POLÍTICA EXPANSIONISTA DE D. JOÃO II Tinha o sonho de atingir a Índia por mar, contornando África. Empreendeu várias viagens para concretizar o seu objectivo: Viagens de Diogo Cão que em 1482-83 atingiu a foz do Rio Zaire Viagens de Bartolomeu Dias que em 1488 dobrou o Cabo das Tormentas.
RIVALIDADE LUSO-CASTELHANA Rivalidade provocada pelo domínio dos mares. Assinatura do Tratado de Alcáçovas em 1479 para acabar com as rivalidades. Portugal ficava com as terras a Sul das Canárias e as terras a Norte pertenciam a Castela. Viagem de Cristóvão Colombo reacende as rivalidades. As terras descobertas por esse navegador , de acordo com o tratado de Alcáçovas pertenciam a Portugal mas ele estava ao serviço dos castelhanos. Para resolver o problema é assinado um novo tratado TRATADO DE TORDESILHAS
TRATADO DE TORDESILHAS Mundo dividido entre Portugal e Castela por uma linha imaginária situada a 370 léguas a oeste de Cabo Verde. As terras descobertas ou a descobrir  situadas  a Ocidente do meridiano pertenciam a Castela; As terras localizadas a Oriente pertenciam a Portugal Este tratado punha em prática a Teoria do Mare Clausum
DESCOBERTA DO CAMINHO MARÍTIMO PARA A ÍNDIA Descoberto em 1498 por Vasco da Gama, no reinado de D.Manuel I IMPORTÂNCIA Permitiu a abertura da Rota do Cabo , o que possibilitou aos portugueses o acesso directo ao mercado das especiarias e de outros produtos orientais; Permitiu o desenvolvimento das trocas comerciais à escala mundial
DESCOBERTA DO BRASIL Pedro Álvares Cabral Saiu de Lisboa com destino à Índia ( para impôr o domínio português no Oriente) Segue a mesma rota de Vasco da Gama até Cabo Verde mas aqui desvia-se mais para sudoeste e encontra o Brasil. O Brasil é assim descoberto em 1500 por Pedro Álvares Cabral
Razões que nos levam a admitir que os Portugueses já sabiam da existência do Brasil antes de 1500 De acordo com o relato da viagem não se verificou qualquer tempestade que obrigasse a armada de Pedro Álvares Cabral a desviar-se da rota seguida por Vasco da Gama. As reivindicações de Portugal , aquando das negociações do Tratado de Tordesilhas. Portugal não aceitou a proposta da divisão ser feita por um meridiano localizado a 100 léguas a oeste de Cabo Verde . Exigiu as 370 léguas e dessa forma o Brasil ficava sob o domínio português.
A afirmação do expansionismo europeu: os impérios peninsulares A PRESENÇA PORTUGUESA EM ÁFRICA Relações pacíficas com objectivos comerciais Fundação de Feitorias ( Arguim e Mina) Desenvolve-se o comércio de produtos africanos . Adquirem ouro, marfim, escravos e malagueta em troca de contas de vidro , sal, tecidos garridos e objectos de adorno. Aumentaram as interinfluências culturais nos hábitos alimentares, na música , nos costumes. A aculturação dos povos africanos pelos portugueses ocorreu sobretudo na religião, cultura e língua.
TRÁFICO DE ESCRAVOS A criação da feitoria de Arguim, em 1448, marca  o nascimento do tráfico luso-africano de escravos. A escravatura, a partir do séc. XV, ganhou uma nova dimensão. A escravatura é uma das principais formas que caracterizam as relações internacionais entre a África, a Europa e a América.
PRESENÇA PORTUGUESA NO ORIENTE Presença portuguesa no Oriente dificultada pela resistência dos chefes hindus e concorrência comercial dos Muçulmanos e Turcos. Nomeação de Vice-Reis para a formação e implantação do Império Português do Oriente D. Francisco de Almeida-  1º Vice-Rei  da Índia – Política do domínio dos mares  D. Afonso de Albuquerque  – 2º Vice-Rei da Índia – política de conquistas territoriais , tendo dominado cidades importantes como Goa, Ormuz e Malaca. Viagens até ao Extremo Oriente ( China, Japão, Timor, Indonésia…) a partir da Índia, onde estabelecem feitorias. Com a abertura da  Rota do Cabo , os portugueses conseguem o monopólio comercial das especiarias orientais. Fundação da  Casa da Índia , em Lisboa, com a função de dirigir o comércio com o Oriente  e de proceder ao armazenamento , contabilidade e venda dos produtos orientais para o resto da Europa.
Relações entre portugueses e povos do Oriente Relação diversificada – por vezes havia conflitos por questões comerciais, outras vezes existia colaboração e existiam relações amigáveis. Civilizações do Oriente muito desenvolvidas a nível técnico e cultural Em algumas cidades dominadas por portugueses sentiu-se a miscigenação e aculturação. Goa e Macau – presença portuguesa fez-se sentir até ao séc. XX. Religião – aspecto mais forte da aculturação. Companhia de Jesus - destaque para S. Francisco Xavier. Portugueses receberam fortes influências orientais na literatura, ciências, artes decorativas e hábitos alimentares.
PORTUGUESES E ESPANHÓIS NA AMÉRICA A chegada de Cristóvão Colombo à América Central e a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil marcam o início da ocupação, conquista e colonização destes territórios pelos Espanhóis e portugueses.
Os Espanhóis na América Quando os espanhóis chegaram à América já lá viviam diversos povos, que tinham desenvolvido brilhantes civilizações: Maia  – América Central Azteca  – vale do México Inca  – costa ocidental da América do Sul
Os Espanhóis na América No vasto território conquistado pelos espanhóis viviam povos com diferentes culturas. Muitos desses povos tinham civilizações desenvolvidas, tinham conhecimentos matemáticos, de medicina, astronomia … A superioridade militar dos espanhóis , com o uso de armas de fogo e de cavalos é que permitiu a conquista desses povos. Deste império, os espanhóis retiraram enormes riquezas : ouro da Colômbia e Venezuela e prata do México e Perú. A população indígena americana diminuiu devido à guerra, trabalhos forçados e sobretudo devido às doenças levadas pelos espanhóis.
Os portugueses no Brasil Quando os portugueses chegaram ao Brasil encontraram povos que viviam organizadas em tribos seminómadas. Inicialmente os portugueses não se interessaram pela exploração económica do Brasil Meados do séc. XVI, com a crise do comércio português do Oriente é que se colonizou o Brasil. 1º adoptou-se o sistema de capitanias  mas este falhou porque: Existiam rivalidades entre os capitães-donatários; Existiam muitos ataques dos índios que recusavam a escravatura e o domínio colonial; Para resolver este problema , em 1549 D. João III substituiu o sistema de capitanias por Governo Geral ( Tomé de Sousa). Principais explorações - produção de açúcar e exploração de ouro e pedras preciosas.
A aculturação dos povos da América O domínio da América pelos Europeus  verificou-se ao nível da: Exploração económica; Povoamento; Interinfluências culturais. Foi talvez na América onde se verificou uma maior aculturação. A europeização fez-se sentir : Na língua  ( as línguas oficiais dos países da América Central e do Sul são o português e o espanhol, na América do Norte o inglês e o francês); O  urbanismo, técnicas agrícolas e artesanais, alguns costumes, mentalidades , instituições são de origem europeia; Na religião  – assistiu-se à  cristianização das populações ameríndias  Assistiu-se a uma  miscigenação de raças  – processo de cruzamento de raças humanas diferentes, de que resultou a formação de comunidades mestiças.
O comércio à escala mundial A descoberta de novos continentes e a abertura de novas rotas comerciais originou a  mundialização da economia. O centro da economia mundial  deixou de ser o Mediterrâneo e passou a ser o Atlântico . Rota do Cabo  – Dominada pelos portugueses faz a ligação entre a Europa e o Oriente ( provoca a decadência da rota do Levante e da seda). Rotas   atlânticas  – Faz a ligação entre a Europa, a África e a América ( rota do comércio triangular e rota dos escravos) Rota da Manila  – Dominada pelos espanhóis ligava a Europa, a América e as Filipinas através dos oceanos Atlântico e Pacífico. Lisboa e Sevilha – principais centros económicos entre os sécs XV e XVI. Apesar de Portugal e Espanha dominarem as rotas comerciais,  limitaram-se a desenvolver uma  política de transporte  das riquezas das colónias para a Europa. Estradas comerciais ligavam Lisboa aos vários mercados europeus, com especial destaque para  Antuérpia –  importante entreposto comercial na Europa que fazia a ligação entre os países do Norte, do Centro e do Sul da Europa. Assiste-se ao desenvolvimento do comércio e consequentemente ao crescimento da burguesia. Lucros do comércio possibilitam a acumulação de capital pela burguesia, nomeadamente do Norte da Europa e da Itália. Esta reinveste os lucros do comércio em actividades produtivas.
REPERCUSSÕES DOS NOVOS PRODUTOS NO QUOTIDIANO Alimentação  – Mais rica com a introdução de novos e variados produtos (especiarias, açúcar, chá , banana, café, malagueta, feijão, ananás, batata, mandioca…); Vestuário  – Uso de tecidos de luxo e jóias feitas de ouro e pedras preciosas; Decoração  – Madeiras exóticas, mobiliário requintado, objectos de marfim, porcelanas e adornos: Estilo de Vida  da Corte e dos grupos sociais privilegiados alterou-se com a abundância de mão-de-obra escrava Evolução das ciências  – Saber baseado na experiência. Desenvolvem-se ciências como a Geografia, Astronomia, Botânica, Farmacologia, Biologia…

Expansão a partir de D. João II

  • 1.
    POLÍTICA EXPANSIONISTA DED. JOÃO II Tinha o sonho de atingir a Índia por mar, contornando África. Empreendeu várias viagens para concretizar o seu objectivo: Viagens de Diogo Cão que em 1482-83 atingiu a foz do Rio Zaire Viagens de Bartolomeu Dias que em 1488 dobrou o Cabo das Tormentas.
  • 2.
    RIVALIDADE LUSO-CASTELHANA Rivalidadeprovocada pelo domínio dos mares. Assinatura do Tratado de Alcáçovas em 1479 para acabar com as rivalidades. Portugal ficava com as terras a Sul das Canárias e as terras a Norte pertenciam a Castela. Viagem de Cristóvão Colombo reacende as rivalidades. As terras descobertas por esse navegador , de acordo com o tratado de Alcáçovas pertenciam a Portugal mas ele estava ao serviço dos castelhanos. Para resolver o problema é assinado um novo tratado TRATADO DE TORDESILHAS
  • 3.
    TRATADO DE TORDESILHASMundo dividido entre Portugal e Castela por uma linha imaginária situada a 370 léguas a oeste de Cabo Verde. As terras descobertas ou a descobrir situadas a Ocidente do meridiano pertenciam a Castela; As terras localizadas a Oriente pertenciam a Portugal Este tratado punha em prática a Teoria do Mare Clausum
  • 4.
    DESCOBERTA DO CAMINHOMARÍTIMO PARA A ÍNDIA Descoberto em 1498 por Vasco da Gama, no reinado de D.Manuel I IMPORTÂNCIA Permitiu a abertura da Rota do Cabo , o que possibilitou aos portugueses o acesso directo ao mercado das especiarias e de outros produtos orientais; Permitiu o desenvolvimento das trocas comerciais à escala mundial
  • 5.
    DESCOBERTA DO BRASILPedro Álvares Cabral Saiu de Lisboa com destino à Índia ( para impôr o domínio português no Oriente) Segue a mesma rota de Vasco da Gama até Cabo Verde mas aqui desvia-se mais para sudoeste e encontra o Brasil. O Brasil é assim descoberto em 1500 por Pedro Álvares Cabral
  • 6.
    Razões que noslevam a admitir que os Portugueses já sabiam da existência do Brasil antes de 1500 De acordo com o relato da viagem não se verificou qualquer tempestade que obrigasse a armada de Pedro Álvares Cabral a desviar-se da rota seguida por Vasco da Gama. As reivindicações de Portugal , aquando das negociações do Tratado de Tordesilhas. Portugal não aceitou a proposta da divisão ser feita por um meridiano localizado a 100 léguas a oeste de Cabo Verde . Exigiu as 370 léguas e dessa forma o Brasil ficava sob o domínio português.
  • 7.
    A afirmação doexpansionismo europeu: os impérios peninsulares A PRESENÇA PORTUGUESA EM ÁFRICA Relações pacíficas com objectivos comerciais Fundação de Feitorias ( Arguim e Mina) Desenvolve-se o comércio de produtos africanos . Adquirem ouro, marfim, escravos e malagueta em troca de contas de vidro , sal, tecidos garridos e objectos de adorno. Aumentaram as interinfluências culturais nos hábitos alimentares, na música , nos costumes. A aculturação dos povos africanos pelos portugueses ocorreu sobretudo na religião, cultura e língua.
  • 8.
    TRÁFICO DE ESCRAVOSA criação da feitoria de Arguim, em 1448, marca o nascimento do tráfico luso-africano de escravos. A escravatura, a partir do séc. XV, ganhou uma nova dimensão. A escravatura é uma das principais formas que caracterizam as relações internacionais entre a África, a Europa e a América.
  • 9.
    PRESENÇA PORTUGUESA NOORIENTE Presença portuguesa no Oriente dificultada pela resistência dos chefes hindus e concorrência comercial dos Muçulmanos e Turcos. Nomeação de Vice-Reis para a formação e implantação do Império Português do Oriente D. Francisco de Almeida- 1º Vice-Rei da Índia – Política do domínio dos mares D. Afonso de Albuquerque – 2º Vice-Rei da Índia – política de conquistas territoriais , tendo dominado cidades importantes como Goa, Ormuz e Malaca. Viagens até ao Extremo Oriente ( China, Japão, Timor, Indonésia…) a partir da Índia, onde estabelecem feitorias. Com a abertura da Rota do Cabo , os portugueses conseguem o monopólio comercial das especiarias orientais. Fundação da Casa da Índia , em Lisboa, com a função de dirigir o comércio com o Oriente e de proceder ao armazenamento , contabilidade e venda dos produtos orientais para o resto da Europa.
  • 10.
    Relações entre portuguesese povos do Oriente Relação diversificada – por vezes havia conflitos por questões comerciais, outras vezes existia colaboração e existiam relações amigáveis. Civilizações do Oriente muito desenvolvidas a nível técnico e cultural Em algumas cidades dominadas por portugueses sentiu-se a miscigenação e aculturação. Goa e Macau – presença portuguesa fez-se sentir até ao séc. XX. Religião – aspecto mais forte da aculturação. Companhia de Jesus - destaque para S. Francisco Xavier. Portugueses receberam fortes influências orientais na literatura, ciências, artes decorativas e hábitos alimentares.
  • 11.
    PORTUGUESES E ESPANHÓISNA AMÉRICA A chegada de Cristóvão Colombo à América Central e a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil marcam o início da ocupação, conquista e colonização destes territórios pelos Espanhóis e portugueses.
  • 12.
    Os Espanhóis naAmérica Quando os espanhóis chegaram à América já lá viviam diversos povos, que tinham desenvolvido brilhantes civilizações: Maia – América Central Azteca – vale do México Inca – costa ocidental da América do Sul
  • 13.
    Os Espanhóis naAmérica No vasto território conquistado pelos espanhóis viviam povos com diferentes culturas. Muitos desses povos tinham civilizações desenvolvidas, tinham conhecimentos matemáticos, de medicina, astronomia … A superioridade militar dos espanhóis , com o uso de armas de fogo e de cavalos é que permitiu a conquista desses povos. Deste império, os espanhóis retiraram enormes riquezas : ouro da Colômbia e Venezuela e prata do México e Perú. A população indígena americana diminuiu devido à guerra, trabalhos forçados e sobretudo devido às doenças levadas pelos espanhóis.
  • 14.
    Os portugueses noBrasil Quando os portugueses chegaram ao Brasil encontraram povos que viviam organizadas em tribos seminómadas. Inicialmente os portugueses não se interessaram pela exploração económica do Brasil Meados do séc. XVI, com a crise do comércio português do Oriente é que se colonizou o Brasil. 1º adoptou-se o sistema de capitanias mas este falhou porque: Existiam rivalidades entre os capitães-donatários; Existiam muitos ataques dos índios que recusavam a escravatura e o domínio colonial; Para resolver este problema , em 1549 D. João III substituiu o sistema de capitanias por Governo Geral ( Tomé de Sousa). Principais explorações - produção de açúcar e exploração de ouro e pedras preciosas.
  • 15.
    A aculturação dospovos da América O domínio da América pelos Europeus verificou-se ao nível da: Exploração económica; Povoamento; Interinfluências culturais. Foi talvez na América onde se verificou uma maior aculturação. A europeização fez-se sentir : Na língua ( as línguas oficiais dos países da América Central e do Sul são o português e o espanhol, na América do Norte o inglês e o francês); O urbanismo, técnicas agrícolas e artesanais, alguns costumes, mentalidades , instituições são de origem europeia; Na religião – assistiu-se à cristianização das populações ameríndias Assistiu-se a uma miscigenação de raças – processo de cruzamento de raças humanas diferentes, de que resultou a formação de comunidades mestiças.
  • 16.
    O comércio àescala mundial A descoberta de novos continentes e a abertura de novas rotas comerciais originou a mundialização da economia. O centro da economia mundial deixou de ser o Mediterrâneo e passou a ser o Atlântico . Rota do Cabo – Dominada pelos portugueses faz a ligação entre a Europa e o Oriente ( provoca a decadência da rota do Levante e da seda). Rotas atlânticas – Faz a ligação entre a Europa, a África e a América ( rota do comércio triangular e rota dos escravos) Rota da Manila – Dominada pelos espanhóis ligava a Europa, a América e as Filipinas através dos oceanos Atlântico e Pacífico. Lisboa e Sevilha – principais centros económicos entre os sécs XV e XVI. Apesar de Portugal e Espanha dominarem as rotas comerciais, limitaram-se a desenvolver uma política de transporte das riquezas das colónias para a Europa. Estradas comerciais ligavam Lisboa aos vários mercados europeus, com especial destaque para Antuérpia – importante entreposto comercial na Europa que fazia a ligação entre os países do Norte, do Centro e do Sul da Europa. Assiste-se ao desenvolvimento do comércio e consequentemente ao crescimento da burguesia. Lucros do comércio possibilitam a acumulação de capital pela burguesia, nomeadamente do Norte da Europa e da Itália. Esta reinveste os lucros do comércio em actividades produtivas.
  • 17.
    REPERCUSSÕES DOS NOVOSPRODUTOS NO QUOTIDIANO Alimentação – Mais rica com a introdução de novos e variados produtos (especiarias, açúcar, chá , banana, café, malagueta, feijão, ananás, batata, mandioca…); Vestuário – Uso de tecidos de luxo e jóias feitas de ouro e pedras preciosas; Decoração – Madeiras exóticas, mobiliário requintado, objectos de marfim, porcelanas e adornos: Estilo de Vida da Corte e dos grupos sociais privilegiados alterou-se com a abundância de mão-de-obra escrava Evolução das ciências – Saber baseado na experiência. Desenvolvem-se ciências como a Geografia, Astronomia, Botânica, Farmacologia, Biologia…