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Professor:Alexandre
Teoria da História - O conhecimento histórico
(Positivismo, Marxismo, Annales e Nova História
É consenso entre os historiadores de hoje que a história deve ser
constantemente reescrita, pois, como nos ensinou Marc Bloch, o
objeto de estudo da História são os homens e as diferentes
sociedades humanas no tempo. Além disso, De acordo com José
Carlos Reis, a história deve ser reescrita, seus temas sempre
revisitados, seus interpretes sempre questionados, pois o próprio
conhecimento histórico muda na sucessão temporal. A cada época,
novos métodos, novos objetos, novos olhares, novas questões, novos
campos, novas tipologias de fontes, novas experiências. Na
concepção de Koselleck, a cada presente, a história atualiza a
relação entre futuro/passado
A Historiografia entre o nacionalismo e a pós-modernidade
Seria exatamente no entendimento desta complexa relação que se encontra a
concepção de tempo histórico. Portanto, temas que podem não tomar muito sentido
em outras épocas, abordagens que foram desconsideradas por outros historiadores,
fontes que não eram visitadas anteriormente podem ser foco privilegiado da história
hoje. Frente a estas questões podemos nos indagar: quais “histórias” estamos
escrevendo nos dias atuais? O que é objeto do historiador atualmente? Como o
interesse por certos temas do passado expressam nossa preocupação com o agora?
Estas não são questões para as quais conseguimos respostas rápidas e satisfatórias,
mas o fato é que nitidamente observamos a multiplicação dos campos da pesquisa
histórica nos últimos anos bem como o reaquecimento de debates sobre temas
específicos outrora menos privilegiados pela historiografia. O nacionalismo é uma
destas temáticas que tem ocupado um bom número de páginas das revistas, teses e
dissertações especializadas em história tanto no Brasil quanto em outras partes do
mundo. Para Hobsbawn, “a partir da década de 1980 o debate acadêmico a respeito
da natureza e da história das nações e do nacionalismo tem sido contínuo”.
Quais seriam os motivos para esta preponderância dos estudos sobre o nacional? Para
este autor esta presença marcante é fruto de uma era de instabilidade internacional
iniciada em 1989 que segundo suas convicções não se pode prever o fim. O fato é que
esta era de instabilidade nos mostra que vivemos uma crise das identidades nacionais.
Ainda de acordo com o Hobsbawn, a Guerra Fria era uma força estabilizadora do
nacionalismo. As grandes potências que não são mais detentoras do monopólio bélico
mundial deixaram de ser o centro, provocando um processo de globalização da
violência armada a partir de uma nova articulação entre local e global que rearmou
pequenos grupos militares pelo mundo e provocou ainda mais a instabilidade pelos
quatro cantos do planeta. Governos centrais testemunharam o esfacelamento de seus
territórios em dois, três ou mais Estados, como é o caso da Iugoslávia. A Europa que
“inventou” o nacionalismo no século XIX, pátria original das nações modernas, assiste
a desconstrução da sua maior invenção: a nação. Esta desintegração do poder central
em alguns países do globo é um termômetro da relação entre nacionalismo e
identidade cultural no mundo pós-moderno.Para Jenkins, assim como para outros
teóricos como Lyotard e Jameson, o pós-moderno é algo difícil de se definir, pois os
apologistas do pós-modernismo defendem a idéia de que nada é sólido ou fixo neste
mundo.
Na definição de Lyotard, o contexto pós-moderno pode ser caracterizado pela “morte
dos centros”, “incredulidade ante as metanarrativas”, “anglocentrismos”,
“eurocentrismos”, “etnocentrismos”, “logocentrismos”, “sexismos” que já não são
considerados legítimos, naturais, reais, mas sim, construções temporais, ficcionais que
são úteis para formular interesses que não são universais.A crise da idéia de um
projeto iluminista, de emancipação do homem expressas por meio do humanismo, do
marxismo e do liberalismo é resultado da descrença nas metanarrativas que
estabeleceram um sentido para a humanidade, fundado na noção de progresso e de
civilização. Segundo Jenkins, “o final do século XIX e o início do século XX assistiram a
um solapamento da razão e da ciência”.Retomando o tema levantado no início deste
texto, sobre a necessidade de reescrita da história, revisitar o nacionalismo como
tema frente a este contexto dito pos-moderno é uma exigência. De acordo com José
Carlos Reis, a questão da nacionalidade pode ser encarada a partir de dois pólos
destacados por Stuart Hall: essencialismo e nao-essencialismo. Hoje, a visão
essencialista do nacionalismo cede lugar às análises construcionistas frutos deste
presente descrente na existência de um “ser nacional”. Descrença esta que está
conectada ao que se convencionou chamar de pós-modernidade e ao cenário descrito
por Hobsbawn. A utopia de “uma” identidade nacional foi colocada à prova por um
contexto globalizado que trouxe outra problemática levantada por Canclini:
globalizar-se ou defender a identidade? Sobre a pós-modernidade, Jenkins não oferece
opções aos historiadores e pondera: o que a história deve fazer para não negar, mas
trabalhar e conviver com o pós-moderno? Quais os impactos para a natureza da
história e para o trabalho do historiador?
A historiografia brasileira sofre diretamente o impacto deste cenário pós-nacionalista
que se redesenha a todo instante, a predominância do regionalismo nos temas das
pesquisas é um exemplo disso. Da mesma forma, diversos estudos se concentram em
temas que espelham o aparecimento de identidades fragmentadas pelo processo
descrito acima. Ecologistas, militantes homossexuais, minorias étnicas, artísticas,
religiosas, sociais constroem estratégias de resistência ao processo de globalização,
mas são ao mesmo tempo fruto desta.Esta fragmentação identitária redesenhou de
forma marcante o mapa da produção historiográfica brasileira e do mundo, tornou os
temas mais pontuais e fez desaparecer as grandes interpretações do Brasil. A nação
não é mais vista como uma unidade totalizante. Nasce nos textos de História um Brasil
diversificado. Na verdade, nascem a cada dissertação e a cada tese, novos brasis
atualizados com o presente também fragmentado pelo encurtamento das distancias e,
fundamentalmente pelas reações a ela.No caso dos estudos sobre o nacionalismo, este
presente pós-moderno, no qual a nação se apresenta como uma verdade caindo pelas
tabelas, os diferentes projetos identitários para a cultura brasileira são objetos
constantemente revisitados. Segundo Koselleck, “ao constatarmos que ao refletir
sobre os fatos estamos relacionando com conceitos, (...) tornou-se impossível, embora
ainda se tente com freqüência, tratar a história sem que se tenha uma idéia precisa
das categorias pelas quais ela se expressa”. É na distancia temporal que se percebe a
historicidade das diferentes concepções do conceito de nação defendidos no Brasil.
Debate que se mostrou e ainda se mostra tão caro a nossos pensadores, seja no campo
da historiografia, da literatura e da pouco explorada musicologia.
Teoria da história   o conhecimento histórico (positivismo, marxismo, annales e nova história
 98% da vida do homem na terra a chamada pré Historia
4000 a.c ( advento da escrita).
 Conceito equivocado uma vez que a palavra pré História
define as sociedades ágrafas ( sociedade que vivenciaram o
modelo simples de produção)
 Paleolítico também conhecido como Idade da Pedra
Lascada, é a primeira fase da Idade da Pedra. Vai de 2
milhões a.C. (época aproximada em que o homem fabricou
o primeiro utensílio) até 10.000 a.C (início do Período
Neolítico)
PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA
A Historia clássica é dividida em 2 períodos
Neolítico também conhecido como
Idade da Pedra Polida foi a fase da
pré-história que ocorreu entre 12
mil e 4 mil a.C. O início deste
período é marcado com o fim das
glaciações (época em que quase
todo planeta ficou coberto de gelo)
e termina com o desenvolvimento da
escrita na Suméria (região da
Mesopotâmia).
Neolítico também conhecido como
Idade da Pedra Polida foi a fase da
pré-história que ocorreu entre 12
mil e 4 mil a.C. O início deste
período é marcado com o fim das
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todo planeta ficou coberto de gelo)
e termina com o desenvolvimento
da escrita na Suméria (região da
Mesopotâmia).
Na última fase da Pré-história é possível
encontrar um período muito importante
para a história do homem: a Idade dos
Metais. Esse momento seguiu à Idade da
Pedra e pode ser marcado pelo início
da fabricação de ferramentas e armas de
metal, que eram muito mais eficazes que
os materiais utilizados previamente, que
eram as pedras. A princípio as matérias
primas utilizadas na confecção das
ferramentas eram o cobre, o estanho e o
bronze, metais cuja fusão é mais
simplificada. Com algum tempo depois
o ferro começou a ser utilizado, pois as
técnicas de fundição foram ficando mais
avançadas e a necessidade foi
aumentando. A Idade dos Metais é um
período que vai de 6,5 mil anos atrás até
o surgimento da escrita, marco que deu
fim ao período pré-histórico.
Na última fase da Pré-história é possível
encontrar um período muito importante
para a história do homem: a Idade dos
Metais. Esse momento seguiu à Idade da
Pedra e pode ser marcado pelo início
da fabricação de ferramentas e armas de
metal, que eram muito mais eficazes que
os materiais utilizados previamente, que
eram as pedras. A princípio as matérias
primas utilizadas na confecção das
ferramentas eram o cobre, o estanho e o
bronze, metais cuja fusão é mais
simplificada. Com algum tempo depois
o ferro começou a ser utilizado, pois as
técnicas de fundição foram ficando mais
avançadas e a necessidade foi
aumentando. A Idade dos Metais é um
período que vai de 6,5 mil anos atrás até
o surgimento da escrita, marco que deu
fim ao período pré-histórico
Para os Historiadores conservadores tradicionais positivistas
podemos definir história como ação : o uso do domínio do fogo
Este é um conceito muito equivocado pois tudo aquilo que o
homem pensa ou faz pode se classificado como uma ação histórica
independentemente da escrita
O Positivismo é uma corrente sociológica cujo precursor foi o
francês Auguste Comte (1789-1857). Surgiu como desenvolvimento
sociológico do Iluminismo e das crises social e moral do fim da Idade
Média e do nascimento da sociedade industrial. Propõe à existência
humana valores completamente humanos, afastando radicalmente
teologia ou metafísica.
Assim, o Positivismo - na versão contemporânea, pelo menos -
associa uma interpretação das ciências e uma classificação do
conhecimento a uma ética humana, desenvolvida na segunda fase da
carreira de Comte.
.
Uma periodização comumente usada pela historiografia ocidental,
baseada em grandes marcos de mudança de poder
na geopolítica européia, é a seguinte:
até 4000 a.C. (advento da escrita): PRÉ-HISTÓRIA
de 4000 a.C. até 476 d.C. (queda do Império Romano do
Ocidente): ANTIGÜIDADE
de 476 d.C. até 1453 (conquista de Constantinopla pelos
turcos): IDADE MÉDIA
de 1453 até 1789 (eclosão da Revolução Francesa): IDADE
MODERNA
de 1789 até os dias atuais: IDADE CONTEMPORÂNEA
Da vida do homem em terra, 98% compõem o que se convencionou
chamar Pré-História. Os 2% restantes são a história propriamente
dita. Esta divisão é convencional e tem caráter didático, pois as
mudanças ocorridas de um período para outro se estenderam por
um largo período de tempo, e de forma gradual, onde não existe
rompimento abrupto, como visto nos livros didáticos, onde numa
página se lê "fim da Idade Média" e na página seguinte "início da
Idade Moderna".
Ademais, por exemplo, os modos de produção de um período se misturam
com o seguinte, ou com o anterior. Fato históricos, destacados, são tomados
como marcos para separar as idades da história, delimitações, hoje, muito
questionadas pelos professores e estudiosos. Por exemplo, uma nova era pode
estar começando hoje, já ter começado a alguns anos, ou vir a acontecer
daqui a alguns anos?
Ninguém sabe responder a essa pergunta, na mesma proporção que não se
pode ter certeza da eficiência da divisão atual: conforme as eras vão ficando
mais recentes, elas vão ficando menores, e nessa tendência chegará um dia
em que o sistema inteiro precisará ser revisto.
Mas o que mais atrapalha na precisão histórica é a própria destruição dos
registros históricos, como por exemplo, na Biblioteca de Alexandria (a maior
biblioteca do mundo da Idade Antiga foi queimada durante a invasão islâmica)
ou na de Lisboa (destruída durante o terremoto). Não é difícil imaginar que
parte da chave daquilo que aconteceu na antiguidade ficou distorcida para
sempre, e que muita coisa que existe atualmente ainda não tem uma
explicação histórica (como por exemplo, quem realmente inventou a bússola?
Quem realmente descobriu o Brasil ? Quantos livros Pitágoras publicou de
fato?). Assim, chega-se à conclusão de que não sabemos realmente o que
aconteceu.
Do ponto de vista europeu, a História se divide em quatro grandes períodos:
Idade Antiga
Está estreitamente ligada ao Oriente. Lá florescem as primeiras civilizações,
sobretudo na chamada "Zona do Crescente Fértil", que atraiu, pelas possibilidades
agrícolas, os primeiros habitantes do Egito, Palestina, Mesopotâmia,Irã e Fenícia.
Abrange, também, as chamadas civilizações clássicas, Grécia e Roma, Ocidente. Vai
do aparecimento da escrita (3500 a.C.) até a Queda do Império Romano Ocidental em
476. Caracterizou-se pelo Escravismo
Idade Média
Compreende o espaço de dez séculos decorridos entre a Queda do Império Romano do
Ocidente e a Queda do Império Romano do Oriente em 1453 (tomada de
Constatinopla). Sistema que a caracterizou: o Feudalismo.
Idade Moderna
Começa em fins do século XV com a invenção da Imprensa, os descobrimentos
marítimos e o Renascimento, e vai até a Revolução Francesa de 1789. Com ela nasceu
o Capitalismo. Aqui aparecem os Estados nacionais e os reis recuperando os poderes
que tinham perdido no Feudalismo, tornando-se senhores absolutos de suas nações.
Idade Contemporânea
Vai da Revolução Francesa até os nossos dias. Verifica-se o grande avanço
da técnica e os conflitos de grandes proporções. O pós-guerra se caracteriza
pela Guerra Fria do Capitalismo com o Socialismo. E a partir de 1989, uma
série de ocorrências político-ideológicas no leste europeu.
EUROCENTRISMO
eurocentrismo
substantivo masculino
1.
tendência ou atitude de eurocêntrico.
2.
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exercida pela Europa sobre outras áreas geopolíticas;
europeísmo.
Periodização influenciada pela Europa ( eurocentrismo )
concentração de acontecimentos relacionados a história
européia desprezado a história da África America Ásia e da
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A HISTÓRIA É MARCADA POR EVENTOS IMPORTANTES
ESTRUTURAS SOCIAIS:
POLITICA Econômica
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Na antiguidade temos Herótodo de
Helicarnarso o pai da História e da
Geografia. A palavra história vem
grego Historie narra como Herótodo
fez um apanhado geral dos
acontecimentos que estavam
ocorrendo na antiguidade é dele a
frase “ O Egito é uma dádiva do
Nilo”uma frase interrensate que
serve como fonte Histórica.
Temos também Tucídides, ele
usou critérios para fazer sua
narração Histórica.
É dele a frase:
“quem muito vive muito
infortúnio passa”
Na idade média temos a Igreja
Católica predominando de
certa maneira o controle
político, econômico e social
que influencia a história nessa
época boa parte dos
acontecimentos era atribuída a
DEUS temos ai o teocentrismo
(substantivo masculino
doutrina ou crença que
considera Deus como o centro
de tudo.) que vem compor essa
narrativa Histórica.
Teoria da história   o conhecimento histórico (positivismo, marxismo, annales e nova história
Na idade Moderna temos o Renascimento enaltecendo o homem a razão e
enaltecendo a ciência a parti daí temos a História sendo fundamentada de
um senso critico porém ainda não é neste momento que a História é
considerada uma ciência. A concepção de História como ciência só ocorreu no
século XIX com o positivismo ( Auguste Comte) responsável por trazer a
História como ciência História que tem métodos vai dizer que o historiador
tem objetividade ao analisar o fato histórico ou seja vai dizer que o
historiador não emita opinião que não desenvolva o senso critico.É neste
momento que classificamos o positivismo como uma escola tradicional uma
escola metódica porque o papel do historiador era pegar o documento escrito
como fonte histórica e a partir daí construir sua narrativa sem nem um
momento tecer comentários ou desenvolver senso critico, segundo Comte
para que a história fosse respeitada era necessário que o historiador tivesse
mentalidade ( que é impossível ) porque a história tem imparcialidades
porque ela é envolvida por paixão.
Ex: se você for fala sobre a história da sua cidade ou do seu time você vai
tecer paizão e sentimentos.
Comte classificou a História como ciência.
 Isidore Auguste Marie François
Xavier Comte foi um filósofo
francês, fundador da Sociologia e
do Positivismo, que trabalhou
intensamente na criação de uma
filosofia positiva. Wikipédia
 Nascimento: 19 de janeiro de
1798,Montpellier, França
 Falecimento: 5 de setembro de
1857,Paris, França
 Nacionalidade: Francês
 Obras: Curso de filosofia
positiva, Early political
writings, mais
 Influências: Émile
Durkheim, Conde de Saint-
Simon, mais
 Educação: Universidade de
Montpellier,École Polytechnique
Isidore Auguste Marie François
Xavier Comte foi um filósofo
francês, fundador da Sociologia e do
Positivismo, que trabalhou
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Nascimento: 19 de janeiro de
1798,Montpellier, França
Falecimento: 5 de setembro de
1857,Paris, França
Nacionalidade: Francês
Obras: Curso de filosofia
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Influências: Émile Durkheim, Conde
de Saint-Simon, mais
Educação: Universidade de
Montpellier,École Polytechnique
 Com Karl MaxKarl Max inaugura a História
critica segundo max a história da
humanidade é marcada por lulas
de classe e o conceito de Max
bastante usado é o Materialismo
Histórico conceito muito usado
nas provas do ENEM . Segundo
Max desde a pré-história até os
dias atuais com a chegada do
capitalismo a História é marcada
por estes interreses materiais
onde as coisas se transforma em
homens ou humanos, e os
humanos se transformam em
coisas.
É a personificação das coisas é o momento em que Max também avalia as lutas de
classe por aqueles que detém a propriedade privada e aquele que não a detém.
Max também vem analisar o conceito de mas valia de alienação e de Ideologia
Socialismo e Capitalismo.
A grande contribuição de Max para a História e inserir este conjunto de criticas,
trabalhar a História social e dos trabalhadores.
Enquanto Comte trabalha a história política, factual, Max vem abordando a história
social.
Positivismo ( História Política )
Maxiscismo ( História Social )
Teoria da história   o conhecimento histórico (positivismo, marxismo, annales e nova história
Teoria da história   o conhecimento histórico (positivismo, marxismo, annales e nova história
Para o grupo de Historiadores que vem muda o modo de escrever e a analisa a história
em referência para a ciência, para a Historiografia atual foi a Escola dos Annales
( revista Francesa ) de 1929

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Teoria da história o conhecimento histórico (positivismo, marxismo, annales e nova história

  • 1. Professor:Alexandre Teoria da História - O conhecimento histórico (Positivismo, Marxismo, Annales e Nova História
  • 2. É consenso entre os historiadores de hoje que a história deve ser constantemente reescrita, pois, como nos ensinou Marc Bloch, o objeto de estudo da História são os homens e as diferentes sociedades humanas no tempo. Além disso, De acordo com José Carlos Reis, a história deve ser reescrita, seus temas sempre revisitados, seus interpretes sempre questionados, pois o próprio conhecimento histórico muda na sucessão temporal. A cada época, novos métodos, novos objetos, novos olhares, novas questões, novos campos, novas tipologias de fontes, novas experiências. Na concepção de Koselleck, a cada presente, a história atualiza a relação entre futuro/passado A Historiografia entre o nacionalismo e a pós-modernidade
  • 3. Seria exatamente no entendimento desta complexa relação que se encontra a concepção de tempo histórico. Portanto, temas que podem não tomar muito sentido em outras épocas, abordagens que foram desconsideradas por outros historiadores, fontes que não eram visitadas anteriormente podem ser foco privilegiado da história hoje. Frente a estas questões podemos nos indagar: quais “histórias” estamos escrevendo nos dias atuais? O que é objeto do historiador atualmente? Como o interesse por certos temas do passado expressam nossa preocupação com o agora? Estas não são questões para as quais conseguimos respostas rápidas e satisfatórias, mas o fato é que nitidamente observamos a multiplicação dos campos da pesquisa histórica nos últimos anos bem como o reaquecimento de debates sobre temas específicos outrora menos privilegiados pela historiografia. O nacionalismo é uma destas temáticas que tem ocupado um bom número de páginas das revistas, teses e dissertações especializadas em história tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo. Para Hobsbawn, “a partir da década de 1980 o debate acadêmico a respeito da natureza e da história das nações e do nacionalismo tem sido contínuo”.
  • 4. Quais seriam os motivos para esta preponderância dos estudos sobre o nacional? Para este autor esta presença marcante é fruto de uma era de instabilidade internacional iniciada em 1989 que segundo suas convicções não se pode prever o fim. O fato é que esta era de instabilidade nos mostra que vivemos uma crise das identidades nacionais. Ainda de acordo com o Hobsbawn, a Guerra Fria era uma força estabilizadora do nacionalismo. As grandes potências que não são mais detentoras do monopólio bélico mundial deixaram de ser o centro, provocando um processo de globalização da violência armada a partir de uma nova articulação entre local e global que rearmou pequenos grupos militares pelo mundo e provocou ainda mais a instabilidade pelos quatro cantos do planeta. Governos centrais testemunharam o esfacelamento de seus territórios em dois, três ou mais Estados, como é o caso da Iugoslávia. A Europa que “inventou” o nacionalismo no século XIX, pátria original das nações modernas, assiste a desconstrução da sua maior invenção: a nação. Esta desintegração do poder central em alguns países do globo é um termômetro da relação entre nacionalismo e identidade cultural no mundo pós-moderno.Para Jenkins, assim como para outros teóricos como Lyotard e Jameson, o pós-moderno é algo difícil de se definir, pois os apologistas do pós-modernismo defendem a idéia de que nada é sólido ou fixo neste mundo.
  • 5. Na definição de Lyotard, o contexto pós-moderno pode ser caracterizado pela “morte dos centros”, “incredulidade ante as metanarrativas”, “anglocentrismos”, “eurocentrismos”, “etnocentrismos”, “logocentrismos”, “sexismos” que já não são considerados legítimos, naturais, reais, mas sim, construções temporais, ficcionais que são úteis para formular interesses que não são universais.A crise da idéia de um projeto iluminista, de emancipação do homem expressas por meio do humanismo, do marxismo e do liberalismo é resultado da descrença nas metanarrativas que estabeleceram um sentido para a humanidade, fundado na noção de progresso e de civilização. Segundo Jenkins, “o final do século XIX e o início do século XX assistiram a um solapamento da razão e da ciência”.Retomando o tema levantado no início deste texto, sobre a necessidade de reescrita da história, revisitar o nacionalismo como tema frente a este contexto dito pos-moderno é uma exigência. De acordo com José Carlos Reis, a questão da nacionalidade pode ser encarada a partir de dois pólos destacados por Stuart Hall: essencialismo e nao-essencialismo. Hoje, a visão essencialista do nacionalismo cede lugar às análises construcionistas frutos deste presente descrente na existência de um “ser nacional”. Descrença esta que está conectada ao que se convencionou chamar de pós-modernidade e ao cenário descrito por Hobsbawn. A utopia de “uma” identidade nacional foi colocada à prova por um contexto globalizado que trouxe outra problemática levantada por Canclini: globalizar-se ou defender a identidade? Sobre a pós-modernidade, Jenkins não oferece opções aos historiadores e pondera: o que a história deve fazer para não negar, mas trabalhar e conviver com o pós-moderno? Quais os impactos para a natureza da história e para o trabalho do historiador?
  • 6. A historiografia brasileira sofre diretamente o impacto deste cenário pós-nacionalista que se redesenha a todo instante, a predominância do regionalismo nos temas das pesquisas é um exemplo disso. Da mesma forma, diversos estudos se concentram em temas que espelham o aparecimento de identidades fragmentadas pelo processo descrito acima. Ecologistas, militantes homossexuais, minorias étnicas, artísticas, religiosas, sociais constroem estratégias de resistência ao processo de globalização, mas são ao mesmo tempo fruto desta.Esta fragmentação identitária redesenhou de forma marcante o mapa da produção historiográfica brasileira e do mundo, tornou os temas mais pontuais e fez desaparecer as grandes interpretações do Brasil. A nação não é mais vista como uma unidade totalizante. Nasce nos textos de História um Brasil diversificado. Na verdade, nascem a cada dissertação e a cada tese, novos brasis atualizados com o presente também fragmentado pelo encurtamento das distancias e, fundamentalmente pelas reações a ela.No caso dos estudos sobre o nacionalismo, este presente pós-moderno, no qual a nação se apresenta como uma verdade caindo pelas tabelas, os diferentes projetos identitários para a cultura brasileira são objetos constantemente revisitados. Segundo Koselleck, “ao constatarmos que ao refletir sobre os fatos estamos relacionando com conceitos, (...) tornou-se impossível, embora ainda se tente com freqüência, tratar a história sem que se tenha uma idéia precisa das categorias pelas quais ela se expressa”. É na distancia temporal que se percebe a historicidade das diferentes concepções do conceito de nação defendidos no Brasil. Debate que se mostrou e ainda se mostra tão caro a nossos pensadores, seja no campo da historiografia, da literatura e da pouco explorada musicologia.
  • 8.  98% da vida do homem na terra a chamada pré Historia 4000 a.c ( advento da escrita).  Conceito equivocado uma vez que a palavra pré História define as sociedades ágrafas ( sociedade que vivenciaram o modelo simples de produção)  Paleolítico também conhecido como Idade da Pedra Lascada, é a primeira fase da Idade da Pedra. Vai de 2 milhões a.C. (época aproximada em que o homem fabricou o primeiro utensílio) até 10.000 a.C (início do Período Neolítico) PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA A Historia clássica é dividida em 2 períodos
  • 9. Neolítico também conhecido como Idade da Pedra Polida foi a fase da pré-história que ocorreu entre 12 mil e 4 mil a.C. O início deste período é marcado com o fim das glaciações (época em que quase todo planeta ficou coberto de gelo) e termina com o desenvolvimento da escrita na Suméria (região da Mesopotâmia). Neolítico também conhecido como Idade da Pedra Polida foi a fase da pré-história que ocorreu entre 12 mil e 4 mil a.C. O início deste período é marcado com o fim das glaciações (época em que quase todo planeta ficou coberto de gelo) e termina com o desenvolvimento da escrita na Suméria (região da Mesopotâmia).
  • 10. Na última fase da Pré-história é possível encontrar um período muito importante para a história do homem: a Idade dos Metais. Esse momento seguiu à Idade da Pedra e pode ser marcado pelo início da fabricação de ferramentas e armas de metal, que eram muito mais eficazes que os materiais utilizados previamente, que eram as pedras. A princípio as matérias primas utilizadas na confecção das ferramentas eram o cobre, o estanho e o bronze, metais cuja fusão é mais simplificada. Com algum tempo depois o ferro começou a ser utilizado, pois as técnicas de fundição foram ficando mais avançadas e a necessidade foi aumentando. A Idade dos Metais é um período que vai de 6,5 mil anos atrás até o surgimento da escrita, marco que deu fim ao período pré-histórico. Na última fase da Pré-história é possível encontrar um período muito importante para a história do homem: a Idade dos Metais. Esse momento seguiu à Idade da Pedra e pode ser marcado pelo início da fabricação de ferramentas e armas de metal, que eram muito mais eficazes que os materiais utilizados previamente, que eram as pedras. A princípio as matérias primas utilizadas na confecção das ferramentas eram o cobre, o estanho e o bronze, metais cuja fusão é mais simplificada. Com algum tempo depois o ferro começou a ser utilizado, pois as técnicas de fundição foram ficando mais avançadas e a necessidade foi aumentando. A Idade dos Metais é um período que vai de 6,5 mil anos atrás até o surgimento da escrita, marco que deu fim ao período pré-histórico
  • 11. Para os Historiadores conservadores tradicionais positivistas podemos definir história como ação : o uso do domínio do fogo Este é um conceito muito equivocado pois tudo aquilo que o homem pensa ou faz pode se classificado como uma ação histórica independentemente da escrita O Positivismo é uma corrente sociológica cujo precursor foi o francês Auguste Comte (1789-1857). Surgiu como desenvolvimento sociológico do Iluminismo e das crises social e moral do fim da Idade Média e do nascimento da sociedade industrial. Propõe à existência humana valores completamente humanos, afastando radicalmente teologia ou metafísica. Assim, o Positivismo - na versão contemporânea, pelo menos - associa uma interpretação das ciências e uma classificação do conhecimento a uma ética humana, desenvolvida na segunda fase da carreira de Comte. .
  • 12. Uma periodização comumente usada pela historiografia ocidental, baseada em grandes marcos de mudança de poder na geopolítica européia, é a seguinte: até 4000 a.C. (advento da escrita): PRÉ-HISTÓRIA de 4000 a.C. até 476 d.C. (queda do Império Romano do Ocidente): ANTIGÜIDADE de 476 d.C. até 1453 (conquista de Constantinopla pelos turcos): IDADE MÉDIA de 1453 até 1789 (eclosão da Revolução Francesa): IDADE MODERNA de 1789 até os dias atuais: IDADE CONTEMPORÂNEA Da vida do homem em terra, 98% compõem o que se convencionou chamar Pré-História. Os 2% restantes são a história propriamente dita. Esta divisão é convencional e tem caráter didático, pois as mudanças ocorridas de um período para outro se estenderam por um largo período de tempo, e de forma gradual, onde não existe rompimento abrupto, como visto nos livros didáticos, onde numa página se lê "fim da Idade Média" e na página seguinte "início da Idade Moderna".
  • 13. Ademais, por exemplo, os modos de produção de um período se misturam com o seguinte, ou com o anterior. Fato históricos, destacados, são tomados como marcos para separar as idades da história, delimitações, hoje, muito questionadas pelos professores e estudiosos. Por exemplo, uma nova era pode estar começando hoje, já ter começado a alguns anos, ou vir a acontecer daqui a alguns anos? Ninguém sabe responder a essa pergunta, na mesma proporção que não se pode ter certeza da eficiência da divisão atual: conforme as eras vão ficando mais recentes, elas vão ficando menores, e nessa tendência chegará um dia em que o sistema inteiro precisará ser revisto.
  • 14. Mas o que mais atrapalha na precisão histórica é a própria destruição dos registros históricos, como por exemplo, na Biblioteca de Alexandria (a maior biblioteca do mundo da Idade Antiga foi queimada durante a invasão islâmica) ou na de Lisboa (destruída durante o terremoto). Não é difícil imaginar que parte da chave daquilo que aconteceu na antiguidade ficou distorcida para sempre, e que muita coisa que existe atualmente ainda não tem uma explicação histórica (como por exemplo, quem realmente inventou a bússola? Quem realmente descobriu o Brasil ? Quantos livros Pitágoras publicou de fato?). Assim, chega-se à conclusão de que não sabemos realmente o que aconteceu.
  • 15. Do ponto de vista europeu, a História se divide em quatro grandes períodos: Idade Antiga Está estreitamente ligada ao Oriente. Lá florescem as primeiras civilizações, sobretudo na chamada "Zona do Crescente Fértil", que atraiu, pelas possibilidades agrícolas, os primeiros habitantes do Egito, Palestina, Mesopotâmia,Irã e Fenícia. Abrange, também, as chamadas civilizações clássicas, Grécia e Roma, Ocidente. Vai do aparecimento da escrita (3500 a.C.) até a Queda do Império Romano Ocidental em 476. Caracterizou-se pelo Escravismo Idade Média Compreende o espaço de dez séculos decorridos entre a Queda do Império Romano do Ocidente e a Queda do Império Romano do Oriente em 1453 (tomada de Constatinopla). Sistema que a caracterizou: o Feudalismo.
  • 16. Idade Moderna Começa em fins do século XV com a invenção da Imprensa, os descobrimentos marítimos e o Renascimento, e vai até a Revolução Francesa de 1789. Com ela nasceu o Capitalismo. Aqui aparecem os Estados nacionais e os reis recuperando os poderes que tinham perdido no Feudalismo, tornando-se senhores absolutos de suas nações. Idade Contemporânea Vai da Revolução Francesa até os nossos dias. Verifica-se o grande avanço da técnica e os conflitos de grandes proporções. O pós-guerra se caracteriza pela Guerra Fria do Capitalismo com o Socialismo. E a partir de 1989, uma série de ocorrências político-ideológicas no leste europeu.
  • 17. EUROCENTRISMO eurocentrismo substantivo masculino 1. tendência ou atitude de eurocêntrico. 2. pol influência política, econômica, social, cultural etc. exercida pela Europa sobre outras áreas geopolíticas; europeísmo. Periodização influenciada pela Europa ( eurocentrismo ) concentração de acontecimentos relacionados a história européia desprezado a história da África America Ásia e da Oceania
  • 18. A HISTÓRIA É MARCADA POR EVENTOS IMPORTANTES ESTRUTURAS SOCIAIS: POLITICA Econômica Sociedade Religiosa Cultura
  • 19. Na antiguidade temos Herótodo de Helicarnarso o pai da História e da Geografia. A palavra história vem grego Historie narra como Herótodo fez um apanhado geral dos acontecimentos que estavam ocorrendo na antiguidade é dele a frase “ O Egito é uma dádiva do Nilo”uma frase interrensate que serve como fonte Histórica.
  • 20. Temos também Tucídides, ele usou critérios para fazer sua narração Histórica. É dele a frase: “quem muito vive muito infortúnio passa”
  • 21. Na idade média temos a Igreja Católica predominando de certa maneira o controle político, econômico e social que influencia a história nessa época boa parte dos acontecimentos era atribuída a DEUS temos ai o teocentrismo (substantivo masculino doutrina ou crença que considera Deus como o centro de tudo.) que vem compor essa narrativa Histórica.
  • 23. Na idade Moderna temos o Renascimento enaltecendo o homem a razão e enaltecendo a ciência a parti daí temos a História sendo fundamentada de um senso critico porém ainda não é neste momento que a História é considerada uma ciência. A concepção de História como ciência só ocorreu no século XIX com o positivismo ( Auguste Comte) responsável por trazer a História como ciência História que tem métodos vai dizer que o historiador tem objetividade ao analisar o fato histórico ou seja vai dizer que o historiador não emita opinião que não desenvolva o senso critico.É neste momento que classificamos o positivismo como uma escola tradicional uma escola metódica porque o papel do historiador era pegar o documento escrito como fonte histórica e a partir daí construir sua narrativa sem nem um momento tecer comentários ou desenvolver senso critico, segundo Comte para que a história fosse respeitada era necessário que o historiador tivesse mentalidade ( que é impossível ) porque a história tem imparcialidades porque ela é envolvida por paixão. Ex: se você for fala sobre a história da sua cidade ou do seu time você vai tecer paizão e sentimentos. Comte classificou a História como ciência.
  • 24.  Isidore Auguste Marie François Xavier Comte foi um filósofo francês, fundador da Sociologia e do Positivismo, que trabalhou intensamente na criação de uma filosofia positiva. Wikipédia  Nascimento: 19 de janeiro de 1798,Montpellier, França  Falecimento: 5 de setembro de 1857,Paris, França  Nacionalidade: Francês  Obras: Curso de filosofia positiva, Early political writings, mais  Influências: Émile Durkheim, Conde de Saint- Simon, mais  Educação: Universidade de Montpellier,École Polytechnique Isidore Auguste Marie François Xavier Comte foi um filósofo francês, fundador da Sociologia e do Positivismo, que trabalhou intensamente na criação de uma filosofia positiva. Wikipédia Nascimento: 19 de janeiro de 1798,Montpellier, França Falecimento: 5 de setembro de 1857,Paris, França Nacionalidade: Francês Obras: Curso de filosofia positiva, Early political writings, mais Influências: Émile Durkheim, Conde de Saint-Simon, mais Educação: Universidade de Montpellier,École Polytechnique
  • 25.  Com Karl MaxKarl Max inaugura a História critica segundo max a história da humanidade é marcada por lulas de classe e o conceito de Max bastante usado é o Materialismo Histórico conceito muito usado nas provas do ENEM . Segundo Max desde a pré-história até os dias atuais com a chegada do capitalismo a História é marcada por estes interreses materiais onde as coisas se transforma em homens ou humanos, e os humanos se transformam em coisas.
  • 26. É a personificação das coisas é o momento em que Max também avalia as lutas de classe por aqueles que detém a propriedade privada e aquele que não a detém. Max também vem analisar o conceito de mas valia de alienação e de Ideologia Socialismo e Capitalismo. A grande contribuição de Max para a História e inserir este conjunto de criticas, trabalhar a História social e dos trabalhadores. Enquanto Comte trabalha a história política, factual, Max vem abordando a história social. Positivismo ( História Política ) Maxiscismo ( História Social )
  • 29. Para o grupo de Historiadores que vem muda o modo de escrever e a analisa a história em referência para a ciência, para a Historiografia atual foi a Escola dos Annales ( revista Francesa ) de 1929