SlideShare uma empresa Scribd logo
A mata, a língua – Os Povos

Influência Indígena na Cultura
Brasileira
Chegada dos
         Portugueses ao Brasil
   Quem são os índios
   População em 1500
Principais povos indígenas:

• Tupi-Guarani : Ocupavam o Litoral e
algumas áreas do interior.
• Jê ou Tapuia: ocupavam o Planalto
Central.
•     Nu-Aruaque: ocupavam parte da Bacia
Amazônica.
•     Caraíba: ocupavam o norte da Bacia
Amazônica.
Descobrindo os índios
Preliminares...

            • Significado da
              palavra índio;
         • População estimada,
            em 1500, segundo
              Darcy Ribeiro;
           • Principais etnias
              (divididas por
                 diferenças
               lingüísticas e
                  culturais)
Etnia Guarani

       • Especulações sobre o
         surgimento da etnia;
       • Um povo dividido pela
         colonização;
       • Ser Guarani...
       • Distribuição dos
         povos.
Jê ou Tapuia

      • O significado do
        nome;
      • Localização;
      • Os Ritos Funerários.
Caraíbas

    • Significado do nome;
    • Localização;
    • Antropofagia;
    • Primeiros nativos a
      terem contato com os
      espanhóis;
    • Dizimação da etnia.
Nu-Aruaque

     • Significado do nome
     • Localização
     • Rivalidade entre
       povos (Caraíbas)
     • A Cultura da
       Mandioca.
Sobre os índios
       • "A feição deles é parda, um tanto
           avermelhada, com bons rostos e
        bons narizes, bem-feitos. Andam nus,
         sem nenhuma cobertura. Não fazem
            o menor caso de encobrir ou de
        mostrar suas vergonhas, e nisso têm
         tanta inocência como em mostrar o
            rosto. Ambos traziam o lábio de
            baixo furado e metido nele seus
           ossos (...) agudos na ponta como
           furador. (...) Os seus cabelos são
          lisos. E andavam tosquiados (...) e
        rapados até por cima das orelhas (...)
                          "
Gente Inocente
    •   "Parecem-me gente de tal inocência que, se
            nós os entendêssemos, e eles a nós,
         seriam logo cristãos, porque parecem não
           ter nenhuma crença. E portanto, se os
              degradados que aqui hão de ficar
        aprenderem bem sua fala e os entenderem,
          não duvido que eles (...) hão de se tornar
        cristãos em nossa santa fé. Portanto, Vossa
           Alteza, que tanto deseja fazer crescer a
         santa fé católica, deve cuidar da salvação
           deles . (...) Eles não lavram, nem criam.
            Nem há aqui boi, vaca, cabra, ovelha,
           galinha, ou qualquer outro animal que
            esteja acostumado a conviver com o
             homem. (...) Nesse dia, enquanto ali
        andavam, dançaram e bailaram sempre com
         os nossos, de maneira que são muito mais
            nossos amigos do que nós seus (...)"
As Línguas Indígenas
Línguas
Atualmente, mais de 180 línguas e dialetos são
falados pelos povos indígenas no Brasil. Elas
integram o acervo de quase seis mil línguas
faladas no mundo contemporâneo. Antes da
chegada dos portugueses, contudo, só no Brasil
esse número devia ser próximo de mil.
As línguas guardam entre si origens comuns,
integrando famílias lingüísticas, que, por sua
vez, podem fazer parte de divisões mais
englobantes, os troncos lingüísticos (Troncos e
famílias).
Troncos e famílias
Dentre as cerca de 180 línguas indígenas que existem hoje no Brasil, umas
são mais semelhantes entre si do que outras, revelando origens comuns e
processos de diversificação ocorridos ao longo do tempo.

Os especialistas no conhecimento das línguas (lingüistas) expressam as
semelhanças e diferenças entre elas através da idéia de troncos e famílias
lingüísticas. Quando se fala em tronco, têm-se em mente línguas cuja
origem comum está situada há milhares de anos, as semelhanças entre elas
sendo muito sutis. As divisões são:

    • Tronco Tupi
    • Tronco Macro-Jê
    • Outras Famílias
Tronco Macro-Jê
Tronco Tupi
OUTRAS FAMÍLIAS
Comparação de palavras de diferentes línguas

   Línguas do tronco Tupi




   Fonte: Ayron Dall’Igna Rodrigues – Línguas brasileiras – Para o conhecimento das línguas indígenas, São
   Paulo, Edições Loyola, 1986, página 44.
Línguas da Família Tupi-Guarani (Tronco Tupi)




  Fonte: Ayron Dall’Igna Rodrigues – Línguas brasileiras – para o conhecimento das línguas indígenas, São Paulo,
  Edições Loyola, 1986, página 32.
Línguas da Família Jê (Tronco Macro-Jê)




   Fonte: Ayron Dall’Igna Rodrigues – Línguas brasileiras – para o conhecimento das línguas indígenas, São
   Paulo, Edições Loyola, 1986, página 58.
Línguas da Família Karib
Línguas da Família Aruak
Multilingüismo

Os povos indígenas sempre conviveram com situações de
multilingüismo. Isso quer dizer que o número de línguas usadas por um
indivíduo pode ser bastante variado. Há aqueles que falam e entendem
mais de uma língua ou que apenas entendem muitas línguas e só falam
uma ou algumas delas.
Assim, não é raro encontrar sociedades ou indivíduos indígenas em
situação de bilingüismo, trilingüismo ou mesmo multilingüismo.
Portugueses
    e
  Índios
   Existia um pequeno sistema de feitorias comerciais, nas
    quais os europeus negociavam, por exemplo, foices,
    machados, espelhos e facas, em troca de pau-brasil,
    inhame, pimenta e animais como macacos, papagaios e
    beija-flores.
Após 1532, iniciou-se a efetiva colonização do Brasil. Os
  índios passaram a ser vistos não mais como parceiros
 comerciais, mas como mão-de-obra para a colonização.
   Os índios contribuíram com suas técnicas agrícolas
    adaptadas aos trópicos.


   Plantio da mandioca.


   Adoção do processo agrícola indígena chamado coivara,
    baseado na queimada, no plantio em montículos e no longo
    descanso da terra de cultura.
Para os índios, o contato com os portugueses foi devastador, a
    começar pelos aspectos populacionais.



Características que fizeram com que uma grande quantidade de
índios fosse eliminada:


   Guerras motivadas pela busca de escravos.
   Grandes fomes que surgiam após as guerras.
   Fuga dos índios para regiões de recursos desconhecidos.
Línguas Gerais no Brasil
        Colônia
Língua Geral Paulista

   Originada na língua dos índios Tupi de São Vicente e do alto rio Tietê.


   Era um pouco diferente da dos Tupinambá.


   Penetrou em áreas jamais alcançadas pelos índios tupi-guarani,
    influenciando a linguagem corriqueira de brasileiros.
Língua Geral Amazônica

   Desenvolveu-se inicialmente no Maranhão e Pará, a partir do Tupinambá.


   Desde o final do século XIX, passou a ser conhecida também pelo nome de
    Nheengatu (ie’engatú = “língua boa”).


   Apesar das transformações, continua sendo falada nos dias de hoje,
    especialmente na bacia do rio Negro (rios Uaupés e Içana).
Declínio da Língua Geral
Fatores que contribuíram ao declínio da língua geral



   Regiões que não apresentaram emprego intenso indígena ou
    missões jesuíticas, ou aquelas em que foi cedido espaço ao
    trabalho escravo africano e menor importância dos jesuítas.


   Português em concorrência com a língua geral.
O Índio na Literatura
Brasileira
Indianismo na Literatura

O índio era retratado como valente e nobre, livre das corrupções sociais
e dos vícios da civilização branca.Ele surge como digno representante da
nação brasileira, símbolo da nossa liberdade.
José Martiniano de Alencar nasceu em Mecejana, estado
do Ceará em 1º de maio de 1829.

É considerado o precursor do romantismo no Brasil dentro
de quatro características: indianista, psicológico, regional e
histórico. José de Alencar utilizou como tema o índio e o
sertão do Brasil. Em suas obras, valorizou a língua falada
no Brasil, a despeito de escritores da época que usavam a
língua de Portugal. Algumas de suas obras destacadas são:

Indianistas: Ubirajara, Iracema, O Guarani.
Psicológicos: Diva, Lucíola, Senhora, A Viuvinha.
Regionalistas: O Sertanejo, O Tronco do Ipê, O Gaúcho,
Til.
Históricos: As Minas de Prata, A guerra dos Mascates.
IRACEMA

A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e
Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira
vista. Devido a diferença étnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por
Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados
por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a
morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu
amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos,
não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha
seja travada entre os tabajaras e os pituguaras.
Toponímias e Outros
Termos Originados do
       Tupi-Guarani
TOPONÍMIA


  • Atibaia: água limpa
  • Capivari: rio das capivaras
  • Tietê: Para alguns estudioso, "rio fundo" e para
    outros, "rio verdadeiro".
  • Bauru : cesto de frutas.
  • Jaú: comedor, comilão, peixe fluvial.
  • Itabira: pedra empinada, pedra que se ergue.
  • Itu: salto, corredeira, cascata.
  • Itapemirim: laje pequena.
  • Ipanema: Rio imprestável, impraticável.
  • Irajá: Ninho das abelhas, colméia.
ANTROPONÍMIA

  • Araci: Mãe do dia, o nome da estrela d'alva
  • Cauã: Gavião
  • Ceci: Mãe superior
  • Guarabira: Nome de peixe
  • Iaciara: Espelho da lua
  • Irani: Abelhinha
  • Jaci: Lua
  • Janaina: Rainha dos lares
  • Juçara: Nome de uma palmeira de onde
    se extrai o palmito
  • Jurema: Espécie de planta
SUBSTANTIVOS PRÓPRIOS

  •   Abacaxi: fruta cheirosa
  •   Caboclo: procedente do mato
  •   Canga: o osso, caroço, núcleo, seco, enxuto
  •   Catapora: o fogo interno, febre eruptiva,
      erupção
  •   Pipoca: da pele estalando
  •   Caiçara: cerca feita pelos indígenas em torno
      da taba
  •   Itaú: rio das pedras
  •   Biboca: de lugar, casa acanhada, casa de barro,
      moradia humilde
  •   Caipira: de vergonhoso, roceiro, aldeão
  •   Paçoca: de bolo esmigalhado à mão
A Cultura Indígena
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio teria despido
O português.

Erro de português, poesia de Oswald de Andrade
- 1925
Organização das Etnias


 Não há divisão social

 Não há acumulação de riqueza
 Regime Pré-Sedentário
 Educação dos jovens por meio da imitação, tradições e lendas
 Divisão sexual do trabalho
Religião – Etnia Guarani

• Acreditavam em vários outros deuses (forças da natureza).
• Nhanderu (deus) – Criou o homem para viver em harmonia
  com a natureza.
• Rituais de passagem – gestação, nascimento, casamento,
  iniciação a vida adulta etc.
• Pajé – Homem mais sábio da tribo, ele é a ligação entre o índio
  e os deuses (natureza).
Música, Danças e Instrumentos

   Todas as melodias e letras dos cânticos eram passados, em sonho,
    aos pajés ou aos grandes guerreiros pelos deuses.


  Trocano: instrumento de                   Maracá – Instrumento mais nobre. Agitado
  comunicação. De acordo com o local        pelo Pajé, na hora das invocações, dos
  que se golpeia e a variação, é possível   sacrifícios e curas, “exorcizava” do corpo da
  ouvir mensagens que são ouvidas até       vítima os espíritos maus.
  1k de distância
Folclore
                          Lendas ligadas à natureza:
O caipora:
Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.

É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes. Como
protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir os agressores da
Natureza e o caçador que mata por prazer. É muito poderoso e forte.

  Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos
  demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas
      vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante".
Culinária

 Alimentação baseada em farinha de mandioca, peixe, mariscos e carne.
Influências Indígenas Marcantes na Cultura Brasileira

 O costume de dormir em rede
 Arte da cestaria e da cerâmica
 Diversos usos da mandioca na culinária
 Banho diário – o brasileiro é o povo que mais toma banho no
  mundo
 As cores alegres e as plumas do carnaval
 Expressões idiomáticas:
  “Andar na pindaíba” - pindaíba é uma madeira utilizada para fazer varas
  de pesca. Quando o índio voltava apenas com ela, sem sorte na pescaria,
  dizia: “Voltei na pindaíba!”
Etnia Paresi – Talk Show da Festa do Índio em Bertioga
Informações e comparações da cultura da etnia Paresi com a cultura do
não-índio brasileiro:


   Casamento – A mulher índia não pode casar-se com um branco,
    mas o índio pode casar-se com uma mulher branca.
   A mulher aos 20 anos é considerara velha.
Homossexualidade – De acordo com o chefe da aldeia, não existe no
meio deles, mas eles acreditam todos devem ser respeitados.
   Os índios que desejam estudar, seguir profissões, devem passar
    por um contínuo processo de conscientização para não perder
    sua cultura de origem.
O Índio Hoje
Como são vistos:

• Populações indígenas são vistas ora de forma preconceituosa ora de forma
  idealizada pela população brasileira.



   As populções rurais, que têm os índios quase como competidores (em matéria
   de recursos, terras etc.), os veêm de forma preconceituosa. Dizem que os
   índios só querem guerrear, que eles não querem trabalhar. Chamam os
   indígenas de “ladrões”, “preguiçosos” e “traiçoeiros” e tentam assim justificar
   quaisquer ações contra eles.



   A população urbana, que vive distanciada das terras indígenas, tem uma visão
   idealizada do índio. Consideram os índios donos de todas as terras e acham
   que, por serem seus primeiros habitantes, sabem cuidar da natureza sem
   depredá-la. Também acreditam que os índios são parte do passado, que estão
   desaparecendo, muito embora este dado já tenha sido comprovado
   contraditoriamente.
Hoje:

• No Brasil, vivem cerca de 460 mil índios, distribuídos entre 225
  sociedades indígenas.

• Número que constitui aproximadamente 0,25% da população brasileira.




    Estão contabilizados nesse número apenas os indígenas que vivem em
    aldeias. Estima-se que há entre 100 e 190 mil vivendo fora das terras
    indígenas, incluindo em áreas urbanas.


    Há em torno de 63 referências de índios que nunca tiveram contato
    o resto da população, além daqueles que tentam obter, junto ao órgão
    federal indigenista, reconhecimento de sua condição indígena.
Como são vistos:

• A mentalidade das pessoas quanto à existência dos índios já está mudando. Hoje, a
  população está se conscientizando de que os indígenas são seus contemporâneos.
  Vivem no mesmo país, participam da economia, da elaboração de leis e passam por
  problemas semelhantes, como as conseqüências da poluição ambiental.


• No momento, há uma preocupação dos brasileiros em buscar informações
  atualizadas e confiáveis sobre os índios para entender quem são, como vivem,
  enfim, inserir ainda mais o índio em suas vidas.
Diversidade e identidade:

• O Brasil possui uma grande diversidade étnica e lingüística.

• Pelo menos 180 línguas são faladas pelos membros das 225 sociedades indígenas
  existentes, as quais pertecem a mais de 30 famílias lingüísticas diferentes.


Conceitos importantes:

- As sociedades indígenas modificam-se constantemente e reelaboram-se com o
  tempo, como qualquer outra cultura no mundo. É relevante lembrar que isso
  aconteceria mesmo que os índios não tivessem feito contato com outras sociedades,
  européia e africana, por exemplo.

- Não é porque uma determinada sociedade indígena fala português ou veste roupas
  iguais às dos membros da sociedade com que entrou em contato que perdeu sua
  identidade ou que deixou de ser indígena. Ocorreu aí o contato entre diversidades
  culturais.
Língua:

• A língua é o meio básico de organização dos humanos. É através dela que podemos
  conhecer todo um universo cultural.

• Há diversas maneiras de classificar as línguas. Hoje, os lingüistas preferem adotar a
  classificação genética.



    Consiste na reunião das línguas que tenham uma mesma língua, já
     extinta, como origem. Desta forma, as línguas são agrupadas em famílias
     lingüísticas, e essas famílias são reunidas em troncos lingüísticos.

    Há índios que falam somente sua língua, desconhecendo o português.
     Outros falam o português como sua segunda língua.
Língua:

Troncos em que as famílias de línguas indígenas são classificadas:

- Tupi
- Macro-Jê




    As famílias Karib, Pano, Maku, Yanoama, Mura, Tukano, Katukina,
     Txapakura, Nambikwara e Guaikuru não puderam ser atribuídas a
     nenhum tronco.



   Importante: o fato de duas sociedades indígenas diferentes falarem línguas
   pertencentes a uma mesma família não implica que essas sociedades
   consigam entender-se mutuamente.
Demarcação e regularização de terras:

• A regularização das terras indígenas, por meio da demarcação, é um fator
 muito importante para a sobrevivência física e cultural dos diversos povos
 indígenas que vivem no Brasil.


• Essa questão tem sido muito discutida atualmente. Os índios reivindicam
 esse direito.


• Assegurar o direito à terra para os índios significa não só assegurar sua
 subsistência, mas também garantir o espaço cultural necessário à atualização
 de suas tradições.
Demarcação e regularização de terras:

O processo de demarcação consiste em 4 fases, que são:

- Identificação e delimitação
- Demarcação física
- Homologação
- Registro


 As linhas-mestre do processo administrativo de demarcação das terras indígenas
  estão definidas na Lei nº 6.001, de 19-12-1973, que é conhecida como Estatuto do
  Índio, e no Decreto nº 1.775, de 08-01-1996.

 Esta legislação atribui à FUNAI o papel de orientar e executar a demarcação das
  terras, atividade executada pela Diretoria de Assuntos Fundiários (DAF).
Finalização:


• Comentários gerais


• Polêmica do direito de patente


• VIII Festa Nacional do Índio
Ashaninka (AC)
Os Ashaninka constituem, sem dúvida, um dos povos indígenas mais numerosos da floresta
tropical da América do Sul. São encontrados em inúmeros rios da selva amazônica.
Bororo (MT)
Conhecidos como Bororo Oriental, Orarimogodógu, Coroados ou Parrudos, habitam o Estado
de Mato Grosso. Praticam os rituais da Furação de Orelha.
Gavião (PA)
Habitam as Terras Indígenas Kanela – Buriti Velho, no Maranhão, demarcadas, registradas
e homologadas. Se autodenominam Apâniekra ou Ramkókamekra.
Guarani (SP)
Um dos primeiros povos indígenas a ter contato com os portugueses, sendo um dos mais
populosos no Brasil. Na festa, são representados pela comunidade Rio Silveira, localizada
em Berioga.
Kalapalo (MT)

Os índios Kalapalo vivem no Parque Indígena do Xingu, no Estado do Mato Grosso. Eles
classificam seus rituais públicos em dois tipos: egitsu (eventos que envolvem a participação de
convidados de outras aldeias alto-xinguanas) e undufe (rituais incluem apenas os membros de
uma aldeia particular).
Karajá (TO)

Habitam a Terra Indígena do Paruqe do Araguaia na Ilha do Bananal, no Tocantins. Uma
característica entre os Karajá é a diferenciação entre a fala das mulheres e crianças e a dos
homens.
Kuikuro (MT)
Os Kuikuro são, hoje, o povo com a maior população no Alto Xingu. Eles constituem um
sub-sistema carib com os outros grupos que falam variantes dialetais da mesma língua
(Kalapalo, Matipu e Nahukwá).
Macuxi (RR)
Os Macuxis vivem no extremo norte de Roraima e na Guiana. Sendo cerca de 19 no Brasil
e 9,5 mil na Guiana Francesa.
Paresi Haliti (MT)
Vivem na Terra Indígena Paresi, no Mato Grosso. Entre os Paresi, o futebol de cabeça é
praticado durante grandes cerimônias. A bola utilizada nos jogos é fabricada com a seiva de
mangabeira.
Yanomami (RR)
Os Yanomami formam uma sociedade de caçadores-agricultores da floresta tropical do
Norte da Amazônia cujo contato com a sociedade nacional é, na maior parte do seu
território, relativamente recente.
Yawalapiti (MT)
Habitam o Parque Indígena do Xingu, localizado na região central do Brasil, no Estado do
Mato Grosso. No local, existem 16 etnias, habitando 36 aldeias.
Yawanawa (AC)
Habitam a parte sul da TI Rio Gregório. Essa terra indígena, localizada no município de
Tarauacá, foi a primeira a ser demarcada no Acre, e ocupa a cabeceira deste afluente do
Juruá.
Ye´Kuana (RR)
Os índios Ye´Kuana vivem no noroeste do Estado de Roraima e na Venezuela. Eles são
agricultores, coletores e praticam a caça e a pesca, possuem ainda pequenos animais
domésticos, especialmente cães e aves.
Xavantes (MT)
Os índios Xavantes habitam cerca de 70 aldeias em oito áreas que constituem seu território,
Serra do Roncador e pelos Rios da Morte, Culuene, Couto Magalhães, Boitivi e Garças no
leste mato-grossense.
Influências Indígenas na Cultura Brasileira
Influências Indígenas na Cultura Brasileira
Influências Indígenas na Cultura Brasileira
Influências Indígenas na Cultura Brasileira
Influências Indígenas na Cultura Brasileira
Influências Indígenas na Cultura Brasileira
Influências Indígenas na Cultura Brasileira

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cultura africana
Cultura africanaCultura africana
Cultura africana
Julio_Cezar10
 
Índios- Cultura indígena
Índios- Cultura indígenaÍndios- Cultura indígena
Índios- Cultura indígena
Emef Madalena
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
bastianbe
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
martinsramon
 
Cultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-BrasileiraCultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-Brasileira
Niela Tuani
 
A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO
A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIROA FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO
A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO
Ronaldo Junio
 
A formação do povo brasileiro
A formação do povo brasileiroA formação do povo brasileiro
A formação do povo brasileiro
João Marcelo
 
ÍNDIA
ÍNDIAÍNDIA
ÍNDIA
Manu Costa
 
Pré História
Pré   História Pré   História
Pré História
Fatima Freitas
 
Cultura africana 3° ano
Cultura africana 3° anoCultura africana 3° ano
Cultura africana 3° ano
ProfEricaVit
 
O Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANOO Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANO
Diego Bian Filo Moreira
 
África Medieval - 7º Ano (2017)
África Medieval - 7º Ano (2017)África Medieval - 7º Ano (2017)
África Medieval - 7º Ano (2017)
Nefer19
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
Karoline Rodrigues de Melo
 
Aula patrimônio cultural
Aula patrimônio culturalAula patrimônio cultural
Aula patrimônio cultural
Curso Letrados
 
Dia do indio
Dia do indioDia do indio
Dia do indio
ANDRÉA FERREIRA
 
Indígenas no Brasil
Indígenas no BrasilIndígenas no Brasil
Indígenas no Brasil
Edenilson Morais
 
Características sobre a cultura da Região Norte no Brasil
Características sobre a cultura da Região Norte no BrasilCaracterísticas sobre a cultura da Região Norte no Brasil
Características sobre a cultura da Região Norte no Brasil
Larissa Barreis
 
Os astecas
Os astecasOs astecas
Os astecas
edna2
 
Urbanização brasileira
Urbanização brasileiraUrbanização brasileira
Urbanização brasileira
Abner de Paula
 

Mais procurados (20)

Cultura africana
Cultura africanaCultura africana
Cultura africana
 
Índios- Cultura indígena
Índios- Cultura indígenaÍndios- Cultura indígena
Índios- Cultura indígena
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
 
Cultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-BrasileiraCultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-Brasileira
 
A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO
A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIROA FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO
A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO
 
A formação do povo brasileiro
A formação do povo brasileiroA formação do povo brasileiro
A formação do povo brasileiro
 
ÍNDIA
ÍNDIAÍNDIA
ÍNDIA
 
Pré História
Pré   História Pré   História
Pré História
 
Cultura africana 3° ano
Cultura africana 3° anoCultura africana 3° ano
Cultura africana 3° ano
 
O Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANOO Tempo e a História - 6 ANO
O Tempo e a História - 6 ANO
 
África Medieval - 7º Ano (2017)
África Medieval - 7º Ano (2017)África Medieval - 7º Ano (2017)
África Medieval - 7º Ano (2017)
 
Migrações no brasil
Migrações no brasilMigrações no brasil
Migrações no brasil
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
 
Aula patrimônio cultural
Aula patrimônio culturalAula patrimônio cultural
Aula patrimônio cultural
 
Dia do indio
Dia do indioDia do indio
Dia do indio
 
Indígenas no Brasil
Indígenas no BrasilIndígenas no Brasil
Indígenas no Brasil
 
Características sobre a cultura da Região Norte no Brasil
Características sobre a cultura da Região Norte no BrasilCaracterísticas sobre a cultura da Região Norte no Brasil
Características sobre a cultura da Região Norte no Brasil
 
Os astecas
Os astecasOs astecas
Os astecas
 
Urbanização brasileira
Urbanização brasileiraUrbanização brasileira
Urbanização brasileira
 

Destaque

A lenda do guaraná e iara
A lenda do guaraná e iaraA lenda do guaraná e iara
A lenda do guaraná e iara
Nute JPA
 
Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.
Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.
Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.
Lila Donato
 
Cultura Indigena
Cultura IndigenaCultura Indigena
Cultura Indigena
portoseguro
 
Multiculturalismo e ética
Multiculturalismo e éticaMulticulturalismo e ética
Multiculturalismo e ética
Maryanne Monteiro
 
íNdios
íNdiosíNdios
íNdios
guest991a823b
 
Norma culta e variedades linguísticas apostilinha
Norma culta e variedades linguísticas   apostilinhaNorma culta e variedades linguísticas   apostilinha
Norma culta e variedades linguísticas apostilinha
Gedalias .
 
Multiculturalismo e a Política Educacional Brasileira
Multiculturalismo e a Política Educacional BrasileiraMulticulturalismo e a Política Educacional Brasileira
Multiculturalismo e a Política Educacional Brasileira
Adilson P Motta Motta
 
Povos indígenas.
Povos indígenas.Povos indígenas.
Povos indígenas.
Carlos Gabriel Sa Ramos
 
Oficina de culinaria brasileira
Oficina de culinaria brasileiraOficina de culinaria brasileira
Oficina de culinaria brasileira
Victor Cabral
 
Cultura indígena
Cultura indígena  Cultura indígena
Cultura indígena
Raquel Hemanuelly
 
Influência africana e indígena no vocabulário brasileiro
Influência africana e indígena no vocabulário brasileiroInfluência africana e indígena no vocabulário brasileiro
Influência africana e indígena no vocabulário brasileiro
Mônica Campos
 
Linguagem indígena
Linguagem indígenaLinguagem indígena
Linguagem indígena
Escola Silene de Andrade
 
Hábitos indígenas que influenciaram os nossos costumes
Hábitos indígenas que influenciaram os nossos costumesHábitos indígenas que influenciaram os nossos costumes
Hábitos indígenas que influenciaram os nossos costumes
Kau Dubiella
 
Multiculturalismo
MulticulturalismoMulticulturalismo
Multiculturalismo
ProfMario De Mori
 
A lingua portuguesa
A lingua portuguesaA lingua portuguesa
A lingua portuguesa
Luciana Pinto Dos Santos
 
Cotidiano indigena
Cotidiano indigenaCotidiano indigena
Cotidiano indigena
pratesclaudio
 
Apresentação do slide vocábulos africanos
Apresentação do slide   vocábulos africanosApresentação do slide   vocábulos africanos
Apresentação do slide vocábulos africanos
Aline Vieira da Silva
 
Pratos típicos
Pratos típicosPratos típicos
Pratos típicos
djania72
 
Brasil!
Brasil!Brasil!
Multiculturalismo
MulticulturalismoMulticulturalismo
Multiculturalismo
Emiliamarques
 

Destaque (20)

A lenda do guaraná e iara
A lenda do guaraná e iaraA lenda do guaraná e iara
A lenda do guaraná e iara
 
Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.
Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.
Sistemas construtivos tradicionais no brasil - arquitetura indígena.
 
Cultura Indigena
Cultura IndigenaCultura Indigena
Cultura Indigena
 
Multiculturalismo e ética
Multiculturalismo e éticaMulticulturalismo e ética
Multiculturalismo e ética
 
íNdios
íNdiosíNdios
íNdios
 
Norma culta e variedades linguísticas apostilinha
Norma culta e variedades linguísticas   apostilinhaNorma culta e variedades linguísticas   apostilinha
Norma culta e variedades linguísticas apostilinha
 
Multiculturalismo e a Política Educacional Brasileira
Multiculturalismo e a Política Educacional BrasileiraMulticulturalismo e a Política Educacional Brasileira
Multiculturalismo e a Política Educacional Brasileira
 
Povos indígenas.
Povos indígenas.Povos indígenas.
Povos indígenas.
 
Oficina de culinaria brasileira
Oficina de culinaria brasileiraOficina de culinaria brasileira
Oficina de culinaria brasileira
 
Cultura indígena
Cultura indígena  Cultura indígena
Cultura indígena
 
Influência africana e indígena no vocabulário brasileiro
Influência africana e indígena no vocabulário brasileiroInfluência africana e indígena no vocabulário brasileiro
Influência africana e indígena no vocabulário brasileiro
 
Linguagem indígena
Linguagem indígenaLinguagem indígena
Linguagem indígena
 
Hábitos indígenas que influenciaram os nossos costumes
Hábitos indígenas que influenciaram os nossos costumesHábitos indígenas que influenciaram os nossos costumes
Hábitos indígenas que influenciaram os nossos costumes
 
Multiculturalismo
MulticulturalismoMulticulturalismo
Multiculturalismo
 
A lingua portuguesa
A lingua portuguesaA lingua portuguesa
A lingua portuguesa
 
Cotidiano indigena
Cotidiano indigenaCotidiano indigena
Cotidiano indigena
 
Apresentação do slide vocábulos africanos
Apresentação do slide   vocábulos africanosApresentação do slide   vocábulos africanos
Apresentação do slide vocábulos africanos
 
Pratos típicos
Pratos típicosPratos típicos
Pratos típicos
 
Brasil!
Brasil!Brasil!
Brasil!
 
Multiculturalismo
MulticulturalismoMulticulturalismo
Multiculturalismo
 

Semelhante a Influências Indígenas na Cultura Brasileira

Aula de artes indigena
Aula de artes indigenaAula de artes indigena
Aula de artes indigena
Janete Garcia de Freitas
 
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
Raphael Lanzillotte
 
Trabalho laura e thailine 1
Trabalho laura e thailine 1Trabalho laura e thailine 1
Trabalho laura e thailine 1
viajante2
 
Apresentação-Abralin-2021-PPT.pptx
Apresentação-Abralin-2021-PPT.pptxApresentação-Abralin-2021-PPT.pptx
Apresentação-Abralin-2021-PPT.pptx
TicianeRibeiro2
 
Arte e cultura indgena
Arte e cultura indgenaArte e cultura indgena
Arte e cultura indgena
Carolyne Mensen
 
Os indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte
Os indígenas que habitavam o Rio Grande do NorteOs indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte
Os indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte
Margarida Pedro da Silva
 
Dia do índio
Dia do índioDia do índio
Dia do índio
André Moraes
 
HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...
HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...
HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...
Fábio Fernandes
 
Cultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.ppt
Cultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.pptCultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.ppt
Cultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.ppt
Igor da Silva
 
íNdios brasileiros. 1 ano a
íNdios brasileiros. 1 ano aíNdios brasileiros. 1 ano a
íNdios brasileiros. 1 ano a
samonois
 
O povo brasileiro
O povo brasileiroO povo brasileiro
O povo brasileiro
Maria Ruth Borges Beserra
 
Os povos indígenas no Brasil colonial. t
Os povos indígenas no Brasil colonial. tOs povos indígenas no Brasil colonial. t
Os povos indígenas no Brasil colonial. t
GustavoSantos524626
 
A substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileiros
A substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileirosA substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileiros
A substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileiros
Patrícia Éderson Dias
 
áFrica 2012
áFrica 2012áFrica 2012
áFrica 2012
Arlete Monteiro
 
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fundAtividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades Diversas Cláudia
 
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fundAtividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades Diversas Cláudia
 
slides formação da população brasileira.pdf
slides formação da população brasileira.pdfslides formação da população brasileira.pdf
slides formação da população brasileira.pdf
StfaniSousa1
 
Indígenas na américa
Indígenas na américaIndígenas na américa
Indígenas na américa
harlissoncarvalho
 
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jesOs povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
GustavoSantos524626
 
Trab. socio miscigenação cultural brasileira
Trab. socio miscigenação cultural brasileiraTrab. socio miscigenação cultural brasileira
Trab. socio miscigenação cultural brasileira
Minguimingui
 

Semelhante a Influências Indígenas na Cultura Brasileira (20)

Aula de artes indigena
Aula de artes indigenaAula de artes indigena
Aula de artes indigena
 
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
 
Trabalho laura e thailine 1
Trabalho laura e thailine 1Trabalho laura e thailine 1
Trabalho laura e thailine 1
 
Apresentação-Abralin-2021-PPT.pptx
Apresentação-Abralin-2021-PPT.pptxApresentação-Abralin-2021-PPT.pptx
Apresentação-Abralin-2021-PPT.pptx
 
Arte e cultura indgena
Arte e cultura indgenaArte e cultura indgena
Arte e cultura indgena
 
Os indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte
Os indígenas que habitavam o Rio Grande do NorteOs indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte
Os indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte
 
Dia do índio
Dia do índioDia do índio
Dia do índio
 
HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...
HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...
HISTÓRIA, POVOS INDÍGENAS E EDUCAÇÃO: (RE) CONHECENDO E DISCUTINDO A DIVERSID...
 
Cultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.ppt
Cultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.pptCultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.ppt
Cultura Indígena do Brasil nos dias de hoje - FASC.ppt
 
íNdios brasileiros. 1 ano a
íNdios brasileiros. 1 ano aíNdios brasileiros. 1 ano a
íNdios brasileiros. 1 ano a
 
O povo brasileiro
O povo brasileiroO povo brasileiro
O povo brasileiro
 
Os povos indígenas no Brasil colonial. t
Os povos indígenas no Brasil colonial. tOs povos indígenas no Brasil colonial. t
Os povos indígenas no Brasil colonial. t
 
A substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileiros
A substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileirosA substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileiros
A substituição dos espaços geográficos indígenas pelos dos luso brasileiros
 
áFrica 2012
áFrica 2012áFrica 2012
áFrica 2012
 
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fundAtividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
 
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fundAtividades os povos africanos topico 4 historia fund
Atividades os povos africanos topico 4 historia fund
 
slides formação da população brasileira.pdf
slides formação da população brasileira.pdfslides formação da população brasileira.pdf
slides formação da população brasileira.pdf
 
Indígenas na américa
Indígenas na américaIndígenas na américa
Indígenas na américa
 
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jesOs povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
Os povos indígenas no Brasil. tupi e macro-jes
 
Trab. socio miscigenação cultural brasileira
Trab. socio miscigenação cultural brasileiraTrab. socio miscigenação cultural brasileira
Trab. socio miscigenação cultural brasileira
 

Mais de Gisele Finatti Baraglio

Revolução-Haitiana
Revolução-HaitianaRevolução-Haitiana
Revolução-Haitiana
Gisele Finatti Baraglio
 
His-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.ppt
His-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.pptHis-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.ppt
His-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.ppt
Gisele Finatti Baraglio
 
Historia-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.ppt
Historia-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.pptHistoria-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.ppt
Historia-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.ppt
Gisele Finatti Baraglio
 
8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt
8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt
8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt
Gisele Finatti Baraglio
 
BRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democratica
BRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democraticaBRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democratica
BRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democratica
Gisele Finatti Baraglio
 
Dutra e Vargas - de 1946 a 1954
Dutra e Vargas - de 1946 a 1954Dutra e Vargas - de 1946 a 1954
Dutra e Vargas - de 1946 a 1954
Gisele Finatti Baraglio
 
BRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother Sam
BRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother SamBRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother Sam
BRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother Sam
Gisele Finatti Baraglio
 
Nicaraguan revolution
Nicaraguan revolutionNicaraguan revolution
Nicaraguan revolution
Gisele Finatti Baraglio
 
Século xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismo
Século xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismoSéculo xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismo
Século xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismo
Gisele Finatti Baraglio
 
Os Maias
Os MaiasOs Maias
Civilização Maia America pré colombiana
Civilização Maia America pré colombianaCivilização Maia America pré colombiana
Civilização Maia America pré colombiana
Gisele Finatti Baraglio
 
A educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisa
A educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisaA educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisa
A educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisa
Gisele Finatti Baraglio
 
Estrutura Político Legislativa na República Velha
Estrutura Político Legislativa na República VelhaEstrutura Político Legislativa na República Velha
Estrutura Político Legislativa na República Velha
Gisele Finatti Baraglio
 
A carta de Caminha e o Sentido da colonização
A carta de Caminha e o Sentido da colonizaçãoA carta de Caminha e o Sentido da colonização
A carta de Caminha e o Sentido da colonização
Gisele Finatti Baraglio
 
Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492
Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492
Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492
Gisele Finatti Baraglio
 
Conjuração Mineira
Conjuração MineiraConjuração Mineira
Conjuração Mineira
Gisele Finatti Baraglio
 
Descolonização afro asiática
Descolonização afro asiáticaDescolonização afro asiática
Descolonização afro asiática
Gisele Finatti Baraglio
 
Bárbaros e Feudalismo
Bárbaros e FeudalismoBárbaros e Feudalismo
Bárbaros e Feudalismo
Gisele Finatti Baraglio
 
Oriente proximo evolucao_historica e geopolitica
Oriente proximo evolucao_historica e geopoliticaOriente proximo evolucao_historica e geopolitica
Oriente proximo evolucao_historica e geopolitica
Gisele Finatti Baraglio
 
A arábia pré islâmica - uma breve história
A arábia pré islâmica - uma breve históriaA arábia pré islâmica - uma breve história
A arábia pré islâmica - uma breve história
Gisele Finatti Baraglio
 

Mais de Gisele Finatti Baraglio (20)

Revolução-Haitiana
Revolução-HaitianaRevolução-Haitiana
Revolução-Haitiana
 
His-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.ppt
His-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.pptHis-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.ppt
His-8o-semana1-O Iluminismo e a ilustração.ppt
 
Historia-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.ppt
Historia-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.pptHistoria-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.ppt
Historia-9os-semana1-Brasil A República das Oligarquias.ppt
 
8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt
8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt
8os-Geo-semana1-Os principais aspectos físicos do Continente Americano.ppt
 
BRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democratica
BRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democraticaBRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democratica
BRASIL 1945 a 64 - Republica populista - democratica
 
Dutra e Vargas - de 1946 a 1954
Dutra e Vargas - de 1946 a 1954Dutra e Vargas - de 1946 a 1954
Dutra e Vargas - de 1946 a 1954
 
BRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother Sam
BRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother SamBRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother Sam
BRASIL REPÚBLICA - de Dutra ao Brother Sam
 
Nicaraguan revolution
Nicaraguan revolutionNicaraguan revolution
Nicaraguan revolution
 
Século xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismo
Século xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismoSéculo xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismo
Século xix e xx liberalismo, nacionalismo e socialismo
 
Os Maias
Os MaiasOs Maias
Os Maias
 
Civilização Maia America pré colombiana
Civilização Maia America pré colombianaCivilização Maia America pré colombiana
Civilização Maia America pré colombiana
 
A educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisa
A educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisaA educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisa
A educação inclusiva sob prisma da deficiência visual Resultados de pesquisa
 
Estrutura Político Legislativa na República Velha
Estrutura Político Legislativa na República VelhaEstrutura Político Legislativa na República Velha
Estrutura Político Legislativa na República Velha
 
A carta de Caminha e o Sentido da colonização
A carta de Caminha e o Sentido da colonizaçãoA carta de Caminha e o Sentido da colonização
A carta de Caminha e o Sentido da colonização
 
Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492
Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492
Brasil Colonial documentário de Boris Fausto e resenha 1492
 
Conjuração Mineira
Conjuração MineiraConjuração Mineira
Conjuração Mineira
 
Descolonização afro asiática
Descolonização afro asiáticaDescolonização afro asiática
Descolonização afro asiática
 
Bárbaros e Feudalismo
Bárbaros e FeudalismoBárbaros e Feudalismo
Bárbaros e Feudalismo
 
Oriente proximo evolucao_historica e geopolitica
Oriente proximo evolucao_historica e geopoliticaOriente proximo evolucao_historica e geopolitica
Oriente proximo evolucao_historica e geopolitica
 
A arábia pré islâmica - uma breve história
A arábia pré islâmica - uma breve históriaA arábia pré islâmica - uma breve história
A arábia pré islâmica - uma breve história
 

Último

Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
maria-oliveira
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 

Influências Indígenas na Cultura Brasileira

  • 1. A mata, a língua – Os Povos Influência Indígena na Cultura Brasileira
  • 2. Chegada dos Portugueses ao Brasil  Quem são os índios  População em 1500
  • 3. Principais povos indígenas: • Tupi-Guarani : Ocupavam o Litoral e algumas áreas do interior. • Jê ou Tapuia: ocupavam o Planalto Central. • Nu-Aruaque: ocupavam parte da Bacia Amazônica. • Caraíba: ocupavam o norte da Bacia Amazônica.
  • 5. Preliminares... • Significado da palavra índio; • População estimada, em 1500, segundo Darcy Ribeiro; • Principais etnias (divididas por diferenças lingüísticas e culturais)
  • 6. Etnia Guarani • Especulações sobre o surgimento da etnia; • Um povo dividido pela colonização; • Ser Guarani... • Distribuição dos povos.
  • 7. Jê ou Tapuia • O significado do nome; • Localização; • Os Ritos Funerários.
  • 8. Caraíbas • Significado do nome; • Localização; • Antropofagia; • Primeiros nativos a terem contato com os espanhóis; • Dizimação da etnia.
  • 9. Nu-Aruaque • Significado do nome • Localização • Rivalidade entre povos (Caraíbas) • A Cultura da Mandioca.
  • 10.
  • 11. Sobre os índios • "A feição deles é parda, um tanto avermelhada, com bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Não fazem o menor caso de encobrir ou de mostrar suas vergonhas, e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam o lábio de baixo furado e metido nele seus ossos (...) agudos na ponta como furador. (...) Os seus cabelos são lisos. E andavam tosquiados (...) e rapados até por cima das orelhas (...) "
  • 12. Gente Inocente • "Parecem-me gente de tal inocência que, se nós os entendêssemos, e eles a nós, seriam logo cristãos, porque parecem não ter nenhuma crença. E portanto, se os degradados que aqui hão de ficar aprenderem bem sua fala e os entenderem, não duvido que eles (...) hão de se tornar cristãos em nossa santa fé. Portanto, Vossa Alteza, que tanto deseja fazer crescer a santa fé católica, deve cuidar da salvação deles . (...) Eles não lavram, nem criam. Nem há aqui boi, vaca, cabra, ovelha, galinha, ou qualquer outro animal que esteja acostumado a conviver com o homem. (...) Nesse dia, enquanto ali andavam, dançaram e bailaram sempre com os nossos, de maneira que são muito mais nossos amigos do que nós seus (...)"
  • 14. Línguas Atualmente, mais de 180 línguas e dialetos são falados pelos povos indígenas no Brasil. Elas integram o acervo de quase seis mil línguas faladas no mundo contemporâneo. Antes da chegada dos portugueses, contudo, só no Brasil esse número devia ser próximo de mil. As línguas guardam entre si origens comuns, integrando famílias lingüísticas, que, por sua vez, podem fazer parte de divisões mais englobantes, os troncos lingüísticos (Troncos e famílias).
  • 15. Troncos e famílias Dentre as cerca de 180 línguas indígenas que existem hoje no Brasil, umas são mais semelhantes entre si do que outras, revelando origens comuns e processos de diversificação ocorridos ao longo do tempo. Os especialistas no conhecimento das línguas (lingüistas) expressam as semelhanças e diferenças entre elas através da idéia de troncos e famílias lingüísticas. Quando se fala em tronco, têm-se em mente línguas cuja origem comum está situada há milhares de anos, as semelhanças entre elas sendo muito sutis. As divisões são: • Tronco Tupi • Tronco Macro-Jê • Outras Famílias
  • 19. Comparação de palavras de diferentes línguas Línguas do tronco Tupi Fonte: Ayron Dall’Igna Rodrigues – Línguas brasileiras – Para o conhecimento das línguas indígenas, São Paulo, Edições Loyola, 1986, página 44.
  • 20. Línguas da Família Tupi-Guarani (Tronco Tupi) Fonte: Ayron Dall’Igna Rodrigues – Línguas brasileiras – para o conhecimento das línguas indígenas, São Paulo, Edições Loyola, 1986, página 32.
  • 21. Línguas da Família Jê (Tronco Macro-Jê) Fonte: Ayron Dall’Igna Rodrigues – Línguas brasileiras – para o conhecimento das línguas indígenas, São Paulo, Edições Loyola, 1986, página 58.
  • 24. Multilingüismo Os povos indígenas sempre conviveram com situações de multilingüismo. Isso quer dizer que o número de línguas usadas por um indivíduo pode ser bastante variado. Há aqueles que falam e entendem mais de uma língua ou que apenas entendem muitas línguas e só falam uma ou algumas delas. Assim, não é raro encontrar sociedades ou indivíduos indígenas em situação de bilingüismo, trilingüismo ou mesmo multilingüismo.
  • 25. Portugueses e Índios
  • 26. Existia um pequeno sistema de feitorias comerciais, nas quais os europeus negociavam, por exemplo, foices, machados, espelhos e facas, em troca de pau-brasil, inhame, pimenta e animais como macacos, papagaios e beija-flores.
  • 27. Após 1532, iniciou-se a efetiva colonização do Brasil. Os índios passaram a ser vistos não mais como parceiros comerciais, mas como mão-de-obra para a colonização.
  • 28. Os índios contribuíram com suas técnicas agrícolas adaptadas aos trópicos.  Plantio da mandioca.  Adoção do processo agrícola indígena chamado coivara, baseado na queimada, no plantio em montículos e no longo descanso da terra de cultura.
  • 29. Para os índios, o contato com os portugueses foi devastador, a começar pelos aspectos populacionais. Características que fizeram com que uma grande quantidade de índios fosse eliminada:  Guerras motivadas pela busca de escravos.  Grandes fomes que surgiam após as guerras.  Fuga dos índios para regiões de recursos desconhecidos.
  • 30. Línguas Gerais no Brasil Colônia
  • 31. Língua Geral Paulista  Originada na língua dos índios Tupi de São Vicente e do alto rio Tietê.  Era um pouco diferente da dos Tupinambá.  Penetrou em áreas jamais alcançadas pelos índios tupi-guarani, influenciando a linguagem corriqueira de brasileiros.
  • 32. Língua Geral Amazônica  Desenvolveu-se inicialmente no Maranhão e Pará, a partir do Tupinambá.  Desde o final do século XIX, passou a ser conhecida também pelo nome de Nheengatu (ie’engatú = “língua boa”).  Apesar das transformações, continua sendo falada nos dias de hoje, especialmente na bacia do rio Negro (rios Uaupés e Içana).
  • 34. Fatores que contribuíram ao declínio da língua geral  Regiões que não apresentaram emprego intenso indígena ou missões jesuíticas, ou aquelas em que foi cedido espaço ao trabalho escravo africano e menor importância dos jesuítas.  Português em concorrência com a língua geral.
  • 35. O Índio na Literatura Brasileira
  • 36. Indianismo na Literatura O índio era retratado como valente e nobre, livre das corrupções sociais e dos vícios da civilização branca.Ele surge como digno representante da nação brasileira, símbolo da nossa liberdade.
  • 37. José Martiniano de Alencar nasceu em Mecejana, estado do Ceará em 1º de maio de 1829. É considerado o precursor do romantismo no Brasil dentro de quatro características: indianista, psicológico, regional e histórico. José de Alencar utilizou como tema o índio e o sertão do Brasil. Em suas obras, valorizou a língua falada no Brasil, a despeito de escritores da época que usavam a língua de Portugal. Algumas de suas obras destacadas são: Indianistas: Ubirajara, Iracema, O Guarani. Psicológicos: Diva, Lucíola, Senhora, A Viuvinha. Regionalistas: O Sertanejo, O Tronco do Ipê, O Gaúcho, Til. Históricos: As Minas de Prata, A guerra dos Mascates.
  • 38. IRACEMA A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira vista. Devido a diferença étnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos, não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabajaras e os pituguaras.
  • 39.
  • 40. Toponímias e Outros Termos Originados do Tupi-Guarani
  • 41. TOPONÍMIA • Atibaia: água limpa • Capivari: rio das capivaras • Tietê: Para alguns estudioso, "rio fundo" e para outros, "rio verdadeiro". • Bauru : cesto de frutas. • Jaú: comedor, comilão, peixe fluvial. • Itabira: pedra empinada, pedra que se ergue. • Itu: salto, corredeira, cascata. • Itapemirim: laje pequena. • Ipanema: Rio imprestável, impraticável. • Irajá: Ninho das abelhas, colméia.
  • 42. ANTROPONÍMIA • Araci: Mãe do dia, o nome da estrela d'alva • Cauã: Gavião • Ceci: Mãe superior • Guarabira: Nome de peixe • Iaciara: Espelho da lua • Irani: Abelhinha • Jaci: Lua • Janaina: Rainha dos lares • Juçara: Nome de uma palmeira de onde se extrai o palmito • Jurema: Espécie de planta
  • 43. SUBSTANTIVOS PRÓPRIOS • Abacaxi: fruta cheirosa • Caboclo: procedente do mato • Canga: o osso, caroço, núcleo, seco, enxuto • Catapora: o fogo interno, febre eruptiva, erupção • Pipoca: da pele estalando • Caiçara: cerca feita pelos indígenas em torno da taba • Itaú: rio das pedras • Biboca: de lugar, casa acanhada, casa de barro, moradia humilde • Caipira: de vergonhoso, roceiro, aldeão • Paçoca: de bolo esmigalhado à mão
  • 44. A Cultura Indígena Quando o português chegou Debaixo duma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio teria despido O português. Erro de português, poesia de Oswald de Andrade - 1925
  • 45. Organização das Etnias  Não há divisão social  Não há acumulação de riqueza  Regime Pré-Sedentário  Educação dos jovens por meio da imitação, tradições e lendas  Divisão sexual do trabalho
  • 46. Religião – Etnia Guarani • Acreditavam em vários outros deuses (forças da natureza). • Nhanderu (deus) – Criou o homem para viver em harmonia com a natureza. • Rituais de passagem – gestação, nascimento, casamento, iniciação a vida adulta etc. • Pajé – Homem mais sábio da tribo, ele é a ligação entre o índio e os deuses (natureza).
  • 47. Música, Danças e Instrumentos  Todas as melodias e letras dos cânticos eram passados, em sonho, aos pajés ou aos grandes guerreiros pelos deuses. Trocano: instrumento de Maracá – Instrumento mais nobre. Agitado comunicação. De acordo com o local pelo Pajé, na hora das invocações, dos que se golpeia e a variação, é possível sacrifícios e curas, “exorcizava” do corpo da ouvir mensagens que são ouvidas até vítima os espíritos maus. 1k de distância
  • 48. Folclore Lendas ligadas à natureza: O caipora: Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas. É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes. Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir os agressores da Natureza e o caçador que mata por prazer. É muito poderoso e forte. Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante".
  • 49. Culinária  Alimentação baseada em farinha de mandioca, peixe, mariscos e carne.
  • 50. Influências Indígenas Marcantes na Cultura Brasileira  O costume de dormir em rede  Arte da cestaria e da cerâmica  Diversos usos da mandioca na culinária  Banho diário – o brasileiro é o povo que mais toma banho no mundo  As cores alegres e as plumas do carnaval  Expressões idiomáticas: “Andar na pindaíba” - pindaíba é uma madeira utilizada para fazer varas de pesca. Quando o índio voltava apenas com ela, sem sorte na pescaria, dizia: “Voltei na pindaíba!”
  • 51. Etnia Paresi – Talk Show da Festa do Índio em Bertioga Informações e comparações da cultura da etnia Paresi com a cultura do não-índio brasileiro:  Casamento – A mulher índia não pode casar-se com um branco, mas o índio pode casar-se com uma mulher branca.  A mulher aos 20 anos é considerara velha. Homossexualidade – De acordo com o chefe da aldeia, não existe no meio deles, mas eles acreditam todos devem ser respeitados.  Os índios que desejam estudar, seguir profissões, devem passar por um contínuo processo de conscientização para não perder sua cultura de origem.
  • 53. Como são vistos: • Populações indígenas são vistas ora de forma preconceituosa ora de forma idealizada pela população brasileira.  As populções rurais, que têm os índios quase como competidores (em matéria de recursos, terras etc.), os veêm de forma preconceituosa. Dizem que os índios só querem guerrear, que eles não querem trabalhar. Chamam os indígenas de “ladrões”, “preguiçosos” e “traiçoeiros” e tentam assim justificar quaisquer ações contra eles.  A população urbana, que vive distanciada das terras indígenas, tem uma visão idealizada do índio. Consideram os índios donos de todas as terras e acham que, por serem seus primeiros habitantes, sabem cuidar da natureza sem depredá-la. Também acreditam que os índios são parte do passado, que estão desaparecendo, muito embora este dado já tenha sido comprovado contraditoriamente.
  • 54. Hoje: • No Brasil, vivem cerca de 460 mil índios, distribuídos entre 225 sociedades indígenas. • Número que constitui aproximadamente 0,25% da população brasileira.  Estão contabilizados nesse número apenas os indígenas que vivem em aldeias. Estima-se que há entre 100 e 190 mil vivendo fora das terras indígenas, incluindo em áreas urbanas.  Há em torno de 63 referências de índios que nunca tiveram contato o resto da população, além daqueles que tentam obter, junto ao órgão federal indigenista, reconhecimento de sua condição indígena.
  • 55. Como são vistos: • A mentalidade das pessoas quanto à existência dos índios já está mudando. Hoje, a população está se conscientizando de que os indígenas são seus contemporâneos. Vivem no mesmo país, participam da economia, da elaboração de leis e passam por problemas semelhantes, como as conseqüências da poluição ambiental. • No momento, há uma preocupação dos brasileiros em buscar informações atualizadas e confiáveis sobre os índios para entender quem são, como vivem, enfim, inserir ainda mais o índio em suas vidas.
  • 56. Diversidade e identidade: • O Brasil possui uma grande diversidade étnica e lingüística. • Pelo menos 180 línguas são faladas pelos membros das 225 sociedades indígenas existentes, as quais pertecem a mais de 30 famílias lingüísticas diferentes. Conceitos importantes: - As sociedades indígenas modificam-se constantemente e reelaboram-se com o tempo, como qualquer outra cultura no mundo. É relevante lembrar que isso aconteceria mesmo que os índios não tivessem feito contato com outras sociedades, européia e africana, por exemplo. - Não é porque uma determinada sociedade indígena fala português ou veste roupas iguais às dos membros da sociedade com que entrou em contato que perdeu sua identidade ou que deixou de ser indígena. Ocorreu aí o contato entre diversidades culturais.
  • 57. Língua: • A língua é o meio básico de organização dos humanos. É através dela que podemos conhecer todo um universo cultural. • Há diversas maneiras de classificar as línguas. Hoje, os lingüistas preferem adotar a classificação genética.  Consiste na reunião das línguas que tenham uma mesma língua, já extinta, como origem. Desta forma, as línguas são agrupadas em famílias lingüísticas, e essas famílias são reunidas em troncos lingüísticos.  Há índios que falam somente sua língua, desconhecendo o português. Outros falam o português como sua segunda língua.
  • 58. Língua: Troncos em que as famílias de línguas indígenas são classificadas: - Tupi - Macro-Jê  As famílias Karib, Pano, Maku, Yanoama, Mura, Tukano, Katukina, Txapakura, Nambikwara e Guaikuru não puderam ser atribuídas a nenhum tronco. Importante: o fato de duas sociedades indígenas diferentes falarem línguas pertencentes a uma mesma família não implica que essas sociedades consigam entender-se mutuamente.
  • 59. Demarcação e regularização de terras: • A regularização das terras indígenas, por meio da demarcação, é um fator muito importante para a sobrevivência física e cultural dos diversos povos indígenas que vivem no Brasil. • Essa questão tem sido muito discutida atualmente. Os índios reivindicam esse direito. • Assegurar o direito à terra para os índios significa não só assegurar sua subsistência, mas também garantir o espaço cultural necessário à atualização de suas tradições.
  • 60. Demarcação e regularização de terras: O processo de demarcação consiste em 4 fases, que são: - Identificação e delimitação - Demarcação física - Homologação - Registro  As linhas-mestre do processo administrativo de demarcação das terras indígenas estão definidas na Lei nº 6.001, de 19-12-1973, que é conhecida como Estatuto do Índio, e no Decreto nº 1.775, de 08-01-1996.  Esta legislação atribui à FUNAI o papel de orientar e executar a demarcação das terras, atividade executada pela Diretoria de Assuntos Fundiários (DAF).
  • 61. Finalização: • Comentários gerais • Polêmica do direito de patente • VIII Festa Nacional do Índio
  • 62. Ashaninka (AC) Os Ashaninka constituem, sem dúvida, um dos povos indígenas mais numerosos da floresta tropical da América do Sul. São encontrados em inúmeros rios da selva amazônica.
  • 63. Bororo (MT) Conhecidos como Bororo Oriental, Orarimogodógu, Coroados ou Parrudos, habitam o Estado de Mato Grosso. Praticam os rituais da Furação de Orelha.
  • 64. Gavião (PA) Habitam as Terras Indígenas Kanela – Buriti Velho, no Maranhão, demarcadas, registradas e homologadas. Se autodenominam Apâniekra ou Ramkókamekra.
  • 65. Guarani (SP) Um dos primeiros povos indígenas a ter contato com os portugueses, sendo um dos mais populosos no Brasil. Na festa, são representados pela comunidade Rio Silveira, localizada em Berioga.
  • 66. Kalapalo (MT) Os índios Kalapalo vivem no Parque Indígena do Xingu, no Estado do Mato Grosso. Eles classificam seus rituais públicos em dois tipos: egitsu (eventos que envolvem a participação de convidados de outras aldeias alto-xinguanas) e undufe (rituais incluem apenas os membros de uma aldeia particular).
  • 67. Karajá (TO) Habitam a Terra Indígena do Paruqe do Araguaia na Ilha do Bananal, no Tocantins. Uma característica entre os Karajá é a diferenciação entre a fala das mulheres e crianças e a dos homens.
  • 68. Kuikuro (MT) Os Kuikuro são, hoje, o povo com a maior população no Alto Xingu. Eles constituem um sub-sistema carib com os outros grupos que falam variantes dialetais da mesma língua (Kalapalo, Matipu e Nahukwá).
  • 69. Macuxi (RR) Os Macuxis vivem no extremo norte de Roraima e na Guiana. Sendo cerca de 19 no Brasil e 9,5 mil na Guiana Francesa.
  • 70. Paresi Haliti (MT) Vivem na Terra Indígena Paresi, no Mato Grosso. Entre os Paresi, o futebol de cabeça é praticado durante grandes cerimônias. A bola utilizada nos jogos é fabricada com a seiva de mangabeira.
  • 71. Yanomami (RR) Os Yanomami formam uma sociedade de caçadores-agricultores da floresta tropical do Norte da Amazônia cujo contato com a sociedade nacional é, na maior parte do seu território, relativamente recente.
  • 72. Yawalapiti (MT) Habitam o Parque Indígena do Xingu, localizado na região central do Brasil, no Estado do Mato Grosso. No local, existem 16 etnias, habitando 36 aldeias.
  • 73. Yawanawa (AC) Habitam a parte sul da TI Rio Gregório. Essa terra indígena, localizada no município de Tarauacá, foi a primeira a ser demarcada no Acre, e ocupa a cabeceira deste afluente do Juruá.
  • 74. Ye´Kuana (RR) Os índios Ye´Kuana vivem no noroeste do Estado de Roraima e na Venezuela. Eles são agricultores, coletores e praticam a caça e a pesca, possuem ainda pequenos animais domésticos, especialmente cães e aves.
  • 75. Xavantes (MT) Os índios Xavantes habitam cerca de 70 aldeias em oito áreas que constituem seu território, Serra do Roncador e pelos Rios da Morte, Culuene, Couto Magalhães, Boitivi e Garças no leste mato-grossense.