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CONTROLE DE
PRAGAS E
DOENÇAS
Biólogo Leandro Machado de Moura
email: lammoura@uol.com.br
CONTROLE DE PRAGAS E DOENÇAS
Pragas:
• São animais que causam danos as plantas, podem ser vertebrados ou
invertebrados, os mais comuns são: ácaros, insetos ou nematoides.
• É possível identificar o agente causador.
Doenças:
• Danos causados por vírus, bactéria ou fungos.
• Não se visualiza o agente causador e sim o sintoma da doença.
CONTROLE DE PRAGAS E DOENÇAS
Plantas debilitadas ou mal nutridas estão mais sujeitas a ataques de
pragas e doenças.
É a mais praticada nos dias de hoje e visa, acima de tudo, produção,
deixando em segundo plano a preocupação com a conservação do Meio
Ambiente e a qualidade nutricional dos alimentos.
Ao melhorar geneticamente uma planta para que ela produza mais, pode-
se estar reduzindo sua resistência a pragas e doenças, pois sua energia é
desviada da parte vegetativa para a parte reprodutiva.
AGRICULTURA CONVENCIONAL
AGRICULTURA CONVENCIONAL
• Substâncias indesejáveis, como alcaloides, que dão sabor amargo
aos alimentos são eliminados.
• Plantas sem variabilidade genética --> vulneráveis a pragas e
doenças.
MONOCULTURA:
• Favorece o aparecimento de pragas, doenças e ervas invasoras;
• Provoca rápida perda da fertilidade do solo, pois facilita a erosão,
reduz a atividade biológica e esgota a reserva de alguns nutrientes.
AGRICULTURA ORGÂNICA
• A base para o sucesso do sistema orgânico é um solo sadio, bem
estruturado, fértil (macro e micronutrientes disponíveis), com teor de
húmus, água, ar e boa atividade biológica.
• Utilização de cultivo múltiplo (consórcio) e a rotação de culturas, torna
a cultura menos suscetível a pragas e doenças.
• O controle de ervas invasoras, pragas e doenças é feito através do
controle biológico, criação e soltura de inimigos naturais, armadilhas e
agrotóxicos naturais.
• Nematóides;
• Lesmas e caracóis;
• Ácaros;
• Gafanhotos e grilos;
• Cupins;
• Tripes;
• Percevejos;
• Mosca da fruta;
• Cigarras;
• Lagartas das Palmeiras;
• Cochonilha com carapaça;
• Cochonilha sem carapaça;
• Pulgões;
• Coleobrocas;
• Formigas saúvas.
PRINCIPAIS PRAGAS
descrição biológica
• moluscos terrestres, hábito noturno, ficam escondidas durante o dia;
prejuízos
• folhas furadas, ramos sem brotos, destruição de mudas novas;
controle:
• catação manual, limpeza semanal;
• espalhar bórax nos canteiros;
• cerveja (para lesmas);
LESMAS E CARACÓIS
descrição e biologia:
• pequenos, 0,5 a 4 mm, escuros e asas franjadas;
• nas horas quentes do dia, ficam sobrevoando a planta;
prejuízos:
• suga seiva, causando deformações necroses e enrolamento, pois injetam
toxinas;
• ao sugar seiva, podem transmitir viroses;
• atacam plantas do gênero Ficus e Crinum, assim como família Liliaceae;
controle:
• pulverização com calda de fumo ou malathion
TRIPES
COLCHONILHA COM CARAPAÇA
descrição e biologia:
• varias formas: cabeça de prego, vírgula;
• quando jovens fixam-se próximo das nervuras quando adultas;
• possuem carapaça que as protegem;
prejuízos:
• sugam a seiva, definhando a planta, podendo ocasionar sua morte;
• expelem líquido açucarado, que cai sobre as folhas, crescendo um fungo preto,
denominado fumagina, que diminui a fotossíntese;
controle:
• pulverização com óleo mineral, podendo-se misturar malathion ou calda de fumo;
descrição e biologia:
• conhecidas por pulgão branco, mobilidade lenta, possui uma secreção cerosa
branca, semelhante a um algodão;
prejuízos:
• sugam seiva, amarelando os brotos, enfraquecendo a planta e ocasionando
queda de folhas;
controle:
• joaninhas são inimigos naturais;
• pulverização com calda de fumo, chá de sabão de coco ou malathion;
COCHONILHA SEMCARAPAÇA
PULGÕES
descrição e biologia:
• atacam principalmente brotos novos, sugando a seiva;
• formam grandes populações, e podem surgir formas aladas para disseminação de
novas colônias;
prejuízos:
• atrofiamento e encarquilhamento de folhas e brotos novos, pela sucção da seiva;
• podem transmitir viroses;
• pode propiciar surgimento de fumagina;
controle:
• joaninha é inimigo natural;
• pulverização com malathion ou calda de fumo;
descrição e biologia:
• mosca de 4 - 6 mm, cor amarelada;
• fêmea deposita ovos nos frutos, nascendo as larvas, que penetram nos frutos,
consumindo sua polpa e causando sua queda prematura; no solo, transforma-se
em pupa, do qual surge o adulto, fechando seu ciclo;
prejuízos:
• ataca frutos como goiaba, amora, pitanga
controle:
• coleta de frutos caídos;
• ensacamento dos frutos;
• armadilhas de garrafa;
MOSCA DA FRUTA
COLEOBROCA
descrição e biologia:
• adulto deposita ovos na superfície de árvores, nascendo larvas que fazem
galerias no tronco. Percebe-se sua presença por orifícios no tronco, de onde
exsuda a seiva da arvore atacada;
prejuízos:
• são bastante nocivas, pois fazem galerias, podendo afetar o sistema vascular,
ocasionando a morte da arvore.
controle:
• injeção de pasta de fosfina nos orifícios da broca; esta pasta se transforma
em um gás que percorre todas as galerias da broca, matando-a; deve-se
vedar o orifício, após a aplicação da pasta.
FORMIGAS SAÚVAS
descrição e biologia:
• inseto social, com castas: rainha, rei, carregadeiras, jardineiras e soldados, além
de castas temporárias: içás e bitus;
• possuem câmaras interligadas por galerias, com diversas funções: câmara real,
de alimentação, de lixo, etc.
• não alimentam-se de folhas, mas sim de um fungo cultivado nas folhas picadas.
prejuízos:
• desfolham rapidamente uma planta;
controle:
• controle muito difícil;
• controle mecânico, com localização e destruição do ninho;
• com iscas
CUPIM
descrição e biologia:
• inseto social, vivem em colônias, com duas categorias:
reprodutores: siriris e o casal real;
ápteros e estéreis: operários e soldados;
• alimentam-se de madeira viva ou morta, além de húmus e raízes;
• microrganismos no trato digestivo possuem poder de digerir celulose;
• prejudicam desde gramados ate árvores;
• subterrâneos, precisam de umidade controlada e luz, por isso fazem túneis de terra
para movimentação;
• na vegetação urbana, temos duas espécies principais:
Coptotermis havillandi (cupim subterrâneo)
Cryptotermes sp. (cupim de montículo)
descrição e biologia:
• fazem ninhos sob o solo, de difícil localização, atacam árvores, deixando-as ocas,
com perigo de queda; sua presença é detectada pela presença de túneis de terra
na superfície da árvore;
• ataca também em residências, destruindo o madeiramento em contato com o
solo ou alvenaria;
prejuízos:
• deixa o tronco de árvores oco, com perigo de queda; come raízes de plantas
arbustivas e herbáceas;
controle:
• difícil controle, pois é necessário localizar o ninho e exterminar o casal real,
responsável pela reprodução;
• na prática faz-se uma limpeza e pulverizações
e injeções de inseticida do grupo dos piretróides
nas perfurações, seguido de uma barreira química no solo, feita com adição de
inseticida por valetas escavadas ao redor da árvore
atacada.
CUPIM SUBTERRÂNEO
CUPIM DE MONTÍCULO
descrição e biologia:
• formam ninhos no solo, mas com uma parte acima da superfície, protegida por
uma camada dura, formando montículos popularmente chamados de
murundus;
prejuízos:
• alimentam-se principalmente de raízes de plantas, atacam principalmente
pastagens e gramados;
controle:
• deve-se perfurar a camada dura e injetar defensivos diluídos em água ou em
forma de pastilhas de fosfina, que se transformam em gás.
Fúngicas
PRINCIPAIS DOENÇAS
Virais Bacterianas
• Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungo;
• Existem mais de 10 mil fungos que, se não conseguem penetrar a cutícula e a
epiderme, atacam as zonas mais sensíveis, os rebentos ou as áreas já
danificadas por insetos;
• Uma planta infectada pode liberar até 100 milhões de esporos, uma
quantidade difícil de combater.
• Na medida em que degrada rapidamente as células das plantas , produz, em
simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu
organismo.
• São muito difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo,
em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta
saudável.
FUNGOS
FUNGOS
prejuízos:
• depende da espécie podem ocasionar: manchas nas folhas
(antracnoses, ferrugens, ...), murchas, podridões e morte de mudas;
controle:
• evitar umidade excessiva;
• pulverização com calda bordalesa ou outros produtos à base de cobre;
VÍRUS
• Conseguem reproduzir-se através das células da própria planta;
• Infiltram-se nas plantas a partir das folhas, normalmente por zonas já
feridas pelos insetos, mas precisam de um meio de transporte, que pode
ser um inseto, o pólen ou alguma semente infectada.
• Uma vez infiltrado, o vírus movimenta-se através dos vasos vasculares,
provocando doenças que infectam o organismo da planta.
sintomas e prejuízos:
• provoca mosaico nas folhagens, que são alterações de cor, em que
áreas de coloração verde clara ou amarelada se alternam com áreas de
coloração normal;
controle:
• não há controle curativo, só preventivo: controle dos insetos vetores e
destruição da planta afetada;
VÍRUS
BACTÉRIAS
• As doenças causadas por bactérias são as menos frenquentes (clima
quente e úmido);
• Infiltram-se através de uma flor ou de um corte na folha ou no caule;
• Pode causar desde danos superficiais à murchidão ou mesmo a morte.
BACTÉRIAS
sintomas e prejuízos:
• murchas de folhas, galhas e podridões. Murcha pela obstrução do sistema
vascular;
• lesões geralmente úmidas e deprimidas;
controle:
• destruição da planta doente;
• rotação de espécies;
• aumentar aeração e evitar excesso de umidade;
• Estreptomicina pode ser pulverizada no caso de manchas bacterianas nas
folhas
PESTICIDAS NATURAIS
• Na maioria das receitas, é acrescentada uma pequena quantidade de sabão
ou óleo mineral, para fazer com que a solução grude nas folhas e que o
inseticida natural fique aderido na planta por mais tempo proporcionando
um controle mais duradouro (a dosagem padrão é de pode ser uma colher de
sopa para cada 1 litro de água).
• Aplique os pesticidas na hora do pôr do sol, ou logo depois, para causar o
mínimo dano possível aos predadores úteis. Use um pulverizador ou regador,
ou mergulhe um galho cheio de folhas na solução e salpique as plantas.
REPELIR INSETOS:
GERÂNIO: insetos em geral
CRAVO DE DEFUNTO: nematoides
HORTELÃ: formigas
GERGELIM: saúvas;
SUBST. RETIRADAS DE PLANTAS PARA CONTROLE DE INSETOS:
PIRETRO: flor crisântemo
NICOTINA: fumo;
ROTENTONACONTROLE PRAGAS:
MACERADO DE ALHO: pulgões
MACERADO DE URTIGA: pulgões
CALDA DE FUMO: insetos em geral
CHÁ DE SABÃO: insetos em geral
CONTROLE DE DOENÇAS:
EXTRATO DE CEBOLA E CEBOLINHA: doenças fúngicas;
INFUSÃO DE RUIBARBO: doenças fúngicas;
SUCO DE HORTELÃ COM CEBOLA: podridão das folhas ou ferrugem
RECEITAS NATURAIS
RECEITAS NATURAIS
Tabaco
• Pegue dois punhados de folhas secas (200g) ou de pontas de cigarros.
• Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água.
• Acrescente sabão, misture e deixe esfriar antes de filtrar.
• Dilua com 5 litros de água.
Aplique uma vez por semana.
Eficaz contra a broca das hastes do milho, lagartas, pulgões, colchonilhas
e moscas, assim como contra carrapatos nos animais.
RECEITAS NATURAIS
Pimenta-malagueta
• Pique uma xícara (chá) de pimenta-malagueta (cuidado para não
esfregar os olhos!)
• Acrescente 2 litros de água
• Deixe de molho na água por 2 ou 3 dias ou ferva por 15
minutos.
Acrescente sabão em pó ou lascas de sabão, misture e filtre.
Durante a estação seca, aplique
uma vez por semana.
Durante a estação das chuvas,
aplique três vezes por semana.
Eficaz contra as lagartas, pulgões,
cochonilhas e algumas formigas.
Cuidado com plantas de folhagem
sensível e com flores.
RECEITAS NATURAIS
Piretro (tipo de crisântemo)
• Seque meio quilo de flores recém abertas.
• Esmigalhe as flores secas..
• Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água
• Acrescente sabão, misture e filtre antes de usar.

Eficaz contra pulgões, moscas brancas e as cochonilhas.
Você também pode fazer pó de piretro, triturando as flores secas.
Polvilhe pela casa, para matar pulgas e percevejos.
RECEITAS NATURAIS
Folhas de Mamão
• Pegue 1kg de folhas de mamoeiro,
• 2 colheres de chá de querosene e deixe de molho em 10 litros de água
por 3 horas.
• Filtre e salpique as plantas 

Eficaz contra várias pragas (insetos).
ÓLEO DE NEEN
• Extraído de uma planta asiática (Azadirachta indica), é um inseticida
totalmente natural, eficiente no combate a mais de 500 espécies de insetos
e ácaros.
• Nesse caso não precisa acrescentar o aderente pois o produto já é
aderente, por ser um óleo.
• Matam as pragas por asfixia
• A luz ultra violeta acelera a degradação da azadarachtina, principal
ingrediente ativo do neem, sendo assim, recomenda-se mater ao abrigo da
luz direta e do calor.
CALDA BORDALESA
• 10 litros de água;
• 100g de Sulfato de Cobre e
• 100g de Cal Virgem.


a) Dissolução do sulfato de cobre: No dia anterior ou quatro horas antes do
preparo da calda, dissolver o sulfato de cobre.
Colocar 100 g de sulfato de cobre dentro de um pano de algodão, amarrar e
mergulhar em um vasilhame plástico com 1 litro de água morna; uma vez
dissolvido, a água ficará com um tom azulado.
b) Água de cal: colocar 100 g de cal em um balde com capacidade para 10 litros.
Em seguida, adicionar 9 litros de água, aos poucos. Quando comprar a cal virgem,
deverá ser nova e de boa qualidade com alto teor de cálcio (90%).
CALDA BORDALESA
c) Mistura dos dois ingredientes: Adicionar, aos poucos e mexendo sempre, o
litro da solução de sulfato de cobre dentro do balde da água de cal.
d) Teste da faca: Para ver se a calda não ficou ácida, pode-se fazer um teste,
mergulhando uma faca de aço comum bem limpa, por 3 minutos, na calda. Se
a lâmina da faca sujar, isto é, adquirir uma coloração marrom ao ser retirada
da calda, indica que esta está ácida, devendo-se adicionar mais cal na mistura;
se não sujar, a calda está pronta para o uso
CALDA BORDALESA
CUIDADOS
• Para plantas novas, ou em brotação ou floração, diluir a calda bordalesa,
acrescentando mais 10 litros de água (concentração de 0,5%).
• Evite aplicar em horários de sol quente. Recomenda-se aplicar a calda
bordalesa em pequenas áreas teste nas condições locais (espécie, cultivar,
estádio de desenvolvimento, condições climáticas) da cultura que será
tratada.
• Para evitar corrosão, os equipamentos e metais podem ser lavados com
solução aquosa de 25% de ácido acético (vinagre) mais duas colheres de
chá de óleo mineral.
CALDA BORDALESA
PRAGAS
FIM
OBRIGADO!

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Controle de Pragas na Jardinagem

  • 1. CONTROLE DE PRAGAS E DOENÇAS Biólogo Leandro Machado de Moura email: lammoura@uol.com.br
  • 2. CONTROLE DE PRAGAS E DOENÇAS Pragas: • São animais que causam danos as plantas, podem ser vertebrados ou invertebrados, os mais comuns são: ácaros, insetos ou nematoides. • É possível identificar o agente causador. Doenças: • Danos causados por vírus, bactéria ou fungos. • Não se visualiza o agente causador e sim o sintoma da doença.
  • 3. CONTROLE DE PRAGAS E DOENÇAS Plantas debilitadas ou mal nutridas estão mais sujeitas a ataques de pragas e doenças.
  • 4. É a mais praticada nos dias de hoje e visa, acima de tudo, produção, deixando em segundo plano a preocupação com a conservação do Meio Ambiente e a qualidade nutricional dos alimentos. Ao melhorar geneticamente uma planta para que ela produza mais, pode- se estar reduzindo sua resistência a pragas e doenças, pois sua energia é desviada da parte vegetativa para a parte reprodutiva. AGRICULTURA CONVENCIONAL
  • 5. AGRICULTURA CONVENCIONAL • Substâncias indesejáveis, como alcaloides, que dão sabor amargo aos alimentos são eliminados. • Plantas sem variabilidade genética --> vulneráveis a pragas e doenças. MONOCULTURA: • Favorece o aparecimento de pragas, doenças e ervas invasoras; • Provoca rápida perda da fertilidade do solo, pois facilita a erosão, reduz a atividade biológica e esgota a reserva de alguns nutrientes.
  • 6. AGRICULTURA ORGÂNICA • A base para o sucesso do sistema orgânico é um solo sadio, bem estruturado, fértil (macro e micronutrientes disponíveis), com teor de húmus, água, ar e boa atividade biológica. • Utilização de cultivo múltiplo (consórcio) e a rotação de culturas, torna a cultura menos suscetível a pragas e doenças. • O controle de ervas invasoras, pragas e doenças é feito através do controle biológico, criação e soltura de inimigos naturais, armadilhas e agrotóxicos naturais.
  • 7. • Nematóides; • Lesmas e caracóis; • Ácaros; • Gafanhotos e grilos; • Cupins; • Tripes; • Percevejos; • Mosca da fruta; • Cigarras; • Lagartas das Palmeiras; • Cochonilha com carapaça; • Cochonilha sem carapaça; • Pulgões; • Coleobrocas; • Formigas saúvas. PRINCIPAIS PRAGAS
  • 8. descrição biológica • moluscos terrestres, hábito noturno, ficam escondidas durante o dia; prejuízos • folhas furadas, ramos sem brotos, destruição de mudas novas; controle: • catação manual, limpeza semanal; • espalhar bórax nos canteiros; • cerveja (para lesmas); LESMAS E CARACÓIS
  • 9. descrição e biologia: • pequenos, 0,5 a 4 mm, escuros e asas franjadas; • nas horas quentes do dia, ficam sobrevoando a planta; prejuízos: • suga seiva, causando deformações necroses e enrolamento, pois injetam toxinas; • ao sugar seiva, podem transmitir viroses; • atacam plantas do gênero Ficus e Crinum, assim como família Liliaceae; controle: • pulverização com calda de fumo ou malathion TRIPES
  • 10. COLCHONILHA COM CARAPAÇA descrição e biologia: • varias formas: cabeça de prego, vírgula; • quando jovens fixam-se próximo das nervuras quando adultas; • possuem carapaça que as protegem; prejuízos: • sugam a seiva, definhando a planta, podendo ocasionar sua morte; • expelem líquido açucarado, que cai sobre as folhas, crescendo um fungo preto, denominado fumagina, que diminui a fotossíntese; controle: • pulverização com óleo mineral, podendo-se misturar malathion ou calda de fumo;
  • 11. descrição e biologia: • conhecidas por pulgão branco, mobilidade lenta, possui uma secreção cerosa branca, semelhante a um algodão; prejuízos: • sugam seiva, amarelando os brotos, enfraquecendo a planta e ocasionando queda de folhas; controle: • joaninhas são inimigos naturais; • pulverização com calda de fumo, chá de sabão de coco ou malathion; COCHONILHA SEMCARAPAÇA
  • 12. PULGÕES descrição e biologia: • atacam principalmente brotos novos, sugando a seiva; • formam grandes populações, e podem surgir formas aladas para disseminação de novas colônias; prejuízos: • atrofiamento e encarquilhamento de folhas e brotos novos, pela sucção da seiva; • podem transmitir viroses; • pode propiciar surgimento de fumagina; controle: • joaninha é inimigo natural; • pulverização com malathion ou calda de fumo;
  • 13. descrição e biologia: • mosca de 4 - 6 mm, cor amarelada; • fêmea deposita ovos nos frutos, nascendo as larvas, que penetram nos frutos, consumindo sua polpa e causando sua queda prematura; no solo, transforma-se em pupa, do qual surge o adulto, fechando seu ciclo; prejuízos: • ataca frutos como goiaba, amora, pitanga controle: • coleta de frutos caídos; • ensacamento dos frutos; • armadilhas de garrafa; MOSCA DA FRUTA
  • 14. COLEOBROCA descrição e biologia: • adulto deposita ovos na superfície de árvores, nascendo larvas que fazem galerias no tronco. Percebe-se sua presença por orifícios no tronco, de onde exsuda a seiva da arvore atacada; prejuízos: • são bastante nocivas, pois fazem galerias, podendo afetar o sistema vascular, ocasionando a morte da arvore. controle: • injeção de pasta de fosfina nos orifícios da broca; esta pasta se transforma em um gás que percorre todas as galerias da broca, matando-a; deve-se vedar o orifício, após a aplicação da pasta.
  • 15. FORMIGAS SAÚVAS descrição e biologia: • inseto social, com castas: rainha, rei, carregadeiras, jardineiras e soldados, além de castas temporárias: içás e bitus; • possuem câmaras interligadas por galerias, com diversas funções: câmara real, de alimentação, de lixo, etc. • não alimentam-se de folhas, mas sim de um fungo cultivado nas folhas picadas. prejuízos: • desfolham rapidamente uma planta; controle: • controle muito difícil; • controle mecânico, com localização e destruição do ninho; • com iscas
  • 16. CUPIM descrição e biologia: • inseto social, vivem em colônias, com duas categorias: reprodutores: siriris e o casal real; ápteros e estéreis: operários e soldados; • alimentam-se de madeira viva ou morta, além de húmus e raízes; • microrganismos no trato digestivo possuem poder de digerir celulose; • prejudicam desde gramados ate árvores; • subterrâneos, precisam de umidade controlada e luz, por isso fazem túneis de terra para movimentação; • na vegetação urbana, temos duas espécies principais: Coptotermis havillandi (cupim subterrâneo) Cryptotermes sp. (cupim de montículo)
  • 17. descrição e biologia: • fazem ninhos sob o solo, de difícil localização, atacam árvores, deixando-as ocas, com perigo de queda; sua presença é detectada pela presença de túneis de terra na superfície da árvore; • ataca também em residências, destruindo o madeiramento em contato com o solo ou alvenaria; prejuízos: • deixa o tronco de árvores oco, com perigo de queda; come raízes de plantas arbustivas e herbáceas; controle: • difícil controle, pois é necessário localizar o ninho e exterminar o casal real, responsável pela reprodução; • na prática faz-se uma limpeza e pulverizações e injeções de inseticida do grupo dos piretróides nas perfurações, seguido de uma barreira química no solo, feita com adição de inseticida por valetas escavadas ao redor da árvore atacada. CUPIM SUBTERRÂNEO
  • 18. CUPIM DE MONTÍCULO descrição e biologia: • formam ninhos no solo, mas com uma parte acima da superfície, protegida por uma camada dura, formando montículos popularmente chamados de murundus; prejuízos: • alimentam-se principalmente de raízes de plantas, atacam principalmente pastagens e gramados; controle: • deve-se perfurar a camada dura e injetar defensivos diluídos em água ou em forma de pastilhas de fosfina, que se transformam em gás.
  • 20. • Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungo; • Existem mais de 10 mil fungos que, se não conseguem penetrar a cutícula e a epiderme, atacam as zonas mais sensíveis, os rebentos ou as áreas já danificadas por insetos; • Uma planta infectada pode liberar até 100 milhões de esporos, uma quantidade difícil de combater. • Na medida em que degrada rapidamente as células das plantas , produz, em simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu organismo. • São muito difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo, em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta saudável. FUNGOS
  • 21. FUNGOS prejuízos: • depende da espécie podem ocasionar: manchas nas folhas (antracnoses, ferrugens, ...), murchas, podridões e morte de mudas; controle: • evitar umidade excessiva; • pulverização com calda bordalesa ou outros produtos à base de cobre;
  • 22. VÍRUS • Conseguem reproduzir-se através das células da própria planta; • Infiltram-se nas plantas a partir das folhas, normalmente por zonas já feridas pelos insetos, mas precisam de um meio de transporte, que pode ser um inseto, o pólen ou alguma semente infectada. • Uma vez infiltrado, o vírus movimenta-se através dos vasos vasculares, provocando doenças que infectam o organismo da planta.
  • 23. sintomas e prejuízos: • provoca mosaico nas folhagens, que são alterações de cor, em que áreas de coloração verde clara ou amarelada se alternam com áreas de coloração normal; controle: • não há controle curativo, só preventivo: controle dos insetos vetores e destruição da planta afetada; VÍRUS
  • 24. BACTÉRIAS • As doenças causadas por bactérias são as menos frenquentes (clima quente e úmido); • Infiltram-se através de uma flor ou de um corte na folha ou no caule; • Pode causar desde danos superficiais à murchidão ou mesmo a morte.
  • 25. BACTÉRIAS sintomas e prejuízos: • murchas de folhas, galhas e podridões. Murcha pela obstrução do sistema vascular; • lesões geralmente úmidas e deprimidas; controle: • destruição da planta doente; • rotação de espécies; • aumentar aeração e evitar excesso de umidade; • Estreptomicina pode ser pulverizada no caso de manchas bacterianas nas folhas
  • 26. PESTICIDAS NATURAIS • Na maioria das receitas, é acrescentada uma pequena quantidade de sabão ou óleo mineral, para fazer com que a solução grude nas folhas e que o inseticida natural fique aderido na planta por mais tempo proporcionando um controle mais duradouro (a dosagem padrão é de pode ser uma colher de sopa para cada 1 litro de água). • Aplique os pesticidas na hora do pôr do sol, ou logo depois, para causar o mínimo dano possível aos predadores úteis. Use um pulverizador ou regador, ou mergulhe um galho cheio de folhas na solução e salpique as plantas.
  • 27. REPELIR INSETOS: GERÂNIO: insetos em geral CRAVO DE DEFUNTO: nematoides HORTELÃ: formigas GERGELIM: saúvas; SUBST. RETIRADAS DE PLANTAS PARA CONTROLE DE INSETOS: PIRETRO: flor crisântemo NICOTINA: fumo; ROTENTONACONTROLE PRAGAS: MACERADO DE ALHO: pulgões MACERADO DE URTIGA: pulgões CALDA DE FUMO: insetos em geral CHÁ DE SABÃO: insetos em geral CONTROLE DE DOENÇAS: EXTRATO DE CEBOLA E CEBOLINHA: doenças fúngicas; INFUSÃO DE RUIBARBO: doenças fúngicas; SUCO DE HORTELÃ COM CEBOLA: podridão das folhas ou ferrugem RECEITAS NATURAIS
  • 28. RECEITAS NATURAIS Tabaco • Pegue dois punhados de folhas secas (200g) ou de pontas de cigarros. • Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água. • Acrescente sabão, misture e deixe esfriar antes de filtrar. • Dilua com 5 litros de água. Aplique uma vez por semana. Eficaz contra a broca das hastes do milho, lagartas, pulgões, colchonilhas e moscas, assim como contra carrapatos nos animais.
  • 29. RECEITAS NATURAIS Pimenta-malagueta • Pique uma xícara (chá) de pimenta-malagueta (cuidado para não esfregar os olhos!) • Acrescente 2 litros de água • Deixe de molho na água por 2 ou 3 dias ou ferva por 15 minutos.
Acrescente sabão em pó ou lascas de sabão, misture e filtre. Durante a estação seca, aplique uma vez por semana. Durante a estação das chuvas, aplique três vezes por semana. Eficaz contra as lagartas, pulgões, cochonilhas e algumas formigas. Cuidado com plantas de folhagem sensível e com flores.
  • 30. RECEITAS NATURAIS Piretro (tipo de crisântemo) • Seque meio quilo de flores recém abertas. • Esmigalhe as flores secas.. • Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água • Acrescente sabão, misture e filtre antes de usar.
 Eficaz contra pulgões, moscas brancas e as cochonilhas. Você também pode fazer pó de piretro, triturando as flores secas. Polvilhe pela casa, para matar pulgas e percevejos.
  • 31. RECEITAS NATURAIS Folhas de Mamão • Pegue 1kg de folhas de mamoeiro, • 2 colheres de chá de querosene e deixe de molho em 10 litros de água por 3 horas. • Filtre e salpique as plantas 
 Eficaz contra várias pragas (insetos).
  • 32. ÓLEO DE NEEN • Extraído de uma planta asiática (Azadirachta indica), é um inseticida totalmente natural, eficiente no combate a mais de 500 espécies de insetos e ácaros. • Nesse caso não precisa acrescentar o aderente pois o produto já é aderente, por ser um óleo. • Matam as pragas por asfixia • A luz ultra violeta acelera a degradação da azadarachtina, principal ingrediente ativo do neem, sendo assim, recomenda-se mater ao abrigo da luz direta e do calor.
  • 33. CALDA BORDALESA • 10 litros de água; • 100g de Sulfato de Cobre e • 100g de Cal Virgem. 
 a) Dissolução do sulfato de cobre: No dia anterior ou quatro horas antes do preparo da calda, dissolver o sulfato de cobre. Colocar 100 g de sulfato de cobre dentro de um pano de algodão, amarrar e mergulhar em um vasilhame plástico com 1 litro de água morna; uma vez dissolvido, a água ficará com um tom azulado.
  • 34. b) Água de cal: colocar 100 g de cal em um balde com capacidade para 10 litros. Em seguida, adicionar 9 litros de água, aos poucos. Quando comprar a cal virgem, deverá ser nova e de boa qualidade com alto teor de cálcio (90%). CALDA BORDALESA
  • 35. c) Mistura dos dois ingredientes: Adicionar, aos poucos e mexendo sempre, o litro da solução de sulfato de cobre dentro do balde da água de cal. d) Teste da faca: Para ver se a calda não ficou ácida, pode-se fazer um teste, mergulhando uma faca de aço comum bem limpa, por 3 minutos, na calda. Se a lâmina da faca sujar, isto é, adquirir uma coloração marrom ao ser retirada da calda, indica que esta está ácida, devendo-se adicionar mais cal na mistura; se não sujar, a calda está pronta para o uso CALDA BORDALESA
  • 36. CUIDADOS • Para plantas novas, ou em brotação ou floração, diluir a calda bordalesa, acrescentando mais 10 litros de água (concentração de 0,5%). • Evite aplicar em horários de sol quente. Recomenda-se aplicar a calda bordalesa em pequenas áreas teste nas condições locais (espécie, cultivar, estádio de desenvolvimento, condições climáticas) da cultura que será tratada. • Para evitar corrosão, os equipamentos e metais podem ser lavados com solução aquosa de 25% de ácido acético (vinagre) mais duas colheres de chá de óleo mineral. CALDA BORDALESA