O CONSTRUTIVISMO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Uma reflexão sobre a aplicação da proposta construtivista em sala de aula    Pós-Graduação em Especialização em Técnicas da Estrutura Gramatical e Textual da Língua Portuguesa, ministrado pela Universidade Nove de Julho   Orientador Acadêmico  Professor Murilo Jardelino da Costa   São Paulo - 2010
Tema: Proposta construtivista O construtivismo não é considerado um método (baseado em paradigmas) e sim uma teoria que tem como preocupação diagnosticar, julgar e tomar decisões fundamentais sobre o ensino. Afinal, como a sociedade e a tecnologia evoluem o ensino deve evoluir também.
Justificativa Preocupada com a educação das crianças no Brasil, propus-me a estudar este tema que tanto aprecio. Além da questão pedagógica, há a questão emocional da criança. Eu era canhota e fui obrigada a me tornar destra. Tive problemas de aprendizado e deixaram-me de lado.
Objetivo O trabalho tem como objetivo esclarecer o que é o construtivismo, como pode ser aplicado nas salas de aula, fazer uma comparação com o método tradicional e abordar diferentes métodos de avaliação, tudo para auxiliar na prática de ensino-aprendizagem.
Desenvolvimento do trabalho Foram realizadas pesquisas em sites confiáveis e  leituras de alguns trechos de livros que abordam esse tema. Utilizei também alguns projetos para ilustrar a prática de conceitos construtivistas em alguns colégios particulares.
Proposta Construtivista  X Método Tradicional
No método tradicional, os estudantes decoram conceitos, as matérias são transmitidas de uma forma robótica que não incentiva o raciocínio.  Os professores sentem-se superiores aos alunos e isso dificulta o processo de ensino-aprendizagem.  O construtivismo aproxima professor e aluno e utiliza instrumentos do cotidiano para fazer com que os alunos realmente compreendam as situações.  X
Métodos de Avaliação Ditador que determina a sentença que deve ser cumprida. Carrega e não sabe o que, sem parar para pensar. Traiçoeira, sempre pronta a dar o bote. Assustador: causa medo e deixa indefeso. Uma sombra que assusta a todos. Por vezes as avaliações causam sensações ruins, como: Jussara Hofman:  Avaliação, mito e desafio
Avaliação numa visão liberal:  Avaliação numa visão libertadora: - Ação coletiva e consensual - Concepção investigativa, reflexiva - Proposição de conscientização das desigualdades sociais e culturais - Postura cooperativa entre os elementos da ação educativa - Privilégio à compreensão - Consciência crítica e responsável de todos, sobre o cotidiano - Exigência burocrática periódica - Privilégio à memorização  - Postura disciplinadora e diretiva do professor - Intenção de reprodução das classes sociais - Concepção classificatória, sentenciva - Ação individual e competitiva X Jussara Hofman: Avaliação, mito e desafio
Conclusão O aluno deve sentir-se satisfeito ao aprender. O interesse deve ser incentivado  nos estudantes para que não encarem os estudos como obrigação. Explicar ao aluno o porquê de aprender as coisas. Unir a teoria à prática é uma boa forma de ensino.
Contribuição para meu desenvolvimento Apesar de ser jornalista tenho interesse em lecionar. Sinto-me esperançosa quanto à educação dessa e de futuras gerações.  Essa luta já vem acontecendo há tempos e eu serei mais uma a lutar por esse ideal, portanto para mim, é só o início.
“ A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.” Paulo Freire
Obrigada pela oportunidade! Mayara Vellardi Pinheiro

Construtivismo Apresentação

  • 1.
    O CONSTRUTIVISMO NAEDUCAÇÃO INFANTIL Uma reflexão sobre a aplicação da proposta construtivista em sala de aula    Pós-Graduação em Especialização em Técnicas da Estrutura Gramatical e Textual da Língua Portuguesa, ministrado pela Universidade Nove de Julho   Orientador Acadêmico Professor Murilo Jardelino da Costa   São Paulo - 2010
  • 2.
    Tema: Proposta construtivistaO construtivismo não é considerado um método (baseado em paradigmas) e sim uma teoria que tem como preocupação diagnosticar, julgar e tomar decisões fundamentais sobre o ensino. Afinal, como a sociedade e a tecnologia evoluem o ensino deve evoluir também.
  • 3.
    Justificativa Preocupada coma educação das crianças no Brasil, propus-me a estudar este tema que tanto aprecio. Além da questão pedagógica, há a questão emocional da criança. Eu era canhota e fui obrigada a me tornar destra. Tive problemas de aprendizado e deixaram-me de lado.
  • 4.
    Objetivo O trabalhotem como objetivo esclarecer o que é o construtivismo, como pode ser aplicado nas salas de aula, fazer uma comparação com o método tradicional e abordar diferentes métodos de avaliação, tudo para auxiliar na prática de ensino-aprendizagem.
  • 5.
    Desenvolvimento do trabalhoForam realizadas pesquisas em sites confiáveis e leituras de alguns trechos de livros que abordam esse tema. Utilizei também alguns projetos para ilustrar a prática de conceitos construtivistas em alguns colégios particulares.
  • 6.
    Proposta Construtivista X Método Tradicional
  • 7.
    No método tradicional,os estudantes decoram conceitos, as matérias são transmitidas de uma forma robótica que não incentiva o raciocínio. Os professores sentem-se superiores aos alunos e isso dificulta o processo de ensino-aprendizagem. O construtivismo aproxima professor e aluno e utiliza instrumentos do cotidiano para fazer com que os alunos realmente compreendam as situações. X
  • 8.
    Métodos de AvaliaçãoDitador que determina a sentença que deve ser cumprida. Carrega e não sabe o que, sem parar para pensar. Traiçoeira, sempre pronta a dar o bote. Assustador: causa medo e deixa indefeso. Uma sombra que assusta a todos. Por vezes as avaliações causam sensações ruins, como: Jussara Hofman: Avaliação, mito e desafio
  • 9.
    Avaliação numa visãoliberal: Avaliação numa visão libertadora: - Ação coletiva e consensual - Concepção investigativa, reflexiva - Proposição de conscientização das desigualdades sociais e culturais - Postura cooperativa entre os elementos da ação educativa - Privilégio à compreensão - Consciência crítica e responsável de todos, sobre o cotidiano - Exigência burocrática periódica - Privilégio à memorização - Postura disciplinadora e diretiva do professor - Intenção de reprodução das classes sociais - Concepção classificatória, sentenciva - Ação individual e competitiva X Jussara Hofman: Avaliação, mito e desafio
  • 10.
    Conclusão O alunodeve sentir-se satisfeito ao aprender. O interesse deve ser incentivado nos estudantes para que não encarem os estudos como obrigação. Explicar ao aluno o porquê de aprender as coisas. Unir a teoria à prática é uma boa forma de ensino.
  • 11.
    Contribuição para meudesenvolvimento Apesar de ser jornalista tenho interesse em lecionar. Sinto-me esperançosa quanto à educação dessa e de futuras gerações. Essa luta já vem acontecendo há tempos e eu serei mais uma a lutar por esse ideal, portanto para mim, é só o início.
  • 12.
    “ A humildadeexprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.” Paulo Freire
  • 13.
    Obrigada pela oportunidade!Mayara Vellardi Pinheiro