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MULTICULTURALISMO PROFESSOR  MARIO FERNANDO DE MORI  http://mariodemori.blogspot.com/ http://profmariodemori.blogspot.com/ http://focosdetensoesinternacionais.blogspot.com/ http://entevistando.blogspot.com/
MULTICULTURALISMO
INTRODUÇÃO Falar de multiculturalismo é falar do manejo da diferença em nossas sociedades.  No entanto, isto é ainda pouco para definir as implicações do termo.
CONCEITO Multiculturalismo  (ou pluralismo cultural) é um termo que descreve a existência de muitas culturas numa localidade, cidade ou país, sem que uma delas predomine, porém separadas geograficamente e até convivialmente no que se convencionou chamar de “mosaico cultural”.  O Canadá e a Austrália são exemplos de  multiculturalismo ; porém, alguns países europeus advogam discretamente a adoção de uma política multiculturalista.
ASPECTOS GERAIS  O multiculturalismo implica em reivindicações e conquistas das chamadas minorias (negros, índios, mulheres, homossexuais, entre outras). A doutrina multiculturalista da ênfase a idéia de que as culturas minoritárias são discriminadas, sendo vistas como movimentos particulares, mas elas devem merecer reconhecimento público. Para se consolidarem, essas culturas singulares devem ser amparadas e protegidas pela lei. O multiculturalismo opõe-se ao que ele julga ser uma forma de etnocentrismo (visão de mundo da sociedade branca dominante que se toma por mais importante que as demais). A política multiculturalista visa resistir à homogeneidade cultural, principalmente quando esta homogeneidade é considerada única e legítima, submetendo outras culturas a particularismos e dependência. Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas, e hoje, estima-se que apenas 10 a 15% dos países sejam etnicamente homogêneos.
ENFIM.... A diversidade cultural e étnica muitas vezes é vista como uma ameaça para a identidade da nação.  Em alguns lugares o multiculturalismo provoca desprezo e indiferença, como ocorre no Canadá entre habitantes de língua francesa e os de língua inglesa. Mas também pode ser vista como fator de enriquecimento e abertura de novas e diversas possibilidades, como confirmam o sociólogo Michel Wieviorka e o historiador Serge Gruzinski, ao demonstrarem que o hibridismo e a maleabilidade das culturas são fatores positivos de inovação. Charles Taylor, autor de Multiculturalismo, Diferença e Democracia acredita que toda a política identitária não deveria ultrapassar a liberdade individual. Indivíduos, no seu entender, são únicos e não poderiam ser categorizados. Taylor definiu a democracia como a política do reconhecimento do outro, ou seja, da diversidade.
APRESENTAÇÃO DO TEMA QUESTÕES POLÊMICAS SOBRE  o reconhecimento da não-homogeneidade étnica e cultural das sociedades;  o reconhecimento da não-integração dos grupos que carregam e defendem as diferenças étnicas e culturais à matriz dominante do  nation-building  nessas sociedades – após o fracasso seja de políticas assimilacionistas, seja de políticas diferencialistas (baseadas na restrição de acesso ou mesmo na idéia de “desenvolvimentos separados”);  a mobilização dos próprios recursos políticos e ideológicos da tradição dominante nos países ocidentais – o liberalismo – contra os efeitos desta não-integração;  a demanda por inclusão e por pluralidade de esferas de valor e práticas institucionais no sentido da reparação de exclusões históricas; a demanda por reorientação das políticas públicas no sentido de assegurar a diversidade/pluralidade de grupos e tradições.
NO BRASIL
MULTICULTURALISMO NO BRASIL  Multiculturalismo  no Brasil é a mistura de culturas. Trata-se da miscigenação dos credos e culturas que ocorrem no Brasil desde os tempos da colonização. E uma das principais características da cultura brasileira é esta diversidade.  O processo imigratório teve grande importância para a formação desta cultura.
MARCAS DO MULTICULTURALISMO NO BRASIL  O Brasil incorpora em seu território culturas de todas as partes do mundo.  Podemos dizer que este processo de imigração começou em 1530 quando os portugueses deram início à colonização do Brasil. Os primeiros imigrantes não-portugueses que vieram para o Brasil foram os africanos, que eram utilizados como escravos nas lavouras de café.
COM ISSO.... O caso brasileiro é bem mais complexo, porque aqui se desenvolveu um processo colonizador cuja característica fundamental foi a mestiçagem cultural. A riqueza cultural e étnica do país não é levada em consideração no quotidiano, tendendo ao estereótipo e à disseminação de preconceitos. Em resposta, os conflitos das minorias não se dão apenas com a maioria, mas muitas vezes entre elas próprias, transformadas umas para as outras em bode expiatório de sua exclusão social. A discriminação dá-se através de muitas maneiras. Os nordestinos, por exemplo, são tidos como ignorantes no sul do país, como “gente” inferior, pouco inteligente, feita para o trabalho braçal ou outros sem qualificação que exija cultura e quociente intelectual razoável. O Brasil é um país de raízes mestiças, e que não constitui historicamente minorias. Deveríamos estar abertos às diferenças que faz do povo brasileiro um povo tão misto em nossas heranças culturais. É nesta pluralidade e na diversidade dos brasileiros que se pode construir o presente e perseguir o sonho do futuro possível.
“ Todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o problema de dupla face do erro e da ilusão. (...) O reconhecimento do erro e da ilusão é ainda mais difícil, porque o erro e a ilusão não se reconhecem, em absoluto, como tais.”  (MORIN, 2001:19)
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Tema: INCLUSÃO SOCIAL um acessório d   a   AÇÕES AFIRMATIVAS ?
AÇÕES AFIRMATIVAS  SÃO  medidas especiais e temporárias, tomadas ou determinadas pelo estado, espontânea ou compulsoriamente, com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas, garantindo a igualdade de oportunidades e tratamento, bem como de compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, decorrentes de motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros. Portanto, as ações afirmativas visam combater os efeitos acumulados em virtude das discriminações ocorridas no passado. (GTI, 1997;Santos,1999;Santos,2002).
Ao final:  o que são ações afirmativas? “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas".  Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em:  http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm   acesso em 08/10/2006  “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos  grupos discriminados e excluídos  um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas".  Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em:  http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm   acesso em 08/10/2006  “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos  grupos discriminados e excluídos  um  tratamento diferenciado  para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas".  Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em:  http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm   acesso em 08/10/2006  “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos  grupos discriminados e excluídos  um  tratamento diferenciado  para  compensar  as  desvantagens  devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas".  Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em:  http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm   acesso em 08/10/2006
Ação afirmativa;  Ação positiva;  Discriminação positiva; “ equal oportunity policies ”;  Políticas compensatórias. OUTRAS TERMINOLOGIAS:
Ações afirmativas  =  JUSTA IGUALDADE DE OPORTUNIDADES
Do que falamos  quando citamos  INCLUSÃO SOCIAL ?...
“ A inclusão (...) pode ser entendida como o processo ou situação de participação como ator e beneficiário, em contextos de oportunidades de trabalho ou de distribuição da riqueza produzida ou ainda de políticas públicas.  Sua negação, total ou parcial, configuraria um quadro de exclusão ”   (grifos nossos) (Jesus, P. e Mance, E. Exclusão/inclusão.  In: Caattani, 2003, p. 149)
EXCLUSÃO SEPARAÇÃO INTEGRAÇÃO INCLUSÃO Ações Afirmativas  e Inclusão Social  Beyer, Hugo Otto, Educação  Inclusiva ou Integração Escolar? Implicações pedagógicas dos conceitos como rupturas paradigmáticas  (In: ENSAIOS PEDAGÓGICOS, 2006, p. 85-88) LEGENDA: pontos redondos = pessoas com necessidades especiais / pontos quadrados = pessoas ditas normais / círculo grande =  sistema escolar regular / circulo pequeno = sistema escolar especial
Necessidade de estudar a questão não apenas sob o ponto de vista da  redução da pobreza de renda , mas do  aumento de oportunidades  que provoquem a  inclusão social .  Por onde começar?
A inclusão social e o Povo Negro do Brasil
Aplicar  Políticas  Afirmativas Criar  oportunidades Incluir  socialmente JUSTIÇA e PAZ SOCIAL A questão do  Povo Negro  do Brasil  Desigualdade Política Nacional de Igualdade Racial   Programa Brasil Quilombola   Política Nacional de ATER SOCIEDADE BRASILEIRA
Definição de conceitos “No Brasil, de acordo com Telles (2003), existem três grandes sistemas associados à chamada "classificação racial":  (1) os  censos do IBGE  que distinguem três categorias, brancos, pardos e pretos, além de amarelos e indígenas;  (2) o  discurso popular  que utiliza uma nomenclatura ampla, inclusive o termo bastante ambíguo"'moreno" e  (3)  o sistema do movimento negro  que distingue apenas duas categorias, reunindo pardos e pretos como "negros".  O governo brasileiro parece ter optado por esta última (Telles, 2003)”. (PENA, 2004)  Mais recentemente, a expressão afrodescendente  está sendo incorporada a esta etnosemântica  (Munanga, 2005)
A questão do Povo Negro do Brasil
1992
2001
2001
 
População universitária*, em milhares, 1991 e 2000 Fonte. IPEA/FJP/PNUD. Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2000 (*) Estudantes de graduação com 18 anos ou mais 1.409 2.990 TOTAL 1.104 2.355 BRANCOS 277 576 NEGROS 1991 2000
Teoria do Choque de Civilizações 3 - SÍNICA 3 2 - ISLÂMICA 2 4 - BUDISTA 4 4 4 7 - HINDU 7 6 6 - ORTODOXA 5 5 – LATINO-AMERICANA 5 8 - AFRICANA 8 1 - OCIDENTAL 1 1 1 1 9 - JAPONESA 9
CHOQUE de CIVILIZAÇÕES A VITÓRIA do TERROR?
Entrevistador: O senhor não gosta da expressão "choque de civilizações". Por quê? Said: (...) são inúmeros os problemas. Para começar, ela trata as civilizações como se fossem entidades fechadas, lacradas, alheias a qualquer tipo de troca (...). Por fim, a idéia de choque de civilizações tem um aspecto caricatural muito nocivo, como se enormes entidades chamadas "Ocidente" e o "Islã" estivessem num ringue, lutando para ver qual é a melhor. (intelectual palestino Edward Said)  -Revista Veja, 25/06/2003.
1095-1291 – Cruzadas Incentivados pelo papa, cristãos rumam para o Oriente Médio para conquistar Jerusalém e a Terra Santa dos muçulmanos. 1991 - Guerra do Golfo Iraque invade o vizinho Kwait, provocando reação militar dos Estados Unidos. 2001 - 11 de Setembro Liderados por Osama bin Laden, terroristas islâmicos seqüestram aviões nos Estados Unidos e projetam as aeronaves contra alvos em Nova York e Washington, causando mais de 3.000 mortes. 2003 - Guerra do Iraque Estados Unidos invadem o Iraque e derrubam o ditador Saddam Hussein.
Em meio à luta contra o terror detonada pelo 11 de Setembro, o presidente americano George W. Bush referiu-se à empreitada da coalização ocidental no Oriente Médio e no Afeganistão como uma "cruzada".  "O terrorismo continua atuando, não devido a seu poder ideológico ou físico, mas porque as nações que dele são vítimas não conseguem detê-lo".  (A.M. Rosenthal. "O Globo", 02/08/96, p. 07)
Alguns atentados
21 de julho de 1972, Belfast   •  Mortos:  11 pessoas •  Feridos:  130 pessoas •  Culpados:  braço armado do Exército Republicano Irlandês (IRA) •  A mais famosa ação terrorista do braço armado do IRA, o principal grupo radical do Ocidente. As dez bombas e oito carros-bomba detonados em Belfast.
5 de setembro de 1972, Munique •  Mortos:  11 inocentes, 5 terroristas e um policial. •  Culpados:  palestinos da facção Setembro Negro. •  A maior tragédia da história das Olimpíadas e o maior atentado em defesa da causa palestina.
26 de fevereiro de 1993, Nova York  •  Mortos:  6 pessoas. • Feridos:  cerca de 1.000 pessoas. • Culpados:  radicais muçulmanos liderados por Ramzi Ahmed Yousef, ligado à rede Al Qaeda. •  A explosão de um furgão recheado com meia tonelada de bombas matou e feriu americanos.
20 de março de 1995, Tóquio   •  Mortos:  12 pessoas. •  Feridos:  5.700 pessoas. •  Culpados:  integrantes da seita Aum Shirinkyo. •  Uma nuvem de gás Sarin invadiu o metrô lotado e provou como as grandes metrópoles do mundo estão vulneráveis ao terror. Desta vez, os fanáticos não eram muçulmanos, mas sim membros de um culto apocalíptico.
19 de abril de 1995, Oklahoma City   •  Mortos:  166 pessoas. • Feridos:  centenas de pessoas. • Culpados:  extremistas de direita ligados a milícias. • Quando uma van recheada de explosivos caseiros rasgou um prédio do governo ao meio na pacata e interiorana Oklahoma City, as suspeitas logo recaíram sobre homens de barba e turbante e Corão na mão. Os assassinos eram brancos e americanos.
11 de setembro de 2001, N. Y., Washington e sul da Pensilvânia • Mortos:  mais de 3.000 inocentes e 19 terroristas. • Feridos:  milhares de pessoas. • Culpados:  radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda. • O maior atentado terrorista da História: quatro boeings seqüestrados.
 
Número oficial de mortos no World Trade Center:  2819 Fragmentos de pele e ossos coletados:  19 858 Número de corpos identificados:  1102 Número de pedestres mortos pela queda de destroços:  10 Policiais mortos:  23 Bombeiros mortos:  343 Faixa etária média das vítimas do atentado:  36   anos Pessoas resgatadas com vida dos escombros, todas no dia seguinte ao atentado:  18
144  anéis,  437  relógios,  77  colares,  119  brincos e  80  pulseiras foram recolhidos nos escombros, entre  65 000  objetos pessoais. Viagens de caminhões carregados de entulho:  108 444 Duração do incêndio no subsolo:  101  dias O impacto de cada um dos aviões equivaleu à explosão de 1 000 toneladas de dinamite As  cédulas de dólares  recolhidas nos destroços encheram  60 sacos de lixo de 100 litros
Dos cofres do banco Nova Scotia, localizados no subsolo do WTC, foram retiradas  3 800 barras de ouro  pesando 10,8 toneladas e avaliadas em  110 milhões de dólares  e  848 toneladas de lingotes de prata  que valem  120 milhões de dólares Dinheiro incinerado  nos cofres do Bank of America:  11 milhões de dólares Carros  encontrados nas garagens subterrâneas:  1 350
12 de outubro de 2002, Bali (Indonésia)   •  Mortos:  mais de 200 pessoas. •  Feridos:  mais de 300 pessoas. •  Culpados:  radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda. •  O terror islâmico atacou jovens turistas e surfistas estrangeiros, arrasando boates, lojas, cafés e bares na ilha. Entre os mortos estavam cidadãos de vinte nacionalidades diferentes.
23 de outubro de 2002, Moscou   • Mortos:  118 inocentes e 54 terroristas. •  Feridos:  146 pessoas. • Culpados:  muçulmanos separatistas da Chechênia. • No segundo ato da peça em cartaz no Palácio da Cultura, os fuzis dos chechenos renderam público e atores. Vladimir Putin ordenou a sangrenta invasão do teatro. Sua população o apoiou.
15 e 20 de novembro de 2003, Istambul • Mortos:  52 • Feridos:  mais de 450. • Culpados:  A Al Qaeda assumiu a autoria das duas ações. • No sábado, dia 15, terroristas suicidas explodirem diante de duas sinagogas de Istambul, matando 25 pessoas. Cinco dias depois, carros-bombas explodiram na agência central do banco inglês HSBC.
11 de março de 2004, Madri •  Mortos:  200 pessoas. •  Feridos:  mais de 1.500 pessoas. • Culpados:  terroristas islâmicos. • Uma série de bombas explodiram num intervalo de cinco minutos, entre 7h39 e 7h44 de uma quinta-feira. Dez bombas escondidas em mochilas dentro de trens metropolitanos.
3 de setembro de 2004, Beslan (Ossétia do Norte, Rússia)   •  Mortos:  mais de 200, a maioria crianças. •  Feridos:  700 feridos. •  Culpados:  terroristas islâmicos chechenos e árabes. •  Três dezenas de terroristas, sitiaram 1.200 pessoas durante três dias numa escola. Das vítimas, 70% eram crianças, professores e pais. As forças policiais russas invadiram a escola e a maioria dos terroristas foi morta.
 
 
 
7 de julho de 2005, Londres   •  Mortos:  50. •  Feridos:  mais de 700. • Culpados:  reivindicou o ataque o Grupo da Al Qaeda na Organização da Jihad na Europa. • Pouco antes das 9h da manhã, quatro bombas explodiram com pequenos intervalos.
 
 
Globalização e Multiculturalismo Bernardo Fernandes Graduado em História – UFPB
O período em que vivemos, é marcado por diversas transformações em todo o mundo.  As formas de vida bastante rígidas ou severas que eram utilizadas para regular as relações em sociedade, vêm sendo, pouco a pouco, desgastadas.  Isto traz diversas conseqüências no dia-a-dia das pessoas.  É, pois, um momento de crise nestas formas de vida.  O Homem racional e o Cidadão da modernidade
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Multiculturalismo

  • 1. MULTICULTURALISMO PROFESSOR MARIO FERNANDO DE MORI http://mariodemori.blogspot.com/ http://profmariodemori.blogspot.com/ http://focosdetensoesinternacionais.blogspot.com/ http://entevistando.blogspot.com/
  • 3. INTRODUÇÃO Falar de multiculturalismo é falar do manejo da diferença em nossas sociedades. No entanto, isto é ainda pouco para definir as implicações do termo.
  • 4. CONCEITO Multiculturalismo (ou pluralismo cultural) é um termo que descreve a existência de muitas culturas numa localidade, cidade ou país, sem que uma delas predomine, porém separadas geograficamente e até convivialmente no que se convencionou chamar de “mosaico cultural”. O Canadá e a Austrália são exemplos de multiculturalismo ; porém, alguns países europeus advogam discretamente a adoção de uma política multiculturalista.
  • 5. ASPECTOS GERAIS O multiculturalismo implica em reivindicações e conquistas das chamadas minorias (negros, índios, mulheres, homossexuais, entre outras). A doutrina multiculturalista da ênfase a idéia de que as culturas minoritárias são discriminadas, sendo vistas como movimentos particulares, mas elas devem merecer reconhecimento público. Para se consolidarem, essas culturas singulares devem ser amparadas e protegidas pela lei. O multiculturalismo opõe-se ao que ele julga ser uma forma de etnocentrismo (visão de mundo da sociedade branca dominante que se toma por mais importante que as demais). A política multiculturalista visa resistir à homogeneidade cultural, principalmente quando esta homogeneidade é considerada única e legítima, submetendo outras culturas a particularismos e dependência. Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas, e hoje, estima-se que apenas 10 a 15% dos países sejam etnicamente homogêneos.
  • 6. ENFIM.... A diversidade cultural e étnica muitas vezes é vista como uma ameaça para a identidade da nação. Em alguns lugares o multiculturalismo provoca desprezo e indiferença, como ocorre no Canadá entre habitantes de língua francesa e os de língua inglesa. Mas também pode ser vista como fator de enriquecimento e abertura de novas e diversas possibilidades, como confirmam o sociólogo Michel Wieviorka e o historiador Serge Gruzinski, ao demonstrarem que o hibridismo e a maleabilidade das culturas são fatores positivos de inovação. Charles Taylor, autor de Multiculturalismo, Diferença e Democracia acredita que toda a política identitária não deveria ultrapassar a liberdade individual. Indivíduos, no seu entender, são únicos e não poderiam ser categorizados. Taylor definiu a democracia como a política do reconhecimento do outro, ou seja, da diversidade.
  • 7. APRESENTAÇÃO DO TEMA QUESTÕES POLÊMICAS SOBRE o reconhecimento da não-homogeneidade étnica e cultural das sociedades; o reconhecimento da não-integração dos grupos que carregam e defendem as diferenças étnicas e culturais à matriz dominante do nation-building nessas sociedades – após o fracasso seja de políticas assimilacionistas, seja de políticas diferencialistas (baseadas na restrição de acesso ou mesmo na idéia de “desenvolvimentos separados”); a mobilização dos próprios recursos políticos e ideológicos da tradição dominante nos países ocidentais – o liberalismo – contra os efeitos desta não-integração; a demanda por inclusão e por pluralidade de esferas de valor e práticas institucionais no sentido da reparação de exclusões históricas; a demanda por reorientação das políticas públicas no sentido de assegurar a diversidade/pluralidade de grupos e tradições.
  • 9. MULTICULTURALISMO NO BRASIL Multiculturalismo no Brasil é a mistura de culturas. Trata-se da miscigenação dos credos e culturas que ocorrem no Brasil desde os tempos da colonização. E uma das principais características da cultura brasileira é esta diversidade. O processo imigratório teve grande importância para a formação desta cultura.
  • 10. MARCAS DO MULTICULTURALISMO NO BRASIL O Brasil incorpora em seu território culturas de todas as partes do mundo. Podemos dizer que este processo de imigração começou em 1530 quando os portugueses deram início à colonização do Brasil. Os primeiros imigrantes não-portugueses que vieram para o Brasil foram os africanos, que eram utilizados como escravos nas lavouras de café.
  • 11. COM ISSO.... O caso brasileiro é bem mais complexo, porque aqui se desenvolveu um processo colonizador cuja característica fundamental foi a mestiçagem cultural. A riqueza cultural e étnica do país não é levada em consideração no quotidiano, tendendo ao estereótipo e à disseminação de preconceitos. Em resposta, os conflitos das minorias não se dão apenas com a maioria, mas muitas vezes entre elas próprias, transformadas umas para as outras em bode expiatório de sua exclusão social. A discriminação dá-se através de muitas maneiras. Os nordestinos, por exemplo, são tidos como ignorantes no sul do país, como “gente” inferior, pouco inteligente, feita para o trabalho braçal ou outros sem qualificação que exija cultura e quociente intelectual razoável. O Brasil é um país de raízes mestiças, e que não constitui historicamente minorias. Deveríamos estar abertos às diferenças que faz do povo brasileiro um povo tão misto em nossas heranças culturais. É nesta pluralidade e na diversidade dos brasileiros que se pode construir o presente e perseguir o sonho do futuro possível.
  • 12. “ Todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o problema de dupla face do erro e da ilusão. (...) O reconhecimento do erro e da ilusão é ainda mais difícil, porque o erro e a ilusão não se reconhecem, em absoluto, como tais.” (MORIN, 2001:19)
  • 13. ?
  • 14. Tema: INCLUSÃO SOCIAL um acessório d a   AÇÕES AFIRMATIVAS ?
  • 15. AÇÕES AFIRMATIVAS SÃO medidas especiais e temporárias, tomadas ou determinadas pelo estado, espontânea ou compulsoriamente, com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas, garantindo a igualdade de oportunidades e tratamento, bem como de compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, decorrentes de motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros. Portanto, as ações afirmativas visam combater os efeitos acumulados em virtude das discriminações ocorridas no passado. (GTI, 1997;Santos,1999;Santos,2002).
  • 16. Ao final: o que são ações afirmativas? “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas". Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em: http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm acesso em 08/10/2006 “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas". Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em: http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm acesso em 08/10/2006 “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas". Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em: http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm acesso em 08/10/2006 “ As chamadas políticas de ação afirmativa (...) visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. ” MUNANGA, K. "Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil – um ponto de vista em defesa de cotas". Revista Espaço Acadêmico , mar. 2003. obtido em: http: //www .espacoacademico. com.br/022/22cmunanga. htm acesso em 08/10/2006
  • 17. Ação afirmativa; Ação positiva; Discriminação positiva; “ equal oportunity policies ”; Políticas compensatórias. OUTRAS TERMINOLOGIAS:
  • 18. Ações afirmativas = JUSTA IGUALDADE DE OPORTUNIDADES
  • 19. Do que falamos quando citamos INCLUSÃO SOCIAL ?...
  • 20. “ A inclusão (...) pode ser entendida como o processo ou situação de participação como ator e beneficiário, em contextos de oportunidades de trabalho ou de distribuição da riqueza produzida ou ainda de políticas públicas. Sua negação, total ou parcial, configuraria um quadro de exclusão ” (grifos nossos) (Jesus, P. e Mance, E. Exclusão/inclusão. In: Caattani, 2003, p. 149)
  • 21. EXCLUSÃO SEPARAÇÃO INTEGRAÇÃO INCLUSÃO Ações Afirmativas e Inclusão Social Beyer, Hugo Otto, Educação Inclusiva ou Integração Escolar? Implicações pedagógicas dos conceitos como rupturas paradigmáticas (In: ENSAIOS PEDAGÓGICOS, 2006, p. 85-88) LEGENDA: pontos redondos = pessoas com necessidades especiais / pontos quadrados = pessoas ditas normais / círculo grande = sistema escolar regular / circulo pequeno = sistema escolar especial
  • 22. Necessidade de estudar a questão não apenas sob o ponto de vista da redução da pobreza de renda , mas do aumento de oportunidades que provoquem a inclusão social . Por onde começar?
  • 23. A inclusão social e o Povo Negro do Brasil
  • 24. Aplicar Políticas Afirmativas Criar oportunidades Incluir socialmente JUSTIÇA e PAZ SOCIAL A questão do Povo Negro do Brasil Desigualdade Política Nacional de Igualdade Racial Programa Brasil Quilombola Política Nacional de ATER SOCIEDADE BRASILEIRA
  • 25. Definição de conceitos “No Brasil, de acordo com Telles (2003), existem três grandes sistemas associados à chamada "classificação racial": (1) os censos do IBGE que distinguem três categorias, brancos, pardos e pretos, além de amarelos e indígenas; (2) o discurso popular que utiliza uma nomenclatura ampla, inclusive o termo bastante ambíguo"'moreno" e (3) o sistema do movimento negro que distingue apenas duas categorias, reunindo pardos e pretos como "negros". O governo brasileiro parece ter optado por esta última (Telles, 2003)”. (PENA, 2004) Mais recentemente, a expressão afrodescendente está sendo incorporada a esta etnosemântica (Munanga, 2005)
  • 26. A questão do Povo Negro do Brasil
  • 27. 1992
  • 28. 2001
  • 29. 2001
  • 30.  
  • 31. População universitária*, em milhares, 1991 e 2000 Fonte. IPEA/FJP/PNUD. Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2000 (*) Estudantes de graduação com 18 anos ou mais 1.409 2.990 TOTAL 1.104 2.355 BRANCOS 277 576 NEGROS 1991 2000
  • 32. Teoria do Choque de Civilizações 3 - SÍNICA 3 2 - ISLÂMICA 2 4 - BUDISTA 4 4 4 7 - HINDU 7 6 6 - ORTODOXA 5 5 – LATINO-AMERICANA 5 8 - AFRICANA 8 1 - OCIDENTAL 1 1 1 1 9 - JAPONESA 9
  • 33. CHOQUE de CIVILIZAÇÕES A VITÓRIA do TERROR?
  • 34. Entrevistador: O senhor não gosta da expressão "choque de civilizações". Por quê? Said: (...) são inúmeros os problemas. Para começar, ela trata as civilizações como se fossem entidades fechadas, lacradas, alheias a qualquer tipo de troca (...). Por fim, a idéia de choque de civilizações tem um aspecto caricatural muito nocivo, como se enormes entidades chamadas "Ocidente" e o "Islã" estivessem num ringue, lutando para ver qual é a melhor. (intelectual palestino Edward Said) -Revista Veja, 25/06/2003.
  • 35. 1095-1291 – Cruzadas Incentivados pelo papa, cristãos rumam para o Oriente Médio para conquistar Jerusalém e a Terra Santa dos muçulmanos. 1991 - Guerra do Golfo Iraque invade o vizinho Kwait, provocando reação militar dos Estados Unidos. 2001 - 11 de Setembro Liderados por Osama bin Laden, terroristas islâmicos seqüestram aviões nos Estados Unidos e projetam as aeronaves contra alvos em Nova York e Washington, causando mais de 3.000 mortes. 2003 - Guerra do Iraque Estados Unidos invadem o Iraque e derrubam o ditador Saddam Hussein.
  • 36. Em meio à luta contra o terror detonada pelo 11 de Setembro, o presidente americano George W. Bush referiu-se à empreitada da coalização ocidental no Oriente Médio e no Afeganistão como uma "cruzada". "O terrorismo continua atuando, não devido a seu poder ideológico ou físico, mas porque as nações que dele são vítimas não conseguem detê-lo". (A.M. Rosenthal. "O Globo", 02/08/96, p. 07)
  • 38. 21 de julho de 1972, Belfast • Mortos: 11 pessoas • Feridos: 130 pessoas • Culpados: braço armado do Exército Republicano Irlandês (IRA) • A mais famosa ação terrorista do braço armado do IRA, o principal grupo radical do Ocidente. As dez bombas e oito carros-bomba detonados em Belfast.
  • 39. 5 de setembro de 1972, Munique • Mortos: 11 inocentes, 5 terroristas e um policial. • Culpados: palestinos da facção Setembro Negro. • A maior tragédia da história das Olimpíadas e o maior atentado em defesa da causa palestina.
  • 40. 26 de fevereiro de 1993, Nova York • Mortos: 6 pessoas. • Feridos: cerca de 1.000 pessoas. • Culpados: radicais muçulmanos liderados por Ramzi Ahmed Yousef, ligado à rede Al Qaeda. • A explosão de um furgão recheado com meia tonelada de bombas matou e feriu americanos.
  • 41. 20 de março de 1995, Tóquio • Mortos: 12 pessoas. • Feridos: 5.700 pessoas. • Culpados: integrantes da seita Aum Shirinkyo. • Uma nuvem de gás Sarin invadiu o metrô lotado e provou como as grandes metrópoles do mundo estão vulneráveis ao terror. Desta vez, os fanáticos não eram muçulmanos, mas sim membros de um culto apocalíptico.
  • 42. 19 de abril de 1995, Oklahoma City • Mortos: 166 pessoas. • Feridos: centenas de pessoas. • Culpados: extremistas de direita ligados a milícias. • Quando uma van recheada de explosivos caseiros rasgou um prédio do governo ao meio na pacata e interiorana Oklahoma City, as suspeitas logo recaíram sobre homens de barba e turbante e Corão na mão. Os assassinos eram brancos e americanos.
  • 43. 11 de setembro de 2001, N. Y., Washington e sul da Pensilvânia • Mortos: mais de 3.000 inocentes e 19 terroristas. • Feridos: milhares de pessoas. • Culpados: radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda. • O maior atentado terrorista da História: quatro boeings seqüestrados.
  • 44.  
  • 45. Número oficial de mortos no World Trade Center: 2819 Fragmentos de pele e ossos coletados: 19 858 Número de corpos identificados: 1102 Número de pedestres mortos pela queda de destroços: 10 Policiais mortos: 23 Bombeiros mortos: 343 Faixa etária média das vítimas do atentado: 36 anos Pessoas resgatadas com vida dos escombros, todas no dia seguinte ao atentado: 18
  • 46. 144 anéis, 437 relógios, 77 colares, 119 brincos e 80 pulseiras foram recolhidos nos escombros, entre 65 000 objetos pessoais. Viagens de caminhões carregados de entulho: 108 444 Duração do incêndio no subsolo: 101 dias O impacto de cada um dos aviões equivaleu à explosão de 1 000 toneladas de dinamite As cédulas de dólares recolhidas nos destroços encheram 60 sacos de lixo de 100 litros
  • 47. Dos cofres do banco Nova Scotia, localizados no subsolo do WTC, foram retiradas 3 800 barras de ouro pesando 10,8 toneladas e avaliadas em 110 milhões de dólares e 848 toneladas de lingotes de prata que valem 120 milhões de dólares Dinheiro incinerado nos cofres do Bank of America: 11 milhões de dólares Carros encontrados nas garagens subterrâneas: 1 350
  • 48. 12 de outubro de 2002, Bali (Indonésia) • Mortos: mais de 200 pessoas. • Feridos: mais de 300 pessoas. • Culpados: radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda. • O terror islâmico atacou jovens turistas e surfistas estrangeiros, arrasando boates, lojas, cafés e bares na ilha. Entre os mortos estavam cidadãos de vinte nacionalidades diferentes.
  • 49. 23 de outubro de 2002, Moscou • Mortos: 118 inocentes e 54 terroristas. • Feridos: 146 pessoas. • Culpados: muçulmanos separatistas da Chechênia. • No segundo ato da peça em cartaz no Palácio da Cultura, os fuzis dos chechenos renderam público e atores. Vladimir Putin ordenou a sangrenta invasão do teatro. Sua população o apoiou.
  • 50. 15 e 20 de novembro de 2003, Istambul • Mortos: 52 • Feridos: mais de 450. • Culpados: A Al Qaeda assumiu a autoria das duas ações. • No sábado, dia 15, terroristas suicidas explodirem diante de duas sinagogas de Istambul, matando 25 pessoas. Cinco dias depois, carros-bombas explodiram na agência central do banco inglês HSBC.
  • 51. 11 de março de 2004, Madri • Mortos: 200 pessoas. • Feridos: mais de 1.500 pessoas. • Culpados: terroristas islâmicos. • Uma série de bombas explodiram num intervalo de cinco minutos, entre 7h39 e 7h44 de uma quinta-feira. Dez bombas escondidas em mochilas dentro de trens metropolitanos.
  • 52. 3 de setembro de 2004, Beslan (Ossétia do Norte, Rússia) • Mortos: mais de 200, a maioria crianças. • Feridos: 700 feridos. • Culpados: terroristas islâmicos chechenos e árabes. • Três dezenas de terroristas, sitiaram 1.200 pessoas durante três dias numa escola. Das vítimas, 70% eram crianças, professores e pais. As forças policiais russas invadiram a escola e a maioria dos terroristas foi morta.
  • 53.  
  • 54.  
  • 55.  
  • 56. 7 de julho de 2005, Londres • Mortos: 50. • Feridos: mais de 700. • Culpados: reivindicou o ataque o Grupo da Al Qaeda na Organização da Jihad na Europa. • Pouco antes das 9h da manhã, quatro bombas explodiram com pequenos intervalos.
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  • 58.  
  • 59. Globalização e Multiculturalismo Bernardo Fernandes Graduado em História – UFPB
  • 60. O período em que vivemos, é marcado por diversas transformações em todo o mundo. As formas de vida bastante rígidas ou severas que eram utilizadas para regular as relações em sociedade, vêm sendo, pouco a pouco, desgastadas. Isto traz diversas conseqüências no dia-a-dia das pessoas. É, pois, um momento de crise nestas formas de vida. O Homem racional e o Cidadão da modernidade
  • 61. Representação do símbolo do Islamismo sobre o símbolo de Paris http://www.moonbattery.com