Esquizofrenia Ana Mafalda Ramos – 154 Duarte Fialho – 823 Joana Silva – 1346 Sílvia Pimenta - 2564
Origem do nome: Do grego “ phrenés ”,  parte do corpo identificada por fazer a ligação entre o corpo e a alma  Eugen Bleuler deu nome à  Esquizofrenia , desordem que era conhecida anteriormente como  dementia praecox   Eugen Bleuler – psiquiatra suiço (1857-1939) Bleuler entendeu que a condição não era uma demência ou exclusiva de indivíduos jovens (praecox significa precoce). Assim, ele nomeou a doença com um termo menos estigmatizante, mas ainda controverso das raízes gregas  schizo  (dividida) e  phrene  (mente).
O essencial Aparece mais cedo nos homens (geralmente no fim da adolescência ou no inicio da idade adulta) do que das mulheres A maioria dos doentes esquizofrénicos continua a sofrer de alguns sintomas durante toda a vida   Apenas 1 em cada 5 doentes recupera completamente Doença cerebral crónica, grave e debilitante Em cada 10 milhões de habitantes (a população de Portugal) cerca de 100 mil desenvolvem a doença
Sintomas Positivos: Ideias delirantes Alucinações Negativos: Falta de emoções Disfunção social Discurso desorganizado Comportamento catatónico Cognitivos: Deficiências ao nível da memória e da aprendizagem
Subtipos de Esquizofrenia Disfunção social e deficiências ao nível da memória e da apredisagem Todos os seguintes sintomas são dominantes: discurso desorganizado, comportamento desorganizado ou afecto inapropriado TIPO RESIDUAL TIPO INDIFERENCIADO Imobilidade motora evidenciada por catalepsia Actividade motora excessiva Negativismo extremo Movimentos estereotipados Ecopraxia – repetição involuntária ou a imitação dos movimentos de outras pessoas TIPO CATATÓNICO Prognóstico mais grave, geralmente com crises muito graves e com poucas melhoras desde a primeira manifestação TIPO HEBEFRÉNICO Preocupação com uma ou mais ideias delirantes ou alucinações auditivas frequentes; Nenhum dos seguintes sintomas é dominante: discurso desorganizado, comportamento catatónico ou afecto inapropriado TIPO PARANÓIDE
 
Causas Factores genéticos:   Contudo , se o factor genético fosse a única causa da esquizofrenia, ambos os gémeos monozigóticos  desenvolveriam  esta doença Tendência para ambos os gémeos monozigóticos desenvolverem esquizofrenia varia entre 30 e 50%, enquanto que para os dizigóticos a tendência ronda os 15%
Stress na família  Interacções sociais pobres  Desnutrição, infecções ou vírus  Traumatismos em idade jovem  De algum modo, o código genético dos indivíduos em conjunto com os factores não genéticos (ambientais) podem causar esquizofrenia Factores ambientais:
Neurotransmissores: Dopamina : neurotransmissor, tem como principal função a actividade estimulante do sistema nervoso central Glutamato : neurotransmissor excitatório do sistema nervoso, o mais comum em mamíferos. As membranas de neurónios possuem transportadores de glutamato que retiram rapidamente este aminoácido do espaço extracelular. Em caso de patologia cerebral há acumulação de glutamato podendo levar à apoptose (morte celular). Excitotoxicidade
Zonas cerebrais afectadas:
Quais os exames elaborados? Entrevista ao paciente; Entrevista aos familiares e amigos. Saber o tipo de sintomas e qual a sua duração Recolha de sangue, análise de DNA
Tratamento É tratável e controlável A maioria das pessoas que se tornam esquizofrénicas necessita de ser hospitalizada durante o período de tempo em que os seus sintomas são particularmente graves   As pessoas podem parar o tratamento por causa dos efeitos laterais da medicação ou do pensamento desorganizado  Os doentes que param de tomar a medicação prescrita correm um risco elevado de sofrerem uma recaída de um episódio psicótico agudo
Medicação As pessoas que seguem programas estruturados de reabilitação psicossocial e continuam com o seu tratamento médico controlam melhor a sua doença   Os efeitos laterais comuns dos fármacos usados para tratar a esquizofrenia são: boca seca, prisão de ventre, visão turva e sonolência Os medicamentos principais para a esquizofrenia chamam-se antipsicóticos . Cerca de 75 % das pessoas com esquizofrenia respondem aos medicamentos antipsicóticos convencionais (introduzidos na década de 50), como: clorpromazina;  flufenazina;  haloperidol; Medicamentos antipsicóticos não convencionais (década de 90): Olanzapina; Risperidona; Clozapina.
Como funcionam os antipsicóticos? A clorpromazina e a flufenazina têm como principal objectivo o controlo dos sintomas positivos. actuam ao nível das sinapses, impedindo a recepção de dopamina pelo neurónio pós sináptico. Os antipsicóticos não convencionais: menos efeitos adversos, melhor eficácia contra sintomas quer  positivos quer negativos, melhoram os níveis de memória,  reduzem as tendências suicidas, reduzem as alucinações. Antipsicóticos convencionais :
Níveis de Dopamina:
Famosos com a doença John Nash (prémio Nobel de Economia) Van Gogh (pintor) Einstein Eduard Einstein (Filho de Einstein) Princesa Alice de Battenberg  Jim Gordon (músico)  Syd Barrett (guitarrista dos Pink Floyd) Mente  Brilhante
Acupunctura e efeitos A partir de 1970, tiveram início diversos estudos científicos no sentido de comprovar a eficácia da acupuntura. A Organização Mundial de Saúde (OMS) editou uma lista com 41 doenças que apresentaram excelentes resultados com o tratamento de acupunctura  Selecção de pontos para esquizofrenia: 24VG e 20VG  são pontos locais. Estes pontos são considerados sintomáticos para o tratamento de problemas psiquiátricos. Outros pontos podem ser usados: 23VG
Visão médico-espírita Não é apenas orgânica pois há o adoecer da relação da criatura com o Criador (não cumprimento das leis Divinas); A esquizofrenia é a doença mais grave que o espírito passa no processo encarnatório – espíritos suicidas ou homicidas noutras vidas; Os seus componentes genéticos são fruto da lei Causa-Efeito (a escolha genética está em sintonia com a condição espiritual do indivíduo); A doença é um instrumento de cura. A família do doente não é escolhida por acaso. Há uma afinidade espiritual. Há pessoas diagnosticadas como esquizofrénicas, mas são médiuns – vêem e ouvem REALMENTE os espíritos desencarnados.
Bibliografia http://www.youtube.com/watch?v=24og4X-JBUY&feature=related http://www.schizophrenia.com/index.php http://www.mentalhealth.com/dis/p20-ps01.html   http://thalamus.wustl.edu/course/   http ://www.centroaba.com/pt/ http:// www.medtropolis.com/vbody.asp   http://www.pbs.org/wnet/brain/3d/index.html   http:// www.saude-mental.net / esquizofrenia     http:// www.drashirleydecampos.com.br /noticias/13255     http://www.nimh.nih.gov/health/topics/schizophrenia/index.shtml  
FIM

Esquizofrenia

  • 1.
    Esquizofrenia Ana MafaldaRamos – 154 Duarte Fialho – 823 Joana Silva – 1346 Sílvia Pimenta - 2564
  • 2.
    Origem do nome:Do grego “ phrenés ”, parte do corpo identificada por fazer a ligação entre o corpo e a alma Eugen Bleuler deu nome à Esquizofrenia , desordem que era conhecida anteriormente como dementia praecox Eugen Bleuler – psiquiatra suiço (1857-1939) Bleuler entendeu que a condição não era uma demência ou exclusiva de indivíduos jovens (praecox significa precoce). Assim, ele nomeou a doença com um termo menos estigmatizante, mas ainda controverso das raízes gregas schizo (dividida) e phrene (mente).
  • 3.
    O essencial Aparecemais cedo nos homens (geralmente no fim da adolescência ou no inicio da idade adulta) do que das mulheres A maioria dos doentes esquizofrénicos continua a sofrer de alguns sintomas durante toda a vida Apenas 1 em cada 5 doentes recupera completamente Doença cerebral crónica, grave e debilitante Em cada 10 milhões de habitantes (a população de Portugal) cerca de 100 mil desenvolvem a doença
  • 4.
    Sintomas Positivos: Ideiasdelirantes Alucinações Negativos: Falta de emoções Disfunção social Discurso desorganizado Comportamento catatónico Cognitivos: Deficiências ao nível da memória e da aprendizagem
  • 5.
    Subtipos de EsquizofreniaDisfunção social e deficiências ao nível da memória e da apredisagem Todos os seguintes sintomas são dominantes: discurso desorganizado, comportamento desorganizado ou afecto inapropriado TIPO RESIDUAL TIPO INDIFERENCIADO Imobilidade motora evidenciada por catalepsia Actividade motora excessiva Negativismo extremo Movimentos estereotipados Ecopraxia – repetição involuntária ou a imitação dos movimentos de outras pessoas TIPO CATATÓNICO Prognóstico mais grave, geralmente com crises muito graves e com poucas melhoras desde a primeira manifestação TIPO HEBEFRÉNICO Preocupação com uma ou mais ideias delirantes ou alucinações auditivas frequentes; Nenhum dos seguintes sintomas é dominante: discurso desorganizado, comportamento catatónico ou afecto inapropriado TIPO PARANÓIDE
  • 6.
  • 7.
    Causas Factores genéticos: Contudo , se o factor genético fosse a única causa da esquizofrenia, ambos os gémeos monozigóticos desenvolveriam esta doença Tendência para ambos os gémeos monozigóticos desenvolverem esquizofrenia varia entre 30 e 50%, enquanto que para os dizigóticos a tendência ronda os 15%
  • 8.
    Stress na família Interacções sociais pobres Desnutrição, infecções ou vírus Traumatismos em idade jovem De algum modo, o código genético dos indivíduos em conjunto com os factores não genéticos (ambientais) podem causar esquizofrenia Factores ambientais:
  • 9.
    Neurotransmissores: Dopamina :neurotransmissor, tem como principal função a actividade estimulante do sistema nervoso central Glutamato : neurotransmissor excitatório do sistema nervoso, o mais comum em mamíferos. As membranas de neurónios possuem transportadores de glutamato que retiram rapidamente este aminoácido do espaço extracelular. Em caso de patologia cerebral há acumulação de glutamato podendo levar à apoptose (morte celular). Excitotoxicidade
  • 10.
  • 11.
    Quais os exameselaborados? Entrevista ao paciente; Entrevista aos familiares e amigos. Saber o tipo de sintomas e qual a sua duração Recolha de sangue, análise de DNA
  • 12.
    Tratamento É tratávele controlável A maioria das pessoas que se tornam esquizofrénicas necessita de ser hospitalizada durante o período de tempo em que os seus sintomas são particularmente graves As pessoas podem parar o tratamento por causa dos efeitos laterais da medicação ou do pensamento desorganizado Os doentes que param de tomar a medicação prescrita correm um risco elevado de sofrerem uma recaída de um episódio psicótico agudo
  • 13.
    Medicação As pessoasque seguem programas estruturados de reabilitação psicossocial e continuam com o seu tratamento médico controlam melhor a sua doença Os efeitos laterais comuns dos fármacos usados para tratar a esquizofrenia são: boca seca, prisão de ventre, visão turva e sonolência Os medicamentos principais para a esquizofrenia chamam-se antipsicóticos . Cerca de 75 % das pessoas com esquizofrenia respondem aos medicamentos antipsicóticos convencionais (introduzidos na década de 50), como: clorpromazina; flufenazina; haloperidol; Medicamentos antipsicóticos não convencionais (década de 90): Olanzapina; Risperidona; Clozapina.
  • 14.
    Como funcionam osantipsicóticos? A clorpromazina e a flufenazina têm como principal objectivo o controlo dos sintomas positivos. actuam ao nível das sinapses, impedindo a recepção de dopamina pelo neurónio pós sináptico. Os antipsicóticos não convencionais: menos efeitos adversos, melhor eficácia contra sintomas quer positivos quer negativos, melhoram os níveis de memória, reduzem as tendências suicidas, reduzem as alucinações. Antipsicóticos convencionais :
  • 15.
  • 16.
    Famosos com adoença John Nash (prémio Nobel de Economia) Van Gogh (pintor) Einstein Eduard Einstein (Filho de Einstein) Princesa Alice de Battenberg Jim Gordon (músico) Syd Barrett (guitarrista dos Pink Floyd) Mente Brilhante
  • 17.
    Acupunctura e efeitosA partir de 1970, tiveram início diversos estudos científicos no sentido de comprovar a eficácia da acupuntura. A Organização Mundial de Saúde (OMS) editou uma lista com 41 doenças que apresentaram excelentes resultados com o tratamento de acupunctura Selecção de pontos para esquizofrenia: 24VG e 20VG são pontos locais. Estes pontos são considerados sintomáticos para o tratamento de problemas psiquiátricos. Outros pontos podem ser usados: 23VG
  • 18.
    Visão médico-espírita Nãoé apenas orgânica pois há o adoecer da relação da criatura com o Criador (não cumprimento das leis Divinas); A esquizofrenia é a doença mais grave que o espírito passa no processo encarnatório – espíritos suicidas ou homicidas noutras vidas; Os seus componentes genéticos são fruto da lei Causa-Efeito (a escolha genética está em sintonia com a condição espiritual do indivíduo); A doença é um instrumento de cura. A família do doente não é escolhida por acaso. Há uma afinidade espiritual. Há pessoas diagnosticadas como esquizofrénicas, mas são médiuns – vêem e ouvem REALMENTE os espíritos desencarnados.
  • 19.
    Bibliografia http://www.youtube.com/watch?v=24og4X-JBUY&feature=related http://www.schizophrenia.com/index.phphttp://www.mentalhealth.com/dis/p20-ps01.html http://thalamus.wustl.edu/course/ http ://www.centroaba.com/pt/ http:// www.medtropolis.com/vbody.asp http://www.pbs.org/wnet/brain/3d/index.html http:// www.saude-mental.net / esquizofrenia   http:// www.drashirleydecampos.com.br /noticias/13255   http://www.nimh.nih.gov/health/topics/schizophrenia/index.shtml  
  • 20.