buscar a melhor opção de atuação de acordo com cada momento e cada
público.
• Promover ações que provoquem a alegria, o envolvimento e a participação
das pessoas e grupos.
O Componente Educativo Deve
PASSO A
PASSO
1) Definir o tema;
2) Estabelecer o Objetivo Geral que deve justificar o
motivo do projeto;
3) Definir o público ou a população alvo a ser trabalhada;
4) Descrição da localidade a ser trabalhada;
5) Objetivos específicos. Definir as ações que se quer
aplicar para cada objetivo;
6) Descrever as estratégias (técnicas) que serão
utilizadas;
7) Descrever os recursos materiais, humanos e financeiros;
8) Indicar os instrumentos avaliativos apropriados para
cada tipo de ação;
9) Acompanhar a execução das ações com roteiro de
acompanhamento e observação visando anotar os
procedimentos para readequações, se necessário;
10) Definir a equipe de trabalho e responsabilidades;
11) Definir um cronograma de trabalho;
12) Delinear as formas de divulgação interna e externas;
13) Readequar as estratégias, quando necessário;
14) Retornar as informações aos atores envolvidos; e
15) Divulgar relatórios técnicos às chefias superiores.
MODELO DE AVALIAÇÃO
ATIVIDADES DA SEMANA DE MOBILIZAÇÃO
Exemplos de Ações de Mobilização
 Informes;
 Divulgação do tema em sites institucionais e entidades parceiras;
 Distribuição folhetos educativos;
 Teatro infantil;
 Maquetes, exposição com mostruários e orientação;
 Seminários técnicos;
 Atividade de informação casa a casa com agentes comunitários.
MATERIAIS
IMPRESSOS
ENCONTROS & RODAS DE
CONVERSAS
ORIENTAÇÕES A PROFISSIONAIS DE
SAÚDE DE UNIDADES BASICAS DE
SAÚDE
Em que é preciso
Avançar?
COMPONENTE EDUCATIVO
1. Na execução de diagnósticos educativos: o que fazer? e quando fazer?
2. Planejar as ações:
a. Estabelecendo metas;
b. Implementando ações;
c. Acompanhando o cumprimento das ações, utilizando um instrumental
específico para isto;
d. Avaliando as dificuldades e as facilidades dos processos de educação,
comunicação e mobilização;
3. Promovendo ajustes das ações;
4. Melhorando os registros das ações, em números, quanto se faz?
5. Verificando a diversidade, os tipos de ações - o que se faz?
6. Implementando novas tecnologias e ferramentas ao processo de aprendizagem;
7. Utilizando diferentes metodologias a exemplo das educomunicativas;
8. Avaliando, Atualizando e Readequando as ações do componente educativo do
programa.

Aula VII - Componente e Prática Educativa em Saúde.pptx

  • 1.
    “Uma abordagem pedagógica Diferenciada parao componente educativo” Prof.ª Ma. Dayane Camelo Silva
  • 2.
    “ Muitas vezes,na prática, a educação tem sido considerada apenas como divulgação, transmissão de conhecimentos e informações, de forma fragmentada e, muitas vezes, distante da realidade de vida da população ou indivíduo”. “O fim da ação educativa é desenvolver no indivíduo e no grupo a capacidade de analisar criticamente a sua realidade; de decidir ações conjuntas para resolver problemas e modificar situações; de organizar e realizar a ação, e de avaliá-la com espírito crítico”.
  • 3.
    Algumas das principaisações envolvem informar a população por meio da distribuição de folhetos; cartazes; palestras; campanhas, exposições e outros ... “As mudanças no sentido de ter, manter e reivindicar por saúde ocorrem quando o indivíduo, os grupos populares e a equipe de saúde participam. A discussão, a reflexão crítica, a partir de um dado conhecimento sobre saúde/doença, suas causas e consequências, permitem que se chegue a uma concepção mais elaborada acerca do que determina a existência de uma doença e como resolver os problemas para modificar aquela realidade”.
  • 4.
    Questões de fundo Estarão as práticas educativas dos Programas de Vigilância e Controle das doenças transmitidas por vetores, cumprindo o seu papel de prevenir, proteger e impedir a transmissão destas doenças ?  Como estimular as práticas educativas para o cuidado da saúde e o ambiente em áreas de lazer, trabalho, moradia, porém de risco?  Como articular as temáticas de educação em saúde, educação ambiental, comunicação, mobilização e promoção da saúde?
  • 5.
    “ Na prática,muitas vezes, educação tem sido um ato considerado apenas como um ato de divulgação de informações, de forma fragmentada e distante da realidade de vida da população”. “É sempre bom lembrar que a ação educativa não deve ser um processo de condicionamento para que as pessoas aceitem, sem perguntar, as orientações que lhes são passadas”. “A simples informação ou divulgação ou transmissão de conhecimento de como ter saúde ou evitar uma doença, por si só, não vão contribuir para que a população seja mais sadia e nem é fator que possa contribuir para mudanças desejáveis para melhoria da qualidade de vida da população”. FESIMA, 1988
  • 6.
    As recomendações enfrentambarreiras socioeconômicas e culturais que dificultam e/ou restringem a ação educativa. • Não acumule inservíveis. • (São inservíveis pra quem?) • Dê um destino adequado aos pneus e ao lixo. • (A coleta é adequada e regular?) • Não pescar em áreas com infestação de carrapatos. • (Vou a um pesqueiro com minha família, lá estaremos protegidos? É um local de lazer, ou não é?) • Não acumular água em tonel. • (Faltará água, o que posso fazer?) • Não andar no esgoto. • (Que providencias do governo teremos?) • Não comer: gorduras, açúcar, sal, refrigerantes. • (Quais são as alternativas a baixo custo?) • Não deixar água parada, cuidado com a dengue! • (E a água “benta” e de “santo”, pode? etc...
  • 7.
    Existem várias maneirasde entender e fazer Educação, Comunicação e Mobilização • COMO ACONTECEM ESSAS PRÁTICAS ? • O QUE ESTÁ POR TRÁS DELAS ?
  • 8.
    EDUCAÇÃO: CONCEITOS “Educar étornar o indivíduo livre. O importante é a valorização do processo educativo. Devemos educar as pessoas para serem cidadãos transformadores da sua realidade” (FREIRE,1986). “... a realidade deve ser decifrada e reinventada a cada momento. Neste sentido, a verdadeira educação é um ato dinâmico e permanente de conhecimento centrado na descoberta, análise e transformação da realidade...” (BRANDÃO,1988). “A Educação é um processo político, somente um homem crítico pode pensar sobre a realidade e transformá-la, num caminho para a conquista da autonomia, que não pode ser imposta ou concedida, mas sim conquistada” (DEMO, 2002).
  • 9.
    Esta opção pedagógicavaloriza sobretudo os conteúdos educativos, isto é, os conhecimentos e valores a serem transmitidos, e pode ser chamada de educação tradicional ou pedagogia de transmissão. Esta pedagogia parte do princípio de que as ideias e os conhecimentos são os principais fatores da educação, e portanto, as experiências de ensino e aprendizagem que a população deve vivenciar é a de receber informações. A relação com o “educador” é passiva e paternalista. Aos aprendizes, o objeto da educação, cabe receber informações, repetir, decorar e assim, aprender o que foi abordado. MODELO DE EDUCAÇÃO TRADICIONAL: Tem o ênfase nos CONTEÚDOS Objetivos: ensinar e transmitir Educadores de Saúde Pública Turma de formandos de 1931
  • 10.
    MODELO PARTICIPATIVO Ênfase noPROCESSO Esta pedagogia, chamada por alguns autores de problematizadora ou libertadora. Parte do princípio de que o importante não são os conhecimentos ou as ideias, nem os comportamentos corretos e fiéis ao esperado, mas o aumento da capacidade das pessoas e grupos para detectar problemas reais e buscar soluções originais e criativas. Objetivos: Pensar, Refletir, Transformar, Transformar-se
  • 11.
    SABER TÉCNICO EO SABER POPULAR? "O conhecimento é socialmente construído e a sua reconstrução é uma ação coletiva que contém o individual”. Assim, tanto o saber técnico como o saber popular podem contribuir para a construção do conhecimento que irá fazer o enfrentamento de uma situação problema”. (CEPIS, 1985)
  • 12.
    Uma maneira deperceber se uma atividade educativa está de acordo com uma proposta de educação participativa e transformadora é descobrir para que ela serve. Assim, vamos analisar as atividades de Educação, Comunicação e Mobilização voltados aos temas de Saúde. Como são geralmente desenvolvidas as ações educativas nos serviços de saúde? REPENSANDO A PRÁTICA EDUCATIVA Vamos seguir...
  • 13.
    Cuide da Saúde! Tomebanho! Tome remédio! Lave as mãos! Ande calçado! Não tome banho na lagoa! Não deixe água parada! Use camisinha! Durma 8 horas por dia ! Alimente-se de frutas e verduras, bem lavadas! Cuidar como? Buscar água onde? Remédio, camisinha, e o custo? Como desinfetar alimentos? Porque devo dormir bem, comer bem, andar calçado? Quem me atende quando preciso? Questões impostas pelas normas de saúde & as dúvidas da população
  • 14.
  • 15.
    Se a açãoque se espera da população, quanto aos temas relacionados a saúde, é para que hajam ações coordenadas em prol da melhoria de condições de saúde para assim evitar as doenças... Então, é a partir do estímulo à participação popular que deve-se estimular uma ação positiva à saúde. Ou seja, experiências exitosas do processo educativo participativo demonstram que deve-se valorizar que a própria comunidade promova a observação grupal da realidade de saúde para buscar soluções conjuntas destas problemáticas. Para isto, é necessário a aplicação do chamado processo pedagógico dialógico, ou seja, pautado pelo diálogo, pela participação e ajuda mútua. A Educação visa uma AÇÃO COLETIVA e deve-se dar condições aos indivíduos de discutir e se organizar para enfrentar os problemas concretos do dia a dia. AÇÃO & PARTICIPAÇÃO
  • 17.
    A melhor formade se propiciar um processo pedagógico participativo é entende-lo como um processo dinâmico e em constante construção.
  • 18.
    O Componente Educativo Exemplos: Paraque se obtenham bons resultados do componente educativo que integram as ações de vigilância das doenças transmitidas por vetores, é importante que as estratégias de educação, comunicação e mobilização sejam pautadas por processos participativos. Que sejam executadas ações de forma planejadas para garantir o envolvimento de vários públicos, como: gestores e profissionais de saúde e principalmente, a população. Deve-se estimular ações de promoção e proteção à saúde que visam preparar os indivíduos para um enfrentamento futuro, antecedendo- se a possíveis ocorrências de doenças.
  • 19.
    • Promover osdiferentes processos pedagógicos; • Articular as diferentes temáticas de saúde; • Aplicar as diferentes técnicas de grupo para estimular a participação; • Adequar a aplicação de todo o arcabouço pedagógico na prática das ações de vigilância e controle das doenças transmitidas por vetores; e • Buscar a melhor opção de atuação de acordo com cada momento e cada público. • Promover ações que provoquem a alegria, o envolvimento e a participação das pessoas e grupos. O Componente Educativo Deve
  • 20.
    PASSO A PASSO 1) Definiro tema; 2) Estabelecer o Objetivo Geral que deve justificar o motivo do projeto; 3) Definir o público ou a população alvo a ser trabalhada; 4) Descrição da localidade a ser trabalhada; 5) Objetivos específicos. Definir as ações que se quer aplicar para cada objetivo; 6) Descrever as estratégias (técnicas) que serão utilizadas; 7) Descrever os recursos materiais, humanos e financeiros; 8) Indicar os instrumentos avaliativos apropriados para cada tipo de ação; 9) Acompanhar a execução das ações com roteiro de acompanhamento e observação visando anotar os procedimentos para readequações, se necessário; 10) Definir a equipe de trabalho e responsabilidades; 11) Definir um cronograma de trabalho; 12) Delinear as formas de divulgação interna e externas; 13) Readequar as estratégias, quando necessário; 14) Retornar as informações aos atores envolvidos; e 15) Divulgar relatórios técnicos às chefias superiores.
  • 21.
    MODELO DE AVALIAÇÃO ATIVIDADESDA SEMANA DE MOBILIZAÇÃO
  • 22.
    Exemplos de Açõesde Mobilização  Informes;  Divulgação do tema em sites institucionais e entidades parceiras;  Distribuição folhetos educativos;  Teatro infantil;  Maquetes, exposição com mostruários e orientação;  Seminários técnicos;  Atividade de informação casa a casa com agentes comunitários.
  • 23.
  • 24.
    ENCONTROS & RODASDE CONVERSAS
  • 26.
    ORIENTAÇÕES A PROFISSIONAISDE SAÚDE DE UNIDADES BASICAS DE SAÚDE
  • 27.
    Em que épreciso Avançar? COMPONENTE EDUCATIVO 1. Na execução de diagnósticos educativos: o que fazer? e quando fazer? 2. Planejar as ações: a. Estabelecendo metas; b. Implementando ações; c. Acompanhando o cumprimento das ações, utilizando um instrumental específico para isto; d. Avaliando as dificuldades e as facilidades dos processos de educação, comunicação e mobilização; 3. Promovendo ajustes das ações; 4. Melhorando os registros das ações, em números, quanto se faz? 5. Verificando a diversidade, os tipos de ações - o que se faz? 6. Implementando novas tecnologias e ferramentas ao processo de aprendizagem; 7. Utilizando diferentes metodologias a exemplo das educomunicativas; 8. Avaliando, Atualizando e Readequando as ações do componente educativo do programa.