CONCEITOS E APLICAÇÃO
DA NORMA ISO 22000
ISO

SEGURANÇA DOS ALIMENTOS

“A norma especifica requisitos
para o sistema de gestão da
segurança dos alimentos, onde
uma organização na cadeia
produtiva precisa demonstrar
sua habilidade em controlar os
perigos, a fim de garantir que o
alimento está seguro no
momento de consumo(...)”
Fonte: ABNT NBR ISO 22000:2006
ISO 22000 - APLICAÇÃO
“Todos os requisitos da norma são genéricos e aplicáveis a todas as organizações na cadeia produtiva
de alimentos, independente de tamanho ou complexidade. Isto inclui as que estão direta ou
indiretamente envolvidas em uma ou mais etapas da cadeia.”
Não estão limitadas a:

1. Produtores de alimentos para animais
2. Agricultores e pecuaristas
3. Produtores de ingredientes
4. Industrias de alimentos
5. Varejistas
6. Serviços de alimentação
7. Serviço de catering (serviços alimentares em lugares remotos)
8. Fornecedores de serviços da limpeza e sanitização,
9. Serviços de transporte, armazenagem de distribuição
DEFINIÇÕES
Segurança de alimentos: Conceito que indica que o alimento não causará dano ao consumidor
quando preparado e/ou consumido de acordo com o uso pretendido (não inclui aspectos de saúde
humana – ex: má nutrição).

ruído
QUALIDADE

odor

cor

aparência
sabor

textura
Perigo:
microbiológico,
químico e físico
vida útil

SEGURANÇA
DEFINIÇÕES
Cadeia produtiva: sequência de etapas e operações envolvidas na produção, processo, distribuição,
estocagem e manuseio do alimento e de seus ingredientes, desde as matérias-primas até o
consumidor final
DEFINIÇÕES
Perigos: Agente Biológico, químico, físico, ou condição do alimento de causar um efeito adverso á
saúde.
IMPLEMENTAÇÃO 22000
1. Reconhecimento internacional aplicável a todos os elementos da cadeia alimentar;
2. Sistema proativo que atua de forma preventiva na ocorrência de perigos e
não-conformidades do produto final;
3. Redução de custos com retrabalho;
4. Diminuição de desperdício de matéria prima e insumos;
5. Diminuição da devolução de produtos não-conformes;
6. Melhoria da imagem da empresa no mercado competitivo.
COMUNICAÇÃO
INTERNA E EXTERNA

HACCP

CODEX ALIMENTARIUS

FUNDAMENTOS
PROGRAMA DE

PRÉ-REQUISITOS

SISTEMA

DE GESTÃO
PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS
São condições básicas e atividades para manter um ambiente higiênico ao longo da cadeia produtiva
de alimentos que varia de acordo com o seguimento:

BPA – Boas Práticas agrícolas
BPP – Boas Práticas Pecuárias
BPF – Boas Práticas de Fabricação
BPM – Boas Práticas de Manipulação
BPD – Boas Práticas de Distribuição
COMUNICAÇÃO INTERNA E EXTERNA
1. Assegurar que as informações adequadas relativas à segurança dos alimentos estejam
disponíveis em toda a cadeia produtiva.

2. A empresa deve estabelecer, implementar e manter métodos eficazes para a comunicação.
SISTEMA DE GESTÃO

AGIR
APROPRIADAMENTE

VERIFICAR OS EFEITOS
DA EXECUÇÃO

DETERMINAR OBJETIVOS
E METAS E MÉTODOS
PARA ALCANÇAR
OS OBJETIVOS

EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
EXECUTAR
ATIVIDADES
Iniciou-se com o programa espacial para
produção de alimentos seguros ,
desenvolvido pela NASA em 1959
Em 1993 Houve aprovação pelo Codex
Alimentarius Commitee of Food Hygiene
(Internacionalização do APPCC) e
aparecimento das primeiras legislações
brasileiras (Port. MS n° 1428 de 26/11/1993)
Em 1997 NACMCF revisa o documento
tornando-o coerente ao UM/FAO Codex
Alimentarius.
CODEX ALIMENTARIUS
Fórum Internacional de normalização de alimentos
Criado em 1926
Sede Roma
Executa os programas conjuntos da WHO ( Organização Mundial de Saúde) e FAO ( Organização das
Nacões Unidas para Agricultura e Alimentação)
HACCP METOLOGIA
1. Conduzir uma análise de perigos;
2. Determinar os Pontos Críticos de Controle;
3. Estabelecer limites críticos;
4. Estabelecer um sistema para monitorar o controle dos PCC’s;
5. Estabelecer ações corretivas a serem tomadas quando o monitoramento indicar que
o PCC não está sob controle;
6. Estabelecer procedimentos de verificação para confirmar se o sistema HACCP está
funcionando de maneira eficaz;
7. Estabelecer documentação relativa a todos os procedimentos e registros
apropriados a estes princípios e suas aplicações
ESTRUTURA DO SISTEMA HACCP

Programas de
Pré requisitos

Medidas de Controles Gerais

Documentação e registro

Validação

Ações corretivas

Limites Críticos

Processos

Monitoramento

Medidas de Controles específicas

Produtos
Análises de Perigos

Alta direção (Responsabilidades)

Verificação
REFLETINDO
QUAL A SUA POSIÇÃO
DIANTE DESTE CENÁRIO?
QUAL O IMPACTO DESTA
EVOLUÇÃO NA SUA EMPRESA?
COMO VOCÊ GARANTE A
SEGURANÇA DOS ALIMENTOS
PRODUZIDOS PELA SUA EMPRESA?
E A IMAGEM DA
SUA EMPRESA,
SERÁ PREJUDICADA
DIANTE DE UM
QUADRO DE
INTOXICAÇÃO
ALIMENTAR?
VOCÊ CONSEGUE PROVAR
QUE SUA EMPRESA NÃO
FOI RESPONSÁVEL PELA
INTOXICAÇÃO?
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Conceitos e Aplicações da ISO 22000

  • 1.
  • 2.
    ISO SEGURANÇA DOS ALIMENTOS “Anorma especifica requisitos para o sistema de gestão da segurança dos alimentos, onde uma organização na cadeia produtiva precisa demonstrar sua habilidade em controlar os perigos, a fim de garantir que o alimento está seguro no momento de consumo(...)” Fonte: ABNT NBR ISO 22000:2006
  • 3.
    ISO 22000 -APLICAÇÃO “Todos os requisitos da norma são genéricos e aplicáveis a todas as organizações na cadeia produtiva de alimentos, independente de tamanho ou complexidade. Isto inclui as que estão direta ou indiretamente envolvidas em uma ou mais etapas da cadeia.” Não estão limitadas a: 1. Produtores de alimentos para animais 2. Agricultores e pecuaristas 3. Produtores de ingredientes 4. Industrias de alimentos 5. Varejistas 6. Serviços de alimentação 7. Serviço de catering (serviços alimentares em lugares remotos) 8. Fornecedores de serviços da limpeza e sanitização, 9. Serviços de transporte, armazenagem de distribuição
  • 4.
    DEFINIÇÕES Segurança de alimentos:Conceito que indica que o alimento não causará dano ao consumidor quando preparado e/ou consumido de acordo com o uso pretendido (não inclui aspectos de saúde humana – ex: má nutrição). ruído QUALIDADE odor cor aparência sabor textura Perigo: microbiológico, químico e físico vida útil SEGURANÇA
  • 5.
    DEFINIÇÕES Cadeia produtiva: sequênciade etapas e operações envolvidas na produção, processo, distribuição, estocagem e manuseio do alimento e de seus ingredientes, desde as matérias-primas até o consumidor final
  • 6.
    DEFINIÇÕES Perigos: Agente Biológico,químico, físico, ou condição do alimento de causar um efeito adverso á saúde.
  • 7.
  • 8.
    1. Reconhecimento internacionalaplicável a todos os elementos da cadeia alimentar;
  • 9.
    2. Sistema proativoque atua de forma preventiva na ocorrência de perigos e não-conformidades do produto final;
  • 10.
    3. Redução decustos com retrabalho;
  • 11.
    4. Diminuição dedesperdício de matéria prima e insumos;
  • 12.
    5. Diminuição dadevolução de produtos não-conformes;
  • 13.
    6. Melhoria daimagem da empresa no mercado competitivo.
  • 14.
    COMUNICAÇÃO INTERNA E EXTERNA HACCP CODEXALIMENTARIUS FUNDAMENTOS PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS SISTEMA DE GESTÃO
  • 15.
    PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS Sãocondições básicas e atividades para manter um ambiente higiênico ao longo da cadeia produtiva de alimentos que varia de acordo com o seguimento: BPA – Boas Práticas agrícolas BPP – Boas Práticas Pecuárias BPF – Boas Práticas de Fabricação BPM – Boas Práticas de Manipulação BPD – Boas Práticas de Distribuição
  • 16.
    COMUNICAÇÃO INTERNA EEXTERNA 1. Assegurar que as informações adequadas relativas à segurança dos alimentos estejam disponíveis em toda a cadeia produtiva. 2. A empresa deve estabelecer, implementar e manter métodos eficazes para a comunicação.
  • 17.
    SISTEMA DE GESTÃO AGIR APROPRIADAMENTE VERIFICAROS EFEITOS DA EXECUÇÃO DETERMINAR OBJETIVOS E METAS E MÉTODOS PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS EDUCAÇÃO E TREINAMENTO EXECUTAR ATIVIDADES
  • 18.
    Iniciou-se com oprograma espacial para produção de alimentos seguros , desenvolvido pela NASA em 1959 Em 1993 Houve aprovação pelo Codex Alimentarius Commitee of Food Hygiene (Internacionalização do APPCC) e aparecimento das primeiras legislações brasileiras (Port. MS n° 1428 de 26/11/1993) Em 1997 NACMCF revisa o documento tornando-o coerente ao UM/FAO Codex Alimentarius.
  • 19.
    CODEX ALIMENTARIUS Fórum Internacionalde normalização de alimentos Criado em 1926 Sede Roma Executa os programas conjuntos da WHO ( Organização Mundial de Saúde) e FAO ( Organização das Nacões Unidas para Agricultura e Alimentação)
  • 20.
  • 21.
    1. Conduzir umaanálise de perigos;
  • 22.
    2. Determinar osPontos Críticos de Controle;
  • 23.
  • 24.
    4. Estabelecer umsistema para monitorar o controle dos PCC’s;
  • 25.
    5. Estabelecer açõescorretivas a serem tomadas quando o monitoramento indicar que o PCC não está sob controle;
  • 26.
    6. Estabelecer procedimentosde verificação para confirmar se o sistema HACCP está funcionando de maneira eficaz;
  • 27.
    7. Estabelecer documentaçãorelativa a todos os procedimentos e registros apropriados a estes princípios e suas aplicações
  • 28.
    ESTRUTURA DO SISTEMAHACCP Programas de Pré requisitos Medidas de Controles Gerais Documentação e registro Validação Ações corretivas Limites Críticos Processos Monitoramento Medidas de Controles específicas Produtos Análises de Perigos Alta direção (Responsabilidades) Verificação
  • 29.
  • 30.
    QUAL A SUAPOSIÇÃO DIANTE DESTE CENÁRIO?
  • 31.
    QUAL O IMPACTODESTA EVOLUÇÃO NA SUA EMPRESA?
  • 32.
    COMO VOCÊ GARANTEA SEGURANÇA DOS ALIMENTOS PRODUZIDOS PELA SUA EMPRESA?
  • 33.
    E A IMAGEMDA SUA EMPRESA, SERÁ PREJUDICADA DIANTE DE UM QUADRO DE INTOXICAÇÃO ALIMENTAR?
  • 34.
    VOCÊ CONSEGUE PROVAR QUESUA EMPRESA NÃO FOI RESPONSÁVEL PELA INTOXICAÇÃO?
  • 35.
  • 36.
    IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMASDE GESTÃO E QUALIDADE COM RAPIDEZ E BAIXO CUSTO. TAMBÉM PARA A PEQUENA EMPRESA.
  • 37.
    PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO EXTREMAMENTERÁPIDO DÚVIDAS RESOLVIDAS NA HORA ATÉ 70 % MAIS BARATO QUE A CONSULTORIA TRADICIONAL CERTIFICAÇÃO GARANTIDA EM CONTRATO
  • 38.
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