O Ambiente da Comunicação
Empresarial
Disciplina: Comunicação Empresarial
Professor: Carlos Luiz Alves
Ementa: A globalização e as novas tecnologias estão fazendo
profundas modificações no mundo corporativo. Hoje, não é
mais possível isolar-se. Estamos todos interligados em uma
grande rede global. Tudo o que fazemos ou não repercute no
universo. Logo, é indispensável estarmos atentos às mudanças
e encontrarmos formas mais democráticas e colaborativas de
superação e resolução de problemas, que, cá entre nós, serão
muitos em função da complexidade das relações humanas!
Objetivos:
- Compreender as mudanças no ambiente de negócios;
- Refletir sobre formas mais colaborativas e democráticas
em um ambiente que se encontra em constante mudança.
O Ambiente da Comunicação Empresarial
1-As mudanças no Ambiente de Negócios
- Atitudes públicas em relação às empresas e reflexos na
cultura popular.
As expectativas atuais do público com relação às empresas
são diferentes daquelas de há 40 ou 50 anos. Para atrair
clientes, funcionários e investidores, as empresas precisam
ser líderes progressistas sobre uma gama de questões globais
e colocar sua visão em um contexto social mais amplo. A
observação pública das empresas é constante e intensa e, na
última década, a desilusão cresceu em relação aos excessos
nos salários dos executivos, práticas contábeis questionáveis,
recalls de medicamentos e fraqueza moral por parte das
grandes empresas. (ARGENTI, 2006,p.1)
– Efeitos da globalização e da reação violenta da
antiglobalização sobre as empresas.
Desde 1860, a indústria americana vem se desenvolvendo em
pleno vapor. A necessidade de mais aço para as linhas
ferroviárias e a demanda por mão de obra barata,
aumentaram os riscos à saúde das pessoas, colocando em
xeque e em “dúvida” , de forma negativa, a imagem das
empresas e dos empresários que apenas almejavam lucros.
Muitos empresários eram vistos pela população, como
“corruptos” e ou “sanguinários” (Rockefellers, Carnegies e
Mellons).
Em busca do “sonho americano”, o sucesso desses patriarcas
suscitaram invejas e manifestações negativas.
Na década de 1920, ocorreu a Grande Depressão nos Estados
Unidos, o abismo entre ricos e pobres só tendeu a piorar os
relacionamentos. Somente na década de 1940, houve uma
melhora na economia americana em função da Segunda Grande
Guerra Mundial, onde a fabricação de armas e munições exigiu
uma grande quantidade de aço das Siderúrgicas Americanas.
O crescimento da indústria americana se estende pelos
próximos 30 anos com as questões da Guerra Fria e do
Vietnã, fazendo com que a população tivesse uma má
imagem das empresas, que não se preocupavam com a
morte de milhares de civis e de soldados.
Como ajudou a tornar a guerra possível e lucrou com
ela, a indústria norte-americana foi alvo de boa parte da
hostilidade popular. A fabricação de Napalm e do
Agente Laranja pela Dow Chemical, que seriam usados
para destruir florestas vietnamitas, suscitou protestos
estudantis no campus de universidades nos Estados
Unidos. Os jovens do país passaram a desconfiar das
instituições envolvidas na guerra, fossem agências
governamentais ou empresas
Como resultado do Watergate, da guerra do Vietnã e do
embargo (crise) do petróleo, em meados da década de 1970,
aprovação dos norte-americanos em relação ao mundo
empresarial atingiu um nível mínimo recorde.
Com a falência da Enron (empresa americana- com
problemas no balanço) as pessoas começaram a desconfiar
dos executivos (CEOs). A quebra da Enron levou muitos
investidores (pequenos) à falência.
Em 2002, uma pesquisa demostrou que “81% dos
investidores não tinham confiança nos executivos à frente
das empresas”, pois, muitos se locupletaram de forma
ilícita, com a quebra de suas próprias empresas.
Um executivo ganhava 411 vezes mais do que um operário
médio de fábrica. Isso irritou o público.
Nos Estados Unidos, o cinema e a televisão refletiram nas
últimas décadas as atitudes negativas do público sobre o
mundo empresarial. Hollywood produziu muitos filmes
mostrando a “corrupção” e a ganância de muitos
executivos: fraudes em balanços e “negociatas” ilegais
que enriquecerem de forma rápida muitos executivos
inescrupulosos. Para os americanos as informações
veiculadas pela mídia se tornaram mais importantes do
que aquelas transmitidas pelas escolas.
Os americanos ficam de 40 a 50 horas semanais na frente
da televisão.
Um episódio do seriado “Lei e Ordem” pode ser
confundido com um noticiário sobre a Enron. Ficção e
realidade se misturam, dando uma falsa imagem das
empresas e uma visão negativa do mundo dos negócios.
O filme “Wall Street” anteviu o que aconteceria no
mundo das bolsas americanas. Tudo o que relatara
acabou se consumando. Assistir “Wall Street” é
compreender melhor o colapso das bolsas.
Aldeia Global – A tecnologia fortaleceu os canais de
comunicação em todo o globo, apagando as fronteiras
nacionais para produzir o que o filósofo canadense Marshall
McLuhan previu – a criação de um mundo tão interligado por
conhecimento compartilhado que passará a ser uma “aldeia
global”. Tendência forte a partir da década de 1990.
O público está procurando empresas que demostrem cuidado
com as comunidades em que atuam, dos pontos de vista
ambiental e humano.
A desintegração das fronteiras nacionais, associada à
liberalização do comércio e das finanças na “Aldeia
Global” atual, impulsionou um aumento de fusões
corporativas que cruzam fronteiras e do número de
empresas multinacionais. Hoje em dia, as empresas
tendem a se especializar em suas competências
essenciais e terceirizar o restante ou, como alternativa,
partem para fusões para integrar os fornecedores a sua
própria organização.
Das 100 principais economias do mundo, 51 são
empresas multinacionais e as 49 restantes são Países.
(dados de 2002
Como contraponto, há os que discordam do poder das
grandes empresas, o que gerou o “ativismo
antiempresarial”, em que:
- surgem movimentos “antimarcas” (década de 1990),
pois muitas das grandes organizações têm forte
influência política. Empresas globais começaram a
substituir governos locais.
-surgem movimento antiglobalização; como o da NIKE
devido ao trabalho escravo.
- a tecnologia permitiu tanto a criação de impérios
multinacionais, quanto a divulgação e formação de
grupos ativistas antiglobalização, transportando a
informação da mídia de auditório particular para
auditórios universais.
“Os líderes empresariais atuais devem estar preparados
não só para lidar com o assédio da mídia internacional,
mas também devem combater de maneira proativa
grupos de reivindicação que procuram usar a mídia atual
para comprometer a reputação – e os resultados – de suas
empresas em nível global”.
2- A Competição em um Ambiente em Constante
Mudança
2.1 – Como a boa comunicação empresarial pode ajudar as
empresas a competir em um ambiente de negócios em
constante mudança?
Seguem algumas dicas:
- Saiba reconhecer o ambiente
O ambiente de negócios encontra-se em evolução, as
empresas precisam “ouvir” os clientes. Há um avanço
considerável do desenvolvimento tecnológico, tornando
produtos e serviços obsoletos.
- Adapte-se ao ambiente sem abrir mão dos princípios.
As empresas possuem responsabilidade social e ambiental.
Princípios humanos e ambientais são universais. Um código
de conduta empresarial (carta de princípios) é muito
importante, pois fortalece a imagem e reforça a identidade
de uma empresa.
- Não presuma que os problemas desaparecerão em um
passe de mágica
O ambiente empresarial é complexo. Devemos estar
preparados sempre para o pior e procurar encontrar
soluções para os problemas.
- Mantenha a comunicação empresarial sempre ligada à
estratégia
Muitos empresários não veem a comunicação como
estratégia, porém, aqueles que a veem “colhem bons frutos”.
Conclusão: as empresas precisam se comunicar de forma
estratégica, pois os modos como se organizam e se
comportam determinarão o sucesso.
Referências:
ARGENTI, Paul A. Comunicação Empresarial – A
Construção da Identidade, Imagem e Reputação – 4 ed.
Rio de Janeiro: CAMPUS: 2006, p. 1-26
ATIVIDADES
Os Impactos das Mudanças no Ambiente Empresarial
Há alguns anos muitas empresas vêm dedicando parte do seu
tempo para refletirem sobre as mudanças que o mundo dos
negócios vem presenciando. Mas, embora a maioria das
organizações ainda não perceba que seus mercados estejam em
constante mudança, as exigências dos clientes e as forças
competitivas vêm mudando significativamente a cada período de
poucos anos.
Setores como telecomunicações, siderurgia, e entretenimento –
por exemplo – vêm mudando de tal forma que, as estratégias
antes vitoriosas, hoje em dia não funcionam mais. O atual
panorama econômico está sendo moldado pela tecnologia e pela
globalização, tanto que várias personalidades importantes da vida
empresarial brasileira não conheceram as filmadoras, os telefones
celulares, os notebooks e muito menos os endereços eletrônicos.
A tecnologia impulsiona a globalização e o melhor exemplo disso
ocorre quando uma pessoa se senta à frente de seu computador,
digita um e-mail, informa o número de seu cartão de crédito,
compra um par de sandálias populares e o recebe no dia seguinte
em sua própria residência.
Além da tecnologia e da globalização a desregulamentação vem
proporcionado novos cenários à nossa economia, pois até poucos
anos existiam muitas empresas estatais protegidas pelo monopólio
econômico. Após o programa de privatização essas empresas
governamentais passaram a ter concorrentes e, certamente, isso
trouxe ganhos significativos para os consumidores brasileiros.
Sendo assim, pode-se dizer que o ritmo das mudanças é tão veloz
que a capacidade de mudar se tornou uma vantagem competitiva
para as empresas. A capacidade de mudança requer também a
capacidade de aprender e, nesse sentido, as organizações precisam
aprender rapidamente sobre as tendências que afetam seus
consumidores, a concorrência, seus clientes e fornecedores.
À medida que o ritmo de mudanças se acentua as organizações não
podem mais confiar nas antigas práticas comerciais para manter a
prosperidade econômica e, dessa forma, elas necessitam adotar
abordagens mais eficazes.
Nessa transição, as empresas não devem mais pensar em operar
apenas no mercado físico, mas também no mercado virtual. Seu foco
não pode ser apenas doméstico, mas global e local – ao mesmo
tempo. As organizações devem substituir o Marketing de Massa pelo
Marketing One-To-One, substituindo o foco no produto pelo foco na
cadeia de valor.
As empresas que aprendem e mudam não devem mais ficar
procurando vantagens competitivas sustentáveis, mas inventar
vantagens. Devem acelerar o desenvolvimento de novos produtos,
utilizando poucos fornecedores e gerenciando para cima, para baixo e
para os lados. Portanto, como alguém observou mais enfaticamente,
existem dois tipos de empresas: _ aquelas que mudam e aquelas que
desaparecem.
http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/os-impactos-das-mudancas-no-ambiente-de-
negocios/59682/
Considerando o atual ambiente competitivo
globalizado, como a Comunicação Empresarial
pode ajudar as organizações a “entender” e
“atender” seus “stakeholders” melhor?
Faça um texto dissertativo-argumentativo
propondo soluções.

O ambiente da comunicação empresarial

  • 1.
    O Ambiente daComunicação Empresarial Disciplina: Comunicação Empresarial Professor: Carlos Luiz Alves
  • 2.
    Ementa: A globalizaçãoe as novas tecnologias estão fazendo profundas modificações no mundo corporativo. Hoje, não é mais possível isolar-se. Estamos todos interligados em uma grande rede global. Tudo o que fazemos ou não repercute no universo. Logo, é indispensável estarmos atentos às mudanças e encontrarmos formas mais democráticas e colaborativas de superação e resolução de problemas, que, cá entre nós, serão muitos em função da complexidade das relações humanas!
  • 3.
    Objetivos: - Compreender asmudanças no ambiente de negócios; - Refletir sobre formas mais colaborativas e democráticas em um ambiente que se encontra em constante mudança.
  • 4.
    O Ambiente daComunicação Empresarial 1-As mudanças no Ambiente de Negócios - Atitudes públicas em relação às empresas e reflexos na cultura popular. As expectativas atuais do público com relação às empresas são diferentes daquelas de há 40 ou 50 anos. Para atrair clientes, funcionários e investidores, as empresas precisam ser líderes progressistas sobre uma gama de questões globais e colocar sua visão em um contexto social mais amplo. A observação pública das empresas é constante e intensa e, na última década, a desilusão cresceu em relação aos excessos nos salários dos executivos, práticas contábeis questionáveis, recalls de medicamentos e fraqueza moral por parte das grandes empresas. (ARGENTI, 2006,p.1)
  • 5.
    – Efeitos daglobalização e da reação violenta da antiglobalização sobre as empresas. Desde 1860, a indústria americana vem se desenvolvendo em pleno vapor. A necessidade de mais aço para as linhas ferroviárias e a demanda por mão de obra barata, aumentaram os riscos à saúde das pessoas, colocando em xeque e em “dúvida” , de forma negativa, a imagem das empresas e dos empresários que apenas almejavam lucros.
  • 6.
    Muitos empresários eramvistos pela população, como “corruptos” e ou “sanguinários” (Rockefellers, Carnegies e Mellons). Em busca do “sonho americano”, o sucesso desses patriarcas suscitaram invejas e manifestações negativas. Na década de 1920, ocorreu a Grande Depressão nos Estados Unidos, o abismo entre ricos e pobres só tendeu a piorar os relacionamentos. Somente na década de 1940, houve uma melhora na economia americana em função da Segunda Grande Guerra Mundial, onde a fabricação de armas e munições exigiu uma grande quantidade de aço das Siderúrgicas Americanas.
  • 8.
    O crescimento daindústria americana se estende pelos próximos 30 anos com as questões da Guerra Fria e do Vietnã, fazendo com que a população tivesse uma má imagem das empresas, que não se preocupavam com a morte de milhares de civis e de soldados. Como ajudou a tornar a guerra possível e lucrou com ela, a indústria norte-americana foi alvo de boa parte da hostilidade popular. A fabricação de Napalm e do Agente Laranja pela Dow Chemical, que seriam usados para destruir florestas vietnamitas, suscitou protestos estudantis no campus de universidades nos Estados Unidos. Os jovens do país passaram a desconfiar das instituições envolvidas na guerra, fossem agências governamentais ou empresas
  • 9.
    Como resultado doWatergate, da guerra do Vietnã e do embargo (crise) do petróleo, em meados da década de 1970, aprovação dos norte-americanos em relação ao mundo empresarial atingiu um nível mínimo recorde. Com a falência da Enron (empresa americana- com problemas no balanço) as pessoas começaram a desconfiar dos executivos (CEOs). A quebra da Enron levou muitos investidores (pequenos) à falência.
  • 10.
    Em 2002, umapesquisa demostrou que “81% dos investidores não tinham confiança nos executivos à frente das empresas”, pois, muitos se locupletaram de forma ilícita, com a quebra de suas próprias empresas. Um executivo ganhava 411 vezes mais do que um operário médio de fábrica. Isso irritou o público.
  • 11.
    Nos Estados Unidos,o cinema e a televisão refletiram nas últimas décadas as atitudes negativas do público sobre o mundo empresarial. Hollywood produziu muitos filmes mostrando a “corrupção” e a ganância de muitos executivos: fraudes em balanços e “negociatas” ilegais que enriquecerem de forma rápida muitos executivos inescrupulosos. Para os americanos as informações veiculadas pela mídia se tornaram mais importantes do que aquelas transmitidas pelas escolas. Os americanos ficam de 40 a 50 horas semanais na frente da televisão.
  • 12.
    Um episódio doseriado “Lei e Ordem” pode ser confundido com um noticiário sobre a Enron. Ficção e realidade se misturam, dando uma falsa imagem das empresas e uma visão negativa do mundo dos negócios. O filme “Wall Street” anteviu o que aconteceria no mundo das bolsas americanas. Tudo o que relatara acabou se consumando. Assistir “Wall Street” é compreender melhor o colapso das bolsas.
  • 13.
    Aldeia Global –A tecnologia fortaleceu os canais de comunicação em todo o globo, apagando as fronteiras nacionais para produzir o que o filósofo canadense Marshall McLuhan previu – a criação de um mundo tão interligado por conhecimento compartilhado que passará a ser uma “aldeia global”. Tendência forte a partir da década de 1990. O público está procurando empresas que demostrem cuidado com as comunidades em que atuam, dos pontos de vista ambiental e humano.
  • 14.
    A desintegração dasfronteiras nacionais, associada à liberalização do comércio e das finanças na “Aldeia Global” atual, impulsionou um aumento de fusões corporativas que cruzam fronteiras e do número de empresas multinacionais. Hoje em dia, as empresas tendem a se especializar em suas competências essenciais e terceirizar o restante ou, como alternativa, partem para fusões para integrar os fornecedores a sua própria organização. Das 100 principais economias do mundo, 51 são empresas multinacionais e as 49 restantes são Países. (dados de 2002
  • 15.
    Como contraponto, háos que discordam do poder das grandes empresas, o que gerou o “ativismo antiempresarial”, em que: - surgem movimentos “antimarcas” (década de 1990), pois muitas das grandes organizações têm forte influência política. Empresas globais começaram a substituir governos locais. -surgem movimento antiglobalização; como o da NIKE devido ao trabalho escravo.
  • 16.
    - a tecnologiapermitiu tanto a criação de impérios multinacionais, quanto a divulgação e formação de grupos ativistas antiglobalização, transportando a informação da mídia de auditório particular para auditórios universais. “Os líderes empresariais atuais devem estar preparados não só para lidar com o assédio da mídia internacional, mas também devem combater de maneira proativa grupos de reivindicação que procuram usar a mídia atual para comprometer a reputação – e os resultados – de suas empresas em nível global”.
  • 17.
    2- A Competiçãoem um Ambiente em Constante Mudança 2.1 – Como a boa comunicação empresarial pode ajudar as empresas a competir em um ambiente de negócios em constante mudança? Seguem algumas dicas: - Saiba reconhecer o ambiente O ambiente de negócios encontra-se em evolução, as empresas precisam “ouvir” os clientes. Há um avanço considerável do desenvolvimento tecnológico, tornando produtos e serviços obsoletos.
  • 18.
    - Adapte-se aoambiente sem abrir mão dos princípios. As empresas possuem responsabilidade social e ambiental. Princípios humanos e ambientais são universais. Um código de conduta empresarial (carta de princípios) é muito importante, pois fortalece a imagem e reforça a identidade de uma empresa. - Não presuma que os problemas desaparecerão em um passe de mágica O ambiente empresarial é complexo. Devemos estar preparados sempre para o pior e procurar encontrar soluções para os problemas.
  • 19.
    - Mantenha acomunicação empresarial sempre ligada à estratégia Muitos empresários não veem a comunicação como estratégia, porém, aqueles que a veem “colhem bons frutos”. Conclusão: as empresas precisam se comunicar de forma estratégica, pois os modos como se organizam e se comportam determinarão o sucesso.
  • 20.
    Referências: ARGENTI, Paul A.Comunicação Empresarial – A Construção da Identidade, Imagem e Reputação – 4 ed. Rio de Janeiro: CAMPUS: 2006, p. 1-26
  • 21.
  • 22.
    Os Impactos dasMudanças no Ambiente Empresarial Há alguns anos muitas empresas vêm dedicando parte do seu tempo para refletirem sobre as mudanças que o mundo dos negócios vem presenciando. Mas, embora a maioria das organizações ainda não perceba que seus mercados estejam em constante mudança, as exigências dos clientes e as forças competitivas vêm mudando significativamente a cada período de poucos anos. Setores como telecomunicações, siderurgia, e entretenimento – por exemplo – vêm mudando de tal forma que, as estratégias antes vitoriosas, hoje em dia não funcionam mais. O atual panorama econômico está sendo moldado pela tecnologia e pela globalização, tanto que várias personalidades importantes da vida empresarial brasileira não conheceram as filmadoras, os telefones celulares, os notebooks e muito menos os endereços eletrônicos.
  • 23.
    A tecnologia impulsionaa globalização e o melhor exemplo disso ocorre quando uma pessoa se senta à frente de seu computador, digita um e-mail, informa o número de seu cartão de crédito, compra um par de sandálias populares e o recebe no dia seguinte em sua própria residência. Além da tecnologia e da globalização a desregulamentação vem proporcionado novos cenários à nossa economia, pois até poucos anos existiam muitas empresas estatais protegidas pelo monopólio econômico. Após o programa de privatização essas empresas governamentais passaram a ter concorrentes e, certamente, isso trouxe ganhos significativos para os consumidores brasileiros. Sendo assim, pode-se dizer que o ritmo das mudanças é tão veloz que a capacidade de mudar se tornou uma vantagem competitiva para as empresas. A capacidade de mudança requer também a capacidade de aprender e, nesse sentido, as organizações precisam aprender rapidamente sobre as tendências que afetam seus consumidores, a concorrência, seus clientes e fornecedores.
  • 24.
    À medida queo ritmo de mudanças se acentua as organizações não podem mais confiar nas antigas práticas comerciais para manter a prosperidade econômica e, dessa forma, elas necessitam adotar abordagens mais eficazes. Nessa transição, as empresas não devem mais pensar em operar apenas no mercado físico, mas também no mercado virtual. Seu foco não pode ser apenas doméstico, mas global e local – ao mesmo tempo. As organizações devem substituir o Marketing de Massa pelo Marketing One-To-One, substituindo o foco no produto pelo foco na cadeia de valor. As empresas que aprendem e mudam não devem mais ficar procurando vantagens competitivas sustentáveis, mas inventar vantagens. Devem acelerar o desenvolvimento de novos produtos, utilizando poucos fornecedores e gerenciando para cima, para baixo e para os lados. Portanto, como alguém observou mais enfaticamente, existem dois tipos de empresas: _ aquelas que mudam e aquelas que desaparecem. http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/os-impactos-das-mudancas-no-ambiente-de- negocios/59682/
  • 25.
    Considerando o atualambiente competitivo globalizado, como a Comunicação Empresarial pode ajudar as organizações a “entender” e “atender” seus “stakeholders” melhor? Faça um texto dissertativo-argumentativo propondo soluções.