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Daiana Lirman Deisiane Cazaroto Nathalia Bortoletto Nelson Augusto 
Sanmia Marques Talita Dossi Whitney Caroline
A motivação é uma suposta expressão utilizada para explicar a iniciação, a 
direção e a persistência do comportamento orientado para um objetivo. 
A motivação inclui conceitos, tais como: a necessidade de realização 
(necessidade de desempenhar uma tarefa com sucesso), a necessidade de 
afiliação (necessidade de trabalhar com os amigos), incentivos (recompensa ou 
punição), hábitos (seguir sempre o mesmo horário de 
trabalho), discrepância (quando o comportamento contradiz um princípio de 
trabalho) e curiosidade (tentar perceber o êxito de uma determinada estratégia). 
Cada um destes conceitos pode ser utilizado como uma forma de perceber o 
comportamento dos indivíduos, mas por si só nenhum explica, de forma 
adequada, a motivação.
Para inferir estados privados de atos públicos. Há duas formas de responder ao 
comportamento de alguém: tomá-lo pelo seu valor manifesto ou considerá-lo como um 
sintoma ou expressão de uma emoção ou de um motivo. Os investigadores da 
psicologia social e cognitiva estudam as inferências que as pessoas fazem sobre as 
causas dos comportamentos, quer dos seus próprios comportamentos quer dos 
comportamentos dos outros. 
Por exemplo: Se alguém de quem gostamos se esquece de nos telefonar no dia do 
aniversário, podemos considerar este esquecimento como um ato de negligência. 
Enquanto se nós esquecermos de dar os parabéns culpamos a falta de tempo de uma 
vida ocupada.
Os psicólogos têm utilizado o conceito de motivação com os seguintes 
objetivos: 
Para atribuir responsabilidade pelas ações. O conceito de responsabilidade pessoal é 
básico na lei. Na religião e na ética. A responsabilidade pessoal pressupõe a motivação 
interna e a capacidade de controlar as próprias ações. O conceito de responsabilidade 
pessoal não faz sentido sem o conceito de motivação conscientemente dirigida. A este 
tipo de comportamento chamamos de intencional. Se não responsabilizarmos as 
pessoas pelas suas ações, não podemos premiá-las pelos seus sucessos nem puni-las 
pelos seus crimes. 
Para explicar a perseverança, apesar da frustração. É pela motivação que explicamos 
porque é que os organismos continuam o seu desempenho de forma consistente apesar 
das variações dos estímulos. A motivação faz com que persistamos num jogo, mesmo 
quando prevemos que vamos perder.
A motivação energiza e orienta o comportamento, é a força 
por trás, é o nosso anseio por comida, desejo de intimidade 
sexual e aspiração de realização pessoal.
Instintos – ( Estimulo ou impulso natural, involuntário.) 
No início deste século, à medida que aumentava a influência da teoria 
evolucionista de Charles Darwin, virou moda classificarem todos os 
tipos de comportamento como instintos. Más não demorou muito para 
que a moda desabasse sob seu próprio peso. Pois apenas nomeavam – 
não explicavam – os diversos comportamentos ao chamá-los de instintos. 
Ex: Quando alguém se gabava, diziam que era o “instinto de auto-afirmação”.
Para se qualificar como um instinto, um comportamento complexo deve 
ter um padrão fixo numa espécie e não ser adotado. 
O comportamento humano também exige certas tendências inatas, 
inclusive certos padrões fixos e simples, como um bebe mamando. A 
maioria dos psicólogos, no entanto, considera que o comportamento 
humano é dirigido pelas necessidades fisiológicas e anseios psicológicos. 
Embora a teoria do instinto não conseguisse explicar os comportamentos 
humanos, a suposição latente de que os genes predispõem o 
comportamento típico da espécie continua tão forte quanto antes.
Instintos e incentivo – 
A teoria original do instinto como motivação foi substituída pela teoria 
da redução do impulso, a idéia que a necessidade fisiológica cria um 
estado psicológico que impulsiona o organismo a reduzir a necessidade, 
comendo ou bebendo, por exemplo. Com raras exceções, quando uma 
necessidade fisiológica aumenta, o mesmo acontece com um impulso 
fisiológico – um estado excitado, motivado.
O objetivo fisiológico da redução do impulso é a homeostase que é a 
manutenção do equilíbrio do estado interno do organismo. 
Ex: Se a temperatura do corpo esfria os vasos sanguíneos contraem para 
conservar o calor, e somos impelidos a vestir mais roupas, ou a procurar 
um ambiente mais quente. Da mesma forma, se o nível de água em 
nossas células diminui, os sensores detectam a necessidade de água e 
sentimos sede. 
Portanto a redução do impulso motiva comportamentos de 
sobrevivência, como comer e beber. 
Não apenas somos impelidos pelos impulsos internos mas também 
atraídos por incentivos externos. Dependendo de nossas experiências 
pessoais e culturais alguns estímulos. 
Ex: Certos alimentos ou imagens eróticas, excitam os desejos.
Ótimo de Excitação 
Quem aprecia a excitação em alto nível têm mais probabilidade de gostar 
de música intensa, pratos novos e comportamentos arriscados 
Em vez de reduzir uma necessidade fisiológica ou diminuir a tensão, 
alguns comportamentos motivados aumentam a excitação. 
Ex: Animais bem alimentados (necessidade fisiológica básica suprida) 
deixam seu abrigo para explorar (comportamentos arriscados), 
aparentemente sem qualquer impulso baseado na necessidade. Ao 
assumir esses riscos, porém, os animais adquirem informações e 
recursos. 
Com o excesso de estimulação, acabamos nos sentindo estressados e 
procuramos uma maneira de diminuir a excitação.
Uma Hierarquia de Motivos – 
A Hierarquia de necessidades de MASLOW (1970), descreve que 
algumas necessidades têm prioridade sobre as outras, é um tanto 
arbitrária a ordem de tais necessidades pois não é fixa. 
Na teoria de Maslow foram identificados 5 níveis de 
necessidades:
Níveis Descrição 
Primeiro nível 
Referentes às necessidades fisiológicas ou básicas, tais como o sono, a sede, a fome, a 
habitação, a proteção contra a dor, o desejo sexual, ou seja, as necessidades vitais para o 
organismo. 
Segundo nível 
Denominadas por necessidades de segurança, e consistem-se por sentimentos de proteção e 
de defesa perante eventuais situações de perigo e contra ameaças ambientais. Estas 
necessidades começam a ser uma preocupação quando as básicas (do primeiro nível) estão 
garantidas. 
Terceiro nível 
Consistem em necessidades sociais e afetivas, tais como a participação, a amizade, o afeto, o 
amor, a aceitação por parte dos outros. 
Quando estas necessidades não estão suficientemente satisfeitas o indivíduo torna-se hostil 
e agressivo na relação interpessoal. Se estão satisfeitas, geram-se sentimentos de auto-confiança, 
de prestígio e facilitação das relações interpessoais. 
Quarto nível 
Consistem em necessidades de estima, que estão intimamente relacionadas com o modo 
como o indivíduo se vê e avalia. 
Envolvem sentimentos de auto-apreciação, auto-confiança, necessidade de aprovação social, 
de respeito, prestígio e de consideração. 
Quinto nível 
São as necessidades de auto-realização, e estão relacionadas com a competência e o sucesso.
Uma Hierarquia de Motivos: 
a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. 
As necessidades 
fundamentais seriam as 
básicas: 
as fisiológicas e as de 
segurança. 
Só depois de estas 
necessidades estarem 
satisfeitas se ascende na 
hierarquia para a satisfação 
de outras mais complexas e 
mais elevadas. No decurso da 
sua existência, se não 
houvesse obstáculos o ser 
humano progrediria na 
hierarquia até ao topo.
Uma Hierarquia de Motivos: 
a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. 
Necessidades fisiológicas 
Necessidades Fisiológicas (fome, sede, sono, o evitamento da dor e o desejo sexual);
Uma Hierarquia de Motivos: 
a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. 
Necessidades de Segurança 
Necessidades fisiológicas 
2- Necessidades de segurança (abrigo, vestuário);
Uma Hierarquia de Motivos: 
a teoria ddaa ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. 
Necessidades de Afecto e de Pertença 
Necessidades de Segurança 
Necessidades fisiológicas 
3- Necessidades de afecto e de pertença 
(desejo de associação, participação e aceitação por parte dos outros)
Uma Hierarquia de Motivos: 
a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. 
Necessidades de Estima 
Necessidades Afecto e de Pertença 
Necessidades de Segurança 
Necessidades fisiológicas 
Necessidades de Estima 
( o desejo de realização e de competência e o estatuto e desejo de reconhecimento)
Uma Hierarquia de Motivos: 
a teoria ddaa ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. 
Nec. 
de auto-realização 
Necessidades de Estima 
Necessidades de Afecto e de Pertença 
Necessidades de Segurança 
Necessidades fisiológicas 
5- Necessidades de auto-realização 
(concretização das capacidades pessoais)
É o nome que se dá à sensação fisiológica pelo qual o corpo percebe que 
necessita de alimento para manter suas atividades inerentes à vida. 
O termo comumente é usado mais amplamente para referir a casos 
de má-nutrição ou privação de comida entre as populações, normalmente 
devido a pobreza, conflitos políticos ou instabilidade, ou 
condições agrícolas adversas. Em casos crônicos, pode levar a um mal 
desenvolvimento e funcionamento do organismo. Uma pessoa com fome 
está faminta.
Um Experimento foi realizado (1950) com 36 homens, os alimentaram 
apenas com o suficiente para os manterem no peso inicial. 
Depois, por seis meses, cortaram esse nível de alimentação à metade. 
Efeitos logo se tornaram visíveis. Com a aparência apática, o peso do 
corpo caiu depressa, até estabilizarem em cerca de 25% abaixo do peso 
inicial. Os efeitos fisiológicos foram muito dramáticos. 
Reforçando a idéia de Maslow de uma Hierarquia de necessidades, os 
homens se encontraram obcecados por comida, sonhavam com a tão 
desejada. Enquanto isso, foram perdendo o interesse anterior por sexo e 
atividades sociais. Ficaram absorvidos nas suas necessidades básicas 
não-atendidas. Um participante relatou: “Se assistíamos a um filme, a 
parte mais interessante era aquela em que apareciam pessoas comendo. 
Eu não era capaz de rir do filme mais engraçado do mundo, e as cenas de 
amor de eram totalmente indiferentes.”
Fisiologia da Fome - 
Em semi-inanição (estado em que a pessoa se encontra extremamente 
enfraquecida, por falta de alimentos ou por deficiência na sua 
assimilação) os sujeitos sentiam fome em resposta a um sistema de 
homeostase que visa manter o peso normal do corpo e um suprimento 
adequado de nutrientes. 
Mas o que exatamente desencadeia a 
fome? 
São as pontadas de um 
estomago vazio?
Infelizmente há mais na fome do que as pontadas de um estômago vazio. 
Pesquisadores removeram o estômago de alguns ratos e ligaram o 
esôfago ao intestino, e a fome persistia, continuando a comer 
regularmente. 
A fome também persiste em humano cujos estômagos ulcerados ou 
cancerosos foram retirado, na verdade pode se sentir fome até com o 
estômago cheio. 
“A pessoa de barriga cheia não compreende as necessidades da fome” Provérbio 
irlandês.
Química do Organismo - 
As mudanças na química do organismo também afetam a fome. 
O aumento da insulina no corpo diminui a glicose no organismo, em parte pela sua 
conversão em gordura acumulada. 
Quando o nível de glicose cai, a fome aumenta. A química do organismo também 
influencia a preferência de gosto. 
Quando você se sente tenso ou deprimido, anseia por alimentos doce ou 
ricos em carboidratos? 
Os carboidratos ajudam aumentar os níveis de serotonina, as pessoas que ingerem 
carboidratos perdem a anseia por esse tipo de alimento. Isso sugere que os anseios 
relacionados com o estresse podem ser tratados como substitutos que mimetizam os 
efeitos bioquímicos dos alimentos.
O Cérebro e o Ponto Fixo – 
Não sentimos conscientemente a química do corpo, ao contrario o cérebro monitorar de 
forma automática as informações sobre o estado interno do seu organismo . 
Em que ponto do cérebro essas mensagens são integradas? 
O ponto é no hipotálamo, e existe dois centros hipotalâmicos distintos que ajudam a 
controlar o ato de comer. Hipotálamos laterais causam a fome quando estimulados 
por uma corrente elétrica e Hipotálamo ventromedial deprimi a fome. 
Para mantermos o peso no ponto fixo, o corpo também ajusta o ritmo metabólico.
Psicologia da Fome – 
Nossas preferências por certos gostos são em parte genéticas e universais, mas também 
em parte adquirida em um contexto cultural. Em particular com as pessoas “externas”, 
a visão e o cheiro de comida podem desencadear a fome, em parte por estimularem 
aumento no nível de insulina. O impacto de fatores psicológicos, como ambientes 
familiares desafiadores e pressões de uma sociedade obcecado por peso, sobre o 
comportamento alimentar é dramático em pessoas com anorexia nervosa, que subsistem 
com reações próximas a inanição (fraquezas por falta de alimentos), e com bulimia 
nervosa que se entregam a orgias alimentares seguidas por uma purgação em segredo. 
Um drástico aumento na imagem negativa do próprio corpo tem coincidido com o 
aumento dos distúrbios alimentares entre as mulheres nas culturas ocidentais nos 
últimos cinqüenta anos.
O sexo tem um motivo de base fisiológica assim como a fome, más é 
afetado pela aprendizagem e pelos valores pessoais. 
Outras evidencias sugere que a orientação sexual está sujeitas a 
influencias genéticas, através de hormônios pré-natais e do cérebro. 
A motivação sexual é a maneira mais hábil da natureza fazer as pessoas 
provarem, possibilitando assim a sobrevivência da espécie. 
“Talvez... tudo comece com um beijo” 
Fotografo pré-natal Lennart Nillson, 
Respondendo a pergunta 
“Quando a vida começa?”
Descriminação do comportamento sexual – 
Os comportamentos sexuais variam através dos lugares e do tempo. É bastante amplo o 
espectro seguindo dos interesse e dos comportamentos sexuais. 
A fisiologia do sexo – 
Em termos fisiológicos, o ciclo da resposta sexual humana segue um padrão de 
excitação, platô (quando a excitação atinge um pique enquanto os ritmos da respiração, 
pulsação e pressão continuam a aumentar), orgasmo e resolução, seguido nos homens 
num período refratário, durante o qual não são possíveis a renovação da citação e o 
orgasmo. Os hormônios sexual em combinação com o hipotálamo, ajudam o corpo a se 
desenvolver e funcionar como masculino ou feminino. Em animais, os hormônios 
também ajudam a estimular a atividade sexual. 
Os humanos, eles não influenciam tanto no comportamento sexual, especialmente se 
houver níveis suficientes hormônios.
A psicologia do sexo– 
Os estímulos externos (revistas, DVDs eróticos etc.) podem desencadear 
a excitação sexual nos homens e mulheres. 
Materiais de sexo explícitos também podem levar as pessoas a 
perceberem seus parceiros como relativamente menos atraentes, com a 
conseqüente desvalorização do relacionamento. 
Em combinação com a pressão hormonal interna e a atração externas dos 
estímulos sexuais, as fantasias (estímulos da imaginação) influenciam a 
excitação sexual.
Distúrbios sexuais e terapia– 
Os distúrbios sexuais são problemas que sistematicamente prejudicam o funcionamento 
sexual.Alguns envolvem motivação sexual, especialmente a fantasia, a excitação e 
energia sexual. 
Os problemas sexuais nos homens são ejaculação precoce ou impotência, já nas 
mulheres partem do desejo sexual reduzido ou do distúrbio orgásmico. 
Novos métodos presumem que ambos aprendem e podem modificar suas respostas 
sexuais. 
Relatos que tratam os distúrbios através da psicoterapia tradicional ( como se fosse um 
distúrbio da personalidade) tem redundado em fracasso, no entanto há um índice de 
100% com tratamento comportamental.
Tratamento com as mulheres – Treinam as mulheres para possuírem de seus 
corpos e se proporcionarem orgasmos, até com viradores se necessário. E as que fazem 
esse tratamento às vezes são capazes depois de generalizarem suas novas respostas 
sexuais a interações com seus parceiros. 
 Tratamento com os homens – Algum sucesso tem sido registrado no 
tratamento para controlar a ejaculação precoce, antes de reiterada 
estimulação do pênis e da súbita interrupção da estimulação (ou ainda 
apertando com força a cabeça do pênis quando surge o impulso para 
ejacular. Os homens podem reduzir sua excitação pelo simples recurso 
de ter mais orgasmo).
Gênero e sexualidade – 
Uma das maiores diferenças conhecidas entre os gêneros é, em geral, a 
maior desaprovação e a menos disposição das mulheres de aceitarem o 
sexo casual ou sem compromisso. 
Sendo esta uma característica masculina onde o sexo casual é mais 
freqüente, tornando-se atitudes tradicionais. 
Orientação sexual – (Nossa persistente atração por 
representante de um determinado sexo). 
Aparentemente a orientação heterossexual e homossexual não é 
deliberadamente escolhida nem determinadamente mudada. Novas 
indicações preliminares ligam orientação sexual a influencias genéticas, 
hormônios pré-natais e determinadas estruturas do cérebro.
Sexo e valores humanos – 
Pesquisadores constataram que adolescentes que receberam educação 
sexual formal não tem mais probabilidade de se empenhar em sexo pré-conjugal 
do que aqueles que não a tiveram. 
A pesquisa e a educação sexual não é isenta de valores. Alguns dizem 
que por isso os valores questionados com o sexo devem ser reconhecidos 
com toda a riqueza. Também se deve admitir o significado emocional da 
expressão sexual.
Temos duas necessidades básicas atendidas, os humanos também se 
tornam motivados em graus variados, ao demonstrar competência e 
alcanças objetivos. Quem tem a maior necessidade de motivação? 
Porque? E como os lideres eficientes motivam níveis maiores de 
realização? 
Qual a sua maior realização até hoje? 
Qual é a sua maior ambição futura? Ter uma fortuna? 
Uma realização criativa? Segurança? Amor? Poder? 
Sabedoria ou desenvolvimento espiritual?
Alguns comportamentos humanos são energizados e dirigidos 
sem satisfazer qualquer necessidade fisiológica óbvia. 
Alcançar objetivos pessoais, por exemplo, pode ser motivado 
por uma necessidade de competência e de auto-determinação.
Identificando a motivação de realização – 
Definido como desejo de um feito significativo, de dominar habilidade 
ou idéias de controlar e atingir depressa um padrão elevado. 
As fantasias das pessoas refletiam suas preocupações de realização. 
Ex: Se ao ver um garoto com expressão sonhadora, um sujeito 
comentava que o garoto estava preocupado em alcançar um objetivo, que 
imaginava desempenhando um ato heróico, ou se orgulhava de algum 
sucesso, a história era considerada indicadora de interesse por realização. 
As pessoas com intensa necessidade de realização tendem a preferir 
tarefas moderadamente realizadoras e a persistir no empenho para 
consumá-las.
Fontes da motivação e realização – 
Muitas crianças orientadas para a realização tem pais e mestres que 
estimulam e ressaltam a realização independente, em vez de exercerem 
um controle excessivo com recompensas e ameaças. 
Os primogênitos tendem a ser maiores realizadores, más os nascidos 
depois tendem a ter maior habilidade social e mais aceitação de novas 
idéias. Teóricos especulam que a elevada motivação de realização 
dessas crianças tem raízes emocionais, já que as crianças aprendem 
a associar realização com emoções positivas. Pode haver também raízes 
cognitivas, na medida em que as crianças aprendem a atribuir suas 
realizações a própria competência e esforço o que eleva suas 
expectativas. 
“Eles podem porque pensam que podem” Virgilio 
ENEIDA 19.a.C.
Motivação Intrínseca e Realização – 
A motivação intrínseca é o desejo de ser eficiente e desempenhar um 
comportamento por si próprio. As pessoas com motivação intrínseca 
encaram o trabalho ou a diversão em buscar de prazer, interesse ou 
desafio pessoal. 
A motivação extrínseca procura recompensas externas e evita punições. 
Ex: Para sentir a diferença entre ambas, vamos pensar sobre sua 
experiência atual. Você está pressionado a assistir e tentar focar sua 
atenção à está apresentação? Você terá que entender para fazer uma 
avaliação? Se a resposta for sim, então você tem motivação extrínseca 
(como acontece até certo ponto, com quase todos os estudantes). Você 
também está achando interessante a matéria da apresentação? Aprende-la 
faz com que você se sinta mais competente? Se não houvesse a nota em 
jogo você ainda teria curiosidade de aprender a matéria sozinho? Se a 
resposta for sim, a motivação intrínseca também alimenta seus esforços.
Motivando as Pessoas – 
Os psicólogos industriais-organizacionais estudam como melhor criar 
uma força de trabalho motivada, produtiva e satisfeita. As recompensas 
podem aumentar a motivação intrínseca se usadas não para controlar as 
pessoas, mas para fomentar seu senso de competência, ou informá-las de 
melhoria. Também ajuda a ajustar um estilo administrativo em resposta 
aos motivos dos trabalhadores; afixar objetivos específicos e 
desafiadores; e a combinar a liderança de tarefa orientada para o 
objetivo com a liderança social orientada para o grupo.
O que se espera alcançar de resultados, com a utilização da Dinâmica de Grupo? 
Alguns objetivos gerais são: 
a) Desinibir a capacidade criadora dos participantes, levando-os a se 
tornarem bastante desenvoltos; 
b) Melhorar a capacidade de comunicação dos participantes; 
c) Contribuir para construir novas relações entre os seres humanos; 
d) Resgatar a auto estima dos participantes; 
e) Desenvolver a capacidade de respeitar as diferenças individuais e a 
diversidade cultural; 
f) Estimular a reflexão e a revisão de atitudes e comportamentos, 
levando a novas formas de ser e conviver. 
g) Proporcionar um aperfeiçoamento do trabalho coletivo. Aprender a 
trabalhar em grupo; 
h) Transformar o potencial do grupo, fazendo-o crescer em igualdade 
harmônica de relacionamento interpessoal.
Partiu!

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Motivação - Processos Psicológicos Básicos

  • 1. Daiana Lirman Deisiane Cazaroto Nathalia Bortoletto Nelson Augusto Sanmia Marques Talita Dossi Whitney Caroline
  • 2.
  • 3. A motivação é uma suposta expressão utilizada para explicar a iniciação, a direção e a persistência do comportamento orientado para um objetivo. A motivação inclui conceitos, tais como: a necessidade de realização (necessidade de desempenhar uma tarefa com sucesso), a necessidade de afiliação (necessidade de trabalhar com os amigos), incentivos (recompensa ou punição), hábitos (seguir sempre o mesmo horário de trabalho), discrepância (quando o comportamento contradiz um princípio de trabalho) e curiosidade (tentar perceber o êxito de uma determinada estratégia). Cada um destes conceitos pode ser utilizado como uma forma de perceber o comportamento dos indivíduos, mas por si só nenhum explica, de forma adequada, a motivação.
  • 4. Para inferir estados privados de atos públicos. Há duas formas de responder ao comportamento de alguém: tomá-lo pelo seu valor manifesto ou considerá-lo como um sintoma ou expressão de uma emoção ou de um motivo. Os investigadores da psicologia social e cognitiva estudam as inferências que as pessoas fazem sobre as causas dos comportamentos, quer dos seus próprios comportamentos quer dos comportamentos dos outros. Por exemplo: Se alguém de quem gostamos se esquece de nos telefonar no dia do aniversário, podemos considerar este esquecimento como um ato de negligência. Enquanto se nós esquecermos de dar os parabéns culpamos a falta de tempo de uma vida ocupada.
  • 5. Os psicólogos têm utilizado o conceito de motivação com os seguintes objetivos: Para atribuir responsabilidade pelas ações. O conceito de responsabilidade pessoal é básico na lei. Na religião e na ética. A responsabilidade pessoal pressupõe a motivação interna e a capacidade de controlar as próprias ações. O conceito de responsabilidade pessoal não faz sentido sem o conceito de motivação conscientemente dirigida. A este tipo de comportamento chamamos de intencional. Se não responsabilizarmos as pessoas pelas suas ações, não podemos premiá-las pelos seus sucessos nem puni-las pelos seus crimes. Para explicar a perseverança, apesar da frustração. É pela motivação que explicamos porque é que os organismos continuam o seu desempenho de forma consistente apesar das variações dos estímulos. A motivação faz com que persistamos num jogo, mesmo quando prevemos que vamos perder.
  • 6. A motivação energiza e orienta o comportamento, é a força por trás, é o nosso anseio por comida, desejo de intimidade sexual e aspiração de realização pessoal.
  • 7. Instintos – ( Estimulo ou impulso natural, involuntário.) No início deste século, à medida que aumentava a influência da teoria evolucionista de Charles Darwin, virou moda classificarem todos os tipos de comportamento como instintos. Más não demorou muito para que a moda desabasse sob seu próprio peso. Pois apenas nomeavam – não explicavam – os diversos comportamentos ao chamá-los de instintos. Ex: Quando alguém se gabava, diziam que era o “instinto de auto-afirmação”.
  • 8. Para se qualificar como um instinto, um comportamento complexo deve ter um padrão fixo numa espécie e não ser adotado. O comportamento humano também exige certas tendências inatas, inclusive certos padrões fixos e simples, como um bebe mamando. A maioria dos psicólogos, no entanto, considera que o comportamento humano é dirigido pelas necessidades fisiológicas e anseios psicológicos. Embora a teoria do instinto não conseguisse explicar os comportamentos humanos, a suposição latente de que os genes predispõem o comportamento típico da espécie continua tão forte quanto antes.
  • 9. Instintos e incentivo – A teoria original do instinto como motivação foi substituída pela teoria da redução do impulso, a idéia que a necessidade fisiológica cria um estado psicológico que impulsiona o organismo a reduzir a necessidade, comendo ou bebendo, por exemplo. Com raras exceções, quando uma necessidade fisiológica aumenta, o mesmo acontece com um impulso fisiológico – um estado excitado, motivado.
  • 10. O objetivo fisiológico da redução do impulso é a homeostase que é a manutenção do equilíbrio do estado interno do organismo. Ex: Se a temperatura do corpo esfria os vasos sanguíneos contraem para conservar o calor, e somos impelidos a vestir mais roupas, ou a procurar um ambiente mais quente. Da mesma forma, se o nível de água em nossas células diminui, os sensores detectam a necessidade de água e sentimos sede. Portanto a redução do impulso motiva comportamentos de sobrevivência, como comer e beber. Não apenas somos impelidos pelos impulsos internos mas também atraídos por incentivos externos. Dependendo de nossas experiências pessoais e culturais alguns estímulos. Ex: Certos alimentos ou imagens eróticas, excitam os desejos.
  • 11. Ótimo de Excitação Quem aprecia a excitação em alto nível têm mais probabilidade de gostar de música intensa, pratos novos e comportamentos arriscados Em vez de reduzir uma necessidade fisiológica ou diminuir a tensão, alguns comportamentos motivados aumentam a excitação. Ex: Animais bem alimentados (necessidade fisiológica básica suprida) deixam seu abrigo para explorar (comportamentos arriscados), aparentemente sem qualquer impulso baseado na necessidade. Ao assumir esses riscos, porém, os animais adquirem informações e recursos. Com o excesso de estimulação, acabamos nos sentindo estressados e procuramos uma maneira de diminuir a excitação.
  • 12. Uma Hierarquia de Motivos – A Hierarquia de necessidades de MASLOW (1970), descreve que algumas necessidades têm prioridade sobre as outras, é um tanto arbitrária a ordem de tais necessidades pois não é fixa. Na teoria de Maslow foram identificados 5 níveis de necessidades:
  • 13. Níveis Descrição Primeiro nível Referentes às necessidades fisiológicas ou básicas, tais como o sono, a sede, a fome, a habitação, a proteção contra a dor, o desejo sexual, ou seja, as necessidades vitais para o organismo. Segundo nível Denominadas por necessidades de segurança, e consistem-se por sentimentos de proteção e de defesa perante eventuais situações de perigo e contra ameaças ambientais. Estas necessidades começam a ser uma preocupação quando as básicas (do primeiro nível) estão garantidas. Terceiro nível Consistem em necessidades sociais e afetivas, tais como a participação, a amizade, o afeto, o amor, a aceitação por parte dos outros. Quando estas necessidades não estão suficientemente satisfeitas o indivíduo torna-se hostil e agressivo na relação interpessoal. Se estão satisfeitas, geram-se sentimentos de auto-confiança, de prestígio e facilitação das relações interpessoais. Quarto nível Consistem em necessidades de estima, que estão intimamente relacionadas com o modo como o indivíduo se vê e avalia. Envolvem sentimentos de auto-apreciação, auto-confiança, necessidade de aprovação social, de respeito, prestígio e de consideração. Quinto nível São as necessidades de auto-realização, e estão relacionadas com a competência e o sucesso.
  • 14. Uma Hierarquia de Motivos: a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. As necessidades fundamentais seriam as básicas: as fisiológicas e as de segurança. Só depois de estas necessidades estarem satisfeitas se ascende na hierarquia para a satisfação de outras mais complexas e mais elevadas. No decurso da sua existência, se não houvesse obstáculos o ser humano progrediria na hierarquia até ao topo.
  • 15. Uma Hierarquia de Motivos: a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. Necessidades fisiológicas Necessidades Fisiológicas (fome, sede, sono, o evitamento da dor e o desejo sexual);
  • 16. Uma Hierarquia de Motivos: a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. Necessidades de Segurança Necessidades fisiológicas 2- Necessidades de segurança (abrigo, vestuário);
  • 17. Uma Hierarquia de Motivos: a teoria ddaa ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. Necessidades de Afecto e de Pertença Necessidades de Segurança Necessidades fisiológicas 3- Necessidades de afecto e de pertença (desejo de associação, participação e aceitação por parte dos outros)
  • 18. Uma Hierarquia de Motivos: a teoria da ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. Necessidades de Estima Necessidades Afecto e de Pertença Necessidades de Segurança Necessidades fisiológicas Necessidades de Estima ( o desejo de realização e de competência e o estatuto e desejo de reconhecimento)
  • 19. Uma Hierarquia de Motivos: a teoria ddaa ppiirrââmmiiddee ddaass nneecceessssiiddaaddeess.. Nec. de auto-realização Necessidades de Estima Necessidades de Afecto e de Pertença Necessidades de Segurança Necessidades fisiológicas 5- Necessidades de auto-realização (concretização das capacidades pessoais)
  • 20. É o nome que se dá à sensação fisiológica pelo qual o corpo percebe que necessita de alimento para manter suas atividades inerentes à vida. O termo comumente é usado mais amplamente para referir a casos de má-nutrição ou privação de comida entre as populações, normalmente devido a pobreza, conflitos políticos ou instabilidade, ou condições agrícolas adversas. Em casos crônicos, pode levar a um mal desenvolvimento e funcionamento do organismo. Uma pessoa com fome está faminta.
  • 21. Um Experimento foi realizado (1950) com 36 homens, os alimentaram apenas com o suficiente para os manterem no peso inicial. Depois, por seis meses, cortaram esse nível de alimentação à metade. Efeitos logo se tornaram visíveis. Com a aparência apática, o peso do corpo caiu depressa, até estabilizarem em cerca de 25% abaixo do peso inicial. Os efeitos fisiológicos foram muito dramáticos. Reforçando a idéia de Maslow de uma Hierarquia de necessidades, os homens se encontraram obcecados por comida, sonhavam com a tão desejada. Enquanto isso, foram perdendo o interesse anterior por sexo e atividades sociais. Ficaram absorvidos nas suas necessidades básicas não-atendidas. Um participante relatou: “Se assistíamos a um filme, a parte mais interessante era aquela em que apareciam pessoas comendo. Eu não era capaz de rir do filme mais engraçado do mundo, e as cenas de amor de eram totalmente indiferentes.”
  • 22. Fisiologia da Fome - Em semi-inanição (estado em que a pessoa se encontra extremamente enfraquecida, por falta de alimentos ou por deficiência na sua assimilação) os sujeitos sentiam fome em resposta a um sistema de homeostase que visa manter o peso normal do corpo e um suprimento adequado de nutrientes. Mas o que exatamente desencadeia a fome? São as pontadas de um estomago vazio?
  • 23. Infelizmente há mais na fome do que as pontadas de um estômago vazio. Pesquisadores removeram o estômago de alguns ratos e ligaram o esôfago ao intestino, e a fome persistia, continuando a comer regularmente. A fome também persiste em humano cujos estômagos ulcerados ou cancerosos foram retirado, na verdade pode se sentir fome até com o estômago cheio. “A pessoa de barriga cheia não compreende as necessidades da fome” Provérbio irlandês.
  • 24. Química do Organismo - As mudanças na química do organismo também afetam a fome. O aumento da insulina no corpo diminui a glicose no organismo, em parte pela sua conversão em gordura acumulada. Quando o nível de glicose cai, a fome aumenta. A química do organismo também influencia a preferência de gosto. Quando você se sente tenso ou deprimido, anseia por alimentos doce ou ricos em carboidratos? Os carboidratos ajudam aumentar os níveis de serotonina, as pessoas que ingerem carboidratos perdem a anseia por esse tipo de alimento. Isso sugere que os anseios relacionados com o estresse podem ser tratados como substitutos que mimetizam os efeitos bioquímicos dos alimentos.
  • 25. O Cérebro e o Ponto Fixo – Não sentimos conscientemente a química do corpo, ao contrario o cérebro monitorar de forma automática as informações sobre o estado interno do seu organismo . Em que ponto do cérebro essas mensagens são integradas? O ponto é no hipotálamo, e existe dois centros hipotalâmicos distintos que ajudam a controlar o ato de comer. Hipotálamos laterais causam a fome quando estimulados por uma corrente elétrica e Hipotálamo ventromedial deprimi a fome. Para mantermos o peso no ponto fixo, o corpo também ajusta o ritmo metabólico.
  • 26. Psicologia da Fome – Nossas preferências por certos gostos são em parte genéticas e universais, mas também em parte adquirida em um contexto cultural. Em particular com as pessoas “externas”, a visão e o cheiro de comida podem desencadear a fome, em parte por estimularem aumento no nível de insulina. O impacto de fatores psicológicos, como ambientes familiares desafiadores e pressões de uma sociedade obcecado por peso, sobre o comportamento alimentar é dramático em pessoas com anorexia nervosa, que subsistem com reações próximas a inanição (fraquezas por falta de alimentos), e com bulimia nervosa que se entregam a orgias alimentares seguidas por uma purgação em segredo. Um drástico aumento na imagem negativa do próprio corpo tem coincidido com o aumento dos distúrbios alimentares entre as mulheres nas culturas ocidentais nos últimos cinqüenta anos.
  • 27. O sexo tem um motivo de base fisiológica assim como a fome, más é afetado pela aprendizagem e pelos valores pessoais. Outras evidencias sugere que a orientação sexual está sujeitas a influencias genéticas, através de hormônios pré-natais e do cérebro. A motivação sexual é a maneira mais hábil da natureza fazer as pessoas provarem, possibilitando assim a sobrevivência da espécie. “Talvez... tudo comece com um beijo” Fotografo pré-natal Lennart Nillson, Respondendo a pergunta “Quando a vida começa?”
  • 28. Descriminação do comportamento sexual – Os comportamentos sexuais variam através dos lugares e do tempo. É bastante amplo o espectro seguindo dos interesse e dos comportamentos sexuais. A fisiologia do sexo – Em termos fisiológicos, o ciclo da resposta sexual humana segue um padrão de excitação, platô (quando a excitação atinge um pique enquanto os ritmos da respiração, pulsação e pressão continuam a aumentar), orgasmo e resolução, seguido nos homens num período refratário, durante o qual não são possíveis a renovação da citação e o orgasmo. Os hormônios sexual em combinação com o hipotálamo, ajudam o corpo a se desenvolver e funcionar como masculino ou feminino. Em animais, os hormônios também ajudam a estimular a atividade sexual. Os humanos, eles não influenciam tanto no comportamento sexual, especialmente se houver níveis suficientes hormônios.
  • 29. A psicologia do sexo– Os estímulos externos (revistas, DVDs eróticos etc.) podem desencadear a excitação sexual nos homens e mulheres. Materiais de sexo explícitos também podem levar as pessoas a perceberem seus parceiros como relativamente menos atraentes, com a conseqüente desvalorização do relacionamento. Em combinação com a pressão hormonal interna e a atração externas dos estímulos sexuais, as fantasias (estímulos da imaginação) influenciam a excitação sexual.
  • 30. Distúrbios sexuais e terapia– Os distúrbios sexuais são problemas que sistematicamente prejudicam o funcionamento sexual.Alguns envolvem motivação sexual, especialmente a fantasia, a excitação e energia sexual. Os problemas sexuais nos homens são ejaculação precoce ou impotência, já nas mulheres partem do desejo sexual reduzido ou do distúrbio orgásmico. Novos métodos presumem que ambos aprendem e podem modificar suas respostas sexuais. Relatos que tratam os distúrbios através da psicoterapia tradicional ( como se fosse um distúrbio da personalidade) tem redundado em fracasso, no entanto há um índice de 100% com tratamento comportamental.
  • 31. Tratamento com as mulheres – Treinam as mulheres para possuírem de seus corpos e se proporcionarem orgasmos, até com viradores se necessário. E as que fazem esse tratamento às vezes são capazes depois de generalizarem suas novas respostas sexuais a interações com seus parceiros.  Tratamento com os homens – Algum sucesso tem sido registrado no tratamento para controlar a ejaculação precoce, antes de reiterada estimulação do pênis e da súbita interrupção da estimulação (ou ainda apertando com força a cabeça do pênis quando surge o impulso para ejacular. Os homens podem reduzir sua excitação pelo simples recurso de ter mais orgasmo).
  • 32. Gênero e sexualidade – Uma das maiores diferenças conhecidas entre os gêneros é, em geral, a maior desaprovação e a menos disposição das mulheres de aceitarem o sexo casual ou sem compromisso. Sendo esta uma característica masculina onde o sexo casual é mais freqüente, tornando-se atitudes tradicionais. Orientação sexual – (Nossa persistente atração por representante de um determinado sexo). Aparentemente a orientação heterossexual e homossexual não é deliberadamente escolhida nem determinadamente mudada. Novas indicações preliminares ligam orientação sexual a influencias genéticas, hormônios pré-natais e determinadas estruturas do cérebro.
  • 33. Sexo e valores humanos – Pesquisadores constataram que adolescentes que receberam educação sexual formal não tem mais probabilidade de se empenhar em sexo pré-conjugal do que aqueles que não a tiveram. A pesquisa e a educação sexual não é isenta de valores. Alguns dizem que por isso os valores questionados com o sexo devem ser reconhecidos com toda a riqueza. Também se deve admitir o significado emocional da expressão sexual.
  • 34. Temos duas necessidades básicas atendidas, os humanos também se tornam motivados em graus variados, ao demonstrar competência e alcanças objetivos. Quem tem a maior necessidade de motivação? Porque? E como os lideres eficientes motivam níveis maiores de realização? Qual a sua maior realização até hoje? Qual é a sua maior ambição futura? Ter uma fortuna? Uma realização criativa? Segurança? Amor? Poder? Sabedoria ou desenvolvimento espiritual?
  • 35. Alguns comportamentos humanos são energizados e dirigidos sem satisfazer qualquer necessidade fisiológica óbvia. Alcançar objetivos pessoais, por exemplo, pode ser motivado por uma necessidade de competência e de auto-determinação.
  • 36. Identificando a motivação de realização – Definido como desejo de um feito significativo, de dominar habilidade ou idéias de controlar e atingir depressa um padrão elevado. As fantasias das pessoas refletiam suas preocupações de realização. Ex: Se ao ver um garoto com expressão sonhadora, um sujeito comentava que o garoto estava preocupado em alcançar um objetivo, que imaginava desempenhando um ato heróico, ou se orgulhava de algum sucesso, a história era considerada indicadora de interesse por realização. As pessoas com intensa necessidade de realização tendem a preferir tarefas moderadamente realizadoras e a persistir no empenho para consumá-las.
  • 37. Fontes da motivação e realização – Muitas crianças orientadas para a realização tem pais e mestres que estimulam e ressaltam a realização independente, em vez de exercerem um controle excessivo com recompensas e ameaças. Os primogênitos tendem a ser maiores realizadores, más os nascidos depois tendem a ter maior habilidade social e mais aceitação de novas idéias. Teóricos especulam que a elevada motivação de realização dessas crianças tem raízes emocionais, já que as crianças aprendem a associar realização com emoções positivas. Pode haver também raízes cognitivas, na medida em que as crianças aprendem a atribuir suas realizações a própria competência e esforço o que eleva suas expectativas. “Eles podem porque pensam que podem” Virgilio ENEIDA 19.a.C.
  • 38. Motivação Intrínseca e Realização – A motivação intrínseca é o desejo de ser eficiente e desempenhar um comportamento por si próprio. As pessoas com motivação intrínseca encaram o trabalho ou a diversão em buscar de prazer, interesse ou desafio pessoal. A motivação extrínseca procura recompensas externas e evita punições. Ex: Para sentir a diferença entre ambas, vamos pensar sobre sua experiência atual. Você está pressionado a assistir e tentar focar sua atenção à está apresentação? Você terá que entender para fazer uma avaliação? Se a resposta for sim, então você tem motivação extrínseca (como acontece até certo ponto, com quase todos os estudantes). Você também está achando interessante a matéria da apresentação? Aprende-la faz com que você se sinta mais competente? Se não houvesse a nota em jogo você ainda teria curiosidade de aprender a matéria sozinho? Se a resposta for sim, a motivação intrínseca também alimenta seus esforços.
  • 39. Motivando as Pessoas – Os psicólogos industriais-organizacionais estudam como melhor criar uma força de trabalho motivada, produtiva e satisfeita. As recompensas podem aumentar a motivação intrínseca se usadas não para controlar as pessoas, mas para fomentar seu senso de competência, ou informá-las de melhoria. Também ajuda a ajustar um estilo administrativo em resposta aos motivos dos trabalhadores; afixar objetivos específicos e desafiadores; e a combinar a liderança de tarefa orientada para o objetivo com a liderança social orientada para o grupo.
  • 40. O que se espera alcançar de resultados, com a utilização da Dinâmica de Grupo? Alguns objetivos gerais são: a) Desinibir a capacidade criadora dos participantes, levando-os a se tornarem bastante desenvoltos; b) Melhorar a capacidade de comunicação dos participantes; c) Contribuir para construir novas relações entre os seres humanos; d) Resgatar a auto estima dos participantes; e) Desenvolver a capacidade de respeitar as diferenças individuais e a diversidade cultural; f) Estimular a reflexão e a revisão de atitudes e comportamentos, levando a novas formas de ser e conviver. g) Proporcionar um aperfeiçoamento do trabalho coletivo. Aprender a trabalhar em grupo; h) Transformar o potencial do grupo, fazendo-o crescer em igualdade harmônica de relacionamento interpessoal.