Cuidados primários
Os cuidados primários de saúde são baseados em
métodos e tecnologias práticas, cientificamente
bem fundamentadas e socialmente aceitáveis.
Estão ao alcance universal de indivíduos ou
famílias   da   comunidade,   mediante   a   sua
participação e a um custo que a comunidade e o
pais possam fazer.
Em Portugal os cuidados de saúde primários têm uma
história de 30 anos. Nesse período, os centros de saúde
têm constituído a infra-estrutura organizativa essencial
destes cuidados, cobrindo todo o território nacional.

Este entendimento tem tido historicamente algumas
evoluções, sendo elas divididas em 3 gerações:
Os centros de saúde deste período estavam associados ao
que então se entendia por saúde publica (vigilância da
grávida e do bebé, vacinação, saúde escolar…)

Estes centros de saúde tinham um perfil de actuação
prioritariamente    ligado   à     prevenção    e   ao
acompanhamento de alguns grupos de risco.
O tratamento da doença aguda e dos cuidados ditos
curativos ocupavam um espaço muito pequeno no
conjunto das suas atividades.

Os cuidados curativos extra-hospitalares eram prestados
predominantemente nos postos clínicos dos Serviços
Médico-Sociais.
Nesta geração foi criado SNS (sistema nacional de
saúde) e uma nova carreira médica de clínica
geral. Integrou os primeiros centros de saúde e
foram criados os chamados centros de saúde
integrados.
Esta segunda geração de centros de saúde herdou das anteriores
estruturas todos os recursos e património físico e humano e duas
culturas organizacionais distintas.

O único elemento novo introduzido neste modelo foi a carreira
médica de clínica geral.

 Estes centros dão resultantes da simples mistura das principais
vertentes assistenciais extra-hospitalares preexistentes (centros de
saúde, postos dos Serviços Médico-Sociais e hospitais concelhios).
O debate sobre a reorganização e reorientação
dos cuidados de saúde primários em Portugal tem
acompanhado a evolução desta geração de
centros de saúde.
As críticas, sugestões de mudança e propostas alternativas ao
modelo organizativo e gestionário dos centros de saúde
integrados datam do próprio ano da sua criação, isto é, de
1983.

E têm evoluído desde então com base na experiência vivida e
no estudo de experiências equivalentes noutros países.
• Ser a porta de entrada do serviço:

Espera-se que seja mais acessível á população e
que por isso seja o primeiro recurso a ser
procurado.
• Continuidade do cuidado:

A pessoa atendida mantém o contato com o serviço ao
longo do tempo, de forma que se algum problema surja, a
pessoa seja atendida de forma mais eficiente
• Integralidade:

Integralidade significa a abrangência ou ampliação do
conceito de saúde, não se limitando ao corpo puramente
biológico.

Além da interacção com outros serviços de saúde, os
serviços a nível primário podem também fazer visitas ao
domicilio, reuniões com a comunidade
• Coordenação do cuidado:

Mesmo quando parte do cuidado á saúde de uma pessoa
for realizado a outros níveis de entendimento, os cuidados
primários têm o dever de organizar e/ou coordenar esses
cuidados.
• Cristina

• Marta

• Susana
• http://www.opas.org.br/coletiva/uploadArq/Alma-
 Ata.pdf

• http://pt.wikipedia.org/wiki/Cuidados_prim%C3%A1rios

• https://cms.ensp.unl.pt/www.ensp.unl.pt/dispositivos-
 de-apoio/cdi/cdi/sector-de-publicacoes/revista/2000-
 2008/pdfs/E-01-2001.pdf

Cuidados primarios

  • 1.
  • 2.
    Os cuidados primáriosde saúde são baseados em métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e socialmente aceitáveis.
  • 3.
    Estão ao alcanceuniversal de indivíduos ou famílias da comunidade, mediante a sua participação e a um custo que a comunidade e o pais possam fazer.
  • 4.
    Em Portugal oscuidados de saúde primários têm uma história de 30 anos. Nesse período, os centros de saúde têm constituído a infra-estrutura organizativa essencial destes cuidados, cobrindo todo o território nacional. Este entendimento tem tido historicamente algumas evoluções, sendo elas divididas em 3 gerações:
  • 5.
    Os centros desaúde deste período estavam associados ao que então se entendia por saúde publica (vigilância da grávida e do bebé, vacinação, saúde escolar…) Estes centros de saúde tinham um perfil de actuação prioritariamente ligado à prevenção e ao acompanhamento de alguns grupos de risco.
  • 6.
    O tratamento dadoença aguda e dos cuidados ditos curativos ocupavam um espaço muito pequeno no conjunto das suas atividades. Os cuidados curativos extra-hospitalares eram prestados predominantemente nos postos clínicos dos Serviços Médico-Sociais.
  • 7.
    Nesta geração foicriado SNS (sistema nacional de saúde) e uma nova carreira médica de clínica geral. Integrou os primeiros centros de saúde e foram criados os chamados centros de saúde integrados.
  • 8.
    Esta segunda geraçãode centros de saúde herdou das anteriores estruturas todos os recursos e património físico e humano e duas culturas organizacionais distintas. O único elemento novo introduzido neste modelo foi a carreira médica de clínica geral. Estes centros dão resultantes da simples mistura das principais vertentes assistenciais extra-hospitalares preexistentes (centros de saúde, postos dos Serviços Médico-Sociais e hospitais concelhios).
  • 9.
    O debate sobrea reorganização e reorientação dos cuidados de saúde primários em Portugal tem acompanhado a evolução desta geração de centros de saúde.
  • 10.
    As críticas, sugestõesde mudança e propostas alternativas ao modelo organizativo e gestionário dos centros de saúde integrados datam do próprio ano da sua criação, isto é, de 1983. E têm evoluído desde então com base na experiência vivida e no estudo de experiências equivalentes noutros países.
  • 11.
    • Ser aporta de entrada do serviço: Espera-se que seja mais acessível á população e que por isso seja o primeiro recurso a ser procurado.
  • 12.
    • Continuidade docuidado: A pessoa atendida mantém o contato com o serviço ao longo do tempo, de forma que se algum problema surja, a pessoa seja atendida de forma mais eficiente
  • 13.
    • Integralidade: Integralidade significaa abrangência ou ampliação do conceito de saúde, não se limitando ao corpo puramente biológico. Além da interacção com outros serviços de saúde, os serviços a nível primário podem também fazer visitas ao domicilio, reuniões com a comunidade
  • 14.
    • Coordenação docuidado: Mesmo quando parte do cuidado á saúde de uma pessoa for realizado a outros níveis de entendimento, os cuidados primários têm o dever de organizar e/ou coordenar esses cuidados.
  • 15.
  • 16.
    • http://www.opas.org.br/coletiva/uploadArq/Alma- Ata.pdf •http://pt.wikipedia.org/wiki/Cuidados_prim%C3%A1rios • https://cms.ensp.unl.pt/www.ensp.unl.pt/dispositivos- de-apoio/cdi/cdi/sector-de-publicacoes/revista/2000- 2008/pdfs/E-01-2001.pdf