O documento descreve a evolução da historiografia desde os gregos até a Revolução Francesa. Os gregos tinham uma visão anti-histórica, focada no eterno e não no transitório. Durante a Iluminismo, houve uma primeira contestação à narrativa dominante da história dos grandes feitos, mas foi apenas no século XIX que a "nova história" sociocultural foi marginalizada em favor da história política defendida por Ranke.