PERDA DE
 ENTES
QUERIDOS
FRATERNIDADE ESPÍRITA
    IRMÃO GLACUS



   Por: Daniela Azevedo
          Betim
          Out/11
A perda de entes queridos nos abala
            profundamente.
       Mesmo compreendendo a
   grandiosidade da vida espiritual e a
eternidade da alma, somos compelidos
ao choro, à tristeza e muitas vezes nos
     entregamos ao sentimento de
 incompreensão, como se aquilo fosse
        um “castigo”, uma sina.
Mas “perder” é
                              também
                              evoluir.




Separar-se de alguém que necessariamente
 precisa ausentar-se para alçar outros vôos
      é também evolução. Precisamos
  compreender isto como um desapego.
E, mesmo que a dor da separação e a
          tristeza nos visitem,
     Busquemos
 compreender que a
  “morte” não é um
    ponto final na
 existência humana.
Somos seres eternos,
dotados de bondade,
 pois filhos de Deus.
Somos faíscas
brilhantes desta
  divindade, a
 estagiar neste
     planeta.
   Não somos
eternos, pois em
    matéria.
 Mas temos a
 alma que nos
Ainda que haja
uma separação
 aparente entre
os homens e o
mundo espiritual
 e que isto nos
cause, algumas
vezes, a dúvida
    quanto a
continuidade da
     vida...
Entendamos que não existimos somente para
esta, que é uma transitoriedade em nossa eterna
                       luz.
Compreendamos, que o desenlace carnal é o
encerramento de uma etapa e não o fim de uma vida...
E, para aquele que parte, é também um momento de temporária
perturbação. Onde se fica por um tempo, tateando entre o essencial
e o efêmero, entre o espiritual e o material... sem saber exatamente
                        para onde seguir...
Por isto, é importante
   que os familiares e
amigos se recolham em
 prece no momento do
  desenlace, enviando
 vibrações energéticas
 que auxiliem o irmão
     desencarnado a
encontrar, na dimensão
dos espíritos, o amparo
    de que necessita.
Os ensinamentos que
 a doutrina espírita
 nos traz e a certeza
 da continuidade da
vida após aquilo que
  chamamos morte,
    confortam-nos
   nesse momento,
    onde a dor e a
  tristeza embalam
      nosso ser.
Busquemos na fé o consolo e
  o equilíbrio para ajudar o
 amigo que parte, emitindo
            ondas
     positivas e de paz,
Confiemos na bondade de Deus que nos
designa bons e abnegados companheiros
 para o auxílio, em toda a jornada que
 trilhamos nesta vida, e entreguemos a
   ele, nossos mais íntimos segredos.

Deixemos que ELE nos fortaleça para que
    sigamos nossa missão. Oremos e
     vibremos uníssonos na intenção
          verdadeira de auxiliar.
O amor por aquele que
 fecha os olhos para a
   vida material não se
    extingue com sua
         partida.
Mas deve se modificar,
       aos poucos.
    Lembrando que a
  tristeza não deve dar
lugar à revolta e que as
orações devem buscar
para ele a recuperação
 e o equilíbrio através
 do amor fraterno que
lhe direcionará ao mais
Tenhamos fé e,
    também neste
       momento,
     apliquemos o
   mandamento do
   querido mestre
 Jesus, amando ao
        espírito
 desencarnado com
  todas as fibras de
      noss´alma e
    dedicando-lhe
verdadeiros influxos
Sigamos, pois, a jornada
   que nos cabe. Deixando
guardada em nossa mente e
 em nosso espírito os bons
 momentos que vivemos ao
   lado do irmão querido.
    Usemos a força destas
lembranças para ajudarmo-
 nos no enfrentamento de
    tão difícil momento e
tenhamos fé pois, como diz
           o poeta:
 - “qualquer dia, amigo, eu
   volto a te encontrar...”.
Que a paz de Jesus
esteja em vossos lares
     e em vossos
      corações.
Que Deus abençoe aquele que sofre pela perda de seu ente querido e que a
confiança na vida eterna o conforte na esperança e certeza do reencontro....
                                                               Dani Azevedo




       Autoria do texto e narração: Daniela Simone de Azevedo Imagens: disponíveis na internet
             Músicas: Relaxamento_-_Meditação_Tibetana e Canção da América – Elis Regina

Perdas de entes queridos 02112011

  • 1.
    PERDA DE ENTES QUERIDOS FRATERNIDADEESPÍRITA IRMÃO GLACUS Por: Daniela Azevedo Betim Out/11
  • 2.
    A perda deentes queridos nos abala profundamente. Mesmo compreendendo a grandiosidade da vida espiritual e a eternidade da alma, somos compelidos ao choro, à tristeza e muitas vezes nos entregamos ao sentimento de incompreensão, como se aquilo fosse um “castigo”, uma sina.
  • 3.
    Mas “perder” é também evoluir. Separar-se de alguém que necessariamente precisa ausentar-se para alçar outros vôos é também evolução. Precisamos compreender isto como um desapego.
  • 4.
    E, mesmo quea dor da separação e a tristeza nos visitem, Busquemos compreender que a “morte” não é um ponto final na existência humana. Somos seres eternos, dotados de bondade, pois filhos de Deus.
  • 5.
    Somos faíscas brilhantes desta divindade, a estagiar neste planeta. Não somos eternos, pois em matéria. Mas temos a alma que nos
  • 6.
    Ainda que haja umaseparação aparente entre os homens e o mundo espiritual e que isto nos cause, algumas vezes, a dúvida quanto a continuidade da vida...
  • 7.
    Entendamos que nãoexistimos somente para esta, que é uma transitoriedade em nossa eterna luz.
  • 8.
    Compreendamos, que odesenlace carnal é o encerramento de uma etapa e não o fim de uma vida...
  • 9.
    E, para aqueleque parte, é também um momento de temporária perturbação. Onde se fica por um tempo, tateando entre o essencial e o efêmero, entre o espiritual e o material... sem saber exatamente para onde seguir...
  • 10.
    Por isto, éimportante que os familiares e amigos se recolham em prece no momento do desenlace, enviando vibrações energéticas que auxiliem o irmão desencarnado a encontrar, na dimensão dos espíritos, o amparo de que necessita.
  • 11.
    Os ensinamentos que a doutrina espírita nos traz e a certeza da continuidade da vida após aquilo que chamamos morte, confortam-nos nesse momento, onde a dor e a tristeza embalam nosso ser.
  • 12.
    Busquemos na féo consolo e o equilíbrio para ajudar o amigo que parte, emitindo ondas positivas e de paz,
  • 13.
    Confiemos na bondadede Deus que nos designa bons e abnegados companheiros para o auxílio, em toda a jornada que trilhamos nesta vida, e entreguemos a ele, nossos mais íntimos segredos. Deixemos que ELE nos fortaleça para que sigamos nossa missão. Oremos e vibremos uníssonos na intenção verdadeira de auxiliar.
  • 14.
    O amor poraquele que fecha os olhos para a vida material não se extingue com sua partida. Mas deve se modificar, aos poucos. Lembrando que a tristeza não deve dar lugar à revolta e que as orações devem buscar para ele a recuperação e o equilíbrio através do amor fraterno que lhe direcionará ao mais
  • 15.
    Tenhamos fé e, também neste momento, apliquemos o mandamento do querido mestre Jesus, amando ao espírito desencarnado com todas as fibras de noss´alma e dedicando-lhe verdadeiros influxos
  • 16.
    Sigamos, pois, ajornada que nos cabe. Deixando guardada em nossa mente e em nosso espírito os bons momentos que vivemos ao lado do irmão querido. Usemos a força destas lembranças para ajudarmo- nos no enfrentamento de tão difícil momento e tenhamos fé pois, como diz o poeta: - “qualquer dia, amigo, eu volto a te encontrar...”.
  • 17.
    Que a pazde Jesus esteja em vossos lares e em vossos corações.
  • 27.
    Que Deus abençoeaquele que sofre pela perda de seu ente querido e que a confiança na vida eterna o conforte na esperança e certeza do reencontro.... Dani Azevedo Autoria do texto e narração: Daniela Simone de Azevedo Imagens: disponíveis na internet Músicas: Relaxamento_-_Meditação_Tibetana e Canção da América – Elis Regina