ROTEIRO 1: O CONTEXTO HISTÓRICO DO SÉCULO XIX NA EUROPA
PARTE II - NAPOLEÃOPARTE II - NAPOLEÃO
ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITAESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA
PROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I – MÓDULO IPROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I – MÓDULO I
1
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMOINTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO
INTRODUÇÃOAOESTUDODOESPIRITISMOINTRODUÇÃOAOESTUDODOESPIRITISMO
2
1.1. O contexto históricoO contexto histórico
do Século XIX nado Século XIX na
Europa:Europa:
PARTE I – RevoluçõesPARTE I – Revoluções
PARTE II - NapoleãoPARTE II - Napoleão
2.2. Espiritismo ouEspiritismo ou
Doutrina Espírita:Doutrina Espírita:
conceito e objetoconceito e objeto
3.3. Tríplice Aspecto daTríplice Aspecto da
Doutrina EspíritaDoutrina Espírita
4.4. Pontos Principais daPontos Principais da
Doutrina EspíritaDoutrina Espírita
3
1789
DOMÍNIO
NA EUROPA
1799 a 1815
ALLAN KARDEC
1804 – 1869
1857
O LIVRO DOS
ESPÍRITOS
NAPOLEÃO
1769 – 1821
1875
O LIVRO
DOS
ESPÍRITOS
PUBLICADO
NO BRASIL
1808 e 1821 - CORTE PORTUGUESA PARA O BRASIL
1888
ABOLIÇÃO DA
ESCRAVATUR
A
1889
BRASIL
REPÚBLICA
ALLAN KARDECALLAN KARDEC (1804 – 1869)(1804 – 1869)
• Espiritismo
• Trabalho inestimável do
professor francês
HIPPOLYTE LÉON
DENIZARD RIVAIL
• Codificador da
Doutrina Espírita
4
5
1799 a 18151799 a 1815
política europeia está centrada napolítica europeia está centrada na
figura carismática defigura carismática de
NAPOLEÃO BONAPARTENAPOLEÃO BONAPARTE
NAPOLEÃO BONAPARTENAPOLEÃO BONAPARTE (1769 – 1821)
• Líder político e militar durante os
últimos estágios da Revolução
Francesa.
• Possuía um espírito compatível com
as ideias do Iluminismo – criativo,
imaginativo e pronto a repensar as
coisas.
• Seus principais interesses eram a
história, o direito e a matemática. (4)
6
NAPOLEÃO - PERSONALIDADENAPOLEÃO - PERSONALIDADE
• Cultivava as maneiras rudes
arrivista (ambicioso), perdendo as
estribeiras, trapaceando no jogo,
tirando partido das situações
como podia, sem atentar às
convenções da sociedade polida.
• Com esse comportamento ganhava as
simpatias dos cidadãos de uma Europa
triunfantemente burguesa.
BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental: do homem das
cavernas às naves espaciais – v.2, 40ª edição, São Paulo: Globo, 2001.
7
NAPOLEÃO – LÍDERNAPOLEÃO – LÍDER
• Capacidade de conceber planos
financeiros, legais ou militares e
depois dominar cada um de seus
pormenores.
• Capacidade de inspirar outras
pessoas
• Convicção de ser por destino
salvador da França . (...) obsessão
que o conduziu à ruína.
8
NAPOLEÃO - REENCARNAÇÕESNAPOLEÃO - REENCARNAÇÕES
ALEXANDRE MAGNO
• Rei da MacedôniaRei da Macedônia
(356 a.C.- 323 a.C.)(356 a.C.- 323 a.C.)
CAIO JÚLIO CESAR
• Imperador de RomaImperador de Roma
(ano 43)(ano 43)
9
(Cartas e Crônicas, 28, Irmão X, F. C. Xavier, edição FEB)
NAPOLEÃO - REENCARNAÇÕESNAPOLEÃO - REENCARNAÇÕES
ALEXANDRE MAGNO
• FOI REI DO REINO GREGO
ANTIGO DA MACEDONIA
• CONQUISTADOR MILITAR
DA ÁSIA À ÁFRICA,
CRIANDO UM DOS
MAIORES IMPÉRIOS DO
ANTIGO MUNDO
• MORREU INVICTO NAS
BATALHAS
CAIO JÚLIO CESAR
• PARTRÍCIOPARTRÍCIO
• LIDER MILITAR E POLÍTICOLIDER MILITAR E POLÍTICO
• CONSIDERADO UM DOSCONSIDERADO UM DOS
MAIORES COMANDANTESMAIORES COMANDANTES
MILITARES DA HISTÓRIAMILITARES DA HISTÓRIA
10
(Cartas e Crônicas, 28, Irmão X, F. C. Xavier, edição FEB)
NAPOLEÃO - REALIZAÇÕESNAPOLEÃO - REALIZAÇÕES
• CRIA O ENSINO
CONTROLADO PELO
ESTADO
(ensino público) reforma
educacional, instalação de
vários liceus e colégios (9)
• DECLARA LAICO O
ESTADO
separação do Estado e
da igreja
• PROMULGA O CÓDIGO
NAPOLEÔNICO
que garante a liberdade
individual, a igualdade
perante a lei, o direito à
propriedade privada, o
divórcio – e adota o
primeiro código
comercial. (1)
11
NAPOLEÃO - REALIZAÇÕESNAPOLEÃO - REALIZAÇÕES
• PROMULGA UMA
NOVA CONSTITUIÇÃO.
• CONCORDATA COM A
IGREJA CATÓLICA
retornou os padres ao
território francês
• CRIAÇÃO DO BANCO
DA FRANÇA
e do franco que durou
até a entrada do Euro
• REESTRUTURA O
APARELHO
BUROCRÁTICO.
Centralização do poder
após anos de
instabilidade depois da
Revolução Francesa
12
13
A MISSÃO DE NAPOLEÃOA MISSÃO DE NAPOLEÃO
A MISSÃO DE NAPOLEÃOA MISSÃO DE NAPOLEÃO
• Sua história está igualmente cheia
de traços brilhantes e escuros,
demonstrando que a sua
personalidade de general manteve-
se oscilante entre as forças do mal
e do bem.
• Com as suas vitórias, garantia a
integridade do solo francês, mas
espalhava a miséria e a ruína no
seio de outros povos. (1)
14
Sua fronte de soldado
pode ficar laureada, para
o mundo, de tradições
gloriosas, e verdade é que
ele foi um missionário do
Alto, embora traído em
suas próprias forças [...]. (1)
15
A MISSÃO DE NAPOLEÃOA MISSÃO DE NAPOLEÃO
A LIBERDADE GUIANDO O POVO
Eugène Delacroix - Revolução de Julho de 1830 - Queda de Carlos X. 16
NUMEROSOS ESCRITORES SE ENGAJAM NA LUTA
POLÍTICA E SOCIAL, ATRAVÉS DE SUAS OBRAS E AÇÃO
• LAMARTINE e VÍCTOR HUGO são eleitos deputados,
tornando-se o próprio Lamartine – que muito contribuiu
para o advento da República – chefe do governo provisório.
• ZOLA, militam na causa republicana ou socialista. (1)
17
LAMARTINE VICTOR HUGO ZOLA
NUMEROSOS ESCRITORES SE ENGAJAM NA LUTA
POLÍTICA E SOCIAL, ATRAVÉS DE SUAS OBRAS E AÇÃO
• STENDHAL e PAUL LOUIS COURIER, são liberais e
anticlericais.
• CHATEAUBRIAND torna-se liberal, e prevê o advento da
Democracia. (1)
18
STENDHAL PAUL L. COURIER CHATEAUBRIAND GÖETHE
19
A REVOLUÇÃO INDUSTRIALA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
E AS SUAS REPERCUSSÕESE AS SUAS REPERCUSSÕES
20
FERRO E CARVÃO
William Bell Scott - 1855-60
REVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
TRANSFORMAÇÕESTRANSFORMAÇÕES
• Derrubada do absolutismo,
do mercantilismo e dos
últimos vestígios do regime
senhoril
• Êxito econômico da classe
média
• Declínio das antigas
aristocracias fundiárias
• Desenvolvimento da
consciência de classe entre
os trabalhadores urbanos
• Disseminação do
liberalismo burguês
• Produziram a teorias e a
prática do individualismo
econômico e do liberalismo
político.
• Desenvolvimento do
nacionalismo e do
autoritarismo
• Criação de uma nova
ordem social urbana (7)
21
• Progresso tecnológico
• Invenção de máquinas e de
equipamentos sofisticados
• Desenvolvimento das
relações internacionais.
• O mundo numa aldeia
global.
• Desenvolvimento da rede de
comunicações
• Emprego inteligente da
energia elétrica e da
eletrônica.
• Ampliação dos meios de
transportes - marítimo e
aéreo.
• Pesquisas médicas-
sanitárias
• controle das doenças
epidêmicas
• Aumento das faixas da
sobrevida humana
22
REVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
TRANSFORMAÇÕESTRANSFORMAÇÕES
DESEQUILIBRIOS PRODUZIDOSDESEQUILIBRIOS PRODUZIDOS
• Nas relações trabalhistas.
• Exploração do trabalho e
pelas deficientes condições
de segurança e higiene
laborais, ocorridas em
gradações diversas.
23
24
MANIFESTAÇÕES
ARTÍSTICAS E CULTURAIS
MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICASMANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS
• ROMANTISMO
• Pesquisava-se a cultura popular e o
FOLCLORE para a produção de
pinturas, esculturas e peças musicais.
• As obras românticas de caráter épico
destacam o heroísmo.
– Lutas políticas e sociais da época: os
sacrifícios da população, o sangue
derramado nas batalhas e até as
dificuldades encontradas nas disputas
amorosas.
25
PINTURAPINTURA
• Na segunda metade do século XIX, a pintura
europeia passa por uma verdadeira
transformação, desencadeada pelo
movimento chamado Impressionismo.
26
DELACROIX DAVID MONET CÉZANNE DEGAS RENOIR MANET
IMPRESSÃO, NASCER DO SOL
Monet 27
MÚSICAMÚSICA
28
• Para os românticos não era só uma obra de
arte, mas um meio de comunicação com o
estado de alma.
WAGNERWAGNER CHOPIN ROSSINI BEETHOVEN BELLINI VERDICHOPIN ROSSINI BEETHOVEN BELLINI VERDI LISZTLISZT
CIÊNCIACIÊNCIA
• Mudanças fundamentais ao progresso
científico e tecnológico dos dias futuros.
29
LE VERRIER DARWIN PASTEUR MARIE CURIE PIERRELE VERRIER DARWIN PASTEUR MARIE CURIE PIERRE CURIE QUESNAYCURIE QUESNAY
FILOSOFIAFILOSOFIA
• Pessimismo
• Exageros do
cientificismo, em
que a fé na ciência
se torna a
verdadeira fé.
• Certeza racional e
científica.
• Recolheu-se no seu
negativismo
transcendente,
aplicando às suas
manifestações os
mesmos princípios da
ciência racional e
materialista.
(1)
30
FILOSOFIAFILOSOFIA
• Exageros do cientificismo, em que a fé na
Ciência se torna a verdadeira fé.
31
SCHOPENHAUER SPENCERSCHOPENHAUER SPENCER COMTECOMTE
Acredita-se que a Ciência vá resolver todos os
problemas, elucidar todos os mistérios do mundo.
Tornar inúteis a religião e a metafísica.
Este entusiasmo é revelado na conhecida obra literária
O Futuro da Ciência - L´Avenir de la Science.
JOSEPH ERNEST RENANJOSEPH ERNEST RENAN
32
ARTHUR SCHOPENHAERARTHUR SCHOPENHAER
• “No Reino dos
pensamentos somos
espíritos incorpóreos,
sem gravidade e sem
necessidade.”
• Pessimismo
• Filosofo alemão
(1788-1860)
33
AUGUSTE COMTEAUGUSTE COMTE
• “Cansamo-nos de agir e
até de pensar, mas jamais
nos cansamos de amar.”
• Conhecimentos positivos,
fundados numa certeza
racional e científica.
• Francês.
• (1798 – 1857)
34
““O Amor por princípio e a Ordem por base; oO Amor por princípio e a Ordem por base; o
Progresso por fim.”Progresso por fim.” Augusto Comte.Augusto Comte.
A frase “Ordem e Progresso” que encontramos na
bandeira brasileira é de inspiração positivista. (8)
35
POLÍTICAPOLÍTICA
Movimentos procuravam formas de
governo mais liberais, com menor ou
nenhuma participação do Estado.
Surgem conceitos como :
 ANARQUISMO
 COLETIVISMO,
 MARXISMO
 COMUNISMO
 SOCIALISMO.
36
Captura do terrorista
anarquista francês
Ravachol pela polícia
francesa nos anos
1890
POLÍTICAPOLÍTICA
ANARQUISMO
• Sistema político que
defende a anarquia,
que busca o fim do
Estado e da sua
autoridade. O termo
anarquismo tem origem
na palavra grega
anarkhia, que significa
"ausência de governo".
http://www.significados.com.br/?s=anarquismo
COLETIVISMO
• Sistema que vê a
solução da questão
social na apropriação
coletiva dos meios
de produção.
http://www.significados.com.br/?s=COLETIVISMO
37
POLÍTICAPOLÍTICA
COMUNISMO
• Doutrina social,
segundo a qual se pode
e deve "restabelecer" o
que se chama "estado
natural", em que todos
teriam o mesmo direito
a tudo, mediante a
abolição da
propriedade privada.
http://www.significados.com.br/?s=comunismo
SOCIALISMO
• Doutrina política e
econômica se
caracteriza pela ideia de
transformação da
sociedade através da
distribuição equilibrada
de riquezas e
propriedades,...
http://www.significados.com.br/?s=SOCIALISMO
38
MARXISMO
• Sistema ideológico que
critica radicalmente o
capitalismo e proclama
a emancipação da
humanidade numa
sociedade sem classes
e igualitária.
http://www.significados.com.br/marxismo/
39
POLÍTICAPOLÍTICA
KARL MARX
(1818 - 1883) 
RELIGIÃORELIGIÃO
• Movimentos políticos (...) confrontam
as práticas religiosas conduzidas pela
Igreja Católica que, desviada dos
princípios morais do estabelecimento
de um império espiritual no coração dos
homens, aproxima-se (...) da nobreza
reinante na Europa.
• Igreja Católica que, fragilizada, abria
espaço para as doutrinas divulgadas
pelas Igreja Reformada –
Protestantismo (1)
40
MARTINHO LUTERO
MARTINHO LUTEROMARTINHO LUTERO
• Martin Luther – alemão (1483 – 1546)
• Monge agostiniano e professor
de Teologia tornou-se uma das figuras
centrais da Reforma Protestante.
• Contra diversos dogmas
do catolicismo romano, contestando
sobretudo a doutrina de que o perdão
de Deus poderia ser adquirido pelo
comércio das indulgências.
41
• Máquina a vapor de
James Watt (1763)
• Sistema Fabril (1780)
• Lavoiser
Indestrutibilidade da
matéria (1789)
• Primeira rodovia,
Inglaterra (1825)
• Máquina de costura
(1850)
• Descoberta do raio X
(1895)
• Microbiologia - trabalhos
de Pasteur (1822-1895)
• KARDEC, O LIVRO DOSKARDEC, O LIVRO DOS
ESPÍRITOS 18/04/1857ESPÍRITOS 18/04/1857
• Darwin, Origem das
espécies, de (1859)
• Abertura do canal de Suez
(1869)
• Invenção do telefone
(1876)
• Estudos de Pierre e Marie
Curie sobre energias
emitidas pelo rádio (1898)
• Invenção do telégrafo sem
fio (1899) (7)
42
CIÊNCIAEINDÚSTRIACIÊNCIAEINDÚSTRIA
• É nesse cenário de
transformações, que
surge Allan Kardec com
sua missão de
esclarecimentos e de
consolação, lançando as
bases da Doutrina
Espírita . 43
ESPIRITISMOESPIRITISMO
BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA
1. Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita – Programa Fundamental – Tomo I, FEB, 2010
2. http://www.suapesquisa.com/biografias/voltaire.htm, 04/03/2013 – 20:31
3. http://www.brasilescola.com/biografia/francois-quesnay.htm,
04/03/2013 – 21:36
4. http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/EcFrQnay.html, 04/03/2013 – 21:40
5. http://www.corecon-rj.org.br/Grandes_Economistas_Resultado.asp?ID=131, 04/03/2013 –
21:55
6. http://www.algosobre.com.br/biografias/francois-quesnay.html, 04/03/2013 – 22:15
7. BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental: do homem das cavernas às naves
espaciais – v.2, 40ª edição, São Paulo: Globo, 2001.
8. http://www.suapesquisa.com/o_que_e/positivismo.htm, 2/4/2013, 19:59
9. ((http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/imperio-napoleonico/era-napoleonica.php,
18/03/2013, 15:34)
44
45
Muito obrigada!
2016

Esdei 01.01 parte ii_2016

  • 1.
    ROTEIRO 1: OCONTEXTO HISTÓRICO DO SÉCULO XIX NA EUROPA PARTE II - NAPOLEÃOPARTE II - NAPOLEÃO ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITAESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I – MÓDULO IPROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I – MÓDULO I 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMOINTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO
  • 2.
    INTRODUÇÃOAOESTUDODOESPIRITISMOINTRODUÇÃOAOESTUDODOESPIRITISMO 2 1.1. O contextohistóricoO contexto histórico do Século XIX nado Século XIX na Europa:Europa: PARTE I – RevoluçõesPARTE I – Revoluções PARTE II - NapoleãoPARTE II - Napoleão 2.2. Espiritismo ouEspiritismo ou Doutrina Espírita:Doutrina Espírita: conceito e objetoconceito e objeto 3.3. Tríplice Aspecto daTríplice Aspecto da Doutrina EspíritaDoutrina Espírita 4.4. Pontos Principais daPontos Principais da Doutrina EspíritaDoutrina Espírita
  • 3.
    3 1789 DOMÍNIO NA EUROPA 1799 a1815 ALLAN KARDEC 1804 – 1869 1857 O LIVRO DOS ESPÍRITOS NAPOLEÃO 1769 – 1821 1875 O LIVRO DOS ESPÍRITOS PUBLICADO NO BRASIL 1808 e 1821 - CORTE PORTUGUESA PARA O BRASIL 1888 ABOLIÇÃO DA ESCRAVATUR A 1889 BRASIL REPÚBLICA
  • 4.
    ALLAN KARDECALLAN KARDEC(1804 – 1869)(1804 – 1869) • Espiritismo • Trabalho inestimável do professor francês HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL • Codificador da Doutrina Espírita 4
  • 5.
    5 1799 a 18151799a 1815 política europeia está centrada napolítica europeia está centrada na figura carismática defigura carismática de NAPOLEÃO BONAPARTENAPOLEÃO BONAPARTE
  • 6.
    NAPOLEÃO BONAPARTENAPOLEÃO BONAPARTE(1769 – 1821) • Líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. • Possuía um espírito compatível com as ideias do Iluminismo – criativo, imaginativo e pronto a repensar as coisas. • Seus principais interesses eram a história, o direito e a matemática. (4) 6
  • 7.
    NAPOLEÃO - PERSONALIDADENAPOLEÃO- PERSONALIDADE • Cultivava as maneiras rudes arrivista (ambicioso), perdendo as estribeiras, trapaceando no jogo, tirando partido das situações como podia, sem atentar às convenções da sociedade polida. • Com esse comportamento ganhava as simpatias dos cidadãos de uma Europa triunfantemente burguesa. BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental: do homem das cavernas às naves espaciais – v.2, 40ª edição, São Paulo: Globo, 2001. 7
  • 8.
    NAPOLEÃO – LÍDERNAPOLEÃO– LÍDER • Capacidade de conceber planos financeiros, legais ou militares e depois dominar cada um de seus pormenores. • Capacidade de inspirar outras pessoas • Convicção de ser por destino salvador da França . (...) obsessão que o conduziu à ruína. 8
  • 9.
    NAPOLEÃO - REENCARNAÇÕESNAPOLEÃO- REENCARNAÇÕES ALEXANDRE MAGNO • Rei da MacedôniaRei da Macedônia (356 a.C.- 323 a.C.)(356 a.C.- 323 a.C.) CAIO JÚLIO CESAR • Imperador de RomaImperador de Roma (ano 43)(ano 43) 9 (Cartas e Crônicas, 28, Irmão X, F. C. Xavier, edição FEB)
  • 10.
    NAPOLEÃO - REENCARNAÇÕESNAPOLEÃO- REENCARNAÇÕES ALEXANDRE MAGNO • FOI REI DO REINO GREGO ANTIGO DA MACEDONIA • CONQUISTADOR MILITAR DA ÁSIA À ÁFRICA, CRIANDO UM DOS MAIORES IMPÉRIOS DO ANTIGO MUNDO • MORREU INVICTO NAS BATALHAS CAIO JÚLIO CESAR • PARTRÍCIOPARTRÍCIO • LIDER MILITAR E POLÍTICOLIDER MILITAR E POLÍTICO • CONSIDERADO UM DOSCONSIDERADO UM DOS MAIORES COMANDANTESMAIORES COMANDANTES MILITARES DA HISTÓRIAMILITARES DA HISTÓRIA 10 (Cartas e Crônicas, 28, Irmão X, F. C. Xavier, edição FEB)
  • 11.
    NAPOLEÃO - REALIZAÇÕESNAPOLEÃO- REALIZAÇÕES • CRIA O ENSINO CONTROLADO PELO ESTADO (ensino público) reforma educacional, instalação de vários liceus e colégios (9) • DECLARA LAICO O ESTADO separação do Estado e da igreja • PROMULGA O CÓDIGO NAPOLEÔNICO que garante a liberdade individual, a igualdade perante a lei, o direito à propriedade privada, o divórcio – e adota o primeiro código comercial. (1) 11
  • 12.
    NAPOLEÃO - REALIZAÇÕESNAPOLEÃO- REALIZAÇÕES • PROMULGA UMA NOVA CONSTITUIÇÃO. • CONCORDATA COM A IGREJA CATÓLICA retornou os padres ao território francês • CRIAÇÃO DO BANCO DA FRANÇA e do franco que durou até a entrada do Euro • REESTRUTURA O APARELHO BUROCRÁTICO. Centralização do poder após anos de instabilidade depois da Revolução Francesa 12
  • 13.
    13 A MISSÃO DENAPOLEÃOA MISSÃO DE NAPOLEÃO
  • 14.
    A MISSÃO DENAPOLEÃOA MISSÃO DE NAPOLEÃO • Sua história está igualmente cheia de traços brilhantes e escuros, demonstrando que a sua personalidade de general manteve- se oscilante entre as forças do mal e do bem. • Com as suas vitórias, garantia a integridade do solo francês, mas espalhava a miséria e a ruína no seio de outros povos. (1) 14
  • 15.
    Sua fronte desoldado pode ficar laureada, para o mundo, de tradições gloriosas, e verdade é que ele foi um missionário do Alto, embora traído em suas próprias forças [...]. (1) 15 A MISSÃO DE NAPOLEÃOA MISSÃO DE NAPOLEÃO
  • 16.
    A LIBERDADE GUIANDOO POVO Eugène Delacroix - Revolução de Julho de 1830 - Queda de Carlos X. 16
  • 17.
    NUMEROSOS ESCRITORES SEENGAJAM NA LUTA POLÍTICA E SOCIAL, ATRAVÉS DE SUAS OBRAS E AÇÃO • LAMARTINE e VÍCTOR HUGO são eleitos deputados, tornando-se o próprio Lamartine – que muito contribuiu para o advento da República – chefe do governo provisório. • ZOLA, militam na causa republicana ou socialista. (1) 17 LAMARTINE VICTOR HUGO ZOLA
  • 18.
    NUMEROSOS ESCRITORES SEENGAJAM NA LUTA POLÍTICA E SOCIAL, ATRAVÉS DE SUAS OBRAS E AÇÃO • STENDHAL e PAUL LOUIS COURIER, são liberais e anticlericais. • CHATEAUBRIAND torna-se liberal, e prevê o advento da Democracia. (1) 18 STENDHAL PAUL L. COURIER CHATEAUBRIAND GÖETHE
  • 19.
    19 A REVOLUÇÃO INDUSTRIALAREVOLUÇÃO INDUSTRIAL E AS SUAS REPERCUSSÕESE AS SUAS REPERCUSSÕES
  • 20.
    20 FERRO E CARVÃO WilliamBell Scott - 1855-60
  • 21.
    REVOLUÇÃO FRANCESA -REVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL TRANSFORMAÇÕESTRANSFORMAÇÕES • Derrubada do absolutismo, do mercantilismo e dos últimos vestígios do regime senhoril • Êxito econômico da classe média • Declínio das antigas aristocracias fundiárias • Desenvolvimento da consciência de classe entre os trabalhadores urbanos • Disseminação do liberalismo burguês • Produziram a teorias e a prática do individualismo econômico e do liberalismo político. • Desenvolvimento do nacionalismo e do autoritarismo • Criação de uma nova ordem social urbana (7) 21
  • 22.
    • Progresso tecnológico •Invenção de máquinas e de equipamentos sofisticados • Desenvolvimento das relações internacionais. • O mundo numa aldeia global. • Desenvolvimento da rede de comunicações • Emprego inteligente da energia elétrica e da eletrônica. • Ampliação dos meios de transportes - marítimo e aéreo. • Pesquisas médicas- sanitárias • controle das doenças epidêmicas • Aumento das faixas da sobrevida humana 22 REVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO FRANCESA - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL TRANSFORMAÇÕESTRANSFORMAÇÕES
  • 23.
    DESEQUILIBRIOS PRODUZIDOSDESEQUILIBRIOS PRODUZIDOS •Nas relações trabalhistas. • Exploração do trabalho e pelas deficientes condições de segurança e higiene laborais, ocorridas em gradações diversas. 23
  • 24.
  • 25.
    MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICASMANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS •ROMANTISMO • Pesquisava-se a cultura popular e o FOLCLORE para a produção de pinturas, esculturas e peças musicais. • As obras românticas de caráter épico destacam o heroísmo. – Lutas políticas e sociais da época: os sacrifícios da população, o sangue derramado nas batalhas e até as dificuldades encontradas nas disputas amorosas. 25
  • 26.
    PINTURAPINTURA • Na segundametade do século XIX, a pintura europeia passa por uma verdadeira transformação, desencadeada pelo movimento chamado Impressionismo. 26 DELACROIX DAVID MONET CÉZANNE DEGAS RENOIR MANET
  • 27.
  • 28.
    MÚSICAMÚSICA 28 • Para osromânticos não era só uma obra de arte, mas um meio de comunicação com o estado de alma. WAGNERWAGNER CHOPIN ROSSINI BEETHOVEN BELLINI VERDICHOPIN ROSSINI BEETHOVEN BELLINI VERDI LISZTLISZT
  • 29.
    CIÊNCIACIÊNCIA • Mudanças fundamentaisao progresso científico e tecnológico dos dias futuros. 29 LE VERRIER DARWIN PASTEUR MARIE CURIE PIERRELE VERRIER DARWIN PASTEUR MARIE CURIE PIERRE CURIE QUESNAYCURIE QUESNAY
  • 30.
    FILOSOFIAFILOSOFIA • Pessimismo • Exagerosdo cientificismo, em que a fé na ciência se torna a verdadeira fé. • Certeza racional e científica. • Recolheu-se no seu negativismo transcendente, aplicando às suas manifestações os mesmos princípios da ciência racional e materialista. (1) 30
  • 31.
    FILOSOFIAFILOSOFIA • Exageros docientificismo, em que a fé na Ciência se torna a verdadeira fé. 31 SCHOPENHAUER SPENCERSCHOPENHAUER SPENCER COMTECOMTE
  • 32.
    Acredita-se que aCiência vá resolver todos os problemas, elucidar todos os mistérios do mundo. Tornar inúteis a religião e a metafísica. Este entusiasmo é revelado na conhecida obra literária O Futuro da Ciência - L´Avenir de la Science. JOSEPH ERNEST RENANJOSEPH ERNEST RENAN 32
  • 33.
    ARTHUR SCHOPENHAERARTHUR SCHOPENHAER •“No Reino dos pensamentos somos espíritos incorpóreos, sem gravidade e sem necessidade.” • Pessimismo • Filosofo alemão (1788-1860) 33
  • 34.
    AUGUSTE COMTEAUGUSTE COMTE •“Cansamo-nos de agir e até de pensar, mas jamais nos cansamos de amar.” • Conhecimentos positivos, fundados numa certeza racional e científica. • Francês. • (1798 – 1857) 34
  • 35.
    ““O Amor porprincípio e a Ordem por base; oO Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim.”Progresso por fim.” Augusto Comte.Augusto Comte. A frase “Ordem e Progresso” que encontramos na bandeira brasileira é de inspiração positivista. (8) 35
  • 36.
    POLÍTICAPOLÍTICA Movimentos procuravam formasde governo mais liberais, com menor ou nenhuma participação do Estado. Surgem conceitos como :  ANARQUISMO  COLETIVISMO,  MARXISMO  COMUNISMO  SOCIALISMO. 36 Captura do terrorista anarquista francês Ravachol pela polícia francesa nos anos 1890
  • 37.
    POLÍTICAPOLÍTICA ANARQUISMO • Sistema políticoque defende a anarquia, que busca o fim do Estado e da sua autoridade. O termo anarquismo tem origem na palavra grega anarkhia, que significa "ausência de governo". http://www.significados.com.br/?s=anarquismo COLETIVISMO • Sistema que vê a solução da questão social na apropriação coletiva dos meios de produção. http://www.significados.com.br/?s=COLETIVISMO 37
  • 38.
    POLÍTICAPOLÍTICA COMUNISMO • Doutrina social, segundoa qual se pode e deve "restabelecer" o que se chama "estado natural", em que todos teriam o mesmo direito a tudo, mediante a abolição da propriedade privada. http://www.significados.com.br/?s=comunismo SOCIALISMO • Doutrina política e econômica se caracteriza pela ideia de transformação da sociedade através da distribuição equilibrada de riquezas e propriedades,... http://www.significados.com.br/?s=SOCIALISMO 38
  • 39.
    MARXISMO • Sistema ideológicoque critica radicalmente o capitalismo e proclama a emancipação da humanidade numa sociedade sem classes e igualitária. http://www.significados.com.br/marxismo/ 39 POLÍTICAPOLÍTICA KARL MARX (1818 - 1883) 
  • 40.
    RELIGIÃORELIGIÃO • Movimentos políticos(...) confrontam as práticas religiosas conduzidas pela Igreja Católica que, desviada dos princípios morais do estabelecimento de um império espiritual no coração dos homens, aproxima-se (...) da nobreza reinante na Europa. • Igreja Católica que, fragilizada, abria espaço para as doutrinas divulgadas pelas Igreja Reformada – Protestantismo (1) 40 MARTINHO LUTERO
  • 41.
    MARTINHO LUTEROMARTINHO LUTERO •Martin Luther – alemão (1483 – 1546) • Monge agostiniano e professor de Teologia tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante. • Contra diversos dogmas do catolicismo romano, contestando sobretudo a doutrina de que o perdão de Deus poderia ser adquirido pelo comércio das indulgências. 41
  • 42.
    • Máquina avapor de James Watt (1763) • Sistema Fabril (1780) • Lavoiser Indestrutibilidade da matéria (1789) • Primeira rodovia, Inglaterra (1825) • Máquina de costura (1850) • Descoberta do raio X (1895) • Microbiologia - trabalhos de Pasteur (1822-1895) • KARDEC, O LIVRO DOSKARDEC, O LIVRO DOS ESPÍRITOS 18/04/1857ESPÍRITOS 18/04/1857 • Darwin, Origem das espécies, de (1859) • Abertura do canal de Suez (1869) • Invenção do telefone (1876) • Estudos de Pierre e Marie Curie sobre energias emitidas pelo rádio (1898) • Invenção do telégrafo sem fio (1899) (7) 42 CIÊNCIAEINDÚSTRIACIÊNCIAEINDÚSTRIA
  • 43.
    • É nessecenário de transformações, que surge Allan Kardec com sua missão de esclarecimentos e de consolação, lançando as bases da Doutrina Espírita . 43 ESPIRITISMOESPIRITISMO
  • 44.
    BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA 1. Estudo Sistematizadoda Doutrina Espírita – Programa Fundamental – Tomo I, FEB, 2010 2. http://www.suapesquisa.com/biografias/voltaire.htm, 04/03/2013 – 20:31 3. http://www.brasilescola.com/biografia/francois-quesnay.htm, 04/03/2013 – 21:36 4. http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/EcFrQnay.html, 04/03/2013 – 21:40 5. http://www.corecon-rj.org.br/Grandes_Economistas_Resultado.asp?ID=131, 04/03/2013 – 21:55 6. http://www.algosobre.com.br/biografias/francois-quesnay.html, 04/03/2013 – 22:15 7. BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental: do homem das cavernas às naves espaciais – v.2, 40ª edição, São Paulo: Globo, 2001. 8. http://www.suapesquisa.com/o_que_e/positivismo.htm, 2/4/2013, 19:59 9. ((http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/imperio-napoleonico/era-napoleonica.php, 18/03/2013, 15:34) 44
  • 45.

Notas do Editor

  • #2 Le 2 décembre 1805 : La bataille d'Austerlitz, par François Gérard.
  • #3 O Bonaparte, Premier consul, par Jean-Auguste-Dominique Ingres.
  • #4 Touca da Revol. É ao Dr. Travassos (ele era médico) que o Brasil espírita deve a primeira tradução das obras de Kardec. Foi ele, em 1860  Obras espíritas chegam ao Brasil1860  Obras espíritas chegam ao Brasil, sob o pseudônimo de Fortúnio, a fazer a primeira tradução para o português de O Livro dos Espíritos, a partir da 20a edição francesa. A publicação foi feita pela primeira editora no Brasil a publicar as obras básicas de Allan Kardec: a B. L. Garnier, fundada em 1844, no Rio de Janeiro, por Baptiste-Louis Garnier, um jovem empreendedor de 21 anos, recém-chegado da França. ução Francesa: O barrete frígio ou barrete da liberdade é uma espécie de touca ou carapuça
  • #14 http://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte, 18/03/2013, 15:00
  • #37 A prisão de Ravachol, ilustração da captura do terrorista anarquista francês Ravachol pela polícia francesa nos anos 1890. Autor: Henri Meyer. Fonte:  http://www.estelnegre.org/documents/detencioravachol/detencioravachol.html .05/03/2013 – 20:11
  • #38 Legenda: A Internacional, Canção Revolucionária, capa de partitura do hino da Associação Internacional dos Trabalhadores. Autor: Théophile Alexandre Steinlen. Fonte:  http://www.colin-patrice.fr/Images/Musee/Objet/Partitions/Internationale1.gif.