ESTOQUE E CUSTOS
INFORMAÇÕES
    Manuais Eletrônicos do
   PROTHEUS
   DEM

    Sugestões para o DEM pelo e-
   mail ap5_mat@microsiga.com.br)
   Suporte   ao Suporte / Disk-Siga
   Programação

   Cursos   Internos
Cadastro de Produtos
• Cadastro base dos módulos de MATERIAIS.
• Define dados padrão como TES, armazém,
  utilização no MRP, lote mínimo, lote econômico,
  controle de rastreabilidade , controle de
  endereçamento, indica se é produto fantasma
  ou não, etc.
• Armazena dados genéricos como custo
  standard, data da última compra, último preço
  de compra, etc.
• O tipo do produto é apenas descritivo no que
  diz respeito ao fato de ser uma Matéria Prima
  ou um Produto Acabado.
Cadastro de Estruturas
                   O cadastro de estruturas
                   (também conhecido em
                   engenharia ou em outros ERPs
       PA1         como BILL OF MATERIALS) é
                   o cadastro utilizado para cálculo
                   de necessidades, explosão dessas
                   necessidades e composição dos
                   produtos. Se identificarmos o
      PI1    MP3   nosso produto como um “bolo”
                   poderíamos identificar o cadastro
                   de estruturas como a “lista de
                   ingredientes”.
MP1     MP2
O que é um movimento?


• O movimento pode ser definido como o
  ato de saída ou entrada de determinado
  material num armazém qualquer.
• Os movimentos podem ocorrer durante a
  produção de determinado produto , na
  entrada ou saída de NFs, na transferência
  entre armazéns, etc.
Cadastro de TES
• Cadastro influi no estoque e livros fiscais.
• Influi no estoque através dos seguintes
  campos:
  – Atualiza estoque – Indica se atualiza o SB2 ou não
  – Calcula ICMS– Indica se calcula ICMS ou não
  – Calcula IPI – Indica se calcula IPI ou não
  – Credita ICMS – Indica se credita ICMS no custo ou
    não
  – Credita IPI – Indica se credita IPI no custo ou não
  – Poder de Terceiros – atualiza o arquivo SB6 através
    dos movimentos.
Poder de Terceiros

• Quando “EU MANDO BENEFICIAR”
 – NF de saída com tipo “B” p/ apresentar
   fornecedor e TES com F4_PODER3 = “R”
   (Remessa)
 – NF de entrada com tipo “N” p/ apresentar
   fornecedor e TES como F4_PODER3 = “D”
   (Devolução)
Poder de Terceiros
• Quando “EU MANDO BENEFICIAR”
                     •Abertura de OP
       PA1
                     •Empenho dos Itens (menos o
                     item do tipo BN pois esse tipo
                     será remetido para
  MP1       MP2      beneficiamento)
                     •Retorno do produto mais o
 SERVIÇO   TIPO BN
                     serviço prestado (esses dois
                     itens podem ser requisitados
                     diretamente para a OP)
Poder de Terceiros

• Quando “EU BENEFICIO”
 – NF de entrada com tipo “B” p/ apresentar
   cliente e TES com F4_PODER3 = “R”
   (Remessa)
 – NF de saída com tipo “N” p/ apresentar
   cliente e TES como F4_PODER3 = “D”
   (Devolução)
Poder de Terceiros
• Quando “EU BENEFICIO”
•Recebimento da Mercadoria através da NF
•Não posso utilizar o material de terceiros em uma ordem de
produção que eu produzo ( o custo do produto de terceiro não
pode ser apropriado a um produto meu)
•Retorno do mesmo produto que foi enviado e venda do
serviço prestado
Tipos de Movim. Internos
• O código funciona como na TES
• O campo de apropriação indireta serve para indicar se
  produto com apropriação indireta deve ter o tratamento
  especial desconsiderado (Sim ou Não).
• O campo de atualização de empenho indica se os
  registros do arquivo SD4 serão lidos e baixados.
• O campo ref. a Mão de Obra indica se a mesma deve
  ser requisitada ou não (maioria dos casos ref. a
  produção PCP).
• O campo ref. a movimento valorizado indica se o
  usuário irá definir o valor do movimento ou não.
• O campo quantidade zerada (Sim/Não) trabalha em
  conjunto com o campo de movimentos valorizados.
  Permite incluir um movimento valorizado sem
  quantidade, apenas para ajuste de valor.
APROPRIAÇÃO INDIRETA

• Sugerido para
  aplicação em
  produtos de difícil
                                 COMPRA DO PRODUTO TINTA
  controle (Ex. Tinta)       Saldo entra normalmente no Almox 01
• Em quase 100 % dos
  casos é necessário      REQUISIÇÃO DO PRODUTO SEM INDICAR OP
                             Envia Automaticamente para Almox 99
  que seja feito o
  ajuste dos saldos       REQUISIÇÃO DO PRODUTO DO 99 PARA OP
  reais.                          Retira Saldo do Almox 99
• Agiliza a verificação
  de saldos em
  processo.
Ordem de Produção
• A Ordem de Produção nada mais é que a ordem
  dada a fábrica para que determinado produto
  seja fabricado.
• Ao abrir a OP é lida a estrutura do produto e
  são empenhados os componentes necessários
  para sua fabricação.
• Estes empenhos podem ser alterados em
  relação a quantidade, local, lote, etc. Os
  mesmos são baixados no momento da
  produção ou podem ser requisitados
  manualmente para a OP.
• A Ordem de Produção pode ser firme ou
  prevista.
Ordem de Produção
• A Ordem de Produção pode ser incluída através de
  inclusão manual, através da geração de OPs por ponto
  de pedido, através do MRP e através da rotina OPs por
  pedidos de venda, que lê pedidos ainda não liberados e
  gera OP somente do saldo em estoque faltante.
• Para saber se um produto é comprado ou fabricado o
  sistema verifica o arquivo de estruturas.
• A Ordem de Produção gera saldo previsto de entrada
  dos produtos a serem fabricados, e gera Solicitação de
  Compras das matérias primas que não tem saldo em
  estoque.
Ordem de Produção
• O custeio de uma Ordem de produção nada mais
  é que a soma por nível dos custos dos
  componentes, até chegarmos ao produto PAI
Explosão de Necessidades
                   Os módulos de materiais
                   consideram as informações de
                   Ponto de Pedido, Lote Mínimo,
       PA1         Lote Econômico, Quantidade por
                   Embalagem e Tolerância para
                   calcular as necessidades de
                   compra e de geração de Ops. O
                   Lote Econômico e o Lote
      PI1    MP3   Mínimo são utilizados para
                   efetuar a “quebra” da
                   necessidade em quantidades que
                   tornem a compra ou fabricação
MP1     MP2        economicamente mais rentável.
Exemplo CUSTO MÉDIO
Data    TM    QTD   $Uni    $Tot    $ Est   Qtd   CM

01      NFE   10    01,00   10,00   10,00   10    1,00

01      NFE   10    04,00   40,00   50,00   20    2,50

01      NFS   08    02,50   20,00   30,00   12    2,50

02      NFS   07    02,50   17,50   12,50   05    2,50

02      NFE   05    10,00   50,00   62,50   10    6,25

03     REN    03    06,25   18,75   43,75   07    6,25

03     REN    02    06,25   12,50   31,25   05    6,25

03      REV   01    10,00   10,00   21,25   04    5,31

04     REN    04    05,31   21,25    0      0     5,31
Exemplo CUSTO FIFO
Data    TM     QTD   $Uni    Qtd   UnitL   $ Lot
                                    ote
01     NFE     10    01,00   10    1,00    10,00
01     NFE     10    04,00   10    4,00    40,00
01     NFS     08    01,00   02    1,00    02,00
02     NFS 7    2    01,00   00    1,00    00,00
                5    04,00   05    4,00    20,00
02     NFE     05    10,00   05    10,00 50,00
03     REN     03    04,00   02    4,00    08,00
03     REN     02    04,00   00    4,00    00,00
CUSTOS x PROTHEUS
• O calculo de custos no SIGA funciona ON-LINE, no caso
  dos movimentos ocorrerem na seqüência normal (saldo
  em estoque não ficando negativo) e do usuário efetuar
  os lançamentos contábeis também ON-LINE ou OFF-
  LINE (ocorrem saídas de produto antes das entradas, o
  que causa um saldo negativo temporário) qdo o usuário
  só efetua os lançamentos contábeis depois de todos
  movimentos dos mês fechados (NFs de complemento,
  despesa de importação, etc).
• O recalculo do custo médio existe exatamente para
  suprir a deficiência causada por esta situação,
  recolocando os movimentos na seqüência que garante
  as entradas antes das saídas e gerando os lançamentos
  contábeis necessários.
CUSTOS x PROTHEUS
• O fluxo de fechamento de custos ON-LINE deve ser feito da
  seguinte forma:
   – Movimentação do Mês
   – Saldo Atual para Final (para atualizar os campos de valor
     e qtd final)
   – Virada dos Saldos (para criação dos saldos iniciais do
     período seguinte)
   – Caso o usuário utilize o rateio de MOD pela contabilidade
     deve rodar o custo médio também qdo utiliza custo ON-
     LINE, para obter o valor da MOD. Neste caso pode utilizar
     o método de apropriação sequencial e não precisa gerar
     os lançamentos contábeis.
CUSTOS x PROTHEUS
• O fluxo de fechamento de custos OFF-LINE
  deve ser feito da seguinte forma:
  – Recalculo dos Custos de Entrada (no caso
    de mudanças de TES ou taxa de moedas).
  – Recalculo do Custo Médio (além de
    atualizar o valor dos movimentos serve
    para atualizar os campos de valor e qtd
    final ).
  – Virada dos Saldos (para criação dos saldos
    iniciais do período seguinte)
Recalculo do Custo Médio
• A rotina de recalculo do custo médio tem como
  objetivo básico re-processar os movimentos na
  seqüência correta e gravar os custos nos
  arquivos de saldo, de movimentos, e fornecer
  desta forma as informações necessárias para
  conferencia.
• Vale ressaltar que o CUSTO FIFO também esta
  disponível para utilização no PROTHEUS, porém
  não existe de maneira ON-LINE, apenas OFF-
  LINE. Para sua utilização deve ser habilitado o
  parâmetro MV_CUSFIFO e processada a rotina
  de Recalculo.
Recalculo do Custo Médio

• Ao utilizar-se o controle de poder de
  terceiros deve ser utilizado o método de
  apropriação diária, não digitando-se
  remessas e devoluções do produto no
  mesmo dia (vide manual).
• Verificar o conteúdo da pergunta
  “Atualiza Arq. De Movimentos”.
• Verificar o conteúdo da pergunta “Gera
  Estrut. Pela movimentação”.
Recalculo do Custo Médio
A importância do nível dos produtos e
 movimentos
O nível é um fator decisivo para efetuar o sequenciamento dos
movimentos na rotina de recalculo do custo médio. É através do
nível que o sistema identifica qual a seqüência de processamento
entre todos os produtos.
Normalmente ao se utilizar uma estrutura e efetuar toda
movimentação pelo padrão do sistema já temos todos os
movimentos com a informação de nível gravada corretamente, o
problema ocorre nas exceções que ocorrem muitas vezes….
Existem maneiras de “contornar” o problema em grande parte dos
casos, conforme iremos verificar
Recalculo do Custo Médio
A importância do nível dos produtos e
 movimentos
 1ª Exceção – Requisição de produtos que não fazem parte da
 estrutura do produto PAI da ordem de produção.
 Quando ocorrem requisições desse tipo o sistema pergunta ao
 usuário se confirma o movimento, indicando que o produto
 requisitado não faz parte da estrutura do produto PAI da Ordem
 de produção.
 Nessa situação ocorrerá um erro na valorização dessas requisições
 no recalculo do custo médio, visto que o sistema não entende que
 o produto requisitado é um componente do produto produzido.
 Com isso o custo do produto requisitado é calculado após a
 produção do produto PAI. O correto é utilizar a pergunta “Gera
 Estrutura pela movimentação” com o conteudo igual a “Sim”, para
 que o sistema GERE UMA ESTRUTURA TEMPORÁRIA BASEADA
 NOS MOVIMENTOS e consiga processar os movimentos na
 sequencia correta.
Recalculo do Custo Médio
2ª Exceção – Requisição de produtos que não fazem parte da
estrutura do produto PAI da ordem de produção + requisição de
retrabalho.
Conforme explicado no caso anterior o correto é utilizar a pergunta
“Gera Estrutura pela movimentação” com o conteudo igual a
“Sim”, para que o sistema GERE UMA ESTRUTURA TEMPORÁRIA
BASEADA NOS MOVIMENTOS e consiga processar os movimentos
na sequencia correta. Porém se utilizarmos retrabalho (requisitar o
produto PAI para uma OP do próprio produto PAI) o sistema irá
apresentar a mensagem de erro de recursividade e não conseguirá
processar o cálculo dos níveis da maneira correta, comprometendo
todo o recalculo de custo. Nessa situação deve ser orientado o
procedimento adequado para re-trabalho: deve-se criar um código
diferente para o produto a ser re-trabalhado (por exemplo, PAI-
RETRABALHO) , e deve-se transferir do produto PAI para esse
código e requisitar esse código para a OP.
Recalculo do Custo Médio
Cálculo com a pergunta “Gera Estrutura pela Movimentação” igual a “Sim”




            PAI             REQUISIÇÃO                PAI


        Se for utilizada a requisição de re-trabalho dessa
        forma o sistema irá entrar em recursividade (um
        Produto não pode ser feito dele mesmo).
Recalculo do Custo Médio
Cálculo com a pergunta “Gera Estrutura pela Movimentação” igual a “Sim”


          PAI           TRANSFERENCIA        PAI RETRABALHO


      PAI RETRABALHO                 REQUISIÇÃO              PAI




                               OK
Recalculo do Custo Médio

• A rotina de recalculo do custo médio não
  coloca simplesmente entradas antes de
  saídas , verifica também o nível e o tipo
  dos movimentos efetuados para
  sequenciar o processamento
  corretamente. Essa sequencia pode ser
  apresentada para alteração pelo usuário,
  através de nova pergunta incluída a partir
  da versão 609 (Mostra Seq. Calculo Sim
  ou Não)
Recalculo do Custo Médio




Indice do arquivo de trabalho:
"DTOS(TRB_DTBASE)+TRB_SEQPRO+TRB_ORDEM+TRB_NIVEL+
TRB_NIVSD3+TRB_CHAVE+TRB_SEQ"
Recalculo do Custo Médio
 A seqüência utilizada de acordo com a característica do movimento (informação
    gravada no campo TRB_ORDEM) é a seguinte:
100 -> Compras
120 -> Entrada de beneficiamento PERIODO ANTERIOR
150 -> Devolução Compras
200 -> Devolução Vendas PERIODO ANTERIOR
250 -> Remessa Beneficiamento "Eu Benef.“
280 -> Retorno Beneficiamento "Fora“ PERIODO ANTERIOR
290 -> Retorno Beneficiamento "Eu Benef.“
300 -> Movimentações Internas (menos req. p/ consumo e transferência)
300 -> Movimentações Internas de transferência               (w)
300 -> Remessa Beneficiamento "Fora" de Produtos sem estrutura (x)
300 -> Retorno Beneficiamento "Fora" de Produtos sem estrutura (y)
300 -> Remessa Beneficiamento "Fora" de Produtos com estrutura (x)
300 -> Retorno Beneficiamento "Fora" de Produtos com estrutura (y)
300 -> Entrada de beneficiamento efetuado fora e Requisição para OP (z)
301 -> Requisições para Consumo
480 -> Apontamento de Projetos ( SIGAPMS )
500 -> Vendas "SD2"
550 -> Devoluções Vendas do período
ANÁLISE DE RESULTADOS

• A análise dos resultados deve ser feita
  preferencialmente pelo relatório de KARDEX (MATR900)
  , impresso pela seqüência de cálculo. Dessa forma será
  mostrado exatamente qual foi o processamento
  efetuado pelo sistema.
• Uma série de fatores devem ser considerados para
  efetuar a análise dos resultados obtidos no recálculo do
  custo médio:
  –   Saldo inicial dos produtos;
  –   Nível dos produtos envolvidos;
  –   Seqüência dos movimentos apresentada anteriormente;
  –   Tipo de Apropriação de calculo escolhida;
  –   Customizações utilizadas na gravação dos arquivos de
      movimentação
PCP

    QUE
ESTO
          DÚVIDAS

Curso estoque e_custos

  • 1.
  • 2.
    INFORMAÇÕES  Manuais Eletrônicos do PROTHEUS DEM  Sugestões para o DEM pelo e- mail ap5_mat@microsiga.com.br) Suporte ao Suporte / Disk-Siga Programação Cursos Internos
  • 3.
    Cadastro de Produtos •Cadastro base dos módulos de MATERIAIS. • Define dados padrão como TES, armazém, utilização no MRP, lote mínimo, lote econômico, controle de rastreabilidade , controle de endereçamento, indica se é produto fantasma ou não, etc. • Armazena dados genéricos como custo standard, data da última compra, último preço de compra, etc. • O tipo do produto é apenas descritivo no que diz respeito ao fato de ser uma Matéria Prima ou um Produto Acabado.
  • 4.
    Cadastro de Estruturas O cadastro de estruturas (também conhecido em engenharia ou em outros ERPs PA1 como BILL OF MATERIALS) é o cadastro utilizado para cálculo de necessidades, explosão dessas necessidades e composição dos produtos. Se identificarmos o PI1 MP3 nosso produto como um “bolo” poderíamos identificar o cadastro de estruturas como a “lista de ingredientes”. MP1 MP2
  • 5.
    O que éum movimento? • O movimento pode ser definido como o ato de saída ou entrada de determinado material num armazém qualquer. • Os movimentos podem ocorrer durante a produção de determinado produto , na entrada ou saída de NFs, na transferência entre armazéns, etc.
  • 6.
    Cadastro de TES •Cadastro influi no estoque e livros fiscais. • Influi no estoque através dos seguintes campos: – Atualiza estoque – Indica se atualiza o SB2 ou não – Calcula ICMS– Indica se calcula ICMS ou não – Calcula IPI – Indica se calcula IPI ou não – Credita ICMS – Indica se credita ICMS no custo ou não – Credita IPI – Indica se credita IPI no custo ou não – Poder de Terceiros – atualiza o arquivo SB6 através dos movimentos.
  • 7.
    Poder de Terceiros •Quando “EU MANDO BENEFICIAR” – NF de saída com tipo “B” p/ apresentar fornecedor e TES com F4_PODER3 = “R” (Remessa) – NF de entrada com tipo “N” p/ apresentar fornecedor e TES como F4_PODER3 = “D” (Devolução)
  • 8.
    Poder de Terceiros •Quando “EU MANDO BENEFICIAR” •Abertura de OP PA1 •Empenho dos Itens (menos o item do tipo BN pois esse tipo será remetido para MP1 MP2 beneficiamento) •Retorno do produto mais o SERVIÇO TIPO BN serviço prestado (esses dois itens podem ser requisitados diretamente para a OP)
  • 9.
    Poder de Terceiros •Quando “EU BENEFICIO” – NF de entrada com tipo “B” p/ apresentar cliente e TES com F4_PODER3 = “R” (Remessa) – NF de saída com tipo “N” p/ apresentar cliente e TES como F4_PODER3 = “D” (Devolução)
  • 10.
    Poder de Terceiros •Quando “EU BENEFICIO” •Recebimento da Mercadoria através da NF •Não posso utilizar o material de terceiros em uma ordem de produção que eu produzo ( o custo do produto de terceiro não pode ser apropriado a um produto meu) •Retorno do mesmo produto que foi enviado e venda do serviço prestado
  • 11.
    Tipos de Movim.Internos • O código funciona como na TES • O campo de apropriação indireta serve para indicar se produto com apropriação indireta deve ter o tratamento especial desconsiderado (Sim ou Não). • O campo de atualização de empenho indica se os registros do arquivo SD4 serão lidos e baixados. • O campo ref. a Mão de Obra indica se a mesma deve ser requisitada ou não (maioria dos casos ref. a produção PCP). • O campo ref. a movimento valorizado indica se o usuário irá definir o valor do movimento ou não. • O campo quantidade zerada (Sim/Não) trabalha em conjunto com o campo de movimentos valorizados. Permite incluir um movimento valorizado sem quantidade, apenas para ajuste de valor.
  • 12.
    APROPRIAÇÃO INDIRETA • Sugeridopara aplicação em produtos de difícil COMPRA DO PRODUTO TINTA controle (Ex. Tinta) Saldo entra normalmente no Almox 01 • Em quase 100 % dos casos é necessário REQUISIÇÃO DO PRODUTO SEM INDICAR OP Envia Automaticamente para Almox 99 que seja feito o ajuste dos saldos REQUISIÇÃO DO PRODUTO DO 99 PARA OP reais. Retira Saldo do Almox 99 • Agiliza a verificação de saldos em processo.
  • 13.
    Ordem de Produção •A Ordem de Produção nada mais é que a ordem dada a fábrica para que determinado produto seja fabricado. • Ao abrir a OP é lida a estrutura do produto e são empenhados os componentes necessários para sua fabricação. • Estes empenhos podem ser alterados em relação a quantidade, local, lote, etc. Os mesmos são baixados no momento da produção ou podem ser requisitados manualmente para a OP. • A Ordem de Produção pode ser firme ou prevista.
  • 14.
    Ordem de Produção •A Ordem de Produção pode ser incluída através de inclusão manual, através da geração de OPs por ponto de pedido, através do MRP e através da rotina OPs por pedidos de venda, que lê pedidos ainda não liberados e gera OP somente do saldo em estoque faltante. • Para saber se um produto é comprado ou fabricado o sistema verifica o arquivo de estruturas. • A Ordem de Produção gera saldo previsto de entrada dos produtos a serem fabricados, e gera Solicitação de Compras das matérias primas que não tem saldo em estoque.
  • 15.
    Ordem de Produção •O custeio de uma Ordem de produção nada mais é que a soma por nível dos custos dos componentes, até chegarmos ao produto PAI
  • 16.
    Explosão de Necessidades Os módulos de materiais consideram as informações de Ponto de Pedido, Lote Mínimo, PA1 Lote Econômico, Quantidade por Embalagem e Tolerância para calcular as necessidades de compra e de geração de Ops. O Lote Econômico e o Lote PI1 MP3 Mínimo são utilizados para efetuar a “quebra” da necessidade em quantidades que tornem a compra ou fabricação MP1 MP2 economicamente mais rentável.
  • 17.
    Exemplo CUSTO MÉDIO Data TM QTD $Uni $Tot $ Est Qtd CM 01 NFE 10 01,00 10,00 10,00 10 1,00 01 NFE 10 04,00 40,00 50,00 20 2,50 01 NFS 08 02,50 20,00 30,00 12 2,50 02 NFS 07 02,50 17,50 12,50 05 2,50 02 NFE 05 10,00 50,00 62,50 10 6,25 03 REN 03 06,25 18,75 43,75 07 6,25 03 REN 02 06,25 12,50 31,25 05 6,25 03 REV 01 10,00 10,00 21,25 04 5,31 04 REN 04 05,31 21,25 0 0 5,31
  • 18.
    Exemplo CUSTO FIFO Data TM QTD $Uni Qtd UnitL $ Lot ote 01 NFE 10 01,00 10 1,00 10,00 01 NFE 10 04,00 10 4,00 40,00 01 NFS 08 01,00 02 1,00 02,00 02 NFS 7 2 01,00 00 1,00 00,00 5 04,00 05 4,00 20,00 02 NFE 05 10,00 05 10,00 50,00 03 REN 03 04,00 02 4,00 08,00 03 REN 02 04,00 00 4,00 00,00
  • 19.
    CUSTOS x PROTHEUS •O calculo de custos no SIGA funciona ON-LINE, no caso dos movimentos ocorrerem na seqüência normal (saldo em estoque não ficando negativo) e do usuário efetuar os lançamentos contábeis também ON-LINE ou OFF- LINE (ocorrem saídas de produto antes das entradas, o que causa um saldo negativo temporário) qdo o usuário só efetua os lançamentos contábeis depois de todos movimentos dos mês fechados (NFs de complemento, despesa de importação, etc). • O recalculo do custo médio existe exatamente para suprir a deficiência causada por esta situação, recolocando os movimentos na seqüência que garante as entradas antes das saídas e gerando os lançamentos contábeis necessários.
  • 20.
    CUSTOS x PROTHEUS •O fluxo de fechamento de custos ON-LINE deve ser feito da seguinte forma: – Movimentação do Mês – Saldo Atual para Final (para atualizar os campos de valor e qtd final) – Virada dos Saldos (para criação dos saldos iniciais do período seguinte) – Caso o usuário utilize o rateio de MOD pela contabilidade deve rodar o custo médio também qdo utiliza custo ON- LINE, para obter o valor da MOD. Neste caso pode utilizar o método de apropriação sequencial e não precisa gerar os lançamentos contábeis.
  • 21.
    CUSTOS x PROTHEUS •O fluxo de fechamento de custos OFF-LINE deve ser feito da seguinte forma: – Recalculo dos Custos de Entrada (no caso de mudanças de TES ou taxa de moedas). – Recalculo do Custo Médio (além de atualizar o valor dos movimentos serve para atualizar os campos de valor e qtd final ). – Virada dos Saldos (para criação dos saldos iniciais do período seguinte)
  • 22.
    Recalculo do CustoMédio • A rotina de recalculo do custo médio tem como objetivo básico re-processar os movimentos na seqüência correta e gravar os custos nos arquivos de saldo, de movimentos, e fornecer desta forma as informações necessárias para conferencia. • Vale ressaltar que o CUSTO FIFO também esta disponível para utilização no PROTHEUS, porém não existe de maneira ON-LINE, apenas OFF- LINE. Para sua utilização deve ser habilitado o parâmetro MV_CUSFIFO e processada a rotina de Recalculo.
  • 23.
    Recalculo do CustoMédio • Ao utilizar-se o controle de poder de terceiros deve ser utilizado o método de apropriação diária, não digitando-se remessas e devoluções do produto no mesmo dia (vide manual). • Verificar o conteúdo da pergunta “Atualiza Arq. De Movimentos”. • Verificar o conteúdo da pergunta “Gera Estrut. Pela movimentação”.
  • 24.
    Recalculo do CustoMédio A importância do nível dos produtos e movimentos O nível é um fator decisivo para efetuar o sequenciamento dos movimentos na rotina de recalculo do custo médio. É através do nível que o sistema identifica qual a seqüência de processamento entre todos os produtos. Normalmente ao se utilizar uma estrutura e efetuar toda movimentação pelo padrão do sistema já temos todos os movimentos com a informação de nível gravada corretamente, o problema ocorre nas exceções que ocorrem muitas vezes…. Existem maneiras de “contornar” o problema em grande parte dos casos, conforme iremos verificar
  • 25.
    Recalculo do CustoMédio A importância do nível dos produtos e movimentos 1ª Exceção – Requisição de produtos que não fazem parte da estrutura do produto PAI da ordem de produção. Quando ocorrem requisições desse tipo o sistema pergunta ao usuário se confirma o movimento, indicando que o produto requisitado não faz parte da estrutura do produto PAI da Ordem de produção. Nessa situação ocorrerá um erro na valorização dessas requisições no recalculo do custo médio, visto que o sistema não entende que o produto requisitado é um componente do produto produzido. Com isso o custo do produto requisitado é calculado após a produção do produto PAI. O correto é utilizar a pergunta “Gera Estrutura pela movimentação” com o conteudo igual a “Sim”, para que o sistema GERE UMA ESTRUTURA TEMPORÁRIA BASEADA NOS MOVIMENTOS e consiga processar os movimentos na sequencia correta.
  • 26.
    Recalculo do CustoMédio 2ª Exceção – Requisição de produtos que não fazem parte da estrutura do produto PAI da ordem de produção + requisição de retrabalho. Conforme explicado no caso anterior o correto é utilizar a pergunta “Gera Estrutura pela movimentação” com o conteudo igual a “Sim”, para que o sistema GERE UMA ESTRUTURA TEMPORÁRIA BASEADA NOS MOVIMENTOS e consiga processar os movimentos na sequencia correta. Porém se utilizarmos retrabalho (requisitar o produto PAI para uma OP do próprio produto PAI) o sistema irá apresentar a mensagem de erro de recursividade e não conseguirá processar o cálculo dos níveis da maneira correta, comprometendo todo o recalculo de custo. Nessa situação deve ser orientado o procedimento adequado para re-trabalho: deve-se criar um código diferente para o produto a ser re-trabalhado (por exemplo, PAI- RETRABALHO) , e deve-se transferir do produto PAI para esse código e requisitar esse código para a OP.
  • 27.
    Recalculo do CustoMédio Cálculo com a pergunta “Gera Estrutura pela Movimentação” igual a “Sim” PAI REQUISIÇÃO PAI Se for utilizada a requisição de re-trabalho dessa forma o sistema irá entrar em recursividade (um Produto não pode ser feito dele mesmo).
  • 28.
    Recalculo do CustoMédio Cálculo com a pergunta “Gera Estrutura pela Movimentação” igual a “Sim” PAI TRANSFERENCIA PAI RETRABALHO PAI RETRABALHO REQUISIÇÃO PAI OK
  • 29.
    Recalculo do CustoMédio • A rotina de recalculo do custo médio não coloca simplesmente entradas antes de saídas , verifica também o nível e o tipo dos movimentos efetuados para sequenciar o processamento corretamente. Essa sequencia pode ser apresentada para alteração pelo usuário, através de nova pergunta incluída a partir da versão 609 (Mostra Seq. Calculo Sim ou Não)
  • 30.
    Recalculo do CustoMédio Indice do arquivo de trabalho: "DTOS(TRB_DTBASE)+TRB_SEQPRO+TRB_ORDEM+TRB_NIVEL+ TRB_NIVSD3+TRB_CHAVE+TRB_SEQ"
  • 31.
    Recalculo do CustoMédio A seqüência utilizada de acordo com a característica do movimento (informação gravada no campo TRB_ORDEM) é a seguinte: 100 -> Compras 120 -> Entrada de beneficiamento PERIODO ANTERIOR 150 -> Devolução Compras 200 -> Devolução Vendas PERIODO ANTERIOR 250 -> Remessa Beneficiamento "Eu Benef.“ 280 -> Retorno Beneficiamento "Fora“ PERIODO ANTERIOR 290 -> Retorno Beneficiamento "Eu Benef.“ 300 -> Movimentações Internas (menos req. p/ consumo e transferência) 300 -> Movimentações Internas de transferência (w) 300 -> Remessa Beneficiamento "Fora" de Produtos sem estrutura (x) 300 -> Retorno Beneficiamento "Fora" de Produtos sem estrutura (y) 300 -> Remessa Beneficiamento "Fora" de Produtos com estrutura (x) 300 -> Retorno Beneficiamento "Fora" de Produtos com estrutura (y) 300 -> Entrada de beneficiamento efetuado fora e Requisição para OP (z) 301 -> Requisições para Consumo 480 -> Apontamento de Projetos ( SIGAPMS ) 500 -> Vendas "SD2" 550 -> Devoluções Vendas do período
  • 32.
    ANÁLISE DE RESULTADOS •A análise dos resultados deve ser feita preferencialmente pelo relatório de KARDEX (MATR900) , impresso pela seqüência de cálculo. Dessa forma será mostrado exatamente qual foi o processamento efetuado pelo sistema. • Uma série de fatores devem ser considerados para efetuar a análise dos resultados obtidos no recálculo do custo médio: – Saldo inicial dos produtos; – Nível dos produtos envolvidos; – Seqüência dos movimentos apresentada anteriormente; – Tipo de Apropriação de calculo escolhida; – Customizações utilizadas na gravação dos arquivos de movimentação
  • 33.
    PCP QUE ESTO DÚVIDAS