SlideShare uma empresa Scribd logo
A LUZ
A luz

Sem luz não seria possível a vida na Terra.

Os seres vivos necessitam de luz para:
 crescer,
 viver,
 ver,
 comunicar.
O que é a luz?

                A luz é um fenómeno ondulatório,
                       ou seja,
   propaga-se através de ondas electromagnéticas.

               A luz propaga-se no vazio.

No vazio e no ar, todas as ondas electromagnéticas (a luz
  visível, as microondas, os ultra-violeta, as ondas de rádio,
  etc.) se propagam à mesma velocidade:
                      300 000 km/s
O espectro electromagnético
O espectro electromagnético é o conjunto de
 todas as ondas electromagnéticas de
 diferentes frequências, umas visíveis e outras
 invisíveis para os nossos olhos.
Como se propaga a luz?
A luz propaga-se em todas as direcções e em linha
  recta.




               A sombra de um objecto aparece
                do lado oposto à luz.
Fontes luminosas
As fontes luminosas podem ser:
 naturais, como o Sol e outras estrelas.




 artificiais, como as velas e as lâmpadas.
Raios e feixes luminosos
Um raio luminoso é uma representação da
 direcção e sentido de propagação da luz.

Um feixe luminoso é um conjunto de raios
 luminosos.
Os feixes luminosos podem ser de raios paralelos,
  convergentes ou divergentes.
Triângulo de visão
O triângulo de visão é constituído por:
 fonte de luz;
 corpo iluminado;
 receptor – olhos.


Só vemos os objectos porque
a sua luz chega aos nossos
olhos.
Materiais transparentes,
    translúcidos e opacos
Material transparente – permitem a passagem
 total da luz e proporcionam uma visão nítida.
 (vidro, acrílico, água)
Material translúcido – permitem a passagem
 parcial da luz e os objectos não são vistos
 com nitidez. (vidro fosco, papel vegetal)
Material opaco – não se deixam atravessar pela
 luz e não se conseguem ver os objectos
 através deles. (metais, madeira, granito)
Materiais transparentes,
 translúcidos e opacos
Reflexão da luz
         A reflexão da luz, numa superfície,
         consiste no reenvio da luz para o mesmo
         meio de propagação.




É a reflexão da luz que dá origem às
imagens que se observam num espelho
ou na superfície da água em repouso.
Reflexão da luz
A reflexão da luz pode ser:
               Reflexão regular - a luz, ao incidir
                numa superfície polida, é reenviada
                numa direcção bem definida.




               Reflexão irregular ou difusão - a
                luz, ao incidir numa superfície não
                polida e rugosa, é reenviada em
                direcções diferentes.
Espelhos
Os espelhos são superfícies polidas que
 reflectem regularmente a luz e que dão
 origem à formação de imagens.
Leis da reflexão
Na reflexão da luz, verifica-se que:
 O raio incidente, o raio reflectido e a normal à
  superfície polida estão no mesmo plano;




 O ângulo de incidência é sempre igual ao
  ângulo de reflexão.
Espelhos planos
Num espelho plano, a imagem que
se observa :

é direita;
é simétrica;
 está à mesma distância do espelho que o objecto;
 é do mesmo tamanho que o objecto;
 é virtual (parece formar-se atrás do espelho e não se
 projecta num alvo); as imagens virtuais parecem estar
 dentro do espelho.
Espelhos planos
                A construção geométrica da
                 imagem dada pelo espelho plano
                 permite concluir que:

 a imagem aparece atrás do espelho;
 a imagem é do mesmo tamanho;
 a imagem está à mesma distância;
 a imagem está direita;
 a imagem é simétrica.
Quando associamos espelhos
            planos…
Quando se colocam dois espelhos planos com um
 ângulo entre eles, formam-se várias imagens.




Quanto menor for o ângulo entre os espelhos, maior
 é o número de imagens.
Espelhos curvos
Os espelhos curvos apresentam também uma
 superfície polida que reflecte regularmente a
 luz .
Os espelhos curvos podem ser côncavos ou
 convexos.




Numa colher de metal polida a superfície interior
  constitui um espelho côncavo e a superfície exterior
  um espelho convexo.
Espelhos curvos
Imagens dadas por espelhos
           curvos
Os espelhos curvos dão origem a imagens
 distorcidas.
Imagens dadas por espelhos
           curvos
As características das imagens são diferentes
  conforme o tipo de espelho (côncavo ou
  convexo) e a distância do objecto a esse
  espelho.
As imagens podem ser
 direitas ou invertidas;
 maiores, menores ou iguais ao objecto;
 virtuais ou reais (quando se projectam num alvo).
Imagens dadas por espelhos
          convexos
Nos espelhos convexos, a imagem é sempre:

 direita;
 virtual;
 menor que o objecto.
Aplicações dos
espelhos convexos
Os espelhos convexos, como fornecem imagens
 reduzidas, permitem ver uma região maior do
 que aquela seria vista num espelho plano.
              São utilizados:
            nos retrovisores dos automóveis;
            em supermercados;
            em cruzamentos de visibilidade
             reduzida.
Imagens dadas por espelhos
          côncavos (1)
Quando o objecto está muito próximo do
 espelho, a imagem é:

 virtual;
 direita;
 maior que o objecto.
Imagens dadas por espelhos
           côncavos (2)
Quando o objecto está muito afastado do espelho, a
  imagem é:
 real;
 invertida;
 maior ou menor que o objecto.




.
Aplicações dos
  espelhos côncavos
Os espelhos côncavos, quando utilizados
 próximo do objecto, permitem a ampliação
 da imagem.
                São usados:
             pelos dentistas;
             como espelho de toilette;
             nos telescópios astronómicos;
             nos fornos solares
Refracção da luz
A refracção da luz ocorre quando a luz, ao
 incidir na superfície de separação de dois meios
 transparentes, passa de um meio para outro,
 geralmente mudando de direcção.
Porque muda a luz de direcção?
Porque a velocidade de propagação da luz nos vários
  meios transparentes (ar, água, vidro, acrílico, plástico,
  etc.), é diferente, varia.

                  Nota 1: A refracção da luz é sempre
                   acompanhada de reflexão.


                  Nota 2: Quando a luz incide na
                   perpendicular, não muda de
                   direcção.
Quando a velocidade da luz
 diminui ao mudar de meio,
             por exemplo, quando a luz passa
              do ar para o vidro ou a água, os
              raios luminosos aproximam-se
              da normal.

                ar        vidro ou água

Os meios onde a velocidade da luz é menor são
 mais refrangentes.
Quando a velocidade da luz
 aumenta ao mudar de meio,
             por exemplo, quando a luz passa
              do vidro ou da água para o ar,
              os raios luminosos afastam-se
              da normal.
                 vidro ou água    ar


Os meios onde a velocidade da luz é maior são
 menos refrangentes.
Como se apanha um peixe …
Observar bem a figura: o homem, o arpão e a imagem
do peixe. Ah! E ainda atenção ao peixe!




Se o homem faz pontaria à imagem do peixe, não
 apanha o peixe! Porquê?
Por causa da refracção da luz! Quando a luz passa da
 água para o ar muda a direcção.
Como se apanha uma mosca …
Os achigãs adoram saltar para fora da água e apanhar
insectos.
Devido à refracção da luz, o achigã não vê a mosca,
mas sim a imagem da mosca que se encontra
ligeiramente acima.
Ao saltar, o achigã tem que saltar menos alto do que a
imagem que vê!
Lentes
São meios ópticos transparentes onde
 ocorre a refracção da luz.

convergentes




divergentes
Lentes convexas ou convergentes




O foco principal é real.
distância focal – distância ente o foco e a lente.
Lentes convergentes
As lentes convergentes ampliam a imagem.

A lupa é uma aplicação das lentes convergentes
Lentes côncavas ou divergentes




O foco principal é virtual.
distância focal – distância ente o foco e a lente.
Lentes divergentes

As lentes divergentes diminuem a imagem.
Potência de uma lente

A potência focal ou vergência de uma lente é
  igual a:
                  V=1/f

V - potência focal ou vergência da lente
          (dioptrias – D)
f - distância focal
          (metros – m)
O olho humano
Funcionamento do olho humano

A luz que provém dos objectos, atravessa a
  córnea, passa através da pupila (controla a
  entrada de luz) e chega ao cristalino (lente
  convergente).
Quando os raios de luz atingem a retina, dão
  origem a uma imagem invertida e mais
  pequena.
O nervo óptico envia sinais ao cérebro, o que
  permite ver os objectos como realmente são.
Funcionamento do olho humano
Defeitos de visão
A maioria dos defeitos de visão está relacionada
  com a formação da imagem na retina.




olho saudável



 miopia – ver mal ao longe;
 hipermetropia – ver mal ao perto;
 astigmatismo – ver mal ao perto e ao longe –
  desfocagem na retina.
Miopia




Uma pessoa com miopia vê bem ao perto e vê
  mal ao longe.
A imagem dos objectos forma-se à frente da
  retina.
Correcção da miopia
As lentes divergentes ajudam a corrigir a miopia.
Hipermetropia




Uma pessoa com hipermetropia vê mal ao
 perto e vê bem ao longe.
A imagem dos objectos forma-se atrás da
 retina.
Correcção da hipermetropiapia
As lentes convergentes ajudam a corrigir a
  hipermetropia.
Astigmatismo




Uma pessoa com astigmatismo vê mal ao perto e ao
  longe.
A imagem dos objectos formam-se desfocadas e
  distorcidas.
As lentes cilindricas ajudam a compensar o
  astigmatismo.
Luz
Luz
Luz

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Eletricidade
EletricidadeEletricidade
Eletricidade
Wellington Sampaio
 
Princípios da Propagação da Luz
Princípios da Propagação da LuzPrincípios da Propagação da Luz
Princípios da Propagação da Luz
CEAMB - Colégio Estadual Antonio Motta Bittencourt
 
Tipos de Energia
Tipos de EnergiaTipos de Energia
Tipos de Energia
Pibid Física
 
Ondas eletromagnéticas
Ondas eletromagnéticasOndas eletromagnéticas
Ondas eletromagnéticas
Lucas Sabadini
 
Ondas 9° ano cec
Ondas 9° ano cecOndas 9° ano cec
Ondas 9° ano cec
Sergio Madureira
 
Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)
Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)
Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)
Ronaldo Santana
 
Ondulatoria
OndulatoriaOndulatoria
Ondulatoria
Rildo Borges
 
A Luz
A LuzA Luz
A Luz
8ºC
 
Refração da luz
Refração da luzRefração da luz
Refração da luz
fisicaatual
 
Cicuito elétrico
Cicuito elétricoCicuito elétrico
Cicuito elétrico
O mundo da FÍSICA
 
Fenômenos ópticos 9° ano
Fenômenos ópticos 9° anoFenômenos ópticos 9° ano
Fenômenos ópticos 9° ano
Wellington Sampaio
 
Aula 3 - Transformação de energia
Aula 3 - Transformação de energiaAula 3 - Transformação de energia
Aula 3 - Transformação de energia
João Paulo Luna
 
A Luz Powerpoint
A Luz PowerpointA Luz Powerpoint
A Luz Powerpoint
8ºC
 
Luz
LuzLuz
Corrente elétrica
Corrente elétricaCorrente elétrica
Corrente elétrica
O mundo da FÍSICA
 
Eletromagnetismo
EletromagnetismoEletromagnetismo
Eletromagnetismo
Vlamir Gama Rocha
 
Slides eletrostatica
Slides eletrostaticaSlides eletrostatica
Slides eletrostatica
Warlle1992
 
Ondas Eletromagnéticas 9ºano
Ondas Eletromagnéticas 9ºanoOndas Eletromagnéticas 9ºano
Ondas Eletromagnéticas 9ºano
Italo Oliveira
 
Introdução à ondulatória
Introdução à ondulatóriaIntrodução à ondulatória
Introdução à ondulatória
Marcelo Alano
 
Introdução a Física
Introdução a FísicaIntrodução a Física
Introdução a Física
fismatromulo
 

Mais procurados (20)

Eletricidade
EletricidadeEletricidade
Eletricidade
 
Princípios da Propagação da Luz
Princípios da Propagação da LuzPrincípios da Propagação da Luz
Princípios da Propagação da Luz
 
Tipos de Energia
Tipos de EnergiaTipos de Energia
Tipos de Energia
 
Ondas eletromagnéticas
Ondas eletromagnéticasOndas eletromagnéticas
Ondas eletromagnéticas
 
Ondas 9° ano cec
Ondas 9° ano cecOndas 9° ano cec
Ondas 9° ano cec
 
Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)
Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)
Aula de LUZ - FÍSICA (Ensino Fundamental - Ciências)
 
Ondulatoria
OndulatoriaOndulatoria
Ondulatoria
 
A Luz
A LuzA Luz
A Luz
 
Refração da luz
Refração da luzRefração da luz
Refração da luz
 
Cicuito elétrico
Cicuito elétricoCicuito elétrico
Cicuito elétrico
 
Fenômenos ópticos 9° ano
Fenômenos ópticos 9° anoFenômenos ópticos 9° ano
Fenômenos ópticos 9° ano
 
Aula 3 - Transformação de energia
Aula 3 - Transformação de energiaAula 3 - Transformação de energia
Aula 3 - Transformação de energia
 
A Luz Powerpoint
A Luz PowerpointA Luz Powerpoint
A Luz Powerpoint
 
Luz
LuzLuz
Luz
 
Corrente elétrica
Corrente elétricaCorrente elétrica
Corrente elétrica
 
Eletromagnetismo
EletromagnetismoEletromagnetismo
Eletromagnetismo
 
Slides eletrostatica
Slides eletrostaticaSlides eletrostatica
Slides eletrostatica
 
Ondas Eletromagnéticas 9ºano
Ondas Eletromagnéticas 9ºanoOndas Eletromagnéticas 9ºano
Ondas Eletromagnéticas 9ºano
 
Introdução à ondulatória
Introdução à ondulatóriaIntrodução à ondulatória
Introdução à ondulatória
 
Introdução a Física
Introdução a FísicaIntrodução a Física
Introdução a Física
 

Destaque

Radiação de Corpo Negro
Radiação de Corpo NegroRadiação de Corpo Negro
Radiação de Corpo Negro
Pibid Física
 
Radiação não ionizante
Radiação não ionizanteRadiação não ionizante
Radiação não ionizante
elainebassi
 
Aula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino Médio
Aula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino MédioAula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino Médio
Aula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino Médio
Newton Silva
 
Planck E A Radiacao Do Corpo Negro
Planck E A Radiacao Do Corpo NegroPlanck E A Radiacao Do Corpo Negro
Planck E A Radiacao Do Corpo Negro
Cristiane Tavolaro
 
Aula 5 - Introdução à Quântica
Aula 5 -  Introdução à QuânticaAula 5 -  Introdução à Quântica
Aula 5 - Introdução à Quântica
Newton Silva
 
Abnt referências
Abnt referênciasAbnt referências
Abnt referências
familiaestagio
 
Os Astros
Os AstrosOs Astros
Os Astros
nostromo1
 
Redes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISO
Redes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISORedes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISO
Redes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISO
Ministério Público da Paraíba
 
Luz e Cor
Luz e CorLuz e Cor
Luz e Cor
Piedade Alves
 
Modelo OSI - Camada de Rede
Modelo OSI - Camada de RedeModelo OSI - Camada de Rede
Modelo OSI - Camada de Rede
Walyson Vëras
 
Como Fazer Bibliografia E Nota De Rodapé
Como Fazer Bibliografia E Nota De RodapéComo Fazer Bibliografia E Nota De Rodapé
Como Fazer Bibliografia E Nota De Rodapé
Catedral de Adoração
 
Luz e fontes de luz - Resumo
Luz e fontes de luz - ResumoLuz e fontes de luz - Resumo
Luz e fontes de luz - Resumo
António Gonçalves
 
Como Fazer Referências Bibliográficas
Como Fazer Referências BibliográficasComo Fazer Referências Bibliográficas
Como Fazer Referências Bibliográficas
bela610
 
Aula básica sobre as cores
Aula básica sobre as coresAula básica sobre as cores
Aula básica sobre as cores
Céu Barros
 
Velocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicasVelocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicas
Piedade Alves
 
A Cor Power Point
 A Cor Power Point A Cor Power Point
A Cor Power Point
fernandomanelnunes
 
Cor luz
Cor luzCor luz
Cor luz
irenegouveia
 
Luz e Cor
Luz e CorLuz e Cor
Luz e Cor
Artur Coelho
 
Sistema Internacional de Unidades
Sistema Internacional de UnidadesSistema Internacional de Unidades
Sistema Internacional de Unidades
O mundo da FÍSICA
 
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentesAula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Roberto Bagatini
 

Destaque (20)

Radiação de Corpo Negro
Radiação de Corpo NegroRadiação de Corpo Negro
Radiação de Corpo Negro
 
Radiação não ionizante
Radiação não ionizanteRadiação não ionizante
Radiação não ionizante
 
Aula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino Médio
Aula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino MédioAula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino Médio
Aula 7 - Uma Aula de Quântica no Ensino Médio
 
Planck E A Radiacao Do Corpo Negro
Planck E A Radiacao Do Corpo NegroPlanck E A Radiacao Do Corpo Negro
Planck E A Radiacao Do Corpo Negro
 
Aula 5 - Introdução à Quântica
Aula 5 -  Introdução à QuânticaAula 5 -  Introdução à Quântica
Aula 5 - Introdução à Quântica
 
Abnt referências
Abnt referênciasAbnt referências
Abnt referências
 
Os Astros
Os AstrosOs Astros
Os Astros
 
Redes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISO
Redes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISORedes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISO
Redes de Computadores - Modelo de Referência OSI/ISO
 
Luz e Cor
Luz e CorLuz e Cor
Luz e Cor
 
Modelo OSI - Camada de Rede
Modelo OSI - Camada de RedeModelo OSI - Camada de Rede
Modelo OSI - Camada de Rede
 
Como Fazer Bibliografia E Nota De Rodapé
Como Fazer Bibliografia E Nota De RodapéComo Fazer Bibliografia E Nota De Rodapé
Como Fazer Bibliografia E Nota De Rodapé
 
Luz e fontes de luz - Resumo
Luz e fontes de luz - ResumoLuz e fontes de luz - Resumo
Luz e fontes de luz - Resumo
 
Como Fazer Referências Bibliográficas
Como Fazer Referências BibliográficasComo Fazer Referências Bibliográficas
Como Fazer Referências Bibliográficas
 
Aula básica sobre as cores
Aula básica sobre as coresAula básica sobre as cores
Aula básica sobre as cores
 
Velocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicasVelocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicas
 
A Cor Power Point
 A Cor Power Point A Cor Power Point
A Cor Power Point
 
Cor luz
Cor luzCor luz
Cor luz
 
Luz e Cor
Luz e CorLuz e Cor
Luz e Cor
 
Sistema Internacional de Unidades
Sistema Internacional de UnidadesSistema Internacional de Unidades
Sistema Internacional de Unidades
 
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentesAula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
 

Semelhante a Luz

A luz
A luzA luz
Resumo final da luz
Resumo final da luzResumo final da luz
Resumo final da luz
8ºC
 
Físico química
Físico químicaFísico química
Físico química
joaosantosterrivel
 
Propriedades e aplicações da luz
Propriedades e aplicações da luz Propriedades e aplicações da luz
Propriedades e aplicações da luz
carolle155
 
Óptica (completo).pdf
Óptica (completo).pdfÓptica (completo).pdf
Óptica (completo).pdf
EdiogeJunior
 
Lentes convergentes e divergentes
Lentes convergentes e divergentesLentes convergentes e divergentes
Lentes convergentes e divergentes
Felipe Dias Guimarães
 
Aulão òptica 2016_parte 1
Aulão òptica 2016_parte 1Aulão òptica 2016_parte 1
Aulão òptica 2016_parte 1
Júlio A Pinheiro
 
óTica geometrica
óTica geometricaóTica geometrica
óTica geometrica
Daniela F Almenara
 
Biofísica da visão
Biofísica da visãoBiofísica da visão
Biofísica da visão
Livia Siqueira Martins Fagundes
 
5 luz
5 luz5 luz
Resumo meios ópticos
Resumo meios ópticosResumo meios ópticos
Resumo meios ópticos
ced022b
 
Aula optica 01
Aula optica 01Aula optica 01
Aula optica 01
Moura Junior A C
 
Optica geometrica
Optica geometricaOptica geometrica
Optica geometrica
Johnyn89
 
A luz.pptx
A luz.pptxA luz.pptx
A luz.pptx
HugoFerrer6
 
Lentes esféricas e instrumentos ópticos
Lentes esféricas e instrumentos ópticosLentes esféricas e instrumentos ópticos
Lentes esféricas e instrumentos ópticos
gabrielladpont
 
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da LuzPropriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
turma8bjoaofranco
 
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da LuzPropriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
turma8bjoaofranco
 
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da LuzPropriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
turma8bjoaofranco
 
A Luz
A LuzA Luz
1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt
1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt
1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt
AssisTeixeira2
 

Semelhante a Luz (20)

A luz
A luzA luz
A luz
 
Resumo final da luz
Resumo final da luzResumo final da luz
Resumo final da luz
 
Físico química
Físico químicaFísico química
Físico química
 
Propriedades e aplicações da luz
Propriedades e aplicações da luz Propriedades e aplicações da luz
Propriedades e aplicações da luz
 
Óptica (completo).pdf
Óptica (completo).pdfÓptica (completo).pdf
Óptica (completo).pdf
 
Lentes convergentes e divergentes
Lentes convergentes e divergentesLentes convergentes e divergentes
Lentes convergentes e divergentes
 
Aulão òptica 2016_parte 1
Aulão òptica 2016_parte 1Aulão òptica 2016_parte 1
Aulão òptica 2016_parte 1
 
óTica geometrica
óTica geometricaóTica geometrica
óTica geometrica
 
Biofísica da visão
Biofísica da visãoBiofísica da visão
Biofísica da visão
 
5 luz
5 luz5 luz
5 luz
 
Resumo meios ópticos
Resumo meios ópticosResumo meios ópticos
Resumo meios ópticos
 
Aula optica 01
Aula optica 01Aula optica 01
Aula optica 01
 
Optica geometrica
Optica geometricaOptica geometrica
Optica geometrica
 
A luz.pptx
A luz.pptxA luz.pptx
A luz.pptx
 
Lentes esféricas e instrumentos ópticos
Lentes esféricas e instrumentos ópticosLentes esféricas e instrumentos ópticos
Lentes esféricas e instrumentos ópticos
 
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da LuzPropriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
 
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da LuzPropriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
 
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da LuzPropriedades E AplicaçãO Da Luz
Propriedades E AplicaçãO Da Luz
 
A Luz
A LuzA Luz
A Luz
 
1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt
1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt
1- Óptica e Reflexão da Luz e participantes.ppt
 

Último

iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
carlaslr1
 
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manualUFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
Manuais Formação
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Mary Alvarenga
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docxPROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
Escola Municipal Jesus Cristo
 
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da AlemanhaUnificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Acrópole - História & Educação
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Luana Neres
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
Escola Municipal Jesus Cristo
 

Último (20)

iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
 
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manualUFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docxPROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
 
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da AlemanhaUnificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
 

Luz

  • 2. A luz Sem luz não seria possível a vida na Terra. Os seres vivos necessitam de luz para: crescer, viver, ver, comunicar.
  • 3. O que é a luz? A luz é um fenómeno ondulatório, ou seja, propaga-se através de ondas electromagnéticas. A luz propaga-se no vazio. No vazio e no ar, todas as ondas electromagnéticas (a luz visível, as microondas, os ultra-violeta, as ondas de rádio, etc.) se propagam à mesma velocidade: 300 000 km/s
  • 4. O espectro electromagnético O espectro electromagnético é o conjunto de todas as ondas electromagnéticas de diferentes frequências, umas visíveis e outras invisíveis para os nossos olhos.
  • 5.
  • 6. Como se propaga a luz? A luz propaga-se em todas as direcções e em linha recta. A sombra de um objecto aparece do lado oposto à luz.
  • 7. Fontes luminosas As fontes luminosas podem ser: naturais, como o Sol e outras estrelas. artificiais, como as velas e as lâmpadas.
  • 8. Raios e feixes luminosos Um raio luminoso é uma representação da direcção e sentido de propagação da luz. Um feixe luminoso é um conjunto de raios luminosos. Os feixes luminosos podem ser de raios paralelos, convergentes ou divergentes.
  • 9. Triângulo de visão O triângulo de visão é constituído por:  fonte de luz;  corpo iluminado;  receptor – olhos. Só vemos os objectos porque a sua luz chega aos nossos olhos.
  • 10. Materiais transparentes, translúcidos e opacos Material transparente – permitem a passagem total da luz e proporcionam uma visão nítida. (vidro, acrílico, água) Material translúcido – permitem a passagem parcial da luz e os objectos não são vistos com nitidez. (vidro fosco, papel vegetal) Material opaco – não se deixam atravessar pela luz e não se conseguem ver os objectos através deles. (metais, madeira, granito)
  • 12. Reflexão da luz A reflexão da luz, numa superfície, consiste no reenvio da luz para o mesmo meio de propagação. É a reflexão da luz que dá origem às imagens que se observam num espelho ou na superfície da água em repouso.
  • 13. Reflexão da luz A reflexão da luz pode ser: Reflexão regular - a luz, ao incidir numa superfície polida, é reenviada numa direcção bem definida. Reflexão irregular ou difusão - a luz, ao incidir numa superfície não polida e rugosa, é reenviada em direcções diferentes.
  • 14. Espelhos Os espelhos são superfícies polidas que reflectem regularmente a luz e que dão origem à formação de imagens.
  • 15.
  • 16.
  • 17. Leis da reflexão Na reflexão da luz, verifica-se que:  O raio incidente, o raio reflectido e a normal à superfície polida estão no mesmo plano;  O ângulo de incidência é sempre igual ao ângulo de reflexão.
  • 18. Espelhos planos Num espelho plano, a imagem que se observa : é direita; é simétrica;  está à mesma distância do espelho que o objecto;  é do mesmo tamanho que o objecto;  é virtual (parece formar-se atrás do espelho e não se projecta num alvo); as imagens virtuais parecem estar dentro do espelho.
  • 19. Espelhos planos A construção geométrica da imagem dada pelo espelho plano permite concluir que:  a imagem aparece atrás do espelho;  a imagem é do mesmo tamanho;  a imagem está à mesma distância;  a imagem está direita;  a imagem é simétrica.
  • 20. Quando associamos espelhos planos… Quando se colocam dois espelhos planos com um ângulo entre eles, formam-se várias imagens. Quanto menor for o ângulo entre os espelhos, maior é o número de imagens.
  • 21. Espelhos curvos Os espelhos curvos apresentam também uma superfície polida que reflecte regularmente a luz . Os espelhos curvos podem ser côncavos ou convexos. Numa colher de metal polida a superfície interior constitui um espelho côncavo e a superfície exterior um espelho convexo.
  • 23. Imagens dadas por espelhos curvos Os espelhos curvos dão origem a imagens distorcidas.
  • 24. Imagens dadas por espelhos curvos As características das imagens são diferentes conforme o tipo de espelho (côncavo ou convexo) e a distância do objecto a esse espelho. As imagens podem ser  direitas ou invertidas;  maiores, menores ou iguais ao objecto;  virtuais ou reais (quando se projectam num alvo).
  • 25. Imagens dadas por espelhos convexos Nos espelhos convexos, a imagem é sempre:  direita;  virtual;  menor que o objecto.
  • 26. Aplicações dos espelhos convexos Os espelhos convexos, como fornecem imagens reduzidas, permitem ver uma região maior do que aquela seria vista num espelho plano. São utilizados:  nos retrovisores dos automóveis;  em supermercados;  em cruzamentos de visibilidade reduzida.
  • 27. Imagens dadas por espelhos côncavos (1) Quando o objecto está muito próximo do espelho, a imagem é:  virtual;  direita;  maior que o objecto.
  • 28. Imagens dadas por espelhos côncavos (2) Quando o objecto está muito afastado do espelho, a imagem é:  real;  invertida;  maior ou menor que o objecto. .
  • 29. Aplicações dos espelhos côncavos Os espelhos côncavos, quando utilizados próximo do objecto, permitem a ampliação da imagem. São usados:  pelos dentistas;  como espelho de toilette;  nos telescópios astronómicos;  nos fornos solares
  • 30. Refracção da luz A refracção da luz ocorre quando a luz, ao incidir na superfície de separação de dois meios transparentes, passa de um meio para outro, geralmente mudando de direcção.
  • 31. Porque muda a luz de direcção? Porque a velocidade de propagação da luz nos vários meios transparentes (ar, água, vidro, acrílico, plástico, etc.), é diferente, varia. Nota 1: A refracção da luz é sempre acompanhada de reflexão. Nota 2: Quando a luz incide na perpendicular, não muda de direcção.
  • 32. Quando a velocidade da luz diminui ao mudar de meio, por exemplo, quando a luz passa do ar para o vidro ou a água, os raios luminosos aproximam-se da normal. ar vidro ou água Os meios onde a velocidade da luz é menor são mais refrangentes.
  • 33. Quando a velocidade da luz aumenta ao mudar de meio, por exemplo, quando a luz passa do vidro ou da água para o ar, os raios luminosos afastam-se da normal. vidro ou água ar Os meios onde a velocidade da luz é maior são menos refrangentes.
  • 34. Como se apanha um peixe … Observar bem a figura: o homem, o arpão e a imagem do peixe. Ah! E ainda atenção ao peixe! Se o homem faz pontaria à imagem do peixe, não apanha o peixe! Porquê? Por causa da refracção da luz! Quando a luz passa da água para o ar muda a direcção.
  • 35. Como se apanha uma mosca … Os achigãs adoram saltar para fora da água e apanhar insectos. Devido à refracção da luz, o achigã não vê a mosca, mas sim a imagem da mosca que se encontra ligeiramente acima. Ao saltar, o achigã tem que saltar menos alto do que a imagem que vê!
  • 36. Lentes São meios ópticos transparentes onde ocorre a refracção da luz. convergentes divergentes
  • 37. Lentes convexas ou convergentes O foco principal é real. distância focal – distância ente o foco e a lente.
  • 38. Lentes convergentes As lentes convergentes ampliam a imagem. A lupa é uma aplicação das lentes convergentes
  • 39. Lentes côncavas ou divergentes O foco principal é virtual. distância focal – distância ente o foco e a lente.
  • 40. Lentes divergentes As lentes divergentes diminuem a imagem.
  • 41. Potência de uma lente A potência focal ou vergência de uma lente é igual a: V=1/f V - potência focal ou vergência da lente (dioptrias – D) f - distância focal (metros – m)
  • 43. Funcionamento do olho humano A luz que provém dos objectos, atravessa a córnea, passa através da pupila (controla a entrada de luz) e chega ao cristalino (lente convergente). Quando os raios de luz atingem a retina, dão origem a uma imagem invertida e mais pequena. O nervo óptico envia sinais ao cérebro, o que permite ver os objectos como realmente são.
  • 45. Defeitos de visão A maioria dos defeitos de visão está relacionada com a formação da imagem na retina. olho saudável  miopia – ver mal ao longe;  hipermetropia – ver mal ao perto;  astigmatismo – ver mal ao perto e ao longe – desfocagem na retina.
  • 46. Miopia Uma pessoa com miopia vê bem ao perto e vê mal ao longe. A imagem dos objectos forma-se à frente da retina.
  • 47. Correcção da miopia As lentes divergentes ajudam a corrigir a miopia.
  • 48. Hipermetropia Uma pessoa com hipermetropia vê mal ao perto e vê bem ao longe. A imagem dos objectos forma-se atrás da retina.
  • 49. Correcção da hipermetropiapia As lentes convergentes ajudam a corrigir a hipermetropia.
  • 50. Astigmatismo Uma pessoa com astigmatismo vê mal ao perto e ao longe. A imagem dos objectos formam-se desfocadas e distorcidas. As lentes cilindricas ajudam a compensar o astigmatismo.