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Empreendedorismo em Química

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Apresenta as oportunidades do empreendedorismo na área de Química, com base em estudos das potencialidades da indústria química em Santa Catarina e dos estímulos em C&T&I para a implantação de empreendimentos inovadores.

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Empreendedorismo em Química

  1. 1. Mesa Redonda: “Empreendedorismo” 20 de agosto de 2014 Palestra:Química e Empreendedorismo em Santa Catarina Antônio Diomário de Queiroz Diretor de Ciência,Tecnologia e Inovação
  2. 2. Química e Empreendedorismo em Santa Catarina 1. A Química para a inovação, empreendedorismo e sustentabilidade 2. Potencialidades para empreender no setor de Química em Santa Catarina
  3. 3. Química e Empreendedorismo em Santa Catarina 1. A Química para a inovação, empreendedorismo e sustentabilidade 2. Potencialidades para empreender no setor de Química em Santa Catarina
  4. 4. O Corpo Humano: Complexa Usina Química A sinapse química é um exemplo!! Quando nosso cérebro processa milhões de informações para comandar nossos movimentos, nossas emoções ou nossas ações, o que está ocorrendo é química!
  5. 5. Sinapse: transmissão de informações entre neurônios por meio de estímulos químicos. Prof. Janduí Amorim A comunicação não ocorre por transmissão direta dos impulsos nervosos, mas sim pela liberação de neurotransmissores, ou seja, o impulso é transmitido através de mensageiro químico.
  6. 6. O termo SINAPSE tem a haver com o estímulo que estamos utilizando para fazer com que o CONHECIMENTO gerado se transforme em INOVAÇÕES. Prof. Antônio Rogério de Souza Neurônio Transmissor Neurônio Receptor
  7. 7. Inovação e Criatividade Das idéias à realização Generalização de idéias Fusão Seleção Enriqueci-mento Pitch Lançamento Brief Projetos Realização Adaptado de Marc Giget Inovar é introduzir o novo na realidade Imaginação prepara essa introdução Marc Giget
  8. 8. Criatividade Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas a partir de associação de informações anteriores. Alexandre Hering de Queiroz http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
  9. 9. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro 2003. Queiroz, Diomário
  10. 10. Resolvem Problemas Científicos Ideias Criativas Ciência Geram Inovações Método Tecnologia
  11. 11. Criatividade Produtiva Criatividade direcionada para resultados Neri dos Santos, Dr. Ing
  12. 12. Importância da Inovação Tecnológica Otimização do projeto de produtos $ $ $ $ $ $ $ geração de ideias produto inovador Novas tecnologias Etapas de triagem e desenvolvimento Custo Prazo Qualidade EFICIÊNCIA Qualidade das Ideias EFICÁCIA Alexandre Hering de Queiroz http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
  13. 13. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor e da competitividade na nova economia.
  14. 14. Resultados da pesquisa Sistemas inovadores novo conhecimento Protótipos Publicações Modelos Artigos Dissertações Livros Teses CD-rom
  15. 15. A Química Desenha o Futuro Química é uma ciência que constantemente amplia a fronteira do conhecimento. Fonte: http://www.abiquim.org.br/estudante/vida_frame.html. Acessado em: 15/06/2009.
  16. 16. Química Integração Necessidades das pessoas Pesquisa C, T & I Conhecimento ? Química Articulação
  17. 17. C, T & I Articulação externa Química Agricultura Meio Ambiente Engenharias e novos materiais Saúde Química Desenvolvimento Social Pesquisa Cidades Educação
  18. 18. Analítica Orgânica Inorgânica Compõem o campo da pesquisa em Química os conhecimentos, tecnologias e inovações transformadoras dos elementos presentes na natureza em produtos úteis às pessoas. Campos tradicionais de pesquisa em Química
  19. 19. Direcionamento estratégico da pesquisa C & T & I CONHECIMENTO Princípios Transversalidade Atuação Responsável Sustentabilidade Objetivo Desenvolvimen to Sustentável e Qualidade de Vida da População
  20. 20. A 1ª Onda Conceito chave: Controlar acidentes e doenças ocupacionais, com uso de equipamentos de proteção. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  21. 21. A 2ª Onda Conceito chave: Um bom projeto de fábrica e processos seguros e confiáveis de produção. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  22. 22. Os produtos: A 3ª Onda  São tóxicos, fazem mal à minha saúde e de minha família?  Agridem a natureza?  São necessários? ? ? Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  23. 23. Conceito chave: A 3ª Onda Um bom projeto de molécula e processos confiáveis de fabricação e utilização do produto, que deve ser uma solução provida pela empresa à sociedade. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  24. 24. A 4ª Onda O futuro conceito chave: Projeto de molécula, de processos de fabricação, utilização do produto e de seu aproveitamento pós consumo, desenvolvidos em conjunto pela cadeia de valor e pela sociedade, buscando a sustentabilidade. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  25. 25. Desafio da Sustentabilidade Um caminhar que permite à humanidade, no presente, encontrar o bem-estar humano e ambiental e satisfazer suas necessidades econômicas e sociais, sem comprometer o progresso e o sucesso das futuras gerações. Quim. Nova, Vol. 32, No. 3, 567-570, 2009.
  26. 26. Desafio da Sustentabilidade Situação Atual Situação Ideal Grande consumo de matéria-prima Uso de combustíveis fósseis Controle de efluentes  Reduzir o uso de energia  Manejo do carbono  Análise do ciclo de vida  Toxicologia  Química Verde Reciclagem Energia renovável Economia de átomos Quim. Nova, Vol. 32, No. 3, 567-570, 2009.
  27. 27. Desafios previstos para a indústria química nos próximos anos Desenvolver processos, produtos e serviços sustentáveis, com base em química verde Social Fazer a gestão integrada de todas as dimensões do negócio Meio ambiente Qualidade Segurança do Trabalho Transporte Tecnologia Conhecimento Segurança de Produtos Financeira Adaptar-se a novos registros de produtos e de suas aplicações Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  28. 28. Áreas de Interesse em PD&I  Nanomateriais  Bioquímica (uso de matérias primas de base renovável e novos materiais)  Catálises voltadas a economia de energia nos processos  Toxicologia Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  29. 29. Química e Empreendedorismo em Santa Catarina 1. A Química para a inovação, empreendedorismo e sustentabilidade 2. Potencialidades para empreender no setor de Química em Santa Catarina
  30. 30. Tem por objetivo a análise das perspectivas da indústria química de Santa Catarina, buscando estabelecer as potencialidades deste segmento industrial, definindo prioridades e necessidades para orientação dos agentes de desenvolvimento estadual. Florianópolis, 1977. GAPLAN, BADESC, 1977
  31. 31. Perspectivas de Crescimento da Indústria Química Brasileira 1. Substituição de importações 2 . Novas reservas de recursos minerais 3. Novas tecnologias 4 . Diminuição das vantagens comparativas das macrounidades industriais. GAPLAN, BADESC, 1977
  32. 32. Complexo-Integrado da Indústria Química de Santa Catarina 1ª Etapa: Consolidação e expansão das indústrias existentes: - Ácidos Graxos e gorduras - Coque de fundição - Álcool industrial - Álcool anídro - Fosfato-de-amônio e NPK GAPLAN, BADESC, 1977
  33. 33. Complexo-Integrado da Indústria Química de Santa Catarina 2ª Etapa: Primeiras aberturas para formação de um complexo de indústrias químicas: - Gás combustível - Projeto de sal - Ampliação da produção de ácido sulfúrico - Implantação dos projetos de alumina e criolita-sintética GAPLAN, BADESC, 1977
  34. 34. Complexo-Integrado da Indústria Química de Santa Catarina 3ª Etapa: Formação de um complexo básico: - Gaseificação de síntese - Projeto de formol e resinas de uréia-formol - Unidade de soda-cloro - Produção de eteno a partir de álcool industrial; pvc e polifluoretileno. GAPLAN, BADESC, 1977
  35. 35. Complexo-Integrado da Indústria Química de Santa Catarina 4ª Etapa: Complementação do complexo: - Produção de soda barrilha - Sulfato de cobre e de sódio - Fluoreto de alumínio - Combustíveis líquidos GAPLAN, BADESC, 1977
  36. 36. ANÁLISE PRELIMINAR DE ALTERNATIVAS PARA A VALORIZAÇÃO DO CARVÃO MINERAL NO ESTADO DE SANTA CATARINA Setembro de 2003
  37. 37. Resumo do Documento Orientação Estratégica: Da exploração à valorização do carvão mineral catarinense
  38. 38. Pirólise e Gaseificação Geração Termelétrica Definição do Problema Indústria Carboquímica Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  39. 39. USITESC – 440 MW Geração Termelétrica EXEMPLO Treviso/SC Tecnologia: Leito Fluidizado Circulante (CFB). Combustível: 70% de carvão ROM (bruto) e 30% de rejeitos já existentes, produzidos por beneficiamentos anteriores, resultando na diminuição do passivo ambiental.
  40. 40. USITESC - Projeto – 440 MW ENERGIA Termelétrica USITESC Metropolitana Carvão- ROM 2,4 milhões (t/ano) Criciúma Carvão-ROM Produção de rejeitos Rejeitos Existentes Cinzas Produção de Fertilizante Uso Industrial Uso Agricultura Amônia Sulfato de Amônia (Fertilizante) Recuperação ambiental Calcário Distribuição Fertilizante Disposição Água Investimento: 654 USD milhões Empregos: Diretos – 860 / Indiretos (FGV) – 5.000 307 mil (t/ano) 148 mil(t/ano)
  41. 41. Pirólise e Gaseificação
  42. 42. Pirólise e Gaseificação Situação Atual A totalidade do coque destinado às usinas siderúrgicas nacionais é produzida a partir do carvão metalúrgico importado. No Brasil se produz apenas pequena quantidade de coque em fornos do tipo colméia (Beehive Ovens). Não existem centrais de gaseificação em Santa Catarina.
  43. 43. Pirólise e Gaseificação Oportunidades e Perspectivas  Implantação de usinas de gaseificação do carvão.  Implantação de coquerias modernas com base em fornos de câmara.  Otimização do aproveitamento dos sub-produtos da coqueificação e da gaseificação.
  44. 44. Indústria Carboquímica
  45. 45. Indústria Carboquímica Situação Atual Não existe indústria carboquímica em Santa Catarina. No Brasil, a produção anual de alcatrão provém do processamento do carvão metalúrgico importado.
  46. 46. Indústria Carboquímica Oportunidades e Perspectivas  Implantação de modernas plantas carboquímicas para produção de insumos químicos de alto valor agregado a partir de sub-produtos da pirólise e gaseificação.
  47. 47. Indústria Carboquímica Oportunidades e Perspectivas  Produção de fertilizantes a partir do sulfato de amônio.  Obtenção de produtos a partir de outros processos primários de transformação do carvão mineral.
  48. 48. Indústria Carboquímica Indústria Carboquímica Catarinense - ICC 1979 a 1992
  49. 49. Conceito Indústria Carboquímica Carvão de SC com elevado teor de enxofre - pirita - FeS2 Brasil importador de enxofre e fertilizante Disponibilidade de rocha fosfática em Anitápolis Imbituba : porto melhor localizado De 1934 a 1965 – estudos de viabilidade De 1965 a 1979 – implantação do projeto de produção de ácido sulfúrico e fosfórico
  50. 50. Resultados Indústria Carboquímica Em 13 anos de operação consumiu 2,3 milhões de toneladas de pirita Em 1985 e 88 atingiu a 15 % da demanda brasileira de ácido fosfórico Não implantação da mina de fosfato em Anitápolis, alto custo de produção, baixo preço de fertilizante no mercado externo Politica do Governo Collor de privatização, em 1992 encerrou as atividades produtivas.
  51. 51. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  52. 52. Uso de Resíduos e Gestão Situação Atual Ambiental O impacto ambiental causado pela carga poluidora dos resíduos do carvão inseriu a região sul como uma das 14 áreas críticas de poluição do país, conforme Decreto Federal nº 85.206, de 25/09/1980.
  53. 53. Uso de Resíduos e Gestão Resíduos do carvão, que poderiam substituir a matéria-prima importada, são considerados lixos e lançados, ao meio ambiente, provocando danos incalculáveis. Ambiental Situação Atual
  54. 54. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Situação Atual Valiosos elementos químicos e componentes geológicos, associados à camada de carvão, ainda não foram profundamente pesquisados.
  55. 55. Uso de Resíduos e Gestão Oportunidades e Perspectivas Ambiental  Aproveitamento de resíduos para a geração de atividades econômicas associadas à valorização do carvão.  Recuperação da bacia hidrográfica regional.  Utilização de resíduos para correção do solo.
  56. 56. Uso e Valorização do Carvão Gestão Ambiental Carvão ROM (Run of Mine) Centrais de Gaseificação e Coqueificação Gás Combustível Gasoduto Eng. Térmica e Elétrica Coque Metalurgia Ferro e Aço Alcatrão Carboquímica Insumos Químicos Sulfato de Amônio Fertilizantes Agricultura Cinzas Cimento Construção Civil Recuperação Ambiental (...)
  57. 57. Uso e Valorização do Carvão Agricultura Gestão Ambiental Carvão ROM (Run of Mine) Usina Termelétrica Rede Elétrica Energia Elétrica Empresas Vapor de Cogeração Fertilizantes Sulfato de Amônio Cimento Cinzas Recuperação Ambiental (...) Ind. Têxtil Alimentícia Papel e Celulose... Construção Civil
  58. 58. Produtos da Gestão Ambiental Tratamento de Água Fracionamento de Rejeitos Química Mineral (Ind. Carboquímica) Água Tratamento do Lodo Enxofre Produtos Produtos Finais (Sensores de Luz, LED, medicamentos, rações, etc. Elementos
  59. 59. Pesquisa Científica e Tecnológica Chamada Pública 005/2008 - Valorização do Carvão Mineral Catarinense Visa apoiar programas e projetos estratégicos de pesquisa científica, que visem o desenvolvimento sustentável, tecnológico e de inovação tecnológica do setor de mineração do carvão no Estado. Linhas de Apoio – R$ 3,2 milhões (3 anos)  Linha I - Instalação de centros de excelência e difusão de pesquisa, tecnologia e inovação R$ 2.500.000,00  Linha II - projetos que contribuam para o desenvolvimento sustentável, tecnológico e de inovação tecnológica do setor R$ 700.000,00.
  60. 60. Pesquisa Científica e Tecnológica Chamada Pública 005/2008 - Valorização do Resultados Seis projetos selecionados: Carvão Mineral Catarinense  Centro Tecnológico de Carvão Limpo - SATC  Estudo da atividade catalítica - UNISUL  Fitorremediação e monitoramento de áreas degradadas - UNESC  Inertização das cinzas - UNESC  Desenvolvimento de novos materiais a partir da cinza - UFSC  Tratamento conjunto de drenagem ácida e esgoto doméstico - SATC Recursos liberados em 2008: R$ 1.062.000,00
  61. 61. Centro Tecnológico de Carvão Limpo CTCL Criciúma - Santa Catarina Energia Brasileira: Precisamos rever Conceitos “Usinas térmicas não são caras... As térmicas a carvão nacional não têm subsídio, mantêm um custo de combustível e um custo operacional de cerca de 10% do custo de uma térmica a óleo combustível” Fernandodo Luiz Zancan Pres. AB de Carvão Mineral Diário Catarinense, 12 de agosto de 2014
  62. 62. Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro diomario.queiroz@funcitec.rct-sc.br
  63. 63. Opções Estratégicas Semicondutores Software Bens de capital Fármacos e Medicamentos Portadores de Futuro Biotecnologia Nanotecnologia Biomassa
  64. 64. Emprendimentos de Inovação Tecnológica na Área de Química
  65. 65. Programa Pappe-sc Subvenção (Chamada Pública 004/2008) Título: Reciclagem química de plásticos para produção de combustíveis. Empresa: SUL FORMATO COMPONENTES PLÁSTICOS ( Caçador) Subvenção: R$ 294.920,00 / Contrapartida: R$ 44.955,00 Características Técnicas: Desenvolver um protótipo para a produção de combustível a partir do processamento de plástico pós-consumo, utilizando-se uma reação de pirólise que resulta na quebra de cadeias de carbono pelo calor. Esta inovação de reciclagem química de plástico tem como resultado um combustível com características do óleo diesel.
  66. 66. Rede de Pesquisa e Produção de Biodiesel em Santa Catarina Desenvolver a tecnologia de produção e aplicação de biodiesel como fonte de energia elétrica e como combustível em Santa Catarina, integrando em rede diversas instituições e sistemas de pesquisa para desenvolvimento de produtos e de tecnologias com pequena ou nenhuma incidência negativa na produção de alimentos e no meio ambiente. Área de Estudo: Estado de SC - Florianópolis, Concórdia, Blumenau, Canoinhas, Ituporanga, Caçador e Chapecó Orçamento: R$ 330.000,00 MCT: R$ 230.000,00 FAPESC: R$ 100.000,00 Instituições Envolvidas: FAPESC - UFSC - FURB
  67. 67. Programa Pappe-sc Subvenção (Chamada Pública 004/2008) Título: Desidratação catalítica do glicerol visando um insumo para a síntese de produtos de interesse da indústria de aromas e sabores. Empresa: QUIMSAR QUÍMICA FINA LTDA ( Palhoça) Subvenção: R$ 285.000,00 / Contrapartida: R$ 26.060,00 Características Técnicas: Desenvolver um processo reacional de desidratação catalítica do glicerol em reator de leito fixo em fase gasosa ou líquida, inovando a trajetória da produção de produtos da indústria de aromas e sabores, nacional e internacional. Esta inovação ocasionará a redução de efluentes vegetais, permitindo a produção de aromas e sabores a custos mais reduzidos que os atuais.
  68. 68. Programa Pappe-sc Subvenção (Chamada Pública 004/2008) A Quimsar Química Fina Ltda atua no mercado de insumos para indústrias de sabores e aromas, produzindo Diacetila, Acetoína e 2,3-dimetilpirazina. Seu primeiro cliente foi a Duas Rodas de Jaraguá do Sul (SC). É a única fabricante no Brasil desses produtos e detém mais de 80% do mercado nacional. A Quimsar vem investindo fortemente em Pesquisa & e Inovação. Desde 2007 iniciou projeto para a produção de Carvona e Carvacrol a partir do Limoneno, contando com apoio financeiro da Finep pelo Edital Subvenção Econômica e se associou para constituir a Fitoactive Moleculas Ltda. que produz com exclusividade estes produtos.
  69. 69. Programa Pappe-sc Subvenção (Chamada Pública 004/2008) Título: Desenvolvimento e industrialização de nanovetores baseados em materiais biocampatíveis e biodegradáveis destinados à encapsulação de ativos para a indústria cosmética. Empresa: RR Ramos Serviços Ltda. ME - Nanovetores Subvenção:R$ 300.000,00 / Contrapartida: R$ 133.000,00 Características Técnicas: Lançamento de vetor patenteado de origem natural para a encapsulação de ativos direcionados aos mercados nacional e internacional de nanoprodutos. O ”produto-chefe” do projeto é o encapsalação de lanolina para fins cosméticos. A encapsulação permite, neste caso, que o odor ligeiramente desagradável da lanolina seja minimizado e portanto permite seu uso com menores restrições dos consumidores.
  70. 70. “Da Ciência ao Empreendedorismo” “Ousadia, coragem e persistência fazem parte do empreendedorismo”: Dra Betina Zanetti Ramos Tecnologia e inovação A Nanovetores é uma empresa inovadora, desenvolvedora de insumos industriais encapsulados de alta tecnologia. “Aproveitar profissionais com título de doutor... pode gerar um novo perfil de empresas no Brasil, muito mais inovadoras e que aplicam ciência e tecnologia voltadas às necessidades do mercado.” Diário Catarinense, 11 de agosto 2014
  71. 71. Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia EDITAL MCT/CNPq Nº 15/2008  Convergência Digital Total: R$ 4.200.000,00 - (1:1Fapesc/CNPq)  Refrigeração e Termofísica Total: R$ 4.789.922,88 - (1:1Fapesc/CNPq) ANDAMENTO  Catálise em Sistemas Moleculares e Nanoestruturados Total: R$ 4.799.414,53 - (1:1Fapesc/CNPq)  Brasil Plural Total: R$ 2.400.000,00 Fapesc/Fapeam: R$ 1.200.000,00 CNPq: R$ 1.200.000,00
  72. 72. Retorno Empreendedorismo Inovador Tempo Investimentos Ciência intenso em C&T Tecnologia Inovação Resultados Projeto de EBT Empresa Nascente Idéia + Conhecimento Empresa consolidada P&D Geração de Idéias Pré-Incubação Incubação Crescimento NITs © COPYRIGHT 2008 - Fundação CERTI
  73. 73. O processo SINAPSE de Inovação 1000 Idéias Cada operação difunde articula avalia guia a criação de EBTs Idéia de produto Processo Inovador Mercado Existente Potencial Primeiro projeto de Inovação Primeira proposta de plano de negócios Pré - incubação Empreendedores 200 Propostas 61 empresas 1174 inovadoras Idéias Operação SC:2009
  74. 74. “Empresa Catarinense é Líder em ranking de crescimento no Brasil” Empresa dos irmãos Rafael e Gabriel Bottós, Fabricante de Máquinas que utilizam tecnologia laser, instalada na incubadora do Parctec Alfa, cresceu 1525% em três anos e ganhou o topo do estudo realizado no país pela consultoria Delloite em parceria com Exame. Diário Catarinense, 16 de agosto de 2014 Das19 empresas catarinenses classificadas, 3 são da Indústria Qímica: Farben S/A, Anjo Qímica do Brasil Ltda e Ekotexquímica Ltda WELLE Tecnologia Laser LTDA.
  75. 75. Inovação e Empreendedorismo em Florianópolis • 550 empresas de tecnologia • 3 Parques Tecnológicos • 6 Incubadoras de Empresas • 15 Universidades • 8 Centros de Tecnologia • 7 Complexos Empresariais para Empresas de Tecnologia • Investimentos diretos do Estado de R$ 50 milhões ao longo de 25 anos • Setor com maior arrecadação de impostos – cerca de R$ 150 milhões anuais • Mudança do perfil econômico e cultural da região
  76. 76. Sapiens Parque 2025 Parqtec Alfa 1995 1993 CELTA e FAPESC Incubadora e Condomínio 1986 1991 Tecnópolis CELESC, ELETROSUL e TELESC 1984 Fundação CERTI 2002 - 2006 1960 Inovação e Empreendedorismo Décadas 60 e 70 2007 - 2010 Empreendimentos no Sapiens
  77. 77. Inovação & Sustentabilidade Realização Apoio
  78. 78. O que é o Sapiens Parque ... Parque de Inovação Cluster de Clusters Um ambiente dotado de infraestrutura e sistemas para talentos e empreendimentos capazes de gerar ideias e conhecimentos e transformá-los em novos produtos e serviços para a sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável sócio-econômico-ambiental da região
  79. 79. Um Espaço único ...
  80. 80. InovaLab:Centro de Inovação
  81. 81. INPetro: Instituto de Petróleo, Gás e Energia
  82. 82. CIEnP: CI e Ensaios Pré-Clínicos
  83. 83. Centro Empresarial - ACATE
  84. 84. Softplan
  85. 85. Senai Instituto Senai de Inovação em Sistemas Embarcados Escola Profissional do Futuro
  86. 86. Centro Integrado Multiusuário: CIM SOLAR
  87. 87. UFSC no Sapiens Parque UFSC - FLORIANÓPOLIS Instituto do Petróleo, Gás e Energia Universidade Federal de Santa Catarina INEP Bio☼Santa
  88. 88. Conclusão A contribuição da Química para o desenvolvimento sustentável, com base na CT&I, promove a qualidade de vida das pessoas e valoriza a formação do profissional da área.
  89. 89. Obrigado! Diomário Queiroz Diomário Queiroz diomarioq@terra.com.br Palestra disponível em:

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