SlideShare uma empresa Scribd logo
Ensaio de granulometria
1. Introdução
O ensaio de granulometria é utilizado para
determinar a distribuição granulométrica do
solo, ou em outras palavras, a percentagem em
peso que cada faixa especificada de tamanho de
grãos, representa na massa seca total utilizada
para o ensaio.
2. Objetivo
O principal objetivo é conhecer a distribuição
granulométrica do agregado e representá-la
através de uma curva. Possibilitando assim a
determinação de suas características físicas..
Classificação da granulometria
Segundo ABNT – NBR 6502/95
Obs: medidas em mm
3. Tipos de ensaio
• Análise granulométrica por
peneiramento;
• Análise granulométrica por sedimentação;
• Pela combinação de ambos os processos;
Preparação da Amostra:
• Conforme a NBR 6457 o preparo é feito da seguinte forma:
- Seleciona-se uma quantidade representativa (mt) de material seco ao ar (aproximar
da umidade higroscópica);
- 10,0 kg para material com pedregulho grosso; - 2,0 kg para material com pedregulho
fino; 1,0 kg para material arenoso; - 0,5 kg para material siltoso/argiloso.
- Desmanchar os torrões e homogeneizar a amostra;
- Passa-se a massa (mt) na peneira #10 (2,0mm);
- Do material que passar, separam-se 04 quantidades:
mh = 120 g para solo arenoso e 70g para solo siltoso/argiloso; h = 100 g para três
determinações de umidade higroscópica a sedimentação;
3.1 Ensaio de sedimentação
O ensaio de sedimentação é utilizado
para determinar a granulometria de solos que
possuem quantidades significativas de
compostos de materiais finos, como as argilas. É
um ensaio de caracterização, que juntamente
com o ensaio de peneiramento compõem
a Análise Granulométrica dos solos.
Procedimento Experimental:
• Sedimentação (material que passa na peneira #10) – (mh)
- Pesa-se o material com resolução de 0,01g
- Transferir o material para um Bequer 250 cm³
- Adicionar um defloculante de 125 cm³ de solução hexametafosfato de sódio com
concentração de 45,7g do sal por 1.000 cm³ de solução.
- Agitar o Bequer e deixar em repouso 12 horas.
- Remover-se com agua destilada, com auxilio de uma bisnaga, o material aderido ao
bequer.
- Adicionar agua destilada ate que seu nível fique 5 cm abaixo copo dispersor.
- Submeter ação de 15 minutos aparelho dispersor.
- Tranferir para a proveta e agitar durante 1 minuto
- Após agitação colocar a proveta em uma mesa e mergulhar o densiometro na
dispersão.
- Efetuar a leitura do densiometro nos tempos (t) 0,5; 1 e 2 s.
- Depois fazer as leituras subsequentes 4, 8, 15 e 30 minutos, 1,2,4, 8 e 24 horas.
Lei de Stokes
A determinação da granulometria do solo, no ensaio de sedimentação, é
baseada na Lei de Stokes. Essa lei relaciona o tamanho da partícula com a
velocidade com que ela sedimenta em um meio líquido. Dessa forma, quanto
maior a partícula, mais rapidamente ela irá se depositar no fundo da proveta de
ensaio.
Amostras de solos dispersas em água destilada e colocadas em
repouso para sedimentar em provetas com capacidade para 1.000 ml.
3.2 Ensaio de peneiramento
Os solos grossos (areias e pedregulhos),
possuindo pouca ou nenhuma quantidade de
finos, podem ter a sua curva granulométrica
inteiramente determinada utilizando-se somente
o peneiramento.
O ensaio de peneiramento bem como
o Ensaio de Sedimentação, faz parte da análise
granulométrica dos solos e é considerado um
ensaio de caracterização
Equipamentos utilizados:
• Conforme a norma NBR 7181/84
- Estufa capaz de manter a temperatura entre 105°C - 110°C;
- Balança com resolução 0,01g, 0,1g, 0,5g e 1g;
- Almofariz e mão de grau
- Cápsulas para determinação de umidade
- Jogo de peneiras (50; 38; 25; 19; 9,5; 4,8; 2,4; 1,2;
0,6; 0,42; 0,30; 0,15; 0,075mm)
- Agitador de peneiras e dispersor elétrico
- Proveta graduada de 1000ml
- Densímetro graduado de bulbo simétrico
- Termômetro
- Cronômetro
- Bisnaga
- Bagueta de vidro
- Escova com cerdas metálicas
Balança de precisãoEstufa Almofariz
Cápsulas de Alumínio
Proveta
Peneiras Agitador de peneiras
Densímetro
Termômetro Cronômetro
Bagueta
Classificação das peneiras
Série Normal / Série Intermediaria
Definições importantes:
• Porcentagem que passa: é o peso de material
que passa em cada peneira, referido ao peso seco
da amostra;
• Porcentagem retida: é a porcentagem retida
numa determinada peneira. Obtemos este
percentual, quando conhecendo-se o peso seco
da amostra, pesamos o material retido,
dividimos este pelo peso seco total
multiplicamos por 100;
• Porcentagem acumulada: é a soma dos
percentuais retidos nas peneiras superiores, com
o percentual retido na peneira em estudo.
Graduação dos solos:
Para o peneiramento de um material granular, a
amostra é, inicialmente, secada em estufa e seu peso
determinado. Esta amostra será colocada na peneira
de maior abertura da série previamente escolhida e
levada a um vibrador de peneiras onde permanecerá
pelo tempo necessário à separação das frações.
Quanto o solo possui uma porcentagem grande
de finos, porém não interessa a sua distribuição
granulométrica, faz-se, primeiramente, uma
lavagem do solo na peneira nº 200, seguido da
secagem em estufa do material retido e posterior
peneiramento. Este procedimento leva a resultados
mais corretos do que fazer o peneiramento direto, da
amostra seca.
•
Cálculos:
* Massa total da amostra seca
* Porcentagem de materiais que passam nas peneiras 50; 38; 25; 19; 9,5; 4,8 e 2,0 mm
* Porcentagens de material em suspensão (leitura do densímetro em relação amostra total)
* Diâmetro das partículas de solo em suspensão
• http://drb-
assessoria.com.br/granulometriadossolos.pdf
Grupo:
• Andressa Alves
• Ana Carolina Almeida
• Karla Dantas
• Rodrigo Silveira
• Thiago Castro

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Relatorio de plasticidade
Relatorio de plasticidadeRelatorio de plasticidade
Relatorio de plasticidade
Rayllane Santos
 
Ensaios granulometria, inchamento, densidade
Ensaios granulometria, inchamento, densidadeEnsaios granulometria, inchamento, densidade
Ensaios granulometria, inchamento, densidade
Anderson Carvalho
 
Exercicios resolvidos hidraulica
Exercicios resolvidos hidraulicaExercicios resolvidos hidraulica
Exercicios resolvidos hidraulica
fernando correa
 
Aula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método RacionalAula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método Racional
Lucas Sant'ana
 
Ensaio de compressão de corpos de-prova
Ensaio de compressão de corpos de-provaEnsaio de compressão de corpos de-prova
Ensaio de compressão de corpos de-prova
Luiz Orro de Freitas
 
Mecânicas dos Solos (exercícios)
Mecânicas dos Solos (exercícios)Mecânicas dos Solos (exercícios)
Mecânicas dos Solos (exercícios)
Danilo Max
 
Agua no solo
Agua no soloAgua no solo
Agua no solo
JACKSONSOUZA1976
 
tensões no solo por carregamentos externo
tensões no solo por carregamentos externo tensões no solo por carregamentos externo
tensões no solo por carregamentos externo
Anderson Nunes
 
Lista 2 índices físicos
Lista 2   índices físicosLista 2   índices físicos
Lista 2 índices físicos
Ambienterra e Funcionario publico
 
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água paraNbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Jacqueline Schultz
 
Perdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulaçõesPerdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulações
Vivi Basilio
 
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativasAula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Giovanna Ortiz
 
Exercicios resolvidos -_hidraulica_basic
Exercicios resolvidos -_hidraulica_basicExercicios resolvidos -_hidraulica_basic
Exercicios resolvidos -_hidraulica_basic
Gerson Justino
 
Ensaio de limite de liquidez e plasticidade
Ensaio de limite de liquidez e plasticidadeEnsaio de limite de liquidez e plasticidade
Ensaio de limite de liquidez e plasticidade
Ezequiel Borges
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
marciotecsoma
 
Glauco exercicios resolvidos (1)
Glauco exercicios resolvidos (1)Glauco exercicios resolvidos (1)
Glauco exercicios resolvidos (1)
Amália Ribeiro
 
Mec solos exercícios resolvidos
Mec solos exercícios resolvidosMec solos exercícios resolvidos
Mec solos exercícios resolvidos
Adriana Inokuma
 
4 cinematica dos fluidos exercícios
4 cinematica dos fluidos exercícios4 cinematica dos fluidos exercícios
4 cinematica dos fluidos exercícios
Nathalia Salomao Damiao
 
Sondagem
SondagemSondagem
Sondagem
fabiofaria82
 
Pluviometria
PluviometriaPluviometria
Pluviometria
Ronaldo Conceição
 

Mais procurados (20)

Relatorio de plasticidade
Relatorio de plasticidadeRelatorio de plasticidade
Relatorio de plasticidade
 
Ensaios granulometria, inchamento, densidade
Ensaios granulometria, inchamento, densidadeEnsaios granulometria, inchamento, densidade
Ensaios granulometria, inchamento, densidade
 
Exercicios resolvidos hidraulica
Exercicios resolvidos hidraulicaExercicios resolvidos hidraulica
Exercicios resolvidos hidraulica
 
Aula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método RacionalAula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método Racional
 
Ensaio de compressão de corpos de-prova
Ensaio de compressão de corpos de-provaEnsaio de compressão de corpos de-prova
Ensaio de compressão de corpos de-prova
 
Mecânicas dos Solos (exercícios)
Mecânicas dos Solos (exercícios)Mecânicas dos Solos (exercícios)
Mecânicas dos Solos (exercícios)
 
Agua no solo
Agua no soloAgua no solo
Agua no solo
 
tensões no solo por carregamentos externo
tensões no solo por carregamentos externo tensões no solo por carregamentos externo
tensões no solo por carregamentos externo
 
Lista 2 índices físicos
Lista 2   índices físicosLista 2   índices físicos
Lista 2 índices físicos
 
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água paraNbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
 
Perdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulaçõesPerdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulações
 
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativasAula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
 
Exercicios resolvidos -_hidraulica_basic
Exercicios resolvidos -_hidraulica_basicExercicios resolvidos -_hidraulica_basic
Exercicios resolvidos -_hidraulica_basic
 
Ensaio de limite de liquidez e plasticidade
Ensaio de limite de liquidez e plasticidadeEnsaio de limite de liquidez e plasticidade
Ensaio de limite de liquidez e plasticidade
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
 
Glauco exercicios resolvidos (1)
Glauco exercicios resolvidos (1)Glauco exercicios resolvidos (1)
Glauco exercicios resolvidos (1)
 
Mec solos exercícios resolvidos
Mec solos exercícios resolvidosMec solos exercícios resolvidos
Mec solos exercícios resolvidos
 
4 cinematica dos fluidos exercícios
4 cinematica dos fluidos exercícios4 cinematica dos fluidos exercícios
4 cinematica dos fluidos exercícios
 
Sondagem
SondagemSondagem
Sondagem
 
Pluviometria
PluviometriaPluviometria
Pluviometria
 

Destaque

Ensaio de compactação
Ensaio de compactaçãoEnsaio de compactação
Ensaio de compactação
Ezequiel Borges
 
Ensaio de adensamento
Ensaio de adensamentoEnsaio de adensamento
Ensaio de adensamento
Ezequiel Borges
 
Ensaio de Compressão triaxial
Ensaio de Compressão triaxialEnsaio de Compressão triaxial
Ensaio de Compressão triaxial
Ezequiel Borges
 
Ensaio suporte californiano
Ensaio suporte californianoEnsaio suporte californiano
Ensaio suporte californiano
Ezequiel Borges
 
Ensaio de cisalhamento direto
Ensaio de cisalhamento diretoEnsaio de cisalhamento direto
Ensaio de cisalhamento direto
Ezequiel Borges
 
Ensaios de densidade e massa especifica
Ensaios de densidade e massa especificaEnsaios de densidade e massa especifica
Ensaios de densidade e massa especifica
Ezequiel Borges
 
Classificação granulométrica do solo
Classificação granulométrica do soloClassificação granulométrica do solo
Classificação granulométrica do solo
Mariani Cancellier
 
Ansoff matrix for mcdonalds
Ansoff matrix for mcdonaldsAnsoff matrix for mcdonalds
Ansoff matrix for mcdonalds
Yashraj Tahilramani
 
Ansoff Matrix
Ansoff MatrixAnsoff Matrix
Ansoff Matrix
Jody Resnanda
 
Mecânica dos solos
Mecânica dos solosMecânica dos solos
Mecânica dos solos
charlessousa192
 

Destaque (10)

Ensaio de compactação
Ensaio de compactaçãoEnsaio de compactação
Ensaio de compactação
 
Ensaio de adensamento
Ensaio de adensamentoEnsaio de adensamento
Ensaio de adensamento
 
Ensaio de Compressão triaxial
Ensaio de Compressão triaxialEnsaio de Compressão triaxial
Ensaio de Compressão triaxial
 
Ensaio suporte californiano
Ensaio suporte californianoEnsaio suporte californiano
Ensaio suporte californiano
 
Ensaio de cisalhamento direto
Ensaio de cisalhamento diretoEnsaio de cisalhamento direto
Ensaio de cisalhamento direto
 
Ensaios de densidade e massa especifica
Ensaios de densidade e massa especificaEnsaios de densidade e massa especifica
Ensaios de densidade e massa especifica
 
Classificação granulométrica do solo
Classificação granulométrica do soloClassificação granulométrica do solo
Classificação granulométrica do solo
 
Ansoff matrix for mcdonalds
Ansoff matrix for mcdonaldsAnsoff matrix for mcdonalds
Ansoff matrix for mcdonalds
 
Ansoff Matrix
Ansoff MatrixAnsoff Matrix
Ansoff Matrix
 
Mecânica dos solos
Mecânica dos solosMecânica dos solos
Mecânica dos solos
 

Semelhante a Ensaio de granulometria

P2 2 granulometria.doc
P2 2 granulometria.docP2 2 granulometria.doc
P2 2 granulometria.doc
Jéssica Henrique de Melo
 
Ensaios
EnsaiosEnsaios
Ensaios
Rainy Soares
 
Ensaios e limites do solo
Ensaios e limites do soloEnsaios e limites do solo
Ensaios e limites do solo
Isilda Malheiro Malheiro
 
Relatório
RelatórioRelatório
Relatório
henriq23
 
Nbr 11579 cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...
Nbr 11579   cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...Nbr 11579   cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...
Nbr 11579 cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...
profNICODEMOS
 
Aula ensaios e limites do solo
Aula  ensaios e limites do soloAula  ensaios e limites do solo
Aula ensaios e limites do solo
Marinaldo Junior
 
EQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO E CLASSIFICAÇÃO
EQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO  E CLASSIFICAÇÃOEQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO  E CLASSIFICAÇÃO
EQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO E CLASSIFICAÇÃO
lucasjunges3
 
Ensaio do limite de liquidez e plasticidade
Ensaio do limite de liquidez e plasticidadeEnsaio do limite de liquidez e plasticidade
Ensaio do limite de liquidez e plasticidade
Erick Silva
 
Práticas pepiii pet_n01
Práticas pepiii pet_n01Práticas pepiii pet_n01
Práticas pepiii pet_n01
Jaqueline Silva Albuquerque da Guia
 
In 09
In 09In 09
Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização
Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização
Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização
Janaina AGUIAR PARK
 
01 calibracao de-pipetas
01   calibracao de-pipetas01   calibracao de-pipetas
01 calibracao de-pipetas
Messias Castro
 
Dner me003-99 material betuminoso - determinação da penetração
Dner me003-99 material betuminoso - determinação da penetraçãoDner me003-99 material betuminoso - determinação da penetração
Dner me003-99 material betuminoso - determinação da penetração
Brenda Nogueira
 
Cominuição
CominuiçãoCominuição
Apostila laboratorista
Apostila laboratoristaApostila laboratorista
Apostila laboratorista
LOUISTELSON MOREIRA∴
 
Nbr 7181 1984 - solo - análise granulométrica
Nbr 7181   1984 - solo - análise granulométricaNbr 7181   1984 - solo - análise granulométrica
Nbr 7181 1984 - solo - análise granulométrica
Chrystian Santos
 
1 relatorio nm 3432
1 relatorio   nm 34321 relatorio   nm 3432
1 relatorio nm 3432
Ylorranne Costa
 
Tecnologias para o monitoramento de água no solo.
Tecnologias para o monitoramento de água no solo.Tecnologias para o monitoramento de água no solo.
Tecnologias para o monitoramento de água no solo.
Caio Gabriel de Oliveira
 
Práticas de laboratório - Ensaios de Caracterização
Práticas de laboratório - Ensaios de CaracterizaçãoPráticas de laboratório - Ensaios de Caracterização
Práticas de laboratório - Ensaios de Caracterização
Janaina AGUIAR PARK
 
3.1 análise granulométrica
3.1 análise granulométrica3.1 análise granulométrica
3.1 análise granulométrica
karolpoa
 

Semelhante a Ensaio de granulometria (20)

P2 2 granulometria.doc
P2 2 granulometria.docP2 2 granulometria.doc
P2 2 granulometria.doc
 
Ensaios
EnsaiosEnsaios
Ensaios
 
Ensaios e limites do solo
Ensaios e limites do soloEnsaios e limites do solo
Ensaios e limites do solo
 
Relatório
RelatórioRelatório
Relatório
 
Nbr 11579 cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...
Nbr 11579   cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...Nbr 11579   cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...
Nbr 11579 cimento portland - determinacao da finura por meio da peneira 75 ...
 
Aula ensaios e limites do solo
Aula  ensaios e limites do soloAula  ensaios e limites do solo
Aula ensaios e limites do solo
 
EQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO E CLASSIFICAÇÃO
EQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO  E CLASSIFICAÇÃOEQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO  E CLASSIFICAÇÃO
EQUIPAMENTOS DE PENEIRAMENTO E CLASSIFICAÇÃO
 
Ensaio do limite de liquidez e plasticidade
Ensaio do limite de liquidez e plasticidadeEnsaio do limite de liquidez e plasticidade
Ensaio do limite de liquidez e plasticidade
 
Práticas pepiii pet_n01
Práticas pepiii pet_n01Práticas pepiii pet_n01
Práticas pepiii pet_n01
 
In 09
In 09In 09
In 09
 
Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização
Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização
Práticas de Laboratório de solos - Ensaios de caracterização
 
01 calibracao de-pipetas
01   calibracao de-pipetas01   calibracao de-pipetas
01 calibracao de-pipetas
 
Dner me003-99 material betuminoso - determinação da penetração
Dner me003-99 material betuminoso - determinação da penetraçãoDner me003-99 material betuminoso - determinação da penetração
Dner me003-99 material betuminoso - determinação da penetração
 
Cominuição
CominuiçãoCominuição
Cominuição
 
Apostila laboratorista
Apostila laboratoristaApostila laboratorista
Apostila laboratorista
 
Nbr 7181 1984 - solo - análise granulométrica
Nbr 7181   1984 - solo - análise granulométricaNbr 7181   1984 - solo - análise granulométrica
Nbr 7181 1984 - solo - análise granulométrica
 
1 relatorio nm 3432
1 relatorio   nm 34321 relatorio   nm 3432
1 relatorio nm 3432
 
Tecnologias para o monitoramento de água no solo.
Tecnologias para o monitoramento de água no solo.Tecnologias para o monitoramento de água no solo.
Tecnologias para o monitoramento de água no solo.
 
Práticas de laboratório - Ensaios de Caracterização
Práticas de laboratório - Ensaios de CaracterizaçãoPráticas de laboratório - Ensaios de Caracterização
Práticas de laboratório - Ensaios de Caracterização
 
3.1 análise granulométrica
3.1 análise granulométrica3.1 análise granulométrica
3.1 análise granulométrica
 

Último

Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
soaresdesouzaamanda8
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AntonioVieira539017
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 

Último (20)

Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 

Ensaio de granulometria

  • 2. 1. Introdução O ensaio de granulometria é utilizado para determinar a distribuição granulométrica do solo, ou em outras palavras, a percentagem em peso que cada faixa especificada de tamanho de grãos, representa na massa seca total utilizada para o ensaio.
  • 3. 2. Objetivo O principal objetivo é conhecer a distribuição granulométrica do agregado e representá-la através de uma curva. Possibilitando assim a determinação de suas características físicas..
  • 4. Classificação da granulometria Segundo ABNT – NBR 6502/95 Obs: medidas em mm
  • 5. 3. Tipos de ensaio • Análise granulométrica por peneiramento; • Análise granulométrica por sedimentação; • Pela combinação de ambos os processos;
  • 6. Preparação da Amostra: • Conforme a NBR 6457 o preparo é feito da seguinte forma: - Seleciona-se uma quantidade representativa (mt) de material seco ao ar (aproximar da umidade higroscópica); - 10,0 kg para material com pedregulho grosso; - 2,0 kg para material com pedregulho fino; 1,0 kg para material arenoso; - 0,5 kg para material siltoso/argiloso. - Desmanchar os torrões e homogeneizar a amostra; - Passa-se a massa (mt) na peneira #10 (2,0mm); - Do material que passar, separam-se 04 quantidades: mh = 120 g para solo arenoso e 70g para solo siltoso/argiloso; h = 100 g para três determinações de umidade higroscópica a sedimentação;
  • 7. 3.1 Ensaio de sedimentação O ensaio de sedimentação é utilizado para determinar a granulometria de solos que possuem quantidades significativas de compostos de materiais finos, como as argilas. É um ensaio de caracterização, que juntamente com o ensaio de peneiramento compõem a Análise Granulométrica dos solos.
  • 8. Procedimento Experimental: • Sedimentação (material que passa na peneira #10) – (mh) - Pesa-se o material com resolução de 0,01g - Transferir o material para um Bequer 250 cm³ - Adicionar um defloculante de 125 cm³ de solução hexametafosfato de sódio com concentração de 45,7g do sal por 1.000 cm³ de solução. - Agitar o Bequer e deixar em repouso 12 horas. - Remover-se com agua destilada, com auxilio de uma bisnaga, o material aderido ao bequer. - Adicionar agua destilada ate que seu nível fique 5 cm abaixo copo dispersor. - Submeter ação de 15 minutos aparelho dispersor. - Tranferir para a proveta e agitar durante 1 minuto - Após agitação colocar a proveta em uma mesa e mergulhar o densiometro na dispersão. - Efetuar a leitura do densiometro nos tempos (t) 0,5; 1 e 2 s. - Depois fazer as leituras subsequentes 4, 8, 15 e 30 minutos, 1,2,4, 8 e 24 horas.
  • 9. Lei de Stokes A determinação da granulometria do solo, no ensaio de sedimentação, é baseada na Lei de Stokes. Essa lei relaciona o tamanho da partícula com a velocidade com que ela sedimenta em um meio líquido. Dessa forma, quanto maior a partícula, mais rapidamente ela irá se depositar no fundo da proveta de ensaio.
  • 10. Amostras de solos dispersas em água destilada e colocadas em repouso para sedimentar em provetas com capacidade para 1.000 ml.
  • 11. 3.2 Ensaio de peneiramento Os solos grossos (areias e pedregulhos), possuindo pouca ou nenhuma quantidade de finos, podem ter a sua curva granulométrica inteiramente determinada utilizando-se somente o peneiramento. O ensaio de peneiramento bem como o Ensaio de Sedimentação, faz parte da análise granulométrica dos solos e é considerado um ensaio de caracterização
  • 12. Equipamentos utilizados: • Conforme a norma NBR 7181/84 - Estufa capaz de manter a temperatura entre 105°C - 110°C; - Balança com resolução 0,01g, 0,1g, 0,5g e 1g; - Almofariz e mão de grau - Cápsulas para determinação de umidade - Jogo de peneiras (50; 38; 25; 19; 9,5; 4,8; 2,4; 1,2; 0,6; 0,42; 0,30; 0,15; 0,075mm) - Agitador de peneiras e dispersor elétrico - Proveta graduada de 1000ml - Densímetro graduado de bulbo simétrico - Termômetro - Cronômetro - Bisnaga - Bagueta de vidro - Escova com cerdas metálicas
  • 13. Balança de precisãoEstufa Almofariz Cápsulas de Alumínio Proveta
  • 14. Peneiras Agitador de peneiras Densímetro Termômetro Cronômetro Bagueta
  • 15. Classificação das peneiras Série Normal / Série Intermediaria
  • 16. Definições importantes: • Porcentagem que passa: é o peso de material que passa em cada peneira, referido ao peso seco da amostra; • Porcentagem retida: é a porcentagem retida numa determinada peneira. Obtemos este percentual, quando conhecendo-se o peso seco da amostra, pesamos o material retido, dividimos este pelo peso seco total multiplicamos por 100; • Porcentagem acumulada: é a soma dos percentuais retidos nas peneiras superiores, com o percentual retido na peneira em estudo.
  • 18. Para o peneiramento de um material granular, a amostra é, inicialmente, secada em estufa e seu peso determinado. Esta amostra será colocada na peneira de maior abertura da série previamente escolhida e levada a um vibrador de peneiras onde permanecerá pelo tempo necessário à separação das frações. Quanto o solo possui uma porcentagem grande de finos, porém não interessa a sua distribuição granulométrica, faz-se, primeiramente, uma lavagem do solo na peneira nº 200, seguido da secagem em estufa do material retido e posterior peneiramento. Este procedimento leva a resultados mais corretos do que fazer o peneiramento direto, da amostra seca.
  • 19.
  • 20. Cálculos: * Massa total da amostra seca
  • 21. * Porcentagem de materiais que passam nas peneiras 50; 38; 25; 19; 9,5; 4,8 e 2,0 mm
  • 22. * Porcentagens de material em suspensão (leitura do densímetro em relação amostra total)
  • 23. * Diâmetro das partículas de solo em suspensão
  • 25. Grupo: • Andressa Alves • Ana Carolina Almeida • Karla Dantas • Rodrigo Silveira • Thiago Castro