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MODALIDADES
T A T I A N A S I L V A | 1 1 º G | N º 9
C U R S O P R O F I S S I O N A L T É C N I C O D E R E C E Ç Ã O
E D U C A Ç Ã O F Í S I C A | P R O F º J O Ã O S I L V A
2 0 2 0
INTRODUÇÃO
Ao longo deste trabalho irei falar sobre os seguintes temas, abordando a base de cada desporto,
a técnica, entre outros…
As modalidades:
• Basquetebol;
• Voleibol;
• Atletismo;
• Ginástica.
BASQUETEBOL
INTRODUÇÃO
‣ Hoje em dia o basquetebol é conhecido em todo o mundo;
‣ Mais de 60 milhões de pessoas em 130 associações nacionais praticam este jogo que é completo e
atlético, que, por esse motivo detém um importante lugar dentro das modalidades desportivas
internacionais.;
‣ Com o Minibasquetebol para as crianças , este aumentou, em muitos países o numero de praticantes
deste desporto;
‣ A grande divulgação desta modalidade leva a uma tendência para um aumento continuo deste da prática
deste desporto nos países de África, da Ásia e da América. (etc.…)
‣ (Baseado no livro “ basquetebol ” de Wolfgang Hercher da editora estampa de 1983)
MOTIVO PELO QUAL O BASQUETEBOL FOI
CRIADO
• O basquetebol foi criado pois em Massachussets, o longo e rigoroso inverno, impossibilitava a prática
de desportos ao ar livre, pelo que o reduzido número de desportos de interior levava à necessidade de criação
de um desporto de interior diferente.
COMO FOI CRIADO O BASQUETEBOL?
– O basquetebol foi criado por James Naismith, um professor canadiano de Educação Física;
– No ano de 1891 o diretor do Springfield College, Luther Halsey Gullick, convocou o professor
de Educação Física para que este criasse um desporto sem violência que estimulasse os alunos
durante o Inverno, mas que também pudesse ser jogado noVerão;
– Naismith, juntamente com outros professores da disciplina da Universidade do Kansas, pensou
numa solução para o desafio, no entanto, este ponderou desistir.Apesar de tudo, este persistiu
em encontrar uma solução;
COMO FOI CRIADO O BASQUETEBOL?
– Passado algum tempo começou a pensar em algumas características básicas do jogo e concluiu que
este deveria:
• ter um alvo fixo;
• deveria ser jogado com uma bola, mas maior que a de futebol;
• deveria ser um desporto coletivo;
• o jogo não poderia ser tão agressivo como o futebol americano de forma a evitar conflitos entre
os alunos;
• por esse mesmo motivo anterior, a bola também não poderia ser chutada;
• logo concluiu que deveriam ser utilizadas as mãos no jogo;
COMO FOI CRIADO O BASQUETEBOL?
– De seguida passou para a conceção do alvo, e para isso decidiu que não poderia ser como no
futebol ou no hóquei.
– A solução para este problema surgiu-lhe como um relâmpago: o alvo deveria estar a uma
altura a que nenhum jogador da defesa seria capaz de parar a bola. Isto traria uma dificuldade
interessante ao jogo;
– Feito tudo isto, Naismith passou a elaborar as regras do jogo e estas surgiram-lhe de forma
rápida e intuitiva, criando facilmente as 13 primeiras regras do novo desporto.
REGRAS
• A bola poderá ser lançada em qualquer tipo de direção, com uma ou duas mãos;
• A bola poderá ser driblada com uma ou duas mãos em qualquer direção, mas nunca deve ser
com os punhos;
• Os jogadores não podem correr com a bola não mãos, devem lançá-la da mesma posição de
onde a recebem, e pode ser dada uma certa tolerância a um jogador que recebe a bola em
movimento;
REGRAS
• A bola poderá ser segurada por uma ou duas mãos, mas nem os braços ou outra parte do
nosso corpo pode ser utilizado para retê-la;
• É proibido atingir o adversário com os ombros, empurrar ou impedir a sua movimentação, e
esta infração deverá ser marcada como falta. Em caso que se repita o jogador volte a fazer a
mesma infração será eliminado até que seja marcada um novo cesto. Se houver a intenção de
lesionar o adversário, o jogador será eliminado por todo o jogo, sem que se permita a
substituição;
REGRAS
• Driblar a bola com os punhos será uma falta, como as violações descritas nas regras 3 e 4 e
se aplicará a penalidade descrita na regra 5;
• Se uma equipa cometer três faltas consecutivas (sem que a outra equipa tenha cometido falta
no mesmo lapso de tempo), um ponto será anotado em favor da equipa adversária;
• Será considerado ponto quando a bola for lançada ao cesto e nele entrar, caindo no solo. Se a
bola tocar o aro e os defensores movimentarem esse aro, será marcado um ponto para a
equipa atacante;
REGRAS
• Quando a bola sair do campo ela deverá ser reposta no meio da quadra pelo mesmo jogador que a
tocou para fora. Se houver dúvida o árbitro deverá lançá-la ao alto no interior do campo de jogo.
O jogador terá cinco segundos para repor a bola em jogo. Se retiver a bola por mais tempo a
lateral será dada à equipa adversária. Se uma equipa retardar intencionalmente o reinício do jogo
será penalizada com uma falta;
• Driblar a bola com os punhos será uma falta, como as violações descritas nas regras 3 e 4 e se
aplicará a penalidade descrita na regra 5;
• Se uma equipa cometer três faltas consecutivas (sem que a outra equipa tenha cometido falta no
mesmo lapso de tempo), um ponto será anotado em favor da equipa adversária;
REGRAS
• Será considerado ponto quando a bola for lançada ao cesto e nele entrar, caindo no solo. Se a
bola tocar o aro e os defensores movimentarem esse aro, será marcado um ponto para a
equipa atacante;
• Quando a bola sair do campo ela deverá ser reposta no meio da quadra pelo mesmo jogador
que a tocou para fora. Se houver dúvida o árbitro deverá lançá-la ao alto no interior do
campo de jogo. O jogador terá cinco segundos para repor a bola em jogo. Se retiver a bola
por mais tempo a lateral será dada à equipa adversária. Se uma equipa retardar
intencionalmente o reinício do jogo será penalizada com uma falta;
TÉCNICA
• O drible pode ser:
– Drible de progressão – Utilizado fundamentalmente para sair de uma zona congestionada e avançar
no terreno.
– Drible de proteção – Serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e para garantir a posse de
bola. É um tipo de drible, que face a uma maior proximidade do defesa, o jogador tem de dar maior
atenção à proteção da bola.
TÉCNICA
• Regras de Drible:
Quando se dribla pode-se executar-se um número indefinido de passos. Quando em
posse de bola, o jogador não pode batê-la com as duas mãos simultaneamente, nem efetuar dois
dribles consecutivos, ou seja, driblar, agarrar e voltar a driblar.
• Passe
O passe tem como objetivo a colocação da bola num companheiro que se encontre em
melhor posição, para a progressão no terreno de jogo
TÉCNICA
• Existem vários tipos de passe:
Passe de Peito – Como o próprio nome indica, este passe é realizado com a bola à altura
do peito e lançada frontalmente na direção do alvo. Neste movimento os polegares dão a força ao
passe e no final as palmas das mãos devem ficar apontar para fora
• Como fazer?
Colocar os cotovelos junto ao corpo; Avançar uma das pernas; Executar um movimento
de repulsão com os braços com uma rotação dos pulsos; Após o passe, as palmas das mãos devem
ficar viradas para fora com os polegares a apontar para dentro e para baixo.
TÉCNICA
• Passe picado
Muito semelhante ao passe de peito, tendo em conta que o alvo inicial é o solo; O
ressalto da bola terá um objetivo comum ao do passe de peito, ou seja, a mão do colega ou as
zonas próximas do peito.
• Como fazer?
Colocar os cotovelos junto ao corpo; Avançar um das pernas; Executar um movimento de
repulsão com os braços com uma rotação dos o passe para a frente e para o solo a uma pequena
distância dos pés do colega; Após o passe, as palmas das mãos devem ficar viradas para fora com
os polegares a apontar para dentro e para baixo.
TÉCNICA
• Passe de ombro
– É utilizado nas situações que solicitam um passe mais longo. É um tipo de passe com uma
trajetória tensa (sem arco), e em direção ao alvo.
• Como fazer?
– Agarrar a bola com as duas mãos e colocá-la no ombro; Colocar o cotovelo numa posição
levantada; Fazer a extensão do braço e simultaneamente avançar o corpo e a perna do lado da bola,
impulsionando-a desta forma.
TÉCNICA
• Passe por cima da cabeça
É usado quando existe um adversário entre dois jogadores da mesma equipa.
• Como fazer?
Elevar os braços acima da cabeça com a bola entre as duas mãos; Avançar uma das
pernas e impulsionar a bola para a frente;
Executar o passe com o movimento de braços;
CURIOSIDADES
• O Brasil foi o primeiro país da América Latina a praticar o basquete, em 1896. A modalidade
havia sido criada cinco anos antes pelo professor canadense James Naismith, que dava aulas no
colégio da ACM (Associação Cristã de Moços), em Springfield, Massachussets (EUA).
• O Maior cestinha do basquete brasileiro, o ala Óscar Schmidt disputou 326 partidas pela seleção
brasileira e marcou 7.693 pontos, média de 23,5 por partida.
• O placar mais alto em uma partida de basquete aconteceu em um jogo internacional de veteranos
nos Jogos Asiáticos -1982, quando o Iraque venceu o Iémen por 251 a 33, em Nova Déli, na Índia.
CURIOSIDADES
• Os EUA obtiveram 11 medalhas de ouro em 13 torneios de basquete masculino disputados
nas olimpíadas. Nas duas vezes em que não ganharam, foram prata (em Munique-1972) e
bronze (em Seul 1988). Ao todo, foram 100 vitórias e apenas três derrotas.
• O basquete é um dos desportos mais praticados no mundo, com cerca de 300 milhões de
adeptos. Atualmente, mais de 170 países estão filiados à Federação Internacional de Basquete
Amador (FIBA), entidade máxima da modalidade.
CURIOSIDADES
• Em jogos olímpicos, o predomínio é dos Estados Unidos. São 12 medalhas de ouro, contra
duas da ex-União Soviética e apenas uma da antiga Iugoslávia.
• Óscar Schmidt, o maior nome da história do desporto no Brasil, afirma ter marcado 49.737
pontos em 1.615 jogos, alcançando uma média de 30,7 por partida (o que lhe garantiria a
marca de maior pontuado da história do basquete mundial). No entanto, a informação é
contestada pela Federação Internacional de Basquete (FIBA), que não considera os pontos de
algumas competições disputadas pelo “Mão Santa”.
CONCLUSÃO
Concluímos então que:
– O basquetebol tornou-se mundialmente conhecido desde a sua origem;
– Nos dias de hoje, milhões de atletas praticam esta modalidade ambicionando um dia chegar à
principal liga, a NBA;
– O jogo tornou-se mundialmente famoso e, por esse motivo, tornou-se em mais um dos desportos
olímpicos.
VOLEIBOL
A HISTÓRIA
• A modalidade “voleibol” foi criado nos Estados Unidos, no dia 9 de fevereiro de 1895, pelo
diretor de educação física da ACM (Associação Cristã de Moços de Massachusetts) William
George Morgan.
• Ao inventar a modalidade de Voleibol e suas regras, Morgan tinha como objetivo principal da
criação de um desporto sem contato físico entre os jogadores. Desta forma, ele pretendia
oferecer às pessoas (principalmente aos mais velhos) um desporto em que as lesões físicas,
provocadas por choques entre pessoas, seriam raras.
OS PRIMEIROS ANOS DE VOLEIBOL
• Nos primeiros anos, o voleibol ainda não contava com uma bola específica, sendo praticado
com uma câmara da bola de basquete. A rede era improvisada, a mesma usada nas partidas de
tênis. Neste período, o desporto era conhecido por Mintonette. Com o passar do tempo, foi
ganhando o nome popular de voleibol, que acabou se tornando oficial.
FATOS
- 1900 - voleibol chega ao Canadá, primeiro país fora dos Estados Unidos
- 1908 - o desporto vai para o continente asiático e começa a ser praticado na China e no Japão
- 1910 - o desporto chega ao Peru, primeiro país da América do Sul a praticar o desporto
- 1942 – morre, aos 72 anos de idade, o criador do voleibol, William George Morgan
- 1947 - fundada na França a FIVB ( Federação Internacional de Voleibol)
- 1949 - realizado o primeiro campeonato mundial masculino na Checoslováquia (foi vencido pela Rússia)
- 1951 – realizado o primeiro campeonato sul-americano de voleibol, na cidade do Rio de Janeiro. O Brasil
tornou-se campeão masculino e feminino.
- 1952 – realizado o primeiro campeonato mundial feminino
- 1964 – o desporto passa a fazer parte do programa oficial das Olimpíadas, realizadas em Tóquio no Japão.
CAMPEÕES
- A seleção brasileira masculina de voleibol foi campeã do Campeonato Mundial deVoleibol nos
anos de 2002, 2006 e 2010.A seleção feminina italiana foi campeã em 2002, enquanto a da Rússia
obteve o título em 2006 e 2010.
- As Copas do Mundo de voleibol de 2003 e 2007 também foram vencidas pela seleção brasileira
masculina.
- Na Copa do Mundo de 2011, a seleção russa sagrou-se campeã. Mesmo com o terceiro lugar, a
seleção brasileira de voleibol conquistou uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
CAMPEÕES
- A seleção feminina de voleibol da Itália foi campeã da Copa do Mundo de Voleibol nas últimas
duas edições (2007 e 2011).
- A próxima Copa do Mundo de Voleibol (masculino e feminino) ocorrerá no Japão em 2015.
- Em 2012, nas Olimpíadas de Londres, a seleção masculina de voleibol da Rússia obteve a
medalha de ouro, após vencer a seleção brasileira na final. Na categoria feminina, as jogadoras
brasileiras jogaram muito bem e conquistaram o ouro para o Brasil, após vencerem a forte equipe
dos Estados Unidos.
CAMPEÕES
- O Campeonato Mundial de Voleibol (masculino) de 2014, que contou com 24 seleções, ocorreu
na Polônia entre os dias 30 de agosto e 21 de setembro. A seleção polonesa foi campeã, após
vencer o Brasil na final por 3 sets a 1. O campeonato feminino ocorreu na Itália, entre os dias 23
de setembro e 12 de outubro de 2014. A seleção brasileira fez uma boa campanha, porém perdeu
na semifinal para as norte-americanas pelo placar de 3 sets a 0, ficando com a 3ª posição no
campeonato.
REGRAS
• Uma quadra oficial de voleibol tem formato retangular e ocupa 18 metros de comprimento,
divididos pela rede, e 9 metros de largura. Com uma superfície de madeira ou material
sintético, a quadra de voleibol deve ter piso liso e ser identificada por cores vivas. Observando
a figura acima que identifica o que é cada linha da quadra, abaixo descreveremos para que cada
uma delas servem.
• Zona de ataque: É a área em que os jogadores podem atacar contra a quadra adversária.
Compreende 3 metros para cada lada da rede.
REGRAS
• Zona de defesa: É a zona em que 95% das bolas rebatidas pelo ataque da outra equipe entram.
Corresponde a 6 metros de cada lado da quadra após a zona e ataque.
• Linhas laterais e linhas de fundo: São duas linhas laterais e duas linhas de fundo. Elas
delimitam a quadra de jogo. Ambas fazem parte da quadra.
• A antena: Serve para delimitar a área por onde a bola pode passar para o outro lado da quadra.
É uma haste flexível com 1,8 metros de extensão e 10 milímetros de diâmetro. É feita de fibra
de vidro ou material similar.
• Elas se estendem 80 centímetros acima da borda superior da rede.
REGRAS
• A rede: A rede fica posicionada no centro da quadra, possui 1 metro de largura e de 9,5 a 10 metros
de comprimento com 25 a 50 centímetros da antena até o cabo e a corda que a seguram. A borda
superior da rede deve ter 7 centímetros de largura, feita de lona branca e costurada ao logo de sua
extensão. A borda da parte inferior da rede tem 5 centímetros de largura. A altura da rede varia
conforme a modalidade. Para jogos do masculino, ela deve ficar a 2,43 metros do chão. Para jogos
do feminino, sua altura deve ser de 2,24 metros. Os postes que sustentam a rede são colocados a uma
distância de 0,5 a 1 metro além das linhas laterais. Eles medem 2,55 metros de altura e devem ser de
preferência ajustáveis.
• Zona livre: É o espaço em que os jogadores podem defender e passar a bola. Ocupa 3 metros a partir
de qualquer ponto da quadra de jogo.
REGRAS
Para se jogar voleibol são necessários 12 jogadores a saber:
1) Divididos igualmente em duas equipes de seis jogadores cada.
(2). As equipas são divididas por uma rede que fica no centro da quadra
(3). É necessário uma bola
(4). O jogo começa com um dos times que deve "sacar"
(5). Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguirão campo do adversário onde os/as
jogadores/as tentam evitar que a bola caia no seu campo
(6)usando qualquer parte do corpo (antes só era válido usar membros da cintura para cima, mas as
regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário
(7) sendo permitidos dar três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que
dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário
(8). Outra regra importante é que durante o jogo os jogadores não podem encostar na fita branca acima
da rede
(9). O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos na bola
CURIOSIDADE
- OVoleibol foi criado nos Estados Unidos pelo professor de Educação FísicaWilliam George
Morgan, em 9 de fevereiro de 1985. Morgan tinha como objetivo principal criar um e desporto e
em que não houvesse contato físico;
- Nos primeiro anos, o voleibol não possuía uma bola específica para a prática do desporto. Os
jogos eram realizados com bolas de basquetebol;
- Nos primórdios do desporto, as partidas eram disputadas em locais abertos;
- A Federação Internacional deVoleibol foi fundada em 1947;
- Durante uma partida de voleibol, um jogador dá, em média, setenta saltos.Alguns jogadores
podem chegar a marca de cem saltos por jogo.
CURIOSIDADE
- O voleibol entrou nos Jogos Olímpicos de Paris (1924), porém como desporto
demonstrativo. Foi apenas nas Olimpíadas de Tóquio (1964) que ele se tornou um desporto
olímpico de competição.
- O país que mais ganhou medalhas no voleibol masculino em Jogos Olímpicos foi a extinta
União Soviética. Foram seis medalhas conquistadas, sendo quatro de ouro e duas de pratas.
- A seleção brasileira masculina de voleibol já conquistou, em Jogos Olímpicos, com
medalhas, sendo duas de ouro e três de prata. A seleção feminina também conquistou
quatro medalhas olímpicas (duas de ouro e duas de bronze).
CURIOSIDADE
- A partida de voleibol mais demorada da História ocorreu na final dos Jogos Olímpicos de
Montreal (1976). O jogo entre União Soviética e Polônia durou 4 horas e 36 minutos. A seleção
polonesa levou o ouro nesta verdadeira maratona esportiva.
- O jogo de voleibol com maior público da História foi entre as seleções masculinas de Brasil e
União Soviética, realizado em 26 de julho de 1983. O Grande Desafio de Voleibol foi disputado
numa quadra montada no gramado do estádio do Maracanã (Rio de Janeiro) e teve 95 mil
espectadores. O Brasil venceu a partida por 3 sets a 1.
CONCLUSÃO
Concluímos então que:
– O voleibol tornou-se mundialmente conhecido;
– Nos dias de hoje, milhões de atletas praticam esta modalidade ambicionando algo mais;
ATLETISMO
HISTÓRIA
– A origem do Atletismo está relacionada com a própria origem do ser humano que, por necessidade,
defesa ou até prazer, já corria, saltava ou lançava.
– Depois, os diferentes povos foram inventando formas variadas e competitivas de corridas, saltos e
lançamentos com diversas finalidades: preparação para a guerra, agradecimento aos deuses e
homenagem aos heróis desaparecidos.
– Nos nossos dias, o Atletismo é uma modalidade desportiva que engloba várias disciplinas, como
corridas, marchas, saltos, lançamentos e provas combinadas.
– Neste trabalho vão estar presentes os tipos de modalidades complementares ao atletismo e a sua
forma de execução e o papel do atletismo nos jogos olímpicos.
– Durante este trabalho, terás oportunidade de aprofundar os teus conhecimentos sobre a
modalidade.
CONCEITO DE ATLETISMO
• O atletismo é considerado como um desporto base, pois a sua prática reflete os movimentos essenciais do ser
humano, na medida em que ele caminha, corre, salta e arremessa. Este apresenta-se dividido por três modalidades:
corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas
de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.
• Esta modalidade desportiva consiste numa variedade de desportos competitivos de corrida, marcha, saltos e
lançamentos.As provas de corrida e de marcha realizam-se em pista, em estrada, ou em corta-mato.As provas de
corrida disputadas no âmbito dos Jogos Olímpicos dividem-se em três grupos: provas de velocidade, das quais fazem
parte as distâncias de 100, 200 e 400 m, e estafetas; e as provas de meio-fundo e fundo, compreendendo os 800, os
1500, os 5000 e os 10 000 m, os 3000 m obstáculos, a meia-maratona e a maratona, uma longa corrida realizada em
estádio e estrada.As corridas com barreiras efetuam-se em 110, 200 e 400 m para homens, e 100 e 400 m para
senhoras.As provas de saltos incluem o salto em altura, o salto em comprimento, o triplo salto e o salto à vara. Os
lançamentos dividem-se em lançamento do dardo, do disco, do martelo e do peso. Existe ainda o decatlo, especialidade
que abarca um conjunto de dez modalidades atléticas, compreendendo provas de corrida, lançamento e salto.
ESTÁDIO DE ATLETISMO
• Um estádio é concebido de modo a que possam ocorrer ao mesmo tempo provas de corrida
(ou pista), bem como de saltos e lançamentos (ou campo).As provas de pista e campo são
disputadas em pista de atletismo e reúnem: corridas rasas, corridas com barreiras ou com
obstáculos. Já as provas de campo englobam saltos, arremesso e lançamentos.A pista moderna
é oval, mede 400 m de perímetro, e possui seis a dez faixas.A superfície da pista é geralmente
de plástico ou borracha, o que a torna tanto resistente ao tempo como ao atrito.As
modalidades de campo realizam-se no centro da pista, área essa que se designa por centro do
campo.
CORRIDA
• Estafetas (4x100m; 4x400m)
• Marcha (10000m; 20000m; 50000m)
• Barreiras (100m; 110m; 400m)
• Fundo (5000m; 10000m; Maratona 42km)
• Meio-fundo (800m; 1500m; 3000m obstáculos)
• Velocidade (60m; 100m; 200m; 400m)
CORRIDA
• As provas de velocidade caracterizam-se por serem provas de curta distância e têm por
objetivo, percorrer essa distância no menor tempo possível. Nas corridas até 400 m inclusive,
cada atleta terá de ter uma pista individual, com uma largura de 1,22 m, limitada por linhas com
5 cm de largura. Em todas as provas de velocidade, os blocos de partida terão de ser usados.
Quando colocados na pista, nenhuma parte do bloco de partida poderá situar-se sobre a linha
de partida ou prolongar-se para outra pista individual.
TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA
DE VELOCIDADE
Na corrida de velocidade podemos distinguir três fases importantes: a partida, o desenvolvimento da corrida e a
chegada. Na fase da corrida propriamente dita, ainda podemos distinguir três fases distintas: a fase de aceleração, a de
manutenção da velocidade máxima e a fase de desaceleração.
• Partida
• Em situação de competição a partida é indicada por um juiz através das seguintes vozes de comando:
• “Aos seus lugares” – o atleta deve:
– Colocar-se nos blocos numa posição de cinco apoios no solo (mãos, pés e joelho);
– Colocar os pés nos blocos, normalmente com o membro inferior mais forte no bloco da frente;
– Ter o joelho apoiado no solo do membro inferior que apoia o bloco de trás;
– Ter os membros superiores apoiados no solo em extensão e as mãos ligeiramente mais afastadas que a largura dos ombros;
– Ter o dedo polegar e o indicador afastados e apoiados imediatamente atrás da linha de partida;
– Colocar a cabeça no prolongamento do corpo, com o olhar fixo para a frente da linha de partida.
TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA
DE VELOCIDADE
• “Prontos” – o atleta deve:
Colocar-se na posição de quatro apoios, elevando o joelho do membro inferior de trás;
Elevar a bacia e avançar ligeiramente os ombros para a frente;
Apoiar fortemente os pés nos blocos;
Manter os membros superiores em extensão e as mãos apoiadas no solo.
• “Sinal de partida” – o atleta deve:
Retirar as mãos do solo;
Realizar uma extensão rápida dos membros inferiores;
Avançar rapidamente o joelho do membro inferior que está atrás (1ºpasso);
Coordenar o movimento dos membros superiores com o dos membros inferiores;
Manter o olhar dirigido para a frente.
TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA
DE VELOCIDADE
Desenvolvimento da corrida
Fase de aceleração - fase durante a qual se pretende atingir a velocidade máxima num período de tempo o mais
curto possível. Nesta fase é importante:
– Primeiras passadas muito rápidas e curtas, com um movimento do pé rasante ao solo;
– Redução gradual da inclinação do corpo à frente até atingir a vertical;
– Aumento gradual da amplitude da passada para permitir um rápido aumento da frequência.
– Fase de manutenção da velocidade máxima: período durante o qual o atleta consegue manter a sua velocidade máxima.
Nesta fase é importante:
– Manter elevada frequência da passada;
– Realizar o contacto dos pés com o solo pela parte anterior (parte da frente do pé);
– Passar o calcanhar do membro inferior livre junto da nádega, no balanço atrás;
– Elevar a coxa à horizontal, no balanço à frente;
– Braços com movimentos enérgicos e descontraídos, deslocando-se com um ângulo braço/ antebraço próximo dos 90°;
– Manter o olhar dirigido para a frente.
TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA
DE VELOCIDADE
Fase de desaceleração: pode ocorrer nos últimos metros da corrida e deve-se principalmente à fadiga
acumulada pelo atleta. Esta fase varia com a distância da corrida (correr 60 m é diferente de 400m,
sendo ambas provas de velocidade) e o nível do atleta.
As componentes críticas são as mesmas da velocidade máxima, no entanto deverá existir um
aumento da amplitude da passada para compensar a perda de frequência.
Chegada
A chegada à meta é a última fase de uma corrida, sendo também importante pois dela pode depender
a vitória numa prova. A chegada pode ser feita com a inclinação do tronco à frente ou avançando o
ombro oposto à perna da frente e oscilando os braços para trás. É importante não diminuir a
velocidade antes de passar a meta.
LANÇAMENTOS
• Lançamento do Disco
• Lançamento do Martelo
• Lançamento do Dardo
• Lançamento do Peso
– O lançamento do peso é uma disciplina do atletismo cujo objetivo é lançar um “peso” (objeto
esférico) o mais longe possível. Os lançamentos são realizados num espaço onde existe um círculo
de lançamento e uma zona de queda. O diâmetro interno do círculo terá de medir 2,135 m.
TÉCNICAS DETERMINANTES DO
LANÇAMENTO DO PESO
Pega do engenho:
• Pegar o engenho com a mão, apoiado sobre os dedos abertos e sem tocar na palma da mão;
• Os dedos polegares e mínimo servem de apoios laterais assegurando a estabilidade do
engenho;
• A mão que tem o peso deve ser colocada junto do pescoço;
• O cotovelo é ligeiramente levantado e puxado para a frente;
• A cabeça é mantida na sua posição normal.
TÉCNICAS DETERMINANTES DO
LANÇAMENTO DO PESO
Posição de Lançamento:
• Afastar os pés cerca de 60 cm. Segurar o peso debaixo do queixo, mantendo alto o cotovelo desse
braço.
• Juntar os pés enquanto se salta, ou deslizar para a esquerda.
• Apoiar-se no pé direito, enquanto se aterra, e avançar com a perna esquerda. Fletir os joelhos e
preparar-se para empurrar o peso a partir do ombro.
• Fazer oscilar a anca direita, para lançar o corpo para a frente. Retirar o peso debaixo do queixo, como
preparação para o largar.
• Tentar impulsionar o peso para cima e em frente, a partir do queixo e tão depressa quanto possível. O
peso irá tanto longe quanto mais alto e mais depressa for arremessado.
• Para seguir o movimento do peso depois do arremesso, avançar com a perna direita e dobrá-la, para
evitar passar sobre a barra de madeira em frente do círculo.
SALTOS
• Salto em Altura
• Triplo Salto
• Salto àVara
• Salto em Comprimento
SALTOS
• O salto em comprimento é uma disciplina do atletismo cujo objetivo é atingir a maior
distância possível entre a chamada e a queda. Os saltos são realizados num espaço onde
existe pista de balanço, zona de chamada e zona de queda. A pista de balanço deverá ter
um mínimo de 40 metros de comprimento e entre 1,22m a 1,25m de largura. A zona de
chamada é marcada por uma tábua que deverá ter um comprimento igual ao da largura da
pista de balanço e 20cm de largura. Deverá estar colocada entre 1 e 3 metros da área de
queda. Na zona de chamada é também marcada uma linha de chamada que o atleta não
pode pisar para realizar o salto e a partir da qual é medida a distância do salto. A zona de
queda deverá ser uma caixa de areia, ao mesmo nível da pista, e medir entre os 2,75 e 3
metros de largura no mínimo de 10 metros de comprimento. Este salto e composto por 4
fases: corrida de balanço, chamada, voo e queda.
SALTOS
Corrida de Balanço:
• Realizar seis a dez passadas em aceleração progressiva;
• Manter o corpo descontraído e a bacia elevada;
• Olhar dirigido para a frente.
Chamada:
• Colocar o pé de chamada na tábua de chamada;
• Manter o tronco na vertical;
• Elevar o joelho contrário ao pé da chamada e, com a ajuda dos membros superiores, preparar a fase
de voo.
SALTOS
Voo:
• Projetar o corpo bem para cima;
• Lançar o membro inferior livre para a frente e para cima até à altura da bacia;
• Rodar os membros superiores em extensão á retaguarda e projetar o corpo para a frente;
• Puxar os membros superiores em extensão para a frente e iniciar a flexão do tronco á frente.
Queda:
• Puxar os membros inferiores para a frente com fecho do tronco sobre estes;
• Fazer a receção sobre os dois pés, fletindo os membros inferiores;
• Equilibrar o corpo ou projetá-lo para a frente.
CONCLUSÃO
Esta modalidade desportiva onde o ideal olímpico corresponde perfeitamente aos objetivos da
própria modalidade: mais rápido, mais alto, mais forte. De facto, o que se procura é chegar em
primeiro, ser mais veloz, chegar mais alto e mais longe e ainda aguentar melhor as dificuldades
das provas, ser o mais forte.
GINÁSTICA
GINÁSTICA ARTÍSTICA – ORIGEM
▪ Foi na Grécia que a ginástica alcançou um lugar de destaque na sociedade, tornando-se uma
atividade de fundamental importância no desenvolvimento cultural do individuo.
▪ Exercícios físicos eram motivo de competição entre os gregos.
▪ Durante a sangrenta Idade Média, houve um desinteresse total pela ginástica como competição
e o seu aproveitamento desportivo ressurgiu na Europa apenas no inicio do século XVIII
▪ Foram então criadas a escola Alemã - caracterizada por movimentos lentos e rítmicos - e
sueca -à base de aparelhos.
▪ Ambas influenciaram o desenvolvimento do desporto, em especial o sistema de exercícios
físicos idealizado por Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852), oTurnkunst, matriz essencial da
ginástica olímpica hoje praticada.
IDENTIFICAÇÃO
▪ Esta é uma atividade mental e física, com regulamentação própria para a competição e aceite
universalmente.
▪ A competição masculina → 6 aparelhos
feminina → 4 aparelhos
▪ Por equipas só participam as 8 melhores esquipas do concurso de qualificação;
Elas são constituídas por 4 elementos, no mínimo, e no máximo, por 6.
Quando participam com 5 elementos, deve ser eliminada a nota mais baixa em
cada aparelho.
A classificação final de uma das equipas é o somatório das 4 melhores
pontuações dos diferentes aparelhos de ambas as pontuações.
IDENTIFICAÇÃO
▪ Geral individual
▪ Individual por aparelho
Participam os 24 melhores ginastas do concurso de qualificação, com 3 atletas
no máximo, por país ou por entidade.
A classificação final é obtida pelo somatório das notas dos diferentes
aparelhos.
Participam os 8 melhores ginastas de cada prova do concurso qualificação, com
2 atletas no máximo, por país ou por entidade.
A classificação final é a nota obtida nesta competição.
IDENTIFICAÇÃO
▪ Duração da prova cada exercício varia de acordo com o aparelho .
os exercícios no solo masculinos tem uma duração de 70 s. no máximo.
▪ Juízes o júri é constituído, por aparelho, por 2 juízes para “paralelas assimétricas” e por 6
juízes para o “Salto em cavalo”.
EXERCÍCIOS DE SOLO
▪ Masculinos - barra fixa, barras paralelas, cavalo com alças, salto sobre o cavalo, argolas e solo.
▪ Femininos – solo, salto sobre o cavalo, paralelas assimétricas e trave
Argolas Salto sobre o cavaloCavalo com alças
GINÁSTICA RÍTMICA – ORIGEM
▪ Teve origem na Rússia por volta de 1946, altura em que a música foi introduzida na Ginástica e
por esse motivo o termo Rítmica passou a ser utilizado, dando assim origem à Ginástica Rítmica;
▪ A modalidade apenas foi reconhecida pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) na
década de 1960 como modalidade desportiva individual feminina.
▪ A modalidade foi praticada pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Los Angeles – EUA – em
1984.
II.B) IDENTIFICAÇÃO
Concurso geral múltiplo
▪ Programa individual Composto por quatro exercícios que são realizados com 5 aparelhos;
A classificação final é determinada somando as notas obtidas pelo
seguintes aparelhos
Arco;
Bola;
Maças;
Corda;
Fita;
IDENTIFICAÇÃO
▪Concurso geral cada equipa é constituída por 5 elementos, onde têm de apresentar os seus
exercícios 2 vezes. 1 exercício com um tipo de aparelho, sendo que o outro
é com vários tipos de aparelhos.
▪ Concurso final neste tipo de concurso só podem participar as primeiras
8 equipas do concurso geral.
a sua classificação final é a nota obtida no concurso.
A sua classificação final é obtida pela média das duas apresentações,
onde é selecionada para o concurso final.
EXERCÍCIOS
• Masculinos – Maças, 2 arcos menores, 2 bastões longos, corda
• Femininos – Bola, arco, maças, corda, fita
Grupo Feminino Exercício com BolaExercícios - vários
GINÁSTICA ACROBÁTICA – ORIGEM
▪ A palavra acrobata vem do grego akróbatos significa aquele que dançava ou fazia equilíbrio.
▪ Como atividade desportiva organizada é um desporto recente, sob a tutela da Internacional Federation of
Sports Acrobatics (I.E.S.A.).
▪ Teve origem em 1973.
▪ Neste momento ela é praticada em todo o mundo por ter sido um grande sucesso.
▪ A Federação Portuguesa de Ginástica foi criada em 1950, sendo que o nosso país era a única entidade
responsável por ela.
▪ A primeira competição organizada pelo nosso país aconteceu em 1982, no ginásio da Escola Pedro Nunes. A 6
de setembro de 1990, foi criada a Federação Portuguesa
de trampolins e Desportos Acrobáticos.
▪Exercício individual (tumbling) → executado numa pista com 25 metros, onde os acrobatas
ganham impulso para o salto, que os eleva a uma altura
superior de uma tabela de basquetebol. Durante a
performance o atleta deve mostrar velocidade, força e
habilidade.
EXERCÍCIOS
Grupo Feminino Exercício com BolaExercícios - vários
São compostos pelo encadeamento de elementos com um companheiro e
acompanhamento musical com duração de 2 minutos e 30 segundos.
Pares:
▪ Masculinos
▪ Femininos
▪ Mistos
CONCLUSÃO
• Atualmente esta modalidade é uma das mais reconhecidas devido a uma atleta que pertence
aos Estados Unidos da América, Simone Biles.

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Educação Física

  • 1. MODALIDADES T A T I A N A S I L V A | 1 1 º G | N º 9 C U R S O P R O F I S S I O N A L T É C N I C O D E R E C E Ç Ã O E D U C A Ç Ã O F Í S I C A | P R O F º J O Ã O S I L V A 2 0 2 0
  • 2. INTRODUÇÃO Ao longo deste trabalho irei falar sobre os seguintes temas, abordando a base de cada desporto, a técnica, entre outros… As modalidades: • Basquetebol; • Voleibol; • Atletismo; • Ginástica.
  • 4. INTRODUÇÃO ‣ Hoje em dia o basquetebol é conhecido em todo o mundo; ‣ Mais de 60 milhões de pessoas em 130 associações nacionais praticam este jogo que é completo e atlético, que, por esse motivo detém um importante lugar dentro das modalidades desportivas internacionais.; ‣ Com o Minibasquetebol para as crianças , este aumentou, em muitos países o numero de praticantes deste desporto; ‣ A grande divulgação desta modalidade leva a uma tendência para um aumento continuo deste da prática deste desporto nos países de África, da Ásia e da América. (etc.…) ‣ (Baseado no livro “ basquetebol ” de Wolfgang Hercher da editora estampa de 1983)
  • 5. MOTIVO PELO QUAL O BASQUETEBOL FOI CRIADO • O basquetebol foi criado pois em Massachussets, o longo e rigoroso inverno, impossibilitava a prática de desportos ao ar livre, pelo que o reduzido número de desportos de interior levava à necessidade de criação de um desporto de interior diferente.
  • 6. COMO FOI CRIADO O BASQUETEBOL? – O basquetebol foi criado por James Naismith, um professor canadiano de Educação Física; – No ano de 1891 o diretor do Springfield College, Luther Halsey Gullick, convocou o professor de Educação Física para que este criasse um desporto sem violência que estimulasse os alunos durante o Inverno, mas que também pudesse ser jogado noVerão; – Naismith, juntamente com outros professores da disciplina da Universidade do Kansas, pensou numa solução para o desafio, no entanto, este ponderou desistir.Apesar de tudo, este persistiu em encontrar uma solução;
  • 7. COMO FOI CRIADO O BASQUETEBOL? – Passado algum tempo começou a pensar em algumas características básicas do jogo e concluiu que este deveria: • ter um alvo fixo; • deveria ser jogado com uma bola, mas maior que a de futebol; • deveria ser um desporto coletivo; • o jogo não poderia ser tão agressivo como o futebol americano de forma a evitar conflitos entre os alunos; • por esse mesmo motivo anterior, a bola também não poderia ser chutada; • logo concluiu que deveriam ser utilizadas as mãos no jogo;
  • 8. COMO FOI CRIADO O BASQUETEBOL? – De seguida passou para a conceção do alvo, e para isso decidiu que não poderia ser como no futebol ou no hóquei. – A solução para este problema surgiu-lhe como um relâmpago: o alvo deveria estar a uma altura a que nenhum jogador da defesa seria capaz de parar a bola. Isto traria uma dificuldade interessante ao jogo; – Feito tudo isto, Naismith passou a elaborar as regras do jogo e estas surgiram-lhe de forma rápida e intuitiva, criando facilmente as 13 primeiras regras do novo desporto.
  • 9. REGRAS • A bola poderá ser lançada em qualquer tipo de direção, com uma ou duas mãos; • A bola poderá ser driblada com uma ou duas mãos em qualquer direção, mas nunca deve ser com os punhos; • Os jogadores não podem correr com a bola não mãos, devem lançá-la da mesma posição de onde a recebem, e pode ser dada uma certa tolerância a um jogador que recebe a bola em movimento;
  • 10. REGRAS • A bola poderá ser segurada por uma ou duas mãos, mas nem os braços ou outra parte do nosso corpo pode ser utilizado para retê-la; • É proibido atingir o adversário com os ombros, empurrar ou impedir a sua movimentação, e esta infração deverá ser marcada como falta. Em caso que se repita o jogador volte a fazer a mesma infração será eliminado até que seja marcada um novo cesto. Se houver a intenção de lesionar o adversário, o jogador será eliminado por todo o jogo, sem que se permita a substituição;
  • 11. REGRAS • Driblar a bola com os punhos será uma falta, como as violações descritas nas regras 3 e 4 e se aplicará a penalidade descrita na regra 5; • Se uma equipa cometer três faltas consecutivas (sem que a outra equipa tenha cometido falta no mesmo lapso de tempo), um ponto será anotado em favor da equipa adversária; • Será considerado ponto quando a bola for lançada ao cesto e nele entrar, caindo no solo. Se a bola tocar o aro e os defensores movimentarem esse aro, será marcado um ponto para a equipa atacante;
  • 12. REGRAS • Quando a bola sair do campo ela deverá ser reposta no meio da quadra pelo mesmo jogador que a tocou para fora. Se houver dúvida o árbitro deverá lançá-la ao alto no interior do campo de jogo. O jogador terá cinco segundos para repor a bola em jogo. Se retiver a bola por mais tempo a lateral será dada à equipa adversária. Se uma equipa retardar intencionalmente o reinício do jogo será penalizada com uma falta; • Driblar a bola com os punhos será uma falta, como as violações descritas nas regras 3 e 4 e se aplicará a penalidade descrita na regra 5; • Se uma equipa cometer três faltas consecutivas (sem que a outra equipa tenha cometido falta no mesmo lapso de tempo), um ponto será anotado em favor da equipa adversária;
  • 13. REGRAS • Será considerado ponto quando a bola for lançada ao cesto e nele entrar, caindo no solo. Se a bola tocar o aro e os defensores movimentarem esse aro, será marcado um ponto para a equipa atacante; • Quando a bola sair do campo ela deverá ser reposta no meio da quadra pelo mesmo jogador que a tocou para fora. Se houver dúvida o árbitro deverá lançá-la ao alto no interior do campo de jogo. O jogador terá cinco segundos para repor a bola em jogo. Se retiver a bola por mais tempo a lateral será dada à equipa adversária. Se uma equipa retardar intencionalmente o reinício do jogo será penalizada com uma falta;
  • 14. TÉCNICA • O drible pode ser: – Drible de progressão – Utilizado fundamentalmente para sair de uma zona congestionada e avançar no terreno. – Drible de proteção – Serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e para garantir a posse de bola. É um tipo de drible, que face a uma maior proximidade do defesa, o jogador tem de dar maior atenção à proteção da bola.
  • 15. TÉCNICA • Regras de Drible: Quando se dribla pode-se executar-se um número indefinido de passos. Quando em posse de bola, o jogador não pode batê-la com as duas mãos simultaneamente, nem efetuar dois dribles consecutivos, ou seja, driblar, agarrar e voltar a driblar. • Passe O passe tem como objetivo a colocação da bola num companheiro que se encontre em melhor posição, para a progressão no terreno de jogo
  • 16. TÉCNICA • Existem vários tipos de passe: Passe de Peito – Como o próprio nome indica, este passe é realizado com a bola à altura do peito e lançada frontalmente na direção do alvo. Neste movimento os polegares dão a força ao passe e no final as palmas das mãos devem ficar apontar para fora • Como fazer? Colocar os cotovelos junto ao corpo; Avançar uma das pernas; Executar um movimento de repulsão com os braços com uma rotação dos pulsos; Após o passe, as palmas das mãos devem ficar viradas para fora com os polegares a apontar para dentro e para baixo.
  • 17. TÉCNICA • Passe picado Muito semelhante ao passe de peito, tendo em conta que o alvo inicial é o solo; O ressalto da bola terá um objetivo comum ao do passe de peito, ou seja, a mão do colega ou as zonas próximas do peito. • Como fazer? Colocar os cotovelos junto ao corpo; Avançar um das pernas; Executar um movimento de repulsão com os braços com uma rotação dos o passe para a frente e para o solo a uma pequena distância dos pés do colega; Após o passe, as palmas das mãos devem ficar viradas para fora com os polegares a apontar para dentro e para baixo.
  • 18. TÉCNICA • Passe de ombro – É utilizado nas situações que solicitam um passe mais longo. É um tipo de passe com uma trajetória tensa (sem arco), e em direção ao alvo. • Como fazer? – Agarrar a bola com as duas mãos e colocá-la no ombro; Colocar o cotovelo numa posição levantada; Fazer a extensão do braço e simultaneamente avançar o corpo e a perna do lado da bola, impulsionando-a desta forma.
  • 19. TÉCNICA • Passe por cima da cabeça É usado quando existe um adversário entre dois jogadores da mesma equipa. • Como fazer? Elevar os braços acima da cabeça com a bola entre as duas mãos; Avançar uma das pernas e impulsionar a bola para a frente; Executar o passe com o movimento de braços;
  • 20. CURIOSIDADES • O Brasil foi o primeiro país da América Latina a praticar o basquete, em 1896. A modalidade havia sido criada cinco anos antes pelo professor canadense James Naismith, que dava aulas no colégio da ACM (Associação Cristã de Moços), em Springfield, Massachussets (EUA). • O Maior cestinha do basquete brasileiro, o ala Óscar Schmidt disputou 326 partidas pela seleção brasileira e marcou 7.693 pontos, média de 23,5 por partida. • O placar mais alto em uma partida de basquete aconteceu em um jogo internacional de veteranos nos Jogos Asiáticos -1982, quando o Iraque venceu o Iémen por 251 a 33, em Nova Déli, na Índia.
  • 21. CURIOSIDADES • Os EUA obtiveram 11 medalhas de ouro em 13 torneios de basquete masculino disputados nas olimpíadas. Nas duas vezes em que não ganharam, foram prata (em Munique-1972) e bronze (em Seul 1988). Ao todo, foram 100 vitórias e apenas três derrotas. • O basquete é um dos desportos mais praticados no mundo, com cerca de 300 milhões de adeptos. Atualmente, mais de 170 países estão filiados à Federação Internacional de Basquete Amador (FIBA), entidade máxima da modalidade.
  • 22. CURIOSIDADES • Em jogos olímpicos, o predomínio é dos Estados Unidos. São 12 medalhas de ouro, contra duas da ex-União Soviética e apenas uma da antiga Iugoslávia. • Óscar Schmidt, o maior nome da história do desporto no Brasil, afirma ter marcado 49.737 pontos em 1.615 jogos, alcançando uma média de 30,7 por partida (o que lhe garantiria a marca de maior pontuado da história do basquete mundial). No entanto, a informação é contestada pela Federação Internacional de Basquete (FIBA), que não considera os pontos de algumas competições disputadas pelo “Mão Santa”.
  • 23. CONCLUSÃO Concluímos então que: – O basquetebol tornou-se mundialmente conhecido desde a sua origem; – Nos dias de hoje, milhões de atletas praticam esta modalidade ambicionando um dia chegar à principal liga, a NBA; – O jogo tornou-se mundialmente famoso e, por esse motivo, tornou-se em mais um dos desportos olímpicos.
  • 25. A HISTÓRIA • A modalidade “voleibol” foi criado nos Estados Unidos, no dia 9 de fevereiro de 1895, pelo diretor de educação física da ACM (Associação Cristã de Moços de Massachusetts) William George Morgan. • Ao inventar a modalidade de Voleibol e suas regras, Morgan tinha como objetivo principal da criação de um desporto sem contato físico entre os jogadores. Desta forma, ele pretendia oferecer às pessoas (principalmente aos mais velhos) um desporto em que as lesões físicas, provocadas por choques entre pessoas, seriam raras.
  • 26. OS PRIMEIROS ANOS DE VOLEIBOL • Nos primeiros anos, o voleibol ainda não contava com uma bola específica, sendo praticado com uma câmara da bola de basquete. A rede era improvisada, a mesma usada nas partidas de tênis. Neste período, o desporto era conhecido por Mintonette. Com o passar do tempo, foi ganhando o nome popular de voleibol, que acabou se tornando oficial.
  • 27. FATOS - 1900 - voleibol chega ao Canadá, primeiro país fora dos Estados Unidos - 1908 - o desporto vai para o continente asiático e começa a ser praticado na China e no Japão - 1910 - o desporto chega ao Peru, primeiro país da América do Sul a praticar o desporto - 1942 – morre, aos 72 anos de idade, o criador do voleibol, William George Morgan - 1947 - fundada na França a FIVB ( Federação Internacional de Voleibol) - 1949 - realizado o primeiro campeonato mundial masculino na Checoslováquia (foi vencido pela Rússia) - 1951 – realizado o primeiro campeonato sul-americano de voleibol, na cidade do Rio de Janeiro. O Brasil tornou-se campeão masculino e feminino. - 1952 – realizado o primeiro campeonato mundial feminino - 1964 – o desporto passa a fazer parte do programa oficial das Olimpíadas, realizadas em Tóquio no Japão.
  • 28. CAMPEÕES - A seleção brasileira masculina de voleibol foi campeã do Campeonato Mundial deVoleibol nos anos de 2002, 2006 e 2010.A seleção feminina italiana foi campeã em 2002, enquanto a da Rússia obteve o título em 2006 e 2010. - As Copas do Mundo de voleibol de 2003 e 2007 também foram vencidas pela seleção brasileira masculina. - Na Copa do Mundo de 2011, a seleção russa sagrou-se campeã. Mesmo com o terceiro lugar, a seleção brasileira de voleibol conquistou uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
  • 29. CAMPEÕES - A seleção feminina de voleibol da Itália foi campeã da Copa do Mundo de Voleibol nas últimas duas edições (2007 e 2011). - A próxima Copa do Mundo de Voleibol (masculino e feminino) ocorrerá no Japão em 2015. - Em 2012, nas Olimpíadas de Londres, a seleção masculina de voleibol da Rússia obteve a medalha de ouro, após vencer a seleção brasileira na final. Na categoria feminina, as jogadoras brasileiras jogaram muito bem e conquistaram o ouro para o Brasil, após vencerem a forte equipe dos Estados Unidos.
  • 30. CAMPEÕES - O Campeonato Mundial de Voleibol (masculino) de 2014, que contou com 24 seleções, ocorreu na Polônia entre os dias 30 de agosto e 21 de setembro. A seleção polonesa foi campeã, após vencer o Brasil na final por 3 sets a 1. O campeonato feminino ocorreu na Itália, entre os dias 23 de setembro e 12 de outubro de 2014. A seleção brasileira fez uma boa campanha, porém perdeu na semifinal para as norte-americanas pelo placar de 3 sets a 0, ficando com a 3ª posição no campeonato.
  • 31. REGRAS • Uma quadra oficial de voleibol tem formato retangular e ocupa 18 metros de comprimento, divididos pela rede, e 9 metros de largura. Com uma superfície de madeira ou material sintético, a quadra de voleibol deve ter piso liso e ser identificada por cores vivas. Observando a figura acima que identifica o que é cada linha da quadra, abaixo descreveremos para que cada uma delas servem. • Zona de ataque: É a área em que os jogadores podem atacar contra a quadra adversária. Compreende 3 metros para cada lada da rede.
  • 32. REGRAS • Zona de defesa: É a zona em que 95% das bolas rebatidas pelo ataque da outra equipe entram. Corresponde a 6 metros de cada lado da quadra após a zona e ataque. • Linhas laterais e linhas de fundo: São duas linhas laterais e duas linhas de fundo. Elas delimitam a quadra de jogo. Ambas fazem parte da quadra. • A antena: Serve para delimitar a área por onde a bola pode passar para o outro lado da quadra. É uma haste flexível com 1,8 metros de extensão e 10 milímetros de diâmetro. É feita de fibra de vidro ou material similar. • Elas se estendem 80 centímetros acima da borda superior da rede.
  • 33. REGRAS • A rede: A rede fica posicionada no centro da quadra, possui 1 metro de largura e de 9,5 a 10 metros de comprimento com 25 a 50 centímetros da antena até o cabo e a corda que a seguram. A borda superior da rede deve ter 7 centímetros de largura, feita de lona branca e costurada ao logo de sua extensão. A borda da parte inferior da rede tem 5 centímetros de largura. A altura da rede varia conforme a modalidade. Para jogos do masculino, ela deve ficar a 2,43 metros do chão. Para jogos do feminino, sua altura deve ser de 2,24 metros. Os postes que sustentam a rede são colocados a uma distância de 0,5 a 1 metro além das linhas laterais. Eles medem 2,55 metros de altura e devem ser de preferência ajustáveis. • Zona livre: É o espaço em que os jogadores podem defender e passar a bola. Ocupa 3 metros a partir de qualquer ponto da quadra de jogo.
  • 34. REGRAS Para se jogar voleibol são necessários 12 jogadores a saber: 1) Divididos igualmente em duas equipes de seis jogadores cada. (2). As equipas são divididas por uma rede que fica no centro da quadra (3). É necessário uma bola (4). O jogo começa com um dos times que deve "sacar" (5). Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguirão campo do adversário onde os/as jogadores/as tentam evitar que a bola caia no seu campo (6)usando qualquer parte do corpo (antes só era válido usar membros da cintura para cima, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário (7) sendo permitidos dar três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário (8). Outra regra importante é que durante o jogo os jogadores não podem encostar na fita branca acima da rede (9). O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos na bola
  • 35. CURIOSIDADE - OVoleibol foi criado nos Estados Unidos pelo professor de Educação FísicaWilliam George Morgan, em 9 de fevereiro de 1985. Morgan tinha como objetivo principal criar um e desporto e em que não houvesse contato físico; - Nos primeiro anos, o voleibol não possuía uma bola específica para a prática do desporto. Os jogos eram realizados com bolas de basquetebol; - Nos primórdios do desporto, as partidas eram disputadas em locais abertos; - A Federação Internacional deVoleibol foi fundada em 1947; - Durante uma partida de voleibol, um jogador dá, em média, setenta saltos.Alguns jogadores podem chegar a marca de cem saltos por jogo.
  • 36. CURIOSIDADE - O voleibol entrou nos Jogos Olímpicos de Paris (1924), porém como desporto demonstrativo. Foi apenas nas Olimpíadas de Tóquio (1964) que ele se tornou um desporto olímpico de competição. - O país que mais ganhou medalhas no voleibol masculino em Jogos Olímpicos foi a extinta União Soviética. Foram seis medalhas conquistadas, sendo quatro de ouro e duas de pratas. - A seleção brasileira masculina de voleibol já conquistou, em Jogos Olímpicos, com medalhas, sendo duas de ouro e três de prata. A seleção feminina também conquistou quatro medalhas olímpicas (duas de ouro e duas de bronze).
  • 37. CURIOSIDADE - A partida de voleibol mais demorada da História ocorreu na final dos Jogos Olímpicos de Montreal (1976). O jogo entre União Soviética e Polônia durou 4 horas e 36 minutos. A seleção polonesa levou o ouro nesta verdadeira maratona esportiva. - O jogo de voleibol com maior público da História foi entre as seleções masculinas de Brasil e União Soviética, realizado em 26 de julho de 1983. O Grande Desafio de Voleibol foi disputado numa quadra montada no gramado do estádio do Maracanã (Rio de Janeiro) e teve 95 mil espectadores. O Brasil venceu a partida por 3 sets a 1.
  • 38. CONCLUSÃO Concluímos então que: – O voleibol tornou-se mundialmente conhecido; – Nos dias de hoje, milhões de atletas praticam esta modalidade ambicionando algo mais;
  • 40. HISTÓRIA – A origem do Atletismo está relacionada com a própria origem do ser humano que, por necessidade, defesa ou até prazer, já corria, saltava ou lançava. – Depois, os diferentes povos foram inventando formas variadas e competitivas de corridas, saltos e lançamentos com diversas finalidades: preparação para a guerra, agradecimento aos deuses e homenagem aos heróis desaparecidos. – Nos nossos dias, o Atletismo é uma modalidade desportiva que engloba várias disciplinas, como corridas, marchas, saltos, lançamentos e provas combinadas. – Neste trabalho vão estar presentes os tipos de modalidades complementares ao atletismo e a sua forma de execução e o papel do atletismo nos jogos olímpicos. – Durante este trabalho, terás oportunidade de aprofundar os teus conhecimentos sobre a modalidade.
  • 41. CONCEITO DE ATLETISMO • O atletismo é considerado como um desporto base, pois a sua prática reflete os movimentos essenciais do ser humano, na medida em que ele caminha, corre, salta e arremessa. Este apresenta-se dividido por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona. • Esta modalidade desportiva consiste numa variedade de desportos competitivos de corrida, marcha, saltos e lançamentos.As provas de corrida e de marcha realizam-se em pista, em estrada, ou em corta-mato.As provas de corrida disputadas no âmbito dos Jogos Olímpicos dividem-se em três grupos: provas de velocidade, das quais fazem parte as distâncias de 100, 200 e 400 m, e estafetas; e as provas de meio-fundo e fundo, compreendendo os 800, os 1500, os 5000 e os 10 000 m, os 3000 m obstáculos, a meia-maratona e a maratona, uma longa corrida realizada em estádio e estrada.As corridas com barreiras efetuam-se em 110, 200 e 400 m para homens, e 100 e 400 m para senhoras.As provas de saltos incluem o salto em altura, o salto em comprimento, o triplo salto e o salto à vara. Os lançamentos dividem-se em lançamento do dardo, do disco, do martelo e do peso. Existe ainda o decatlo, especialidade que abarca um conjunto de dez modalidades atléticas, compreendendo provas de corrida, lançamento e salto.
  • 42. ESTÁDIO DE ATLETISMO • Um estádio é concebido de modo a que possam ocorrer ao mesmo tempo provas de corrida (ou pista), bem como de saltos e lançamentos (ou campo).As provas de pista e campo são disputadas em pista de atletismo e reúnem: corridas rasas, corridas com barreiras ou com obstáculos. Já as provas de campo englobam saltos, arremesso e lançamentos.A pista moderna é oval, mede 400 m de perímetro, e possui seis a dez faixas.A superfície da pista é geralmente de plástico ou borracha, o que a torna tanto resistente ao tempo como ao atrito.As modalidades de campo realizam-se no centro da pista, área essa que se designa por centro do campo.
  • 43. CORRIDA • Estafetas (4x100m; 4x400m) • Marcha (10000m; 20000m; 50000m) • Barreiras (100m; 110m; 400m) • Fundo (5000m; 10000m; Maratona 42km) • Meio-fundo (800m; 1500m; 3000m obstáculos) • Velocidade (60m; 100m; 200m; 400m)
  • 44. CORRIDA • As provas de velocidade caracterizam-se por serem provas de curta distância e têm por objetivo, percorrer essa distância no menor tempo possível. Nas corridas até 400 m inclusive, cada atleta terá de ter uma pista individual, com uma largura de 1,22 m, limitada por linhas com 5 cm de largura. Em todas as provas de velocidade, os blocos de partida terão de ser usados. Quando colocados na pista, nenhuma parte do bloco de partida poderá situar-se sobre a linha de partida ou prolongar-se para outra pista individual.
  • 45. TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA DE VELOCIDADE Na corrida de velocidade podemos distinguir três fases importantes: a partida, o desenvolvimento da corrida e a chegada. Na fase da corrida propriamente dita, ainda podemos distinguir três fases distintas: a fase de aceleração, a de manutenção da velocidade máxima e a fase de desaceleração. • Partida • Em situação de competição a partida é indicada por um juiz através das seguintes vozes de comando: • “Aos seus lugares” – o atleta deve: – Colocar-se nos blocos numa posição de cinco apoios no solo (mãos, pés e joelho); – Colocar os pés nos blocos, normalmente com o membro inferior mais forte no bloco da frente; – Ter o joelho apoiado no solo do membro inferior que apoia o bloco de trás; – Ter os membros superiores apoiados no solo em extensão e as mãos ligeiramente mais afastadas que a largura dos ombros; – Ter o dedo polegar e o indicador afastados e apoiados imediatamente atrás da linha de partida; – Colocar a cabeça no prolongamento do corpo, com o olhar fixo para a frente da linha de partida.
  • 46. TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA DE VELOCIDADE • “Prontos” – o atleta deve: Colocar-se na posição de quatro apoios, elevando o joelho do membro inferior de trás; Elevar a bacia e avançar ligeiramente os ombros para a frente; Apoiar fortemente os pés nos blocos; Manter os membros superiores em extensão e as mãos apoiadas no solo. • “Sinal de partida” – o atleta deve: Retirar as mãos do solo; Realizar uma extensão rápida dos membros inferiores; Avançar rapidamente o joelho do membro inferior que está atrás (1ºpasso); Coordenar o movimento dos membros superiores com o dos membros inferiores; Manter o olhar dirigido para a frente.
  • 47. TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA DE VELOCIDADE Desenvolvimento da corrida Fase de aceleração - fase durante a qual se pretende atingir a velocidade máxima num período de tempo o mais curto possível. Nesta fase é importante: – Primeiras passadas muito rápidas e curtas, com um movimento do pé rasante ao solo; – Redução gradual da inclinação do corpo à frente até atingir a vertical; – Aumento gradual da amplitude da passada para permitir um rápido aumento da frequência. – Fase de manutenção da velocidade máxima: período durante o qual o atleta consegue manter a sua velocidade máxima. Nesta fase é importante: – Manter elevada frequência da passada; – Realizar o contacto dos pés com o solo pela parte anterior (parte da frente do pé); – Passar o calcanhar do membro inferior livre junto da nádega, no balanço atrás; – Elevar a coxa à horizontal, no balanço à frente; – Braços com movimentos enérgicos e descontraídos, deslocando-se com um ângulo braço/ antebraço próximo dos 90°; – Manter o olhar dirigido para a frente.
  • 48. TÉCNICAS DETERMINANTES NA CORRIDA DE VELOCIDADE Fase de desaceleração: pode ocorrer nos últimos metros da corrida e deve-se principalmente à fadiga acumulada pelo atleta. Esta fase varia com a distância da corrida (correr 60 m é diferente de 400m, sendo ambas provas de velocidade) e o nível do atleta. As componentes críticas são as mesmas da velocidade máxima, no entanto deverá existir um aumento da amplitude da passada para compensar a perda de frequência. Chegada A chegada à meta é a última fase de uma corrida, sendo também importante pois dela pode depender a vitória numa prova. A chegada pode ser feita com a inclinação do tronco à frente ou avançando o ombro oposto à perna da frente e oscilando os braços para trás. É importante não diminuir a velocidade antes de passar a meta.
  • 49. LANÇAMENTOS • Lançamento do Disco • Lançamento do Martelo • Lançamento do Dardo • Lançamento do Peso – O lançamento do peso é uma disciplina do atletismo cujo objetivo é lançar um “peso” (objeto esférico) o mais longe possível. Os lançamentos são realizados num espaço onde existe um círculo de lançamento e uma zona de queda. O diâmetro interno do círculo terá de medir 2,135 m.
  • 50. TÉCNICAS DETERMINANTES DO LANÇAMENTO DO PESO Pega do engenho: • Pegar o engenho com a mão, apoiado sobre os dedos abertos e sem tocar na palma da mão; • Os dedos polegares e mínimo servem de apoios laterais assegurando a estabilidade do engenho; • A mão que tem o peso deve ser colocada junto do pescoço; • O cotovelo é ligeiramente levantado e puxado para a frente; • A cabeça é mantida na sua posição normal.
  • 51. TÉCNICAS DETERMINANTES DO LANÇAMENTO DO PESO Posição de Lançamento: • Afastar os pés cerca de 60 cm. Segurar o peso debaixo do queixo, mantendo alto o cotovelo desse braço. • Juntar os pés enquanto se salta, ou deslizar para a esquerda. • Apoiar-se no pé direito, enquanto se aterra, e avançar com a perna esquerda. Fletir os joelhos e preparar-se para empurrar o peso a partir do ombro. • Fazer oscilar a anca direita, para lançar o corpo para a frente. Retirar o peso debaixo do queixo, como preparação para o largar. • Tentar impulsionar o peso para cima e em frente, a partir do queixo e tão depressa quanto possível. O peso irá tanto longe quanto mais alto e mais depressa for arremessado. • Para seguir o movimento do peso depois do arremesso, avançar com a perna direita e dobrá-la, para evitar passar sobre a barra de madeira em frente do círculo.
  • 52. SALTOS • Salto em Altura • Triplo Salto • Salto àVara • Salto em Comprimento
  • 53. SALTOS • O salto em comprimento é uma disciplina do atletismo cujo objetivo é atingir a maior distância possível entre a chamada e a queda. Os saltos são realizados num espaço onde existe pista de balanço, zona de chamada e zona de queda. A pista de balanço deverá ter um mínimo de 40 metros de comprimento e entre 1,22m a 1,25m de largura. A zona de chamada é marcada por uma tábua que deverá ter um comprimento igual ao da largura da pista de balanço e 20cm de largura. Deverá estar colocada entre 1 e 3 metros da área de queda. Na zona de chamada é também marcada uma linha de chamada que o atleta não pode pisar para realizar o salto e a partir da qual é medida a distância do salto. A zona de queda deverá ser uma caixa de areia, ao mesmo nível da pista, e medir entre os 2,75 e 3 metros de largura no mínimo de 10 metros de comprimento. Este salto e composto por 4 fases: corrida de balanço, chamada, voo e queda.
  • 54. SALTOS Corrida de Balanço: • Realizar seis a dez passadas em aceleração progressiva; • Manter o corpo descontraído e a bacia elevada; • Olhar dirigido para a frente. Chamada: • Colocar o pé de chamada na tábua de chamada; • Manter o tronco na vertical; • Elevar o joelho contrário ao pé da chamada e, com a ajuda dos membros superiores, preparar a fase de voo.
  • 55. SALTOS Voo: • Projetar o corpo bem para cima; • Lançar o membro inferior livre para a frente e para cima até à altura da bacia; • Rodar os membros superiores em extensão á retaguarda e projetar o corpo para a frente; • Puxar os membros superiores em extensão para a frente e iniciar a flexão do tronco á frente. Queda: • Puxar os membros inferiores para a frente com fecho do tronco sobre estes; • Fazer a receção sobre os dois pés, fletindo os membros inferiores; • Equilibrar o corpo ou projetá-lo para a frente.
  • 56. CONCLUSÃO Esta modalidade desportiva onde o ideal olímpico corresponde perfeitamente aos objetivos da própria modalidade: mais rápido, mais alto, mais forte. De facto, o que se procura é chegar em primeiro, ser mais veloz, chegar mais alto e mais longe e ainda aguentar melhor as dificuldades das provas, ser o mais forte.
  • 58. GINÁSTICA ARTÍSTICA – ORIGEM ▪ Foi na Grécia que a ginástica alcançou um lugar de destaque na sociedade, tornando-se uma atividade de fundamental importância no desenvolvimento cultural do individuo. ▪ Exercícios físicos eram motivo de competição entre os gregos. ▪ Durante a sangrenta Idade Média, houve um desinteresse total pela ginástica como competição e o seu aproveitamento desportivo ressurgiu na Europa apenas no inicio do século XVIII ▪ Foram então criadas a escola Alemã - caracterizada por movimentos lentos e rítmicos - e sueca -à base de aparelhos. ▪ Ambas influenciaram o desenvolvimento do desporto, em especial o sistema de exercícios físicos idealizado por Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852), oTurnkunst, matriz essencial da ginástica olímpica hoje praticada.
  • 59. IDENTIFICAÇÃO ▪ Esta é uma atividade mental e física, com regulamentação própria para a competição e aceite universalmente. ▪ A competição masculina → 6 aparelhos feminina → 4 aparelhos ▪ Por equipas só participam as 8 melhores esquipas do concurso de qualificação; Elas são constituídas por 4 elementos, no mínimo, e no máximo, por 6. Quando participam com 5 elementos, deve ser eliminada a nota mais baixa em cada aparelho. A classificação final de uma das equipas é o somatório das 4 melhores pontuações dos diferentes aparelhos de ambas as pontuações.
  • 60. IDENTIFICAÇÃO ▪ Geral individual ▪ Individual por aparelho Participam os 24 melhores ginastas do concurso de qualificação, com 3 atletas no máximo, por país ou por entidade. A classificação final é obtida pelo somatório das notas dos diferentes aparelhos. Participam os 8 melhores ginastas de cada prova do concurso qualificação, com 2 atletas no máximo, por país ou por entidade. A classificação final é a nota obtida nesta competição.
  • 61. IDENTIFICAÇÃO ▪ Duração da prova cada exercício varia de acordo com o aparelho . os exercícios no solo masculinos tem uma duração de 70 s. no máximo. ▪ Juízes o júri é constituído, por aparelho, por 2 juízes para “paralelas assimétricas” e por 6 juízes para o “Salto em cavalo”.
  • 62. EXERCÍCIOS DE SOLO ▪ Masculinos - barra fixa, barras paralelas, cavalo com alças, salto sobre o cavalo, argolas e solo. ▪ Femininos – solo, salto sobre o cavalo, paralelas assimétricas e trave Argolas Salto sobre o cavaloCavalo com alças
  • 63. GINÁSTICA RÍTMICA – ORIGEM ▪ Teve origem na Rússia por volta de 1946, altura em que a música foi introduzida na Ginástica e por esse motivo o termo Rítmica passou a ser utilizado, dando assim origem à Ginástica Rítmica; ▪ A modalidade apenas foi reconhecida pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) na década de 1960 como modalidade desportiva individual feminina. ▪ A modalidade foi praticada pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Los Angeles – EUA – em 1984.
  • 64. II.B) IDENTIFICAÇÃO Concurso geral múltiplo ▪ Programa individual Composto por quatro exercícios que são realizados com 5 aparelhos; A classificação final é determinada somando as notas obtidas pelo seguintes aparelhos Arco; Bola; Maças; Corda; Fita;
  • 65. IDENTIFICAÇÃO ▪Concurso geral cada equipa é constituída por 5 elementos, onde têm de apresentar os seus exercícios 2 vezes. 1 exercício com um tipo de aparelho, sendo que o outro é com vários tipos de aparelhos. ▪ Concurso final neste tipo de concurso só podem participar as primeiras 8 equipas do concurso geral. a sua classificação final é a nota obtida no concurso. A sua classificação final é obtida pela média das duas apresentações, onde é selecionada para o concurso final.
  • 66. EXERCÍCIOS • Masculinos – Maças, 2 arcos menores, 2 bastões longos, corda • Femininos – Bola, arco, maças, corda, fita Grupo Feminino Exercício com BolaExercícios - vários
  • 67. GINÁSTICA ACROBÁTICA – ORIGEM ▪ A palavra acrobata vem do grego akróbatos significa aquele que dançava ou fazia equilíbrio. ▪ Como atividade desportiva organizada é um desporto recente, sob a tutela da Internacional Federation of Sports Acrobatics (I.E.S.A.). ▪ Teve origem em 1973. ▪ Neste momento ela é praticada em todo o mundo por ter sido um grande sucesso. ▪ A Federação Portuguesa de Ginástica foi criada em 1950, sendo que o nosso país era a única entidade responsável por ela. ▪ A primeira competição organizada pelo nosso país aconteceu em 1982, no ginásio da Escola Pedro Nunes. A 6 de setembro de 1990, foi criada a Federação Portuguesa de trampolins e Desportos Acrobáticos.
  • 68. ▪Exercício individual (tumbling) → executado numa pista com 25 metros, onde os acrobatas ganham impulso para o salto, que os eleva a uma altura superior de uma tabela de basquetebol. Durante a performance o atleta deve mostrar velocidade, força e habilidade.
  • 69. EXERCÍCIOS Grupo Feminino Exercício com BolaExercícios - vários São compostos pelo encadeamento de elementos com um companheiro e acompanhamento musical com duração de 2 minutos e 30 segundos. Pares: ▪ Masculinos ▪ Femininos ▪ Mistos
  • 70. CONCLUSÃO • Atualmente esta modalidade é uma das mais reconhecidas devido a uma atleta que pertence aos Estados Unidos da América, Simone Biles.