SlideShare uma empresa Scribd logo
Uma síntese da tradição ocidental.
            PARTE I
  Filosofia Antiga e Medieval.

        Prof. Douglas Gregorio.
 A palavra filosofia surgiu na
  Grécia       Antiga,        há
  aproximadamente          2.400
  anos atrás.
 Semântica: filo, amigo e
  sofós, sabedoria, ou seja, o
  filósofo é o: “amigo da
  sabedoria”, e filosofia é o:     Heródoto (484-425 a.C. ?), poeta e
                                   historiador, autor de A Ilíada e da
  “amor pelo saber”, e filosofar   Odisséia. Foi um dos primeiros a
  é: “amar a sabedoria”.                usar o termo Filosofia.
 Trata-se de uma ciência? Não, porque não tem método
 nem objeto de estudo definido.

 Trata-se de uma doutrina, um saber místico/religioso?
 Também não, porque utiliza a racionalidade e a lógica
 como base, e não a fé.

 A FILOSOFIA É, PORTANTO, UMA MODALIDADE
 DE CONHECIMENTO, assim como é a arte e as
 ciências.
 Pessoas     desinformadas    ou
 Descartes      preconceituosas classificam a
1596 – 1650.    Filosofia como “mera erudição
                decorativa”, já que não tem
                utilidade produtiva... será?!

                Pascal,        Leibniz          e
                Descartes, desenvolveram         o
                raciocínio binário... que é a base
                da INFORMÁTICA.
 Os filósofos do Iluminismo desenvolveram
                 as bases do Estado contemporâneo – a
                 República Democrática e os Três Poderes; o
                 resultado foi a Revolução Francesa e o fim da
    Voltaire     ditadura dos reis; se hoje votamos, em
  1694 - 1778    grande parte é graças a eles.

                 Aprofundando as teorias de Platão, Freud
                 desenvolveu a Psicanálise...

                ... só para citar alguns poucos, de muitos
  Freud
1856 - 1939
                   exemplos!
Buda
                                                    563 – 483 a.C. (?)
                                   Confúcio
 No Oriente, em regiões       551 – 479 a.C. (?)
 como a China e a
 Índia, desenvolveram-se
 desde      a  antiguidade
 expressões legitimamente
 filosóficas.

 Porém, o nosso propósito
 é estudar a nossa tradição
 filosófica, a TRADIÇÃO
                               Tales de Mileto
 OCIDENTAL, que teve seu      624 – 556 a.C. (?)
 início na Grécia Antiga.
 Em nossa tradição, a Filosofia clássica é estudada a partir de
  duas grandes unidades básicas:

 A      história    da     Filosofia,   dividida              em:
  antiga, medieval, moderna e contemporânea.

 As áreas da Filosofia:
     Ética: os valores de bem, a moral.
     Filosofia Política: a questão do poder.
     Estética: os valores de beleza, a arte.
     Teoria do Conhecimento: a questão das verdades científicas.
     Lógica: a coerência do discurso, a linguagem.

 Estes tópicos constituem o currículo básico de um curso
  universitário de Filosofia.
 Ocorreu   na região da
 Grécia, entre os séculos
 VII ou VI a.C., até os
 séculos V ou VI d.C. .

 Temos aqui a divisão em
 dois períodos:
   pré-socrático;
   pós-socrático, a partir de
    aprox. 300 a.C.
 Ocorreu em vários centros
  espalhados pela região da
  Grécia antiga.

 A maioria dos pré-socráticos
  buscava       o     elemento
  primordial que deu origem a
  tudo o que compõe a
  natureza, a physis.

 Este elemento era chamado de
  arché.

 Neste  período surgiram as
  bases da física, da química, e
  da matemática.
Principais filósofos:

                 TALES DE MILETO, 624 – 558 a.C. (?) -
                 Considerado o primeiro filósofo, Pai da Filosofia
                 e da Cultura Ocidental, desenvolveu as bases da
                 astronomia e seu arché era a água.



 PITÁGORAS DE SAMOS, 570 – 497 a.C. (?) –
 Um dos mais enigmáticos filósofos, considerava
 o número como a essência de todas as coisas, ou
 seja, era um metafísico. A ele devemos as bases
 da matemática e da música.
Principais filósofos:
                 HERÁCLITO DE ÉFESO, 540 – 470 a.C. (?) –
                 Falava que a natureza está em constante
                 movimento de transformação, cuja dinâmica dá-
                 se através da tensão entre opostos:
                 quente/frio, seco/úmido etc., e seu arché era o
                 fogo.


 PARMÊNIDES DE ELÉIA, 530 – 460 a.C. (?) –
 Falava que a essência de todas as coisas era o
 ser, uma dimensão além da matéria, ou
 seja, metafísica; afirmava também que o ser é
 uno e estático, ou seja, transformação e
 movimento são ilusões.
 Viveu em Atenas, em 469 – 399 a.C..
  Preocupou-se em estudar o Homem:
  sua consciência, conhecimento e
  prática moral.
 Métodos: a ironia, mostra a fragilidade
  das certezas, e a maiêutica “parto das
  idéias”,  tomar     consciência      do
  conhecimento.
 Incômodo para as elites, foi julgado
  por impiedade e corrupção da
  juventude, sendo condenado à morte.
 Viveu em Atenas, em 427 – 347 a.C..
  Escreveu vasta obra em diálogos, de
  profunda influência até a atualidade. Por
  isso é considerado o maior filósofo de
  todos os tempos.
 Discípulo de Sócrates, fundou a primeira
  universidade da história, a Academia.
 Tratou, entre outros temas, da dialética do
  conhecimento: como as idéias evoluem de
  opiniões que se contrapõe, dando origem a
  novas e mais aperfeiçoadas idéias.
 Seu universo era composto do mundo
  físico, mutável e corruptível, e de um
  mundo       metafísico      (mundo      das
  idéias), perfeito, eterno e imutável – a
  dualidade cósmica.
 Viveu entre 384 – 322 a.C.. Discípulo de
  Platão, discordou do mestre ao afirmar
  que o conhecimento é construído a partir
  das impressões sensíveis – base da ciência
  até a atualidade.
 Os seres existem em ato – aquilo o que
  podemos sentir no momento, e
  potência, aquilo o que eles podem vir a
  ser.
 Classificou os seres numa hierarquia
  piramidal, de uma maioria pouco evoluída
  a uma minoria mais complexa.
 Nas ciências, destacou-se na biologia e na
  lógica. Foi professor de Alexandre, O
  Grande.
 Alexandre, O Grande, espalhou a cultura grega por
 quase todo mundo conhecido na antiguidade. Anos
 mais tarde, Paulo de Tarso difundiu o cristianismo e
 organizou a Igreja neste mesmo mundo.

 Com o crescimento do cristianismo, ocorreu a fusão
 entre o Império Romano e a Igreja, marcando o fim da
 antiguidade. Assim, a Filosofia medieval, em linhas
 gerais, cristianizou a Filosofia grega, especialmente
 Platão e Aristóteles.
 No mundo medieval, não haviam meios de
  comunicação de massa,             os   meios   de
  transporte eram precários.

 O analfabetismo era comum até entre as
  elites, só o clero tinha acesso à cultura. Livros
  tinham de ser escritos e reproduzidos a mão.

 As poucas bibliotecas da época ficavam nos
  mosteiros.

 O esforço da Filosofia medieval foi, grosso
  modo, conciliar a fé e a razão.
 354   – 430 d. C.; recebeu profunda
  influência de Platão, cuja filosofia
  cristianizou.
 Falou sobre o livre-arbítrio: sendo Deus
  eterno e imutável, perfeito, dele não viria
  o mal, mas sim da liberdade de escolha
  para nossas ações e convicções.
 Do material ao espiritual, e do espiritual
  para Deus – a superação do humano pela
  santidade (base do gótico).
 Percebemos claramente a dialética, a
  dualidade cósmica e a concepção de bem
  supremo de Platão.
 1225 – 1274 d.C. – recebeu profunda
                       influência de Aristóteles,        cuja
                       Filosofia cristianizou - tomismo.
                      Deus, motor primeiro do universo; a
                       causa não causada, origem de todas as
                       causas de Aristóteles.
                      A teoria das 4 causas de Aristóteles –
 Gordo, sério e de
      poucas           substância e forma – alma e corpo;
palavras, Tomás de     eficiência e finalidade - criação e
 Aquino ganhou
   dos colegas o
                       vontade de Deus – aparecem
  apelido de “Boi      claramente como prova da existência
 Mudo da Sicília”.
                       de Deus na Filosofia tomista.
Grupo de estudos e pesquisas Cibernética Pedagógica.
LLD - Laboratório de linguagens Digitais da ECA - USP.

                                      Imagens: Google.

                                      Prof. Douglas Gregorio.
                                www.kafenacoca.blogspot.com


                                              Outubro de 2010.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
Péricles Penuel
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
PriscillaTomazi2015
 
Platão
PlatãoPlatão
Sociologia - Religião
Sociologia - ReligiãoSociologia - Religião
Sociologia - Religião
Paulo Alexandre
 
Racionalismo x Empirismo
Racionalismo x EmpirismoRacionalismo x Empirismo
Racionalismo x Empirismo
Leonardo Leitão
 
Filosofia - helenistica
Filosofia - helenistica Filosofia - helenistica
Filosofia - helenistica
Samuel Araújo
 
Platão e a teoria das ideias
Platão e a teoria das ideiasPlatão e a teoria das ideias
Platão e a teoria das ideias
Italo Colares
 
Período helenístico
Período helenísticoPeríodo helenístico
Período helenístico
Juliana Corvino de Araújo
 
História da Filosofia dos Pré Socráticos ao Helenismo
História da Filosofia   dos Pré Socráticos ao HelenismoHistória da Filosofia   dos Pré Socráticos ao Helenismo
História da Filosofia dos Pré Socráticos ao Helenismo
Lucio Oliveira
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Leandro Nazareth Souto
 
Aula02 - Metafísica
Aula02 - MetafísicaAula02 - Metafísica
Aula02 - Metafísica
William Ananias
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
José Aristides Silva Gamito
 
O surgimento da filosofia
O surgimento da filosofiaO surgimento da filosofia
O surgimento da filosofia
Alison Nunes
 
História da Filosofia
História da FilosofiaHistória da Filosofia
História da Filosofia
Paulo Alexandre
 
Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
Tiago Machado
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: SócratesAula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Leandro Nazareth Souto
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
João Paulo Rodrigues
 
Filosofia contemporânea
Filosofia contemporâneaFilosofia contemporânea
Filosofia contemporânea
Lucas Sousa
 
Filosofia Socrática
Filosofia SocráticaFilosofia Socrática
Filosofia Socrática
Juliana Corvino de Araújo
 
Sociologia ii aula 1 - Cultura e Sociedade
Sociologia ii   aula 1 - Cultura e SociedadeSociologia ii   aula 1 - Cultura e Sociedade
Sociologia ii aula 1 - Cultura e Sociedade
Carmem Rocha
 

Mais procurados (20)

Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
 
Platão
PlatãoPlatão
Platão
 
Sociologia - Religião
Sociologia - ReligiãoSociologia - Religião
Sociologia - Religião
 
Racionalismo x Empirismo
Racionalismo x EmpirismoRacionalismo x Empirismo
Racionalismo x Empirismo
 
Filosofia - helenistica
Filosofia - helenistica Filosofia - helenistica
Filosofia - helenistica
 
Platão e a teoria das ideias
Platão e a teoria das ideiasPlatão e a teoria das ideias
Platão e a teoria das ideias
 
Período helenístico
Período helenísticoPeríodo helenístico
Período helenístico
 
História da Filosofia dos Pré Socráticos ao Helenismo
História da Filosofia   dos Pré Socráticos ao HelenismoHistória da Filosofia   dos Pré Socráticos ao Helenismo
História da Filosofia dos Pré Socráticos ao Helenismo
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
 
Aula02 - Metafísica
Aula02 - MetafísicaAula02 - Metafísica
Aula02 - Metafísica
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
 
O surgimento da filosofia
O surgimento da filosofiaO surgimento da filosofia
O surgimento da filosofia
 
História da Filosofia
História da FilosofiaHistória da Filosofia
História da Filosofia
 
Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: SócratesAula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
 
Filosofia contemporânea
Filosofia contemporâneaFilosofia contemporânea
Filosofia contemporânea
 
Filosofia Socrática
Filosofia SocráticaFilosofia Socrática
Filosofia Socrática
 
Sociologia ii aula 1 - Cultura e Sociedade
Sociologia ii   aula 1 - Cultura e SociedadeSociologia ii   aula 1 - Cultura e Sociedade
Sociologia ii aula 1 - Cultura e Sociedade
 

Semelhante a Filosofia clássica 1

Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]
Dell Sales
 
Antropologia Filosófica
Antropologia FilosóficaAntropologia Filosófica
Antropologia Filosófica
Lusilene Carvalho
 
2 filosofia antiga e medieval filosofia
2 filosofia antiga e medieval   filosofia2 filosofia antiga e medieval   filosofia
2 filosofia antiga e medieval filosofia
Daniele Rubim
 
2 filosofia antiga e medieval filosofia
2 filosofia antiga e medieval   filosofia2 filosofia antiga e medieval   filosofia
2 filosofia antiga e medieval filosofia
Daniele Rubim
 
Principais períodos da história da filosofia
Principais períodos da história da filosofiaPrincipais períodos da história da filosofia
Principais períodos da história da filosofia
Aldenei Barros
 
Antropologia
Antropologia Antropologia
Antropologia
Cleberson Alves
 
Antropologia modificado
Antropologia modificadoAntropologia modificado
Antropologia modificado
Cleberson Alves
 
Antropologia modificado
Antropologia modificadoAntropologia modificado
Antropologia modificado
Cleberson Alves
 
Apresentações Sociais
Apresentações SociaisApresentações Sociais
Apresentações Sociais
itassa
 
Antropologia correcao3.
Antropologia correcao3.Antropologia correcao3.
Antropologia correcao3.
itassa
 
1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx
josuelsilva19
 
Trabalho de antropologia
Trabalho de antropologiaTrabalho de antropologia
Trabalho de antropologia
PSIFCA
 
VisãO Geral da Filosofia
VisãO Geral da FilosofiaVisãO Geral da Filosofia
VisãO Geral da Filosofia
ProfMario De Mori
 
Antropologia
AntropologiaAntropologia
Antropologia
psicoonline2010
 
Trabalho de história filosofia grega
Trabalho de história  filosofia gregaTrabalho de história  filosofia grega
Trabalho de história filosofia grega
Carolina Alves
 
Slides Antropologia
Slides AntropologiaSlides Antropologia
Slides Antropologia
Misterios10
 
A origem da filosofia
A origem da filosofia A origem da filosofia
A origem da filosofia
Colégio Nova Geração COC
 
Slide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofiaSlide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofia
iranildespm
 
Origem da Filosofia
Origem da FilosofiaOrigem da Filosofia
Origem da Filosofia
Jéssica Santana
 
5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt
5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt
5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt
Silvio Gomes
 

Semelhante a Filosofia clássica 1 (20)

Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]
 
Antropologia Filosófica
Antropologia FilosóficaAntropologia Filosófica
Antropologia Filosófica
 
2 filosofia antiga e medieval filosofia
2 filosofia antiga e medieval   filosofia2 filosofia antiga e medieval   filosofia
2 filosofia antiga e medieval filosofia
 
2 filosofia antiga e medieval filosofia
2 filosofia antiga e medieval   filosofia2 filosofia antiga e medieval   filosofia
2 filosofia antiga e medieval filosofia
 
Principais períodos da história da filosofia
Principais períodos da história da filosofiaPrincipais períodos da história da filosofia
Principais períodos da história da filosofia
 
Antropologia
Antropologia Antropologia
Antropologia
 
Antropologia modificado
Antropologia modificadoAntropologia modificado
Antropologia modificado
 
Antropologia modificado
Antropologia modificadoAntropologia modificado
Antropologia modificado
 
Apresentações Sociais
Apresentações SociaisApresentações Sociais
Apresentações Sociais
 
Antropologia correcao3.
Antropologia correcao3.Antropologia correcao3.
Antropologia correcao3.
 
1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx
 
Trabalho de antropologia
Trabalho de antropologiaTrabalho de antropologia
Trabalho de antropologia
 
VisãO Geral da Filosofia
VisãO Geral da FilosofiaVisãO Geral da Filosofia
VisãO Geral da Filosofia
 
Antropologia
AntropologiaAntropologia
Antropologia
 
Trabalho de história filosofia grega
Trabalho de história  filosofia gregaTrabalho de história  filosofia grega
Trabalho de história filosofia grega
 
Slides Antropologia
Slides AntropologiaSlides Antropologia
Slides Antropologia
 
A origem da filosofia
A origem da filosofia A origem da filosofia
A origem da filosofia
 
Slide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofiaSlide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofia
 
Origem da Filosofia
Origem da FilosofiaOrigem da Filosofia
Origem da Filosofia
 
5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt
5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt
5.0 PERÍODOS E CAMPOS DA INVESTIGAÇÃO GREGA.ppt
 

Mais de Douglas Gregorio

MOOC - o que é?
MOOC - o que é?MOOC - o que é?
MOOC - o que é?
Douglas Gregorio
 
A Cultura Underground.
A Cultura Underground.A Cultura Underground.
A Cultura Underground.
Douglas Gregorio
 
Micromacroeconomia.
Micromacroeconomia.Micromacroeconomia.
Micromacroeconomia.
Douglas Gregorio
 
A Virtude.
A Virtude.A Virtude.
A Virtude.
Douglas Gregorio
 
A Revolução Digital.
A Revolução Digital.A Revolução Digital.
A Revolução Digital.
Douglas Gregorio
 
A sociedade em rede.
A sociedade em rede.A sociedade em rede.
A sociedade em rede.
Douglas Gregorio
 
Questão ambiental.
Questão ambiental.Questão ambiental.
Questão ambiental.
Douglas Gregorio
 
Cultura, o que é.
Cultura, o que é.Cultura, o que é.
Cultura, o que é.
Douglas Gregorio
 
Conflitos mundiais.
Conflitos mundiais.Conflitos mundiais.
Conflitos mundiais.
Douglas Gregorio
 
Ciência, introdução.
Ciência, introdução.Ciência, introdução.
Ciência, introdução.
Douglas Gregorio
 
Sociologia, introdução.
Sociologia, introdução.Sociologia, introdução.
Sociologia, introdução.
Douglas Gregorio
 
Comunidade, sociologia.
Comunidade, sociologia.Comunidade, sociologia.
Comunidade, sociologia.
Douglas Gregorio
 
Conhecimento mítico
Conhecimento míticoConhecimento mítico
Conhecimento mítico
Douglas Gregorio
 
Subdesenvolvimento.
Subdesenvolvimento.Subdesenvolvimento.
Subdesenvolvimento.
Douglas Gregorio
 
A natureza humana.
A natureza humana. A natureza humana.
A natureza humana.
Douglas Gregorio
 
Walter Benjamin e o conceito de história.
Walter Benjamin e o conceito de história.Walter Benjamin e o conceito de história.
Walter Benjamin e o conceito de história.
Douglas Gregorio
 
Socialização
SocializaçãoSocialização
Socialização
Douglas Gregorio
 
Antropologia.
Antropologia.Antropologia.
Antropologia.
Douglas Gregorio
 
Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.
Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.
Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.
Douglas Gregorio
 
Marketing - análise ambiental - ambiente social.
Marketing - análise ambiental - ambiente social.Marketing - análise ambiental - ambiente social.
Marketing - análise ambiental - ambiente social.
Douglas Gregorio
 

Mais de Douglas Gregorio (20)

MOOC - o que é?
MOOC - o que é?MOOC - o que é?
MOOC - o que é?
 
A Cultura Underground.
A Cultura Underground.A Cultura Underground.
A Cultura Underground.
 
Micromacroeconomia.
Micromacroeconomia.Micromacroeconomia.
Micromacroeconomia.
 
A Virtude.
A Virtude.A Virtude.
A Virtude.
 
A Revolução Digital.
A Revolução Digital.A Revolução Digital.
A Revolução Digital.
 
A sociedade em rede.
A sociedade em rede.A sociedade em rede.
A sociedade em rede.
 
Questão ambiental.
Questão ambiental.Questão ambiental.
Questão ambiental.
 
Cultura, o que é.
Cultura, o que é.Cultura, o que é.
Cultura, o que é.
 
Conflitos mundiais.
Conflitos mundiais.Conflitos mundiais.
Conflitos mundiais.
 
Ciência, introdução.
Ciência, introdução.Ciência, introdução.
Ciência, introdução.
 
Sociologia, introdução.
Sociologia, introdução.Sociologia, introdução.
Sociologia, introdução.
 
Comunidade, sociologia.
Comunidade, sociologia.Comunidade, sociologia.
Comunidade, sociologia.
 
Conhecimento mítico
Conhecimento míticoConhecimento mítico
Conhecimento mítico
 
Subdesenvolvimento.
Subdesenvolvimento.Subdesenvolvimento.
Subdesenvolvimento.
 
A natureza humana.
A natureza humana. A natureza humana.
A natureza humana.
 
Walter Benjamin e o conceito de história.
Walter Benjamin e o conceito de história.Walter Benjamin e o conceito de história.
Walter Benjamin e o conceito de história.
 
Socialização
SocializaçãoSocialização
Socialização
 
Antropologia.
Antropologia.Antropologia.
Antropologia.
 
Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.
Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.
Marketing - análise ambiental - tecnologia e competitividade.
 
Marketing - análise ambiental - ambiente social.
Marketing - análise ambiental - ambiente social.Marketing - análise ambiental - ambiente social.
Marketing - análise ambiental - ambiente social.
 

Último

Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
marcos oliveira
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 

Filosofia clássica 1

  • 1. Uma síntese da tradição ocidental. PARTE I Filosofia Antiga e Medieval. Prof. Douglas Gregorio.
  • 2.  A palavra filosofia surgiu na Grécia Antiga, há aproximadamente 2.400 anos atrás.  Semântica: filo, amigo e sofós, sabedoria, ou seja, o filósofo é o: “amigo da sabedoria”, e filosofia é o: Heródoto (484-425 a.C. ?), poeta e historiador, autor de A Ilíada e da “amor pelo saber”, e filosofar Odisséia. Foi um dos primeiros a é: “amar a sabedoria”. usar o termo Filosofia.
  • 3.  Trata-se de uma ciência? Não, porque não tem método nem objeto de estudo definido.  Trata-se de uma doutrina, um saber místico/religioso? Também não, porque utiliza a racionalidade e a lógica como base, e não a fé.  A FILOSOFIA É, PORTANTO, UMA MODALIDADE DE CONHECIMENTO, assim como é a arte e as ciências.
  • 4.  Pessoas desinformadas ou Descartes preconceituosas classificam a 1596 – 1650. Filosofia como “mera erudição decorativa”, já que não tem utilidade produtiva... será?!  Pascal, Leibniz e Descartes, desenvolveram o raciocínio binário... que é a base da INFORMÁTICA.
  • 5.  Os filósofos do Iluminismo desenvolveram as bases do Estado contemporâneo – a República Democrática e os Três Poderes; o resultado foi a Revolução Francesa e o fim da Voltaire ditadura dos reis; se hoje votamos, em 1694 - 1778 grande parte é graças a eles.  Aprofundando as teorias de Platão, Freud desenvolveu a Psicanálise... ... só para citar alguns poucos, de muitos Freud 1856 - 1939 exemplos!
  • 6. Buda 563 – 483 a.C. (?) Confúcio  No Oriente, em regiões 551 – 479 a.C. (?) como a China e a Índia, desenvolveram-se desde a antiguidade expressões legitimamente filosóficas.  Porém, o nosso propósito é estudar a nossa tradição filosófica, a TRADIÇÃO Tales de Mileto OCIDENTAL, que teve seu 624 – 556 a.C. (?) início na Grécia Antiga.
  • 7.  Em nossa tradição, a Filosofia clássica é estudada a partir de duas grandes unidades básicas:  A história da Filosofia, dividida em: antiga, medieval, moderna e contemporânea.  As áreas da Filosofia:  Ética: os valores de bem, a moral.  Filosofia Política: a questão do poder.  Estética: os valores de beleza, a arte.  Teoria do Conhecimento: a questão das verdades científicas.  Lógica: a coerência do discurso, a linguagem.  Estes tópicos constituem o currículo básico de um curso universitário de Filosofia.
  • 8.  Ocorreu na região da Grécia, entre os séculos VII ou VI a.C., até os séculos V ou VI d.C. .  Temos aqui a divisão em dois períodos:  pré-socrático;  pós-socrático, a partir de aprox. 300 a.C.
  • 9.  Ocorreu em vários centros espalhados pela região da Grécia antiga.  A maioria dos pré-socráticos buscava o elemento primordial que deu origem a tudo o que compõe a natureza, a physis.  Este elemento era chamado de arché.  Neste período surgiram as bases da física, da química, e da matemática.
  • 10. Principais filósofos: TALES DE MILETO, 624 – 558 a.C. (?) - Considerado o primeiro filósofo, Pai da Filosofia e da Cultura Ocidental, desenvolveu as bases da astronomia e seu arché era a água. PITÁGORAS DE SAMOS, 570 – 497 a.C. (?) – Um dos mais enigmáticos filósofos, considerava o número como a essência de todas as coisas, ou seja, era um metafísico. A ele devemos as bases da matemática e da música.
  • 11. Principais filósofos: HERÁCLITO DE ÉFESO, 540 – 470 a.C. (?) – Falava que a natureza está em constante movimento de transformação, cuja dinâmica dá- se através da tensão entre opostos: quente/frio, seco/úmido etc., e seu arché era o fogo. PARMÊNIDES DE ELÉIA, 530 – 460 a.C. (?) – Falava que a essência de todas as coisas era o ser, uma dimensão além da matéria, ou seja, metafísica; afirmava também que o ser é uno e estático, ou seja, transformação e movimento são ilusões.
  • 12.  Viveu em Atenas, em 469 – 399 a.C.. Preocupou-se em estudar o Homem: sua consciência, conhecimento e prática moral.  Métodos: a ironia, mostra a fragilidade das certezas, e a maiêutica “parto das idéias”, tomar consciência do conhecimento.  Incômodo para as elites, foi julgado por impiedade e corrupção da juventude, sendo condenado à morte.
  • 13.  Viveu em Atenas, em 427 – 347 a.C.. Escreveu vasta obra em diálogos, de profunda influência até a atualidade. Por isso é considerado o maior filósofo de todos os tempos.  Discípulo de Sócrates, fundou a primeira universidade da história, a Academia.  Tratou, entre outros temas, da dialética do conhecimento: como as idéias evoluem de opiniões que se contrapõe, dando origem a novas e mais aperfeiçoadas idéias.  Seu universo era composto do mundo físico, mutável e corruptível, e de um mundo metafísico (mundo das idéias), perfeito, eterno e imutável – a dualidade cósmica.
  • 14.  Viveu entre 384 – 322 a.C.. Discípulo de Platão, discordou do mestre ao afirmar que o conhecimento é construído a partir das impressões sensíveis – base da ciência até a atualidade.  Os seres existem em ato – aquilo o que podemos sentir no momento, e potência, aquilo o que eles podem vir a ser.  Classificou os seres numa hierarquia piramidal, de uma maioria pouco evoluída a uma minoria mais complexa.  Nas ciências, destacou-se na biologia e na lógica. Foi professor de Alexandre, O Grande.
  • 15.  Alexandre, O Grande, espalhou a cultura grega por quase todo mundo conhecido na antiguidade. Anos mais tarde, Paulo de Tarso difundiu o cristianismo e organizou a Igreja neste mesmo mundo.  Com o crescimento do cristianismo, ocorreu a fusão entre o Império Romano e a Igreja, marcando o fim da antiguidade. Assim, a Filosofia medieval, em linhas gerais, cristianizou a Filosofia grega, especialmente Platão e Aristóteles.
  • 16.  No mundo medieval, não haviam meios de comunicação de massa, os meios de transporte eram precários.  O analfabetismo era comum até entre as elites, só o clero tinha acesso à cultura. Livros tinham de ser escritos e reproduzidos a mão.  As poucas bibliotecas da época ficavam nos mosteiros.  O esforço da Filosofia medieval foi, grosso modo, conciliar a fé e a razão.
  • 17.  354 – 430 d. C.; recebeu profunda influência de Platão, cuja filosofia cristianizou.  Falou sobre o livre-arbítrio: sendo Deus eterno e imutável, perfeito, dele não viria o mal, mas sim da liberdade de escolha para nossas ações e convicções.  Do material ao espiritual, e do espiritual para Deus – a superação do humano pela santidade (base do gótico).  Percebemos claramente a dialética, a dualidade cósmica e a concepção de bem supremo de Platão.
  • 18.  1225 – 1274 d.C. – recebeu profunda influência de Aristóteles, cuja Filosofia cristianizou - tomismo.  Deus, motor primeiro do universo; a causa não causada, origem de todas as causas de Aristóteles.  A teoria das 4 causas de Aristóteles – Gordo, sério e de poucas substância e forma – alma e corpo; palavras, Tomás de eficiência e finalidade - criação e Aquino ganhou dos colegas o vontade de Deus – aparecem apelido de “Boi claramente como prova da existência Mudo da Sicília”. de Deus na Filosofia tomista.
  • 19. Grupo de estudos e pesquisas Cibernética Pedagógica. LLD - Laboratório de linguagens Digitais da ECA - USP. Imagens: Google. Prof. Douglas Gregorio. www.kafenacoca.blogspot.com Outubro de 2010.