UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
MODELAGEM FINANCEIRA
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Luiz Felipe de Araújo Pontes Girão
Objetivo da aula: os alunos deverão compreender a ideia por trás da
modelagem financeira e forecasting aplicados à análise das empresas.
Conteúdo: modelagem financeira e projeções das demonstrações contábeis.
Felipe Pontes
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k
k
ktk
k
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j
jitjit XCustosIncAD     1
,,2,,10
𝑃𝑡 =
𝜏=1
∞
𝑅𝑓−𝑡
𝐸𝜏 𝑑 𝑡+𝜏
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Discussão sobre o assunto da aula passada
• Um voluntário para apresentar um resumo do texto “Qual é o problema?”
• Análise comparativa pelo Modelo de Graham e Dodd para a sua empresa e a
principal concorrente;
• 15 Pontos de Fisher para cada empresa;
• Questões do Capítulo 10 (eu tinha colocado errado no SIGAA – então
deixaremos para lá, dessa vez).
• Caso Maxwell.
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Introdução
• O que é modelagem financeira?
– É o processo de criação de uma representação (modelo) da realidade. A
realidade representada no modelo é baseada em pressupostos assumidos pelo
analista. Esses pressupostos, muitas vezes, podem estar equivocados.
– É preciso ter muito cuidado para não “perpetuar” eventos passados como se
eles fossem se repetir no futuro, especialmente em casos de empresas com
crescimento muito forte.
• Quem precisa de modelos e projeções? Para que eles precisam?
– Gestores de empresas;
– Analistas financeiros;
– Credores;
– Valuation (tópico específico de outra disciplina).
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Modelagem e Análise Estratégia/Contábil/Financeira
• A modelagem nos ajuda a analisar, por exemplo, o efeito de decisões
estratégicas no desempenho da empresa.
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Visão geral das projeções
• Quando fazemos valuation, normalmente projetamos apenas os Fluxos
de Caixa Livres, para propósito de investimentos em ações.
• Para propósitos de consultoria em avaliação de empresas,
normalmente se faz projeções das principais demonstrações contábeis –
no mínimo balanço e DRE.
• Qual dos dois está correto e por quê?
• Os dois podem estar corretos, porém, na primeira opção, você corre um
risco alto de assumir pressupostos que não são reais – como
crescimento de receitas sem crescimento de custos, necessidade de
reinvestimentos (e financiamento).
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Ponto de partida das projeções
• O passo inicial é sempre conhecer a empresa primeiro!
• Análise estratégica, contábil e financeira.
• Após isso é que você passará a ancorar suas projeções em alguns
direcionadores.
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Ponto de partida das projeções
• Reversão à média no crescimento das receitas: por que isso acontece?
Por que os analistas perpetuam o crescimento?
• O que eu costumo fazer nos meus modelos, já que não dá para prever
o futuro? Reversão à média do setor, mas depende!
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Ponto de partida das projeções
• O que aconteceu com as margens e crescimento das receitas da Cielo e
da Raia Drogasil nos últimos anos?
• O que gerou esse efeito?
• Como a empresa poderia ter se defendido disso?
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Ponto de partida das projeções
• Com relação às projeções dos lucros, cuidado com o que veem no
consenso dos analistas. Lucros são persistentes e, para a projeção deles,
um ótimo passo inicial é começar pelos últimos lucros.
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Ponto de partida das projeções
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Ponto de partida das projeções
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Ponto de partida das projeções
• Dado que os lucros são persistentes e são bons preditores dos lucros
futuros, devemos esperar que os ROEs presentes também sejam bons
preditores dos ROEs futuros? Ver literatura empírica citada no livro de
Palepu e Healy.
• Não!
1. ROEs também devem reverter à média, com o tempo.
2. Novos investimentos das empresas com altos ROEs não devem conseguir,
facilmente, altos ROEs como no passado.
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Ponto de partida das projeções
• Empresas com ROEs muito altos (se não for por questões contábeis como off-
balance-sheet, como leasing e intangíveis) devem sofrer com concorrência e
saturação do mercado (mais uma vez elas: Cielo e Raia Drogasil), fazendo com
que o ROE caia à média. Smiles é um caso especial.
• Empresas com ROEs muito baixos devem se tornar eficientes, para subir o
ROE à média, senão quebrarão.
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Num mundo ideal,
em termos de
competição e
alocação de capital,
o ROE tende ao Ke
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Ponto de partida das projeções
• Sobre os novos investimentos, para manutenção ou expansão dos ROEs,
lembram da fábrica de móveis de plástico da Grendene?
• A ideia era ter móveis sofisticados, mas com preço acessível para a
classe média. Hoje a empresa reluta muito a fazer novos investimentos.
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Elementos da Projeção
• PROJEÇÃO DAS RECEITAS: o que olhar, no caso de varejo?
1. Receitas do ano anterior;
2. Aumento do número de lojas;
3. Evolução do ciclo de vida das lojas;
4. Desenvolvimento e aceitação de novos produtos;
5. Marketing;
6. Comportamento dos concorrentes (entrada, saída, preços etc);
7. Etc.
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Elementos da Projeção
• PROJEÇÃO DAS RECEITAS: o que olhar, no caso de varejo?
– É possível também estimar o tamanho do mercado de atuação da empresa;
– A partir do tamanho do mercado, estimar o market share;
– Como a empresa está trabalhando para ampliar ou proteger o seu share?
• Pensem no caso abaixo:
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Elementos da Projeção
• PROJEÇÃO DAS RECEITAS: o que olhar, no caso de varejo?
• Problemas estruturais devem ser considerados nas projeções. Por
exemplo, será que a Via Varejo recupera melhor as vendas
(principalmente online), já que, supostamente, estão agora bem
integrados digitalmente, após o problema na Black Friday de 2018?
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Elementos da Projeção
• Recomendo que leiam os materiais e vejam o vídeo do link abaixo
sobre esse assunto:
• http://www.contabilidademq.com.br/2017/03/review-superprevisores-
arte-e-ciencia-de-antecipar-o-futuro.html
• http://www.contabilidademq.com.br/2017/09/aplicando-tecnica-de-
estimacao-de-fermi.html
• http://www.contabilidademq.com.br/2018/07/video-como-resolver-
problemas-que.html
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Elementos da Projeção
• PROJEÇÃO DAS DESPESAS: o que olhar, no caso de varejo?
• É preciso analisar qual é o direcionador de cada linha da DRE.
Recomendo também analisar a estabilidade deles ao longo do tempo.
1. Receita  COGS
2. Receita  SG&A
3. Endividamento e taxa de juros  Despesas financeiras
4. Política contábil e CAPEX  Depreciação e amortização
5. LAIR e benefícios tributários  IR/CSLL
6. Etc.
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Elementos da Projeção
• PROJEÇÃO DO BALANÇO: o que olhar, no caso de varejo?
• No ativo, deve-se olhar conta a conta, mas a maioria e as mais
importantes também depende das vendas – teste sempre a estabilidade
temporal. Capital de giro dependerá do objetivo de crescimento e
política de vendas, investimentos em imobilizado também, por exemplo.
• Para os ativos imobilizados, verifiquem sempre o plano de negócios e a
política de investimentos aprovados pela empresa.
• O mesmo serve para as contas do passivo e PL.
• Atenção especial à política de dividendos, estrutura de capital e
recompra de ações; e a qualquer alteração que tenha impacto nas
contas.
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Análise de sensibilidade
• Como eu sempre digo, é mais importante você acertar o caso do que
acertar os números. Essas projeções são “chutes fundamentados”. É
importante para você ganhar confiança, mas não é tudo.
• Para evitar vieses, recomendo fazer testes de sensibilidade mexendo nas
margens, no crescimento, nos custos etc.
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Caso do Capítulo 7 de Bruner
• Montem a planilha e respondam às questões, em grupos.
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Para a próxima aula
• 01/05/2019 - Feriado na próxima quarta-feira;
• 08/05/2019 – Apresentação dos relatórios parciais de análise das
empresas (já incluam as projeções fundamentadas das demonstrações
contábeis):
– George e Matheus: Sanepar
– Mariângela e Patrícia: Valid
– Marcelly e André: Via Varejo
– Igor e Luiz: Fleury
– Polyandra e Gustavo: Trisul
– Alunos da graduação apresentarão os seus relatórios.
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jitjit XCustosIncAD     1
,,2,,10
𝑃𝑡 =
𝜏=1
∞
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𝐸𝜏 𝑑 𝑡+𝜏
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Modelagem financeira e demonstrações pro forma

  • 1.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DAPARAÍBA MODELAGEM FINANCEIRA grggggggggggggggggggg ggggggggg Luiz Felipe de Araújo Pontes Girão Objetivo da aula: os alunos deverão compreender a ideia por trás da modelagem financeira e forecasting aplicados à análise das empresas. Conteúdo: modelagem financeira e projeções das demonstrações contábeis.
  • 2.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br 2 it k k ktk k kitk j jitjit XCustosIncAD    1 ,,2,,10 𝑃𝑡 = 𝜏=1 ∞ 𝑅𝑓−𝑡 𝐸𝜏 𝑑 𝑡+𝜏 youtube.com/contabilidademq @felfelipepontes @contabilidademq Slideshare.net/felipepontes16 /pontesfelipe Se inscreva em nosso canal e ative as notificações para não perder nada!
  • 3.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Discussão sobreo assunto da aula passada • Um voluntário para apresentar um resumo do texto “Qual é o problema?” • Análise comparativa pelo Modelo de Graham e Dodd para a sua empresa e a principal concorrente; • 15 Pontos de Fisher para cada empresa; • Questões do Capítulo 10 (eu tinha colocado errado no SIGAA – então deixaremos para lá, dessa vez). • Caso Maxwell. 3
  • 4.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Introdução • Oque é modelagem financeira? – É o processo de criação de uma representação (modelo) da realidade. A realidade representada no modelo é baseada em pressupostos assumidos pelo analista. Esses pressupostos, muitas vezes, podem estar equivocados. – É preciso ter muito cuidado para não “perpetuar” eventos passados como se eles fossem se repetir no futuro, especialmente em casos de empresas com crescimento muito forte. • Quem precisa de modelos e projeções? Para que eles precisam? – Gestores de empresas; – Analistas financeiros; – Credores; – Valuation (tópico específico de outra disciplina). 4
  • 5.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Modelagem eAnálise Estratégia/Contábil/Financeira • A modelagem nos ajuda a analisar, por exemplo, o efeito de decisões estratégicas no desempenho da empresa. 5
  • 6.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Visão geraldas projeções • Quando fazemos valuation, normalmente projetamos apenas os Fluxos de Caixa Livres, para propósito de investimentos em ações. • Para propósitos de consultoria em avaliação de empresas, normalmente se faz projeções das principais demonstrações contábeis – no mínimo balanço e DRE. • Qual dos dois está correto e por quê? • Os dois podem estar corretos, porém, na primeira opção, você corre um risco alto de assumir pressupostos que não são reais – como crescimento de receitas sem crescimento de custos, necessidade de reinvestimentos (e financiamento). 6
  • 7.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • O passo inicial é sempre conhecer a empresa primeiro! • Análise estratégica, contábil e financeira. • Após isso é que você passará a ancorar suas projeções em alguns direcionadores. 7
  • 8.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • Reversão à média no crescimento das receitas: por que isso acontece? Por que os analistas perpetuam o crescimento? • O que eu costumo fazer nos meus modelos, já que não dá para prever o futuro? Reversão à média do setor, mas depende! 8
  • 9.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • O que aconteceu com as margens e crescimento das receitas da Cielo e da Raia Drogasil nos últimos anos? • O que gerou esse efeito? • Como a empresa poderia ter se defendido disso? 9
  • 10.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • Com relação às projeções dos lucros, cuidado com o que veem no consenso dos analistas. Lucros são persistentes e, para a projeção deles, um ótimo passo inicial é começar pelos últimos lucros. 10
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • Dado que os lucros são persistentes e são bons preditores dos lucros futuros, devemos esperar que os ROEs presentes também sejam bons preditores dos ROEs futuros? Ver literatura empírica citada no livro de Palepu e Healy. • Não! 1. ROEs também devem reverter à média, com o tempo. 2. Novos investimentos das empresas com altos ROEs não devem conseguir, facilmente, altos ROEs como no passado. 13
  • 14.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • Empresas com ROEs muito altos (se não for por questões contábeis como off- balance-sheet, como leasing e intangíveis) devem sofrer com concorrência e saturação do mercado (mais uma vez elas: Cielo e Raia Drogasil), fazendo com que o ROE caia à média. Smiles é um caso especial. • Empresas com ROEs muito baixos devem se tornar eficientes, para subir o ROE à média, senão quebrarão. 14 Num mundo ideal, em termos de competição e alocação de capital, o ROE tende ao Ke
  • 15.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Ponto departida das projeções • Sobre os novos investimentos, para manutenção ou expansão dos ROEs, lembram da fábrica de móveis de plástico da Grendene? • A ideia era ter móveis sofisticados, mas com preço acessível para a classe média. Hoje a empresa reluta muito a fazer novos investimentos. 15
  • 16.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Elementos daProjeção • PROJEÇÃO DAS RECEITAS: o que olhar, no caso de varejo? 1. Receitas do ano anterior; 2. Aumento do número de lojas; 3. Evolução do ciclo de vida das lojas; 4. Desenvolvimento e aceitação de novos produtos; 5. Marketing; 6. Comportamento dos concorrentes (entrada, saída, preços etc); 7. Etc. 16
  • 17.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Elementos daProjeção • PROJEÇÃO DAS RECEITAS: o que olhar, no caso de varejo? – É possível também estimar o tamanho do mercado de atuação da empresa; – A partir do tamanho do mercado, estimar o market share; – Como a empresa está trabalhando para ampliar ou proteger o seu share? • Pensem no caso abaixo: 17
  • 18.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Elementos daProjeção • PROJEÇÃO DAS RECEITAS: o que olhar, no caso de varejo? • Problemas estruturais devem ser considerados nas projeções. Por exemplo, será que a Via Varejo recupera melhor as vendas (principalmente online), já que, supostamente, estão agora bem integrados digitalmente, após o problema na Black Friday de 2018? 18
  • 19.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Elementos daProjeção • Recomendo que leiam os materiais e vejam o vídeo do link abaixo sobre esse assunto: • http://www.contabilidademq.com.br/2017/03/review-superprevisores- arte-e-ciencia-de-antecipar-o-futuro.html • http://www.contabilidademq.com.br/2017/09/aplicando-tecnica-de- estimacao-de-fermi.html • http://www.contabilidademq.com.br/2018/07/video-como-resolver- problemas-que.html 19
  • 20.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Elementos daProjeção • PROJEÇÃO DAS DESPESAS: o que olhar, no caso de varejo? • É preciso analisar qual é o direcionador de cada linha da DRE. Recomendo também analisar a estabilidade deles ao longo do tempo. 1. Receita  COGS 2. Receita  SG&A 3. Endividamento e taxa de juros  Despesas financeiras 4. Política contábil e CAPEX  Depreciação e amortização 5. LAIR e benefícios tributários  IR/CSLL 6. Etc. 20
  • 21.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Elementos daProjeção • PROJEÇÃO DO BALANÇO: o que olhar, no caso de varejo? • No ativo, deve-se olhar conta a conta, mas a maioria e as mais importantes também depende das vendas – teste sempre a estabilidade temporal. Capital de giro dependerá do objetivo de crescimento e política de vendas, investimentos em imobilizado também, por exemplo. • Para os ativos imobilizados, verifiquem sempre o plano de negócios e a política de investimentos aprovados pela empresa. • O mesmo serve para as contas do passivo e PL. • Atenção especial à política de dividendos, estrutura de capital e recompra de ações; e a qualquer alteração que tenha impacto nas contas. 21
  • 22.
    Felipe Pontes www.contabilidademq.com.br Análise desensibilidade • Como eu sempre digo, é mais importante você acertar o caso do que acertar os números. Essas projeções são “chutes fundamentados”. É importante para você ganhar confiança, mas não é tudo. • Para evitar vieses, recomendo fazer testes de sensibilidade mexendo nas margens, no crescimento, nos custos etc. 22
  • 23.
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  • 24.
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  • 25.
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  • 26.
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