Centro de Educação a Distância 
Universidade Anhanguera – Uniderp 
EDUCAÇÃO LUDICA 
Profª Ms. Édina Domingues 
GISELE DE FÁTIMA PEREIRA MATULOVIC 2330444243 
PIRACICABA – SP 
2014
2 
INTRODUÇÃO 
Através das novas praticas pedagógicas torna se possível efetivar o aprendizado, dos nossos 
alunos, através de metodologias que amparem e supram todas as necessidades as quais envolve 
um novo modelo de aprendizes. Nesse contexto a ludicidade tem papel primordial, já que com a 
chegada das novas tecnologias que envolve todo o contexto mundial, de nossas crianças e 
adolescentes, a escola tornou se um local tedioso, pois na maioria delas não acompanhou o 
desenvolvimento do mesmo. 
Através do brincar, tudo tornou se mais interessante no ambiente escolar, afinal o jogo como 
facilitador do processo educacional, tanto para a estruturações da personalidade como para os 
processos cognitivos, vem sendo largamente estudado por profissionais de inúmeras áreas. 
Tornou se possível através dessa nova didática efetivar a segurança no desenvolvimento dos 
alunos, o estimulo da autonomia, a expressão corporal trabalhando num âmbito construtivo e 
espontâneo. 
Temos a consciência de que essa nova concepção educativa chegou aos ambientes escolares 
efetivando o sujeito para e o mesmo posso encontrar e reconhecer o seu papel de cidadão critico e 
participativo, viabilizando um mundo mais humano e justo.
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PIETER BRUEGH 
Nas observações realizadas no quadro em anexo, tornou se possível, analisar varias brincadeiras, as 
quais estão divididas em pequenos grupos de crianças, sendo que as brincadeiras identificadas foram: 
Balança caixão, bilboquê, bambolê, pula corda, escravo de Jô, pula cela, cavalinho, porquinho, 
esconde e esconde, mãe da rua, serra do vovô.
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BRINCADEIRAS X TECNOLOGIA 
Atualmente as crianças desconhecem brincadeiras, em grupos, aquelas que exigem o contato 
social, que interagem entre si, correm, gritam, competem de forma divertida, aquelas que auxiliam 
no desenvolvimento do corpo, estimulação da socialização, convívios os quais haviam trocas de 
experiências, cooperação, princípios morais, responsabilidade, regras, criatividade. 
O que divergem da atualidade, que trouxe a informatização mundial, desenvolvendo jogos os quais 
mantem as crianças dentro em frente a uma tela fria de computador, apesar de eles interagirem 
entre essas maquinas, perdeu se alguns valores. 
Isso aconteceu pela globalização mundial, pela migração das famílias para a cidade grande, pela 
violência encontrada nas ruas, pedofilias, a necessidade de a figura materna ter saído para o 
mercado de trabalho. 
Sendo assim o brincar deixou de fazer parte da vida das crianças, deixando de interiorizar certos 
aprendizados, deixando de imitar o adulto ao seu lado, e sim imitar a televisão e os computadores.
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BRINCADEIRAS X TECNOLOGIA
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BRINCADEIRAS X TECNOLOGIA
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BRINCADEIRAS E MÚSICAS 
As cantigas e brincadeiras de roda são manifestações folclóricas onde as crianças se dão as mãos, 
formam uma roda e cantam melodias que podem ou não ser acompanhadas de coreografia. 
Antigamente, eram muito comuns no cotidiano infantil da criança brasileira. Hoje, no entanto, é uma 
manifestação que está sendo esquecida, pois as crianças estão mais interessadas em outros tipos de 
música e brincadeiras. 
As cantigas de rodas, tanto brasileiras quanto estrangeiras, são basicamente folclóricas. Possuem letras, 
melodias e ritmos simples e lúdicos, envolvendo brincadeiras, danças e trava-línguas. As músicas 
utilizam, normalmente, um compasso binário. 
Alguns acreditam que são originárias de modificações feitas em músicas de autores populares ou criadas 
anonimamente pelo povo. Por serem repassadas, de geração em geração, através do que se chama 
transmissão oral, é comum existirem diferenças regionais nas letras de algumas delas. 
As brincadeiras de roda ajudam a sociabilizar e desinibir as crianças, uma vez que exigem o olhar frente 
a frente, o toque corporal, a exposição, pois em muitas delas cada um deve se apresentar no centro da 
roda. Auxiliam no desenvolvimento da expressão corporal, senso rítmico e organização coletiva. São 
também um dos elementos importantes para a integração e o lazer infantil.
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O FAZ DE CONTA 
Estratégia: No faz de conta tanto os meninos como as meninas 
imitam os adultos, animais, televisões, etc. Ou seja, vivencias de 
seus dias. 
Divida o ambiente usando varais com tecidos coloridos para os 
pequenos passarem entre eles. 
Convide a criançada a montar diferentes kits de jogos simbólicos 
específicos, como navio pirata e show de calouros. 
Agende visitas a locais que podem inspirar a brincadeira ou mostre 
vídeos que os retratem, como um consultório médico e uma 
lanchonete. 
Registre as falas dos pequenos para encaminhar intervenções em 
outros momentos e aprimorar o jogo simbólico. 
Objetivos 
Desenvolver na criança a expectativa de vida, estimular a 
imaginação, divertir, se colocar como protagonista e não com 
expectador, desenvolver autonomia, socializar
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O BRINCAR COM A MUSICA 
Objetivos: trabalhar a socialização ,a atenção, a memoria e a acuidade auditiva e o canto. 
Onde jogar: Sala de aula 
Idade :A partir de 4 anos 
Como jogar: Sente os alunos em roda , explique que um deles terá que esperar do lado de fora da 
sala, enquanto você e o grupo escolhem a música , que deverá ser cantada, como se a turma fosse 
um grupo de bichinhos cantores, por exemplo. Borboletinha com voz de cachorro, pintinho amarelinho 
com voz de pintinho, e assim por diante. 
O aluno terá 3 chances para adivinhar. 
Lembre sempre de festejar quando ele acertar , e apoiar quem não conseguiu! 
Dicas importantes : 
- Escolha músicas bem conhecidas das crianças 
- Faça um pequeno ensaio com eles antes de chamar o aluno que esta do lado de fora. 
- Se ninguém conseguir, pare o jogo faça rodas de cantoria como as vozes dos animais ,espere uns 
dias e tente novamente.
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CONCLUSÃO 
Acredita-se que esse trabalho servirá como embasamento para mostrar a importância do lúdico na 
educação infantil, bem como na construção do processo de imaginação, criatividade, desenvolvimento 
motor, interação social e no aprendizado de regras. Assim, é fundamental que a família, a escola e a 
criança forme um tripé que sustente essa etapa essencial na vida da criança. A escola e o educador 
atuam em parceria a fim de direcionar as atividades com o intuito de desmontar a brincadeira de uma 
ideia livre e focar em um aspecto pedagógico, de modo que estimulem a interação social entre as 
crianças e desenvolva habilidades intelectivas que respaldem o seu percurso na escola. Desenvolver 
o lúdico no contexto escolar exige que o educador tenha uma fundamentação teórica bem estruturada, 
manejo e atenção para entender a subjetividade de cada criança, bem como entender que o repertório 
de atividades deve estar adequado as situações. 
É interessante que o jogo lúdico seja planejado e sistematizado para mediar avanços e promover 
condições para que a criança interaja e aprenda a brincar no coletivo, desenvolvendo habilidades 
diversas. Nesse sentido, a psicologia pode contribuir nessa compreensão do desenvolvimento global 
dessa criança e fornecer subsídios para a educação infantil no sentido de aprimorar as técnicas de 
manejo.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BACELAR, Vera Lúcia da Encarnação. Ludicidade e educação infantil. EDUFBA, 2009. 
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: MEC, 1996. 
DEBORTOLI, José Alfredo Oliveira. As crianças e a brincadeira. In: CARVALHO, Alvsson; SALLES, 
Fátima; GUIMARÃES, Marília (Org.). Desenvolvimento e aprendizagem. 2. ed. Belo Horizonte: Ed. da 
UFMG, 2006. p. 77-88. 
LUCKESI, Cipriano. Ludicidade e desenvolvimento humano. In: MAHEU, Cristina d’Ávila (org.) 
Educação e Ludicidade – Ensaios 4. Salvador: Universidade Federal da Bahia, Faculdade de 
Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Gepel, 2007. 
Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da 
Biossíntese. In: LUCKESI, Cipriano Carlos (org.) Ludopedagogia – Ensaios 1: Educação e Ludicidade. 
Salvador: Gepel, 2000. V.1, p. 9-41. LÜDKE, Menga; ANDRÉ 
http://issuu.com/normalizacao/docs/normaliza____o_de_trabalhos_acad__m - ACESSO EM 
NOV/2014 
http://www.rupert.id.au/TJ521/bruegel_la.jpg - ACESSO EM NOV/2014 
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=5331 – ACESSO EM NOV/2014 
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf - ACESSO EM NOV/2014

Educação ludica

  • 1.
    Centro de Educaçãoa Distância Universidade Anhanguera – Uniderp EDUCAÇÃO LUDICA Profª Ms. Édina Domingues GISELE DE FÁTIMA PEREIRA MATULOVIC 2330444243 PIRACICABA – SP 2014
  • 2.
    2 INTRODUÇÃO Atravésdas novas praticas pedagógicas torna se possível efetivar o aprendizado, dos nossos alunos, através de metodologias que amparem e supram todas as necessidades as quais envolve um novo modelo de aprendizes. Nesse contexto a ludicidade tem papel primordial, já que com a chegada das novas tecnologias que envolve todo o contexto mundial, de nossas crianças e adolescentes, a escola tornou se um local tedioso, pois na maioria delas não acompanhou o desenvolvimento do mesmo. Através do brincar, tudo tornou se mais interessante no ambiente escolar, afinal o jogo como facilitador do processo educacional, tanto para a estruturações da personalidade como para os processos cognitivos, vem sendo largamente estudado por profissionais de inúmeras áreas. Tornou se possível através dessa nova didática efetivar a segurança no desenvolvimento dos alunos, o estimulo da autonomia, a expressão corporal trabalhando num âmbito construtivo e espontâneo. Temos a consciência de que essa nova concepção educativa chegou aos ambientes escolares efetivando o sujeito para e o mesmo posso encontrar e reconhecer o seu papel de cidadão critico e participativo, viabilizando um mundo mais humano e justo.
  • 3.
    3 PIETER BRUEGH Nas observações realizadas no quadro em anexo, tornou se possível, analisar varias brincadeiras, as quais estão divididas em pequenos grupos de crianças, sendo que as brincadeiras identificadas foram: Balança caixão, bilboquê, bambolê, pula corda, escravo de Jô, pula cela, cavalinho, porquinho, esconde e esconde, mãe da rua, serra do vovô.
  • 4.
    4 BRINCADEIRAS XTECNOLOGIA Atualmente as crianças desconhecem brincadeiras, em grupos, aquelas que exigem o contato social, que interagem entre si, correm, gritam, competem de forma divertida, aquelas que auxiliam no desenvolvimento do corpo, estimulação da socialização, convívios os quais haviam trocas de experiências, cooperação, princípios morais, responsabilidade, regras, criatividade. O que divergem da atualidade, que trouxe a informatização mundial, desenvolvendo jogos os quais mantem as crianças dentro em frente a uma tela fria de computador, apesar de eles interagirem entre essas maquinas, perdeu se alguns valores. Isso aconteceu pela globalização mundial, pela migração das famílias para a cidade grande, pela violência encontrada nas ruas, pedofilias, a necessidade de a figura materna ter saído para o mercado de trabalho. Sendo assim o brincar deixou de fazer parte da vida das crianças, deixando de interiorizar certos aprendizados, deixando de imitar o adulto ao seu lado, e sim imitar a televisão e os computadores.
  • 5.
    5 BRINCADEIRAS XTECNOLOGIA
  • 6.
    6 BRINCADEIRAS XTECNOLOGIA
  • 7.
    7 BRINCADEIRAS EMÚSICAS As cantigas e brincadeiras de roda são manifestações folclóricas onde as crianças se dão as mãos, formam uma roda e cantam melodias que podem ou não ser acompanhadas de coreografia. Antigamente, eram muito comuns no cotidiano infantil da criança brasileira. Hoje, no entanto, é uma manifestação que está sendo esquecida, pois as crianças estão mais interessadas em outros tipos de música e brincadeiras. As cantigas de rodas, tanto brasileiras quanto estrangeiras, são basicamente folclóricas. Possuem letras, melodias e ritmos simples e lúdicos, envolvendo brincadeiras, danças e trava-línguas. As músicas utilizam, normalmente, um compasso binário. Alguns acreditam que são originárias de modificações feitas em músicas de autores populares ou criadas anonimamente pelo povo. Por serem repassadas, de geração em geração, através do que se chama transmissão oral, é comum existirem diferenças regionais nas letras de algumas delas. As brincadeiras de roda ajudam a sociabilizar e desinibir as crianças, uma vez que exigem o olhar frente a frente, o toque corporal, a exposição, pois em muitas delas cada um deve se apresentar no centro da roda. Auxiliam no desenvolvimento da expressão corporal, senso rítmico e organização coletiva. São também um dos elementos importantes para a integração e o lazer infantil.
  • 8.
    8 O FAZDE CONTA Estratégia: No faz de conta tanto os meninos como as meninas imitam os adultos, animais, televisões, etc. Ou seja, vivencias de seus dias. Divida o ambiente usando varais com tecidos coloridos para os pequenos passarem entre eles. Convide a criançada a montar diferentes kits de jogos simbólicos específicos, como navio pirata e show de calouros. Agende visitas a locais que podem inspirar a brincadeira ou mostre vídeos que os retratem, como um consultório médico e uma lanchonete. Registre as falas dos pequenos para encaminhar intervenções em outros momentos e aprimorar o jogo simbólico. Objetivos Desenvolver na criança a expectativa de vida, estimular a imaginação, divertir, se colocar como protagonista e não com expectador, desenvolver autonomia, socializar
  • 9.
    9 O BRINCARCOM A MUSICA Objetivos: trabalhar a socialização ,a atenção, a memoria e a acuidade auditiva e o canto. Onde jogar: Sala de aula Idade :A partir de 4 anos Como jogar: Sente os alunos em roda , explique que um deles terá que esperar do lado de fora da sala, enquanto você e o grupo escolhem a música , que deverá ser cantada, como se a turma fosse um grupo de bichinhos cantores, por exemplo. Borboletinha com voz de cachorro, pintinho amarelinho com voz de pintinho, e assim por diante. O aluno terá 3 chances para adivinhar. Lembre sempre de festejar quando ele acertar , e apoiar quem não conseguiu! Dicas importantes : - Escolha músicas bem conhecidas das crianças - Faça um pequeno ensaio com eles antes de chamar o aluno que esta do lado de fora. - Se ninguém conseguir, pare o jogo faça rodas de cantoria como as vozes dos animais ,espere uns dias e tente novamente.
  • 10.
    10 CONCLUSÃO Acredita-seque esse trabalho servirá como embasamento para mostrar a importância do lúdico na educação infantil, bem como na construção do processo de imaginação, criatividade, desenvolvimento motor, interação social e no aprendizado de regras. Assim, é fundamental que a família, a escola e a criança forme um tripé que sustente essa etapa essencial na vida da criança. A escola e o educador atuam em parceria a fim de direcionar as atividades com o intuito de desmontar a brincadeira de uma ideia livre e focar em um aspecto pedagógico, de modo que estimulem a interação social entre as crianças e desenvolva habilidades intelectivas que respaldem o seu percurso na escola. Desenvolver o lúdico no contexto escolar exige que o educador tenha uma fundamentação teórica bem estruturada, manejo e atenção para entender a subjetividade de cada criança, bem como entender que o repertório de atividades deve estar adequado as situações. É interessante que o jogo lúdico seja planejado e sistematizado para mediar avanços e promover condições para que a criança interaja e aprenda a brincar no coletivo, desenvolvendo habilidades diversas. Nesse sentido, a psicologia pode contribuir nessa compreensão do desenvolvimento global dessa criança e fornecer subsídios para a educação infantil no sentido de aprimorar as técnicas de manejo.
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    11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BACELAR, Vera Lúcia da Encarnação. Ludicidade e educação infantil. EDUFBA, 2009. BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: MEC, 1996. DEBORTOLI, José Alfredo Oliveira. As crianças e a brincadeira. In: CARVALHO, Alvsson; SALLES, Fátima; GUIMARÃES, Marília (Org.). Desenvolvimento e aprendizagem. 2. ed. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 2006. p. 77-88. LUCKESI, Cipriano. Ludicidade e desenvolvimento humano. In: MAHEU, Cristina d’Ávila (org.) Educação e Ludicidade – Ensaios 4. Salvador: Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Gepel, 2007. Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da Biossíntese. In: LUCKESI, Cipriano Carlos (org.) Ludopedagogia – Ensaios 1: Educação e Ludicidade. Salvador: Gepel, 2000. V.1, p. 9-41. LÜDKE, Menga; ANDRÉ http://issuu.com/normalizacao/docs/normaliza____o_de_trabalhos_acad__m - ACESSO EM NOV/2014 http://www.rupert.id.au/TJ521/bruegel_la.jpg - ACESSO EM NOV/2014 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=5331 – ACESSO EM NOV/2014 http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf - ACESSO EM NOV/2014