COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM E O ENSINO DA HISTÓRIA – A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA

                                                                                     CFPCascais 09


                      Guia do Trabalho Prático e Reflexivo

        Este documento tem como objectivo dar algumas linhas de orientação para o
desenvolvimento de trabalhos escritos, no âmbito da acção de formação: COMUNIDADES
VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM E O ENSINO DA HISTÓRIA – A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA
        As linhas de orientação não visam criar regras de trabalho fixas, são antes linhas de
rumo para a articulação entre os trabalhos práticos realizados em sessão e a promoção de um
desenvolvimento mais teórico e reflexivo sobre as aprendizagens, problemáticas e mobilização
de competências demonstradas nos diferentes contextos de actuação por forma a promover uma
reflexão passível de ser analisada com vista à avaliação global individual e colectiva dos
formandos.
        Este documento, deve pois, ser entendido como um ponto de partida para a organização
de conteúdos e apresentação dos mesmos, quer para realização de trabalhos individuais, quer
para trabalhos realizados em grupos de actividades colaborativas.



Apresentação e Reflexão Inicial

        Esta fase de implementação da mobilização de competências é realizada em sala, com
o apoio do formador. É essencialmente realizada em cada um dos temas de forma a realizar
uma introdução mais teórica e de contexto e que permitirá aos formandos enquadrarem a sua
experiência, conhecimentos, capacidades e aptidões de forma a criarem propostas de trabalho
individuais e/ou colectivas que possam ser implementadas e realizadas no decurso do processo
formativo. As actividades serão realizadas num contexto de brainstorming com o apoio de suportes de
aprendizagem (Slides, Vídeos, Textos e outros…) e sempre que necessário serão solicitadas algumas
leituras ou pesquisas de enquadramento temático. Uma vez que o trabalho a realizar exige uma
intervenção prática de construção de uma comunidade virtual de aprendizagem ou planeamento de
realização em contexto de sala, acresce a este trabalho teórico a necessária reflexão de modelos e
formas de implementação prática das actividades a realizar em função dos objectivos desta acção de
formação.


Planificação e Modelo

         Nesta fase, quer seja um trabalho individual, quer seja um trabalho de grupo, os
formandos deverão eleger as temáticas a abordar, tecnologias/recursos a serem utilizadas e
realizar uma planificação preliminar (caso seja individual, encontrar as ideias estruturantes da
reflexão; caso seja em grupo, para além deste ponto, incluir a definição da organização social do
trabalho de grupo, isto é, definição dos papeis de cada membro na realização do trabalho).
         Nesta fase serão ainda realizados alguns conjuntos de pesquisas e trabalho de
organização temática com o acompanhamento do formador.




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                      Guião Prático para a Acção de Formação – Makt09
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                                                                                     CFPCascais 09

Desenvolvimento e Monitorização

         Após a consolidação das fases anteriores, os formandos iniciam individualmente ou em
grupos, o trabalho de realização das actividades, recurso, instrumento ou produto que se tenham
proposto realizar. O desenvolvimento das actividades é feito em contexto de sala e pode ser
realizado por transposição directa de actividades profissionais fora deste contexto. Aqui, as
ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona (e-mail, página de apoio -
http://cvahist9.ning.com/) funcionam também como espaço de troca de dados, informações e
esclarecimento de dúvidas, para além das actividades de monitorização e apoio realizadas pelo
formador em contexto formal de sala.

         Os formandos devem utilizar as ferramentas de comunicação com o formador para irem
dando algumas informações formais sobre as actividades desenvolvidas casos estas impliquem
actividades para além do contexto de sala. Estas informações são dadas por meio dos espaços
dedicados aos Grupos (na plataforma de apoio ao curso) ou por e-mail directamente para o
formador. Preferencialmente deve sempre ser utilizada a plataforma pois esta é uma forma de
partilhar dúvidas e práticas que beneficia todos.


Acompanhamento e Competências

        Ao longo do desenvolvimento do trabalho, os formandos serão sempre acompanhados
pelo formador. Este acompanhamento revestir-se-á, muitas vezes, de apoio técnico,
recomendações de leituras, articulação de conhecimentos, reflexões conjuntas e trabalho
colaborativo. Este acompanhamento será realizado em sala, assim como, através das
ferramentas de comunicação disponíveis, quer síncronas quer assíncronas (neste caso no
espaço de 24 horas).

       O formador pode ser contacto via:
       E-mail: joecalima@gmail.com
       Telemóvel: 917098266
       Messenger: jo_eca@hotmail.com
       Endereço da Plataforma: http://cvahist9.ning.com/




                                                                                                      2
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Apresentação Final

        Para que o formador possa proceder a uma análise global das actividades realizadas
para além do acompanhamento realizado em sala, os formandos deverão criar um documento
de registo reflexivo dessas mesmas actividades e de práticas metodológicas de um ponto de
vista mais teórico. Quando o trabalho for realizado a nível individual, este documento final é
individual. Quando o trabalho realizado for de grupo o documento é realizado pelo grupo
devendo conter uma componente de análise reflexiva individual de cada um dos seus elementos.

        Este trabalho final terá o seguinte modelo:
        - Índice
        - Introdução (máximo 1 página) – concepção, reflexões de escolha, desenvolvimento,
        ferramentas, opções tomadas, etc.
        - Actividades desenvolvidas (máximo 8 páginas sem contar com imagens, gráficos e
        esquemas)
        a. Descrição
        b. Finalidade e objectivos
        c. Etapas, Metodologia e resultados
        d. Pontos fortes e ponto fracos
        - Análise auto-reflexiva e crítica (máximo 1 página/ 1 página por elemento do grupo)
        a. Análise pessoal de competências utilizadas/adquiridas (Se em trabalho de grupo deve
        ser registada a reflexão individual de cada um dos elementos desse mesmo grupo.)
        - Conclusões (máximo 1 página)
        - Anexos

        Por último, quer o trabalho seja realizado individualmente, quer o seja em grupo, existirá
uma pequena apresentação ao grupo de formandos com a duração máxima de 10 minutos que
depois será comentada por todos, incluindo o formador.


Análise final de observação competências.

        A análise final será realizada por via da avaliação inter-pares e auto e hetero avaliação.
As conclusões serão partilhadas num blog público a realizar no final da acção de formação onde
serão colocadas fotografias, resultados de análise do trabalho e partilha de práticas para alargar
a reflexão obtida pela experiência vivida por todos à comunidade educativa interessada na
temática da acção de formação.




                                                                          João Lima | 09 | Makt09




                                                                                                      3
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Guião Cva Hist09

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    COMUNIDADES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM E O ENSINO DA HISTÓRIA – A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA CFPCascais 09 Guia do Trabalho Prático e Reflexivo Este documento tem como objectivo dar algumas linhas de orientação para o desenvolvimento de trabalhos escritos, no âmbito da acção de formação: COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM E O ENSINO DA HISTÓRIA – A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA As linhas de orientação não visam criar regras de trabalho fixas, são antes linhas de rumo para a articulação entre os trabalhos práticos realizados em sessão e a promoção de um desenvolvimento mais teórico e reflexivo sobre as aprendizagens, problemáticas e mobilização de competências demonstradas nos diferentes contextos de actuação por forma a promover uma reflexão passível de ser analisada com vista à avaliação global individual e colectiva dos formandos. Este documento, deve pois, ser entendido como um ponto de partida para a organização de conteúdos e apresentação dos mesmos, quer para realização de trabalhos individuais, quer para trabalhos realizados em grupos de actividades colaborativas. Apresentação e Reflexão Inicial Esta fase de implementação da mobilização de competências é realizada em sala, com o apoio do formador. É essencialmente realizada em cada um dos temas de forma a realizar uma introdução mais teórica e de contexto e que permitirá aos formandos enquadrarem a sua experiência, conhecimentos, capacidades e aptidões de forma a criarem propostas de trabalho individuais e/ou colectivas que possam ser implementadas e realizadas no decurso do processo formativo. As actividades serão realizadas num contexto de brainstorming com o apoio de suportes de aprendizagem (Slides, Vídeos, Textos e outros…) e sempre que necessário serão solicitadas algumas leituras ou pesquisas de enquadramento temático. Uma vez que o trabalho a realizar exige uma intervenção prática de construção de uma comunidade virtual de aprendizagem ou planeamento de realização em contexto de sala, acresce a este trabalho teórico a necessária reflexão de modelos e formas de implementação prática das actividades a realizar em função dos objectivos desta acção de formação. Planificação e Modelo Nesta fase, quer seja um trabalho individual, quer seja um trabalho de grupo, os formandos deverão eleger as temáticas a abordar, tecnologias/recursos a serem utilizadas e realizar uma planificação preliminar (caso seja individual, encontrar as ideias estruturantes da reflexão; caso seja em grupo, para além deste ponto, incluir a definição da organização social do trabalho de grupo, isto é, definição dos papeis de cada membro na realização do trabalho). Nesta fase serão ainda realizados alguns conjuntos de pesquisas e trabalho de organização temática com o acompanhamento do formador. 1 Guião Prático para a Acção de Formação – Makt09
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    COMUNIDADES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM E O ENSINO DA HISTÓRIA – A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA CFPCascais 09 Desenvolvimento e Monitorização Após a consolidação das fases anteriores, os formandos iniciam individualmente ou em grupos, o trabalho de realização das actividades, recurso, instrumento ou produto que se tenham proposto realizar. O desenvolvimento das actividades é feito em contexto de sala e pode ser realizado por transposição directa de actividades profissionais fora deste contexto. Aqui, as ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona (e-mail, página de apoio - http://cvahist9.ning.com/) funcionam também como espaço de troca de dados, informações e esclarecimento de dúvidas, para além das actividades de monitorização e apoio realizadas pelo formador em contexto formal de sala. Os formandos devem utilizar as ferramentas de comunicação com o formador para irem dando algumas informações formais sobre as actividades desenvolvidas casos estas impliquem actividades para além do contexto de sala. Estas informações são dadas por meio dos espaços dedicados aos Grupos (na plataforma de apoio ao curso) ou por e-mail directamente para o formador. Preferencialmente deve sempre ser utilizada a plataforma pois esta é uma forma de partilhar dúvidas e práticas que beneficia todos. Acompanhamento e Competências Ao longo do desenvolvimento do trabalho, os formandos serão sempre acompanhados pelo formador. Este acompanhamento revestir-se-á, muitas vezes, de apoio técnico, recomendações de leituras, articulação de conhecimentos, reflexões conjuntas e trabalho colaborativo. Este acompanhamento será realizado em sala, assim como, através das ferramentas de comunicação disponíveis, quer síncronas quer assíncronas (neste caso no espaço de 24 horas). O formador pode ser contacto via: E-mail: joecalima@gmail.com Telemóvel: 917098266 Messenger: jo_eca@hotmail.com Endereço da Plataforma: http://cvahist9.ning.com/ 2 Guião Prático para a Acção de Formação – Makt09
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    COMUNIDADES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM E O ENSINO DA HISTÓRIA – A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA CFPCascais 09 Apresentação Final Para que o formador possa proceder a uma análise global das actividades realizadas para além do acompanhamento realizado em sala, os formandos deverão criar um documento de registo reflexivo dessas mesmas actividades e de práticas metodológicas de um ponto de vista mais teórico. Quando o trabalho for realizado a nível individual, este documento final é individual. Quando o trabalho realizado for de grupo o documento é realizado pelo grupo devendo conter uma componente de análise reflexiva individual de cada um dos seus elementos. Este trabalho final terá o seguinte modelo: - Índice - Introdução (máximo 1 página) – concepção, reflexões de escolha, desenvolvimento, ferramentas, opções tomadas, etc. - Actividades desenvolvidas (máximo 8 páginas sem contar com imagens, gráficos e esquemas) a. Descrição b. Finalidade e objectivos c. Etapas, Metodologia e resultados d. Pontos fortes e ponto fracos - Análise auto-reflexiva e crítica (máximo 1 página/ 1 página por elemento do grupo) a. Análise pessoal de competências utilizadas/adquiridas (Se em trabalho de grupo deve ser registada a reflexão individual de cada um dos elementos desse mesmo grupo.) - Conclusões (máximo 1 página) - Anexos Por último, quer o trabalho seja realizado individualmente, quer o seja em grupo, existirá uma pequena apresentação ao grupo de formandos com a duração máxima de 10 minutos que depois será comentada por todos, incluindo o formador. Análise final de observação competências. A análise final será realizada por via da avaliação inter-pares e auto e hetero avaliação. As conclusões serão partilhadas num blog público a realizar no final da acção de formação onde serão colocadas fotografias, resultados de análise do trabalho e partilha de práticas para alargar a reflexão obtida pela experiência vivida por todos à comunidade educativa interessada na temática da acção de formação. João Lima | 09 | Makt09 3 Guião Prático para a Acção de Formação – Makt09