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Questão 459 de O Livro dos Espíritos: Os Espíritos influem
em nossos pensamentos e ações?
Resposta: Nesse sentido, a influência deles é maior do que
acreditais, pois frequentemente são eles que vos dirigem.
“ Influência (...) é um poder que irradia valores, sentimentos,
amor, conselho, edificação, ânimo, orientação, do educador
para o educando. Tem uma abrangência universal e
onidirecional”.
“ Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do
fluido cósmico universal, são, a bem dizer, a atmosfera dos
seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais
sobre que operam.
“Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não
manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas
empregando o pensamento e a vontade.
“Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a
mão para o homem. Pelo pensamento, eles imprimem
àqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram,
combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que
apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração
determinadas”.
“ Sendo os fluidos o veículo do pensamento, este atua sobre
os fluidos como o som sobre o ar; eles nos trazem o
pensamento, como o ar nos traz o som.
“Pode-se dizer, sem receio de errar, que há nesses fluidos,
ondas e raios de pensamentos, que se cruzam sem se
confundirem, como há no ar ondas e raios”.
“ O homem tem ação direta sobre as coisas e as pessoas, que
o cercam. Muitas vezes uma pessoa, de quem pouco caso se
faz, exerce influência decisiva sobre outras de posição
superior. É que na Terra se veem muito mais máscaras do que
rostos, sendo os olhos obscurecidos pela vaidade, pelo
interesse pessoal e por todas as más paixões.
“ A experiência nos demonstra que, à nossa própria revelia,
podemos influenciarmo-nos uns aos outros”.
“ Um pensamento superior, bem pensado, se me é permitido
servir-me desta expressão, pode, segundo a sua força e
elevação, impressionar mais ou menos a homens que
nenhuma consciência tenham de se achar sob a sua
influência. E também, muitas vezes, aquele que o emite não
tem consciência do efeito, que o seu pensamento vai
produzir.
“ É um jogo constante das inteligências humanas, resultante
da ação recíproca de uma sobre as outras. Juntai a isto a ação
dos desencarnados e calculai, se puderes, a alta potência
desta força composta de tantas forças reunidas”.
“ (...) Ora, como todos os fenômenos espíritas resultam da
combinação dos fluidos do Espírito e do médium
(Encarnado), e sendo materiais esses fluidos, nada há de
surpreendente que, em certos casos o fluido luminoso seja
contrário a esta combinação.
“Os Espíritos são livres. Comunicam-se quando querem e a
quem lhes convém e, também, quando podem, pois nem
sempre isto lhes é possível. NÃO ESTÃO ÀS ORDENS E AO
CAPRICHO DE QUEM QUER QUE SEJA, E A NINGUÉM É
DADO FAZÊ-LOS VIR CONTRA A SUA VONTADE, NEM A
DIZER O QUEREM CALAR”.
“ Esse sentimento/comportamento resulta mesmo de uma lei
física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O
pensamento malévolo dirige uma corrente fluídica cuja
impressão é penosa; o pensamento benevolente vos envolve
de um eflúvio agradável; daí a diferença de sensações que se
experimenta à aproximação de um amigo ou inimigo”.
“ O pensamento é um dos atributos do Espírito; a
possibilidade de agir sobre a matéria, de impressionar nossos
sentidos e, por conseguinte, transmitir seu pensamento,
resulta, se podemos nos exprimir assim, da sua contribuição
fisiológica”.
“ Ninguém realiza algo sem idealizar primeiro. A formação
das idéias é como a planta de uma casa e a nossa vida, como a
casa. Os nossos pensamentos, como a planta, agem para que
se dê a concretização. Assim, fica traçada a nossa
responsabilidade naquilo que fazemos. Tudo que é gerado
por nós passa a ser filho nosso e por ele responderemos”.
“ O Espírito que entra em decadência mental, que deixa
surgir o desleixo no campo dos pensamentos é um sofredor
de difícil cura, haja visto o peso vibracional que o
acompanha, e que a química da natureza transmuta em
enfermidades diversas, despejando na carne essa
desarmonia.
“E esse magnetismo, tisnado na mente, acompanha o
Espírito além do túmulo, e, quando volta à mesma pelo
processo da reencarnação, TRAZ CONSIGO ESSA ESCÓRIA
MENTAL, para ser, por misericórdia, esgotada com a vida na
carne. A carne é como uma esponja para aliviar a alma das
agressões das inferioridades mentais”.
“ Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são da Terra”.
(Colossenses, capítulo 03, versículo 02).
“Pensar é iniciar algo que começa a viver em nós e por nós. É
om que o médium, (...) procure reviver tudo quanto lhes
possa despertar alegria favorável ao bem, tudo que possa lhe
abrir a visão para as realidades espirituais, tudo o que possa
dignificá-lo no amor”.
“ Confia em Deus, sem misticismo pernicioso, e age com
perseverança, na mesma postura, seja no júbilo ou sob
dificuldades, mantendo a mesma positiva insistência no
bem.
“Silencia o mal e não o vitaliza; acolhe a perseguição e não
revida; entende cada qual no estágio em que se encontra,
conforme suas conquistas morais, sem impor-se; libera
aqueles que lhe compartem a vida sem a mesquinhez do
domínio enganoso; sofre, porém não desanima, mesmo
quando outros desertam”.
“ Superando as imposições materiais, vive para o Espírito,
embora sua conduta social e humana seja correta e louvável.
“Torne-se respeitável sem exigir respeito e mesmo que lhe
atirem o lodo do sarcasmo e do ridículo, não é afetado,
permanecendo de propósitos inalteráveis, no
prosseguimento dos deveres abraçados mediante os quais se
depura e eleva”.
“ O HOMEM RESPEITOSO, QUE CURVA O CORPO NO
ARADO E SULCA O SEIO VIRGEM DA TERRA, ORA,
PORQUE ARANDO ESTÁ TAMBÉM ORANDO”.
“Sua mente é semelhante a um moinho que tritura sem
cessar sonhos e pensamentos. Suas idéias se revezam como
cartas em desordem sobre um pequeno console, causando
sempre consternação.
“Não se esqueça, todavia, de que O PODER MENTAL, como
qualquer das faculdades humanas, é submetido ao controle
do homem, a quem cabe direcioná-lo. O segredo para
conseguir modificar um fato que pareça difícil ou
perturbador é perceber quais idéias ou crenças estão
movendo seu mundo íntimo”.
REFERÊNCIAS
1. Livro dos Espíritos, Questão 459, por Allan Kardec;
2. A Gênese, Os Fluidos, Cap. 14, por Allan Kardec;
3. Obras Póstumas, Fotografia e Telegrafia do
Pensamento, pág. 96, por Allan Kardec;
4. O Espiritismo na sua expressão mais simples, Parte
II, pág. 71, por Allan Kardec;
5. O Evangelho Segundo o Espiritismo, amai os vossos
inimigos, pág. 119, por Allan Kardec;
6. Livro dos Médiuns, o pensamento como atributo do
Espírito, pág. 19, por Allan Kardec.
7. Plenitude Mediúnica, pelo Espírito de Miramez,
pág. 146, por João Nunes Maia;
REFERÊNCIAS
1. Médiuns, pelo Espírito de Miramez, pensamento do
medianeiro, pág. 84, por João Nunes Maia;
2. Reflexões Espíritas, Manuel Vianna de Carvalho,
comportamento espírita, pág. 177, por Divaldo
Franco;
3. Enfoques Espíritas, Manuel Vianna de Carvalho,
oração e vigilância, pág. 117, por Divaldo Franco. E;
4. Conviver e Melhorar, Lourdes Catherine, pág. 191,
por Francisco do Espírito Santo Neto.

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Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017

  • 1. Questão 459 de O Livro dos Espíritos: Os Espíritos influem em nossos pensamentos e ações? Resposta: Nesse sentido, a influência deles é maior do que acreditais, pois frequentemente são eles que vos dirigem.
  • 2. “ Influência (...) é um poder que irradia valores, sentimentos, amor, conselho, edificação, ânimo, orientação, do educador para o educando. Tem uma abrangência universal e onidirecional”.
  • 3. “ Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do fluido cósmico universal, são, a bem dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam. “Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. “Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem. Pelo pensamento, eles imprimem àqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração determinadas”.
  • 4. “ Sendo os fluidos o veículo do pensamento, este atua sobre os fluidos como o som sobre o ar; eles nos trazem o pensamento, como o ar nos traz o som. “Pode-se dizer, sem receio de errar, que há nesses fluidos, ondas e raios de pensamentos, que se cruzam sem se confundirem, como há no ar ondas e raios”.
  • 5. “ O homem tem ação direta sobre as coisas e as pessoas, que o cercam. Muitas vezes uma pessoa, de quem pouco caso se faz, exerce influência decisiva sobre outras de posição superior. É que na Terra se veem muito mais máscaras do que rostos, sendo os olhos obscurecidos pela vaidade, pelo interesse pessoal e por todas as más paixões. “ A experiência nos demonstra que, à nossa própria revelia, podemos influenciarmo-nos uns aos outros”.
  • 6. “ Um pensamento superior, bem pensado, se me é permitido servir-me desta expressão, pode, segundo a sua força e elevação, impressionar mais ou menos a homens que nenhuma consciência tenham de se achar sob a sua influência. E também, muitas vezes, aquele que o emite não tem consciência do efeito, que o seu pensamento vai produzir. “ É um jogo constante das inteligências humanas, resultante da ação recíproca de uma sobre as outras. Juntai a isto a ação dos desencarnados e calculai, se puderes, a alta potência desta força composta de tantas forças reunidas”.
  • 7. “ (...) Ora, como todos os fenômenos espíritas resultam da combinação dos fluidos do Espírito e do médium (Encarnado), e sendo materiais esses fluidos, nada há de surpreendente que, em certos casos o fluido luminoso seja contrário a esta combinação. “Os Espíritos são livres. Comunicam-se quando querem e a quem lhes convém e, também, quando podem, pois nem sempre isto lhes é possível. NÃO ESTÃO ÀS ORDENS E AO CAPRICHO DE QUEM QUER QUE SEJA, E A NINGUÉM É DADO FAZÊ-LOS VIR CONTRA A SUA VONTADE, NEM A DIZER O QUEREM CALAR”.
  • 8. “ Esse sentimento/comportamento resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O pensamento malévolo dirige uma corrente fluídica cuja impressão é penosa; o pensamento benevolente vos envolve de um eflúvio agradável; daí a diferença de sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou inimigo”.
  • 9. “ O pensamento é um dos atributos do Espírito; a possibilidade de agir sobre a matéria, de impressionar nossos sentidos e, por conseguinte, transmitir seu pensamento, resulta, se podemos nos exprimir assim, da sua contribuição fisiológica”.
  • 10. “ Ninguém realiza algo sem idealizar primeiro. A formação das idéias é como a planta de uma casa e a nossa vida, como a casa. Os nossos pensamentos, como a planta, agem para que se dê a concretização. Assim, fica traçada a nossa responsabilidade naquilo que fazemos. Tudo que é gerado por nós passa a ser filho nosso e por ele responderemos”.
  • 11. “ O Espírito que entra em decadência mental, que deixa surgir o desleixo no campo dos pensamentos é um sofredor de difícil cura, haja visto o peso vibracional que o acompanha, e que a química da natureza transmuta em enfermidades diversas, despejando na carne essa desarmonia. “E esse magnetismo, tisnado na mente, acompanha o Espírito além do túmulo, e, quando volta à mesma pelo processo da reencarnação, TRAZ CONSIGO ESSA ESCÓRIA MENTAL, para ser, por misericórdia, esgotada com a vida na carne. A carne é como uma esponja para aliviar a alma das agressões das inferioridades mentais”.
  • 12. “ Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são da Terra”. (Colossenses, capítulo 03, versículo 02). “Pensar é iniciar algo que começa a viver em nós e por nós. É om que o médium, (...) procure reviver tudo quanto lhes possa despertar alegria favorável ao bem, tudo que possa lhe abrir a visão para as realidades espirituais, tudo o que possa dignificá-lo no amor”.
  • 13. “ Confia em Deus, sem misticismo pernicioso, e age com perseverança, na mesma postura, seja no júbilo ou sob dificuldades, mantendo a mesma positiva insistência no bem. “Silencia o mal e não o vitaliza; acolhe a perseguição e não revida; entende cada qual no estágio em que se encontra, conforme suas conquistas morais, sem impor-se; libera aqueles que lhe compartem a vida sem a mesquinhez do domínio enganoso; sofre, porém não desanima, mesmo quando outros desertam”.
  • 14. “ Superando as imposições materiais, vive para o Espírito, embora sua conduta social e humana seja correta e louvável. “Torne-se respeitável sem exigir respeito e mesmo que lhe atirem o lodo do sarcasmo e do ridículo, não é afetado, permanecendo de propósitos inalteráveis, no prosseguimento dos deveres abraçados mediante os quais se depura e eleva”.
  • 15. “ O HOMEM RESPEITOSO, QUE CURVA O CORPO NO ARADO E SULCA O SEIO VIRGEM DA TERRA, ORA, PORQUE ARANDO ESTÁ TAMBÉM ORANDO”.
  • 16. “Sua mente é semelhante a um moinho que tritura sem cessar sonhos e pensamentos. Suas idéias se revezam como cartas em desordem sobre um pequeno console, causando sempre consternação. “Não se esqueça, todavia, de que O PODER MENTAL, como qualquer das faculdades humanas, é submetido ao controle do homem, a quem cabe direcioná-lo. O segredo para conseguir modificar um fato que pareça difícil ou perturbador é perceber quais idéias ou crenças estão movendo seu mundo íntimo”.
  • 17. REFERÊNCIAS 1. Livro dos Espíritos, Questão 459, por Allan Kardec; 2. A Gênese, Os Fluidos, Cap. 14, por Allan Kardec; 3. Obras Póstumas, Fotografia e Telegrafia do Pensamento, pág. 96, por Allan Kardec; 4. O Espiritismo na sua expressão mais simples, Parte II, pág. 71, por Allan Kardec; 5. O Evangelho Segundo o Espiritismo, amai os vossos inimigos, pág. 119, por Allan Kardec; 6. Livro dos Médiuns, o pensamento como atributo do Espírito, pág. 19, por Allan Kardec. 7. Plenitude Mediúnica, pelo Espírito de Miramez, pág. 146, por João Nunes Maia;
  • 18. REFERÊNCIAS 1. Médiuns, pelo Espírito de Miramez, pensamento do medianeiro, pág. 84, por João Nunes Maia; 2. Reflexões Espíritas, Manuel Vianna de Carvalho, comportamento espírita, pág. 177, por Divaldo Franco; 3. Enfoques Espíritas, Manuel Vianna de Carvalho, oração e vigilância, pág. 117, por Divaldo Franco. E; 4. Conviver e Melhorar, Lourdes Catherine, pág. 191, por Francisco do Espírito Santo Neto.