ISO 22000
SISTEMAS DE GESTÃO DA
SEGURANÇA ALIMENTAR
O QUÊ? (O que é a ISO 22000)
PORQUÊ? (Oportunidades e Pontos Fortes)
A QUEM? (A que empresas e sectores se
aplica)
COMO? (Como Implementar)
O QUÊ?
(O que é a ISO 22000)
É uma Norma Internacional para a Segurança
Alimentar.
Especifica os requisitos para a Gestão do Sistema
de Segurança Alimentar (SGA).
O QUÊ?
(O que é a ISO 22000)
Aplicação dos requisitos de um Sistema de Gestão
alinhado com os padrões da ISO 9001 em qualquer
organização da cadeia alimentar:
ISO 22000 - Ênfase no consumidor
ISO 9001 – Ênfase no Cliente
O QUÊ?
(O que é a ISO 22000)
Integra os princípios do Sistema de Análise de
Perigos e Pontos Críticos de Controlo
(H.A.C.C.P.) e as etapas de aplicação do Codex
Alimentarius.
O QUÊ?
(O que é a ISO 22000)
Permite á organização demonstrar competência:
> Controlo dos Perigos de Segurança Alimentar;
> Garantia que o produto é seguro para o consumidor final e salvaguarda os
requisitos do consumidor;
> Na conformidade com os requisitos legais;
> Avaliar e analisar os requisitos dos clientes em matéria de segurança alimentar;
> Comunicar eficazmente assuntos de segurança alimentar;
> Obter a certificação, realizar auto avaliação da conformidade.
PORQUÊ?
(Oportunidades e Pontos Fortes)
> Permite à organização distinguir-se no mercado;
> Permite à organização garantir qa segurança dos seus
produtos/ serviços;
> Facilita Exportações (norma internacionalmente reconhecida);
> Fornece os meios para determinar e documentar perigos
significativos para a saúde do consumidor.
PORQUÊ?
(Oportunidades e Pontos Fortes)
> Evita perdas não previstas a curto, médio prazo (ex. perdas não
previstas devido a problemas de segurança alimentar e perda de clientes);
> Aumento Produtividade;
> Aumento Qualidade dos produtos/ serviços;
> Aumento satisfação cliente/ consumidor.
A QUEM?
(Empresas e Sectores a quem se aplica)
> Organizações directamente envolvidas na cadeia alimentar:
> Produtores de alimentos animais;
> Produtores primários;
> Produtores de géneros alimentícios;
> Retalhistas;
> Serviços de restauração;
> Transportadores, Transitários, Armazéns, Distribuidores (toda a cadeia
logística).
A QUEM?
(Empresas a quem se aplica)
> Organizações indirectamente envolvidas:
> Fornecedores de equipamento;
> Fornecedores de agentes de limpeza e higiene;
> Fornecedores de materiais de embalagem;
> Fornecedores de outros serviços.
COMO?
(Como implementar)
> Programas de Boas Práticas segundo Codex Alimentarius e legislação
específica para sector.
> Requisitos HACCP/ Princípios HACCP.
> Requisitos Normativos.
Programas de Boas Prácticas
> Identificar os princípios essenciais de higiene alimentar aplicáveis ao
longo da cadeia alimentar.
> Indicar a forma como deverão ser implementados esses princípios.
> Recomenda uma abordagem ao sistema H.A.C.C.P.
> Orientação para códigos específicos para diferentes sectores.
Programas de Boas Prácticas
Hazard Analysis Critical Control Points (H.A.C.C.P)
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (APPCC)
Requisitos/ Princípios HACCP
Requisitos/ Princípios HACCP
> Proceder a uma análise de riscos (Princípio 1);
> Determinar os Pontos Críticos Controlo (Princípio 2);
> Estabelecer Limites críticos (Princípio 3);
> Estabelecer um sistema para monitorizar o controlo do PCC (Princípio 4);
> Estabelecer a acções correctivas a tomar quando a monitorização indique
que o PCC não está sob controlo (Princípio 5);
> Estabelecer procedimentos de verificação para confirmar que o sistema
HACCP funciona eficazmente (Princípio 6);
> Estabelecer documentação relativa aos procedimentos e registos
adequados a estes princípios e á sua aplicação (Princípio 7).
Requisitos/ Princípios HACCP
12 Etapas para a
implementação do
HACCP segundo o
Codex Alimentarius
Implementação do Sistema HACCP
1ª Etapa - Constituição da Equipa
HACCP (Equipa Multi disciplinar)
Implementação do Sistema HACCP
2ª Etapa Descrição do Produto
(Ficha Técnica do Produto)
Implementação do Sistema HACCP
3ª Etapa Identificação do uso pretendido
(Consumo em geral)
(Segmentação Grupos de Risco)
(Ficha Técnica do Produto)
Informação pode
estar contida na
Ficha Técnica
Implementação do Sistema HACCP
4ª Etapa
(Elaboração do Fluxograma
processo/s)
5ª Etapa
(Verificação “In-Loco” do
fluxograma)
Implementação do Sistema HACCP
6ª etapa e 1º Princípio HACCP
(Identificação dos Perigos e Medidas
Preventivas – Listar todos os Perigos e
Medidas Preventivas) Avaliação do Risco
(Probabilidade VS
Gravidade – Perigo
Significativo ou
não)
Implementação do Sistema HACCP
7ª Etapa e 2º Princípio HACCP
(Determinação dos pontos críticos de controlo
(PCC´s) segundo a Árvore de Decisão)
PCC – ponto, procedimento,
operação ou etapa no qual o
controlo pode ser aplicado e que
é essencial para prevenir ou
eliminar um perigo relacionado
com a inocuidade dos alimentos,
ou para o reduzir a níveis
aceitáveis.
Implementação do Sistema HACCP
8ª Etapa e 3º Princípio HACCP
(Estabelecer os limites críticos que devem ser assegurados por
forma a garantir que cada PCC se encontra controlado)
9ª Etapa e 4º Princípio HACCP
(Estabelecimento e implementação de procedimentos de
monitorização para controlo dos PCC´s)
Implementação do Sistema de
HACCP
10ª Etapa e 5º Princípio HACCP
(Estabelecer as acções correctivas a serem
tomadas quando a monitorização indicar que um
determinado PCC não está sob controlo)
Implementação do Sistema HACCP
11ª Etapa e 6º Princípio HACCP
(Estabelecer procedimentos de verificação para
confirmar eficácia do sistema HACCP)
Análises
Microbiológicas ao
produto final, Testes
Eficácia da Higienização
(Mãos e Superfícies)
Implementação de sistema HACCP
12ª Etapa e 7º Princípio HACCP
(Estabelecer a documentação sobre todos os
procedimentos e registos apropriados a estes
princípios e sua aplicação)
Requisitos Normativos
Em termos genéricos são:
> Documentação:
> Controlo Documentos e Registos.
> Responsabilidade da Gestão:
> Definição Política de Segurança Alimentar;
> Definição da responsabilidade e Autoridade;
> Comunicação.
> Gestão de Recursos:
> Infraestrutura, Humanos e Formação.
> Melhoria:
> Acções de melhoria;
> Auditorias.

Iso22000

  • 2.
    ISO 22000 SISTEMAS DEGESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR
  • 3.
    O QUÊ? (Oque é a ISO 22000) PORQUÊ? (Oportunidades e Pontos Fortes) A QUEM? (A que empresas e sectores se aplica) COMO? (Como Implementar)
  • 4.
    O QUÊ? (O queé a ISO 22000) É uma Norma Internacional para a Segurança Alimentar. Especifica os requisitos para a Gestão do Sistema de Segurança Alimentar (SGA).
  • 5.
    O QUÊ? (O queé a ISO 22000) Aplicação dos requisitos de um Sistema de Gestão alinhado com os padrões da ISO 9001 em qualquer organização da cadeia alimentar: ISO 22000 - Ênfase no consumidor ISO 9001 – Ênfase no Cliente
  • 6.
    O QUÊ? (O queé a ISO 22000) Integra os princípios do Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (H.A.C.C.P.) e as etapas de aplicação do Codex Alimentarius.
  • 7.
    O QUÊ? (O queé a ISO 22000) Permite á organização demonstrar competência: > Controlo dos Perigos de Segurança Alimentar; > Garantia que o produto é seguro para o consumidor final e salvaguarda os requisitos do consumidor; > Na conformidade com os requisitos legais; > Avaliar e analisar os requisitos dos clientes em matéria de segurança alimentar; > Comunicar eficazmente assuntos de segurança alimentar; > Obter a certificação, realizar auto avaliação da conformidade.
  • 8.
    PORQUÊ? (Oportunidades e PontosFortes) > Permite à organização distinguir-se no mercado; > Permite à organização garantir qa segurança dos seus produtos/ serviços; > Facilita Exportações (norma internacionalmente reconhecida); > Fornece os meios para determinar e documentar perigos significativos para a saúde do consumidor.
  • 9.
    PORQUÊ? (Oportunidades e PontosFortes) > Evita perdas não previstas a curto, médio prazo (ex. perdas não previstas devido a problemas de segurança alimentar e perda de clientes); > Aumento Produtividade; > Aumento Qualidade dos produtos/ serviços; > Aumento satisfação cliente/ consumidor.
  • 10.
    A QUEM? (Empresas eSectores a quem se aplica) > Organizações directamente envolvidas na cadeia alimentar: > Produtores de alimentos animais; > Produtores primários; > Produtores de géneros alimentícios; > Retalhistas; > Serviços de restauração; > Transportadores, Transitários, Armazéns, Distribuidores (toda a cadeia logística).
  • 11.
    A QUEM? (Empresas aquem se aplica) > Organizações indirectamente envolvidas: > Fornecedores de equipamento; > Fornecedores de agentes de limpeza e higiene; > Fornecedores de materiais de embalagem; > Fornecedores de outros serviços.
  • 12.
    COMO? (Como implementar) > Programasde Boas Práticas segundo Codex Alimentarius e legislação específica para sector. > Requisitos HACCP/ Princípios HACCP. > Requisitos Normativos.
  • 13.
    Programas de BoasPrácticas > Identificar os princípios essenciais de higiene alimentar aplicáveis ao longo da cadeia alimentar. > Indicar a forma como deverão ser implementados esses princípios.
  • 14.
    > Recomenda umaabordagem ao sistema H.A.C.C.P. > Orientação para códigos específicos para diferentes sectores. Programas de Boas Prácticas
  • 15.
    Hazard Analysis CriticalControl Points (H.A.C.C.P) Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (APPCC) Requisitos/ Princípios HACCP
  • 16.
    Requisitos/ Princípios HACCP >Proceder a uma análise de riscos (Princípio 1); > Determinar os Pontos Críticos Controlo (Princípio 2); > Estabelecer Limites críticos (Princípio 3); > Estabelecer um sistema para monitorizar o controlo do PCC (Princípio 4); > Estabelecer a acções correctivas a tomar quando a monitorização indique que o PCC não está sob controlo (Princípio 5); > Estabelecer procedimentos de verificação para confirmar que o sistema HACCP funciona eficazmente (Princípio 6); > Estabelecer documentação relativa aos procedimentos e registos adequados a estes princípios e á sua aplicação (Princípio 7).
  • 17.
    Requisitos/ Princípios HACCP 12Etapas para a implementação do HACCP segundo o Codex Alimentarius
  • 18.
    Implementação do SistemaHACCP 1ª Etapa - Constituição da Equipa HACCP (Equipa Multi disciplinar)
  • 19.
    Implementação do SistemaHACCP 2ª Etapa Descrição do Produto (Ficha Técnica do Produto)
  • 20.
    Implementação do SistemaHACCP 3ª Etapa Identificação do uso pretendido (Consumo em geral) (Segmentação Grupos de Risco) (Ficha Técnica do Produto) Informação pode estar contida na Ficha Técnica
  • 21.
    Implementação do SistemaHACCP 4ª Etapa (Elaboração do Fluxograma processo/s) 5ª Etapa (Verificação “In-Loco” do fluxograma)
  • 22.
    Implementação do SistemaHACCP 6ª etapa e 1º Princípio HACCP (Identificação dos Perigos e Medidas Preventivas – Listar todos os Perigos e Medidas Preventivas) Avaliação do Risco (Probabilidade VS Gravidade – Perigo Significativo ou não)
  • 23.
    Implementação do SistemaHACCP 7ª Etapa e 2º Princípio HACCP (Determinação dos pontos críticos de controlo (PCC´s) segundo a Árvore de Decisão) PCC – ponto, procedimento, operação ou etapa no qual o controlo pode ser aplicado e que é essencial para prevenir ou eliminar um perigo relacionado com a inocuidade dos alimentos, ou para o reduzir a níveis aceitáveis.
  • 24.
    Implementação do SistemaHACCP 8ª Etapa e 3º Princípio HACCP (Estabelecer os limites críticos que devem ser assegurados por forma a garantir que cada PCC se encontra controlado) 9ª Etapa e 4º Princípio HACCP (Estabelecimento e implementação de procedimentos de monitorização para controlo dos PCC´s)
  • 25.
    Implementação do Sistemade HACCP 10ª Etapa e 5º Princípio HACCP (Estabelecer as acções correctivas a serem tomadas quando a monitorização indicar que um determinado PCC não está sob controlo)
  • 26.
    Implementação do SistemaHACCP 11ª Etapa e 6º Princípio HACCP (Estabelecer procedimentos de verificação para confirmar eficácia do sistema HACCP) Análises Microbiológicas ao produto final, Testes Eficácia da Higienização (Mãos e Superfícies)
  • 27.
    Implementação de sistemaHACCP 12ª Etapa e 7º Princípio HACCP (Estabelecer a documentação sobre todos os procedimentos e registos apropriados a estes princípios e sua aplicação)
  • 28.
    Requisitos Normativos Em termosgenéricos são: > Documentação: > Controlo Documentos e Registos. > Responsabilidade da Gestão: > Definição Política de Segurança Alimentar; > Definição da responsabilidade e Autoridade; > Comunicação. > Gestão de Recursos: > Infraestrutura, Humanos e Formação. > Melhoria: > Acções de melhoria; > Auditorias.