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CURSO: TÉCNICO/A DE
CONTABILIDADE
UFCD: Estrutura e comunicação
organizacional
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Objetivos
• Classificar a organização;
• Interpretar a estrutura organizacional;
• Reconhecer os princípios da comunicação
organizacional;
• Identificar e caracterizar as funções internas à
organização;
• Definir conceitos de qualidade;

Formador: Mónica Gonçalves

2
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ORGANIZAÇÃO

Formador: Mónica Gonçalves

3
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Organização
 Conjunto de duas ou mais pessoas que
realizam tarefas, seja em grupo, seja
individualmente mas de forma coordenada e
controlada, actuando num determinado
contexto ou ambiente, com vista a atingir um
objectivo pré-determinado através da
afectação eficaz de diversos meios e recursos
disponíveis, liderados ou não por alguém
com as funções de planear, organizar, liderar
e controlar
Formador: Mónica Gonçalves

4
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Organização

 Modo como foi estruturado, dividido e
executado o trabalho

Formador: Mónica Gonçalves

5
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Organização
• Actuação coordenada: para que exista uma
organização, não basta que um conjunto de
pessoas actuem com vista a atingir um objectivo
comum; é necessário também que essas pessoas
se organizem, ou seja, que desenvolvam as suas
actividades de forma coordenada e controlada
para atingir determinados resultados. Esta
coordenação e controlo é geralmente efectuada
por um líder mas encontram-se muitas vezes
organizações em que estas tarefas são efectuadas
por todos os membro em conjunto através, por
exemplo, de um órgão colegial.
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Organização
• Recursos: representam todos os meios
colocados à disposição da organização e
necessários à realização das suas actividades.
Neste recursos incluem-se os recursos
humanos,
os
recursos
materiais
e
tecnológicos, os recursos financeiros, a
imagem de mercado e credibilidade perante o
exterior.

Formador: Mónica Gonçalves

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Organização
• Afectação eficaz: os recursos organizacionais
descritos no ponto anterior são, por definição,
escassos, daí que a sua alocação deva ser
efectuada eficazmente por forma a que a
probabilidade de atingir os objectivos prédefinidos seja a maior possível. É daqui que
surge a principal justificação para a
necessidade da gestão nas organizações.

Formador: Mónica Gonçalves

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Organização
• Objectivos: Representam as metas ou resultados
organizacionais pretendidos e a obter no futuro
ou, por outras palavras, o propósito que justifica
toda a actividade desenvolvida ou mesmo a
própria existência da organização. Naturalmente,
todas as organizações devem determinar não
apenas os seus objectivos, mas também definir as
medidas e formas de actuação e de alocação de
recursos que se pensam mais adequadas para os
atingir.
Formador: Mónica Gonçalves

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Organização
• Contexto: Representa toda a envolvente externa
da organização que, de forma direta ou indireta,
influêcia a sua atuação e o seu desempenho.
Nesta envolvente externa inclui-se o contexto
económico, tecnológico, sócio-cultural, políticolegal, e ainda um conjunto de elementos que
actuam mais próximo e directamente com a
organização, tais como os clientes, os
fornecedores, os concorrentes, as organizações
sindicais, a comunicação social, entre outros.
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ATIVIDADE

Que
tipo
organizações
conhece?

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de

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Tipos Organizações
•
•
•
•
•
•
•

Cooperativas
Mutualidades
Instituições sem fins lucrativos
Voluntariado
Clubes
Empresas
etc

Formador: Mónica Gonçalves

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EMPRESA

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Empresa
“

Actividade Organizada com carácter
económico e profissional com fim de produzir
lucro. O titular da empresa poderá ser um
comerciante em nome individual ou uma
sociedade. ”
Código Comercial

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Empresa
Consiste numa sociedade organizada composta
de meios humanos, técnicos e financeiros,
reunidos tendo em vista a produção de bens
e/ou serviços destinados à venda, satisfazendo
as necessidades das comunidades onde se
encontra inserida

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Empresa

A empresa é ainda uma entidade com
enquadramento jurídico, económico e
social.

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Empresa
O enquadramento jurídico define a forma de
constituição e funcionamento do ponto de vista
legal.
O enquadramento económico garante que a
empresa cumpre os seus objectivos de criação de
riqueza.
O enquadramento social garante que a empresa
cumpre com os objectivos de desenvolvimento da
sociedade em que se insere
.

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Empresa
Objectivo
O objectivo último das empresas é: garantir a
sua continuidade através da criação de
riqueza. Só as empresas que conseguem criar
riqueza estão em condições de contribuir para
o desenvolvimento da sociedade, quer do
ponto de vista económico, quer social.
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Empresa
Económicos gerar uma quantidade de dinheiro,
proveniente das receitas, superior ao dinheiro
necessário para pagar as despesas.
A aplicação desse diferencial – “lucro”, deverá:
• Garantir a sobrevivência da empresa;
• Ser investido no crescimento da empresa;
• Remunerar os accionistas.

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Empresa
Objectivos sociais: a empresa deverá contribuir
para que seja garantida a estabilidade
económica e social da região em que se
insere.
Naturalmente que deverá existir um equilíbrio
na
distribuição
da
riqueza
criada,
contemplando os objectivos económicos e
sociais

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Papel da Empresa na Sociedade

A empresa, tal como a família é uma Célula da
Sociedade, e por isso para viver tem de interagir
com os outros elementos dessa sociedade.

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Papel da Empresa na Sociedade
Mercado Capitais
Mercado Trabalho
Clientes
Fornecedores
Estado
Entidade Sociais/Politicas/Centíficas/ Culturais
Mercado Paralelo

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Papel da Empresa na Sociedade
• Mercado de capitais: ao mercado de capitais,
a empresa recorre quer para a obtenção de
financiamentos, quer para a aplicação dos
seus excedentes monetários. O “Custo do
dinheiro” e a variedade dos instrumentos
financeiros existentes conferem a esta relação
uma enorme importância.

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Papel da Empresa na Sociedade
• Mercado de trabalho: ao mercado de trabalho
vai a empresa recrutar os Recursos Humanos
de que necessita. Também aqui a empresa
dispõe de várias alternativas, o pessoal
próprio ou utilizar a subcontratação de
empresas de cedência de pessoal.

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Papel da Empresa na Sociedade
• Clientes: a relação fornecedor-cliente desenvolve-se
em três fases distintas mas todas elas importantes.
– A pré-venda, o fornecedor procura conhecer o mercado e
criar-lhe expectativas.
– A venda é o acto físico da troca do produto pelo
pagamento do valor acordado. O preço nem sempre tem
uma relação directa com o custo, sendo vulgar definir o
preço, como o valor que o cliente está disposto a pagar
para obter o produto ou serviço que pretende.
– Na pós-venda assume cada vez maior importância a
segurança oferecida ao cliente, através de um serviço pósvenda eficaz.

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Papel da Empresa na Sociedade
•

Fornecedores: uma gestão eficiente, passa
muito por uma política correcta de selecção
de fornecedores. Destacam-se alguns aspectos
a ter em consideração: nível de cooperação,
nível de diversificação, garantia de
continuidade no fornecimento, garantia de
confidencialidade.

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Papel da Empresa na Sociedade
•

Estado: do Estado as empresas têm de
obter: segurança, infra-estruturas, garantia de
igualdade de tratamento face à lei. Para com o
Estado as empresas devem cumprir as suas
obrigações legais, nomeadamente pelo
pagamento dos seus impostos. A gestão fiscal
assume hoje uma enorme importância nos
custos das empresas, pelo que se justifica o
recurso a especialistas.

Formador: Mónica Gonçalves

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Papel da Empresa na Sociedade
• Entid. sociais/políticas/científicas/culturais:
A acção da empresa não pode ficar delimitada ao
espaço físico que ocupa. À empresa cabe um
papel importante no desenvolvimento da
sociedade em que se insere. As formas de isso ser
conseguido diferem, sendo óbvio que uma
empresa inserida num meio rural, naturalmente
desenvolverá acções diversas duma situada num
meio urbano.

Formador: Mónica Gonçalves

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Papel da Empresa na Sociedade
•

Mercado paralelo: a existência do
mercado paralelo é uma realidade que
assume níveis de importância diferentes
quando se vive em épocas de crise, ou épocas
de crescimento. É por isso uma variável que as
empresas têm de considerar nas suas
estratégias.

Formador: Mónica Gonçalves

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Elementos constituintes da
Empresa
Terra
Capital

Trabalho
Empresa

Administrativo

Formador: Mónica Gonçalves

Comerciais

30
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Elementos constituintes da
Empresa

Capital
Financeiros

Financiamento

(Capital)

Auto-financiamento
Crédito

Formador: Mónica Gonçalves

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Elementos constituintes da
Empresa

Físicos/Materiais
(Terra)

Formador: Mónica Gonçalves

Terreno
Edifícios
Equipamento
Maquinaria
Tecnologia
Matérias-Primas

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Elementos constituintes da
Empresa

Direcção (Nível Institucional)
Pessoal/Humano
(Trabalho)

Formador: Mónica Gonçalves

Executivos (Nível Intermédio)
Técnicos (Nível Intermédio)
Operacionais (Nível Operacional)

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Elementos constituintes da
Empresa
Pesquisa de mercado
Promoção
Comerciais

Organização de vendas
Força de vendas
Canais de distribuição

Formador: Mónica Gonçalves

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Elementos constituintes da
Empresa

Organização
Administrativo

Planeamento
Controlo

Formador: Mónica Gonçalves

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NOÇÕES DE QUALIDADE
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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000

Dimensões da qualidade
A Qualidade compreende um conjunto de características que
podem ser divididas em 2 categorias:
 Características Funcionais- são diretamente úteis ao
consumidor e que permitem ao produto dar respostas ao quadro
de necessidades do utilizador. Exemplo: velocidade,
comodidade…
 Características Técnicas - resultam da solução técnica
encontrada. Exemplo: material, peso, altura…

Formador: Mónica Gonçalves

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000
CONCEITOS DA QUALIDADE

Termos relacionados com Qualidade
• Requisito- necessidade ou expectativa
geralmente implícita ou obrigatória;

expressa,

• Satisfação de clientes- perceção de clientes quanto ao
grau de satisfação dos seus requisitos.

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000
Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Gestão
• Sistema de Gestão da Qualidade- sistema de gestão para dirigir e
controlar uma organização no que diz respeito à qualidade;
• Politica da Qualidade- conjunto de intenções e de orientações de
uma organização relacionadas com a qualidade, como
formalmente expressas pela Gestão de Topo;
• Objetivo da qualidade- algo que se procura obter ou atingir
relativo à qualidade;
• Gestão de topo- pessoa ou grupo de pessoas que dirige e
controla uma organização ao mais alto nível;

Formador: Mónica Gonçalves

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000
Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Gestão
• Planeamento da qualidade- parte da gestão da
qualidade orientada para o estabelecimento dos
objetivos da qualidade e para a especificação dos
processos operacionais e dos recursos relacionados,
necessários para atingir esses objetivos;
• Melhoria continua- atividade permanente com vista a
incrementar a capacidade para satisfazer requisitos.

Formador: Mónica Gonçalves

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000
Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Processos e Produtos
• Processo- conjunto de atividades interrelacionadas e
interatuantes que transformam entradas em saídas;
• Produto- resultado de um processo. Existem 4 categorias
genéricas de produtos: serviços, software, hardware e
materiais processados;
• Conceção e desenvolvimento- conjunto de processos que
transformam requisitos em características especificadas ou
em especificações de um produto, processo ou sistema;
• Procedimento- modo especificado
atividade ou um processo.

Formador: Mónica Gonçalves

de

realizar

uma

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000

Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Conformidade
• Conformidade- satisfação de um requisito;
• Não conformidade- não satisfação de um requisito;
• Ação preventiva - ação para eliminar a causa de uma potencial não
conformidade ou de outra potencial situação indesejável;
• Ação corretiva- ação para eliminar a causa de uma não
conformidade detetada ou de outra situação indesejável;
• Correção- ação para eliminar uma não conformidade detetada.

Formador: Mónica Gonçalves

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000
Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Avaliação

• Evidência objetiva- dados que suportam a existência
ou a veracidade de algo;
• Inspeção- avaliação da conformidade por observação e
julgamento acompanhados, de forma apropriada, por
medições, ensaios ou comparações;
• Revisão- atividade realizada para assegurar a
pertinência, adequabilidade e eficácia do que estiver em
causa, por forma a atingir os objetivos definidos.

Formador: Mónica Gonçalves

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Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO
9001: 2000
Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Auditorias
• Auditoriaprocesso
sistemático,
independente
e
documentado para obter evidências de auditoria e respectiva
avaliação objetiva com vista a determinar em que medida os
critérios da auditoria são satisfeitos;
• Programa de Auditoria- conjunto de uma ou mais auditorias
planeadas para um dado período de tempo ou com um fim
específico;
• Conclusões da auditoria- resultados finais de uma
auditoria, decididos pela equipa auditora após ter tido em
consideração os objetivos da auditoria e todas as
constatações da auditoria.

Formador: Mónica Gonçalves

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Conceitos da qualidade
Termos relacionados com Auditorias
• Cliente da auditoria- pessoa ou organização que
requer uma auditoria;

• Auditado- organização a ser auditada;
• Auditor- pessoa com competência para realizar uma
auditoria;
• Perito Técnico- pessoa que possui conhecimento
específico ou experiência qualificada sobre o
assunto a auditar.
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SISTEMA PORTUGUÊS DA QUALIDADE
O Sistema Português da Qualidade
constitui o enquadramento legal e
institucional para os assuntos da
Qualidade em Portugal

Estabelecido pelo Decreto-Lei nº 165/83, de 27-04 –
SNGQ
Atualizado pelo Decreto-Lei nº 234/93, de 02-07 - SPQ
Novo enquadramento do SPQ pelo DL nº 4/2002, de
04-01
Atualizado pelo Decreto Lei 140/2004, de 08/06

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SISTEMA PORTUGUÊS DA QUALIDADE
DEFINIÇÃO
O SPQ é a estrutura organizacional que engloba,
de forma integrada, as entidades envolvidas na
qualidade e que assegura a coordenação dos três
Subsistemas:
Normalização
 Qualificação
 Metrologia.


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INSTITUTO
PORTUGUÊS
DA QUALIDADE

OS TRÊS SUBSISTEMAS
METROLOGIA
Científica (Fundamental)
Industrial
Legal

NORMALIZAÇÃO
Organismo Nacional
de Normalização
Organismos Setoriais

QUALIFICAÇÃO
Acreditação
• Laboratórios
• Organismos de Inspeção
• Organismos de Certificação
Certificação
• Organizações
• Produto/ Serviços
• Pessoas

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Qualificação
•

A Qualificação abrange duas atividades

Acreditação

Certificação

Imagem do OC

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00/XXX.000

Certificação

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Acreditação
•

A Acreditação tem como objetivo a avaliação da
competência técnica de entidades para fornecerem
serviços de acordo com determinadas normas ou
especificações técnicas

•

A Acreditação é evidenciada através de um certificado

emitido pelo organismo acreditador, onde é descrito o
âmbito da acreditação, assim como os documentos de
referência que a entidade cumpre

•

Confere o direito ao uso de uma marca

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Certificação
Procedimento pelo qual uma terceira parte dá
uma garantia escrita de que um produto, um
serviço ou um sistema está conforme com
determinadas
exigências
(normas
ou
especificações técnicas aplicáveis).
Certificação de Produtos e Serviços
Certificação de Sistemas de Gestão
Certificação de Pessoas
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Certificação de sistemas

Imagem do OC

00 /X XX.0 00

Certi ficação

A Certificação do Sistema de Gestão, consiste
no reconhecimento formal por um Organismo
de
Certificação
independente
e
acreditado
(terceira parte), após a realização de uma auditoria,
que o Sistema de uma organização cumpre com
as normas aplicáveis:
–Gestão da Qualidade (ISO 9001, QS 9000)
–Gestão Ambiental (ISO 14001)
– Gestão da Segurança (OHSAS 18001, NP 4397)
Dando lugar à emissão de um certificado e permitindo o uso
de uma marca na documentação

Formador: Mónica Gonçalves

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Normalização
 O IPQ é o Organismo Nacional de Normalização.
 Nessa qualidade desenvolve a coordenação global do
Subsistema da Normalização, através:
 da disponibilização do Programa Anual de Normalização;
 da promoção da participação nacional na normalização
europeia e internacional;
 da votação de documentos normativos;
 da coordenação dos Organismos de Normalização Sectorial
e das comissões Técnicas Portuguesas;
da aprovação e homologação das Normas Portuguesas.
Nessa qualidade representa Portugal nas estruturas europeias e
internacionais de Normalização

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Normalização
 São consideradas Normas Portuguesas: NP, NPEN, NPENISO.
 As NP são elaboradas por Comissões Técnicas Portuguesas
de Normalização, nas quais é assegurada a possibilidade de

participação de todas as partes interessadas. Exs. de CT’s:
– CT27 Cabos de aço
– CT 41 Cereais e derivados
– CT 88 Águas Minerais
– CT 95 Colas
– CT 104 Betões
– CT 139 Aparelhos Sanitários
Formador: Mónica Gonçalves

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Metrologia
• MISSÃO
Assegurar o rigor e a rastreabilidade das
medições no território nacional, concretizando
o objetivo Constitucional de soberania no
domínio dos padrões de medida e do controlo
dos instrumentos de medição necessários à
industria e à sociedade portuguesa em geral.

Formador: Mónica Gonçalves

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Metrologia
• VISÃO
- Ser um suporte da competitividade nacional e do
bem estar dos cidadãos, por via de uma infraestrutura metrológica tecnologicamente evoluída;
- Ser a entidade nacional de referência na rede
metrológica europeia em construção, contribuindo
para a liderança da Europa no quadro da economia
mundial.

Formador: Mónica Gonçalves

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Metrologia

Científica
Trata da conservação, manutenção e desenvolvimento
de padrões nacionais e é responsável pela
rastreabilidade dos padrões de referência.
Industrial
Trata das técnicas e garantias de rastreabilidade das
medições durante o processo de fabrico, inspeção e
controlo da qualidade.
(USO FACULTATIVO)
Legal

Trata do controlo metrológico para assegurar a defesa
do consumidor nas transações comerciais, na saúde, nas
questões de segurança e ambientais(USO OBRIGATÓRIO)
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Modelo de organização da norma Iso 9001:2000
P

P

A
R

A
R

MELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA DE
GESTÃO DA QUALIDADE

T
E
S
I

E
S
S
A
D
A
S

S
a
t
i
s
f
a
ç
ã
o

Responsabilidade
da gestão

N
T
E
R

T
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S

R
e
q
u
i
s
i
t
o
s

Medição,
análise,
melhoria

Gestão de
recursos

Input

Realização
do produto

Output

Produto

I
N
T
E
R
E
S
S
A
D
A
S

Fluxo de Informação
Actividades que acrescentam valor

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FAMÍLIA ISO 9000
ISO 9000:2005
Sistemas de Gestão da Qualidade
Fundamentos e Vocabulário
ISO 9001:2000
Sistemas de Gestão da Qualidade
Requisitos
ISO 9004:2000
Sistemas de Gestão da Qualidade
Linhas de Orientação para a Melhoria
do Desempenho
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A iso 9001: 2000 “sistemas de gestão da
qualidade- requisitos”
A ISO 9001:2000 estabelece um conjunto de requisitos, que

podemos considerar como mínimos que um SGQ deve cumprir
para satisfazer o cliente e cumprir os requisitos especificados
para o produto e/ou serviço.
 Esta Norma é a mais usada e conhecida, uma vez que é
utilizada para o reconhecimento de SGQ por entidades
certificadoras.

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Estrutura das normas
• A estrutura das Normas ISO 9001:2000 e ISO 9004:2000
consiste nas seguintes 8 Cláusulas:
1. Campo de aplicação
2. Referência normativa
3. Termos e definições
4. Sistema de gestão da qualidade
5. Responsabilidade da gestão
6. Gestão dos recursos
7. Realização do produto (e/ou serviço)
8. Medição, análise e melhoria

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Compatibilidade com outros sistemas
• A compatibilidade com a ISO 14001:2004Sistemas de Gestão Ambiental, permitindo uma
mais fácil integração;
• O objetivo é assegurar que os elementos comuns
das duas séries possam ser facilmente
implementados, de modo partilhado no todo ou em
parte, pelas organizações, sem duplicações
necessárias
ou
imposição
de
requisitos
incompatíveis ou conflituosos.

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Iso 9001:2000: requisitos de aplicação• Os requisitos da ISO 9001:2000 são genéricos e pretende-se que
sejam aplicáveis a todas as organizações, independentemente do:
- Tipo

- Dimensão
- Produto ou serviço que proporcionam
• Apenas são permitidas EXCLUSÕES na cláusula 7 e não podem
afectar a:
- Aptidão da organização;
- A responsabilidade da organização para proporcionar um
produto que vá ao encontro dos requisitos do cliente e
regulamentos aplicáveis.

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Iso 9001:2000
Sistema de Gestão da Qualidade

Requisitos gerais
Requisitos da documentação

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Requisitos gerais
A organização deve estabelecer, documentar, implementar e manter um
sistema de gestão da qualidade e melhorar a sua eficácia de acordo com os
requisitos desta norma.
A organização deve:
a) Identificar os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade
e para a sua aplicação em toda a organização;
b) Determinar a sequência e interacção destes processos;
c) Determinar critérios e métodos necessários para assegurar que tanto a
operação como o controlo desses processos são eficazes;
d) Assegurar a disponiblidade de recursos e de informação necessários para
suportar a operação e a monitorização destes processos;
e) Monitorizar, medir e analisar estes processos.

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Requisitos gerais
f)

Implementar ações necessárias para atingir os resultados
planeados e a melhoria continua destes processos.

Estes processos devem ser geridos de acordo com os requisitos
desta Norma.
Em caso de subcontratação de um Processo que afete a
conformidade de produto com os requisitos, a organização deve
assegurar o controlo sobre tais processos. O controlo de tais
processos deve ser identificado dentro do Sistema de Gestão da
Qualidade.

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Requisitos da documentação
GENERALIDADES
A documentação do sistema de gestão da qualidade deve incluir:
a)
Declarações documentadas quanto à política da qualidade e os
objectivos da qualidade;
b)
Manual da Qualidade
c)
Procedimentos documentados requeridos por esta norma;
d)
Documentos necessários para a organização assegurar o planeamento,
a operação e controlo eficazes dos seus processos
e)
Registos requeridos por esta Norma (veja-se 4.2.4)
Nota: Onde aparecer o termo “procedimento documentado” nesta norma,
quer dizer que o procedimento está estabelecido, documentado,
implementado e mantido. A documentação pode ter qualquer formato
ou tipo de suporte.

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Requisitos da documentação
Procedimentos Documentados exigidos pela Norma
 Controlo de documentos
 Controlo dos Registos da Qualidade
 Auditorias internas
 Controlo de Produtos não conformes
 Acções Corretivas
 Ações Preventivas

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Documentação do SGQ
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A documentação do SGQ inclui:
–Política da qualidade e seus objectivos- conjunto de
intenções e de orientações de uma organização,
relacionadas com a qualidade tal como formalmente
expressas pela Gestão de Topo;

–Manual da qualidade- documento que especifica o SGQ de
uma organização;
–Procedimentos
documentadosdocumentos
que
especificam o modo de realizar uma actividade ou um
processo;
–Instruções de trabalho- documentos que definem como se
realiza uma actividade;

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Documentação do SGQ
A documentação do SGQ inclui:
Formulários- documentos desenvolvidos para registar dados;
Planos da qualidade- documentos que especificam quais os
procedimentos e recursos associados a aplicar, por quem e
quando, num projecto, produto, processo ou contrato
específico;
Especificações- documentos que estabelecem requisitos;
Documentos externos- documentos que têm origem externa
à organização
Registos- documentos que expressam resultados obtidos ou
fornecem evidências das actividades realizadas.

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Documentação do SGQ
A documentação do SGQ pode estar em qualquer tipo de
suporte (papel ou electrónico):
Em qualquer altura, o pessoal apropriado tem
acesso à mesma informação actualizada
Os acessos e as alterações são facilmente efectuados
e controlados
A distribuição é imediata e facilmente controlada,
com a possibilidade de impressão em papel
Há acesso remoto aos documentos
A remoção de documentos obsoletos é simples e
eficaz
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Documentação do SGQ
Manual da Qualidade

O Manual da qualidade é exclusivo de cada
organização
– Estrutura:
• Título e Campo de aplicação: deverá especificar e
definir a organização à qual o manual se aplica e
especificar qual o referencial normativo.
• Índice: listar o número e o título de cada secção bem
como a sua localização
• Verificação, aprovação e revisão: tem de ser
evidenciado qual o estado de verificação, aprovação,
revisão e data do manual

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Documentação do SGQ
Manual da Qualidade
Política da Qualidade e Objectivos: a política inclui o compromisso
de agir em conformidade com os requisitos e melhorar
continuamente a eficácia do SGQ. Os objectivos decorrem da
política da qualidade. Quando estes estão quantificados tornam-se
metas e são mensuráveis.
Organização, responsabilidade e autoridade: Deve descrever a
estrutura da organização. As responsabilidades, autoridades e
inter-relações podem ser indicadas através de organogramas,
fluxogramas eou descrição de funções.
Referências: deve incluir uma lista dos documentos referidos mas
não incluídos no Manual.

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Documentação do SGQ
Manual da Qualidade
Descrição do SGQ: o MQ deverá descrever o SGQ e a sua
implementação. Deve incluir as descrições dos processos e
respetivas interações , bem como os procedimentos
documentados ou referência aos mesmos. O SGQ deve estar
documentado seguindo a estrutura da norma ou o fluxo do
processo. O MQ deve refelctir os métodos que a organização
utiliza para satisfazer a sua política e os seus objetivos.
Anexos: O MQ pode conter anexos com informação de
suporte

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Documentação do SGQ
Procedimentos Documentados
Estrutura e formato: A organização terá de definir o formato dos
procedimentos documentados considerando formas como
sendo tabelas, texto, fluxogramas, ou qualquer método
apropriado.
Os procedimentos documentados podem fazer referência a
instruções de trabalho que definam como se realiza uma
actividade. Os procedimentos descrevem actividades que
envolvem várias funções, equanto as instruções de trabalho
aplicam-se a tarefas próprias da função.

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Documentação do SGQ
Procedimentos Documentados

Conteúdo
Título: Deverá identificar claramente o PD
Objectivo: Definção do objectivo do PD
Campo de aplicação: Referir as áreas incluídas e as excluídas
do campo de aplicação
Responsabilidade
e
autoridade:
Identificar
a
responsabilidade e autoridade das pessoas e/ou funções
organizacionais através, por ex., de fluxogramas e de textos
descritivos consoante o apropriado.
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Documentação do SGQ
Procedimentos Documentados
Descrição das actividades – Aspectos a incluir:
–Definição de necessidades da organização, clientes e fornecedores
–Descrição dos processos
–Definição do que é para fazer, por quem ou por que função organizacional,
porquê, quando, onde e como
–Descrição dos controlos do processo
–Definição da documentação apropriada
–Definição das entradas e saídas do processo
–Definição das medições a fazer

A organização pode decidir que alguma desta
informação conste de uma instrução de trabalho

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Documentação do SGQ
Procedimentos Documentados
Registos: Convém identificar nesta secção do PD os registos
referentes às actividades nele descritas. Convém identificar os
formulários a utilizar para estes registos. Deverá explicar o
método de preenchimento, arquivo e manutenção dos registos.
Anexos: Pode conter anexos com informação de suporte, como
sendo, tabelas, gráficos, fluxogramas e formulários
Verificação, aprovação e revisão: deve ser evidênciado o
estado de verificação e aprovação, estado e data da revisão do
PD.
Identificação das alterações: Identificar a natureza das
alterações, no próprio documento ou em anexos apropriados.

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Documentação do SGQ
Instruções de Trabalho
Estrutura e Formato: descrever a realização de todo o trabalho
que poderia ser prejudicado pela falta de tais instruções. As IT
deverão conter um título e uma identificação única. Os PD
podem incluir ou referir as IT.
Conteúdo: As IT devem descrever as ac«tividades críticas.
Convém evitar pormenores que não acrescentem controlo
sobre as actividades.
Tipos de IT: Devem expressar o propósito, o âmbito de trabalho
e os objetivos e que referências os procedimentos
documentados pertinentes. Devem expressar a ordem ou a
sequência das operações, refletindo os requisitos e as
atividades relevantes.
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Documentação do SGQ
Instruções de Trabalho
Verificação aprovação e revisão: Terá de se evidenciar a
verificação e a aprovação das instruções de trabalho bem como
o estado e data de revisão.
Registos: Devem ser definidos os registos especificados na IT.
Devem existir regras de preenchimento, arquivo e manutenção
dos registos assim como identificação dos formulários a utilizar
Identificação das alterações: Identificar a natureza no próprio
documento ou em anexos apropriados.

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Documentação do SGQ
– Formulários:
São

desenvolvidos

para

registar

dados

que

demonstrem conformidade com os requisitos do
SGQ. Deverão conter título, nº de identificação,
estado e data de revisão. Convém que os formulários
estejam referidos ou anexados no Manual da

Qualidade, nos PD e/ou IT
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Documentação do SGQ
Planos da Qualidade
– O plano da qualidade faz parte do SGQ
– Deve identificar e documentar como é que a
organização irá atingir os requisitos que são
exclusivos de um determinado produto, processo,
projecto ou contrato.
– Convém definir o campo de aplicação do plano da
qualidade.
– O plano da qualidade pode incluir, instruções de
trabalho e/ou registos que sejam exclusivos.

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Documentação do SGQ
• Especificações
– As especificações são documentos que estabelecem
requisitos. As especificações são únicas para os
produtos/organizações.
• Documentos externos
– A organização deve considerar os documentos externos e o
respectivo controlo no seu SGQ. Os documentos externos
podem incluir ´desenhos de clientes, especificações,
normas, códigos e manuais de manutenção.
• Registos:
– Expressam os resultados obtidos ou fornecem evidência de
que as actividades referidas nos PD e IT foram realizadas.
Convém que indiquem a conformidade com os requisitos do
SGQ
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RESUMINDO......
Documento – conjunto de dados com significado e respetivo
meio de suporte.
Procedimento – modo especificado de realizar uma atividade ou
um processo, podendo ser ou não documentado.
Registo – documento que expressa resultados obtidos ou
fornece evidência das atividades realizadas.
Instrução de Trabalho – expressa a ordem ou sequência das
operações, das atividades criticas.

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FOCALIZAÇÃO NO CLIENTE
• A gestão de topo deve assegurar que os
requisitos do cliente são determinados e
que foi ao seu encontro, tendo em vista
aumentar a satisfação do cliente

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Responsabilidade, autoridade e comunicação

Responsabilidade e autoridade

• A gestão de topo deve assegurar que as
responsabilidades e as autoridades são
definidas e comunicadas dentro da
organização

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Representante da gestão
A gestão de topo deve designar um membro da gestão
que, independentemente de outras responsabilidades
deve ter a responsabilidade e autoridade que incluam:
a) Assegurar que os processos necessários para o
sistema de gestão da qualidade são estabelecidos,
implementados e mantidos;
b) Reportar à gestão de topo o desempenho do sistema
de gestão da qualidade e qualquer necessidade de
melhoria;
c) Assegurar a promoção da consciencilização para com
os requisitos do cliente em toda a organização;
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Comunicação interna
• A gestão de topo deve assegurar o
estabelecimento
de
processos
de
comunicação apropriados dentro da
organização e que a comunicação tem lugar
no que diz respeito à eficácia do Sistema de
Gestão da Qualidade

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Recursos humanos
Generalidades

• O pessoal que desempenha trabalho que
afeta a qualidade do produto deve ter
competência com base em escolaridade,
formação, saber fazer e experiência
apropriados.

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Competência, consciencialização e formação
A organização deve:
a)
b)
c)
d)

e)

Determinar a competência necessária para o pessoal que
desempenha o trabalho que afecta a qualidade do rpoduto;
Proporcionar formação ou empreender outras acções que
satisfaçam estas necessidades;
Avaliar a eficácia das acções empreendidas;
Assegurar que o seu pessoal está consciente da relevância e da
importância das suas actividades e de como as mesmas
contribuem para serem atingidos os objectivos da qualidade;
Manter registos apropriados da escolaridade, formação, saber
fazer e experiência

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Infra-estrutura
•

A organização deve determinar, proporcionar e
manter a infra-estrutura necessária para atingir a
conformidade com os requisitos do produto.
• A infra-estrutura inclui, conforme aplicável:
a) Edifícios, espaços de trabalho e meios associados;
b) Equipamento do processo (tanto hardware como
software);
c) Serviços de apoio (tais como transportes ou
comunicação).
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Ambiente de trabalho
• A organização deve determinar e gerir o
ambiente de gerir o ambiente de trabalho
necessário para atingir a conformidade com
os requisitos do produto

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A IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO
ASPECTOS A CONSIDERAR
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Certificação

Imagem do OC

00/XXX.000

Certificação

A Certificação do Sistema de Gestão, consiste no
reconhecimento
formal
por
um
Organismo
de
Certificação
independente
e
acreditado
(terceira parte), após a realização de uma auditoria,
que o Sistema de uma organização cumpre com
as normas aplicáveis:
- Gestão da Qualidade (ISO 9001, QS 9000)
- Gestão Ambiental (ISO 14001)
- Gestão da Segurança (OHSAS 18001, NP 4397)
dando lugar à emissão de um certificado e permitindo o uso
de uma marca na documentação.

Formador: Mónica Gonçalves

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Preocupações básicas das empresas
no domínio da certificação


O meu produto é abrangido por Directivas comunitárias?



O seu uso pode envolver riscos de segurança saúde ou
ambiente?



Há legislação de certificação sobre a minha actividade?



Tenho dificuldades de exportação para outros países?



Que vantagem poderá ter a certificação voluntária no meu caso?



Posso confiar na competência do meu laboratório?



Onde poderei realizar calibrações crediveis?



No meu sector, já existem empresas com sistemas gestão
certificados?

Formador: Mónica Gonçalves

95
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Seis mitos sobre a certificação
1. A certificação não é um prémio. É um reconhecimento que se
atingiu um determinado nível de organização interna
2. A certificação não é obrigatória
É uma opção voluntária que tem de ser tomada pela empresa
3. A certificação da empresa não certifica os produtos
Refere-se ao sistema de garantia da qualidade que foi
implementado na empresa, e não à qualidade dos produtos ou
serviços fornecidos aos clientes

Formador: Mónica Gonçalves

96
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Seis mitos sobre a certificação
4. A certificação não é para sempre. Anualmente é

realizada uma auditoria, e ao fim de três anos a
certificação caduca, sendo suscetível de renovação

5. A certificação não é o grande objetivo da qualidade.
Não significa que se atingiu um elevado nível de
qualidade. Antes pelo contrário, a certificação deve
ser encarada como o limiar mínimo. Existe depois um
longo caminho a percorrer para a qualidade total,
que não termina nunca

6. A certificação não garante o sucesso da empresa
É necessário ter um bom produto e capacidade de
gestão e de inovação
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97
1ª Fase

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Contacto inicial e questionário
Proposta e pedido de registo

Análise da documentação do SQ
Não

OK?
Sim

Auditoria de Seguimento

Não

OK?

Sim

Não

2ª Fase

Auditoria de Concessão
OK?
Sim
Certificação

Auditoria de Acompanhamento
(anual)
Auditoria de Acompanhamento
(anual)

3ª Fase

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DA QUALIDADE

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Renovação
Auditoria de Renovação

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Vantagens da certificação


Melhoria da organização interna



Melhoria da imagem



Aumento da satisfação/confiança dos clientes



Confiança no Sistema



Melhoria da posição competitiva



Redução de custos



Acesso a determinados mercados e concursos



Assegura menor risco para quem compra ou subcontrata
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Vantagens da certificação
 Permite a divulgação das Empresas Certificadas
 Dispõe de apoios de fundos comunitários

 É uma das componentes que pode assegurar:
 ao fornecedor, que o seu produto e/ou serviço

cumpre as especificações do comprador;
 ao comprador, que a qualidade dos produtos e/ou

serviços que estão a ser adquiridos é a pretendida

Formador: Mónica Gonçalves

100
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
 Até meados séc. XIX
valoriza-se a
em
detrimento da
e
mesmo a vida do
trabalhador.
 A partir da década de 50/60
surgem as primeiras
tentativas sérias na área da
HSST/legislação.
Formador: Mónica Gonçalves

101
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
Legislação actual – permite a protecção eficaz
de quem integra actividades industriais, ou
outras.
A aplicação da legislação deve ser entendida
como o melhor meio de
as empresas e os trabalhadores
(produtividade, competitividade).
Formador: Mónica Gonçalves

102
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
 Higiene e segurança …qual a ligação entre estas
actividades?

Higiene

Segurança

Formador: Mónica Gonçalves

Objectivo: Garantir

capazes de manter um
nível de
dos
colaboradores e
trabalhadores de uma
empresa.

103
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho

Higiene do
trabalho

Formador: Mónica Gonçalves

Combater, dum ponto de vista
não médico, as
, identificando os
que podem afectar o
do trabalho e o
, visando eliminar ou
reduzir os riscos profissionais

104
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho

Segurança
no trabalho

Combater, dum ponto de vista
não médico, os

eliminando as
do
ambiente (=riscos
profissionais)
Formador: Mónica Gonçalves

os
trabalhadores a
utilizarem medidas

105
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
Acidentes
• Acontecimento imprevisto, que resulta em ferimento, dano,
prejuízo, avaria, ruína, etc.
•Resultado de um conjunto de factores, nomeadamente, falhas
humanas e falhas materiais

Formador: Mónica Gonçalves

106
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
Acidente de Trabalho
É o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da
empresa, provocando
ou
que cause a
,a
ou
da
para o trabalho,
ou
…

Formador: Mónica Gonçalves

107
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
Doenças Profissionais
São aquelas que são adquiridas na sequência do
exercício do trabalho em si (o trabalho é determinante
para o seu aparecimento).

Doenças do Trabalho
São aquelas que são decorrentes das condições
especiais em que o trabalho é realizado.

Formador: Mónica Gonçalves

108
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho
Acidente de Trabalho
Acidente sem afastamento

Incapacidade temporária – perda da
capacidade para o trabalho por um
período limitado de tempo.

Acidente com afastamento
– se o trabalhador não
retornar até ao dia seguinte

Incapacidade parcial e permanente –
diminuição , por toda a vida, da
capacidade física total para o trabalho.

Incapacidade total e permanente – é a
invalidez incurável para o trabalho.
Formador: Mónica Gonçalves

109
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho


Qual a relação entre Condições de Trabalho e a
Produtividade/Qualidade?

Acidentes

Custos directos: assistência médica e indemnizações;
Custos indirectos: perda de horas de trabalho pela
vítima e de testemunhas, responsáveis; interrupções
da produção; substituições; etc.

Fadiga devido a
horários
excessivos e más
condições de
trabalho
Formador: Mónica Gonçalves

Diminuição quantitativa e qualitativa da
produtividade (aumento de peças defeituosas e dos
desperdícios de material)
110
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho


A produtividade é afectada por:

Um meio ambiente que
exponha os trabalhadores a
riscos profissionais graves
(acidentes de trabalho e
doenças profissionais)
Produtividade
Insatisfação dos trabalhadores
face a condições de trabalho
que não estejam em harmonia
com as suas características
físicas e psicológicas
Formador: Mónica Gonçalves

111
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Higiene, segurança e saúde no
trabalho


Relação entre as condições de HSST e o
desempenho das empresas:

-Melhores
condições de HSST
-Maior satisfação
dos trabalhadores

Formador: Mónica Gonçalves

Aumento de
Produtividade

Maior
competitividade

112
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Trabalho
Para o Homem o trabalho representa:
 Uma necessidade económica;
 Uma vocação;
 Uma satisfação;
 Um direito e um dever.

Formador: Mónica Gonçalves

113
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Higiene no Trabalho
O que é?
Condições de Higiene das matérias primas e
de todos os materiais utilizados pelo
trabalhador.

Qual o objectivo?
Prevenção de Doenças Profissionais

Formador: Mónica Gonçalves

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Segurança no Trabalho
O que é?
Respeito/comprimento das normas de
segurança de todo o equipamento utilizado
pelo trabalhador.

Qual o objectivo?
Prevenção de Acidentes de Trabalho

Formador: Mónica Gonçalves

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Saúde no Trabalho
/
Higiene + Segurança = Saúde

O que é?
Conjunto de técnicas médicas que visam prevenir
doenças profissionais.

Medicina no Trabalho
Formador: Mónica Gonçalves

116
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Resumo
Higiene no trabalho

Previne

Doenças Profissionais

Segurança no trabalho

Acidentes Profissionais

Saúde no trabalho

Doenças Profissionais

Formador: Mónica Gonçalves

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ORGANIZAÇÃO DO
TRABALHO
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ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Organização
Processo de estabelecer relações entre as pessoas e
os recursos disponíveis tendo em vista os objectivos
que a empresa como um todo se propõe atingir.

Formador: Mónica Gonçalves

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ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Para executar qualquer tarefa com sucesso, é preciso que nos organizemos antes.
Organizar significa pensar antes de iniciarmos a tarefa. Mas pensar em quê?
• Na maneira mais simples de fazer a tarefa, evitando complicações ou controles
exagerados.

• No modo mais barato de fazer a tarefa.
• No meio menos cansativo para quem vai realizar a tarefa.
• Num procedimento que seja mais rápido.
• Em obter a melhor qualidade e o resultado mais confiável.
• Na maneira menos perigosa de fazer a tarefa.
• Numa forma de trabalho que não prejudique o meio ambiente, ou seja, que não
cause poluição do ar, da água e do solo.
Formador: Mónica Gonçalves

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FORMAS DE ENCARAR A ORGANIZAÇÃO
DE TRABALHO
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1.Análise de funções
O planeamento da mão-de-obra passa por uma adequação entre as pessoas e os postos
de trabalho, assegurando que estejam disponíveis os recursos humanos, quando
necessários;
Contudo, este processo não pode nem deve ser estático (pois as funções estão sempre
em constantes modificações) devendo considerar as capacidades humanas, as
considerações tecnológicas e comerciais;

ERGONOMIA

- do Grego ergon, trabalho + nomos, lei. Conjunto de conhecimentos científicos relativos
ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser
utilizados com o máximo de conforto e eficácia (Wisner - 1972).

A Ergonomia tem por objectivo adaptar o trabalho ao homem.

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2. Conteúdo do trabalho
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Uma adequada organização do trabalho, que pretende não só o aumento da produtividade, como
a diminuição do risco e acidentes, deve ter em conta factores como:

 Monotonia repetição

➢ Estão frequentemente associadas a alterações do estado de saúde, condicionando
patologias com riscos cardiovasculares, hipertensão e depressão;

➢ Descontentamento por parte dos trabalhadores, o que a curto/médio prazo origina uma
redução do desempenho, da satisfação e da realização, com efeitos sobre a produtividade.

LER - Lesão por Esforço Repetitivo.
Conjunto de Síndromes (quadros clínicos/patologias /doenças) que atacam os nervos músculos e
tendões (juntos ou separadamente).
DORT- Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho.
É exactamente igual a LER porém identifica exactamente a origem do problema: o trabalho.
Elas são sempre degenerativas e cumulativas e sempre precedidas de alguma dor ou incómodo.

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2. Conteúdo do trabalho

 Motivação
Este conceito remete para a satisfação das necessidades do sujeito.
Ao nível organizacional, encontramos as necessidades:
físicas (como as condições de trabalho);

segurança (relacionadas com o tipo de vínculo com a empresa);
relacionamento (através do estabelecimento de relações interpessoais);
realização (que passam não só pelo desempenho mas pelo alcance de objectivos);
responsabilidade (relacionadas coma liderança e a delegação de funções);
desenvolvimento (associadas à informação/formação);

reconhecimento (recompensas, salários e prémios).
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123
 Autonomia

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Representa a possibilidade que um trabalhador tem de poder controlar o método
de trabalho ou ordem de execução das tarefas, dentro dos procedimentos
estabelecidos.
Permitir um maior nível de autonomia dos trabalhadores permite aumentar o grau
de satisfação no trabalho, evitando a saturação.

 Ritmo de trabalho
Representa o tempo que o trabalhador utiliza para executar uma tarefa, devendo ser
tido em conta que o ritmo está directamente associado como esforço que o trabalhador tem
de prestar.
Quando um indivíduo sente que não existe modo ou forma de alcançar as exigências
estabelecidas pelo ritmo de trabalho, desencadeia-se uma reacção de stress, e
consequentemente, fadiga física e cansaço psíquico.

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INSTITUTO DO
 Quantidade de trabalho EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.

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Representada através do volume que um trabalhador tem de executar durante um dia de
trabalho, devendo esta ser ajustada a cada pessoa em função do sexo, da idade, da
experiência, etc.

 Responsabilização
É importante criar condições para o desenvolvimento de responsabilidades laborais, tendo
em consideração a articulação entre o nível exigido pela tarefa e o grau de
responsabilidade que cada trabalhador está disposto a assumir.

 Automatização
Pode permitir a redução da carga física excessiva e a diminuição das tarefas repetitivas,
podendo por outro lado apresentar desvantagens como a diminuição do conteúdo da tarefa,
especialmente no que diz respeito à autonomia e à capacidade de tomar decisões.

 Grau de atenção
Tanto os trabalhos que requerem um elevado nível de atenção como os
que requerem um baixo nível, podem originar efeitos negativos:
No 1º caso, podem ocorrer alterações da percepção sensorial,
Representando um aumento dos riscos para a saúde;
Enquanto no 2º caso, pode surgir uma perigosa sensação de alheamento.

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125
Descubra as más práticas e dê uma solução para as mesmas
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3. Tempo de trabalho
A organização do tempo de trabalho tem efeitos sobre a saúde, visto poder afectar a
qualidade de vida tanto na actividade profissional como nas relações extra laborais.
A organização do trabalho deve ter em conta os horários, o trabalho nocturno e por
turnos, o pluriemprego, o ritmo excessivo, as horas extraordinárias excessivas, a
programação dos ciclos de trabalho.
O tempo de trabalho

corresponde ao período durante o qual o trabalhador está a trabalhar ou se encontra à disposição
da entidade patronal e no exercício da sua actividade ou das suas funções, de acordo com a legislação e/ou a prática nacional.

4. Carga física
Tipo de organização laboral que visa assegurar
a continuidade da produção (de bens e/ou
serviços) pela presença de várias equipas que
trabalham em tempos diferentes num mesmo
posto de trabalho.
Inclui turnos rotativos como os turnos fixos
nocturnos.
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5.Carga mental
Corresponde ao nível de actividade ou quantidade de esforço mental requerido para que o
trabalhador obtenha um resultado concreto;
Relação entre as solicitações efectuadas ao indivíduo e a sua capacidade para tratar essa
informação;
A avaliação da carga mental deve ter em consideração os aspectos cognitivos, emocionais,
motivacionais e relacionais implicados em maior ou menor grau no trabalho;
É importante encontrar um equilíbrio adequado entre as capacidades individuais e a exigência
que decorre da realização da tarefa (quantidade de informação a tratar, natureza dessa
informação, sua complexidade, ritmo de execução da tarefa, etc.)
Pode ocorrer:

Sobrecarga (capacidades psíquicas e sociais solicitadas em excesso);
Subcarga (solicitação insuficiente).

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Desencadeadores da carga mental:
Pressão pela falta de tempo;
Realização de tarefas que implicam a elaboração simultânea de actividades diferentes
e que muitas vezes requerem exigências opostas;
Realização de tarefas complexas;
A carga emocional que pode estar subjacente à execução de determinadas tarefas.

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Factores de Risco na organização do trabalho
•Monotonia
•Autonomia
•Ritmo de trabalho
•A comunicação
•Participação
•Identificação com a tarefa
•O tipo de liderança
•Estabilidade de emprego
•Relações interpessoais
•A organização do trabalho é apenas uma das variáveis que determina a situação
de trabalho.
•Outras, igualmente importantes são, a tecnologia, o próprio indivíduo, o grupo, a
cultura da empresa, o ambiente físico, etc.
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Novas Formas de Organização do Trabalho (N.F.O.T.)
→ Elevar o nível de satisfação dos trabalhadores;
→ Aumentar o rendimento do trabalho.
→ A reorganização do trabalho consiste, basicamente, em mudanças feitas tanto a
montante como a jusante da produção, no sentido horizontal e vertical.

Rotação de tarefas
 Equiparar as qualificações;
 Dar polivalência aos colaboradores;
 Evitar a rotina/monotonia, proporcionando maior diversidade de tarefas;
 Combater a desmotivação, o absentismo e o turn over.

 Risco: O trabalhador pode percepcionar a polivalência como um acréscimo de carga física
e/ou mental.

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Alargamento de tarefas
•Consiste na integração de tarefas (ou de um conjunto de tarefas) da mesma
natureza. Trata-se sobretudo de um alargamento horizontal;
•Ao gestor vem permitir:
 Maior variedade e diversidade do trabalho;
 Maior duração do ciclo de trabalho;
 Maior flexibilidade do colaborador e do modo como organiza o trabalho.

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Enriquecimento de tarefas.

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•Consiste basicamente na adição de novas tarefas
qualitativamente diferentes;
•Trata-se de um alargamento horizontal e vertical de tarefas;
•Consiste em modificar cada tarefa individual de maneira a
adquirir certas características correspondentes aos factores de
motivação do trabalhador
(ex.: aumentar o grau de
iniciativa o trabalho,
delegar autoridade).

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133
Em resumo:

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➢ O
trabalho, além de possibilitar crescimento, transformações,
reconhecimento e independência pessoal e profissional também pode causar
problemas de insatisfação, desinteresse, apatia e irritação.
➢ Os princípios que se adotam na promoção
e proteção da saúde, mais do que uma
responsabilidade social, traduzem o valor
que a organização dá à preservação das
pessoas (o seu capital mais precioso)
e são o espelho da própria cultura da
organização.

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Artigo 15.º

Obrigações dos trabalhadores
1 - Constituem obrigação dos trabalhadores:
a) Cumprir as prescrições de segurança, higiene e saúde no trabalho estabelecidas
nas disposições legais ou convencionais aplicáveis e as instruções determinadas com
esse fim pelo empregador;
b) Zelar pela sua segurança e saúde, bem como pela segurança e saúde das outras
pessoas que possam ser afectadas pelas suas acções ou omissões no trabalho;
c) Utilizar correctamente, e segundo as instruções transmitidas pelo empregador,
máquinas, aparelhos, instrumentos, substâncias perigosas e outros equipamentos e
meios postos à sua disposição, designadamente os equipamentos de protecção
colectiva e individual, bem como cumprir os procedimentos de trabalho
estabelecidos;
135
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Artigo 15.º
Obrigações dos trabalhadores
1 - Constituem obrigação dos trabalhadores:
d) Cooperar, na empresa, estabelecimento ou serviço, para a melhoria do sistema de
segurança, higiene e saúde no trabalho;
e) Comunicar imediatamente ao superior hierárquico ou, não sendo possível, aos
trabalhadores a que se refere o artigo 13.º as avarias e deficiências por si
detectadas que se lhe afigurem susceptíveis de originarem perigo grave e iminente,
assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de protecção;
f) Em caso de perigo grave e iminente, não sendo possível estabelecer contacto
imediato com o superior hierárquico ou com os trabalhadores que desempenham
funções específicas nos domínios da segurança, higiene e saúde no local de
trabalho, adoptar as medidas e instruções estabelecidas para tal situação.

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136
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ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Capacidade de estabelecer planos, metas e prazos, distribuindo adequadamente as actividades e
acompanhando sua execução.
No exercício de suas funções de gestor, o (a) Sr. (a) é solicitado a rever os processos de trabalho da sua unidade
pois, o impacto das tendências e acções resultantes da sua gerência tem comprometido, limitando o alcance
dos objectivos finais.
Que medidas o (a) Sr. (a) adoptaria?

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137
Lista de verificação do INSTITUTO trabalho em equipa I. P. 
bom DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL,
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1. Os objectivos e metas estão claros?
2. A qualidade de comunicação é boa e eficaz?
3. A equipa está preparada para encontrar um problema e resolver? A capacidade de resolução de conflitos é
real ou fica apenas no projecto?
4. A equipa é auto-motivada?
5. Há confiança estabelecida entre todos os membros da equipa?
6. E a cooperação, todos ajudam-se mutuamente ou é cada um por si?
7. As pessoas buscam trazer respostas criativas para a solução dos problemas?
8. Os colaboradores sabem superar adversidades? Eles têm uma boa capacidade de aceitação da derrota e de
superação?
9. Há um bom relacionamento interpessoal entre os membros?
10. A equipa é orientada para a obtenção de resultados ou para a resolução dos problemas?

Cinco atitudes que definem como os membros das
equipas verdadeiramente coesas se comportam.
1. Eles confiam uns nos outros.
2. Eles envolvem-se em conflitos de ideias sem qualquer censura.
3. Eles comprometem-se com as decisões e planos de acção.
4. Eles chamam-se à responsabilidade quando alguma coisa não
corre de acordo com seus planos.
5. Eles concentram-se na realização dos resultados colectivos.

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138
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139
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CLASSIFICAR A ORGANIZAÇÃO

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140
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Dimensão
O critério da dimensão não é uniforme embora
o mais utilizado seja o número de trabalhadores
ao serviço da empresa. Assim teremos:
•Pequenas empresas: Menos de 50 Trabalhadores.
•Médias empresas: Entre 50 e 500 Trabalhadores
efetivos.
•Grandes empresas: Mais de 500 trabalhadores.

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141
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Dimensão
É no grupo das pequenas empresas que se
insere a maior parte do tecido empresarial
português.
Como se pode verificar pela análise da
informação disponibilizada pelos Mapas dos
Quadros de Pessoal relativos ao ano de 1996
(quadro seguinte), 81,3% das empresas não
empregam mais que 9 pessoas e somente 0,15%
se podem considerar grandes empresas:
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MORFOLOGIA DA EMPRESA
A empresa individual
 Proprietário e gestor são uma e a mesma pessoa, que é pessoalmente
responsável por todas as atividades da empresa.

 Nem sempre estas empresas individuais assumem uma forma jurídica regular e
raras as vezes têm contabilidade organizada.
 Apesar da sua muito pequena dimensão e aparente fragilidade, as empresas em
nome individual são muito numerosas, mesmo nas economias consideradas mais
desenvolvidas.

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MORFOLOGIA DA EMPRESA
Sociedade por quotas
 Constitui-se quando duas ou mais pessoas (ou duas ou mais empresas ou entidades
coletivas) põem em comum os seus recursos para formar uma nova empresa.

 Os sócios podem limitar a sua responsabilidade no negócio à quota-parte dos
recursos com que entraram na constituição da empresa (caso mais frequente).
 Uma das características mais importantes da sociedade por quotas é cada sócio ser

pessoalmente responsável por todas as atividades da empresa.
Em Portugal, os sócios são por lei solidariamente responsáveis por todas as atividades da
empresa e seus efeitos (incluindo dívidas e outros encargos contraídos pela empresa),
até ao limite do capital social com que entraram na constituição da sociedade.
Na vida real, no universo das sociedades por quotas predominam unidades de pequena
e média dimensão
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MORFOLOGIA DA EMPRESA

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Sociedade anónima
 A participação no capital social da empresa realiza-se através da compra de um
título (ação) com determinado valor facial (por vezes “flutuante”, no caso de o título
ser cotado em Bolsa de Valores).
 A responsabilidade dos acionistas limita-se à proporção ou valor das ações que
subscrevem.

 Cada ação detida dá direito a um voto na Assembleia Geral (constituída por todos
os acionistas e que reúne, pelo monos, uma vez por ano) e também à receção de um
dividendo (parcela dos lucros apurados no ano anterior).
 A sociedade chama-se anónima porque estas ações (sendo títulos representativos
de participação no capital da empresa) podem mudar frequentemente de mãos e, a
cada momento, nem sempre se sabe muito bem quem é que as possui. A
esmagadora maioria das empresas de grande dimensão assumem esta forma jurídica.

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145
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MORFOLOGIA DA EMPRESA

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Cooperativas
 Estas empresas são possuídas pelo coletivo de todos quantos nela trabalham
(cooperativas de produção) ou pelo coletivo dos seus utentes (cooperativas de
consumo e de habitação, por exemplo).
Regra geral, são pequenas ou médias empresas.
 O caso mais frequente é o de algumas atividades ligadas à agricultura, como
sejam os lacticínios, o vinho e o azeite.



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MORFOLOGIA DA EMPRESA
Empresas públicas
 São possuídas pelo Estado (Administração Central, Regional ou Local), podendo
ser o resultado de nacionalizações de uma ou mais empresas anteriormente
privadas.
 São geridas por um conselho de administração, com maior ou menor
autonomia, nomeado pelo Governo.
 Podem prosseguir ou não fins lucrativos, mas num sistema de economia de
mercado devem atuar em concorrência, mesmo quando uma parte das suas
receitas provém de subsídios do Estado (ou indemnizações compensatórias pela
prestação de um serviço de utilidade pública).
Regra geral são empresas de grande dimensão, em sectores de atividade de
grande peso no conjunto da economia da região ou país.

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Propriedade
Este critério de classificação das empresas
considera a propriedade dos meios de
produção.
As empresas pertencem aos sócios, isto é, os
meios necessários à sua atividade surgem em
boa parte pelo investimento que aqueles fazem.
Quando se fala em sector privado, público ou
em cooperativas, estamos a dizer que os sócios
dessas empresas são, respetivamente:
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Propriedade
•Comerciantes em nome individual ou sociedades
comerciais, cuja atividade se rege pelo Direito Comercial;
•O Estado ou outras pessoas coletivas de direito público,
regendo-se a sua atividade por um estatuto especial,
aplicando-se o direito comercial apenas de forma
complementar. Podem ser criadas pelo Estado, resultar
da transformação de um organismo público, aquisição
pelo Estado do capital social de uma sociedade comercial
privada (expropriação) ou, finalmente, pelo exercício da
autoridade do Estado (nacionalização).

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Propriedade
•Associados que contribuem com bens e
serviços para através da cooperação e interajuda
assegurarem a satisfação, sem fins lucrativos,
das suas necessidades económicas, sociais ou
culturais. Regem-se pelo código cooperativo.
Podem, dependendo dos seus objetivos, ser
cooperativas de crédito, consumo, etc..

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Ramo de actividade
A classificação mais utilizada é da autoria de Colin
Clark que considera existirem três sectores de
atividade diferenciados. Que são:
Sector Primário - Este sector integra as atividades
extrativas, isto é, aquelas em que se retiram
produtos do mar, do solo ou subsolo. Exemplo:
pesca, agricultura, pecuária, minas, etc..
Sector Secundário - Neste sector incluem-se as
atividades de transformação, isto é, aquelas que
utilizando as matérias primas extraídas da natureza
produzem bens necessários no nosso dia a dia.
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Ramo de actividade
Exemplo: metalúrgicas, cimento, construção naval,
vestuário, calçado, etc.. É comum subdividi-las em
indústrias pesadas e ligeiras.
Sector Terciário - Finalmente, este sector engloba todas
as restantes atividades, adquirindo maior ênfase, os
serviços. Exemplo: escolas, os bancos, as empresas de
seguros, os hospitais, os estabelecimentos comerciais, os
operadores telefónicos, etc..
É, concretamente, o caso do conceito de ramo de
atividade. As empresas são agrupadas em conjuntos
muito mais restritos e homogéneos facilitando, assim, o
seu estudo comparativo.
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ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

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Estrutura organizacional

A estrutura Organizacional é um projeto de sistemas
que definem como são formalmente divididos,
agrupados e coordenados os componentes da
organização.
Compreende a disposição das diversas unidades que compõem a
empresa (departamentos, divisões, seções etc), as relações entre
superiores e subordinados e abrange os deveres,
responsabilidades, os sistemas de autoridade e de comunicações
existentes. (Cury, 2000)

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Conceito de Estrutura organizacional
• Forma pela qual as atividades e recursos de
uma organização são divididas, organizadas e
coordenadas (Stoner, 1992, p.230).

“É a forma como
a organização se
organiza”
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Funções básicas da estrutura organizacional
• Produzir produtos organizacionais e atingir as suas metas;
• Minimizar as variações individuais sobre a organização
• Estabelecer o contexto no qual o poder é exercido

• Identificar as tarefas que devem ser executadas.
• Disponibilizar recursos e informações aos funcionários.
• Estabelecer medidas de desempenho e condições motivadoras.

...Organizar funções e responsabilidades.

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Funções básicas da estrutura organizacional
 Melhorar os fluxos internos da organização;
 Propiciar maior comunicação entre os setores e processos;
 Propiciar a consolidação das redes formais da organização;

 Propiciar maior equilíbrio aos níveis de decisão;
 Racionalizar os fluxos de informação;
 Melhorar a relação custo x benefício;

...Otimizar as atividades e tarefas

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TIPOS DE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

• FORMAL
Deliberadamente planejada e formalmente instituída com a
intenção de organizar a corporação, em aspectos relacionados a
responsabilidade, autoridade, comunicação, e atribuição das
atividades.

• INFORMAL
É a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida
ou requerida por diretrizes ou normas. Surge da interação social
das pessoas, o que significa que se desenvolve
espontaneamente quando as pessoas se reúnem.

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ESTRUTURA ORGANIZACIONAL FORMAL

• Características
– Ênfase a posições e cargos em termos de autoridade e
responsabilidade;
– É estável;
– Está sujeita a comando e controle;
– Baseia-se em padrões e critérios específicos;
– Líder formal é instituído e formalizado
– O poder é delegado
– Autoridade hierárquica. Vem de fora dos grupos
– Canais de Comunicação formais
– etc

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ESTRUTURA ORGANIZACIONAL INFORMAL

• Características
–
–
–
–
–
–
–
–
–

Vinculada as pessoas;
Autoridade flui, na maioria das vezes, de forma horizontal;
Dinâmica e mais flexível;
Não tem foco no controle;
Trabalha com a inteligência emocional;
Liderança informal pela influência e afinidade;
Autoridade vem de dentro do grupo;
É alicerçada por fluxos e canais informais;
Pode motivar o trabalho;

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TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL
• A estrutura formal pode ainda se dividir em 3 tipos:

– LINEAR (LINHA)
Simples e antiga, baseada na organização militar. Segue uma hierarquia única e vertical. significa que
quem está em um nível acima tem autoridade única e absoluta sobre os níveis inferiores, com o direito de
exigir o cumprimento de ordens e execução de tarefas em uma cadeia escalar

– FUNCIONAL
Aplica o princípio funcional ou princípio da especialização das funções. Cria-se o staff ou assessoria. Não
existe apenas um único supervisor ou nível superior, mas sim mais de um. Cada um responsável apenas
pela atividade/função a que é especialista.

– LINHA-STAFF
Uma estrutura que apresenta tanto a linha quanto o staff simultaneamente. Quem trabalha nas
atividades fim da empresa (órgãos de execução) está dentro de uma hierarquia de comando única e
vertical. E quem trabalha com atividades que complementam as atividades fim (órgãos de apoio)
estão fora da cadeia escalar.

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TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL: LINEAR(OU LINHA)
• CARACTERÍSTICAS:
– Autoridade única
– Linhas formais de comunicação
– Decisões centralizadas em um único ponto
– Aspecto piramidal
– Simples e de fácil compreensão
– Jurisdição precisa
– Facilidade de implantação, controle e disciplina

– Identificado mais facilmente em pequenas empresas

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LINEAR OU LINHA
PRESIDÊNCIA

VICE-PRESIDÊNCIA

DIRETORIA

DEPARTAMENTO

DEPARTAMENTO

DIVISÃO

DIVISÃO

SETOR

DIVISÃO

SETOR

SEÇÃO

DIVISÃO

SEÇÃO

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TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL: FUNCIONAL
• CARACTERÍSTICAS:
– Autoridade por função ou especialidade
– Mais de um supervisor ou nível superior
– Linhas diretas de comunicação
– Decisões delegadas em vários pontos
– Responsabilidades divididas
– Proporciona foco na atividade desenvolvida
– Melhor supervisão técnica

– Identificado mais facilmente em empresas com processos mais complexos

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FUNCIONAL

Gerente de
Produção

Chefe de
Manutenção
Hidráulica

Setor 1

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Setor 2

Chefe de
Manutenção
Elétrica

Setor 3

Setor 4

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TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL: LINHA-STAFF
• CARACTERÍSTICAS:
– Maior relacionamento com os objetivos da organização
– Jurisdição de autoridade bem definida
– Decisões estão mais ligadas os objetivos e são formadas mediante apoio
do staff
– Co-existência de hierarquia e especialização
– Mantém controle e disciplina sem dividir autoridade
– Staff não tem autoridade, pode apenas apoiar

– Atividades de execução e apoio conjuntas
– Identificado mais facilmente em médias e grandes empresas

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LINHA-STAFF

PRESIDÊNCIA

ASSESSORIA DE
PLANEJAMENTO

DIRETORIA
INDUSTRIAL

DIRETORIA
ADMINISTRATIVA/
FINANCEIRA

DIRETORIA
COMERCIAL

ASSESSORIA DE
ORGANIZAÇÃO,
SISTEMAS & MÉTODOS

GERÊNCIA
ADMINISTRATIVA

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GERÊNCIA
FINANCEIRA

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Elementos da Estrutura Organizacional Formal
Robbins (2000, p. 171) apresenta seis elementos fundamentais a serem considerados na definição da estrutura organizacional Formal.

•

Especialização do trabalho
Se refere à divisão das tarefas em trabalhos ou processos

•

Departamentalização
Se refere ao agrupamento das atividades fim da organização

•

Cadeia de comando
Se refere à linha de autoridade e quem se reporta a quem

•

Margem de controle
Se refere à quantidade de níveis e grupos coordenados na organização

•

Centralização e Descentralização
Se refere à distribuição de poder na organização

•

Formalização
Se refere ao grau de normas e procedimentos na organização

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Níveis de influência da estrutura
organizacional

• Nível estratégico;

O nível estratégico de influência considera a estrutura organizacional de toda a
empresa e a melhor interação desta com o ambiente. Exemplo: necessidade de criação
de uma nova divisão da empresa para melhor adequação de um produto a seu mercado

• Nível tático
O nível tático de influência considera determinado conjunto de aspectos
homogêneos da estrutura organizacional da empresa. Exemplo: divisão de uma área
industrial em duas áreas (produção e técnica) para ter melhor administração dos recursos da
empresa.

• Nível operacional.
O nível operacional considera uma parte bem específica da estrutura
organizacional da empresa. Exemplo: alteração da estrutura organizacional da área de
sistemas com a criação de uma unidade organizacional responsável pelas 46 atividades de
organização e métodos.

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Condicionantes da estrutura organizacional.
• Objetivos e estratégias;
Quando os objetivos e estratégias estão bem definidos e claros, é mais fácil se organizar e
Conhecendo a razão de ser da empresa, onde ela quer chegar e como chegar lá, é mais fácil
saber o que esperar de cada um dentro da organização

• Ambiente;
A incerteza ambiental, a mudanças externas, às variáveis e todas as contingencias que fazem
com que uma organização esteja pronta a se adaptar com maior rapidez

• Tecnologia
A quantidade e qualidade da tecnologia e de conhecimento (Know-how) empregada para a
transformação dos insumos em produtos e serviços é um fator importante para considerar na
definição da estrutura organizacional

• Recursos humanos.
A empresa funciona por meio de pessoas, a eficiência depende da qualidade intrínseca e do valor e da
integração dos homens que ela organiza. Ao desenvolver uma estrutura organizacional deve-se levar em
consideração o comportamento e o conhecimento das pessoas que irão desempenhar funções.

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Sistemas e Fluxos
 Sistemas de Autoridade
 Sistemas de Responsabilidade
 Sistemas de Comunicações
 Sistemas de Decisões*
 Fluxo de Trabalho (atividades e processos)
 Fluxo de Informações (dados e conhecimentos)
 Fluxo de Relações *(estrutura informal, cultura e
comportamento)
(Vasconcelos e Hemmel) – (Drucker) – (outros)
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Sistemas de Autoridade
É o direito de se cobrar o que deve ser feito, cobrar resultados, dar ordens, tomar decisões,
dirigir, requerer obediência, ou simplesmente o direito de desempenhar um trabalho que foi
designado.

Cadeia de comando
Margem de controle

Descentralização/Centralização

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Sistemas de Responsabilidade
Refere-se à obrigação que uma pessoa tem de fazer alguma coisa para outra. Ao assumir
determinada obrigação, deve-se prestar contas à pessoa que lhe atribuiu a
responsabilidade

Alocação das atividades inerentes a esta obrigação.

Departamentalização
Formalização
Especialização do trabalho

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Sistemas de Comunicações
O sistema de comunicação é a rede por meio da qual as informações, que
permitem o funcionamento da estrutura de forma integrada e eficaz, tramitem.

O que comunicar
Como comunicar

De quem vem a comunicação
Para quem vai a comunicação

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Fluxos de Informação
 Trabalho de dados, Conhecimento (Know-How)
 Manuais, formulários, relatórios e documentos

Fluxos de Trabalho
Mostra os direcionamentos e os caminhos que as atividades e os
processo seguem . Como, onde, quando, quanto tempo, quem entrega,
quem recebe, etc

Fluxos de Relações
Os relacionamentos informais, os comportamentos e atitudes, a
cultura organizacional e os ambientes internos e externos são
significativos em qualquer organização

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Sistemas e fluxos
Os sistemas são apresentados pelo ORGANOGRAMA

Os fluxos são apresentados pelo FLUXOGRAMA

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Relembrando...


Cadeia de comando

Se refere à linha de autoridade e quem se reporta a quem



Margem de controle (Amplitude de controle)

Se refere à quantidade de níveis e grupos coordenados na organização



Centralização e Descentralização

Se refere à distribuição de poder na organização



Formalização

Se refere ao grau de normas e procedimentos na organização



Especialização do trabalho

Se refere à divisão das tarefas em trabalhos ou processos



Departamentalização

Se refere ao agrupamento das atividades fim da organização

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COMUNICAÇÃO
ORGANIZACIONAL

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“Eu sei que você acha que entendeu o

que você pensa que eu disse, mas
não estou certo de você tenha
percebido que o que você ouviu não é
precisamente o que eu quis dizer”
Aviso na Sala de Imprensa do Pentágono

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Comunicação

“Um processo que consiste em um emissor
transmitindo uma mensagem, através de um
meio, para um receptor que reage”Kotter (1977)
• Faltando qualquer um dos elementos (emissor,
mensagem, receptor), a comunicação não acontece

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Comunicação

Deriva da palavra em latim communicare que
“significa ‘estar em relação com’, representa a acção
de pôr em comum” (Menezes, 1973).
A comunicação, em linhas gerais, pode ser definida
como “o processo de transferir uma pequena
informação selecionada (uma mensagem) de uma
fonte de informação a um destinatário” (Redfield,
1966).
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Comunicação

Emissor
Estímulo

Receptor
Mensagem

Resposta

Canal

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Comunicação
Modelo básico da comunicação
Referencial
Diferenças individuais, subculturas e relações sociais
Mensagem
Canal
Emissor
Intérprete

Receptor

Ruído

Receptor

Intérprete
Emissor

Canal
Mensagem
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Comunicação
• Comunicação organizacional ou empresarial
A comunicação organizacional é um processo,
dependente da cultura, de trocas de informações e
criação de relacionamentos dentro de ambientes
empresariais, orientados por objectivos.
(Fisher, 1993)

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Comunicação

Comunicação interna

Comunicação organizacional
Comunicação externa

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Comunicação Interna
Conjunto de informações que circulam apenas
entre os funcionários da empresa

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Empresa

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Comunicação Interna
A comunicação Interna tem uma importância
crucial para o desenvolvimento de um quadro
de referência comum a todos os trabalhadores
do que é a empresa e, consequentemente, na
consolidação da entidade da organização.

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Comunicação Interna
A comunicação interna é um sistema de
interacções onde o emissor e receptor se inter
influenciam e partilham significados
simbólicos. É através desta partilha de
significados, em termos da Missão, Cultura e
Objectivos da Empresa que se desenvolve o
conceito do que é a empresa, o qual serve de
referência para o seu comportamento.

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Comunicação Interna
Comunicação organizacional ou empresarial
Organograma

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Comunicação
Formalidade no processo




Informal - Relacionado a aspectos não planeados previamente,
mas que são importantes para o ajustamento das actividades da
organização.
Formal - Referente a processos que são estruturados de acordo
com as necessidades operacionais da organização, em que os
indivíduos diretamente executam as tarefas, funções ou
cumprem o regulamento.

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Meios de Comunicação Interna
A definição dos meios depende da dimensão da empresa e do
orçamento que foi disponibilizado para a execução do plano de
comunicação. Podem ser utilizados:
– Meios orais
– Meios escritos
– Meios audiovisuais
– Novas tecnologias

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192
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Reunião

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Vantagens: É um dos meios mais eficazes para
comunicar de forma activa nas PME. É imediato e
transmite informação de referência.
Desvantagens: Excesso de reuniões acaba por
provocar desinteresse.
Placard

Vantagens: Simples, fácil gestão e adequado para
todo tipo de mensagens. Indicado para informar
aspectos legais e acções da empresa.
Desvantagens: Custo variável (depende se utiliza
designers ou placards luminosos por exemplo).

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Folheto
Vantagens: Dá a conhecer as novidades da
empresa e todas as acções. Chega a toda equipa.
Desvantagens: Dispendioso.

Manual de acolhimento
Vantagens: Apresentação da empresa e dos seus
procedimentos. Facilita a integração.
Desvantagens: Leva tempo a sistematizar.

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Carta ao pessoal
Vantagens: Documento assinado pelo
administrador ou director focando aspectos
importantes da vida da empresa. Dirigida e
personalizada. Eficiente no combate aos rumores.
Desvantagens: Pode ter interpretações erradas,
se não for objectiva.
Inquéritos
Vantagens: Diagnóstico do clima da empresa.
Permite expressão das opiniões dos
colaboradores.
Desvantagens: Tempo na realização e análise.

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Caixa de sugestões
Vantagens: Encoraja o espírito de iniciativa, a
criatividade e a participação. Possibilidade de
todos os colaboradores darem sugestões.
Desvantagens: Custo da aquisição da caixa e
consulta das sugestões regularmente.

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Jornal da empresa
Vantagens: Pode ser distribuído na empresa e para
o domicílio de todos os colaboradores. Considerado
por muitos como um canal de comunicação interno
de referência. Numa PME, a sua dimensão pode não
justificar, sobretudo pelos encargos financeiros.
Mas, uma versão "caseira" de algumas folhas A4
com notícias, fotocopiadas e distribuídas na
empresa, já é possível fazer. O mais importante é
quem escreve e a capacidade que tem de captar a
atenção dos leitores.
Desvantagens: Dispendioso. Envolvimento de
recursos humanos especializados (jornalistas ou
assessor de imprensa). Tempo de redacção,
paginação, impressão e distribuição.

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Intranet
Vantagens: Adapta-se facilmente a
empresas de pequenas, médias e grandes
dimensões. Permite a circulação rápida de
informação e pode facilitar os processos
burocráticos. Uma ferramenta do século
XXI.
Desvantagens: Variam consoante o grau
de informatização da empresa.

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E-mail
Vantagens: É uma ferramenta que pode
ser utilizada por empresas de várias
dimensões, sobretudo por aquelas que
não têm uma Intranet. É um meio rápido
e barato de envio de uma newsletter
interna ou uma informação flash.
Desvantagens: É necessário a existência
de um programa informático que permita
o acesso a toda a empresa.

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Canais de Comunicação
• Comunicação Ascendente
• Comunicação Descendente
• Comunicação Horizontal

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200
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• Comunicação Ascendente: a iniciativa do
comportamento de comunicação parte dos
níveis hierárquicos inferiores estabelecendose com os níveis hierárquicos superiores.

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• Comunicação Descendente: a iniciativa do
comportamento de comunicação parte dos
níveis hierárquicos superiores estabelecendose com os níveis hierárquicos inferiores.

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• Comunicação Horizontal: diz respeito a
relações de comunicação que se processam de
forma não hierárquica: comunicação entre
departamentos, no mesmo departamento ou
no mesmo nível hierárquico.

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Canais de Comunicação




Presença física (comunicação face-a-face): meio
mais rico, atende a todas as características
(incluindo linguagem corporal).
Canal interactivo (telefone e digital): permite o
rápido feedback e trabalho com o foco
personalizado, mas perde no suporte a
informações (linguagem corporal) e o elemento
presencial.

Formador: Mónica Gonçalves

204
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– Canais personalizados estáticos (cartas, memorandos e
relatórios específicos): diminui o suporte a múltiplas
informações, continua personalizado, mas o feedback é
lento.
– Canais impessoais estáticos (notas, regras e relatórios
generalizados): não trabalha com foco personalizado,
limitado suporte a informações e o feedback é raro.

Formador: Mónica Gonçalves

205
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Comunicação
Canais de comunicação
Oral – ex.: conversa, aula e telefone
Escrito – ex.: carta, memorando e bilhete
Digital – ex.: e-mail, blog, site e msn
Não verbal – ex.: gestos e expressões faciais
 (Giovannini, 1987)

Formador: Mónica Gonçalves

206
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Comunicação externa
Conjunto de informações que circulam entre a
Empresa e o Meio Envolvente
Meio
Envolvente

Empresa

Formador: Mónica Gonçalves

207
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Comunicação externa
• Comunicação organizacional ou empresarial
Áreas funcionais da organização e ambiente
Org

FIN

MKT
RH

Organização
Ambiente
Formador: Mónica Gonçalves

Org

Org

Org

PROD

Org
Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org

Org
208
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FASES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

Registo da Informação
Compreensão
Interpretação

Memorização / Acção

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209
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FACTORES CONDICIONANTES DA PERCEPÇÃO
INDIVIDUAIS / INTERNOS
Crenças

SOCIAIS / EXTERNOS
Valores

Necessidades

Estatuto do Emissor

Emoções

Ambiente Físico

Desenvolvimento Intelectual

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Relações Interpessoais

210
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BARREIRAS À COMUNICAÇÃO
Ideias Pré-concebidas
Recusa de opiniões
Significados Personalizados
Motivação e Interesses
Credibilidade da Fonte
Pouca habilidade do emissor
Clima psico-social
Complexidade do meio

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211
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ATIVIDADE

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FUNÇÕES

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Produção
Produção, é a atividade que cria ou transforma a
utilidade das coisas.
Toda a atividade produtiva consiste na
combinação da força de trabalho com os meios
de produção ou capital, isto é, da habilidade e
inteligência do homem com os instrumentos e
os recursos que utiliza. Os meios de produção
incluem os objetos de trabalho e os meios de
trabalho.
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214
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Produção
Todos estes conceitos são facilmente
identificados nas empresas onde exista a
transformação de bens. Nas empresas não
industriais o sector de produção não é tão
nítido, ou pode mesmo não existir. São
empresas que compram e vendem os bens, sem
que haja transformação

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216
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Produção
Objetivos da Função Produção
A missão da função produção é a satisfação das
necessidades dos clientes.
As necessidades dos clientes internos ou
externos, porque são os destinatários dos
produtos (saídas ou outputs);
Os interesses e as dificuldades dos
fornecedores, que disponibilizam os meios
necessários (entradas ou inputs);
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Produção
Os concorrentes, que disputam os clientes e os
fornecedores;
O Estado, que regulamenta a atividade económica;
A gestão adequada dos fatores de produção, por
forma a garantir uma produção de qualidade e a
custos competitivos.
Vejamos como exemplo, uma empresa produtora
de veículos automóveis:
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218
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219
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Produção
Devido a toda esta complexidade de entradas e
saídas, existe a necessidade de organizar o trabalho
dos diferentes sectores da produção, de maneira a
não haver “engarrafamentos ou estrangulamentos”.
Tem de existir uma eficiente gestão dos recursos
humanos (horários, turnos, horas extras, número
de pessoas em cada sector, definição de funções de
cada trabalhador), uma gestão adequada das
matérias primas e subsidiárias, e dos meios de
trabalho necessários.
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220
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Comercial
Incorpora o conjunto de atividades conducentes
à venda de produtos ou serviços.
Porém, em empresas onde não existam
individualizadas
as
funções
de
aprovisionamento, marketing ou produção,
nomeadamente nas não industriais, pode ser
definida como o conjunto de operações de
compra e venda de bens ou serviços.
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221
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Comercial
Qualquer empresa visa atingir objetivos que,
como já referimos, passam por vender os bens
que produzem ou os serviços que prestam,
gerando, assim, os recursos financeiros
necessários para, não só manter e desenvolver a
sua atividade, mas também continuar a
satisfazer clientes, empregados, proprietários,
etc..

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222
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Comercial
 Ponto crítico de vendas: é o nível de
faturação para o qual os proveitos das vendas
realizadas pela empresa são iguais aos custos da
atividade, não se registando, portanto, lucros
nem prejuízos.
Mas o que são os custos das empresas?

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Comercial
Custos Fixos: São aqueles que a empresa
suporta independentemente de estar a
produzir.
Exemplo: Os salários dos empregados, o aluguer
do contador da electricidade, a renda das
instalações, etc..

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224
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Comercial
 Custos Variáveis: São aqueles que só se verificam
quando a empresa está a produzir, isto é, serão
maiores quando a atividade é mais intensa e menores
ou nulos se a atividade diminuir ou parar.
Exemplo: A farinha para fabricar o pão, a energia eléctrica
gasta na produção, etc..
A partir daquele ponto a empresa começa a ter lucro, isto
é, começa a haver uma diferença positiva entre as
receitas das vendas dos seus produtos e os custos
necessários à sua produção e venda.
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225
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Comercial
Previsão de vendas:
A função comercial é, assim, de importância
primordial na organização interna das empresas.
As previsões de vendas, são o suporte da
tomada de decisão das outras funções da
empresa.

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226
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Comercial
A previsão de vendas é, assim, o “motor” da
actividade da empresa, pelo que deve ser o mais
objectiva possível. As empresas devem recorrer à
análise da informação que possuem e que consta
nos:
 Registos de Encomendas;
 Registos de Facturas;
 Conta Corrente de Clientes;
 Relatórios dos Vendedores;
 Consulta periódica de publicações.
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227
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Comercial
Objetivos da Função Comercial
Em síntese, pode dizer-se que o objetivo
principal da função comercial é o de atingir o
volume de vendas planeado pela empresa.
Além do objetivo principal, a função comercial
tem outros objetivos:
• Prospeção do mercado - a deteção de novos
clientes é essencial para o aumento das
vendas da empresa.
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228
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Comercial
• Informação e comunicação - o vendedor é o principal meio de
comunicação entre a empresa e o exterior. O vendedor tem a tarefa de
receber e transmitir mensagens do cliente e ao cliente.
• Preparação e execução de propostas - a função comercial deve
contribuir para a identificação das necessidades do cliente e
apresentar propostas que visem satisfazê-las.

•Apoio à revenda - por vezes, as empresas não vendem os seus
produtos diretamente aos consumidores finais.

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229
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Pessoal
As empresas utilizam, qualquer que seja a sua
atividade, um conjunto de recursos para
concretizar os seus objetivos.
De entre todos eles, as pessoas assumem-se
como o mais decisivo porque são elas com a sua
imaginação, vontade, inteligência e saber que
fazem a diferença entre o sucesso e o não
sucesso das empresas.

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Pessoal
Como se consegue tudo isto?
Através de gestores inovadores e bem preparados que
se rodeiam de colaboradores qualificados, dotados das
competências e das atitudes necessárias à concretização
dos objetivos das empresas;
Garantindo um clima onde a comunicação seja aberta,
os valores e as práticas sejam coerentes e alinhadas com
os objetivos da empresa.
Porém, no que diz respeito às pessoas, as empresas estão
obrigadas a um conjunto de formalismos de caracter
administrativo que resultam de imposições legais e que
não podem ignorar.
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Pessoal
Aspetos administrativos da função recursos
humanos
Principais aspetos administrativos:
• Pagamento de salários;
• Imposto sobre o Rendimento das pessoas
Singulares;
• Taxa Social Única;
• Outras obrigações legais;
• Ficheiro de pessoal.
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232
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Pessoal
A gestão técnica dos recursos humanos
Fases do processo de recrutamento e seleção;
• Identificar se de facto existe a necessidade de proceder a
uma admissão;
• Definir as tarefas que constituem o posto de trabalho, bem
como as competências necessárias para as executar e o
perfil desejável do indivíduo a ocupar o posto;
• Definir o pacote salarial e de benefícios que a empresa está
predisposta a oferecer;
• Tomada de decisão se o posto será preenchido
internamente (promoção/transferência) ou a necessidade
de publicar externamente a necessidade de admitir alguém
(anúncio);

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233
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Pessoal
•Proceder à identificação dos candidatos que
reúnam os requisitos pré-definidos;
• Implementação de um processo de seleção
que permita objetivamente suportar a decisão
de escolha de um candidato através de técnicas
como:
análise
curricular,
testes
profissionais/psicológicos, entrevistas, centros
de avaliação (simulação de situações reais), etc..

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Pessoal
Compensação e benefícios:
Após dotar a empresa com os melhores recursos
humanos
atendendo
às
preocupações
evidenciadas no ponto anterior, outra
importante tarefa se coloca aos profissionais
desta função empresarial: mantê-los na
organização, motivá-los e criar as condições
necessárias para que atinjam excelentes níveis
de desempenho, contribuindo, assim, para o
sucesso da empresa.
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Pessoal
A função recursos humanos, como se verifica pelo
exposto nos pontos anteriores, assume-se como um
apoio a toda a organização, isto é, a todas as
restantes funções.
Para que este apoio seja efetivo é necessário que
ela seja parte integrante na formulação dos
objetivos da empresa e das estratégias desenhadas
para os alcançar.
Estes objetivos devem ser partilhados pelas
diferentes funções e pelos diferentes atores na
organização, de forma clara e objetiva, para que
cada um saiba o que se espera dele.
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Financeira
A função Financeira tem a seu cargo conseguir o equilíbrio entre a obtenção
dos recursos financeiros necessários à atividade da empresa e a sua
aplicação, pelo que lhe cabe um papel privilegiado na análise do desempenho

da empresa.
A função financeira necessita de informação, que permita ter uma visão
global e particular da situação financeira da empresa. A contabilidade surge

como um apoio da função financeira, pois é da sua responsabilidade a
elaboração das demonstrações financeiras fundamentais - O Balanço e a
Demonstração de Resultados, entre outros.

Formador: Mónica Gonçalves

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Financeira
Objetivos da Função Financeira
A função financeira tem como finalidade a maximização da rentabilidade dos ativos e
a minimização do custo dos passivos, proporcionando aos detentores do capital
acréscimo de valor.
Para atingirem estes propósitos, os responsáveis pela função financeira das empresas
devem prestar especial atenção aos seguintes aspetos:
 Prever os movimentos financeiros a curto prazo para a determinação do grau de
liquidez da empresa;
Escolher os projetos de investimento para os excedentes financeiros;
Elaborar planos financeiros de curto, médio e longo prazo.

Formador: Mónica Gonçalves

238
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Planeamento estratégico
É um processo que os gestores utilizam para identificar e
selecionar objetivos adequados e planos de ação.
Existem três fases no processo de planeamento:
(1) Decidir que objetivos a organização irá prosseguir;
(2) Decidir qual a maneira como irá alcançar esses
objetivos;
(3) escolher os recursos que irá utilizar para alcançar
esses objetivos.
A forma como os gestores planeiam determina a
eficiência e a eficácia na gestão da empresa.

Formador: Mónica Gonçalves

239
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ATIVIDADE

Formador: Mónica Gonçalves

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DÚVIDAS

Formador: Mónica Gonçalves

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Manual de eco

  • 1.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes CURSO: TÉCNICO/A DE CONTABILIDADE UFCD: Estrutura e comunicação organizacional
  • 2.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Objetivos • Classificar a organização; • Interpretar a estrutura organizacional; • Reconhecer os princípios da comunicação organizacional; • Identificar e caracterizar as funções internas à organização; • Definir conceitos de qualidade; Formador: Mónica Gonçalves 2
  • 3.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ORGANIZAÇÃO Formador: Mónica Gonçalves 3
  • 4.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização  Conjunto de duas ou mais pessoas que realizam tarefas, seja em grupo, seja individualmente mas de forma coordenada e controlada, actuando num determinado contexto ou ambiente, com vista a atingir um objectivo pré-determinado através da afectação eficaz de diversos meios e recursos disponíveis, liderados ou não por alguém com as funções de planear, organizar, liderar e controlar Formador: Mónica Gonçalves 4
  • 5.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização  Modo como foi estruturado, dividido e executado o trabalho Formador: Mónica Gonçalves 5
  • 6.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização • Actuação coordenada: para que exista uma organização, não basta que um conjunto de pessoas actuem com vista a atingir um objectivo comum; é necessário também que essas pessoas se organizem, ou seja, que desenvolvam as suas actividades de forma coordenada e controlada para atingir determinados resultados. Esta coordenação e controlo é geralmente efectuada por um líder mas encontram-se muitas vezes organizações em que estas tarefas são efectuadas por todos os membro em conjunto através, por exemplo, de um órgão colegial. Formador: Mónica Gonçalves 6
  • 7.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização • Recursos: representam todos os meios colocados à disposição da organização e necessários à realização das suas actividades. Neste recursos incluem-se os recursos humanos, os recursos materiais e tecnológicos, os recursos financeiros, a imagem de mercado e credibilidade perante o exterior. Formador: Mónica Gonçalves 7
  • 8.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização • Afectação eficaz: os recursos organizacionais descritos no ponto anterior são, por definição, escassos, daí que a sua alocação deva ser efectuada eficazmente por forma a que a probabilidade de atingir os objectivos prédefinidos seja a maior possível. É daqui que surge a principal justificação para a necessidade da gestão nas organizações. Formador: Mónica Gonçalves 8
  • 9.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização • Objectivos: Representam as metas ou resultados organizacionais pretendidos e a obter no futuro ou, por outras palavras, o propósito que justifica toda a actividade desenvolvida ou mesmo a própria existência da organização. Naturalmente, todas as organizações devem determinar não apenas os seus objectivos, mas também definir as medidas e formas de actuação e de alocação de recursos que se pensam mais adequadas para os atingir. Formador: Mónica Gonçalves 9
  • 10.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Organização • Contexto: Representa toda a envolvente externa da organização que, de forma direta ou indireta, influêcia a sua atuação e o seu desempenho. Nesta envolvente externa inclui-se o contexto económico, tecnológico, sócio-cultural, políticolegal, e ainda um conjunto de elementos que actuam mais próximo e directamente com a organização, tais como os clientes, os fornecedores, os concorrentes, as organizações sindicais, a comunicação social, entre outros. Formador: Mónica Gonçalves 10
  • 11.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ATIVIDADE Que tipo organizações conhece? Formador: Mónica Gonçalves de 11
  • 12.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Tipos Organizações • • • • • • • Cooperativas Mutualidades Instituições sem fins lucrativos Voluntariado Clubes Empresas etc Formador: Mónica Gonçalves 12
  • 13.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes EMPRESA Formador: Mónica Gonçalves 13
  • 14.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa “ Actividade Organizada com carácter económico e profissional com fim de produzir lucro. O titular da empresa poderá ser um comerciante em nome individual ou uma sociedade. ” Código Comercial Formador: Mónica Gonçalves 14
  • 15.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa Consiste numa sociedade organizada composta de meios humanos, técnicos e financeiros, reunidos tendo em vista a produção de bens e/ou serviços destinados à venda, satisfazendo as necessidades das comunidades onde se encontra inserida Formador: Mónica Gonçalves 15
  • 16.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa A empresa é ainda uma entidade com enquadramento jurídico, económico e social. Formador: Mónica Gonçalves 16
  • 17.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa O enquadramento jurídico define a forma de constituição e funcionamento do ponto de vista legal. O enquadramento económico garante que a empresa cumpre os seus objectivos de criação de riqueza. O enquadramento social garante que a empresa cumpre com os objectivos de desenvolvimento da sociedade em que se insere . Formador: Mónica Gonçalves 17
  • 18.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa Objectivo O objectivo último das empresas é: garantir a sua continuidade através da criação de riqueza. Só as empresas que conseguem criar riqueza estão em condições de contribuir para o desenvolvimento da sociedade, quer do ponto de vista económico, quer social. Formador: Mónica Gonçalves 18
  • 19.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa Económicos gerar uma quantidade de dinheiro, proveniente das receitas, superior ao dinheiro necessário para pagar as despesas. A aplicação desse diferencial – “lucro”, deverá: • Garantir a sobrevivência da empresa; • Ser investido no crescimento da empresa; • Remunerar os accionistas. Formador: Mónica Gonçalves 19
  • 20.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Empresa Objectivos sociais: a empresa deverá contribuir para que seja garantida a estabilidade económica e social da região em que se insere. Naturalmente que deverá existir um equilíbrio na distribuição da riqueza criada, contemplando os objectivos económicos e sociais Formador: Mónica Gonçalves 20
  • 21.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade A empresa, tal como a família é uma Célula da Sociedade, e por isso para viver tem de interagir com os outros elementos dessa sociedade. Formador: Mónica Gonçalves 21
  • 22.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade Mercado Capitais Mercado Trabalho Clientes Fornecedores Estado Entidade Sociais/Politicas/Centíficas/ Culturais Mercado Paralelo Formador: Mónica Gonçalves 22
  • 23.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Mercado de capitais: ao mercado de capitais, a empresa recorre quer para a obtenção de financiamentos, quer para a aplicação dos seus excedentes monetários. O “Custo do dinheiro” e a variedade dos instrumentos financeiros existentes conferem a esta relação uma enorme importância. Formador: Mónica Gonçalves 23
  • 24.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Mercado de trabalho: ao mercado de trabalho vai a empresa recrutar os Recursos Humanos de que necessita. Também aqui a empresa dispõe de várias alternativas, o pessoal próprio ou utilizar a subcontratação de empresas de cedência de pessoal. Formador: Mónica Gonçalves 24
  • 25.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Clientes: a relação fornecedor-cliente desenvolve-se em três fases distintas mas todas elas importantes. – A pré-venda, o fornecedor procura conhecer o mercado e criar-lhe expectativas. – A venda é o acto físico da troca do produto pelo pagamento do valor acordado. O preço nem sempre tem uma relação directa com o custo, sendo vulgar definir o preço, como o valor que o cliente está disposto a pagar para obter o produto ou serviço que pretende. – Na pós-venda assume cada vez maior importância a segurança oferecida ao cliente, através de um serviço pósvenda eficaz. Formador: Mónica Gonçalves 25
  • 26.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Fornecedores: uma gestão eficiente, passa muito por uma política correcta de selecção de fornecedores. Destacam-se alguns aspectos a ter em consideração: nível de cooperação, nível de diversificação, garantia de continuidade no fornecimento, garantia de confidencialidade. Formador: Mónica Gonçalves 26
  • 27.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Estado: do Estado as empresas têm de obter: segurança, infra-estruturas, garantia de igualdade de tratamento face à lei. Para com o Estado as empresas devem cumprir as suas obrigações legais, nomeadamente pelo pagamento dos seus impostos. A gestão fiscal assume hoje uma enorme importância nos custos das empresas, pelo que se justifica o recurso a especialistas. Formador: Mónica Gonçalves 27
  • 28.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Entid. sociais/políticas/científicas/culturais: A acção da empresa não pode ficar delimitada ao espaço físico que ocupa. À empresa cabe um papel importante no desenvolvimento da sociedade em que se insere. As formas de isso ser conseguido diferem, sendo óbvio que uma empresa inserida num meio rural, naturalmente desenvolverá acções diversas duma situada num meio urbano. Formador: Mónica Gonçalves 28
  • 29.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Papel da Empresa na Sociedade • Mercado paralelo: a existência do mercado paralelo é uma realidade que assume níveis de importância diferentes quando se vive em épocas de crise, ou épocas de crescimento. É por isso uma variável que as empresas têm de considerar nas suas estratégias. Formador: Mónica Gonçalves 29
  • 30.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos constituintes da Empresa Terra Capital Trabalho Empresa Administrativo Formador: Mónica Gonçalves Comerciais 30
  • 31.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos constituintes da Empresa Capital Financeiros Financiamento (Capital) Auto-financiamento Crédito Formador: Mónica Gonçalves 31
  • 32.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos constituintes da Empresa Físicos/Materiais (Terra) Formador: Mónica Gonçalves Terreno Edifícios Equipamento Maquinaria Tecnologia Matérias-Primas 32
  • 33.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos constituintes da Empresa Direcção (Nível Institucional) Pessoal/Humano (Trabalho) Formador: Mónica Gonçalves Executivos (Nível Intermédio) Técnicos (Nível Intermédio) Operacionais (Nível Operacional) 33
  • 34.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos constituintes da Empresa Pesquisa de mercado Promoção Comerciais Organização de vendas Força de vendas Canais de distribuição Formador: Mónica Gonçalves 34
  • 35.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos constituintes da Empresa Organização Administrativo Planeamento Controlo Formador: Mónica Gonçalves 35
  • 36.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes NOÇÕES DE QUALIDADE
  • 37.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Dimensões da qualidade A Qualidade compreende um conjunto de características que podem ser divididas em 2 categorias:  Características Funcionais- são diretamente úteis ao consumidor e que permitem ao produto dar respostas ao quadro de necessidades do utilizador. Exemplo: velocidade, comodidade…  Características Técnicas - resultam da solução técnica encontrada. Exemplo: material, peso, altura… Formador: Mónica Gonçalves 37
  • 38.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 CONCEITOS DA QUALIDADE Termos relacionados com Qualidade • Requisito- necessidade ou expectativa geralmente implícita ou obrigatória; expressa, • Satisfação de clientes- perceção de clientes quanto ao grau de satisfação dos seus requisitos. Formador: Mónica Gonçalves 38
  • 39.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Conceitos da qualidade Termos relacionados com Gestão • Sistema de Gestão da Qualidade- sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que diz respeito à qualidade; • Politica da Qualidade- conjunto de intenções e de orientações de uma organização relacionadas com a qualidade, como formalmente expressas pela Gestão de Topo; • Objetivo da qualidade- algo que se procura obter ou atingir relativo à qualidade; • Gestão de topo- pessoa ou grupo de pessoas que dirige e controla uma organização ao mais alto nível; Formador: Mónica Gonçalves 39
  • 40.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Conceitos da qualidade Termos relacionados com Gestão • Planeamento da qualidade- parte da gestão da qualidade orientada para o estabelecimento dos objetivos da qualidade e para a especificação dos processos operacionais e dos recursos relacionados, necessários para atingir esses objetivos; • Melhoria continua- atividade permanente com vista a incrementar a capacidade para satisfazer requisitos. Formador: Mónica Gonçalves 40
  • 41.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Conceitos da qualidade Termos relacionados com Processos e Produtos • Processo- conjunto de atividades interrelacionadas e interatuantes que transformam entradas em saídas; • Produto- resultado de um processo. Existem 4 categorias genéricas de produtos: serviços, software, hardware e materiais processados; • Conceção e desenvolvimento- conjunto de processos que transformam requisitos em características especificadas ou em especificações de um produto, processo ou sistema; • Procedimento- modo especificado atividade ou um processo. Formador: Mónica Gonçalves de realizar uma 41
  • 42.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Conceitos da qualidade Termos relacionados com Conformidade • Conformidade- satisfação de um requisito; • Não conformidade- não satisfação de um requisito; • Ação preventiva - ação para eliminar a causa de uma potencial não conformidade ou de outra potencial situação indesejável; • Ação corretiva- ação para eliminar a causa de uma não conformidade detetada ou de outra situação indesejável; • Correção- ação para eliminar uma não conformidade detetada. Formador: Mónica Gonçalves 42
  • 43.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Conceitos da qualidade Termos relacionados com Avaliação • Evidência objetiva- dados que suportam a existência ou a veracidade de algo; • Inspeção- avaliação da conformidade por observação e julgamento acompanhados, de forma apropriada, por medições, ensaios ou comparações; • Revisão- atividade realizada para assegurar a pertinência, adequabilidade e eficácia do que estiver em causa, por forma a atingir os objetivos definidos. Formador: Mónica Gonçalves 43
  • 44.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: 2000 Conceitos da qualidade Termos relacionados com Auditorias • Auditoriaprocesso sistemático, independente e documentado para obter evidências de auditoria e respectiva avaliação objetiva com vista a determinar em que medida os critérios da auditoria são satisfeitos; • Programa de Auditoria- conjunto de uma ou mais auditorias planeadas para um dado período de tempo ou com um fim específico; • Conclusões da auditoria- resultados finais de uma auditoria, decididos pela equipa auditora após ter tido em consideração os objetivos da auditoria e todas as constatações da auditoria. Formador: Mónica Gonçalves 44
  • 45.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Conceitos da qualidade Termos relacionados com Auditorias • Cliente da auditoria- pessoa ou organização que requer uma auditoria; • Auditado- organização a ser auditada; • Auditor- pessoa com competência para realizar uma auditoria; • Perito Técnico- pessoa que possui conhecimento específico ou experiência qualificada sobre o assunto a auditar. Formador: Mónica Gonçalves 45
  • 46.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes SISTEMA PORTUGUÊS DA QUALIDADE O Sistema Português da Qualidade constitui o enquadramento legal e institucional para os assuntos da Qualidade em Portugal Estabelecido pelo Decreto-Lei nº 165/83, de 27-04 – SNGQ Atualizado pelo Decreto-Lei nº 234/93, de 02-07 - SPQ Novo enquadramento do SPQ pelo DL nº 4/2002, de 04-01 Atualizado pelo Decreto Lei 140/2004, de 08/06 Formador: Mónica Gonçalves 46
  • 47.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes SISTEMA PORTUGUÊS DA QUALIDADE DEFINIÇÃO O SPQ é a estrutura organizacional que engloba, de forma integrada, as entidades envolvidas na qualidade e que assegura a coordenação dos três Subsistemas: Normalização  Qualificação  Metrologia.  Formador: Mónica Gonçalves 47
  • 48.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes INSTITUTO PORTUGUÊS DA QUALIDADE OS TRÊS SUBSISTEMAS METROLOGIA Científica (Fundamental) Industrial Legal NORMALIZAÇÃO Organismo Nacional de Normalização Organismos Setoriais QUALIFICAÇÃO Acreditação • Laboratórios • Organismos de Inspeção • Organismos de Certificação Certificação • Organizações • Produto/ Serviços • Pessoas Formador: Mónica Gonçalves 48
  • 49.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Qualificação • A Qualificação abrange duas atividades Acreditação Certificação Imagem do OC Formador: Mónica Gonçalves 00/XXX.000 Certificação 49
  • 50.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Acreditação • A Acreditação tem como objetivo a avaliação da competência técnica de entidades para fornecerem serviços de acordo com determinadas normas ou especificações técnicas • A Acreditação é evidenciada através de um certificado emitido pelo organismo acreditador, onde é descrito o âmbito da acreditação, assim como os documentos de referência que a entidade cumpre • Confere o direito ao uso de uma marca Formador: Mónica Gonçalves 50
  • 51.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Certificação Procedimento pelo qual uma terceira parte dá uma garantia escrita de que um produto, um serviço ou um sistema está conforme com determinadas exigências (normas ou especificações técnicas aplicáveis). Certificação de Produtos e Serviços Certificação de Sistemas de Gestão Certificação de Pessoas Formador: Mónica Gonçalves 51
  • 52.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Certificação de sistemas Imagem do OC 00 /X XX.0 00 Certi ficação A Certificação do Sistema de Gestão, consiste no reconhecimento formal por um Organismo de Certificação independente e acreditado (terceira parte), após a realização de uma auditoria, que o Sistema de uma organização cumpre com as normas aplicáveis: –Gestão da Qualidade (ISO 9001, QS 9000) –Gestão Ambiental (ISO 14001) – Gestão da Segurança (OHSAS 18001, NP 4397) Dando lugar à emissão de um certificado e permitindo o uso de uma marca na documentação Formador: Mónica Gonçalves 52
  • 53.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Normalização  O IPQ é o Organismo Nacional de Normalização.  Nessa qualidade desenvolve a coordenação global do Subsistema da Normalização, através:  da disponibilização do Programa Anual de Normalização;  da promoção da participação nacional na normalização europeia e internacional;  da votação de documentos normativos;  da coordenação dos Organismos de Normalização Sectorial e das comissões Técnicas Portuguesas; da aprovação e homologação das Normas Portuguesas. Nessa qualidade representa Portugal nas estruturas europeias e internacionais de Normalização Formador: Mónica Gonçalves 53
  • 54.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Normalização  São consideradas Normas Portuguesas: NP, NPEN, NPENISO.  As NP são elaboradas por Comissões Técnicas Portuguesas de Normalização, nas quais é assegurada a possibilidade de participação de todas as partes interessadas. Exs. de CT’s: – CT27 Cabos de aço – CT 41 Cereais e derivados – CT 88 Águas Minerais – CT 95 Colas – CT 104 Betões – CT 139 Aparelhos Sanitários Formador: Mónica Gonçalves 54
  • 55.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Metrologia • MISSÃO Assegurar o rigor e a rastreabilidade das medições no território nacional, concretizando o objetivo Constitucional de soberania no domínio dos padrões de medida e do controlo dos instrumentos de medição necessários à industria e à sociedade portuguesa em geral. Formador: Mónica Gonçalves 55
  • 56.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Metrologia • VISÃO - Ser um suporte da competitividade nacional e do bem estar dos cidadãos, por via de uma infraestrutura metrológica tecnologicamente evoluída; - Ser a entidade nacional de referência na rede metrológica europeia em construção, contribuindo para a liderança da Europa no quadro da economia mundial. Formador: Mónica Gonçalves 56
  • 57.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Metrologia Científica Trata da conservação, manutenção e desenvolvimento de padrões nacionais e é responsável pela rastreabilidade dos padrões de referência. Industrial Trata das técnicas e garantias de rastreabilidade das medições durante o processo de fabrico, inspeção e controlo da qualidade. (USO FACULTATIVO) Legal Trata do controlo metrológico para assegurar a defesa do consumidor nas transações comerciais, na saúde, nas questões de segurança e ambientais(USO OBRIGATÓRIO) Formador: Mónica Gonçalves 57
  • 58.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Modelo de organização da norma Iso 9001:2000 P P A R A R MELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE T E S I E S S A D A S S a t i s f a ç ã o Responsabilidade da gestão N T E R T E S R e q u i s i t o s Medição, análise, melhoria Gestão de recursos Input Realização do produto Output Produto I N T E R E S S A D A S Fluxo de Informação Actividades que acrescentam valor Formador: Mónica Gonçalves 58
  • 59.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes FAMÍLIA ISO 9000 ISO 9000:2005 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário ISO 9001:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9004:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Linhas de Orientação para a Melhoria do Desempenho Formador: Mónica Gonçalves 59
  • 60.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes A iso 9001: 2000 “sistemas de gestão da qualidade- requisitos” A ISO 9001:2000 estabelece um conjunto de requisitos, que podemos considerar como mínimos que um SGQ deve cumprir para satisfazer o cliente e cumprir os requisitos especificados para o produto e/ou serviço.  Esta Norma é a mais usada e conhecida, uma vez que é utilizada para o reconhecimento de SGQ por entidades certificadoras. Formador: Mónica Gonçalves 60
  • 61.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Estrutura das normas • A estrutura das Normas ISO 9001:2000 e ISO 9004:2000 consiste nas seguintes 8 Cláusulas: 1. Campo de aplicação 2. Referência normativa 3. Termos e definições 4. Sistema de gestão da qualidade 5. Responsabilidade da gestão 6. Gestão dos recursos 7. Realização do produto (e/ou serviço) 8. Medição, análise e melhoria Formador: Mónica Gonçalves 61
  • 62.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Compatibilidade com outros sistemas • A compatibilidade com a ISO 14001:2004Sistemas de Gestão Ambiental, permitindo uma mais fácil integração; • O objetivo é assegurar que os elementos comuns das duas séries possam ser facilmente implementados, de modo partilhado no todo ou em parte, pelas organizações, sem duplicações necessárias ou imposição de requisitos incompatíveis ou conflituosos. Formador: Mónica Gonçalves 62
  • 63.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Iso 9001:2000: requisitos de aplicação• Os requisitos da ISO 9001:2000 são genéricos e pretende-se que sejam aplicáveis a todas as organizações, independentemente do: - Tipo - Dimensão - Produto ou serviço que proporcionam • Apenas são permitidas EXCLUSÕES na cláusula 7 e não podem afectar a: - Aptidão da organização; - A responsabilidade da organização para proporcionar um produto que vá ao encontro dos requisitos do cliente e regulamentos aplicáveis. Formador: Mónica Gonçalves 63
  • 64.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Iso 9001:2000 Sistema de Gestão da Qualidade Requisitos gerais Requisitos da documentação Formador: Mónica Gonçalves 64
  • 65.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Requisitos gerais A organização deve estabelecer, documentar, implementar e manter um sistema de gestão da qualidade e melhorar a sua eficácia de acordo com os requisitos desta norma. A organização deve: a) Identificar os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade e para a sua aplicação em toda a organização; b) Determinar a sequência e interacção destes processos; c) Determinar critérios e métodos necessários para assegurar que tanto a operação como o controlo desses processos são eficazes; d) Assegurar a disponiblidade de recursos e de informação necessários para suportar a operação e a monitorização destes processos; e) Monitorizar, medir e analisar estes processos. Formador: Mónica Gonçalves 65
  • 66.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Requisitos gerais f) Implementar ações necessárias para atingir os resultados planeados e a melhoria continua destes processos. Estes processos devem ser geridos de acordo com os requisitos desta Norma. Em caso de subcontratação de um Processo que afete a conformidade de produto com os requisitos, a organização deve assegurar o controlo sobre tais processos. O controlo de tais processos deve ser identificado dentro do Sistema de Gestão da Qualidade. Formador: Mónica Gonçalves 66
  • 67.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Requisitos da documentação GENERALIDADES A documentação do sistema de gestão da qualidade deve incluir: a) Declarações documentadas quanto à política da qualidade e os objectivos da qualidade; b) Manual da Qualidade c) Procedimentos documentados requeridos por esta norma; d) Documentos necessários para a organização assegurar o planeamento, a operação e controlo eficazes dos seus processos e) Registos requeridos por esta Norma (veja-se 4.2.4) Nota: Onde aparecer o termo “procedimento documentado” nesta norma, quer dizer que o procedimento está estabelecido, documentado, implementado e mantido. A documentação pode ter qualquer formato ou tipo de suporte. Formador: Mónica Gonçalves 67
  • 68.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Requisitos da documentação Procedimentos Documentados exigidos pela Norma  Controlo de documentos  Controlo dos Registos da Qualidade  Auditorias internas  Controlo de Produtos não conformes  Acções Corretivas  Ações Preventivas Formador: Mónica Gonçalves 68
  • 69.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Documentação do SGQ Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes A documentação do SGQ inclui: –Política da qualidade e seus objectivos- conjunto de intenções e de orientações de uma organização, relacionadas com a qualidade tal como formalmente expressas pela Gestão de Topo; –Manual da qualidade- documento que especifica o SGQ de uma organização; –Procedimentos documentadosdocumentos que especificam o modo de realizar uma actividade ou um processo; –Instruções de trabalho- documentos que definem como se realiza uma actividade; Formador: Mónica Gonçalves 69
  • 70.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ A documentação do SGQ inclui: Formulários- documentos desenvolvidos para registar dados; Planos da qualidade- documentos que especificam quais os procedimentos e recursos associados a aplicar, por quem e quando, num projecto, produto, processo ou contrato específico; Especificações- documentos que estabelecem requisitos; Documentos externos- documentos que têm origem externa à organização Registos- documentos que expressam resultados obtidos ou fornecem evidências das actividades realizadas. Formador: Mónica Gonçalves 70
  • 71.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ A documentação do SGQ pode estar em qualquer tipo de suporte (papel ou electrónico): Em qualquer altura, o pessoal apropriado tem acesso à mesma informação actualizada Os acessos e as alterações são facilmente efectuados e controlados A distribuição é imediata e facilmente controlada, com a possibilidade de impressão em papel Há acesso remoto aos documentos A remoção de documentos obsoletos é simples e eficaz Formador: Mónica Gonçalves 71
  • 72.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Manual da Qualidade O Manual da qualidade é exclusivo de cada organização – Estrutura: • Título e Campo de aplicação: deverá especificar e definir a organização à qual o manual se aplica e especificar qual o referencial normativo. • Índice: listar o número e o título de cada secção bem como a sua localização • Verificação, aprovação e revisão: tem de ser evidenciado qual o estado de verificação, aprovação, revisão e data do manual Formador: Mónica Gonçalves 72
  • 73.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Manual da Qualidade Política da Qualidade e Objectivos: a política inclui o compromisso de agir em conformidade com os requisitos e melhorar continuamente a eficácia do SGQ. Os objectivos decorrem da política da qualidade. Quando estes estão quantificados tornam-se metas e são mensuráveis. Organização, responsabilidade e autoridade: Deve descrever a estrutura da organização. As responsabilidades, autoridades e inter-relações podem ser indicadas através de organogramas, fluxogramas eou descrição de funções. Referências: deve incluir uma lista dos documentos referidos mas não incluídos no Manual. Formador: Mónica Gonçalves 73
  • 74.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Manual da Qualidade Descrição do SGQ: o MQ deverá descrever o SGQ e a sua implementação. Deve incluir as descrições dos processos e respetivas interações , bem como os procedimentos documentados ou referência aos mesmos. O SGQ deve estar documentado seguindo a estrutura da norma ou o fluxo do processo. O MQ deve refelctir os métodos que a organização utiliza para satisfazer a sua política e os seus objetivos. Anexos: O MQ pode conter anexos com informação de suporte Formador: Mónica Gonçalves 74
  • 75.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Procedimentos Documentados Estrutura e formato: A organização terá de definir o formato dos procedimentos documentados considerando formas como sendo tabelas, texto, fluxogramas, ou qualquer método apropriado. Os procedimentos documentados podem fazer referência a instruções de trabalho que definam como se realiza uma actividade. Os procedimentos descrevem actividades que envolvem várias funções, equanto as instruções de trabalho aplicam-se a tarefas próprias da função. Formador: Mónica Gonçalves 75
  • 76.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Procedimentos Documentados Conteúdo Título: Deverá identificar claramente o PD Objectivo: Definção do objectivo do PD Campo de aplicação: Referir as áreas incluídas e as excluídas do campo de aplicação Responsabilidade e autoridade: Identificar a responsabilidade e autoridade das pessoas e/ou funções organizacionais através, por ex., de fluxogramas e de textos descritivos consoante o apropriado. Formador: Mónica Gonçalves 76
  • 77.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Procedimentos Documentados Descrição das actividades – Aspectos a incluir: –Definição de necessidades da organização, clientes e fornecedores –Descrição dos processos –Definição do que é para fazer, por quem ou por que função organizacional, porquê, quando, onde e como –Descrição dos controlos do processo –Definição da documentação apropriada –Definição das entradas e saídas do processo –Definição das medições a fazer A organização pode decidir que alguma desta informação conste de uma instrução de trabalho Formador: Mónica Gonçalves 77
  • 78.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Procedimentos Documentados Registos: Convém identificar nesta secção do PD os registos referentes às actividades nele descritas. Convém identificar os formulários a utilizar para estes registos. Deverá explicar o método de preenchimento, arquivo e manutenção dos registos. Anexos: Pode conter anexos com informação de suporte, como sendo, tabelas, gráficos, fluxogramas e formulários Verificação, aprovação e revisão: deve ser evidênciado o estado de verificação e aprovação, estado e data da revisão do PD. Identificação das alterações: Identificar a natureza das alterações, no próprio documento ou em anexos apropriados. Formador: Mónica Gonçalves 78
  • 79.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Instruções de Trabalho Estrutura e Formato: descrever a realização de todo o trabalho que poderia ser prejudicado pela falta de tais instruções. As IT deverão conter um título e uma identificação única. Os PD podem incluir ou referir as IT. Conteúdo: As IT devem descrever as ac«tividades críticas. Convém evitar pormenores que não acrescentem controlo sobre as actividades. Tipos de IT: Devem expressar o propósito, o âmbito de trabalho e os objetivos e que referências os procedimentos documentados pertinentes. Devem expressar a ordem ou a sequência das operações, refletindo os requisitos e as atividades relevantes. Formador: Mónica Gonçalves 79
  • 80.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Instruções de Trabalho Verificação aprovação e revisão: Terá de se evidenciar a verificação e a aprovação das instruções de trabalho bem como o estado e data de revisão. Registos: Devem ser definidos os registos especificados na IT. Devem existir regras de preenchimento, arquivo e manutenção dos registos assim como identificação dos formulários a utilizar Identificação das alterações: Identificar a natureza no próprio documento ou em anexos apropriados. Formador: Mónica Gonçalves 80
  • 81.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ – Formulários: São desenvolvidos para registar dados que demonstrem conformidade com os requisitos do SGQ. Deverão conter título, nº de identificação, estado e data de revisão. Convém que os formulários estejam referidos ou anexados no Manual da Qualidade, nos PD e/ou IT Formador: Mónica Gonçalves 81
  • 82.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ Planos da Qualidade – O plano da qualidade faz parte do SGQ – Deve identificar e documentar como é que a organização irá atingir os requisitos que são exclusivos de um determinado produto, processo, projecto ou contrato. – Convém definir o campo de aplicação do plano da qualidade. – O plano da qualidade pode incluir, instruções de trabalho e/ou registos que sejam exclusivos. Formador: Mónica Gonçalves 82
  • 83.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Documentação do SGQ • Especificações – As especificações são documentos que estabelecem requisitos. As especificações são únicas para os produtos/organizações. • Documentos externos – A organização deve considerar os documentos externos e o respectivo controlo no seu SGQ. Os documentos externos podem incluir ´desenhos de clientes, especificações, normas, códigos e manuais de manutenção. • Registos: – Expressam os resultados obtidos ou fornecem evidência de que as actividades referidas nos PD e IT foram realizadas. Convém que indiquem a conformidade com os requisitos do SGQ Formador: Mónica Gonçalves 83
  • 84.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes RESUMINDO...... Documento – conjunto de dados com significado e respetivo meio de suporte. Procedimento – modo especificado de realizar uma atividade ou um processo, podendo ser ou não documentado. Registo – documento que expressa resultados obtidos ou fornece evidência das atividades realizadas. Instrução de Trabalho – expressa a ordem ou sequência das operações, das atividades criticas. Formador: Mónica Gonçalves 84
  • 85.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes FOCALIZAÇÃO NO CLIENTE • A gestão de topo deve assegurar que os requisitos do cliente são determinados e que foi ao seu encontro, tendo em vista aumentar a satisfação do cliente Formador: Mónica Gonçalves 85
  • 86.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Responsabilidade, autoridade e comunicação Responsabilidade e autoridade • A gestão de topo deve assegurar que as responsabilidades e as autoridades são definidas e comunicadas dentro da organização Formador: Mónica Gonçalves 86
  • 87.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Representante da gestão A gestão de topo deve designar um membro da gestão que, independentemente de outras responsabilidades deve ter a responsabilidade e autoridade que incluam: a) Assegurar que os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade são estabelecidos, implementados e mantidos; b) Reportar à gestão de topo o desempenho do sistema de gestão da qualidade e qualquer necessidade de melhoria; c) Assegurar a promoção da consciencilização para com os requisitos do cliente em toda a organização; Formador: Mónica Gonçalves 87
  • 88.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação interna • A gestão de topo deve assegurar o estabelecimento de processos de comunicação apropriados dentro da organização e que a comunicação tem lugar no que diz respeito à eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade Formador: Mónica Gonçalves 88
  • 89.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Recursos humanos Generalidades • O pessoal que desempenha trabalho que afeta a qualidade do produto deve ter competência com base em escolaridade, formação, saber fazer e experiência apropriados. Formador: Mónica Gonçalves 89
  • 90.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Competência, consciencialização e formação A organização deve: a) b) c) d) e) Determinar a competência necessária para o pessoal que desempenha o trabalho que afecta a qualidade do rpoduto; Proporcionar formação ou empreender outras acções que satisfaçam estas necessidades; Avaliar a eficácia das acções empreendidas; Assegurar que o seu pessoal está consciente da relevância e da importância das suas actividades e de como as mesmas contribuem para serem atingidos os objectivos da qualidade; Manter registos apropriados da escolaridade, formação, saber fazer e experiência Formador: Mónica Gonçalves 90
  • 91.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Infra-estrutura • A organização deve determinar, proporcionar e manter a infra-estrutura necessária para atingir a conformidade com os requisitos do produto. • A infra-estrutura inclui, conforme aplicável: a) Edifícios, espaços de trabalho e meios associados; b) Equipamento do processo (tanto hardware como software); c) Serviços de apoio (tais como transportes ou comunicação). Formador: Mónica Gonçalves 91
  • 92.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Ambiente de trabalho • A organização deve determinar e gerir o ambiente de gerir o ambiente de trabalho necessário para atingir a conformidade com os requisitos do produto Formador: Mónica Gonçalves 92
  • 93.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes A IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO ASPECTOS A CONSIDERAR
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    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Certificação Imagem do OC 00/XXX.000 Certificação A Certificação do Sistema de Gestão, consiste no reconhecimento formal por um Organismo de Certificação independente e acreditado (terceira parte), após a realização de uma auditoria, que o Sistema de uma organização cumpre com as normas aplicáveis: - Gestão da Qualidade (ISO 9001, QS 9000) - Gestão Ambiental (ISO 14001) - Gestão da Segurança (OHSAS 18001, NP 4397) dando lugar à emissão de um certificado e permitindo o uso de uma marca na documentação. Formador: Mónica Gonçalves 94
  • 95.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Preocupações básicas das empresas no domínio da certificação  O meu produto é abrangido por Directivas comunitárias?  O seu uso pode envolver riscos de segurança saúde ou ambiente?  Há legislação de certificação sobre a minha actividade?  Tenho dificuldades de exportação para outros países?  Que vantagem poderá ter a certificação voluntária no meu caso?  Posso confiar na competência do meu laboratório?  Onde poderei realizar calibrações crediveis?  No meu sector, já existem empresas com sistemas gestão certificados? Formador: Mónica Gonçalves 95
  • 96.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Seis mitos sobre a certificação 1. A certificação não é um prémio. É um reconhecimento que se atingiu um determinado nível de organização interna 2. A certificação não é obrigatória É uma opção voluntária que tem de ser tomada pela empresa 3. A certificação da empresa não certifica os produtos Refere-se ao sistema de garantia da qualidade que foi implementado na empresa, e não à qualidade dos produtos ou serviços fornecidos aos clientes Formador: Mónica Gonçalves 96
  • 97.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Seis mitos sobre a certificação 4. A certificação não é para sempre. Anualmente é realizada uma auditoria, e ao fim de três anos a certificação caduca, sendo suscetível de renovação 5. A certificação não é o grande objetivo da qualidade. Não significa que se atingiu um elevado nível de qualidade. Antes pelo contrário, a certificação deve ser encarada como o limiar mínimo. Existe depois um longo caminho a percorrer para a qualidade total, que não termina nunca 6. A certificação não garante o sucesso da empresa É necessário ter um bom produto e capacidade de gestão e de inovação Formador: Mónica Gonçalves 97
  • 98.
    1ª Fase Delegação RegionalNorte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Contacto inicial e questionário Proposta e pedido de registo Análise da documentação do SQ Não OK? Sim Auditoria de Seguimento Não OK? Sim Não 2ª Fase Auditoria de Concessão OK? Sim Certificação Auditoria de Acompanhamento (anual) Auditoria de Acompanhamento (anual) 3ª Fase CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DA QUALIDADE INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Renovação Auditoria de Renovação Formador: Mónica Gonçalves 98
  • 99.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Vantagens da certificação  Melhoria da organização interna  Melhoria da imagem  Aumento da satisfação/confiança dos clientes  Confiança no Sistema  Melhoria da posição competitiva  Redução de custos  Acesso a determinados mercados e concursos  Assegura menor risco para quem compra ou subcontrata Formador: Mónica Gonçalves 99
  • 100.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Vantagens da certificação  Permite a divulgação das Empresas Certificadas  Dispõe de apoios de fundos comunitários  É uma das componentes que pode assegurar:  ao fornecedor, que o seu produto e/ou serviço cumpre as especificações do comprador;  ao comprador, que a qualidade dos produtos e/ou serviços que estão a ser adquiridos é a pretendida Formador: Mónica Gonçalves 100
  • 101.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho  Até meados séc. XIX valoriza-se a em detrimento da e mesmo a vida do trabalhador.  A partir da década de 50/60 surgem as primeiras tentativas sérias na área da HSST/legislação. Formador: Mónica Gonçalves 101
  • 102.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Legislação actual – permite a protecção eficaz de quem integra actividades industriais, ou outras. A aplicação da legislação deve ser entendida como o melhor meio de as empresas e os trabalhadores (produtividade, competitividade). Formador: Mónica Gonçalves 102
  • 103.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho  Higiene e segurança …qual a ligação entre estas actividades? Higiene Segurança Formador: Mónica Gonçalves Objectivo: Garantir capazes de manter um nível de dos colaboradores e trabalhadores de uma empresa. 103
  • 104.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Higiene do trabalho Formador: Mónica Gonçalves Combater, dum ponto de vista não médico, as , identificando os que podem afectar o do trabalho e o , visando eliminar ou reduzir os riscos profissionais 104
  • 105.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Segurança no trabalho Combater, dum ponto de vista não médico, os eliminando as do ambiente (=riscos profissionais) Formador: Mónica Gonçalves os trabalhadores a utilizarem medidas 105
  • 106.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Acidentes • Acontecimento imprevisto, que resulta em ferimento, dano, prejuízo, avaria, ruína, etc. •Resultado de um conjunto de factores, nomeadamente, falhas humanas e falhas materiais Formador: Mónica Gonçalves 106
  • 107.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Acidente de Trabalho É o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando ou que cause a ,a ou da para o trabalho, ou … Formador: Mónica Gonçalves 107
  • 108.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Doenças Profissionais São aquelas que são adquiridas na sequência do exercício do trabalho em si (o trabalho é determinante para o seu aparecimento). Doenças do Trabalho São aquelas que são decorrentes das condições especiais em que o trabalho é realizado. Formador: Mónica Gonçalves 108
  • 109.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho Acidente de Trabalho Acidente sem afastamento Incapacidade temporária – perda da capacidade para o trabalho por um período limitado de tempo. Acidente com afastamento – se o trabalhador não retornar até ao dia seguinte Incapacidade parcial e permanente – diminuição , por toda a vida, da capacidade física total para o trabalho. Incapacidade total e permanente – é a invalidez incurável para o trabalho. Formador: Mónica Gonçalves 109
  • 110.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho  Qual a relação entre Condições de Trabalho e a Produtividade/Qualidade? Acidentes Custos directos: assistência médica e indemnizações; Custos indirectos: perda de horas de trabalho pela vítima e de testemunhas, responsáveis; interrupções da produção; substituições; etc. Fadiga devido a horários excessivos e más condições de trabalho Formador: Mónica Gonçalves Diminuição quantitativa e qualitativa da produtividade (aumento de peças defeituosas e dos desperdícios de material) 110
  • 111.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho  A produtividade é afectada por: Um meio ambiente que exponha os trabalhadores a riscos profissionais graves (acidentes de trabalho e doenças profissionais) Produtividade Insatisfação dos trabalhadores face a condições de trabalho que não estejam em harmonia com as suas características físicas e psicológicas Formador: Mónica Gonçalves 111
  • 112.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene, segurança e saúde no trabalho  Relação entre as condições de HSST e o desempenho das empresas: -Melhores condições de HSST -Maior satisfação dos trabalhadores Formador: Mónica Gonçalves Aumento de Produtividade Maior competitividade 112
  • 113.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Trabalho Para o Homem o trabalho representa:  Uma necessidade económica;  Uma vocação;  Uma satisfação;  Um direito e um dever. Formador: Mónica Gonçalves 113
  • 114.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Higiene no Trabalho O que é? Condições de Higiene das matérias primas e de todos os materiais utilizados pelo trabalhador. Qual o objectivo? Prevenção de Doenças Profissionais Formador: Mónica Gonçalves 114
  • 115.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Segurança no Trabalho O que é? Respeito/comprimento das normas de segurança de todo o equipamento utilizado pelo trabalhador. Qual o objectivo? Prevenção de Acidentes de Trabalho Formador: Mónica Gonçalves 115
  • 116.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Saúde no Trabalho / Higiene + Segurança = Saúde O que é? Conjunto de técnicas médicas que visam prevenir doenças profissionais. Medicina no Trabalho Formador: Mónica Gonçalves 116
  • 117.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Resumo Higiene no trabalho Previne Doenças Profissionais Segurança no trabalho Acidentes Profissionais Saúde no trabalho Doenças Profissionais Formador: Mónica Gonçalves 117
  • 118.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
  • 119.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Organização Processo de estabelecer relações entre as pessoas e os recursos disponíveis tendo em vista os objectivos que a empresa como um todo se propõe atingir. Formador: Mónica Gonçalves 119
  • 120.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Para executar qualquer tarefa com sucesso, é preciso que nos organizemos antes. Organizar significa pensar antes de iniciarmos a tarefa. Mas pensar em quê? • Na maneira mais simples de fazer a tarefa, evitando complicações ou controles exagerados. • No modo mais barato de fazer a tarefa. • No meio menos cansativo para quem vai realizar a tarefa. • Num procedimento que seja mais rápido. • Em obter a melhor qualidade e o resultado mais confiável. • Na maneira menos perigosa de fazer a tarefa. • Numa forma de trabalho que não prejudique o meio ambiente, ou seja, que não cause poluição do ar, da água e do solo. Formador: Mónica Gonçalves 120
  • 121.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  FORMAS DE ENCARAR A ORGANIZAÇÃO DE TRABALHO Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes 1.Análise de funções O planeamento da mão-de-obra passa por uma adequação entre as pessoas e os postos de trabalho, assegurando que estejam disponíveis os recursos humanos, quando necessários; Contudo, este processo não pode nem deve ser estático (pois as funções estão sempre em constantes modificações) devendo considerar as capacidades humanas, as considerações tecnológicas e comerciais; ERGONOMIA - do Grego ergon, trabalho + nomos, lei. Conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto e eficácia (Wisner - 1972). A Ergonomia tem por objectivo adaptar o trabalho ao homem. Formador: Mónica Gonçalves 121
  • 122.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  2. Conteúdo do trabalho Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Uma adequada organização do trabalho, que pretende não só o aumento da produtividade, como a diminuição do risco e acidentes, deve ter em conta factores como:  Monotonia repetição ➢ Estão frequentemente associadas a alterações do estado de saúde, condicionando patologias com riscos cardiovasculares, hipertensão e depressão; ➢ Descontentamento por parte dos trabalhadores, o que a curto/médio prazo origina uma redução do desempenho, da satisfação e da realização, com efeitos sobre a produtividade. LER - Lesão por Esforço Repetitivo. Conjunto de Síndromes (quadros clínicos/patologias /doenças) que atacam os nervos músculos e tendões (juntos ou separadamente). DORT- Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho. É exactamente igual a LER porém identifica exactamente a origem do problema: o trabalho. Elas são sempre degenerativas e cumulativas e sempre precedidas de alguma dor ou incómodo. Formador: Mónica Gonçalves 122
  • 123.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes 2. Conteúdo do trabalho  Motivação Este conceito remete para a satisfação das necessidades do sujeito. Ao nível organizacional, encontramos as necessidades: físicas (como as condições de trabalho); segurança (relacionadas com o tipo de vínculo com a empresa); relacionamento (através do estabelecimento de relações interpessoais); realização (que passam não só pelo desempenho mas pelo alcance de objectivos); responsabilidade (relacionadas coma liderança e a delegação de funções); desenvolvimento (associadas à informação/formação); reconhecimento (recompensas, salários e prémios). Formador: Mónica Gonçalves 123
  • 124.
     Autonomia INSTITUTO DOEMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Representa a possibilidade que um trabalhador tem de poder controlar o método de trabalho ou ordem de execução das tarefas, dentro dos procedimentos estabelecidos. Permitir um maior nível de autonomia dos trabalhadores permite aumentar o grau de satisfação no trabalho, evitando a saturação.  Ritmo de trabalho Representa o tempo que o trabalhador utiliza para executar uma tarefa, devendo ser tido em conta que o ritmo está directamente associado como esforço que o trabalhador tem de prestar. Quando um indivíduo sente que não existe modo ou forma de alcançar as exigências estabelecidas pelo ritmo de trabalho, desencadeia-se uma reacção de stress, e consequentemente, fadiga física e cansaço psíquico. Formador: Mónica Gonçalves 124
  • 125.
    INSTITUTO DO  Quantidadede trabalho EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Representada através do volume que um trabalhador tem de executar durante um dia de trabalho, devendo esta ser ajustada a cada pessoa em função do sexo, da idade, da experiência, etc.  Responsabilização É importante criar condições para o desenvolvimento de responsabilidades laborais, tendo em consideração a articulação entre o nível exigido pela tarefa e o grau de responsabilidade que cada trabalhador está disposto a assumir.  Automatização Pode permitir a redução da carga física excessiva e a diminuição das tarefas repetitivas, podendo por outro lado apresentar desvantagens como a diminuição do conteúdo da tarefa, especialmente no que diz respeito à autonomia e à capacidade de tomar decisões.  Grau de atenção Tanto os trabalhos que requerem um elevado nível de atenção como os que requerem um baixo nível, podem originar efeitos negativos: No 1º caso, podem ocorrer alterações da percepção sensorial, Representando um aumento dos riscos para a saúde; Enquanto no 2º caso, pode surgir uma perigosa sensação de alheamento. Formador: Mónica Gonçalves 125
  • 126.
    Descubra as máspráticas e dê uma solução para as mesmas INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Formador: Mónica Gonçalves 126
  • 127.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes 3. Tempo de trabalho A organização do tempo de trabalho tem efeitos sobre a saúde, visto poder afectar a qualidade de vida tanto na actividade profissional como nas relações extra laborais. A organização do trabalho deve ter em conta os horários, o trabalho nocturno e por turnos, o pluriemprego, o ritmo excessivo, as horas extraordinárias excessivas, a programação dos ciclos de trabalho. O tempo de trabalho corresponde ao período durante o qual o trabalhador está a trabalhar ou se encontra à disposição da entidade patronal e no exercício da sua actividade ou das suas funções, de acordo com a legislação e/ou a prática nacional. 4. Carga física Tipo de organização laboral que visa assegurar a continuidade da produção (de bens e/ou serviços) pela presença de várias equipas que trabalham em tempos diferentes num mesmo posto de trabalho. Inclui turnos rotativos como os turnos fixos nocturnos. Formador: Mónica Gonçalves 127
  • 128.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes 5.Carga mental Corresponde ao nível de actividade ou quantidade de esforço mental requerido para que o trabalhador obtenha um resultado concreto; Relação entre as solicitações efectuadas ao indivíduo e a sua capacidade para tratar essa informação; A avaliação da carga mental deve ter em consideração os aspectos cognitivos, emocionais, motivacionais e relacionais implicados em maior ou menor grau no trabalho; É importante encontrar um equilíbrio adequado entre as capacidades individuais e a exigência que decorre da realização da tarefa (quantidade de informação a tratar, natureza dessa informação, sua complexidade, ritmo de execução da tarefa, etc.) Pode ocorrer: Sobrecarga (capacidades psíquicas e sociais solicitadas em excesso); Subcarga (solicitação insuficiente). Formador: Mónica Gonçalves 128
  • 129.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Desencadeadores da carga mental: Pressão pela falta de tempo; Realização de tarefas que implicam a elaboração simultânea de actividades diferentes e que muitas vezes requerem exigências opostas; Realização de tarefas complexas; A carga emocional que pode estar subjacente à execução de determinadas tarefas. Formador: Mónica Gonçalves 129
  • 130.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Factores de Risco na organização do trabalho •Monotonia •Autonomia •Ritmo de trabalho •A comunicação •Participação •Identificação com a tarefa •O tipo de liderança •Estabilidade de emprego •Relações interpessoais •A organização do trabalho é apenas uma das variáveis que determina a situação de trabalho. •Outras, igualmente importantes são, a tecnologia, o próprio indivíduo, o grupo, a cultura da empresa, o ambiente físico, etc. Formador: Mónica Gonçalves 130
  • 131.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Novas Formas de Organização do Trabalho (N.F.O.T.) → Elevar o nível de satisfação dos trabalhadores; → Aumentar o rendimento do trabalho. → A reorganização do trabalho consiste, basicamente, em mudanças feitas tanto a montante como a jusante da produção, no sentido horizontal e vertical. Rotação de tarefas  Equiparar as qualificações;  Dar polivalência aos colaboradores;  Evitar a rotina/monotonia, proporcionando maior diversidade de tarefas;  Combater a desmotivação, o absentismo e o turn over.  Risco: O trabalhador pode percepcionar a polivalência como um acréscimo de carga física e/ou mental. Formador: Mónica Gonçalves 131
  • 132.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Alargamento de tarefas •Consiste na integração de tarefas (ou de um conjunto de tarefas) da mesma natureza. Trata-se sobretudo de um alargamento horizontal; •Ao gestor vem permitir:  Maior variedade e diversidade do trabalho;  Maior duração do ciclo de trabalho;  Maior flexibilidade do colaborador e do modo como organiza o trabalho. Formador: Mónica Gonçalves 132
  • 133.
    Enriquecimento de tarefas. INSTITUTODO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes •Consiste basicamente na adição de novas tarefas qualitativamente diferentes; •Trata-se de um alargamento horizontal e vertical de tarefas; •Consiste em modificar cada tarefa individual de maneira a adquirir certas características correspondentes aos factores de motivação do trabalhador (ex.: aumentar o grau de iniciativa o trabalho, delegar autoridade). Formador: Mónica Gonçalves 133
  • 134.
    Em resumo: INSTITUTO DOEMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ➢ O trabalho, além de possibilitar crescimento, transformações, reconhecimento e independência pessoal e profissional também pode causar problemas de insatisfação, desinteresse, apatia e irritação. ➢ Os princípios que se adotam na promoção e proteção da saúde, mais do que uma responsabilidade social, traduzem o valor que a organização dá à preservação das pessoas (o seu capital mais precioso) e são o espelho da própria cultura da organização. Formador: Mónica Gonçalves 134
  • 135.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Artigo 15.º Obrigações dos trabalhadores 1 - Constituem obrigação dos trabalhadores: a) Cumprir as prescrições de segurança, higiene e saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais ou convencionais aplicáveis e as instruções determinadas com esse fim pelo empregador; b) Zelar pela sua segurança e saúde, bem como pela segurança e saúde das outras pessoas que possam ser afectadas pelas suas acções ou omissões no trabalho; c) Utilizar correctamente, e segundo as instruções transmitidas pelo empregador, máquinas, aparelhos, instrumentos, substâncias perigosas e outros equipamentos e meios postos à sua disposição, designadamente os equipamentos de protecção colectiva e individual, bem como cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos; 135 Formador: Mónica Gonçalves
  • 136.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Artigo 15.º Obrigações dos trabalhadores 1 - Constituem obrigação dos trabalhadores: d) Cooperar, na empresa, estabelecimento ou serviço, para a melhoria do sistema de segurança, higiene e saúde no trabalho; e) Comunicar imediatamente ao superior hierárquico ou, não sendo possível, aos trabalhadores a que se refere o artigo 13.º as avarias e deficiências por si detectadas que se lhe afigurem susceptíveis de originarem perigo grave e iminente, assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de protecção; f) Em caso de perigo grave e iminente, não sendo possível estabelecer contacto imediato com o superior hierárquico ou com os trabalhadores que desempenham funções específicas nos domínios da segurança, higiene e saúde no local de trabalho, adoptar as medidas e instruções estabelecidas para tal situação. Formador: Mónica Gonçalves 136
  • 137.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Capacidade de estabelecer planos, metas e prazos, distribuindo adequadamente as actividades e acompanhando sua execução. No exercício de suas funções de gestor, o (a) Sr. (a) é solicitado a rever os processos de trabalho da sua unidade pois, o impacto das tendências e acções resultantes da sua gerência tem comprometido, limitando o alcance dos objectivos finais. Que medidas o (a) Sr. (a) adoptaria? Formador: Mónica Gonçalves 137
  • 138.
    Lista de verificaçãodo INSTITUTO trabalho em equipa I. P.  bom DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes 1. Os objectivos e metas estão claros? 2. A qualidade de comunicação é boa e eficaz? 3. A equipa está preparada para encontrar um problema e resolver? A capacidade de resolução de conflitos é real ou fica apenas no projecto? 4. A equipa é auto-motivada? 5. Há confiança estabelecida entre todos os membros da equipa? 6. E a cooperação, todos ajudam-se mutuamente ou é cada um por si? 7. As pessoas buscam trazer respostas criativas para a solução dos problemas? 8. Os colaboradores sabem superar adversidades? Eles têm uma boa capacidade de aceitação da derrota e de superação? 9. Há um bom relacionamento interpessoal entre os membros? 10. A equipa é orientada para a obtenção de resultados ou para a resolução dos problemas? Cinco atitudes que definem como os membros das equipas verdadeiramente coesas se comportam. 1. Eles confiam uns nos outros. 2. Eles envolvem-se em conflitos de ideias sem qualquer censura. 3. Eles comprometem-se com as decisões e planos de acção. 4. Eles chamam-se à responsabilidade quando alguma coisa não corre de acordo com seus planos. 5. Eles concentram-se na realização dos resultados colectivos. Formador: Mónica Gonçalves 138
  • 139.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Formador: Mónica Gonçalves 139
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    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes CLASSIFICAR A ORGANIZAÇÃO Formador: Mónica Gonçalves 140
  • 141.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Dimensão O critério da dimensão não é uniforme embora o mais utilizado seja o número de trabalhadores ao serviço da empresa. Assim teremos: •Pequenas empresas: Menos de 50 Trabalhadores. •Médias empresas: Entre 50 e 500 Trabalhadores efetivos. •Grandes empresas: Mais de 500 trabalhadores. Formador: Mónica Gonçalves 141
  • 142.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Dimensão É no grupo das pequenas empresas que se insere a maior parte do tecido empresarial português. Como se pode verificar pela análise da informação disponibilizada pelos Mapas dos Quadros de Pessoal relativos ao ano de 1996 (quadro seguinte), 81,3% das empresas não empregam mais que 9 pessoas e somente 0,15% se podem considerar grandes empresas: Formador: Mónica Gonçalves 142
  • 143.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes MORFOLOGIA DA EMPRESA A empresa individual  Proprietário e gestor são uma e a mesma pessoa, que é pessoalmente responsável por todas as atividades da empresa.  Nem sempre estas empresas individuais assumem uma forma jurídica regular e raras as vezes têm contabilidade organizada.  Apesar da sua muito pequena dimensão e aparente fragilidade, as empresas em nome individual são muito numerosas, mesmo nas economias consideradas mais desenvolvidas. Formador: Mónica Gonçalves 143
  • 144.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes MORFOLOGIA DA EMPRESA Sociedade por quotas  Constitui-se quando duas ou mais pessoas (ou duas ou mais empresas ou entidades coletivas) põem em comum os seus recursos para formar uma nova empresa.  Os sócios podem limitar a sua responsabilidade no negócio à quota-parte dos recursos com que entraram na constituição da empresa (caso mais frequente).  Uma das características mais importantes da sociedade por quotas é cada sócio ser pessoalmente responsável por todas as atividades da empresa. Em Portugal, os sócios são por lei solidariamente responsáveis por todas as atividades da empresa e seus efeitos (incluindo dívidas e outros encargos contraídos pela empresa), até ao limite do capital social com que entraram na constituição da sociedade. Na vida real, no universo das sociedades por quotas predominam unidades de pequena e média dimensão Formador: Mónica Gonçalves 144
  • 145.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  MORFOLOGIA DA EMPRESA Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sociedade anónima  A participação no capital social da empresa realiza-se através da compra de um título (ação) com determinado valor facial (por vezes “flutuante”, no caso de o título ser cotado em Bolsa de Valores).  A responsabilidade dos acionistas limita-se à proporção ou valor das ações que subscrevem.  Cada ação detida dá direito a um voto na Assembleia Geral (constituída por todos os acionistas e que reúne, pelo monos, uma vez por ano) e também à receção de um dividendo (parcela dos lucros apurados no ano anterior).  A sociedade chama-se anónima porque estas ações (sendo títulos representativos de participação no capital da empresa) podem mudar frequentemente de mãos e, a cada momento, nem sempre se sabe muito bem quem é que as possui. A esmagadora maioria das empresas de grande dimensão assumem esta forma jurídica. Formador: Mónica Gonçalves 145
  • 146.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  MORFOLOGIA DA EMPRESA Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Cooperativas  Estas empresas são possuídas pelo coletivo de todos quantos nela trabalham (cooperativas de produção) ou pelo coletivo dos seus utentes (cooperativas de consumo e de habitação, por exemplo). Regra geral, são pequenas ou médias empresas.  O caso mais frequente é o de algumas atividades ligadas à agricultura, como sejam os lacticínios, o vinho e o azeite.  Formador: Mónica Gonçalves 146
  • 147.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes MORFOLOGIA DA EMPRESA Empresas públicas  São possuídas pelo Estado (Administração Central, Regional ou Local), podendo ser o resultado de nacionalizações de uma ou mais empresas anteriormente privadas.  São geridas por um conselho de administração, com maior ou menor autonomia, nomeado pelo Governo.  Podem prosseguir ou não fins lucrativos, mas num sistema de economia de mercado devem atuar em concorrência, mesmo quando uma parte das suas receitas provém de subsídios do Estado (ou indemnizações compensatórias pela prestação de um serviço de utilidade pública). Regra geral são empresas de grande dimensão, em sectores de atividade de grande peso no conjunto da economia da região ou país. Formador: Mónica Gonçalves 147
  • 148.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Propriedade Este critério de classificação das empresas considera a propriedade dos meios de produção. As empresas pertencem aos sócios, isto é, os meios necessários à sua atividade surgem em boa parte pelo investimento que aqueles fazem. Quando se fala em sector privado, público ou em cooperativas, estamos a dizer que os sócios dessas empresas são, respetivamente: Formador: Mónica Gonçalves 148
  • 149.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Propriedade •Comerciantes em nome individual ou sociedades comerciais, cuja atividade se rege pelo Direito Comercial; •O Estado ou outras pessoas coletivas de direito público, regendo-se a sua atividade por um estatuto especial, aplicando-se o direito comercial apenas de forma complementar. Podem ser criadas pelo Estado, resultar da transformação de um organismo público, aquisição pelo Estado do capital social de uma sociedade comercial privada (expropriação) ou, finalmente, pelo exercício da autoridade do Estado (nacionalização). Formador: Mónica Gonçalves 149
  • 150.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Propriedade •Associados que contribuem com bens e serviços para através da cooperação e interajuda assegurarem a satisfação, sem fins lucrativos, das suas necessidades económicas, sociais ou culturais. Regem-se pelo código cooperativo. Podem, dependendo dos seus objetivos, ser cooperativas de crédito, consumo, etc.. Formador: Mónica Gonçalves 150
  • 151.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Ramo de actividade A classificação mais utilizada é da autoria de Colin Clark que considera existirem três sectores de atividade diferenciados. Que são: Sector Primário - Este sector integra as atividades extrativas, isto é, aquelas em que se retiram produtos do mar, do solo ou subsolo. Exemplo: pesca, agricultura, pecuária, minas, etc.. Sector Secundário - Neste sector incluem-se as atividades de transformação, isto é, aquelas que utilizando as matérias primas extraídas da natureza produzem bens necessários no nosso dia a dia. Formador: Mónica Gonçalves 151
  • 152.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Ramo de actividade Exemplo: metalúrgicas, cimento, construção naval, vestuário, calçado, etc.. É comum subdividi-las em indústrias pesadas e ligeiras. Sector Terciário - Finalmente, este sector engloba todas as restantes atividades, adquirindo maior ênfase, os serviços. Exemplo: escolas, os bancos, as empresas de seguros, os hospitais, os estabelecimentos comerciais, os operadores telefónicos, etc.. É, concretamente, o caso do conceito de ramo de atividade. As empresas são agrupadas em conjuntos muito mais restritos e homogéneos facilitando, assim, o seu estudo comparativo. Formador: Mónica Gonçalves 152
  • 153.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Formador: Mónica Gonçalves 153
  • 154.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Estrutura organizacional A estrutura Organizacional é um projeto de sistemas que definem como são formalmente divididos, agrupados e coordenados os componentes da organização. Compreende a disposição das diversas unidades que compõem a empresa (departamentos, divisões, seções etc), as relações entre superiores e subordinados e abrange os deveres, responsabilidades, os sistemas de autoridade e de comunicações existentes. (Cury, 2000) Formador: Mónica Gonçalves 154
  • 155.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Conceito de Estrutura organizacional • Forma pela qual as atividades e recursos de uma organização são divididas, organizadas e coordenadas (Stoner, 1992, p.230). “É a forma como a organização se organiza” Formador: Mónica Gonçalves 155
  • 156.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Funções básicas da estrutura organizacional • Produzir produtos organizacionais e atingir as suas metas; • Minimizar as variações individuais sobre a organização • Estabelecer o contexto no qual o poder é exercido • Identificar as tarefas que devem ser executadas. • Disponibilizar recursos e informações aos funcionários. • Estabelecer medidas de desempenho e condições motivadoras. ...Organizar funções e responsabilidades. Formador: Mónica Gonçalves 156
  • 157.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Funções básicas da estrutura organizacional  Melhorar os fluxos internos da organização;  Propiciar maior comunicação entre os setores e processos;  Propiciar a consolidação das redes formais da organização;  Propiciar maior equilíbrio aos níveis de decisão;  Racionalizar os fluxos de informação;  Melhorar a relação custo x benefício; ...Otimizar as atividades e tarefas Formador: Mónica Gonçalves 157
  • 158.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes TIPOS DE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL • FORMAL Deliberadamente planejada e formalmente instituída com a intenção de organizar a corporação, em aspectos relacionados a responsabilidade, autoridade, comunicação, e atribuição das atividades. • INFORMAL É a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida ou requerida por diretrizes ou normas. Surge da interação social das pessoas, o que significa que se desenvolve espontaneamente quando as pessoas se reúnem. Formador: Mónica Gonçalves 158
  • 159.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ESTRUTURA ORGANIZACIONAL FORMAL • Características – Ênfase a posições e cargos em termos de autoridade e responsabilidade; – É estável; – Está sujeita a comando e controle; – Baseia-se em padrões e critérios específicos; – Líder formal é instituído e formalizado – O poder é delegado – Autoridade hierárquica. Vem de fora dos grupos – Canais de Comunicação formais – etc Formador: Mónica Gonçalves 159
  • 160.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ESTRUTURA ORGANIZACIONAL INFORMAL • Características – – – – – – – – – Vinculada as pessoas; Autoridade flui, na maioria das vezes, de forma horizontal; Dinâmica e mais flexível; Não tem foco no controle; Trabalha com a inteligência emocional; Liderança informal pela influência e afinidade; Autoridade vem de dentro do grupo; É alicerçada por fluxos e canais informais; Pode motivar o trabalho; Formador: Mónica Gonçalves 160
  • 161.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL • A estrutura formal pode ainda se dividir em 3 tipos: – LINEAR (LINHA) Simples e antiga, baseada na organização militar. Segue uma hierarquia única e vertical. significa que quem está em um nível acima tem autoridade única e absoluta sobre os níveis inferiores, com o direito de exigir o cumprimento de ordens e execução de tarefas em uma cadeia escalar – FUNCIONAL Aplica o princípio funcional ou princípio da especialização das funções. Cria-se o staff ou assessoria. Não existe apenas um único supervisor ou nível superior, mas sim mais de um. Cada um responsável apenas pela atividade/função a que é especialista. – LINHA-STAFF Uma estrutura que apresenta tanto a linha quanto o staff simultaneamente. Quem trabalha nas atividades fim da empresa (órgãos de execução) está dentro de uma hierarquia de comando única e vertical. E quem trabalha com atividades que complementam as atividades fim (órgãos de apoio) estão fora da cadeia escalar. Formador: Mónica Gonçalves 161
  • 162.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL: LINEAR(OU LINHA) • CARACTERÍSTICAS: – Autoridade única – Linhas formais de comunicação – Decisões centralizadas em um único ponto – Aspecto piramidal – Simples e de fácil compreensão – Jurisdição precisa – Facilidade de implantação, controle e disciplina – Identificado mais facilmente em pequenas empresas Formador: Mónica Gonçalves 162
  • 163.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes LINEAR OU LINHA PRESIDÊNCIA VICE-PRESIDÊNCIA DIRETORIA DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DIVISÃO DIVISÃO SETOR DIVISÃO SETOR SEÇÃO DIVISÃO SEÇÃO Formador: Mónica Gonçalves 163
  • 164.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL: FUNCIONAL • CARACTERÍSTICAS: – Autoridade por função ou especialidade – Mais de um supervisor ou nível superior – Linhas diretas de comunicação – Decisões delegadas em vários pontos – Responsabilidades divididas – Proporciona foco na atividade desenvolvida – Melhor supervisão técnica – Identificado mais facilmente em empresas com processos mais complexos Formador: Mónica Gonçalves 164
  • 165.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes FUNCIONAL Gerente de Produção Chefe de Manutenção Hidráulica Setor 1 Formador: Mónica Gonçalves Setor 2 Chefe de Manutenção Elétrica Setor 3 Setor 4 165
  • 166.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes TIPOS DE ESTRUTURA FORMAL: LINHA-STAFF • CARACTERÍSTICAS: – Maior relacionamento com os objetivos da organização – Jurisdição de autoridade bem definida – Decisões estão mais ligadas os objetivos e são formadas mediante apoio do staff – Co-existência de hierarquia e especialização – Mantém controle e disciplina sem dividir autoridade – Staff não tem autoridade, pode apenas apoiar – Atividades de execução e apoio conjuntas – Identificado mais facilmente em médias e grandes empresas Formador: Mónica Gonçalves 166
  • 167.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes LINHA-STAFF PRESIDÊNCIA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO DIRETORIA INDUSTRIAL DIRETORIA ADMINISTRATIVA/ FINANCEIRA DIRETORIA COMERCIAL ASSESSORIA DE ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS & MÉTODOS GERÊNCIA ADMINISTRATIVA Formador: Mónica Gonçalves GERÊNCIA FINANCEIRA 167
  • 168.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Elementos da Estrutura Organizacional Formal Robbins (2000, p. 171) apresenta seis elementos fundamentais a serem considerados na definição da estrutura organizacional Formal. • Especialização do trabalho Se refere à divisão das tarefas em trabalhos ou processos • Departamentalização Se refere ao agrupamento das atividades fim da organização • Cadeia de comando Se refere à linha de autoridade e quem se reporta a quem • Margem de controle Se refere à quantidade de níveis e grupos coordenados na organização • Centralização e Descentralização Se refere à distribuição de poder na organização • Formalização Se refere ao grau de normas e procedimentos na organização Formador: Mónica Gonçalves 168
  • 169.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Níveis de influência da estrutura organizacional • Nível estratégico; O nível estratégico de influência considera a estrutura organizacional de toda a empresa e a melhor interação desta com o ambiente. Exemplo: necessidade de criação de uma nova divisão da empresa para melhor adequação de um produto a seu mercado • Nível tático O nível tático de influência considera determinado conjunto de aspectos homogêneos da estrutura organizacional da empresa. Exemplo: divisão de uma área industrial em duas áreas (produção e técnica) para ter melhor administração dos recursos da empresa. • Nível operacional. O nível operacional considera uma parte bem específica da estrutura organizacional da empresa. Exemplo: alteração da estrutura organizacional da área de sistemas com a criação de uma unidade organizacional responsável pelas 46 atividades de organização e métodos. Formador: Mónica Gonçalves 169
  • 170.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Condicionantes da estrutura organizacional. • Objetivos e estratégias; Quando os objetivos e estratégias estão bem definidos e claros, é mais fácil se organizar e Conhecendo a razão de ser da empresa, onde ela quer chegar e como chegar lá, é mais fácil saber o que esperar de cada um dentro da organização • Ambiente; A incerteza ambiental, a mudanças externas, às variáveis e todas as contingencias que fazem com que uma organização esteja pronta a se adaptar com maior rapidez • Tecnologia A quantidade e qualidade da tecnologia e de conhecimento (Know-how) empregada para a transformação dos insumos em produtos e serviços é um fator importante para considerar na definição da estrutura organizacional • Recursos humanos. A empresa funciona por meio de pessoas, a eficiência depende da qualidade intrínseca e do valor e da integração dos homens que ela organiza. Ao desenvolver uma estrutura organizacional deve-se levar em consideração o comportamento e o conhecimento das pessoas que irão desempenhar funções. Formador: Mónica Gonçalves 170
  • 171.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistemas e Fluxos  Sistemas de Autoridade  Sistemas de Responsabilidade  Sistemas de Comunicações  Sistemas de Decisões*  Fluxo de Trabalho (atividades e processos)  Fluxo de Informações (dados e conhecimentos)  Fluxo de Relações *(estrutura informal, cultura e comportamento) (Vasconcelos e Hemmel) – (Drucker) – (outros) Formador: Mónica Gonçalves 171
  • 172.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistemas de Autoridade É o direito de se cobrar o que deve ser feito, cobrar resultados, dar ordens, tomar decisões, dirigir, requerer obediência, ou simplesmente o direito de desempenhar um trabalho que foi designado. Cadeia de comando Margem de controle Descentralização/Centralização Formador: Mónica Gonçalves 172
  • 173.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistemas de Responsabilidade Refere-se à obrigação que uma pessoa tem de fazer alguma coisa para outra. Ao assumir determinada obrigação, deve-se prestar contas à pessoa que lhe atribuiu a responsabilidade Alocação das atividades inerentes a esta obrigação. Departamentalização Formalização Especialização do trabalho Formador: Mónica Gonçalves 173
  • 174.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Formador: Mónica Gonçalves 174
  • 175.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistemas de Comunicações O sistema de comunicação é a rede por meio da qual as informações, que permitem o funcionamento da estrutura de forma integrada e eficaz, tramitem. O que comunicar Como comunicar De quem vem a comunicação Para quem vai a comunicação Formador: Mónica Gonçalves 175
  • 176.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Fluxos de Informação  Trabalho de dados, Conhecimento (Know-How)  Manuais, formulários, relatórios e documentos Fluxos de Trabalho Mostra os direcionamentos e os caminhos que as atividades e os processo seguem . Como, onde, quando, quanto tempo, quem entrega, quem recebe, etc Fluxos de Relações Os relacionamentos informais, os comportamentos e atitudes, a cultura organizacional e os ambientes internos e externos são significativos em qualquer organização Formador: Mónica Gonçalves 176
  • 177.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Sistemas e fluxos Os sistemas são apresentados pelo ORGANOGRAMA Os fluxos são apresentados pelo FLUXOGRAMA Formador: Mónica Gonçalves 177
  • 178.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Relembrando...  Cadeia de comando Se refere à linha de autoridade e quem se reporta a quem  Margem de controle (Amplitude de controle) Se refere à quantidade de níveis e grupos coordenados na organização  Centralização e Descentralização Se refere à distribuição de poder na organização  Formalização Se refere ao grau de normas e procedimentos na organização  Especialização do trabalho Se refere à divisão das tarefas em trabalhos ou processos  Departamentalização Se refere ao agrupamento das atividades fim da organização Formador: Mónica Gonçalves 178
  • 179.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL Formador: Mónica Gonçalves 179
  • 180.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes “Eu sei que você acha que entendeu o que você pensa que eu disse, mas não estou certo de você tenha percebido que o que você ouviu não é precisamente o que eu quis dizer” Aviso na Sala de Imprensa do Pentágono Formador: Mónica Gonçalves 180
  • 181.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação “Um processo que consiste em um emissor transmitindo uma mensagem, através de um meio, para um receptor que reage”Kotter (1977) • Faltando qualquer um dos elementos (emissor, mensagem, receptor), a comunicação não acontece Formador: Mónica Gonçalves 181
  • 182.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Deriva da palavra em latim communicare que “significa ‘estar em relação com’, representa a acção de pôr em comum” (Menezes, 1973). A comunicação, em linhas gerais, pode ser definida como “o processo de transferir uma pequena informação selecionada (uma mensagem) de uma fonte de informação a um destinatário” (Redfield, 1966). Formador: Mónica Gonçalves 182
  • 183.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Emissor Estímulo Receptor Mensagem Resposta Canal Formador: Mónica Gonçalves 183
  • 184.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Modelo básico da comunicação Referencial Diferenças individuais, subculturas e relações sociais Mensagem Canal Emissor Intérprete Receptor Ruído Receptor Intérprete Emissor Canal Mensagem Formador: Mónica Gonçalves 184
  • 185.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação • Comunicação organizacional ou empresarial A comunicação organizacional é um processo, dependente da cultura, de trocas de informações e criação de relacionamentos dentro de ambientes empresariais, orientados por objectivos. (Fisher, 1993) Formador: Mónica Gonçalves 185
  • 186.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Comunicação interna Comunicação organizacional Comunicação externa Formador: Mónica Gonçalves 186
  • 187.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Interna Conjunto de informações que circulam apenas entre os funcionários da empresa Formador: Mónica Gonçalves Empresa 187
  • 188.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Interna A comunicação Interna tem uma importância crucial para o desenvolvimento de um quadro de referência comum a todos os trabalhadores do que é a empresa e, consequentemente, na consolidação da entidade da organização. Formador: Mónica Gonçalves 188
  • 189.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Interna A comunicação interna é um sistema de interacções onde o emissor e receptor se inter influenciam e partilham significados simbólicos. É através desta partilha de significados, em termos da Missão, Cultura e Objectivos da Empresa que se desenvolve o conceito do que é a empresa, o qual serve de referência para o seu comportamento. Formador: Mónica Gonçalves 189
  • 190.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Interna Comunicação organizacional ou empresarial Organograma Formador: Mónica Gonçalves 190
  • 191.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Formalidade no processo   Informal - Relacionado a aspectos não planeados previamente, mas que são importantes para o ajustamento das actividades da organização. Formal - Referente a processos que são estruturados de acordo com as necessidades operacionais da organização, em que os indivíduos diretamente executam as tarefas, funções ou cumprem o regulamento. Formador: Mónica Gonçalves 191
  • 192.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Meios de Comunicação Interna A definição dos meios depende da dimensão da empresa e do orçamento que foi disponibilizado para a execução do plano de comunicação. Podem ser utilizados: – Meios orais – Meios escritos – Meios audiovisuais – Novas tecnologias Formador: Mónica Gonçalves 192
  • 193.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Reunião Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Vantagens: É um dos meios mais eficazes para comunicar de forma activa nas PME. É imediato e transmite informação de referência. Desvantagens: Excesso de reuniões acaba por provocar desinteresse. Placard Vantagens: Simples, fácil gestão e adequado para todo tipo de mensagens. Indicado para informar aspectos legais e acções da empresa. Desvantagens: Custo variável (depende se utiliza designers ou placards luminosos por exemplo). Formador: Mónica Gonçalves 193
  • 194.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Folheto Vantagens: Dá a conhecer as novidades da empresa e todas as acções. Chega a toda equipa. Desvantagens: Dispendioso. Manual de acolhimento Vantagens: Apresentação da empresa e dos seus procedimentos. Facilita a integração. Desvantagens: Leva tempo a sistematizar. Formador: Mónica Gonçalves 194
  • 195.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Carta ao pessoal Vantagens: Documento assinado pelo administrador ou director focando aspectos importantes da vida da empresa. Dirigida e personalizada. Eficiente no combate aos rumores. Desvantagens: Pode ter interpretações erradas, se não for objectiva. Inquéritos Vantagens: Diagnóstico do clima da empresa. Permite expressão das opiniões dos colaboradores. Desvantagens: Tempo na realização e análise. Formador: Mónica Gonçalves 195
  • 196.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Caixa de sugestões Vantagens: Encoraja o espírito de iniciativa, a criatividade e a participação. Possibilidade de todos os colaboradores darem sugestões. Desvantagens: Custo da aquisição da caixa e consulta das sugestões regularmente. Formador: Mónica Gonçalves 196
  • 197.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Jornal da empresa Vantagens: Pode ser distribuído na empresa e para o domicílio de todos os colaboradores. Considerado por muitos como um canal de comunicação interno de referência. Numa PME, a sua dimensão pode não justificar, sobretudo pelos encargos financeiros. Mas, uma versão "caseira" de algumas folhas A4 com notícias, fotocopiadas e distribuídas na empresa, já é possível fazer. O mais importante é quem escreve e a capacidade que tem de captar a atenção dos leitores. Desvantagens: Dispendioso. Envolvimento de recursos humanos especializados (jornalistas ou assessor de imprensa). Tempo de redacção, paginação, impressão e distribuição. Formador: Mónica Gonçalves 197
  • 198.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Intranet Vantagens: Adapta-se facilmente a empresas de pequenas, médias e grandes dimensões. Permite a circulação rápida de informação e pode facilitar os processos burocráticos. Uma ferramenta do século XXI. Desvantagens: Variam consoante o grau de informatização da empresa. Formador: Mónica Gonçalves 198
  • 199.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes E-mail Vantagens: É uma ferramenta que pode ser utilizada por empresas de várias dimensões, sobretudo por aquelas que não têm uma Intranet. É um meio rápido e barato de envio de uma newsletter interna ou uma informação flash. Desvantagens: É necessário a existência de um programa informático que permita o acesso a toda a empresa. Formador: Mónica Gonçalves 199
  • 200.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Canais de Comunicação • Comunicação Ascendente • Comunicação Descendente • Comunicação Horizontal Formador: Mónica Gonçalves 200
  • 201.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes • Comunicação Ascendente: a iniciativa do comportamento de comunicação parte dos níveis hierárquicos inferiores estabelecendose com os níveis hierárquicos superiores. Formador: Mónica Gonçalves 201
  • 202.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes • Comunicação Descendente: a iniciativa do comportamento de comunicação parte dos níveis hierárquicos superiores estabelecendose com os níveis hierárquicos inferiores. Formador: Mónica Gonçalves 202
  • 203.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes • Comunicação Horizontal: diz respeito a relações de comunicação que se processam de forma não hierárquica: comunicação entre departamentos, no mesmo departamento ou no mesmo nível hierárquico. Formador: Mónica Gonçalves 203
  • 204.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Canais de Comunicação   Presença física (comunicação face-a-face): meio mais rico, atende a todas as características (incluindo linguagem corporal). Canal interactivo (telefone e digital): permite o rápido feedback e trabalho com o foco personalizado, mas perde no suporte a informações (linguagem corporal) e o elemento presencial. Formador: Mónica Gonçalves 204
  • 205.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes – Canais personalizados estáticos (cartas, memorandos e relatórios específicos): diminui o suporte a múltiplas informações, continua personalizado, mas o feedback é lento. – Canais impessoais estáticos (notas, regras e relatórios generalizados): não trabalha com foco personalizado, limitado suporte a informações e o feedback é raro. Formador: Mónica Gonçalves 205
  • 206.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação Canais de comunicação Oral – ex.: conversa, aula e telefone Escrito – ex.: carta, memorando e bilhete Digital – ex.: e-mail, blog, site e msn Não verbal – ex.: gestos e expressões faciais  (Giovannini, 1987) Formador: Mónica Gonçalves 206
  • 207.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação externa Conjunto de informações que circulam entre a Empresa e o Meio Envolvente Meio Envolvente Empresa Formador: Mónica Gonçalves 207
  • 208.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comunicação externa • Comunicação organizacional ou empresarial Áreas funcionais da organização e ambiente Org FIN MKT RH Organização Ambiente Formador: Mónica Gonçalves Org Org Org PROD Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org Org 208
  • 209.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes FASES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Registo da Informação Compreensão Interpretação Memorização / Acção Formador: Mónica Gonçalves 209
  • 210.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes FACTORES CONDICIONANTES DA PERCEPÇÃO INDIVIDUAIS / INTERNOS Crenças SOCIAIS / EXTERNOS Valores Necessidades Estatuto do Emissor Emoções Ambiente Físico Desenvolvimento Intelectual Formador: Mónica Gonçalves Relações Interpessoais 210
  • 211.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes BARREIRAS À COMUNICAÇÃO Ideias Pré-concebidas Recusa de opiniões Significados Personalizados Motivação e Interesses Credibilidade da Fonte Pouca habilidade do emissor Clima psico-social Complexidade do meio Formador: Mónica Gonçalves 211
  • 212.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ATIVIDADE Formador: Mónica Gonçalves 212
  • 213.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes FUNÇÕES Formador: Mónica Gonçalves 213
  • 214.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Produção Produção, é a atividade que cria ou transforma a utilidade das coisas. Toda a atividade produtiva consiste na combinação da força de trabalho com os meios de produção ou capital, isto é, da habilidade e inteligência do homem com os instrumentos e os recursos que utiliza. Os meios de produção incluem os objetos de trabalho e os meios de trabalho. Formador: Mónica Gonçalves 214
  • 215.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Formador: Mónica Gonçalves 215
  • 216.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Produção Todos estes conceitos são facilmente identificados nas empresas onde exista a transformação de bens. Nas empresas não industriais o sector de produção não é tão nítido, ou pode mesmo não existir. São empresas que compram e vendem os bens, sem que haja transformação Formador: Mónica Gonçalves 216
  • 217.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Produção Objetivos da Função Produção A missão da função produção é a satisfação das necessidades dos clientes. As necessidades dos clientes internos ou externos, porque são os destinatários dos produtos (saídas ou outputs); Os interesses e as dificuldades dos fornecedores, que disponibilizam os meios necessários (entradas ou inputs); Formador: Mónica Gonçalves 217
  • 218.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Produção Os concorrentes, que disputam os clientes e os fornecedores; O Estado, que regulamenta a atividade económica; A gestão adequada dos fatores de produção, por forma a garantir uma produção de qualidade e a custos competitivos. Vejamos como exemplo, uma empresa produtora de veículos automóveis: Formador: Mónica Gonçalves 218
  • 219.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Formador: Mónica Gonçalves 219
  • 220.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Produção Devido a toda esta complexidade de entradas e saídas, existe a necessidade de organizar o trabalho dos diferentes sectores da produção, de maneira a não haver “engarrafamentos ou estrangulamentos”. Tem de existir uma eficiente gestão dos recursos humanos (horários, turnos, horas extras, número de pessoas em cada sector, definição de funções de cada trabalhador), uma gestão adequada das matérias primas e subsidiárias, e dos meios de trabalho necessários. Formador: Mónica Gonçalves 220
  • 221.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial Incorpora o conjunto de atividades conducentes à venda de produtos ou serviços. Porém, em empresas onde não existam individualizadas as funções de aprovisionamento, marketing ou produção, nomeadamente nas não industriais, pode ser definida como o conjunto de operações de compra e venda de bens ou serviços. Formador: Mónica Gonçalves 221
  • 222.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial Qualquer empresa visa atingir objetivos que, como já referimos, passam por vender os bens que produzem ou os serviços que prestam, gerando, assim, os recursos financeiros necessários para, não só manter e desenvolver a sua atividade, mas também continuar a satisfazer clientes, empregados, proprietários, etc.. Formador: Mónica Gonçalves 222
  • 223.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial  Ponto crítico de vendas: é o nível de faturação para o qual os proveitos das vendas realizadas pela empresa são iguais aos custos da atividade, não se registando, portanto, lucros nem prejuízos. Mas o que são os custos das empresas? Formador: Mónica Gonçalves 223
  • 224.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial Custos Fixos: São aqueles que a empresa suporta independentemente de estar a produzir. Exemplo: Os salários dos empregados, o aluguer do contador da electricidade, a renda das instalações, etc.. Formador: Mónica Gonçalves 224
  • 225.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial  Custos Variáveis: São aqueles que só se verificam quando a empresa está a produzir, isto é, serão maiores quando a atividade é mais intensa e menores ou nulos se a atividade diminuir ou parar. Exemplo: A farinha para fabricar o pão, a energia eléctrica gasta na produção, etc.. A partir daquele ponto a empresa começa a ter lucro, isto é, começa a haver uma diferença positiva entre as receitas das vendas dos seus produtos e os custos necessários à sua produção e venda. Formador: Mónica Gonçalves 225
  • 226.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial Previsão de vendas: A função comercial é, assim, de importância primordial na organização interna das empresas. As previsões de vendas, são o suporte da tomada de decisão das outras funções da empresa. Formador: Mónica Gonçalves 226
  • 227.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial A previsão de vendas é, assim, o “motor” da actividade da empresa, pelo que deve ser o mais objectiva possível. As empresas devem recorrer à análise da informação que possuem e que consta nos:  Registos de Encomendas;  Registos de Facturas;  Conta Corrente de Clientes;  Relatórios dos Vendedores;  Consulta periódica de publicações. Formador: Mónica Gonçalves 227
  • 228.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial Objetivos da Função Comercial Em síntese, pode dizer-se que o objetivo principal da função comercial é o de atingir o volume de vendas planeado pela empresa. Além do objetivo principal, a função comercial tem outros objetivos: • Prospeção do mercado - a deteção de novos clientes é essencial para o aumento das vendas da empresa. Formador: Mónica Gonçalves 228
  • 229.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Comercial • Informação e comunicação - o vendedor é o principal meio de comunicação entre a empresa e o exterior. O vendedor tem a tarefa de receber e transmitir mensagens do cliente e ao cliente. • Preparação e execução de propostas - a função comercial deve contribuir para a identificação das necessidades do cliente e apresentar propostas que visem satisfazê-las. •Apoio à revenda - por vezes, as empresas não vendem os seus produtos diretamente aos consumidores finais. Formador: Mónica Gonçalves 229
  • 230.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal As empresas utilizam, qualquer que seja a sua atividade, um conjunto de recursos para concretizar os seus objetivos. De entre todos eles, as pessoas assumem-se como o mais decisivo porque são elas com a sua imaginação, vontade, inteligência e saber que fazem a diferença entre o sucesso e o não sucesso das empresas. Formador: Mónica Gonçalves 230
  • 231.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal Como se consegue tudo isto? Através de gestores inovadores e bem preparados que se rodeiam de colaboradores qualificados, dotados das competências e das atitudes necessárias à concretização dos objetivos das empresas; Garantindo um clima onde a comunicação seja aberta, os valores e as práticas sejam coerentes e alinhadas com os objetivos da empresa. Porém, no que diz respeito às pessoas, as empresas estão obrigadas a um conjunto de formalismos de caracter administrativo que resultam de imposições legais e que não podem ignorar. Formador: Mónica Gonçalves 231
  • 232.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal Aspetos administrativos da função recursos humanos Principais aspetos administrativos: • Pagamento de salários; • Imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares; • Taxa Social Única; • Outras obrigações legais; • Ficheiro de pessoal. Formador: Mónica Gonçalves 232
  • 233.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal A gestão técnica dos recursos humanos Fases do processo de recrutamento e seleção; • Identificar se de facto existe a necessidade de proceder a uma admissão; • Definir as tarefas que constituem o posto de trabalho, bem como as competências necessárias para as executar e o perfil desejável do indivíduo a ocupar o posto; • Definir o pacote salarial e de benefícios que a empresa está predisposta a oferecer; • Tomada de decisão se o posto será preenchido internamente (promoção/transferência) ou a necessidade de publicar externamente a necessidade de admitir alguém (anúncio); Formador: Mónica Gonçalves 233
  • 234.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal •Proceder à identificação dos candidatos que reúnam os requisitos pré-definidos; • Implementação de um processo de seleção que permita objetivamente suportar a decisão de escolha de um candidato através de técnicas como: análise curricular, testes profissionais/psicológicos, entrevistas, centros de avaliação (simulação de situações reais), etc.. Formador: Mónica Gonçalves 234
  • 235.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal Compensação e benefícios: Após dotar a empresa com os melhores recursos humanos atendendo às preocupações evidenciadas no ponto anterior, outra importante tarefa se coloca aos profissionais desta função empresarial: mantê-los na organização, motivá-los e criar as condições necessárias para que atinjam excelentes níveis de desempenho, contribuindo, assim, para o sucesso da empresa. Formador: Mónica Gonçalves 235
  • 236.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Pessoal A função recursos humanos, como se verifica pelo exposto nos pontos anteriores, assume-se como um apoio a toda a organização, isto é, a todas as restantes funções. Para que este apoio seja efetivo é necessário que ela seja parte integrante na formulação dos objetivos da empresa e das estratégias desenhadas para os alcançar. Estes objetivos devem ser partilhados pelas diferentes funções e pelos diferentes atores na organização, de forma clara e objetiva, para que cada um saiba o que se espera dele. Formador: Mónica Gonçalves 236
  • 237.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Financeira A função Financeira tem a seu cargo conseguir o equilíbrio entre a obtenção dos recursos financeiros necessários à atividade da empresa e a sua aplicação, pelo que lhe cabe um papel privilegiado na análise do desempenho da empresa. A função financeira necessita de informação, que permita ter uma visão global e particular da situação financeira da empresa. A contabilidade surge como um apoio da função financeira, pois é da sua responsabilidade a elaboração das demonstrações financeiras fundamentais - O Balanço e a Demonstração de Resultados, entre outros. Formador: Mónica Gonçalves 237
  • 238.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Financeira Objetivos da Função Financeira A função financeira tem como finalidade a maximização da rentabilidade dos ativos e a minimização do custo dos passivos, proporcionando aos detentores do capital acréscimo de valor. Para atingirem estes propósitos, os responsáveis pela função financeira das empresas devem prestar especial atenção aos seguintes aspetos:  Prever os movimentos financeiros a curto prazo para a determinação do grau de liquidez da empresa; Escolher os projetos de investimento para os excedentes financeiros; Elaborar planos financeiros de curto, médio e longo prazo. Formador: Mónica Gonçalves 238
  • 239.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes Planeamento estratégico É um processo que os gestores utilizam para identificar e selecionar objetivos adequados e planos de ação. Existem três fases no processo de planeamento: (1) Decidir que objetivos a organização irá prosseguir; (2) Decidir qual a maneira como irá alcançar esses objetivos; (3) escolher os recursos que irá utilizar para alcançar esses objetivos. A forma como os gestores planeiam determina a eficiência e a eficácia na gestão da empresa. Formador: Mónica Gonçalves 239
  • 240.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes ATIVIDADE Formador: Mónica Gonçalves 240
  • 241.
    INSTITUTO DO EMPREGOE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I. P.  Delegação Regional Norte Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto de Trás-os-Montes DÚVIDAS Formador: Mónica Gonçalves 241