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Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação
Palestrante: Antônio Diomário de Queiroz, Dr
Conferência Inaugural:
Contribuições da Educação, Ciência e Tecnologia
para os municípios de pequeno porte
Rancho Queimado, 1 de outubro de 2015
SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO CONTINUADA
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Diomário Queiroz: Uma nova escola para o novo mundo, Florianópolis, setembro de 2005
Diomário Queiroz – 2005
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O advento das novas tecnologias da informação e
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A utilização didática das novas tecnologias da informação
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Diomário Queiroz – 2005
Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998
Para Aristóteles, a ação é necessariamente ética.
A Ética e a Pedagogia
A decisão provoca a ação
ética.
O professor tem a
responsabilidade ética
dos meios. Ele deve
empregar os melhores
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O conhecimento se dá
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La Galaxia Internet (Reflexiones sobre Internet, empresa y sociedad).
Redes Sociais
São formas de
compartilhamento
de informações e
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usuários com os
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Redes Sociais
Símbolo deste Século: a Rede
A dinâmica de nossa sociedade obedece progressivamente à lógica das redes.
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Adaptado de Kelvin Kelly
Gera uma quantidade
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Neri dos Santos, Dr. Ing
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Tecnologia
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REPRODUZIR (RE)ELABORAR
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3ª ONDA
A primeira onda
APRENDER
REPRODUZIR
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Púlpito
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FUNÇÃO:
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TRANSFERIR VERDADES
MAGISTER DIXIT
OUVE
CÁTEDRA
FALA....
DITA...
COPIA
DISCIPLINAS
DECORA
A sala de aula escolástica foi construída para proteger a
relativa ignorância do mestre medieval. Não há mais como
esconder dentro do espaço da sala de aula as limitações do
conteúdo de um professor por mais bem formado e preparado
que seja.
Diomário Queiroz – 2005
Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
A segunda onda
CONSTRUIR
(RE)ELABORAR
Biblioteca
Laboratório
de Ciências
Sala de Aula
Quadro
Negro
Carteiras
FUNÇÃO:
INSTRUIR
Material
Escolar
PROCESSO:
HABILITAÇÃO CURRICULAR
INFORMAÇÕES
MATÉRIAS
PROFISSÕES
Os comportamentos do professor
são ditados por suas ideias e para
conhecer o que acontece na sala
de aula, é preciso se referir àquilo
que o professor conclui de seus
pensamentos.
“Ensino não é a
transferência do
conhecimento, mas a
criação das possibilidades
para a sua produção
ou para sua
construção”.
Paulo Freire
Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998
Enfoque cognitivista
Analisa as condições de ensino e de aprendizagem que criam
as mais elevadas probabilidades de provocar e de facilitar, ao
mesmo tempo, a aquisição, a integração e a reutilização dos
conhecimentos por aqueles que aprendem. Construção do
conhecimento pelo aluno.
O cognitivismo veicula uma visão técnica e
instrumental do ensino.
Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998
Enfoque interacionista social
O ensino não se reduz somente
à relação de um para um (o
professor e o aluno), mas é
determinado por um contexto
de grupo.
POSTULADO DO INTERATIVISMO SOCIAL:
Os avançados sistemas de
ensino-aprendizagem
intensificam a prática do
interacionismo subjetivista e
social. Subjetivista, porque
mesmo o conhecimento coletivo
se dá a partir do aprendizado
individual; e social, porque o
processo de comunicação que
favorece o novo conhecimento
pressupõe no mínimo o diálogo
de duas pessoas e se enriquece
exponencialmente pela
interação de um número maior
de atores.
Diomário Queiroz – 2005
Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
O ensino circunscrito à sala de
aula, pressupondo o domínio
pelo professor de uma
determinada disciplina ou área
do conhecimento, avança na
direção de um processo aberto
de aprendizagem em que todos
os atores têm oportunidades
quase infinitas de acessar
bases de informações e
experiências que fluem de todas
as partes do mundo pela rede
informatizada de comunicações.
Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
Hoje o mestre convive com alunos que acessam pela
televisão, pelo computador, pelo telefone, por livros,
bases de informação abertas, o que torna impossível
dominar todas elas. Os alunos trazem também as
vivências do cotidiano. É impraticável uma só pessoa
acessar o conjunto de saberes transmitidos pela
tradição e pelos meios de comunicação da atualidade.
A relação de mútua
aprendizagem é
normalmente
prazerosa, já que
pressupõe
participantes ativos
no processo.
Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
Os jovens e as crianças de
hoje são sujeitos de
aprendizagem ativos e
rebeldes a uma prática
pedagógica unidirecionada
ao aluno.
Cabe então ao professor de
sucesso exercer o
importante papel de líder e
facilitador do processo
interativo de ensino -
aprendizagem.
Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
As novas pedagogias devem, desde a escola infantil,
desenvolver a criatividade da criança e cultivar a atitude
de se entusiasmar, de descobrir, de criticar, de construir
raciocínios, de explicar e de escutar os outros.
Diomário QueirozDiomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
O esforço interativo de
aprendizagem confere
caráter social à
educação.
O conhecimento se dá
em benefício de todos.
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oportuniza processos
abertos de solidariedade
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Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
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2. O desenvolvimento sustentável pela
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Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia
Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento
científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas.
§ § 2º - A pesquisa tecnológica voltar-se-á
preponderantemente para a solução dos problemas
brasileiros e para o desenvolvimento do sistema
produtivo nacional e regional.
............
VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente,
em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados
à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade
VII – promover a extensão, aberta à participação da população,
visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da
criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na
instituição
CAPÍTULO IV - Da Educação Superior
Art. 43º. A educação superior tem por finalidade:
Desenvolvimento Social e Melhoria
da Qualidade de Vida
Ensino
ExtensãoPesquisaE
d
u
c
a
ç
ã
o
“Desenvolvimento
é o processo de
transição de
determinada estrutura
econômica e social a
outras estruturas que
possibilitem um nível
mais elevado das
forças produtivas.”
Queiroz, Diomário.1971.
Une approche structurale du sous
développement et du développement. Paris.
Os sistemas vivos seguem processos naturais: crescer,
reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
Os sistemas de colonização e de
industrialização do Brasil
obedecem o fluxo linear de
extrair, explorar, vender,
consumir, descartar.
Desenvolvimento: processo de mudança da atitude
de exploração à valorização!
EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE
RENDA
MISÉRIA
VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO
DA RIQUEZA
MELHORIA DE
VIDA
PARA TODOS
Desenvolvimento Social
O Desenvolvimento
Social pressupõe o
desenvolvimento
econômico sustentável,
com distribuição justa de
renda e inclusão social,
para o conjunto da
população
Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
Desenvolvimento
científico e tecnológico
Desenvolvimento Social
Disseminação do acesso ao conhecimento
Aprendizado da pesquisa
Criatividade direcionada para resultados
Soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável
É formar integralmente o
cidadão que poderá criar,
dominar e empregar
conhecimentos científicos e
tecnológicos na busca da
qualidade de vida para si e
para a sociedade como um
todo.
Iniciação científica
Diomário Queiroz
2009
César Zucco - 2009
Desenvolvimento Sustentável
“Desenvolvimento
capaz de suprir as
necessidades da
geração atual, sem
comprometer a
capacidade de atender
as necessidades das
futuras gerações.
É o desenvolvimento
que não esgota os
recursos para o
futuro.”
Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada
pelas Nações Unidas nos anos 70, para discutir e propor meios de harmonizar
dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
Novo Paradigma do Desenvolvimento
A Economia Sustentada pelo Conhecimento
DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO
Trabalho Capital
Produtividade
Pessoas Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor
• Nível de Formação
• Formação em C&T
• Formação em
Gestão
•Inovação
•Investimento
• Uso
• Base de Ciência
• Difusão
• Ciência-Indústria
• Cultura “inovacão”
• Empresa Internacional
• Criatividade
• Capital Risco
• Facilidade de Negociação
• Emp. Forte Crescimento
Entorno Favorável
Adaptado de Angel Landabaso
Conselheiro C & T
Delegação da Comissão Européia no Brasil
Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e
Tecnológica do Estado de Santa Catarina
Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica
e tecnológica, para o avanço de todas as áreas do
conhecimento, para o equilíbrio regional, o desenvolvimento
sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população
do Estado de Santa Catarina.
PCCT&I
“É a síntese do passado
de trabalho
competente de muitas
pessoas e instituições,
e, ao mesmo tempo, o
desafio estratégico
que une governo,
academia e agentes
econômicos e sociais,
visando à qualidade
de vida dos habitantes
e ao desenvolvimento
de Santa Catarina,
com sustentabilidade
ambiental e equilíbrio
regional.”
Desenvolvimento Regional
Sustentável com Base em
Educação, Ciência,
Tecnologia e Inovação
CONHECIMENTO
Princípios
Eixos
Estratégicos
Linhas de Ação
Prioridades
Objetivo
Desenvolvimento
Sustentável e
Qualidade de
Vida da
População,
com Equilíbrio
Regional
P
C
C
T
&
I
Rede Catarinense de Ciência
e Tecnologia - RCT
Instrumentos e Instituições de Pesquisa
RCT: Expansões 2003 e 2004
UNESC 2 – 10 Mbps
UNISUL PALHOÇA 2 – 10 Mbps
SOCIESC 512 Kbps– 10 Mbps
SOFTPÓLIS 256 - 512 Kbps
FACVEST 2 Mbps
Escola Técnica Vale do Rio do Peixe 128 – 512
Kbps
Instituto de Cardiologia 128 – 512 Kbps
Centro Administrativo do Governo
128 Kbps– 2 Mbps
CEDUP Tubarão 128 - 256 Kbps
UFSC
64 - 512 Kbps Maricultura
128 - 512 Kbps Farmacologia
2 Mbps Oficina
256 Kbps Aqüicultura
256 Kbps TV
UFSC
Colégio Agrícola
64 – 128 Kbps
Expansão da RCT
Contrato Brasil Telecom
155 Mbps – Tecnologia Gigabit
Roteador ATM
doado pela
ACAFE:
R$ 258.000,00
Disseminação da Educação Superior
Leonardo da Vinci
(1452 - 1519)
Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC
IESJ - São José
SC-Entretenimento
Florianópolis
ACITA - Itapema
2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras
ITFETEP
São Bento do Sul
UNC CETEC
Curitibanos
G-TEC
Rio do Sul
JARAGUATEC
Pré Incubadora da Unerj
2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras
CITEB
Biguaçu
Inc. UnivaliInc. Unifebe
ACIT/INCEVALE
Tijucas
Base Tecnológica Unisul
Software
Pré-Incubadora de São
Miguel Agronegócios
NECTAR
Informática, Biotecnologia
e Alimentos
TECNOVALE -
do Rio do Peixe
IAC – Agroindustrial
de Concórdia
Incubadora Virtual de
Empresas da Uniplac
MIDI Lages
Agronegócios - Fapeu
Software - Senai/CTAI
Eng. Biomédica
CONTESTEC - Planalto Norte
Carvão
Incubadora de Itá
INTECH Chapecó
GENE Blumenau
SOFTVILLE
BLUSOFT
MIDIVILLE
MIDISUL
MIDIOESTE
CELTA
GENESS/FEESC
MIDI Tecnológico/SEBRAE
2002: 10 incubadoras
2010: + 13 aprovadas CP 12/2009
INOVASUL
Incubadora
Ibirama
Incubadora
Luzerna
Incubadora
Caçador
2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras
Organização Sistêmica Empresarial
SOFTVILLE
ABRADI
ACATE
ASSESPRO-SC
SUCESU-SC
BLUSOFT
CÂMARA e-NET
CDI-SC
CETIC
FECOAGRO
FIESC
FUNDAÇÃO CERTI
OCESC
SEBRAE/SC
SIESC
SEINFLO
SEPIJ
SEPROSC
Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
Conceito
SINAPSE
PROTÓTIPO
PN
• Projetos
C&T
• Teses
• Dissertaç
ões
• TCC
MCTI
CAPES
CNPQ
FINEP
FAPs
EMPRESA
CONSOLIDADA
SUBVENÇÃOPRIME
EMPRESA
NASCENTE
SEBRAETEC
MPEs
“ TRANSFORMAR CONHECIMENTO E IDEIAS CRIATIVAS
EM EMPREENDIMENTOS DE SUCESSO ”
Verticais
ACATE – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA
PROJETOS 2010 – JAMILE SABATINI MARQUES
9 verticais
estabelecidas
Mais de 70 empresas
participantes
Conquista de novas
adesões
Comunicação entre
verticais
Acompanhamento nas
reuniões
Organização e controle das
empresas participantes
Equipe:
Gabriel
Kamila
1. O processo de aprendizado pelo
interacionismo social em redes
2. O desenvolvimento sustentável pela
Educação, Ciência e Tecnologia
3. Diretrizes para o desenvolvimento dos
municípios de pequeno porte
Contribuições da Educação,
Ciência e Tecnologia para os
municípios de pequeno porte
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da vitivinicultura
e da produção de
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da Itália
Visita ao Vesúvio e Pompeia
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Ruínas do Centro Romano de pesquisa em
vinicultura
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Desenvolvimento atual da vinicultura em Mola de Bari
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Primeira:
Ampliar os meios de acesso às novas tecnologias da informação e da
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Segunda:
Realizar análise estratégica das potencialidades locais para introdução de
soluções inovadoras que agreguem valor e oportunidades de trabalho e
melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
Diretrizes para o desenvolvimento local
Terceira:
Mobilizar competências na área de educação, ciência e tecnologia para
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Contribuições da educaçao, ciencia e tecnologia para os municipios de pequeno porte

  • 1. Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Palestrante: Antônio Diomário de Queiroz, Dr Conferência Inaugural: Contribuições da Educação, Ciência e Tecnologia para os municípios de pequeno porte Rancho Queimado, 1 de outubro de 2015 SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO CONTINUADA Secretária de Educação: Jamile Beatriz Beretta Tema O sujeito e a escola: processos de aprendizagem na era digital Apoio
  • 2. 1. O processo de aprendizado pelo interacionismo social em redes 2. O desenvolvimento sustentável pela Educação, Ciência e Tecnologia 3. Diretrizes para o desenvolvimento dos municípios de pequeno porte Contribuições da Educação, Ciência e Tecnologia para os municípios de pequeno porte
  • 3. 1. O processo de aprendizado pelo interacionismo social em redes 2. O desenvolvimento sustentável pela Educação, Ciência e Tecnologia 3. Diretrizes para o desenvolvimento dos municípios de pequeno porte Contribuições da Educação, Ciência e Tecnologia para os municípios de pequeno porte
  • 4. Rancho Queimado: de Desterro a Lages “Em Rancho Queimado, um professor preparou uma aula de Geografia no ensino fundamental, comparando a agricultura da região com imagens e conteúdos relacionados ao desenvolvimento das técnicas agrícolas no período greco-romano. Com a comunicação em rede, valorizou de forma criativa e interessante a sua disciplina.” Diomário Queiroz: Uma nova escola para o novo mundo, Florianópolis, setembro de 2005
  • 5. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo O advento das novas tecnologias da informação e da comunicação proporciona o repensar do processo ensino-aprendizagem.
  • 6. A utilização didática das novas tecnologias da informação e da comunicação favorece o processo pedagógico da proposta curricular no mundo novo. É, pois, obrigação ética de uma política pública de educação ampliar as possibilidades de utilização desse poderoso meio didático. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 7. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 Para Aristóteles, a ação é necessariamente ética. A Ética e a Pedagogia A decisão provoca a ação ética. O professor tem a responsabilidade ética dos meios. Ele deve empregar os melhores meios possíveis para levar o aluno a aprender.
  • 8. O conhecimento se dá nas pessoas.
  • 9. “Os sistemas tecnológicos se produzem socialmente e a produção social vem determinada pela cultura”. CASTELLS, M.2001 La Galaxia Internet (Reflexiones sobre Internet, empresa y sociedad). Redes Sociais
  • 10. São formas de compartilhamento de informações e ideias entre usuários com os mesmos gostos e estilos. Fonte: http://www.mestreseo.com.br/category/redes-sociais Redes Sociais
  • 11. Símbolo deste Século: a Rede A dinâmica de nossa sociedade obedece progressivamente à lógica das redes. Entender como funcionam as redes é a chave para entender como funciona a sociedade. Adaptado de Kelvin Kelly
  • 12. Gera uma quantidade imensa de oportunidades Faz abrir sistemas fechados Promove a cultura participativa e a integração REDE Impele o valor Sociedade em Redes
  • 13. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor para o desenvolvimento regional na sociedade contemporânea Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 14. A economia da era do conhecimento oferece recursos ilimitados pois a capacidade humana de gerar conhecimentos é infinita. O conhecimento cresce quando é compartilhado. Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 15. Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas a partir de associação de informações anteriores. Criatividade http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz Alexandre Hering de Queiroz
  • 16. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro. 2003. Queiroz, Diomário Inovação
  • 17. “Inovação é a implementação com êxito de ideias criativas” Marc Adam vice presidente de marketing da 3M Importância da Inovação
  • 18. Criatividade direcionada para resultados Criatividade Produtiva Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 19. Tecnologia Processo contínuo por meio do qual a humanidade molda, modifica e gera a sua qualidade de vida. Bueno, Natalia de Lima CEFET-PR. 1999
  • 20. O mundo é transformado pela ação dos homens, mas esta, conquanto livre, não é arbitrária. O agente capaz de inovação surge num ambiente de Modernidade onde prevalece a ética da responsabilidade. Oliveira, R. Ciência e Tecnologia: uma agenda para a Democracia e o Desenvolvimento Ética da modernidade de Max Weber
  • 21. Como educar hoje para a cidadania e para o desenvolvimento sustentável?
  • 22. A educação em ondas CRIAR APRENDER CONSTRUIR REPRODUZIR (RE)ELABORAR INOVAR 3ª ONDA
  • 25. A sala de aula escolástica foi construída para proteger a relativa ignorância do mestre medieval. Não há mais como esconder dentro do espaço da sala de aula as limitações do conteúdo de um professor por mais bem formado e preparado que seja. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 26. A segunda onda CONSTRUIR (RE)ELABORAR Biblioteca Laboratório de Ciências Sala de Aula Quadro Negro Carteiras FUNÇÃO: INSTRUIR Material Escolar PROCESSO: HABILITAÇÃO CURRICULAR INFORMAÇÕES MATÉRIAS PROFISSÕES
  • 27. Os comportamentos do professor são ditados por suas ideias e para conhecer o que acontece na sala de aula, é preciso se referir àquilo que o professor conclui de seus pensamentos.
  • 28. “Ensino não é a transferência do conhecimento, mas a criação das possibilidades para a sua produção ou para sua construção”. Paulo Freire
  • 29. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 Enfoque cognitivista Analisa as condições de ensino e de aprendizagem que criam as mais elevadas probabilidades de provocar e de facilitar, ao mesmo tempo, a aquisição, a integração e a reutilização dos conhecimentos por aqueles que aprendem. Construção do conhecimento pelo aluno. O cognitivismo veicula uma visão técnica e instrumental do ensino.
  • 30. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 Enfoque interacionista social O ensino não se reduz somente à relação de um para um (o professor e o aluno), mas é determinado por um contexto de grupo. POSTULADO DO INTERATIVISMO SOCIAL:
  • 31. Os avançados sistemas de ensino-aprendizagem intensificam a prática do interacionismo subjetivista e social. Subjetivista, porque mesmo o conhecimento coletivo se dá a partir do aprendizado individual; e social, porque o processo de comunicação que favorece o novo conhecimento pressupõe no mínimo o diálogo de duas pessoas e se enriquece exponencialmente pela interação de um número maior de atores. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 32. Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo O ensino circunscrito à sala de aula, pressupondo o domínio pelo professor de uma determinada disciplina ou área do conhecimento, avança na direção de um processo aberto de aprendizagem em que todos os atores têm oportunidades quase infinitas de acessar bases de informações e experiências que fluem de todas as partes do mundo pela rede informatizada de comunicações.
  • 33. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo Hoje o mestre convive com alunos que acessam pela televisão, pelo computador, pelo telefone, por livros, bases de informação abertas, o que torna impossível dominar todas elas. Os alunos trazem também as vivências do cotidiano. É impraticável uma só pessoa acessar o conjunto de saberes transmitidos pela tradição e pelos meios de comunicação da atualidade.
  • 34. A relação de mútua aprendizagem é normalmente prazerosa, já que pressupõe participantes ativos no processo. Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 35. Os jovens e as crianças de hoje são sujeitos de aprendizagem ativos e rebeldes a uma prática pedagógica unidirecionada ao aluno. Cabe então ao professor de sucesso exercer o importante papel de líder e facilitador do processo interativo de ensino - aprendizagem. Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 36. As novas pedagogias devem, desde a escola infantil, desenvolver a criatividade da criança e cultivar a atitude de se entusiasmar, de descobrir, de criticar, de construir raciocínios, de explicar e de escutar os outros. Diomário QueirozDiomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 37. O esforço interativo de aprendizagem confere caráter social à educação. O conhecimento se dá em benefício de todos. A sociedade em redes oportuniza processos abertos de solidariedade e participação. Diomário Queiroz – 2005 - Artigo: Uma nova escola para o novo mundo
  • 38. 1. O processo de aprendizado pelo interacionismo social em redes 2. O desenvolvimento sustentável pela Educação, Ciência e Tecnologia 3. Contribuições ao desenvolvimento dos municípios de pequeno porte Contribuições da Educação, Ciência e Tecnologia para os municípios de pequeno porte
  • 39. Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas. § § 2º - A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional. ............
  • 40. VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade VII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição CAPÍTULO IV - Da Educação Superior Art. 43º. A educação superior tem por finalidade:
  • 41. Desenvolvimento Social e Melhoria da Qualidade de Vida Ensino ExtensãoPesquisaE d u c a ç ã o
  • 42. “Desenvolvimento é o processo de transição de determinada estrutura econômica e social a outras estruturas que possibilitem um nível mais elevado das forças produtivas.” Queiroz, Diomário.1971. Une approche structurale du sous développement et du développement. Paris.
  • 43. Os sistemas vivos seguem processos naturais: crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
  • 44. Os sistemas de colonização e de industrialização do Brasil obedecem o fluxo linear de extrair, explorar, vender, consumir, descartar.
  • 45. Desenvolvimento: processo de mudança da atitude de exploração à valorização! EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE RENDA MISÉRIA VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA RIQUEZA MELHORIA DE VIDA PARA TODOS
  • 46. Desenvolvimento Social O Desenvolvimento Social pressupõe o desenvolvimento econômico sustentável, com distribuição justa de renda e inclusão social, para o conjunto da população
  • 47. Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento Social
  • 48. Disseminação do acesso ao conhecimento Aprendizado da pesquisa Criatividade direcionada para resultados Soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável É formar integralmente o cidadão que poderá criar, dominar e empregar conhecimentos científicos e tecnológicos na busca da qualidade de vida para si e para a sociedade como um todo. Iniciação científica Diomário Queiroz 2009 César Zucco - 2009
  • 49. Desenvolvimento Sustentável “Desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.” Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas nos anos 70, para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
  • 50. Novo Paradigma do Desenvolvimento A Economia Sustentada pelo Conhecimento DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Pessoas Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor • Nível de Formação • Formação em C&T • Formação em Gestão •Inovação •Investimento • Uso • Base de Ciência • Difusão • Ciência-Indústria • Cultura “inovacão” • Empresa Internacional • Criatividade • Capital Risco • Facilidade de Negociação • Emp. Forte Crescimento Entorno Favorável Adaptado de Angel Landabaso Conselheiro C & T Delegação da Comissão Européia no Brasil
  • 51. Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica e tecnológica, para o avanço de todas as áreas do conhecimento, para o equilíbrio regional, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa Catarina.
  • 52. PCCT&I “É a síntese do passado de trabalho competente de muitas pessoas e instituições, e, ao mesmo tempo, o desafio estratégico que une governo, academia e agentes econômicos e sociais, visando à qualidade de vida dos habitantes e ao desenvolvimento de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.”
  • 53. Desenvolvimento Regional Sustentável com Base em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
  • 54. CONHECIMENTO Princípios Eixos Estratégicos Linhas de Ação Prioridades Objetivo Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida da População, com Equilíbrio Regional P C C T & I
  • 55. Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia - RCT Instrumentos e Instituições de Pesquisa
  • 56. RCT: Expansões 2003 e 2004 UNESC 2 – 10 Mbps UNISUL PALHOÇA 2 – 10 Mbps SOCIESC 512 Kbps– 10 Mbps SOFTPÓLIS 256 - 512 Kbps FACVEST 2 Mbps Escola Técnica Vale do Rio do Peixe 128 – 512 Kbps Instituto de Cardiologia 128 – 512 Kbps Centro Administrativo do Governo 128 Kbps– 2 Mbps CEDUP Tubarão 128 - 256 Kbps UFSC 64 - 512 Kbps Maricultura 128 - 512 Kbps Farmacologia 2 Mbps Oficina 256 Kbps Aqüicultura 256 Kbps TV UFSC Colégio Agrícola 64 – 128 Kbps Expansão da RCT Contrato Brasil Telecom 155 Mbps – Tecnologia Gigabit Roteador ATM doado pela ACAFE: R$ 258.000,00
  • 57. Disseminação da Educação Superior Leonardo da Vinci (1452 - 1519) Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
  • 58. Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC IESJ - São José SC-Entretenimento Florianópolis ACITA - Itapema 2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras ITFETEP São Bento do Sul UNC CETEC Curitibanos G-TEC Rio do Sul JARAGUATEC Pré Incubadora da Unerj 2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras CITEB Biguaçu Inc. UnivaliInc. Unifebe ACIT/INCEVALE Tijucas Base Tecnológica Unisul Software Pré-Incubadora de São Miguel Agronegócios NECTAR Informática, Biotecnologia e Alimentos TECNOVALE - do Rio do Peixe IAC – Agroindustrial de Concórdia Incubadora Virtual de Empresas da Uniplac MIDI Lages Agronegócios - Fapeu Software - Senai/CTAI Eng. Biomédica CONTESTEC - Planalto Norte Carvão Incubadora de Itá INTECH Chapecó GENE Blumenau SOFTVILLE BLUSOFT MIDIVILLE MIDISUL MIDIOESTE CELTA GENESS/FEESC MIDI Tecnológico/SEBRAE 2002: 10 incubadoras 2010: + 13 aprovadas CP 12/2009 INOVASUL Incubadora Ibirama Incubadora Luzerna Incubadora Caçador 2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras
  • 59. Organização Sistêmica Empresarial SOFTVILLE ABRADI ACATE ASSESPRO-SC SUCESU-SC BLUSOFT CÂMARA e-NET CDI-SC CETIC FECOAGRO FIESC FUNDAÇÃO CERTI OCESC SEBRAE/SC SIESC SEINFLO SEPIJ SEPROSC
  • 60. Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
  • 61. Conceito SINAPSE PROTÓTIPO PN • Projetos C&T • Teses • Dissertaç ões • TCC MCTI CAPES CNPQ FINEP FAPs EMPRESA CONSOLIDADA SUBVENÇÃOPRIME EMPRESA NASCENTE SEBRAETEC MPEs “ TRANSFORMAR CONHECIMENTO E IDEIAS CRIATIVAS EM EMPREENDIMENTOS DE SUCESSO ”
  • 62. Verticais ACATE – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA PROJETOS 2010 – JAMILE SABATINI MARQUES 9 verticais estabelecidas Mais de 70 empresas participantes Conquista de novas adesões Comunicação entre verticais Acompanhamento nas reuniões Organização e controle das empresas participantes Equipe: Gabriel Kamila
  • 63. 1. O processo de aprendizado pelo interacionismo social em redes 2. O desenvolvimento sustentável pela Educação, Ciência e Tecnologia 3. Diretrizes para o desenvolvimento dos municípios de pequeno porte Contribuições da Educação, Ciência e Tecnologia para os municípios de pequeno porte
  • 64. Exemplos do desenvolvimento da vitivinicultura e da produção de oliveiras no Sul da Itália
  • 65. Visita ao Vesúvio e Pompeia Destruição em 79dC
  • 66. Ruínas do Centro Romano de pesquisa em vinicultura
  • 67.
  • 68.
  • 69. Venda do vinho de colônia em Mola de Bari, Itália
  • 70. Cooperativa de vinho colonial em Mola de Bari
  • 71. Desenvolvimento atual da vinicultura em Mola de Bari
  • 72. Novas espécies de uva de mesa
  • 73. Novas espécies de uvas viníferas
  • 74. Novas tecnologias de cultivo e comercialização
  • 75.
  • 76.
  • 77. Agroturismo Ripalta em Petronila - Abruzzo
  • 78. Jantar com vinho colonial
  • 79. O novo vinho montepulciano d´Abruzzo
  • 80.
  • 81. Novas oliveiras ao lado das espécies centenárias
  • 82. Novas tecnologias de plantio e cultivo
  • 83.
  • 84.
  • 85.
  • 86. Cooperativismo: novos processos de produção de azeite virgem de oliva
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  • 88.
  • 89.
  • 90.
  • 91. Diretrizes para o desenvolvimento local Primeira: Ampliar os meios de acesso às novas tecnologias da informação e da comunicação e sua utilização nos processos de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento social do Município.
  • 92. Segunda: Realizar análise estratégica das potencialidades locais para introdução de soluções inovadoras que agreguem valor e oportunidades de trabalho e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Diretrizes para o desenvolvimento local
  • 93. Terceira: Mobilizar competências na área de educação, ciência e tecnologia para cooperação e realização de projetos e programas de desenvolvimento local sustentável. Diretrizes para o desenvolvimento local