O documento discute a implementação das Práticas Integrativas e Complementares na rede de saúde brasileira. Primeiro, enfatiza a importância de constituir um núcleo responsável multidisciplinar para liderar o processo. Em seguida, destaca que a abordagem deve ser intercultural, removendo barreiras e promovendo o respeito entre culturas. Por fim, discute a necessidade de capacitar profissionais de saúde em competência intercultural.