“ Operários”, Tarsila do Amaral 1933 INTRODUÇÃO  À  ECONOMIA 2011 MICROECONOMIA Prof. José Francisco Vinci de Moraes –  [email_address]
Objetivos O curso apresenta os conceitos fundamentais da Economia.  São ensinadas noções de micro e macroeconomia.  Espera-se que ao final do curso os alunos tenham o domínio do ferramental econômico básico.
PROGRAMA - MACROECONOMIA CAPÍTULOS DO PROGRAMA CAPÍTULOS DO LIVRO - MANKIW TEMA 1 23 Medindo a Renda Nacional 2 33 Demanda e Oferta Agregadas
PROGRAMA - MICROECONOMIA CAPÍTULOS DO PROGRAMA CAPÍTULOS DO LIVRO - MANKIW TEMA 1 4 Oferta e Procura 2 5 Elasticidade 3 9 Comércio Internacional
Avaliação Avisos importantes: As provas são individuais e sem consulta. A prova de segunda chamada somente poderá ser feita pelos alunos que não tiverem comparecido a uma das provas bimestrais. A média necessária à aprovação na disciplina é 7,0. AVALIAÇÃO PESO PROVA 1 35% PROVA 2 35% TRABALHOS E EXERCÍCIOS  20% TCM 10%
Bibliografia básica 3a edição 2a edição 5a edição
Pensando como um economista Todo campo de estudo tem a sua própria terminologia Matemática integrais    axiomas    espaços vetoriais  Psicologia ego     id    dissonância cognitiva Direito processo    responsabilidade civil    lei    constituição Economia oferta    custo de oportunidade    elasticidade    excedente do consumidor    demanda    vantagem comparativa
A Economia treina você a . . . .  Pensar em termos de alternativas. Avaliar o custo das escolhas individuais e sociais. Examinar e entender como certos eventos e questões estão interligadas. Pensando como um economista A forma de pensar do economista … envolve pensar de forma  analítica  e  objetiva . utiliza o MÉTODO CIENTÍFICO.
Os Dez Princípios da Economia Como as Pessoas Tomam Decisões #1: Pessoas enfrentam tradeoffs #2: O custo de algo é o que você abre mão para tê-lo #3: Pessoas racionais pensam na margem #4: Pessoas respondem a incentivos Como as Pessoas Interagem #5: A troca é benéfica para todos #6: Mercados são uma boa maneira de organizar a atividade econômica #7: Governos algumas vezes podem melhorar o desempenho de mercados Como a economia funciona #8: O padrão de vida de um país depende de sua capacidade de produzir bens e serviços #9: Os preços sobem quando o governo produz muito dinheiro #10: Sociedade enfrenta tradeoffs de curto prazo entre a inflação e o desemprego
Microeconomia e Macroeconomia CIÊNCIA  ECONÔMICA
Microeconomia e Macroeconomia Estuda o comportamento de produtores e consumidores no mercado. Seu foco: estratégias da firma; comportamento do consumidor; determinação de preços, quantidades e custos; tendências setoriais; ... MICROECONOMIA Microeconomia : ramo da economia que estuda como os agentes econômicos individuais tomam decisões, e sua interação nos mercados
Microeconomia e Macroeconomia Estuda a determinação dos  agregados macroeconômicos Seu foco: crescimento econômico; inflação; desemprego; ... MACROECONOMIA Macroeconomia: ramo da economia que estuda os fenômenos econômicos de forma agregada
PROGRAMA - MICROECONOMIA CAPÍTULOS DO PROGRAMA CAPÍTULOS DO LIVRO - MANKIW TEMA 1 4 Oferta e Procura 2 5 Elasticidade 3 9 Comércio Internacional
1 Capítulo 4 do livro.  MICROECONOMIA
Microeconomia Estuda o comportamento de produtores e consumidores no mercado. Seu foco: estratégias da firma; comportamento do consumidor; determinação de preços, quantidades e custos; tendências setoriais; ... MICROECONOMIA Microeconomia : ramo da economia que estuda como os agentes econômicos individuais tomam decisões, e sua interação nos mercados
Microeconomia – como os economistas classificam os mercados Concorrência Pura Monopólio Oligopólio Concorrência Monopolista
MERCADOS Os quatro mercados representados ao lado têm vendedores em número e tamanhos diferentes 1 2 4 3
ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOS CONCORRÊNCIA PERFEITA grande número de compradores e vendedores produto homogêneo inexistência de barreiras à entrada e à saída 1
ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOS 2 Participação de mercado: 100% MONOPÓLIO somente um produtor existência de barreiras à entrada
ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOS OLIGOPÓLIO número reduzido de produtores barreiras à entrada pode ou não haver diferenciação de produto 3
ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOS CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA grande número de produtores diferenciação de produto 4
Estruturas de Mercado Monopólio Oligopólio Concorrência Monopolística Concorrência Perfeita Grau de concorrência aumenta Grau de concorrência diminui
1a Copyright © 2004  South-Western Oferta e Demanda – Como funcionam os mercados
AS FORÇAS DE MERCADO  DA OFERTA E DA DEMANDA Oferta e demanda: as palavras que os economistas usam com maior freqüência. A  Microeconomia   cuida da oferta, da demanda e do equilíbrio de mercado.
Mercados e concorrência Um mercado é um grupo de compradores e de vendedores de um bem ou serviço. Vendedores: oferta Compradores: demanda Foto: website do Mercado Municipal
Existem diversas formas de o mercado se organizar.  Vamos adotar inicialmente a hipótese de um mercado competitivo, onde existem muitos compradores e muitos vendedores de forma que nenhum deles tem capacidade de individualmente influenciar o preço de mercado. Mercados e concorrência
Demanda Quantidade demandada é a quantidade de um bem que os consumidores desejam adquirir. É função de vários elementos: ceteris paribus  Por simplicidade, expressamos apenas:
Demanda Lei da Demanda:  a quantidade demandada de um bem diminui quando seu preço aumenta. Lei Geral da Demanda:  a quantidade demandada de um bem é função inversa de seu preço
Curva de Demanda: relaciona o preço de um bem e a quantidade demandada. Preço da casquinha de sorvete 0 2.50 2.00 1.50 1.00 0.50 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Quantidade (casquinhas) $3.00 12 1. Uma queda no preço ... 2.  ... eleva a quantidade demandada de casquinhas Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00 12 0,50 10 1,00   8 1,50   6 2,00   4 2,50   2 3,00   0
Determinantes da demanda: Preço Renda Preços de produtos relacionados Substitutos Complementares Preferências Expectativas Demanda
0 D Preço Quantidade Quando aumenta o preço do bem, sua quantidade demandada diminui A 8 1.00 Mudanças na quantidade demandada  B $2.00 4
Preço Quantidade 0 Deslocamentos da demanda aumento na demanda redução na demanda
Renda do consumidor Preço de bens substitutos ou complementares Preferências Expectativas Número de compradores Mudanças na quantidade demandada  e deslocamento da demanda Alteração no preço do bem  (deslocamento  ao longo da  curva de demanda). FONTES DE DESLOCAMENTOS  DA  CURVA DE DEMANDA FONTES DE MUDANÇA NA QUANTIDADE DEMANDADA
Exemplos de deslocamento da demanda: aumento da renda do consumidor para um bem normal Preço Quantidade 0 p 0 q 1 q 2
Exemplos de deslocamento da demanda: bens substitutos Quando a queda do preço de um bem reduz a demanda por outro bem, esses são chamados  substitutos. Ex: Coca-Cola e guaraná; manteiga e margarina Assim: quando sobe o preço da Coca-Cola, a curva de demanda do guaraná se desloca para a direita.
Exemplos de deslocamento da demanda: bens complementares Quando a queda do preço de um bem aumenta a demanda por outro bem, esses são chamados  complementares . Ex: arroz e feijão para brasileiros; carro e gasolina; aluguel e condomínio etc Assim: quando sobe o preço do arroz, a curva de demanda por feijão se desloca para a esquerda.
Oferta Quantidade ofertada é a quantidade de um bem que os produtores desejam produzir. Lei da Oferta:  a quantidade ofertada de um bem diminui quando seu preço cai.
Curva de Oferta: relaciona o preço de um bem e a quantidade ofertada Preço da casquinha de sorvete 0 2.50 2.00 1.50 1.00 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Quantidade  (casquinhas) $3.00 12 0.50 1. Um aumento no preço ... 2.  ... Aumenta a quantidade de casquinhas ofertadas Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00   0 0,50   0 1,00   1 1,50   2 2,00   3 2,50   4 3,00   5
Determinantes da oferta individual: Preço Preço dos insumos Tecnologia Expectativas Oferta
1 5 0 S 1.00 A C Um aumento no preço causa uma elevação da quantidade ofertada Preço Quantidade Mudanças na quantidade ofertada  $3.00
Deslocamentos da curva de oferta 0 Preço Quantidade aumento na oferta redução na oferta
Equilíbrio entre oferta e demanda O equilíbrio é uma situação em que o preço atingiu uma o nível em que a quantidade ofertada é igual à quantidade demandada Corresponde a um par: quantidade de equilíbrio, preço de equilíbrio
Ao preço de R$2.00, a quantidade demandada é igual à quantidade ofertada! Demanda Oferta Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00 19 0,50 16 1,00 13 1,50 10 2,00   7 2,50   4 3,00   1 Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00   0 0,50   0 1,00   1 1,50   4 2,00   7 2,50 10  3,00 13
Preço 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Quantidade 13 Oferta e Demanda Quantidade de equilíbrio Preço de equilíbrio Equilíbrio Oferta Demanda $2.00
Equilíbrio de Mercado Qd = 10 - 2P Qo = 3P Em equilíbrio Qd = Qo 10 -2P = 3P 5P = 10 P = 2 Q = 6
Equilíbrio de Mercado PE Qo Qd 2 6 P Q
O Mecanismo de Mercado Quantidade   Preço ($ por unidade) D O As curvas se cruzam no ponto de equilíbrio.  Ao preço P 0 a quantidade ofertada é igual à quantidade  demandada, Q 0  .  P 0 Q 0
O Mecanismo de Mercado Quantidade   D Se o preço estiver acima do ponto de equilíbrio: 1) O preço está acima do preço de equilíbrio 2) Q s   > Q d 3) O preço cai para o preço de equilíbrio do mercado P 1 Excesso  de oferta Preço ($ por unidade) O P 0 Q 0
O Mecanismo de Mercado Q 1 Suponha que o preço seja P 1  , então: 1) Q s  : Q 2  > Q d  : Q 1   2) O excesso de oferta é Q 2  – Q 1 . 3) Os produtores diminuem o preço. 4) A quantidade ofertada diminui e a demandada aumenta. 5) O ponto de equilíbrio se dá em P 2 Q 3 P 1 Excesso De Oferta Q 2 D O Quantidade   Preço ($ por unidade) P 2 Q 3
O Mecanismo de Mercado Q 1 Q 2 P 2 Escassez de  Oferta Suponha que o preço seja P 2  , então: 1) Q d  : Q 2  > Q s  : Q 1 2) A escassez de oferta é Q 2  – Q 1 . 3) Os produtores elevam o preço . 4) A quantidade ofertada aumenta  e a demandada diminui. 5) O ponto de equilíbrio se dá em P 3 , Q 3 Q 3 P 3 D O Quantidade   Preço ($ por unidade )
O preço de qualquer bem se ajusta de forma a levar a quantidade ofertada e a quantidade demandada de volta ao equilíbrio. Há uma tendência de retorno automático ao nível de equilíbrio. O preço é o sinal que induz à melhor alocação de recursos. Se as economias de mercado são guiadas por uma mão invisível, então o sistema de preços é a batuta que essa mão invisível utiliza para reger a orquestra econômica. Lei da Oferta e da Demanda
Como uma mudança na demanda  afeta o equilíbrio Preço  da casquinha de sorvete 0 Quantidade de casquinhas Oferta Equilíbrio inicial D D 3. . . .  e uma maior quantidade vendida 2. . . . causando aumento no preço . . . 1. No verão, aumenta a demanda por sorvete . . . 2.00 7 Novo equilíbrio $2.50 10
Como uma mudança na oferta  afeta o equilíbrio Preço da casquinha 0 Quantidade  de casquinhas  Equilíbrio inicial Demanda Novo equilíbrio S 1 S 2 2. . . . gerando um preço mais alto do sorvete . . . 1. Um aumento no preço  do açúcar reduz  a oferta de sorvetes … 3. . . .  e reduzindo a quantidade vendida 2.00 7 $2.50 4
Copyright © 2004  South-Western 2 Capítulo 5 do livro. Elasticidade
ELASTICIDADE Elasticidade: é a resposta de uma variável a mudanças em outra variável. Algumas elasticidades de uso freqüente: Elasticidade-preço da demanda Elasticidade-renda da demanda Elasticidade-preço da oferta Elasticidade cruzada da demanda
Elasticidades ELASTICIDADE-PREÇO DA DEMANDA Relação entre a variação percentual na quantidade demandada de um bem e a variação percentual no preço do bem. ELASTICIDADE-RENDA DA DEMANDA Relação entre a variação percentual na quantidade demandada de um bem e a variação percentual na renda dos consumidores. ELASTICIDADE-PREÇO CRUZADA DA DEMANDA Relação entre a variação percentual na quantidade demandada de um bem e a variação percentual no preço de outro bem. ELASTICIDADE-PREÇO DA OFERTA Relação entre a variação percentual na quantidade ofertada de um bem e a variação percentual no preço do bem.
Elasticidade-preço da demanda Elasticidade-preço da demanda:  mede a variação percentual na quantidade demandada em função de uma variação percentual de 1% no preço. elasticidade-preço da demanda = variação percentual da quantidade demandada Variação percentual do preço
Exemplo: Se o preço da casquinha de sorvete sobre de $2 para $2,20 e a quantidade que você compra cai de 10 para 8 casquinha, então sua elasticidade da demanda é calculada como: Calculando elasticidade-preço da demanda =
Do que depende a  elasticidade-preço da demanda Existência de substitutos próximos Ex: a demanda de sal é inelástica porque tem poucos substitutos próximos O grau de essencialidade do bem Ex: água, sal, alimentos, são essenciais Definição do mercado relevante Horizonte de tempo Quanto maior o horizonte de tempo, mais elástica é a demanda.  Se o preço da gasolina dobrar, qual será a redução no seu consumo? Em um horizonte mais longo, carro a álcool!
Padrões de elasticidade-preço  da demanda Demanda completamente inelástica Aumentando-se o preço a quantidade não varia Elasticidade unitária Aumentando-se o preço a quantidade varia na mesma proporção Demanda elástica Aumentando-se o preço a quantidade varia bastante Demanda completamente elástica Acima do preço p, quantidade é zero. Abaixo de p, quantidade infinita.  Demanda inelástica Aumentando-se o preço a quantidade varia pouco Infinitamente elástica Infinitamente inelástica quantidade preço quantidade preço quantidade preço quantidade preço quantidade preço p
Relação entre receita total e elasticidade A Receita Total  é o montante pago pelos compradores e recebidos pelos vendedores de um bem. É calculado como a quantidade vendida vezes o preço TR = P x Q
Receita total Copyright©2003  Southwestern/Thomson Learning Quantidade 0 Preço Demanda Q P P × Q = $400 (receita) $4 100
Elasticidade e receita total em uma demanda linear Com uma curva de demanda inelástica, um aumento no preço leva a uma queda proporcionalmente menor na quantidade. Assim, a receita total aumenta. Com uma curva de demanda elástica acontece o inverso: o aumento no preço diminui a receita total
Como a receita muda com as mudanças no preço – Demanda Inelástica Copyright©2003  Southwestern/Thomson Learning Q 0 P Q 0 P Um aumento de preço de $1 para $3 … …  leva a um aumento de receita de  $100 para $240 Demanda Receita =  $100  Receita = $240  Demanda $1 100 $3 80
Receita com demanda linear elástica Copyright©2003  Southwestern/Thomson Learning Q 0 P Q 0 P Aumento no preço de $4 a $5 … …  reduz a receita total de $200 para $100 Demanda Receita = $200  $4 50 Demanda Receita = $100  $5 20
3 Capítulo 9 do livro. Aplicação: Comércio Internacional
O que determina se um país importa ou exporta um produto?
Quem ganha e quem perde com o lívre comércio entre os países?
Quais os argumentos utilizados para impor restrições ao lívre comércio?
DETERMINANTES DO COMÉRCIO Equilíbrio Sem Lívre Comércio Assumindo: Um país isolado do resto do mundo produz Aço. O mercado de Aço consiste nos compradores e vendedores do próprio país.  Não é permitido à ninguém do país importar ou exportar Aço.
Figura 1 O Equlíbrio sem o Comércio Externo Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade De Aço Excedente do Consumidor Excedente do Produtor Oferta Interna Demanda Interna Preço de Equilíbrio Quantidade  De Equilíbrio
O Equlíbrio sem o Comércio Externo Equilíbrio Sem Livre Comércio  Resultados: O preço interno se ajusta para equilibrar oferta e demanda. A soma dos excedentes do consumidor e do produtor representa o benefício total que compradores e vendedores estão obtendo.
O Preço Mundial e a Vantagem Competitiva Se o país decidir participar do mercado mundial, ele será um importador ou exportador de Aço?
O Preço Mundial e a Vantagem Competitiva Os efeitos do livre comércio podem ser obtidos comparando o preço interno de um produto com o seu  preço externo .  O  preço externo  de um produto se refere ao preço que prevalece no mercado mundial para aquele bem.
O Preço Mundial e a Vantagem Competitiva Se um país possui vantagens comparativas, então o preço interno de um produto será inferior ao preço externo e o país será um  exportador  do produto.
O Preço Mundial e a Vantagem Competitiva Se um país não possui vantagens competitivas, o preço de seu produto será superior ao preço externo e o país será um  importador  do produto.
Figura 2 Comércio Externo em um País Exportador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço Oferta Interna Preço Externo Demanda Interna Exportação Preço Quantidade Demandada Internamente Quantidade Ofertada Internamente
Figura 3 Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico de um País Exportador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço D C B A Demanda Interna Preço Externo Demanda Interna Exportação Preço
Figura 3 Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico de um País Exportador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço D C B A Ofertar Interna Preço Externo Demanda Interna Exportação Preço Excedente do Produtor Excedente do Consumidor
Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico de um País Exportador Preço Interno (Sem Comércio) Preços Externo Mudança Excedente do Consumidor A + B A -B Excedente do Produtor C B + C + D + (B + D) Excedente Total A + B + C A + B + C + D + D A área D representa o acréscimo no excedente total e o ganho ao entrar no mercado mundial
GANHADORES E PERDEDORES DO LÍVRE COMÉRCIO A análise de um país exportador suporta duas conclusões: Produtores internos do produto se beneficiam do comércio e os consumidores internos se prejudicam. O lívre comércio eleva o bem-estar econômico de uma nação como um todo.
Os Ganhos e Perdas de um País Importador  Mercado Externo em um País Importador Se o preço externo do Aço é inferior ao preço interno, o país será um importador de Aço sempre que for permitido. Consumidores internos desejarão comprar Aço pelo menor preço externo. Produtores internos terão que diminuir seus lucros para poder reduzir os seus preços para poderem competir com os preços externos.
Figura 4 Comércio Internacional em um País Importador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço Preço Preço Externo Oferta Interna Demanda Interna Importação Quantidade Ofertada Internamente Quantidade Demandada Internamente
Figura 5 Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço C B D A Oferta Interna Demanda Interna Preço Externo Importação Preço
Figura 5 Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço C B A Oferta Interna Demanda Interna Preço Externo Preço Excedente do Consumidor Excedente do Produtor
Figura 5 Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Copyright © 2004  South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço C B D A Oferta Interna Demanda Interna Preço Externo Importação Preço Excedente do Produtor  Excedente do Consumidor
Como o Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Preço Interno (sem comércio) Preço externo Mudança Excedente do Consumidor A  A + B + D +(B + D) Excedente do Produtor B + C C -B Superávit Total A + B + C A + B + C + D + D A área D representa o acréscimo no excedente total e o ganho ao entrar no mercado mundial
GANHADORES E PERDEDORES DO LÍVRE COMÉRCIO Como o Lívre Comércio afeta o Bem-Estar em um País Importador A análise de um país importador suporta duas conclusões: Produtores internos se prejudicam, enquanto consumidores internos se benificiam. O lívre comércio eleva o bem-estar econômico de uma nação como um todo, pois o ganhos dos consumidores supera a perda dos produtores
GANHADORES E PERDEDORES DO LÍVRE COMÉRCIO Os ganhos do vencedor superam as perdas do perdedor. A mudança líquida no  excedente total é positiva.
As Lições para Políticas de Comércio Outros Benefícios do Comércio Externo Aumentam a variedade de bens e produtos Diminuem o custo através de economias de escala Aumentam a concorrência Aumentam o fluxo de idéias
OS ARGUMENTOS PARA RESTRINGIR O LÍVRE COMÉRCIO Empregos  Segurança Nacional  Indústria em Estágio Inicial Competição Injusta Proteção como Forma de Barganha
ESTUDO DE CASO:  Acordos Comerciais e a Organização Mundial de Comércio Unilateral :  quando um país remove suas restrições de comércio. Multilateral : quando um país reduz suas restrições de comércio enquanto outros países fazem o mesmo.
ESTUDO DE CASO:  Acordos Comerciais e a Organização Mundial de Comércio NAFTA The North American Free Trade Agreement (NAFTA) é um exemplo de acordo comercial multilateral. Em 1993, a NAFTA reduziu as barreiras de comércio entre os Estados unidos, México e Canadá.
ESTUDO DE CASO:  Acordos Comerciais e a Organização Mundial de Comércio AGTC O Acordo Geral de Tarifas de Comércio (AGTC) se refere a uma contínua série de negociações entre diversos países cujo objetivo é promover o lívre comércio. O AGTC foi bem sucedido em reduzir a tarifa média entre seus países membros de 40% depois da 2ª Guerra Mundial para 5% nos dias de hoje.
Sumário Os efeitos do livre comércio podem ser determinados ao se comparar os preços internos com os preços externos. Preços internos menores indicam que o país possui uma vantagem competitiva em produzir tal bem, tornando dele um exportador. Preços internos maiores indicam que o resto do mundo possui uma vantagem competitiva em produzir tal bem, tornando dele um importador.
Sumário Quando um país permite o comércio externo e se torna um exportador, os produtores são beneficiados e os consumidores são prejudicados. Quando um país permite o comércio externo e se torna um importador, os produtores são prejudicados e os consumidores são beneficiados.
Sumário Existem diversos argumentos para restringir o comércio externo:  protejer empregos, defender a segurança nacional, auxiliar indústrias ultrapassadas, prevenir concorrência desleal e responder a restrições externas de comércio. No entanto, os economistas acreditam que o lívre comércio é normalmente a melhor política.

Microeconomia - RI - ESPM

  • 1.
    “ Operários”, Tarsilado Amaral 1933 INTRODUÇÃO À ECONOMIA 2011 MICROECONOMIA Prof. José Francisco Vinci de Moraes – [email_address]
  • 2.
    Objetivos O cursoapresenta os conceitos fundamentais da Economia. São ensinadas noções de micro e macroeconomia. Espera-se que ao final do curso os alunos tenham o domínio do ferramental econômico básico.
  • 3.
    PROGRAMA - MACROECONOMIACAPÍTULOS DO PROGRAMA CAPÍTULOS DO LIVRO - MANKIW TEMA 1 23 Medindo a Renda Nacional 2 33 Demanda e Oferta Agregadas
  • 4.
    PROGRAMA - MICROECONOMIACAPÍTULOS DO PROGRAMA CAPÍTULOS DO LIVRO - MANKIW TEMA 1 4 Oferta e Procura 2 5 Elasticidade 3 9 Comércio Internacional
  • 5.
    Avaliação Avisos importantes:As provas são individuais e sem consulta. A prova de segunda chamada somente poderá ser feita pelos alunos que não tiverem comparecido a uma das provas bimestrais. A média necessária à aprovação na disciplina é 7,0. AVALIAÇÃO PESO PROVA 1 35% PROVA 2 35% TRABALHOS E EXERCÍCIOS 20% TCM 10%
  • 6.
    Bibliografia básica 3aedição 2a edição 5a edição
  • 7.
    Pensando como umeconomista Todo campo de estudo tem a sua própria terminologia Matemática integrais  axiomas  espaços vetoriais Psicologia ego  id  dissonância cognitiva Direito processo  responsabilidade civil  lei  constituição Economia oferta  custo de oportunidade  elasticidade  excedente do consumidor  demanda  vantagem comparativa
  • 8.
    A Economia treinavocê a . . . . Pensar em termos de alternativas. Avaliar o custo das escolhas individuais e sociais. Examinar e entender como certos eventos e questões estão interligadas. Pensando como um economista A forma de pensar do economista … envolve pensar de forma analítica e objetiva . utiliza o MÉTODO CIENTÍFICO.
  • 9.
    Os Dez Princípiosda Economia Como as Pessoas Tomam Decisões #1: Pessoas enfrentam tradeoffs #2: O custo de algo é o que você abre mão para tê-lo #3: Pessoas racionais pensam na margem #4: Pessoas respondem a incentivos Como as Pessoas Interagem #5: A troca é benéfica para todos #6: Mercados são uma boa maneira de organizar a atividade econômica #7: Governos algumas vezes podem melhorar o desempenho de mercados Como a economia funciona #8: O padrão de vida de um país depende de sua capacidade de produzir bens e serviços #9: Os preços sobem quando o governo produz muito dinheiro #10: Sociedade enfrenta tradeoffs de curto prazo entre a inflação e o desemprego
  • 10.
    Microeconomia e MacroeconomiaCIÊNCIA ECONÔMICA
  • 11.
    Microeconomia e MacroeconomiaEstuda o comportamento de produtores e consumidores no mercado. Seu foco: estratégias da firma; comportamento do consumidor; determinação de preços, quantidades e custos; tendências setoriais; ... MICROECONOMIA Microeconomia : ramo da economia que estuda como os agentes econômicos individuais tomam decisões, e sua interação nos mercados
  • 12.
    Microeconomia e MacroeconomiaEstuda a determinação dos agregados macroeconômicos Seu foco: crescimento econômico; inflação; desemprego; ... MACROECONOMIA Macroeconomia: ramo da economia que estuda os fenômenos econômicos de forma agregada
  • 13.
    PROGRAMA - MICROECONOMIACAPÍTULOS DO PROGRAMA CAPÍTULOS DO LIVRO - MANKIW TEMA 1 4 Oferta e Procura 2 5 Elasticidade 3 9 Comércio Internacional
  • 14.
    1 Capítulo 4do livro. MICROECONOMIA
  • 15.
    Microeconomia Estuda ocomportamento de produtores e consumidores no mercado. Seu foco: estratégias da firma; comportamento do consumidor; determinação de preços, quantidades e custos; tendências setoriais; ... MICROECONOMIA Microeconomia : ramo da economia que estuda como os agentes econômicos individuais tomam decisões, e sua interação nos mercados
  • 16.
    Microeconomia – comoos economistas classificam os mercados Concorrência Pura Monopólio Oligopólio Concorrência Monopolista
  • 17.
    MERCADOS Os quatromercados representados ao lado têm vendedores em número e tamanhos diferentes 1 2 4 3
  • 18.
    ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOSCONCORRÊNCIA PERFEITA grande número de compradores e vendedores produto homogêneo inexistência de barreiras à entrada e à saída 1
  • 19.
    ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOS2 Participação de mercado: 100% MONOPÓLIO somente um produtor existência de barreiras à entrada
  • 20.
    ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOSOLIGOPÓLIO número reduzido de produtores barreiras à entrada pode ou não haver diferenciação de produto 3
  • 21.
    ORGANIZAÇÃO DOS MERCADOSCONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA grande número de produtores diferenciação de produto 4
  • 22.
    Estruturas de MercadoMonopólio Oligopólio Concorrência Monopolística Concorrência Perfeita Grau de concorrência aumenta Grau de concorrência diminui
  • 23.
    1a Copyright ©2004 South-Western Oferta e Demanda – Como funcionam os mercados
  • 24.
    AS FORÇAS DEMERCADO DA OFERTA E DA DEMANDA Oferta e demanda: as palavras que os economistas usam com maior freqüência. A Microeconomia cuida da oferta, da demanda e do equilíbrio de mercado.
  • 25.
    Mercados e concorrênciaUm mercado é um grupo de compradores e de vendedores de um bem ou serviço. Vendedores: oferta Compradores: demanda Foto: website do Mercado Municipal
  • 26.
    Existem diversas formasde o mercado se organizar. Vamos adotar inicialmente a hipótese de um mercado competitivo, onde existem muitos compradores e muitos vendedores de forma que nenhum deles tem capacidade de individualmente influenciar o preço de mercado. Mercados e concorrência
  • 27.
    Demanda Quantidade demandadaé a quantidade de um bem que os consumidores desejam adquirir. É função de vários elementos: ceteris paribus Por simplicidade, expressamos apenas:
  • 28.
    Demanda Lei daDemanda: a quantidade demandada de um bem diminui quando seu preço aumenta. Lei Geral da Demanda: a quantidade demandada de um bem é função inversa de seu preço
  • 29.
    Curva de Demanda:relaciona o preço de um bem e a quantidade demandada. Preço da casquinha de sorvete 0 2.50 2.00 1.50 1.00 0.50 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Quantidade (casquinhas) $3.00 12 1. Uma queda no preço ... 2. ... eleva a quantidade demandada de casquinhas Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00 12 0,50 10 1,00 8 1,50 6 2,00 4 2,50 2 3,00 0
  • 30.
    Determinantes da demanda:Preço Renda Preços de produtos relacionados Substitutos Complementares Preferências Expectativas Demanda
  • 31.
    0 D PreçoQuantidade Quando aumenta o preço do bem, sua quantidade demandada diminui A 8 1.00 Mudanças na quantidade demandada B $2.00 4
  • 32.
    Preço Quantidade 0Deslocamentos da demanda aumento na demanda redução na demanda
  • 33.
    Renda do consumidorPreço de bens substitutos ou complementares Preferências Expectativas Número de compradores Mudanças na quantidade demandada e deslocamento da demanda Alteração no preço do bem (deslocamento ao longo da curva de demanda). FONTES DE DESLOCAMENTOS DA CURVA DE DEMANDA FONTES DE MUDANÇA NA QUANTIDADE DEMANDADA
  • 34.
    Exemplos de deslocamentoda demanda: aumento da renda do consumidor para um bem normal Preço Quantidade 0 p 0 q 1 q 2
  • 35.
    Exemplos de deslocamentoda demanda: bens substitutos Quando a queda do preço de um bem reduz a demanda por outro bem, esses são chamados substitutos. Ex: Coca-Cola e guaraná; manteiga e margarina Assim: quando sobe o preço da Coca-Cola, a curva de demanda do guaraná se desloca para a direita.
  • 36.
    Exemplos de deslocamentoda demanda: bens complementares Quando a queda do preço de um bem aumenta a demanda por outro bem, esses são chamados complementares . Ex: arroz e feijão para brasileiros; carro e gasolina; aluguel e condomínio etc Assim: quando sobe o preço do arroz, a curva de demanda por feijão se desloca para a esquerda.
  • 37.
    Oferta Quantidade ofertadaé a quantidade de um bem que os produtores desejam produzir. Lei da Oferta: a quantidade ofertada de um bem diminui quando seu preço cai.
  • 38.
    Curva de Oferta:relaciona o preço de um bem e a quantidade ofertada Preço da casquinha de sorvete 0 2.50 2.00 1.50 1.00 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Quantidade (casquinhas) $3.00 12 0.50 1. Um aumento no preço ... 2. ... Aumenta a quantidade de casquinhas ofertadas Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00 0 0,50 0 1,00 1 1,50 2 2,00 3 2,50 4 3,00 5
  • 39.
    Determinantes da ofertaindividual: Preço Preço dos insumos Tecnologia Expectativas Oferta
  • 40.
    1 5 0S 1.00 A C Um aumento no preço causa uma elevação da quantidade ofertada Preço Quantidade Mudanças na quantidade ofertada $3.00
  • 41.
    Deslocamentos da curvade oferta 0 Preço Quantidade aumento na oferta redução na oferta
  • 42.
    Equilíbrio entre ofertae demanda O equilíbrio é uma situação em que o preço atingiu uma o nível em que a quantidade ofertada é igual à quantidade demandada Corresponde a um par: quantidade de equilíbrio, preço de equilíbrio
  • 43.
    Ao preço deR$2.00, a quantidade demandada é igual à quantidade ofertada! Demanda Oferta Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00 19 0,50 16 1,00 13 1,50 10 2,00 7 2,50 4 3,00 1 Preço da casquinha Quantidade demandada 0,00 0 0,50 0 1,00 1 1,50 4 2,00 7 2,50 10 3,00 13
  • 44.
    Preço 0 12 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Quantidade 13 Oferta e Demanda Quantidade de equilíbrio Preço de equilíbrio Equilíbrio Oferta Demanda $2.00
  • 45.
    Equilíbrio de MercadoQd = 10 - 2P Qo = 3P Em equilíbrio Qd = Qo 10 -2P = 3P 5P = 10 P = 2 Q = 6
  • 46.
    Equilíbrio de MercadoPE Qo Qd 2 6 P Q
  • 47.
    O Mecanismo deMercado Quantidade Preço ($ por unidade) D O As curvas se cruzam no ponto de equilíbrio. Ao preço P 0 a quantidade ofertada é igual à quantidade demandada, Q 0 . P 0 Q 0
  • 48.
    O Mecanismo deMercado Quantidade D Se o preço estiver acima do ponto de equilíbrio: 1) O preço está acima do preço de equilíbrio 2) Q s > Q d 3) O preço cai para o preço de equilíbrio do mercado P 1 Excesso de oferta Preço ($ por unidade) O P 0 Q 0
  • 49.
    O Mecanismo deMercado Q 1 Suponha que o preço seja P 1 , então: 1) Q s : Q 2 > Q d : Q 1 2) O excesso de oferta é Q 2 – Q 1 . 3) Os produtores diminuem o preço. 4) A quantidade ofertada diminui e a demandada aumenta. 5) O ponto de equilíbrio se dá em P 2 Q 3 P 1 Excesso De Oferta Q 2 D O Quantidade Preço ($ por unidade) P 2 Q 3
  • 50.
    O Mecanismo deMercado Q 1 Q 2 P 2 Escassez de Oferta Suponha que o preço seja P 2 , então: 1) Q d : Q 2 > Q s : Q 1 2) A escassez de oferta é Q 2 – Q 1 . 3) Os produtores elevam o preço . 4) A quantidade ofertada aumenta e a demandada diminui. 5) O ponto de equilíbrio se dá em P 3 , Q 3 Q 3 P 3 D O Quantidade Preço ($ por unidade )
  • 51.
    O preço dequalquer bem se ajusta de forma a levar a quantidade ofertada e a quantidade demandada de volta ao equilíbrio. Há uma tendência de retorno automático ao nível de equilíbrio. O preço é o sinal que induz à melhor alocação de recursos. Se as economias de mercado são guiadas por uma mão invisível, então o sistema de preços é a batuta que essa mão invisível utiliza para reger a orquestra econômica. Lei da Oferta e da Demanda
  • 52.
    Como uma mudançana demanda afeta o equilíbrio Preço da casquinha de sorvete 0 Quantidade de casquinhas Oferta Equilíbrio inicial D D 3. . . . e uma maior quantidade vendida 2. . . . causando aumento no preço . . . 1. No verão, aumenta a demanda por sorvete . . . 2.00 7 Novo equilíbrio $2.50 10
  • 53.
    Como uma mudançana oferta afeta o equilíbrio Preço da casquinha 0 Quantidade de casquinhas Equilíbrio inicial Demanda Novo equilíbrio S 1 S 2 2. . . . gerando um preço mais alto do sorvete . . . 1. Um aumento no preço do açúcar reduz a oferta de sorvetes … 3. . . . e reduzindo a quantidade vendida 2.00 7 $2.50 4
  • 54.
    Copyright © 2004 South-Western 2 Capítulo 5 do livro. Elasticidade
  • 55.
    ELASTICIDADE Elasticidade: éa resposta de uma variável a mudanças em outra variável. Algumas elasticidades de uso freqüente: Elasticidade-preço da demanda Elasticidade-renda da demanda Elasticidade-preço da oferta Elasticidade cruzada da demanda
  • 56.
    Elasticidades ELASTICIDADE-PREÇO DADEMANDA Relação entre a variação percentual na quantidade demandada de um bem e a variação percentual no preço do bem. ELASTICIDADE-RENDA DA DEMANDA Relação entre a variação percentual na quantidade demandada de um bem e a variação percentual na renda dos consumidores. ELASTICIDADE-PREÇO CRUZADA DA DEMANDA Relação entre a variação percentual na quantidade demandada de um bem e a variação percentual no preço de outro bem. ELASTICIDADE-PREÇO DA OFERTA Relação entre a variação percentual na quantidade ofertada de um bem e a variação percentual no preço do bem.
  • 57.
    Elasticidade-preço da demandaElasticidade-preço da demanda: mede a variação percentual na quantidade demandada em função de uma variação percentual de 1% no preço. elasticidade-preço da demanda = variação percentual da quantidade demandada Variação percentual do preço
  • 58.
    Exemplo: Se opreço da casquinha de sorvete sobre de $2 para $2,20 e a quantidade que você compra cai de 10 para 8 casquinha, então sua elasticidade da demanda é calculada como: Calculando elasticidade-preço da demanda =
  • 59.
    Do que dependea elasticidade-preço da demanda Existência de substitutos próximos Ex: a demanda de sal é inelástica porque tem poucos substitutos próximos O grau de essencialidade do bem Ex: água, sal, alimentos, são essenciais Definição do mercado relevante Horizonte de tempo Quanto maior o horizonte de tempo, mais elástica é a demanda. Se o preço da gasolina dobrar, qual será a redução no seu consumo? Em um horizonte mais longo, carro a álcool!
  • 60.
    Padrões de elasticidade-preço da demanda Demanda completamente inelástica Aumentando-se o preço a quantidade não varia Elasticidade unitária Aumentando-se o preço a quantidade varia na mesma proporção Demanda elástica Aumentando-se o preço a quantidade varia bastante Demanda completamente elástica Acima do preço p, quantidade é zero. Abaixo de p, quantidade infinita. Demanda inelástica Aumentando-se o preço a quantidade varia pouco Infinitamente elástica Infinitamente inelástica quantidade preço quantidade preço quantidade preço quantidade preço quantidade preço p
  • 61.
    Relação entre receitatotal e elasticidade A Receita Total é o montante pago pelos compradores e recebidos pelos vendedores de um bem. É calculado como a quantidade vendida vezes o preço TR = P x Q
  • 62.
    Receita total Copyright©2003 Southwestern/Thomson Learning Quantidade 0 Preço Demanda Q P P × Q = $400 (receita) $4 100
  • 63.
    Elasticidade e receitatotal em uma demanda linear Com uma curva de demanda inelástica, um aumento no preço leva a uma queda proporcionalmente menor na quantidade. Assim, a receita total aumenta. Com uma curva de demanda elástica acontece o inverso: o aumento no preço diminui a receita total
  • 64.
    Como a receitamuda com as mudanças no preço – Demanda Inelástica Copyright©2003 Southwestern/Thomson Learning Q 0 P Q 0 P Um aumento de preço de $1 para $3 … … leva a um aumento de receita de $100 para $240 Demanda Receita = $100 Receita = $240 Demanda $1 100 $3 80
  • 65.
    Receita com demandalinear elástica Copyright©2003 Southwestern/Thomson Learning Q 0 P Q 0 P Aumento no preço de $4 a $5 … … reduz a receita total de $200 para $100 Demanda Receita = $200 $4 50 Demanda Receita = $100 $5 20
  • 66.
    3 Capítulo 9do livro. Aplicação: Comércio Internacional
  • 67.
    O que determinase um país importa ou exporta um produto?
  • 68.
    Quem ganha equem perde com o lívre comércio entre os países?
  • 69.
    Quais os argumentosutilizados para impor restrições ao lívre comércio?
  • 70.
    DETERMINANTES DO COMÉRCIOEquilíbrio Sem Lívre Comércio Assumindo: Um país isolado do resto do mundo produz Aço. O mercado de Aço consiste nos compradores e vendedores do próprio país. Não é permitido à ninguém do país importar ou exportar Aço.
  • 71.
    Figura 1 OEqulíbrio sem o Comércio Externo Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade De Aço Excedente do Consumidor Excedente do Produtor Oferta Interna Demanda Interna Preço de Equilíbrio Quantidade De Equilíbrio
  • 72.
    O Equlíbrio semo Comércio Externo Equilíbrio Sem Livre Comércio Resultados: O preço interno se ajusta para equilibrar oferta e demanda. A soma dos excedentes do consumidor e do produtor representa o benefício total que compradores e vendedores estão obtendo.
  • 73.
    O Preço Mundiale a Vantagem Competitiva Se o país decidir participar do mercado mundial, ele será um importador ou exportador de Aço?
  • 74.
    O Preço Mundiale a Vantagem Competitiva Os efeitos do livre comércio podem ser obtidos comparando o preço interno de um produto com o seu preço externo . O preço externo de um produto se refere ao preço que prevalece no mercado mundial para aquele bem.
  • 75.
    O Preço Mundiale a Vantagem Competitiva Se um país possui vantagens comparativas, então o preço interno de um produto será inferior ao preço externo e o país será um exportador do produto.
  • 76.
    O Preço Mundiale a Vantagem Competitiva Se um país não possui vantagens competitivas, o preço de seu produto será superior ao preço externo e o país será um importador do produto.
  • 77.
    Figura 2 ComércioExterno em um País Exportador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço Oferta Interna Preço Externo Demanda Interna Exportação Preço Quantidade Demandada Internamente Quantidade Ofertada Internamente
  • 78.
    Figura 3 Comoo Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico de um País Exportador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço D C B A Demanda Interna Preço Externo Demanda Interna Exportação Preço
  • 79.
    Figura 3 Comoo Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico de um País Exportador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço D C B A Ofertar Interna Preço Externo Demanda Interna Exportação Preço Excedente do Produtor Excedente do Consumidor
  • 80.
    Como o LívreComércio Afeta o Bem-Estar Econômico de um País Exportador Preço Interno (Sem Comércio) Preços Externo Mudança Excedente do Consumidor A + B A -B Excedente do Produtor C B + C + D + (B + D) Excedente Total A + B + C A + B + C + D + D A área D representa o acréscimo no excedente total e o ganho ao entrar no mercado mundial
  • 81.
    GANHADORES E PERDEDORESDO LÍVRE COMÉRCIO A análise de um país exportador suporta duas conclusões: Produtores internos do produto se beneficiam do comércio e os consumidores internos se prejudicam. O lívre comércio eleva o bem-estar econômico de uma nação como um todo.
  • 82.
    Os Ganhos ePerdas de um País Importador Mercado Externo em um País Importador Se o preço externo do Aço é inferior ao preço interno, o país será um importador de Aço sempre que for permitido. Consumidores internos desejarão comprar Aço pelo menor preço externo. Produtores internos terão que diminuir seus lucros para poder reduzir os seus preços para poderem competir com os preços externos.
  • 83.
    Figura 4 ComércioInternacional em um País Importador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço Preço Preço Externo Oferta Interna Demanda Interna Importação Quantidade Ofertada Internamente Quantidade Demandada Internamente
  • 84.
    Figura 5 Comoo Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço C B D A Oferta Interna Demanda Interna Preço Externo Importação Preço
  • 85.
    Figura 5 Comoo Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço C B A Oferta Interna Demanda Interna Preço Externo Preço Excedente do Consumidor Excedente do Produtor
  • 86.
    Figura 5 Comoo Lívre Comércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Copyright © 2004 South-Western Preço do Aço 0 Quantidade de Aço C B D A Oferta Interna Demanda Interna Preço Externo Importação Preço Excedente do Produtor Excedente do Consumidor
  • 87.
    Como o LívreComércio Afeta o Bem-Estar Econômico em um País Importador Preço Interno (sem comércio) Preço externo Mudança Excedente do Consumidor A A + B + D +(B + D) Excedente do Produtor B + C C -B Superávit Total A + B + C A + B + C + D + D A área D representa o acréscimo no excedente total e o ganho ao entrar no mercado mundial
  • 88.
    GANHADORES E PERDEDORESDO LÍVRE COMÉRCIO Como o Lívre Comércio afeta o Bem-Estar em um País Importador A análise de um país importador suporta duas conclusões: Produtores internos se prejudicam, enquanto consumidores internos se benificiam. O lívre comércio eleva o bem-estar econômico de uma nação como um todo, pois o ganhos dos consumidores supera a perda dos produtores
  • 89.
    GANHADORES E PERDEDORESDO LÍVRE COMÉRCIO Os ganhos do vencedor superam as perdas do perdedor. A mudança líquida no excedente total é positiva.
  • 90.
    As Lições paraPolíticas de Comércio Outros Benefícios do Comércio Externo Aumentam a variedade de bens e produtos Diminuem o custo através de economias de escala Aumentam a concorrência Aumentam o fluxo de idéias
  • 91.
    OS ARGUMENTOS PARARESTRINGIR O LÍVRE COMÉRCIO Empregos Segurança Nacional Indústria em Estágio Inicial Competição Injusta Proteção como Forma de Barganha
  • 92.
    ESTUDO DE CASO: Acordos Comerciais e a Organização Mundial de Comércio Unilateral : quando um país remove suas restrições de comércio. Multilateral : quando um país reduz suas restrições de comércio enquanto outros países fazem o mesmo.
  • 93.
    ESTUDO DE CASO: Acordos Comerciais e a Organização Mundial de Comércio NAFTA The North American Free Trade Agreement (NAFTA) é um exemplo de acordo comercial multilateral. Em 1993, a NAFTA reduziu as barreiras de comércio entre os Estados unidos, México e Canadá.
  • 94.
    ESTUDO DE CASO: Acordos Comerciais e a Organização Mundial de Comércio AGTC O Acordo Geral de Tarifas de Comércio (AGTC) se refere a uma contínua série de negociações entre diversos países cujo objetivo é promover o lívre comércio. O AGTC foi bem sucedido em reduzir a tarifa média entre seus países membros de 40% depois da 2ª Guerra Mundial para 5% nos dias de hoje.
  • 95.
    Sumário Os efeitosdo livre comércio podem ser determinados ao se comparar os preços internos com os preços externos. Preços internos menores indicam que o país possui uma vantagem competitiva em produzir tal bem, tornando dele um exportador. Preços internos maiores indicam que o resto do mundo possui uma vantagem competitiva em produzir tal bem, tornando dele um importador.
  • 96.
    Sumário Quando umpaís permite o comércio externo e se torna um exportador, os produtores são beneficiados e os consumidores são prejudicados. Quando um país permite o comércio externo e se torna um importador, os produtores são prejudicados e os consumidores são beneficiados.
  • 97.
    Sumário Existem diversosargumentos para restringir o comércio externo: protejer empregos, defender a segurança nacional, auxiliar indústrias ultrapassadas, prevenir concorrência desleal e responder a restrições externas de comércio. No entanto, os economistas acreditam que o lívre comércio é normalmente a melhor política.

Notas do Editor

  • #9 2
  • #11 13
  • #12 13
  • #13 13
  • #16 13
  • #17 31
  • #18 31
  • #25 S e D são as forças que movem o sistema de mercado. Elas determinam o que será produzido, quanto será produzido e como será produzido em uma economia que não é centralmente planificada nem governada pela tradição.
  • #26 Um mercado não precisa ter uma localização física. Basta que exista disposição para comprar (demanda) e disposição para vender (oferta).
  • #28 “ Lei” econômica enunciada matematicamente: derivada negativa da Qd em relação ao p. Felizmente a “Lei da Demanda” não tem implicações penais. Um vendedor de jóias que tinha dificuldade em vender suas peças dobrou seus preços. Julgando serem peças finas, os consumidores esgotaram seu estoque. Esse tipo de violação da lei da Demanda é exceção, não regra, e ocorre para poucos produtos. Em geral, exceções à Lei da Demanda ocorrem com mais freqüência entre os bens de luxo.
  • #29 “ Lei” econômica enunciada matematicamente: derivada negativa da Qd em relação ao p. Felizmente a “Lei da Demanda” não tem implicações penais. Um vendedor de jóias que tinha dificuldade em vender suas peças dobrou seus preços. Julgando serem peças finas, os consumidores esgotaram seu estoque. Esse tipo de violação da lei da Demanda é exceção, não regra, e ocorre para poucos produtos. Em geral, exceções à Lei da Demanda ocorrem com mais freqüência entre os bens de luxo.
  • #34 Enfatizar a distinção entre deslocamentos da curva e ao longo da curva O número de compradores se refere ao caso de demanda agregada ou demanda do mercado.
  • #35 Comentário: isso vale para a maioria dos bens. Existem bens cuja quantidade demandada diminui quando a renda do consumidor aumenta. São os chamados bens inferiores, como o churrasquinho grego. Ao ficar mais rico, o consumidor de churrasquinho grego reduz a sua demanda por esse bem e passa a consumir sanduíches ou refeições mais sofisticadas.
  • #48 12
  • #49 14
  • #50 17
  • #51 22
  • #56 Em outras ciências, essa medida é chamada de análise de sensibilidade
  • #57 Em outras ciências, essa medida é chamada de análise de sensibilidade
  • #58 Em outras ciências, essa medida é chamada de análise de sensibilidade