O documento discute a humanização do Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS). Ele descreve a humanização como uma política pública transversal que valoriza os usuários, trabalhadores e gestores na produção de saúde. A humanização também promove a autonomia, o protagonismo coletivo e a corresponsabilização na gestão da saúde. O documento ressalta desafios como qualificar a cogestão e as redes de atenção do SUS.