Jequié/BA
Março - 2013
Discentes: Cintia Alves; Cristiane Teixeira; Ivana Ferraz;
Lorena Gomes; Luciane Barbosa e Martha Brito.
Docente: Sofia Meira
Disciplina: Administração em Enfermagem
7º Semestre
Jequié/BA
Março - 2013
DEFINIÇÃO
Auditoria
Avaliação sistemática informal de uma
atividade, por alguém não envolvido
diretamente na sua execução, para
determinar se essa atividade está
sendo levada a efeito de acordo com os
objetivos.
DEFINIÇÃO
Auditoria na Saúde
É um instrumento de gestão para
proteger e fortalecer o SUS
contribuindo efetivamente para a
locação e a aplicação adequadas dos
recursos e para a qualidade da atenção
oferecida aos cidadãos.
DEFINIÇÃO
Auditoria em Enfermagem
É a avaliação sistemática da qualidade da
assistência de enfermagem, verificada
através das anotações de enfermagem no
prontuário do paciente e/ou das próprias
condições deste. “A comparação entre a
assistência prestada e os padrões de
assistência considerados como aceitáveis”.
FINALIDADES
 Identificar as áreas (unidades) deficientes dos serviços de
enfermagem;
 Identificar áreas de deficiência em relação a assistência em
relação a assistência de enfermagem prestada;
 Fornecer dados para melhoria da qualidade do cuidado de
enfermagem;
 Fornecer dados para a melhoria dos programas;
 Obter dados para a programação de processo de educação
permanente do pessoal de enfermagem.
BENEFÍCIOS
 Cliente / Paciente;
 Instituição;
 Equipe de Enfermagem;
 Profissão.
OPERACIONALIZAÇÃO DO
PROCESSO
A analise constitui a essência da
ação auditorial, verificar sem
interpretar, criticar sem orientar é
tarefa ineficaz e não interessa os
métodos científicos.
REQUISITOS
 Filosofia e estrutura administrativa compatível com a
proposta de enfermagem;
 Padrão de assistência desejado, estabelecidos e
conhecidos por todo pessoal do serviço de
enfermagem;
 Recursos humanos com adequados treinamentos
técnico e capacidade com auditor;
 Instrumentos contendo itens que devem ser
observados.
TIPOS DE AUDITORIA
 Auditoria Retrospectiva;
 Auditoria Operacional ou Concorrente.
CLASSIFICAÇÃO
Quanto a forma de Intervenção
 Auditoria Interna e Externa
Quanto ao Tempo
 Auditoria Continua e Periódica
Quanto a Natureza
 Auditoria Normal e Especifica
Quanto ao Limite
 Auditoria Total e Parcial
Limitações
 A auditoria em enfermagem não avalia a assistência total ao
paciente , pois o cuidado total ao paciente inclui a atuação de
outros profissionais que participam desse cuidado.
 A auditoria não tem finalidade punitiva, ela verifica o cuidado
, detecta erros e os analisa quanto a sua natureza e significado.
 A auditoria não tem como objetivo primordial a melhoria dos
registros de enfermagem, mas sim a melhoria da assistência ao
paciente , embora a partir dos resultados possam ser sugeridas
ações no sentido de melhorar os registros.
 A auditoria não tem por finalidade avaliar o desempenho de
um individuo ou de um grupo.
REFERÊNCIAS
Administração em enfermagem/coordenadora
Paulina Kurcgant. –São Paulo: EPU, 1991.

Auditoria em Enfermagem

  • 1.
  • 2.
    Discentes: Cintia Alves;Cristiane Teixeira; Ivana Ferraz; Lorena Gomes; Luciane Barbosa e Martha Brito. Docente: Sofia Meira Disciplina: Administração em Enfermagem 7º Semestre Jequié/BA Março - 2013
  • 3.
    DEFINIÇÃO Auditoria Avaliação sistemática informalde uma atividade, por alguém não envolvido diretamente na sua execução, para determinar se essa atividade está sendo levada a efeito de acordo com os objetivos.
  • 4.
    DEFINIÇÃO Auditoria na Saúde Éum instrumento de gestão para proteger e fortalecer o SUS contribuindo efetivamente para a locação e a aplicação adequadas dos recursos e para a qualidade da atenção oferecida aos cidadãos.
  • 5.
    DEFINIÇÃO Auditoria em Enfermagem Éa avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, verificada através das anotações de enfermagem no prontuário do paciente e/ou das próprias condições deste. “A comparação entre a assistência prestada e os padrões de assistência considerados como aceitáveis”.
  • 6.
    FINALIDADES  Identificar asáreas (unidades) deficientes dos serviços de enfermagem;  Identificar áreas de deficiência em relação a assistência em relação a assistência de enfermagem prestada;  Fornecer dados para melhoria da qualidade do cuidado de enfermagem;  Fornecer dados para a melhoria dos programas;  Obter dados para a programação de processo de educação permanente do pessoal de enfermagem.
  • 7.
    BENEFÍCIOS  Cliente /Paciente;  Instituição;  Equipe de Enfermagem;  Profissão.
  • 8.
    OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO A analiseconstitui a essência da ação auditorial, verificar sem interpretar, criticar sem orientar é tarefa ineficaz e não interessa os métodos científicos.
  • 9.
    REQUISITOS  Filosofia eestrutura administrativa compatível com a proposta de enfermagem;  Padrão de assistência desejado, estabelecidos e conhecidos por todo pessoal do serviço de enfermagem;  Recursos humanos com adequados treinamentos técnico e capacidade com auditor;  Instrumentos contendo itens que devem ser observados.
  • 10.
    TIPOS DE AUDITORIA Auditoria Retrospectiva;  Auditoria Operacional ou Concorrente.
  • 11.
    CLASSIFICAÇÃO Quanto a formade Intervenção  Auditoria Interna e Externa Quanto ao Tempo  Auditoria Continua e Periódica Quanto a Natureza  Auditoria Normal e Especifica Quanto ao Limite  Auditoria Total e Parcial
  • 12.
    Limitações  A auditoriaem enfermagem não avalia a assistência total ao paciente , pois o cuidado total ao paciente inclui a atuação de outros profissionais que participam desse cuidado.  A auditoria não tem finalidade punitiva, ela verifica o cuidado , detecta erros e os analisa quanto a sua natureza e significado.  A auditoria não tem como objetivo primordial a melhoria dos registros de enfermagem, mas sim a melhoria da assistência ao paciente , embora a partir dos resultados possam ser sugeridas ações no sentido de melhorar os registros.  A auditoria não tem por finalidade avaliar o desempenho de um individuo ou de um grupo.
  • 13.